Artigos

Conservatório Regional Silva Marques - CRSM
Escolas de Música em Vila Franca de Xira

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

À-das-Artes

Quinta da Seta, Lt2, -2 esq.
À-dos-Bispos
2600-276 Vila Franca de Xira
Tlm. (+00 351) 925 953 695

Conservatório Regional Silva Marques – CRSM

Praça Soeiro Pereira Gomes, 5
Alhandra
2600-517 Vila Franca de Xira
Tlm. (+00 351) 960 448 744
Blogue: crsm.design.blog
Correio eletrónico: conservatorio@euterpealhandrense.pt

Conservatório Regional Silva Marques - CRSM

Conservatório Regional Silva Marques – CRSM

Sonata Escola de Música – Mário Rico

R. Serpa Pinto 130
2600-095 Vila Franca de Xira
Tel. (+00 351) 263 275 299

Coretos do Concelho de Vila Franca de Xira

Jardim da Praça Soeiro Pereira Gomes
Freguesia de Alhandra, Concelho de Vila Franca de Xira
Distrito de Lisboa

Coreto do Jardim da Praça Soeiro Pereira Gomes, Alhandra, foto José Matos, 2010

Jardim Municipal Constantino Palha
Freguesia e Concelho de Vila Franca de Xira
Distrito de Lisboa

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira, foto Jorge Nunes

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira, foto Jorge Nunes

Gradeamento

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Placa

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos
Carrilhões de Vila Franca de Xira

Carrilhões do Concelho

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Situada na parte baixa de Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, a Igreja dos Pastorinhos foi construída para fomentar o crescimento da assiduidade da vida cristã e para comportar a comunidade já existente que era numerosa para a igreja matriz de S. Pedro. Consagrada aos pastorinhos de Fátima, foi inaugurada no dia 1 de maio de 2005. Aqui ficam, atualmente, concentrados todos os serviços. Trata-se de uma Igreja moderna e de materiais simples, madeira e betão, linhas direitas, com uma iluminação natural moderada, focada mais sobre a zona do altar.

De acordo com informação da Paróquia, recolhida a 07 de março de 2021, a torre da Igreja dos Pastorinhos possui o segundo maior carrilhão da Europa, com 72 sinos, alguns dos quais pesando várias toneladas, está instalado na nova Igreja de Alverca, Concelho de Vila Franca de Xira, Distrito de Lisboa,

Os sinos do carrilhão foram construídos na Holanda e estão instalados numa torre de 47 metros de altura. A Embaixada dos E.U.A. patrocinou a vinda a Portugal de dois carrilhonistas americanos a fim de participarem na inauguração do carrilhão. O evento traduziu-se num festival internacional com a duração de uma semana, de 1 a 8 de maio, em Alverca. Para além dos dois artistas americanos, o festival contou com a colaboração de representantes de dez países europeus e da Nova Zelândia que aqui se deslocaram para inaugurar o carrilhão e a abertura da Igreja dos Pastorinhos, ambos com o objetivo de chegar à população mais jovem.

Os concertos dos carrilhonistas americanos deram à comunidade a oportunidade de testemunhar uma forma de arte singular desenvolvida ao mais alto nível profissional e que integra programas de licenciatura avançados. A composição do carrilhão da Igreja dos Pastorinhos foi possível graças a muitos patrocínios. O carrilhonista residente, o Maestro Abel Chaves propõe um programa anual de concertos quinzenais, que continuam a dar vida e este singular instrumento musical.

Igreja dos Pastorinhos

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos, Alverca

Torre e carrilhão

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena
Folclore de Vila Franca de Xira

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Vila Franca de Xira

9 grupos

  • Associação Desportiva, Cultural e Social do Parque Residencial de Vialonga
  • Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga
  • Rancho Folclórico de Alfarrobeira
  • Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso
  • Rancho Folclórico do Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santa Eulália – Vialonga
  • Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira
Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

O Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo nasceu da boa vontade do casal Joaquim Dias, Manuela Dias e seu filho Gil Dias, que andando no folclore há mais de 20 anos, sentiram a necessidade de representar etnograficamente a sua terra adotiva, Alverca do Ribatejo. Verificando que Alverca era uma terra de tradições próprias, iniciaram um longo trabalho de pesquisa e recolha de informações junto da população mais idosa, nascida em Alverca. Todavia, as pessoas que contactaram, mesmo sendo de Alverca, acabavam por dizer que era difícil saber se as cantigas seriam mesmo da terra, visto que se tinha deslocado para Alverca gente de todo o lado para trabalhar nas Oficinas de Material Aeronáutico em 1918. Reuniram depois, um grupo de jovens dispostos a representar Alverca e recriar a época do início do século passado até aos anos trinta.

Em 1996, o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo, fez a sua estreia na cidade e desde então tem levado os usos e costumes de Alverca a todo o País, cantando e bailando as modas que conseguiram recolher e que ainda são recordadas por algumas pessoas já com idade avançada, que muito se comovem quando vêem ou ouvem o GEDCAR a representá-las.

GEDCAR

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

O GEDCAR é composto atualmente por cerca de 50 elementos, com idades entre os 9 aos 76 anos. Representa as mais diversas profissões que existiam em Alverca do Ribatejo nessa altura, como: valador, ferrador, cavador, cocheiro, salineiro, podador, campino de festas e de trabalho, aguadeira, lavadeira, mulher das quintas, mondadeira, ceifeira e ainda trajes de ver-a-Deus, romaria, domingueiros. O Grupo tem uma atividade intensa durante todo o ano, com Cânticos das Janeiras, Sagrada Família ao vivo, o aniversário do GEDCAR, a Festa Infantil, a Semana da Cultura Tradicional de Alverca do Ribatejo, o Concurso de Presépios Tradicionais nas Montras do Comércio Local e Exposições Etnográficas. Está inscrito no INATEL, na Associação do Distrito de Lisboa para a Cultura Tradicional Portuguesa e na Confederação Portuguesa das Coletividades da Cultura, Recreio e Desporto.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena

Arcena é um pequeno lugar situado num extremo do concelho de Vila Franca de Xira, na antiga província do Ribatejo. O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena nasceu em 1979. Alguns anos mais tarde, deu início a um processo de desenvolvimento na área da “Etnografia” e “Folclore”. Está filiado na Federação do Folclore Português, no INATEL e na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

Tem como objetivo pesquisar, recolher, preservar e divulgar o mais fielmente possível, o que foram os usos e costumes dos antepassados, mantendo as características próprias desta região de transição entre a Lezíria Ribatejana e a antiga província da Estremadura.

Dispõe de um Museu Etnográfico com mais de 2.000 peças. Continua a recolher e a fazer crescer significativamente as peças do acervo, sendo este um importante suporte da atividade do  Rancho.

RFCPA

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena (o pitrolino)

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga nasceu em 17 de abril de 1982 como um rancho infantil e tornou-se no mais emblemático da freguesia, já com crianças e adultos. No início apresentavam-se à população todos vestidos de igual modo, rapazes de campinos e raparigas de ceifeiras. No final dos anos 80 decidiu fazer uma recolha apurada, junto das pessoas nascidas em Vialonga sobre as suas tradições e cultura, mas só em 2002 é que o rancho fez a sua viragem. Desta rigorosa pesquisa e recolha saíram as raízes vialonguenses que acabou por idealizar e recriar a época entre 1886 e 1900, a geração dos nossos “avós”.

Vialonga pertence ao concelho de Vila franca de Xira, Ribatejo, mas na época representada pelo nosso rancho a mesma pertencia ao Concelho de Lisboa através das freguesias da Graça e Santa Maria dos Olivais. Assim, as danças e cantares são de origem saloia, bem como ribatejana.

Em palco, o cuidado centra-se nos rituais de antigamente, seja em quadros etnográficos, na recriação de um baile bem como as situações sociais para que servia. O grupo usa trajes ribatejanos e saloios representados através das diversas profissões existentes na época: campino, gadanhador, lavrador, sapateiro, pastor, homem abastado, lavadeira, aguadeira, ceifeira, campina, queijeira, leiteira, entre outros.

Em 2005 iniciou-se o Rancho Infantil da Casa do Povo de Vialonga com o objetivo de retratar o dia-a-dia das crianças de antigamente. Em palco, teatralizam os recreios da escola com danças de roda e as suas brincadeiras: saltar à corda, o jogo do arco, do pião, a fisga, jogo das pedras e as bonecas. Quanto aos seus trajes, apresentam-se de diversas formas distinguindo-se sempre pelo seu poder económico. O grupo adulto tem cerca de 35 elementos, entre dançarinos e tocata, e o grupo infantil com 27 elementos, entre dançarinos e tocata.

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

O Rancho Folclórico de Alfarrobeira foi fundado em 06 de janeiro de 1984 por Bento Gomes, Maria de Fátima e Maria Manuela. Tem 8 pares, um acordeão, 2 cantores, um tocador de bilhas, um tocador de ferrinhos, reco e pandeireta.

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Rancho Folclórico de Alfarrobeira

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

O Centro Social e Cultural do Bom Sucesso foi fundado em 1977 com o objetivo de promover a cultura o desporto e o lazer. Está filiado na Fundação INATEL, Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto e ainda na Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

Na década de noventa houve o incremento na dança com o surgimento do grupo de dança Kaminnhus e com a restruturação do rancho folclórico a criação da escola de folclore e da escola de música. Mercê das suas continuadas ações, viria a ser agraciado pela Junta de Freguesia com o Galardão de mérito cultural da cidade de Alverca primeiro em 1996, através do seu Rancho Folclórico e posteriormente, enquanto coletividade em 1998. Em 25 de abril de 2009 passou a ter a sua sede social no Centro Cultural do Bom Sucesso mercê de um acordo de parceria com a Câmara Municipal de Vila franca de Xira.

Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

Atualmente mantém em atividade diversas classes em parceria com a Academia de Dança da Professora Paula Manso, escola de música, grupo de música popular “Sons de Sempre” e o Rancho Folclórico, além de outras valências.

Rancho Folclórico do Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense

O Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense foi fundado em 1975, no lugar das Bragadas, freguesia da Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira. Em 1978, foi eleita a primeira Direção. Foram construídos o bar e a ampliação da sede proporcionando a abertura de um salão de jogos, de um palco para o Rancho Folclórico e do ringue.

No capítulo do folclore e da etnografia, pontos fortes da Associação, quer o Rancho Folclórico (com 31 componentes), quer o Grupo de Cavaquinhos (com 14 componentes) possuem grande atividade efetuando bastantes atuações dentro do Concelho e fora dele, representando a história, divulgando as raízes populares e as tradições locais e nacionais.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

O Grupo Desportivo de Santa Eulália foi fundado em 1960. No ano de 1985 iniciou-se a construção da sala de espetáculos com 240 m2, onde têm sido realizados vários eventos de ordem lúdica tais como bailes, noites de fado, festas. Em 1996 foi fundado o Rancho Folclórico que tem percorrido um pouco de Portugal, dando a conhecer a outras populações um pouco dos usos e costumes da região, quer a nível de trajes, danças e cantares. Além de terem participado em vários festivais de folclore, organizam também um Festival no qual têm participado ranchos de renome.

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Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

Os avieiros eram pescadores originários da Praia da Vieira que, confrontados com as dificuldades durante os meses de Inverno e a evolução das técnicas de pesca com os arrastões, se viram obrigados a procurar trabalho em outras regiões. A sua instalação nas margens do Tejo fez-se de uma forma discreta, reconhecendo-se a sua presença nos finais dos anos trinta. Estabeleceram-se junto ao rio, em outras localidades, como Vala do Carregado, Alhandra e Salvaterra de Magos, em barracas palafitas.

Em Vila Franca de Xira fixaram-se no Esteiro do Nogueira, faixa ribeirinha entre o Jardim Municipal e a Ponte Marechal Carmona. Beneficiaram da localização junto ao Tejo e muito perto do centro da cidade. Hoje vivem num bairro com características mais modernas que foi construído no local.

O Rancho Típico dos Avieiros de Vila franca de Xira pretende mostrar a sua cultura e origens.

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Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

EVENTOS

Em 2012, a Associação Desportiva, Cultural e Social do Parque Residencial de Vialonga realizou no dia 14 de Julho, o seu 26º aniversário de folclore, juntamente com um encontro de grupos de música popular portuguesa. A iniciativa teve lugar no jardim principal do parque residencial. Começou com a atuação do grupo de música tradicional portuguesa da associação, seguido do grupo da Associação de Reformados e Idosos de Alverca, Associação Cultural de Música Verde e Ecos de Basto. Além da entrega de lembranças, houve atuação dos ranchos folclóricos Flor do Alto Alentejo (Évora), Maceira (Leiria) e o Rancho Típico dos Avieiros de Vila Franca de Xira. À noite houve um jantar de convívio para os convidados.

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

Filarmónicas de Vila Franca de Xira

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense
  • Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria
  • Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense
Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense

A Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense, fundada em 1862, foi a génese da Coletividade. Embora com atividades paralelas na vasta área da cultura, recreio e desporto, que se estendem por mais de uma dezena de secções/núcleos, a Banda continua a ser a sua principal atividade e motivo de orgulho da mesma. Contou desde sempre com um conjunto de músicos e maestros de valor, de que é expoente máximo o maestro José da Silva Marques.

A Banda conta neste momento com 42 elementos. Tem participado em numerosas atuações um pouco por todo o País. Deslocou-se ao estrangeiro (França, em 1993, Alemanha, em 1995, onde participou no Concurso “Taça de Alemanha”, na cidade de Alsfeld). É dirigida, desde 1995, pelo maestro Armindo Pereira Luís.

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

A Escola de Música deu os primeiros passos em 1988, recrutando os seus alunos nas escolas das freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. Decorridos dois anos, por ocasião do Dia Municipal do Bombeiro, a Banda faz a sua primeira atuação, tendo ficado o dia 27 de outubro de 1990 como a data da sua criação. O seu fundador foi o Maestro José Ribeiro da Silva e desde então a Banda de Música faz parte das atividades culturais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria. Em 1999, a Banda viu as suas condições melhoradas com a inauguração do novo Quartel dos Bombeiros na Av. D. Vicente Afonso Valente. Para trás, ficavam dez anos de Música e boas recordações no antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários, junto ao rio Tejo.

Ao longo da sua vida a Banda tem efetuado e organizado diversas atuações, destacando-se os concertos de Natal e Ano Novo, Encontro de Bandas do Concelho, Dia Municipal do Bombeiro, aniversários da Associação. Atuou em festas e romarias populares no Município de Vila Franca de Xira (Colete Encarnado e Feira de Outubro) e na região de Lisboa (Procissão da Graça, Feira da Luz).

Em 2015, a Banda de Música participou nas gravações da telenovela da TVI, Santa Bárbara, figurando e tocando como a Filarmónica da localidade.

A Escola de Música conta com cerca de 70 alunos, 10 professores, 7 turmas de Formação Musical, classes de instrumentos de sopro, percussão, guitarra, piano e violino. A classe de conjunto – que faz a transição entre a Escola de Música e a Banda de Música – é a Banda Juvenil, composta por 35 jovens músicos. Nos últimos 5 anos, 15 dos músicos ingressaram no regime integrado da Escola de Música do Conservatório Nacional, Escola Profissional Metropolitana e Conservatório Regional.

BMBVPSA

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

A Banda dos Bombeiros da Póvoa de Santa Iria conta com 35 músicos, tendo a grande maioria iniciado os seus estudos musicais na Escola de Música da Banda a partir de tenra idade. Para todos, a Música foi, e será, fundamental, durante o percurso académico. Desde o dia 1 de outubro de 2017, a direção artística e pedagógica está a cargo do maestro Luis Vieira.

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

O Ateneu Artístico Vilafranquense foi fundado a 1 maio de 1891, sucedendo à Fanfarra 1º de Maio (1891 – 1906), Grémio Popular Vilafranquense (1906 – 1908), Centro Eleitoral Republicano (1908 – 1914) e Grémio Artístico Vilafranquense (1916 – 1939).

Coletividade de Vila Franca de Xira, tem a sua génese no “Grupo Ocarinista” fundado, em 1888, por Joaquim dos Reis Tralha que mais tarde foi um dos fundadores da “Fanfarra 1º de Maio”, em 1891. No ano seguinte, apresentou-se uma Fanfarra ao público vilafranquense com 16 executantes, aumentado esse número em 1894, para 27 músicos.

A música continua a ser um dos pilares da associação cultural, refletida na Banda, no Coro, na Orquestra Juvenil e na Escola de Música. O Ateneu assume-se como uma associação cultural, recreativa e desportiva, que tem por objeto o cultivo das artes, formação humana através da educação cultural, cívica e desportiva dos seus associados e da população geral.

BAAV

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

EVENTOS

XXV Encontro de Bandas Concelho de Vila Franca de Xira

XXV Encontro de Bandas

XXV Encontro de Bandas

XXV Encontro de Bandas do Concelho de VFX

III Festival Internacional de Bandas

Dia 27 de outubro de 2014, a Sociedade Euterpe Alhandrense, coletividade de cultura, recreio e desporto da Freguesia de Alhandra, promoveu o III Festival Internacional de Bandas, integrado no programa das comemorações dos 150 anos da coletividade. A iniciativa teria início pelas 11h30 com a apresentação de cumprimentos na Praça 7 de março em Alhandra. Pelas 15:00 horas, no auditório da Sociedade Euterpe Alhandrense, realizar-se-ia o concerto com as bandas participantes: Frysk Fanfare Orkest (Holanda), Banda Musical Pinheirense, Banda da Sociedade Imparcial 15 de janeiro de 1898 de Alcochete, Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense.

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira
Músicos naturais do Concelho de Vila Franca de Xira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Paulo Brissos

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Paulo Jorge do Carmo Brissos, mais conhecido por Paulo Brissos, nasceu em Vila Franca de Xira, Portugal, a 19 de maio de 1970. Aos 13 anos começou a aprender música na escola de música do Ateneu Artístico Vilafranquense onde tocou clarinete durante três anos. Aos 16 anos começou a interessar-se pela guitarra e por cantar. Compôs as primeiras canções em finais dos anos 80 altura em que começou a tocar nos bares de Lisboa. Em 1987 participou num projeto de originais intitulado “Bazzar” com o baixista José Manuel e o baterista Sertório Calado. As gravações decorreram nos estúdios da Valentim de Carvalho em Paço de Arcos e dessa gravação saiu o primeiro e único trabalho da banda, um single em vinil com “All we need is money” no lado A e “Together in our hearts” no lado B. A Banda apresenta-se ainda em algumas salas de Lisboa mas o fim estaria anunciado para breve.

Uma mudança de caminho que se prendia com uma sugestão para a banda compor em português por parte da editora, coisa que nunca se veio a concretizar, foi o fim da mesma. Com a saída de José Manuel para tocar com o artista Dany Silva a banda extinguiu-se definitivamente. Paulo Brissos iniciou assim uma carreira a solo tocando pelos bares de Lisboa e formando uma banda de covers Pop/Rock de nome “The Dalton Brothers”. Os Dalton Brothers eram António Andrade no baixo elétrico, Sertório Calado na bateria e Domingos Silva nos teclados, banda que derivou para uma vertente mais Rock com a substituição de Domingos Silva pelo guitarrista Jorge do Carmo, mudando também o seu nome para “Ice Scream”. Os “Ice Scream” tocaram muitas noites nos bares Até Q’enfim e Xafarix entre muitos outros.

Numa das noite no Xafarix Paulo Brissos conheceu Otávio Jardim, um promissor teclista da Madeira e líder da banda “Blá Blá Magazine”, que o convidou para fazer parte do grupo vocal “Blocco” com o objetivo de participar no Festival RTP da Canção em 1991. Dos “Blocco” fazia parte também o ator Ricardo Carriço.

A participação no festival deu aos “Blocco” um ótimo segundo lugar mas não garantiu a continuidade da banda que terminou pouco depois de Paulo Brissos começar a cumprir o serviço militar obrigatório no Regimento nº1 na Tapada da Carregueira, Cacém. Paulo Brissos cumpre assim o serviço militar como músico clarinetista na banda do regimento e é depois convidado a integrar a Orquestra Ligeira do Exército como Cantor. Terminado o serviço obrigatório, Paulo Brissos volta à sua vida civil de músico e cantor formando as bandas, “Mitos e Lendias” e “Banding” com os músicos Sertório Calado, João Sanguinheira (baixista), Vicente Andrade (guitarrista e ex. Grupo de Baile) e Alexandre Diniz (teclista). Em 1992 os “Banding” inauguram a casa “Gartejo” onde a banda esgotou várias vezes a lotação, tocando temas de bandas como Queen, The Police, Pink Floyd, Genesis entre outros. Em 1993 Paulo Brissos aceitou o convite para participar a solo no Festival RTP da Canção com o tema “No Dia Seguinte” de Jan Van Dijck e Nuno Gomes dos Santos, começando assim efetivamente a sua carreira a solo, com a edição desse tema numa compilação do festival desse ano.

Em 1994 editou o seu primeiro disco de originais de nome “People Amigo” pela editora Movieplay que contou com a participação dos elementos dos “Banding”. Este álbum apesar de ter tido algum “airplay” nas rádios e na TV, não catapultou a carreira do artista, pelo que após uma pequena digressão terminou os seus esforços nesse sentido, ingressando num novo projecto com a banda V12.

Os V12 eram uma banda de Hard Rock da Amadora composta por Filipe Gonçalves na bateria, Luciano Barros no baixo, Paulinho e Rui Fingers nas guitarras. A banda embora ainda tentasse continuar o seu projeto de originais acabou por dar lugar a outra banda de covers de nome “Wacko Wacko”. Para os “Wacko Wacko” entrou Pedro Sá-Chaves nas teclas e voz e saiu o guitarrista Paulinho que mais tarde vem a ingressar nos “Sexto Sentido”. A banda “Wacko Wacko” tocava temas mais Hard Rock e fazia versões originais de bandas como Extream, Van Halen, Whitesnake, Mr. Big entre outras. Mais tarde o guitarrista Gonçalo Pereira “Tricot” entra para a vez de Rui Fingers. Com a entrada de Gonçalo para a banda, esta volta a ter algum interesse por compor originais e tenta um novo projecto com o nome “Mona Lusa”, gravando dois temas, “Só Merda” e “Será Sempre Assim”. A banda participa em alguns programas de TV mais radicais, mas acaba naturalmente com a saída de Gonçalo para a banda de suporte do artista Paulo Gonzo, da qual já fazia parte Alexandre Diniz que em tempos foi teclista dos “Banding”. Tudo conspirava para que Paulo Brissos continuasse a sua carreira a solo.

Surgiu então em 1997 o convite para assinar com a multinacional Polygram de onde sai o álbum “Criação”. “Serás Tu” foi o primeiro single do artista a ter um “airplay” significativo e atingiu o top na Rádio Renascença e na Rádio Comercial. O tema fez parte da banda sonora da novela da RTP “Terra Mãe” e é talvez uma das baladas mais conhecidas da música portuguesa dos anos 90. Depois duma digressão com concertos por todo o país o álbum não superou as expectativas em termos de vendas e seguiu-se algum momento de exaustão por parte do artista. Desentendimentos com a editora levaram ao fim do contrato e Paulo Brissos só volta a gravar e de forma independente no ano 2000. Nesse ano lançou o single “Curte de Verão” através da editora independente Outthere Records e lançou mais tarde de forma independente também o EP “Sete e Meia”. Em 2003 lança mais uma vez de forma independente o álbum “Direitas” de onde foi extraído o tema “Mulher Ideal” para a novela “Olhar da Serpente” da SIC.

No ano seguinte Paulo Brissos aceitou o convite para participar como cantor residente no programa “Parque Maior” da RTP onde acompanhou muitos artistas do panorama musical português.

Por volta de 2000 Paulo Brissos começou também os seus primeiros passos como produtor produzindo mais tarde os primeiros discos de Sérgio Rossi e Paula Teixeira. Trabalhou também como compositor de canções para artistas como Excesso, Sérgio Rossi, Paula Teixeira, Adelaide Ferreira, Ana Isabel Baptista, entre outros.

Em 2007 formou-se em produção musical no Valencia Community College em Orlando, Florida nos Estados Unidos, e quando regressou em 2008 gravou o seu primeiro CD/DVD ao vivo “Concerto Acústico” que foi editado em 2009. Deste disco ao vivo sai uma versão de “Serás Tu” para fazer parte da banda sonora da novela “Sentimentos” da TVI. Em 2010 participou como compositor na Curta-Metragem de Ana Campina “As Maltratadas”, ano em que também participou na banda sonora da novela “Mar de Paixão” da TVI, onde foi convidado a compor um tema em especial para a mesma, Coração de Sereia.

Em 2012 editou “Pop Blues”, um álbum com muitas influências de Blues, terreno que sempre gostou de pisar, e no ano seguinte promoveu o single “Magenta” que viria dar o mote para a edição do próximo trabalho. Em 2016 editou com o nome “Brissos e os Conselheiros de Estrada” o álbum “Depois do Fim do Mundo” com a participação especial de Rui Veloso entre outros. Este trabalho foi editado em CD e Vinil, bem como nas plataformas digitais, e foi gravado nos estúdios Vale de Lobos pelo produtor e guitarrista Pedro Vidal. Com uma sonoridade vintage, roçando o Blues/Rock mas também com ritmos e sonoridades modernas, o trabalho mostra ser um misto de novo e velho com uma mensagem muito atual e com alguma sátira social. Foram extraídos deste disco 3 singles, “Magenta”, “Tá um frio que não se pode” e “Sem pensar em nada”, este último vindo a fazer parte da banda sonora da série “O Sábio” da RTP.