Artigos

Sociedade Filarmónica Silvense
Escolas de Música em Silves

Estabelecimentos do ensino de música no Concelho

Escola de Música da Sociedade Filarmónica Silvense

Largo 1 de Maio
8300-116 Silves
Tel. (+00 351) 282 445 372
Correio eletrónico: filarmonicasilves@gmail.com

Além da Banda Filarmónica, com cerca de 35 elementos, a Sociedade Filarmónica Silvense tem escola de música, com ensino gratuito, aberta a todos os jovens a partir dos 8 anos.

A Banda da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Silvense (SFS) apresentou-se, no próximo dia 7 de julho de 2017, em concerto, no Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves.  Jovens Talentos do Concelho estiveram também presentes em vários momentos na 2ª mostra Silves Capital da Laranja, novos artistas silvenses que constam da Bolsa criada e formada pela autarquia, incluindo alguns jovens alunos da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Silvense.

A SFS existe desde 1933, tendo, ao longo de todos os seus anos de existência, formado várias gerações de músicos e tendo um papel determinante no concelho no que diz respeito à formação musical.

Sociedade Filarmónica Silvense

Sociedade Filarmónica Silvense

Tunas e estudantinas de Silves

História e atividades tunísticas no Concelho

Xelb Tuna

Tuna do Instituto Superior de Saúde Jean-Piaget do Algarve

A Xelb Tuna é a Tuna da Escola Superior de Saúde Jean-Piaget do Algarve, com sede em Silves. Celebrou 15 anos de existência em 2020 com mais um Algarvitunas. É um grupo académico com um gosto pela música, cultura e tradição académica. Representa musicalmente o instituto e a cidade.

Correio eletrónico: xelbtuna@hotmail.com

XelbTUNA - Instituto Superior de Saúde Jean-Piaget do Algarve

XelbTUNA – Instituto Superior de Saúde Jean-Piaget do Algarve, créditos Sul Informação

FOI NOTÍCIA

Em 2014 a Sociedade Recreativa Alcantarilhense organizou o 4º Encontro de Tunas Académicas.

Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines
Folclore em Silves

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

Grupo Rancho Folclórico do Algoz

O GRFA atuou no Magusto Tradicional de Algoz e eventos como Silves Capital da Laranja. Organizou em 2019 o 1º Festival de Folclore do Algoz. Nesta uma iniciativa do Grupo Rancho Folclórico do Algoz participaram, além do rancho da casa, o Rancho Infantil e Juvenil de Santa Clara-a-Nova, Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril, Grupo Etnográfico Santo António de Arenilha e Rancho Minhotos da Ribeira de Lage. O Festival contou com o apoio da Câmara Municipal de Silves, União de Freguesias de Algoz e Tunes e empresas locais.

Tlm. (00 351) 966 368 684/918 698 307

Rancho Folclórico do Algoz

Rancho Folclórico do Algoz

Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines

Museu do Traje e das Tradições
8375-133 São Bartolomeu de Messines

O Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines é uma associação de natureza cultural e etnográfica sediada em São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves.

Promovido pelo Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines teve lugar em 2018, o XXXVI Festival Nacional de Folclore, no Anfiteatro da Junta de Freguesia de SB Messines, com apoio da Câmara Municipal de Silves. A iniciativa contava em 2018 com 36 anos de história.

Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines

Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines

Sociedade Filarmónica Silvense
Filarmónicas de Silves

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Silvense

Em 1842 surgiu em Silves e pela primeira vez uma Banda Filarmónica, a Filarmónica do Guerreiro, criada e regida pela respetiva família, onde a mesma viveu até 1865. Em 1869, nascia uma nova Banda, a Filarmónica dos Fraldas, criada por alguns cidadãos progressistas que saíram à rua simplesmente de fraldas. Dirigiram essa Banda: Salvador Gomes Vilarinho, António Caldas, Vicente de Almeida e depois Henrique Rocha (filho) que substituíra Vicente de Almeida, como Regente. Das rivalidades políticas entre o Partido Progressista e o Partido Regenerador, surgiu uma segunda banda, a Filarmónica dos Moleiros, que teve na sua origem Gregório Mascarenhas.

Também se vestiam de fraldas, mas estas eram verdes e vermelhas e daí lhe adveio o rótulo de Os Periquitos. Foi dirigida por Henrique Rocha (pai) e José da Cruz Guerreiro. Sempre que estas duas bandas, que representavam duas Indústrias (as Caldas e as Mascarenhas), se cruzavam nas ruas, havia pancadaria, tal era a rivalidade.

Paralelamente às duas rivais, nasceu ainda um Grupo de Ocarinas, instrumento musical feito de barro, cujo som é idêntico ao da flauta. Esse grupo cultivou pela primeira vez em Silves este instrumento.

O revirar do século e a crise das fábricas que originaram as duas Bandas, marcou o fim da Caldas em 1906 e da Mascarenhas em 1910. Enquanto umas morriam, uma nova Banda já tinha nascido em 1908 a Orquestra Freire, era uma orquestra de instrumentos de corda e teve como Regente Henrique Rocha (Júnior), pianista que atuava na Sociedade Vilarinho. A Orquestra Freire sobreviveu até ao surgimento do cinema sonoro.

As Bandas em Silves cultivaram-se e prosperaram, e embora não haja registos, entre os anos 1865-1869 e 1910-1912 sabe-se que nos primeiros anos da República Portuguesa a Sociedade de Classe adquiriu instrumentos musicais das anteriores Bandas e criou uma Filarmónica que ia funcionando, embora com carências. Também a Sociedade de Classe se extinguiu, mas a Filarmónica não morreu e aprovou os seus estatutos em 1933 com o nome Sociedade Filarmónica Silvense. E assim nasceu a atual Banda Filarmónica. Viveu durante várias décadas no Teatro Gregório Mascarenhas, e tem a sua sede provisória na Rua Policarpo Dias, 41 em Silves.

Já teve um Rancho Folclórico, nascido em 1981 da sua componente etnológica, versando e divulgando cantares e danças de Silves e do Algarve. Faz Parte desta Sociedade O Grupo de Teatro Amador O Gruta datado de 1981. Em 1998, foi criado o Grupo Coral da Sociedade Filarmónica Silvense.  Em 2003 a Banda desta sociedade contava com 48 músicos e tinha como regente o José António Flosa que também era professor da Escola de Música que contava com vários aprendizes.

SFS

Sociedade Filarmónica Silvense

Sociedade Filarmónica Silvense

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves
Músicos naturais do Concelho de Silves

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Corina Freire (Silves, 1897-1986) foi uma cantora lírica soprano e atriz portuguesa. Foi a primeira portuguesa a trabalhar no Olympia de Paris e a cantar para o Príncipe de Gales, depois duque de Windsor. Estreou-se no teatro de revista em 1927 com “Rosas de Portugal” de Silva Tavares, sendo a sua última aparição neste género em “O Mar também tem amantes”.

Efetuou temporadas em vários países, tendo em Paris integrado o espetáculo “Parade du Monde” ao lado de Maurice Chevalier. Depois de se retirar dos palcos, por volta de 1940, deu aulas particulares de canto, nomeadamente a um seu jovem parente, António Calvário, futura vedeta da música ligeira portuguesa.

Corina Freire

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Corina Freire

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves