Artigos

Conservatório de Música do Choral Phydellius
Escolas de Música de Torres Novas

O Ensino da Música em destaque no Concelho

Conservatório de Música do Choral Phydellius

O Conservatório de Música do Choral Phydellius ministra cursos de Música oficiais dos níveis: Básico; Secundário. Ambos os níveis podem ser ministrados nos seguintes regimes de frequência: Articulado; Supletivo. Tem ainda cursos não oficiais: Iniciação; Curso Livre

Cursos Instrumentais e Disciplinas Curriculares: Acordeão, Bateria, Canto, Clarinete, Flauta Transversal, Guitarra, Oboé, Órgão, Piano, Percussão, Saxofone, Trombone de Varas, Trompa de Harmonia, Trompete, Tuba, Violino, Violoncelo, Violeta. Ministra Aulas de Conjunto de Coro, Orquestra, Música de Câmara; e as Disciplinas Teóricas: Formação Musical, História da Cultura e das Artes, Análise e Técnicas de Composição.

FOI NOTÍCIA

Em 15 de setembro de 2015, o Jornal Torrejano noticiou:

“O Estágio para Jovens Instrumentistas Torrejanos (EJIT) é um projecto do Conservatório de Música do Choral Phydellius iniciado em 2004 e visa trabalhar de forma intensiva com músicos da região. Trabalho que no final é apresentado em concerto.

O de 2015 aconteceu no domingo, dia 12, depois de uma semana de intenso trabalho com o maestro convidado, o espanhol Rafael Albors – valenciano radicado na região da Corunha.

Conservatório de Música do Choral Phydellius

Conservatório de Música do Choral Phydellius

Esta foi a quarta vez que o EJIT contou com a presença de um espanhol a reger o projecto. Os músicos que aderem ao projecto são voluntários mas são eles quem mais ganham. Ajuda-os a crescer como músicos e isso é muito postivo. A edição deste ano contou com a presença de 70 músicos que foram orientados por 10 formadores.

“O EJIT e um evento que tem uma componente tripartida: pedagógica, artística e social”, frisou anda Vítor Ferreira. As duas primeiras são fáceis de explicar e a terceira terá que ver com o facto de os músicos terem estado (bem) ocupados na última semana das férias de Verão. O concerto final decorreu no Teatro Virgínia, contou com entradas livres e inseriu-se na programação trimestral daquela casa e espectáculos.

Sociedade Velha Filarmónica Riachense
Filarmónicas de Torres Novas

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda Operária Torrejana
  • Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande
  • Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense
  • Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense
  • Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense
  • Sociedade Filarmónica União Matense
  • Sociedade Filarmónica União Pedroguense
  • Sociedade Musical União Trabalho
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense
Banda Operária Torrejana

A data exata da fundação da Banda Operária Torrejana não é conhecida, sabendo-se que a 1 de outubro de 1821 já havia a “Música da Vila”. Em 2 de junho de 1846, pela insurreição da Maria da Fonte, a Banda Torrejana, à frente do batalhão popular, deu entrada em Santarém. No entanto os Estatutos da Filarmónica Torrejana são datados de 8 de abril de 1873. Em documentos disponíveis sabe-se que a Banda esteve integrada na Fábrica da Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas, referindo-se a 1885 como ano da sua fundação.

BOT

Banda Operária Torrejana

Banda Operária Torrejana

Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande

A origem de banda do Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande (C.R.M.O.G) remonta a 1864. Foram seus fundadores José Rodrigues Sentieiro, Veríssimo Carvalho Pais, Manuel “gaiteiro”. Após deslocação à localidade vizinha de Carrascos, atualmente Vila do Paço, para aprendem música na banda da localidade, fundaram a banda do Outeiro Grande.

CRMOG

Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande

Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande

Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense

A Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense é uma organização sem fins lucrativos com sede em Árgea, Torres Novas. Fundada a 10 de Maio de 1875 e com quase 140 anos de história, a Sociedade organiza diversos eventos que vão desde a música ao convívio. Almoços, jantares, caminhadas, bailes, passagens de ano, magustos, entre muitos outros fazem parte dos eventos realizados pela organização.

SIRMA

Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense

Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

A Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, com sede na Rua Professor Matos Branco, nº 52, em Meia Via, Torres Novas, foi fundada em 19 de março de 1896 e, reconhecida como instituição de Utilidade Pública em 1993.

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense

Segundo a pedra mármore existente na frontaria da coletividade, a Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense foi fundada em 12 de agosto de 1900. Interrompeu posteriormente e reativou a sua atividade regular em 2009 com escola de música e banda.

Sociedade Filarmónica União Matense

A Banda da Sociedade Filarmónica União Matense, fundada em 1870, foi a génese da coletividade. Embora tenha atividades paralelas na área da Cultura, Recreio e Desporto, a Banda continua a ser a sua principal atividade.
Contou desde sempre com um conjunto de músicos e maestros de valor de que é expoente máximo o Maestro Domingos Fernandes Gomes.

Sociedade Filarmónica União Pedroguense

A Banda da Sociedade Filarmónica União Pedroguense pertence o concelho de Torres Novas, na freguesia de Pedrógão. A maioria da população desta aldeia exerce a sua atividade na indústria e na agricultura. Esta freguesia situa-se a 7 km da sede de concelho, e a 40 km da sede de distrito (Santarém).

SFUP

Sociedade Filarmónica União Pedroguense

Sociedade Filarmónica União Pedroguense

Sociedade Musical União Trabalho

A Sociedade Musical União e Trabalho, de Lapas, é a mais jovem banda do concelho de Torres Novas tendo sido fundada a 18 de outubro de 1920. Dedicando-se maioritariamente à formação de músicos para a banda de música local, inicialmente também apoiou ranchos, grupos de teatro e outras manifestações tradicionais que enriqueceram a cultura desta pacata freguesia do Almonda.

Sociedade Velha Filarmónica Riachense

Em 1884, os cerca de 1.000 habitantes de Riachos reuniram-se para realizar um sonho já com alguns anos: a Filarmónica Riachense. Poucos meses após o início da aprendizagem musical, a Filarmónica fez a sua apresentação ao público, com 22 executantes.

SVFR

Sociedade Velha Filarmónica Riachense

Sociedade Velha Filarmónica Riachense

Rancho Folclórico de Torres Novas
Folclore em Torres Novas

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Região: Ribatejo (Alto Ribatejo)
  • Distrito: Santarém
  • Concelho: Torres Novas

04 grupos

  • Rancho Folclórico de Torres Novas
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista
  • Rancho Folclórico Os Camponeses de Riachos
  • Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros
Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista

O Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista é uma associação de natureza etnográfica sediada no lugar de Casal Sentista, freguesia de Santiago, no concelho de Torres Novas, constituída em 14 de maio de 1987.

Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista

Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista

Rancho Folclórico de Torres Novas

O Grupo Folclórico de Torres Novas é filiado na Federação do Folclore Português, membro da Associação de Defesa de Folclore da Região dos Templários e sócio efetivo da INATEL. As recolhas foram feitas de Norte a Sul do concelho, localizado na província do Ribatejo, onde o Bairro, a Charneca e a Lezíria se confrontam. Como principais danças, destacavam-se os Fadinhos, Verde Gaios, Valsa e Moda a Dois Passos, Fados, Bailaricos e claro, os Fandangos. Os trajes representam, fielmente, as vestes das gentes de Torres Novas nos finais do século XIX e inícios do século XX, onde as cores e temperamentos distintos se aliavam num só.

Rancho Folclórico de Torres Novas

Rancho Folclórico de Torres Novas

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos

O Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos foi fundado em 1958. As recolhas de trajo, canto e danças, foram feitas a partir do verão daquele ano, tendo sido apresentadas oficialmente na Feira do Ribatejo, em Santarém, no ano de 1959. Com estas recolhas pode-se provar que o Folclore de Riachos é bastante rico e variado, devido à sua situação geográfica, na zona de transição da Lezíria para o Bairro e Charneca. Aquela, a Sul da povoação, entrando pelas margens do Rio Almonda até ao Tejo, as outras a Norte, passando por todo o Concelho de Torres Novas, zona de pequenas montanhas até à Serra d’Aire.

RFCR

Rancho Folclórico "Os Camponeses" de Riachos

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos

Nas danças e nos cantares, na sua grande maioria estão bem patentes a garridice, a alegria e toda a genica da Lezíria Ribatejana, para onde as gentes de Riachos estiveram sempre voltadas, enquanto noutras estão bem marcadas, a dolência, a harmonia e beleza das danças e dos cantares da zona ondulada.

Os trajos são cópias fiéis dos usados pelos seus antepassados em Riachos, nos finais do Século XIX e princípios do século XX, apresentando em cada espetáculo trajos domingueiros, de festa, de trabalho e ainda o trajo de campino de trabalho e de festa.

Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros

O Rancho Folclórico Recreativo “os Ceifeiros de Liteiros” foi fundado em 18 de novembro de 1988 por António Neto Amorim Pessoa e António Marques, para ocupar os tempos livres das gentes da aldeia de Liteiros e divulgar os usos e costumes dos seus antepassados. Desde a sua fundação tem participado em vários festivais de folclore a nível nacional e internacional, do Norte a Sul do País, desde o Minho ao Algarve, incluindo a Região Autónoma da Madeira (Calheta). A nível internacional conta com algumas atuações em Espanha, principalmente na região de Múrcia, na Alemanha, no estado de Essen, cidades de Marburg e Biendenkopf, em Kecskéd, Eztergom e no lago Balaton, na Hungria, em Bordéus e em Oyonnax, na França.

RFRCL

Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros

Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros

Pretende representar com o máximo de autenticidade possível os costumes das gentes rurais, humildes e laboriosas da sua terra. Mostra a verdade de um povo que canta e dança, de um povo que também tem alma e que exterioriza os seus sentimentos de amor, alegria e tristeza. Pretende também revelar verdade nos trajes; estes são uma amostra viva dos que foram usados em fins do século XIX e princípios do século XX, e compõem-se por traje de noivos, domingueiros, de passeio e de trabalho.

Liteiros é uma aldeia alegre, humilde e corajosa que enaltece as suas tradições e as vive de uma forma entusiasta. Situa-se na freguesia de Santa Maria e a 6 km de Torres Novas, concelho a que pertence, a 25 km de Fátima e a 30 km de Santarém, sede de distrito.

As suas danças, umas são mais lentas, outras mais rápidas, num repertório, vasto e variado, constituído por fados, verde-gaios, viras, chotiças, valsas, modas de roda e rapsódias. Todo ele  foi ensinado por idosos habitantes de Liteiros e de aldeias circunvizinhas. Estas danças e cantares eram normalmente efetuados por altura dos santos populares, festas, casamentos, batizados, apanha de figos e azeitona, vindimas, descamisadas, ceifas. O rancho retrata o modo de vida dos seus habitantes.

Joaquim Lopes Santana

Joaquim Lopes Santana (folclorista, 27 de setembro de 1934 – 01 de março de 2021)

No dia 1 de março a Federação do Folclore Português noticiou a morte do “grande folclorista e bom Amigo Joaquim Lopes Santana, dos Riachos.”

A sua acção no Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Casa do Povo dos Riachos, de que foi fundador no já longínquo ano de 1958 e que dirigiu ininterruptamente durante 61 anos; a inexcedível colaboração que prestou à Federação do Folclore Português – tendo exercido funções na Mesa da Assembleia-geral e como Conselheiro Técnico Regional, do Ribatejo e dos Templários; o elevado contributo que deu à Região de Turismo dos Templários, cuja Comissão Executiva integrou por indigitação da Federação do Folclore Português; e o imenso empenho que colocou na constituição do Museu Agrícola dos Riachos, são testemunhos inesquecíveis de uma dedicação inteira às coisas da nossa Cultura Tradicional e ao Regionalismo.

A forma como soube conduzir os destinos do Rancho “Os Camponeses” dos Riachos, que é um dos mais representativos do Ribatejo e um dos que mais vezes representou o Folclore Português além-fronteiras, tendo evidenciado uma capacidade singular para promover diálogos entre o Folclore e outras expressões artísticas e culturais, é a demonstração de uma grande lucidez e de um espírito muito culto e aberto.

Joaquim Santana contribuiu muito decisivamente para elevar o conhecimento técnico sobre o Folclore, através dos importantes colóquios que organizava por ocasião das Festas de Aniversário de “Os Camponeses”, em que marcavam presença inúmeros folcloristas de todo o país.

Joaquim Lopes Santana, folclorista

Joaquim Lopes Santana, folclorista

A Federação do Folclore Português apresentou condolências à Família e ao Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Casa do Povo de Riachos. A direção da Federação do Folclore Português, decidiu que o dia 2 de março seria de luto para o nosso movimento associativo, com a colocação da bandeira a meia haste em sinal do mais profundo reconhecimento pela memória do extinto.

Tiago Amado Gomes, cantor, de Torres Novas
Músicos naturais do Concelho de Torres Novas

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Pedro Andrade

Pedro Andrade, eufónio, de Torres Novas

Pedro Andrade, eufónio, de Torres Novas

Pedro Rocha

Pedro Rocha, compositor, de Torres Novas

Pedro Rocha, compositor, de Torres Novas

Tiago Amado Gomes

Tiago Amado Gomes, cantor, de Torres Novas

Tiago Amado Gomes, barítono, de Torres Novas

BANDAS FILARMÓNICAS

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

A Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, com sede na Rua Professor Matos Branco, nº 52, em Meia Via, Torres Novas, foi fundada em 19 de março de 1896 e, reconhecida como instituição de Utilidade Pública em 1993. Paralelamente à música, outras atividades se têm desenvolvido na SFEM. Tem Escola de Música, Coro e Teatro.

Foram levadas à cena peças de renome como «Promessa» de Bernardo Santareno, «O Duelo» igualmente de Bernardo Santareno, «Desculpa ó Caetano» de José Pedro Diniz, «Casa de Bernarda Alba» de Garcia Lorca, «O Tartufo» de Moliére, «O Quiosque» de Fernando Gomes, «A Estalajadeira» de Carlo Goldoni e«O Despertar da Primavera» de Frank Wedekind

Armindo Pereira da Silva exerceu as funções de formador e regente com empenho e persistência reconhecida pelo estatuto de sócio benemérito nº 1, que lhe foi atribuído em Assembleia Geral. Realizou intercâmbio cultural, em Vila de Carvalho, Covilhã, Miranda do Douro, Ovar e Campo (Caldas da Rainha), Sesimbra e Louriçal do Campo. Representou o concelho de Torres Novas nas comemorações dos 850 anos do tratado de Zamora, em Espanha, no ano de 1993. Em 1996, foi comemorado o 1º centenário da banda, tendo o concerto de aniversário sido marcado pela homenagem e despedida do maestro Armindo Pereira que dirigiu a banda durante 20 anos.

Em 1996, o músico Edgar Nogueira (Sargento músico – tuba – na Banda da Armada), assumiu a regência da Banda, onde permaneceu até 2002. Em 1996 e integrado no 1º Centenário da SFEM, teve lugar o INATEATREL I – 1º Encontro de Teatro Amador do distrito de Santarém, que se realizou em Meia Via, com dez grupos de teatro de todo o distrito, durante dois dias.

A 22 de fevereiro de 1997, a SFEM, em cerimónia presidida pelo Ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho, recebeu a medalha de mérito cultural da República Portuguesa. A 3 de outubro de 1998, a banda, conjuntamente com o “Choral Phydellius”, procederam a uma receção musical, ao “comboio da Liberdade”, onde viajava o Presidente da República e outras individualidades oficiais, na estação da C.P. de Riachos com uma peça de “Canto do Livre” de Fernando Lopes-Graça.

SFEM

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, de Torres Novas

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, de Torres Novas

Igreja Matriz de Santiago
Órgãos de tubos do concelho de Torres Novas [1 ]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Santiago

[ Igreja  Paroquial ] [ Igreja do Salvador ]

Igreja Matriz de Santiago

Igreja Matriz de Santiago

A Igreja do Salvador destaca-se pelo azulejamento seiscentista das paredes da nave e da capela-mor e dois painéis cerâmicos de adoração ao Santíssimo Sacramento; a talha dourada de fins do século XVII, princípios de XVIII, do púlpito e dos retábulos dos altares maior e colaterais; os tetos de masseira apainelados, com pinturas polícromas do século XVIII do cartório e da dependência que se lhe opõe; as imagens setecentistas de Santa Luzia e de Nossa Senhora do Rosário, de madeira policromada e estofada; o belo conjunto escultórico, também setecentista, de Nossa Senhora da Piedade, igualmente de madeira policromada e estofada, posto em bela tribuna de talha dourada; os sinos de 1760 e 1806; um Cristo Crucificado, e um Cristo Ressuscitado pintado sobre tábua.

Fonte: Diocese de Santarém