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Banda Musical de Tavira
Filarmónicas de Tavira

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical de Tavira

A Banda Musical de Tavira foi fundada a 1 de dezembro de 1925. As tradições musicais na Cidade remontam a tempos muito distantes. Os seus seis conventos e as suas paróquias já celebravam as festividades e tinham a sua liturgia, onde não faltava o canto coral acompanhado a órgão de tubos e outros instrumentos. A filarmónica mais antiga foi a Banda do Regimento de Infantaria de Tavira, criado em 1803.

Em 1839, surgiu a Sociedade Filarmónica Tavirense, pertencente à Ordem Terceira do Carmo e constituída por irmãos desta Ordem. Em 1859 foi constituída a Filarmónica dos Artistas de Tavira e em 1 de janeiro de 1886, um grupo de músicos tendo à cabeça João e Francisco Leiria, criou a Filarmónica 1º de Janeiro que o público alcunha de “Os Limpinhos”. No ano seguinte outra filarmónica apareceu, a “Filarmónica 29 de Setembro”, mais conhecida pelos “Namarrais”. A rivalidade era muita. Em 1911 o Governo distribuiu as unidades militares e a Banda do Regimento foi transferida para Faro. Os Tavirenses protestaram. Em 1919, a restavam “Os Limpinhos”, que também se extinguiria pouco tempo depois. Em 1925 foi criada a Banda Musical dos Bombeiros Municipais, com 25 músicos. Ainda nesse ano, passaria a chamar-se Banda Musical de Tavira. Na sua criação está a vontade do poeta e então Presidente da Câmara Isidoro Pires.

A Banda Musical de Tavira é hoje composta por 65 elementos e é dirigida pelo Maestro Filipe Jorge de Sousa Martins Bagarrão. Tem uma Escola de Música com cerca de 75 jovens que são a garantia da continuidade da Banda.

Banda Musical de Tavira

Banda Musical de Tavira

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira
Festivais de Música em Tavira

Ciclos, encontros, temporadas e festivais de música e dança no Concelho

Festival de Órgão do Algarve

O Festival de Órgão Algarve, organização da Associação Música XXI, é um festival de órgão que se realiza em órgãos históricos dos concelhos de Faro ( e igreja do Carmo), Tavira (igrejas de Santiago e Misericórdia), Portimão (igreja matriz) e Loulé (igreja de Boliqueime).

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Festival Didgeridoo Fatt

Sítio: www.apdidgeridoo.pt

Em 2019 (15ª edição), o Festival Didgeridoo (FATT) regressou ao Algarve, em novo local, a Quinta Eventos, em Santo Estêvão (Tavira). O festival, que se distingue por dar a conhecer a cultura aborígene australiana, contou com um leque diversificado de artistas nacionais e internacionais. Durante o dia, os participantes puderam participar nos habituais workshops de tocar e construir didgeridoos, dança africana, yoga, entre muitos outros. A pensar nos mais pequenos, a organização criou o FATT Kids, um espaço totalmente dedicado às crianças, onde os mais novos poderão aprender a fazer instrumentos musicais reciclando materiais do dia a dia.

O ex-libris desta edição foram a exibição de Yidaki (didgeridoos) provenientes do Território do Norte australiano. A coleção pertence a MT-Yidaki, que se dedica ao estudo de instrumentos originais e autênticos provenientes de Arnhem Land (Austrália), sendo muitos deles instrumentos cerimoniais e raros do povo aborígene. Além disso, o evento contou com classes de aperfeiçoamento de didgeridoo, palestras e documentários.

O evento foi organizado pela Associação Portuguesa de Didgeridoo (APD) e conta com vários parceiros.

Festival Didgeridoo Fatt, Tavira

Festival Didgeridoo Fatt, Tavira

Festival Internacional de Música do Algarve

O Festival Internacional de Música do Algarve é um festival de música erudita que em 2019 realizou a 34ª edição, apresentando 14 concertos na região do Algarve (Loulé, Lagos, São Brás de Alportel, Faro, Silves, Tavira, Portimão, Lagoa).

Rancho Folclórico da Luz de Tavira
Folclore em Tavira

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

Região: Algarve
Distrito: Faro
Concelho: Tavira

Rancho Folclórico da Luz de Tavira

Em 1963, Otílio Dourado criou, na Casa do Povo, o Rancho Folclórico da Luz. O grupo, com baixo nível técnico e fraca atividade teve apenas a duração de dois anos. Em1966, depois de um exaustivo trabalho de recolha de trajes, antigos, danças, cantigas de trabalho e bailaricos nas eiras e festas, pesquisas em documentos antigos e testemunhos das pessoas mais idosas da região.

Em 1971 tentou-se a independência da Casa do Povo, por não se concordar com a política da mesma, tendo o grupo sido proibido de atuar e de usar o nome da Luz de Tavira. Foi então acolhido na vizinha freguesia da Fuzeta, onde se manteve por seis anos. Voltou à freguesia de origem, com o nome de Rancho Folclórico da Luz de Tavira, em 1978.

Auxiliado tecnicamente pelo grande folclorista algarvio Henrique Ramos, o rancho, com o esforço de todos os componentes, adquiriu fama e o seu prestígio levou-o aos mais importantes palcos nacionais e internacionais.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português, da Associação de Folclore e Etnografia do Algarve, é filiado no INATEL e no Instituto Português da Juventude.

Rancho Folclórico da Luz de Tavira

Rancho Folclórico da Luz de Tavira

Músicos naturais de Tavira

Musorbis é um projeto complementar à Meloteca, em desenvolvimento

  • Lino Guerreiro

Lino  Guerreiro nasceu em 1977 na cidade de Tavira. Iniciou os estudos musicais com dezanove anos no Conservatório Regional de Setúbal. Estudou ainda no Conservatório Regional de Torres Vedras, e terminou o 8º grau de Saxofone no conservatório Nacional de Lisboa, assim como o restante currículo. Estudou composição no nível secundário com o compositor Daniel Schevtz.

Em 2008, terminou o Curso de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), onde estudou com os compositores, Carlos Caires, Christopher Bochmann, José Luís Ferreira e Sérgio Azevedo, na área específica da composição, e com outros compositores como, Carlos Marecos, João Madureira, Roberto Perez, Benoît Gibson, nas restantes áreas curriculares.

Em 2012, terminou o Mestrado em Música na área de especialização de Composição, pela Escola Superior de Música de Lisboa (IPL), sob orientação do compositor António Pinho Vargas.

Em 2012, terminou o Mestrado em Ensino de Música – área de especialização de Composição, pela Escola Superior de Música de Lisboa (IPL), sob orientação de António Pinho Vargas, Carlos Marecos e Francisco Cardoso.

Frequenta o Programa de Doutoramento em Música e Musicologia na Escola de Artes da Universidade de Évora, sob orientação de Eduardo Lopes.

A sua atividade enquanto compositor desenvolve-se maioritariamente na área dos instrumentos de sopro e percussão. Colabora com as editoras, “Arpejo Editora“, “AVA Musical Editions“, “MIC“, “ROSSIO Music Publishing” e “SCOMEGNA, Edizioni Musicali s.r.l.“.

É diretor do projeto mixEnsemble, um projeto musical que tem como filosofia servir a música e os artistas, dentro de diferentes contextos musicais para os mais variados fins.

É professor de Análise e Técnicas de Composição e de Música de Câmara, no Conservatório de Música D. Dinis, em Odivelas, e professor de Teoria e Análise Musical e de Música de Câmara, na Escola Profissional da Metropolitana. Desde 01 de Setembro de 2020 é diretor pedagógico da Escola Profissional da Metropolitana.

Lino Guerreiro, compositor, de Tavira

Lino Guerreiro, compositor, de Tavira

Igreja de São Tiago, Tavira
Órgãos de tubos do concelho de Tavira

De acordo com as informações disponíveis, existem no Concelho os seguintes órgãos de tubos.

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Misericórdia de Tavira fica situada na freguesia de Santa Maria (Tavira). Mandada construir pela Misericórdia de Tavira, a sua construção (1541-1551), é da autoria de André Pilarte (que participou na construção do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa). A igreja, de estilo renascentista, é constituída por três naves, sem capela-mor. O teto é sustentado por oito colunas rematadas por capitéis renascentistas. A decoração apresenta um conjunto de painéis de azulejos azuis e brancos, do século XVIII, que mostram as 18 Obras de Misericórdia (Obras Espirituais, Obras Corporais e vida de Cristo).

A fachada principal é considerada um dos melhores testemunhos da Renascença portuguesa no Algarve. O pórtico principal, um arco de volta perfeita com ampla decoração all’antico procedente de gravados italianos, sendo encimado pela imagem de Nossa Senhora da Misericórdia. Esta imagem, recolhida sob um dossel e ladeada por dois anjos esvoaçantes, encontra-se no meio das figuras de São Pedro e São Paulo, sendo visível ainda o brasão da cidade de Tavira.

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Tavira possui um órgão positivo de armário da autoria de Leandro José da Cunha, construído em 1785, restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão de armário com portadas abertas

Igreja da Misericórdia de Tavira

Igreja da Misericórdia de Tavira

Recital de canto e órgão

Órgão de tubos da Igreja da Misericórdia de Tavira

Órgão da Igreja da Misericórdia de Tavira

Órgão da Igreja da Misericórdia de Tavira

Órgão da Igreja da Misericórdia de Tavira

Igreja de Nossa Senhora das Ondas

A igreja tem por orago S. Pedro Gonçalves, mas é vulgarmente denominada por Igreja das Ondas por pertencer aos mareantes e nela se venerar a imagem de Nossa Senhora das Ondas. As origens do edifício remontam provavelmente ao reinado de D. Manuel.

A sua planta é de forma trapezoidal e a cobertura em madeira, ornada de pinturas decorativas setecentistas, figurando ao centro as armas de D. João V. É provável que no séc. XVIII o templo tenha sofrido grandes obras, devendo datar dessa época o retábulo da capela-mor, peça que se destaca pela sua tribuna, onde se enquadra um nicho com a imagem do padroeiro. Uma escultura do séc. XVII representando a Senhora das Ondas está colocada sobre o altar que lhe é dedicado. Na Casa dos Pescadores, contígua à igreja, conserva-se o estandarte da Associação dos Mareantes, sumptuosa peça de lhama de ouro vermelha, bordada a fios de ouro e prata e lantejoulas.

Fonte: ECultura

Igreja de Nossa Senhora das Ondas, Tavira

Igreja de Nossa Senhora das Ondas, Tavira

A Igreja de Nossa Senhora das Ondas, também designada dos Mareantes, ou de São Pedro Gonçalves Telmo, possui órgão de tubos.

Igreja de Santa Maria do Castelo

Igreja de Santa Maria, Tavira

Igreja de Santa Maria, Tavira

Construída na segunda metade do século XIII, no local onde anteriormente se situara a mesquita de Tavira, a Igreja de Santa Maria do Castelo foi construída segundo o estilo gótico, como comprova o seu portal ogival. Sofreu estragos consideráveis aquando do terramoto de 1755, pelo que foi necessário proceder à sua reconstrução. O projeto ficou a cargo do arquiteto italiano Francisco Xavier Fabri que teve a preocupação de manter a estrutura original da igreja – três naves e quatro tramos – tendo aproveitado a cabeceira e algumas capelas laterais, caso da Capela do Evangelho, de estilo gótico, e da Capela do Senhor dos Passos, de estilo manuelino mas revestida com azulejos do século XVII.

Relativamente à ornamentação interior, merece destaque a capela-mor, onde se vê um retábulo do início do século XIX de arquitetura simulada (pintada). Nas paredes laterais da capela-mor observam-se duas inscrições medievais que assinalam a presença do túmulo de D. Paio Peres Correia e dos seis cavaleiros que morreram na reconquista cristã de Tavira. Igualmente interessantes são o retábulo da Paixão, de estilo rococó, e o retábulo neoclássico do batistério, que incorpora uma bonita pintura do final do século XVIII representando a assunção da Virgem Nossa Senhora, e cuja autoria se atribui ao italiano Corrado Guiaquinto. Visite a exposição de arte sacra com imagens e pinturas dos séculos XV a XIX.

Fonte: VisitAlgarve

A Igreja de Santa Maria do Castelo possui órgão de tubos de armário.

Órgão e armário

Igreja de Santa Maria, Tavira

Igreja de Santa Maria, Tavira

Igreja de Santo António dos Capuchos

Igreja de Santo António, Tavira

Igreja de Santo António, Tavira

Os frades capuchos da Província da Piedade chegaram a Tavira em 1607 e ocuparam provisoriamente a ermida de Nossa Senhora da Esperança, enquanto decidiam o local exato para construir o convento. O sítio escolhido acabou por ser o mesmo local onde se encontravam, iniciando-se a construção em 1612, abrangendo parte de uma fazenda suburbana e de um terreiro público. A fachada, único elemento que se relacionava com o exterior, ficou orientada o campo da Atalaia, ficando as restantes instalações conventuais no interior da cerca.

A igreja é um exemplo da austeridade da arquitetura “chã” seiscentista e da sobriedade característica dos franciscanos capuchos. Possui uma planta retangular simples, com endonártex, nave única e capela-mor. Durante a segunda metade do século XVIII foi remodelada a fachada principal, introduzindo-se um frontão e um janelão barrocos. No interior é possível admirar o Trânsito de Santo António, curioso conjunto escultórico setecentista, em barro, integrado numa tipologia vulgar noutros conventos capuchos (casos de Vila Viçosa e Portalegre). É constituído por três grupos, de tamanho quase natural, representando o episódio em que o Santo salva o pai da forca, o milagre da mula do herético e a morte do Santo em Pádua. No interior há retábulos em talha e exemplares de pintura e de imaginária religiosa dos séculos XVI a XIX. Na abóbada da capela-mor saliente-se a pintura mural de perspetiva ilusionista, integrando cenas da vida do padroeiro. Das antigas instalações conventuais destaca-se o claustro, de grande sobriedade, com três arcos por banda assentes em pilares de secção quadrada. Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido em hasta pública, tendo a igreja sido adquirida pela confraria de Santo António, em 1856, até então sediada na igreja do convento de São Francisco.

Fonte: CMT

A Igreja de Santo António dos Capuchos possui órgão de tubos.

Igreja de São José

Igreja de São José, Tavira

Igreja de São José, Tavira

Construída na segunda metade do século XV, a Igreja de São José do Hospital foi originalmente um templo de estilo gótico, do qual não resta hoje mais do que uma capela lateral tardo-medieval. Como consequência dos terramotos de 1722 e de 1755, esta igreja sofreu danos irreparáveis que levaram à construção de um novo templo. As obras duraram uma década, ficando concluídas em 1768.

A reconstrução originou uma igreja com corpo de nave única, planta octogonal e capela-mor. A fachada apresenta um frontão decorado com trabalhos de massa tardo-barrocos, sendo os vãos de estilo rocaille. Na decoração interior destaca-se o altar da capela-mor, um dos poucos exemplares da região executados em “trompe l’oeil”, atribuído ao pintor algarvio Joaquim José Rasquinho. Frisa-se ainda a beleza dos quatro altares laterais da igreja, dois de estilo rococó e dois de estilo neoclássico, e da imagem em roca de São José, de estilo barroco, tida como miraculosa desde 1721.

A Igreja de São José de Tavira possui órgão de tubos.

Fonte: VisitAlgarve

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Tavira

Igreja do Carmo, Tavira

A Igreja da Ordem Terceira do Carmo é um edifício de arquitetura religiosa construído entre 1747 e 1789 que obedece à tipologia característica da época: nave única com planta de cruz latina coberta por abóbada de berço. A fachada, claramente tardo-barroca, apresenta um grande janelão sobre o vão da entrada principal e um frontão típico deste período.

No interior, há um magnificente conjunto de altares em talha, entre os quais o exemplar colocado na capela-mor, considerado o mais interessante retábulo rococó do Algarve. Neste altar, além da qualidade da talha, observam-se diversas imagens em nichos, um cadeiral, quatro telas e uma cúpula pintada em perspetiva com a representação de Nossa Senhora do Carmo no centro.

Fonte: VisitAlgarve

A Igreja da Ordem Terceira do Carmo possui órgão de tubos.

Montra do órgão

Órgão de tubos da Igreja do Carmo, Tavira

Órgão de tubos da Igreja do Carmo, Tavira

Igreja Matriz de Santiago

Igreja de São Tiago, Tavira

Igreja Paroquial de Santiago, Tavira

Situada na zona antiga, a Igreja de são Tiago é um edifício religioso medieval, construído na segunda metade do século XIII. Templo de nave única com capela-mor e várias capelas laterais, a igreja possui um conjunto de retábulos em talha de boa qualidade e quatro tábuas de pintura quatrocentista e quinhentista que representam São João Batista e São Pedro, e São Vicente e São Brás. A fachada principal denota a campanha de obras da segunda metade do século XVIII, consequência direta do terramoto de 1755, tendo especial interesse o medalhão com trabalhos de massa em que surge representado São Tiago a cavalo.

Em 2020, 13ª Edição do Festival de Órgão Algarve ’20, organização da Associação Música XXI, decorreu em igrejas de Faro (, e Igreja do Carmo), Portimão (Igreja Matriz), Loulé (Igreja Paroquial de Boliqueime) e Tavira (Igreja de Santiago).

A Igreja Paroquial de Santiago possui um órgão de tubos histórico (positivo de armário).

Órgão de armário no coro alto

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Coro alto e órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Vista lateral e fole

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Montra

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Montra do órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Estante e manual

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Manual do órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Portada

Portada e manúbrios do órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Portada e manúbrios do órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Portada

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Pedais

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Pedais do órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Fole

Órgão da Igreja de Santiago de Tavira

Fole do órgão da Igreja de Santiago de Tavira

FOI NOTÍCIA

No Algarve Digital lia-se a 28 setembro 2006, que a 1 de outubro, domingo, Dia Mundial da Música, pelas 21h30, a Igreja de São Tiago, em Tavira, inauguraria o novo órgão com um concerto pelo organista Gyula Szilágyi, acompanhado por Teresa Matias em flauta e tambor renascentista.

Trata-se de um órgão de armário construído por Joaquim Peres Fontanes, em Lisboa, na segunda metade do século XVIII, recuperado pelo mestre-organeiro Dinarte Machado. Era o segundo órgão restaurado, recentemente, na cidade de Tavira, após a concretização da intervenção no órgão da Igreja da Misericórdia.

Foi feito um investimento de €61.451,90, o qual foi suportado pela Câmara Municipal de Tavira e pelo IPPAR, em partes iguais (€30.725,96). A par disso, foram, ainda, gastos com a firma K4-Conservação e Restauro (para restauro da caixa do órgão) €7.425,60.

Festival de Órgão do Algarve

As igrejas de Santiago e da Misericórdia de Tavira estão incluídas entre os espaços que acolhem o Festival de Órgão do Algarve.

Festival de Órgão do Algarve

Festival de Órgão do Algarve