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Bombos do Divino Salvador de Covas
Grupos de Bombos de Vila Nova de Cerveira

Bombos, Zés Pereira, grupos e eventos de percussão tradicional no Concelho

Os grupos de bombos, também conhecidos por Zés Pereiras, são agrupamentos de percussão tradicional com presença habitual nas romarias e festas de aldeia, em peditórios para a festa e em despiques de vários grupos, em eventos de de recriação histórica (feiras medievais) e outros.

Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Bombos São Pantaleão (Cornes)
  • Bombos de S. Tiago de Sopo
  • Bombos do Divino Salvador de Covas
  • Grupo de Bombos de Nogueira
  • Grupo de Bombos de S. Tiago Maior (Poiares)
Bombos do Divino Salvador de Covas

Antigo Edifício da Sede da Junta de Freguesia – Lugar do Cruzeiro
Covas (VNC)
Tel. (+00 351) 251 943 379
Tlm. (+00 351) 966 731 209 / 964 349 922
Correio eletrónico: caldass@sapo.pt

Bombos do Divino Salvador de Covas

Bombos do Divino Salvador de Covas

Grupo de Bombos de Nogueira

Lugar do Cruzeiro
Nogueira (VNC)
Tlm. (+00 351) 963 411 828

Bombos de S. Tiago de Sopo

A 26 maio, 2012, a Rádio Vale do Minho anunciou que Associação Cultural e Recreativa Bombos de S. Tiago, da freguesia de Sopo, em Vila Nova de Cerveira, promoveria, no domingo, mais uma concentração de bombos, juntando cerca de 348 elementos de 20 grupos do Norte de Portugal e da Galiza.

A iniciativa visava assinalar o 15º aniversário da coletividade minhota. O evento decorria há já cinco anos. Além do convívio entre os diversos agrupamentos musicais, o evento visa dar a conhecer culturas e repertórios diferentes. Dos 20 grupos, muitos são oriundos de fora da região minhota.

A Associação Cultural e Recreativa Bombos de S. Tiago é composta por 27 elementos, oriundos da freguesia de Sopo, de Caminha e de Tomiño (Espanha). Apresentam, sobretudo, a música tradicional portuguesa e o folclore minhoto.

Apartado 31
Sopo (VNC)
Tlm. (+00 351) 962626090 / 963090960
Correio eletrónico: bomboss.tiago@sapo.pt

Fernando Vieira

Construtor de bombos

Centenas de bombos são fabricados em Vila Nova de Cerveira. Fernando Vieira é um dos poucos construtores de bombos do país.

Rancho Folclórico de Sopo
Folclore em Vila Nova de Cerveira

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Minho (Alto Minho)
  • Distrito: Viana do Castelo
  • Concelho: Vila Nova de Cerveira
Rancho Folclórico de Sopo

O Rancho Folclórico de Sopo foi fundado em 1987, por ocasião das festas do padroeiro da freguesia – Santiago. A ideia da formação do rancho teve lugar no início do ano, com a organização de um grupo informal de janeiras. Foi feito um trabalho de pesquisa e recolha prévio, junto das pessoas mais antigas da localidade. O grupo foi apadrinhado pelo Rancho Folclórico de Argela.

O reportório é composto por danças oriundas da sua terra, entre elas a Francesa, a Peseta, os Dois Passos, o Espanhol, a Gota, a Arrastadinha, a Chula Mandada, o Vira Cruzado e o Pinheirinho.

Participa em feiras, romarias, festas, atividades culturais e atos religiosos, além dos festivais nacionais e internacionais de folclore.

Tem a sua sede provisória no antigo posto dos correios, pertença da Fábrica da Igreja de Sopo. O grupo é formado por 40 elementos, 10 dos quais fazem parte da tocata. A maioria dos componentes são jovens

Rancho Folclórico de Sopo

Rancho Folclórico de Sopo

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Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira
Músicos naturais de Vila Nova de Cerveira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Inês Coelho (violoncelo)
  • Maria Pereira (fadista, Vila Nova de Cerveira, 4 de fevereiro de 1914 – Lisboa, 9 de janeiro de 2003)

Inês Coelho

Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira

Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira

Inês Coelho iniciou os estudos musicais de Violoncelo na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo em 2007, onde frequentou classes de aperfeiçoamento com Cédric Conchon, Miguel Rocha, Filipe Quaresma, Quarteto Freitas-Branco, Paulo Gaio Lima e Martti Rousi. Como membro de orquestra sinfónica trabalhou com maestros como Pedro Neves, Vítor Matos, Javier Viceiro, Julian Lombana, Ernst Schelle, tendo tido o prazer de tocar com os solistas Bernado Sasseti, Carlos Guilherme, Nuno Dias, Paula Doria, Ana Barros e Carla Carumujo.

No ano de 2012 deu continuidade à sua formação, prosseguindo com os estudos de Violoncelo Barroco na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo com Marco Ceccato, tendo iniciado pouco tempo depois os estudos elementares de viola da gamba com Xurxo Varela na mesma instituição. No Curso de Música Antiga da ESMAE trabalhou em orquestra e música de câmara com Ana Mafalda Castro, Pedro Sousa Silva, Amandine Beyer, Magna Ferreira, Hugo Sanches, Xurxo Varela, Marco Ceccato, Ronaldo Lopes, Barbara Ferrara, Anna Margules, Benjamin Chénier, entre outros.

No ano letivo seguinte foi selecionada pelo curso para participar no projeto de orquestra barroca La Follia em Cosenza, Itália. Durante este período, teve aulas com Stefano Veggetti no decorrer do XIII Curso Internacional de Música Antiga ESMAE/ESML (Março – Abril 2016). No ano letivo 2015/16, participou do programa de mobilidade ERASMUS, tendo estudado com o professor e reconhecido intérprete de violoncelo barroco Gaetano Nasillo, no Conservatorio Guido Cantelli em Novara, Itália.

Desde setembro de 2017 orienta o naipe de violoncelos da Orquestra e Banda Sinfónica POEMa, Mangualde.
Fez parte da 2ª edição do musical francês Les Miserables em colaboração com a associação Contracanto, em Carregal do Sal.

Participou na gravação de um CD com Flores de Mvsica, do Requiem de Domingos Bomtempo (primeira versão moderna com instrumentos da época).

É membro das orquestras barrocas Concerto Ibérico e Flores de Mvsica, dirigidas por João Paulo Janeiro, e faz parte de três projetos de música de câmara (dos quais é uma das fundadoras): Mvsica Antiqva do Porto (ensemble barroco), O Moínho do Diabo (música renascentista), e I Colori Dell’Armonia (música barroca).

Participa frequentemente em vários festivais como Festival de Órgão de Braga, Festival de Estátuas Vivas em Pombal, Festival Musicórdia em Esposende, Festival Euroclassical, entre outros.

Lecionou na 1ª, 3ª e 4ª edições da Academia Júnior de Música Barroca, eventos organizados pela ESMAE.

É mestre em Ensino de Música, e atualmente é professora de violoncelo no Conservatório da Maia, na Academia de Música da Fortaleza de Valença, no Projeto Para a Promoção do Sucesso Escolar – 1º Ciclo em Mangualde, e na Orquestra Geração – polo de Tondela.

Maria Pereira

Canta Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Canta Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Canta Maria Pereira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Cor é Vida

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira, Cor é Vida

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira, Cor é Vida

Lisboa da Beira-Mar

Lisboa da Beira-Mar, de Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Lisboa da Beira-Mar, de Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Nazaré com Maria Pereira

Nazaré com Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Nazaré com Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Noite Sombria

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

FOI NOTÍCIA

Da fadista Maria Pereira (Vila Nova de Cerveira, 4 de fevereiro de 1914 – Lisboa, 9 de janeiro de 2003) o Correio da Manhã noticiou:

A cantora Maria Pereira faleceu na passada quinta-feira no Hospital de São José, em Lisboa, em consequência de uma hemorragia digestiva aguda que sobreveio após uma intervenção cirúrgica ao fémur. O funeral da artista, que contava 88 anos, realizou-se ontem para o cemitério dos Prazeres. Figura carismática da canção nacional, Maria Pereira atingiu o auge da sua carreira nos anos 60, sendo vasto o repertório gravado em disco, pois interpretou os mais prestigiados compositores da época, desde Aníbal Nazaré a Jerónimo Bragança, passando por Resende Dias, Tavares Belo, Frederico Valério, Ferrer Trindade e Luís Gomes. Natural de Vila Nova da Cerveira, Maria Pereira iniciou-se aos microfones da Rádio Graça estreando-se como profissional da Rádio Peninsular e foi uma das primeiras a actuar em televisão. Ao longo de uma carreira em que conquistou diversos prémios, cantou nas melhores casas de fado e fez várias digressões pelo estrangeiro actuando para as comunidades de emigrantes na Europa, América e África, nomeadamente em Angola, Guiné e Moçambique onde era especialmente acarinhada.”

A RTP Memória informa:

No panorama musical das décadas de 50 e 60, pouca gente terá gravado tantos discos como Maria Pereira, cujo nome é ainda hoje recordado quando alguém pretende cantar muitos fados de uma assentada. A cantora tornou-se de facto conhecida por concertos que chegavam a ter mais de 3 horas, sempre com acompanhamentos dos mais reputados músicos e maestros.

Na altura, a carreira desta natural de Vila Nova de Cerveira já tinha conhecido largos anos de destaque, entre o fado e a canção ligeira e como membro do elenco do popular programa radiofónico “Companheiros da Alegria”, de Igrejas Caeiro. As primeiras gravações de Maria Pereira começam ainda na era dos discos de 78 rotações, para a Valentim de Carvalho, ao lado de músicos como Carvalhinho ou Joel Pina. Em vinil, entre meados da década de 50 e finais da de 60, Maria Pereira grava mais de 40 discos com canções originais, sendo que 20 deles integraram a série “Cor É Vida”, patrocinada pela empresa de tintas Robbialac. Esse era aliás o título da canção-hino da marca, com letra do publicista Gentil Marques e música do maestro Frederico Valério.

Em 1966, Maria Pereira veria editados dois discos pelo selo Alvorada, sendo que no segundo deles incluía outra rara letra de Gentil Marques, “Évora”, com música de Ferrer Trindade. Nesse EP, a faixa de abertura era “Rebeldia”, versão para um tema aguerridamente defendido por Madalena Iglésias no Festival da Canção desse ano. O maestro era Fernando de Carvalho, desaparecido prematuramente em 1967.

“Assim Sim”, não chegou no entanto a ser gravado em disco por Maria Pereira. A letra é de Domingos Gonçalves da Costa é o autor dos textos de “Assim Sim”, “Coração Louco”, “Ai Se Eu Pudesse” ou “Eu Já Não Sei”, este incluído no mais recente álbum de Raquel Tavares, de 2016) e a música é o fado da Idanha, de Ricardo Borges de Sousa, um dos pioneiros na gravação sonora em Portugal.

Antes de se afastar do meio musical – onde tinha deixado sementes, com a breve carreira da sua neta Zezinha Pereira, intérprete do sucesso infantil “Os Conselhos da Mamã”, em 1963 – Maria Pereira registou ainda três álbuns entre 1967 e 1969, dois deles em Espanha, vindo a falecer em Lisboa em 2003, aos 88 anos.