Tag Archive for: música em Vila Nova de Famalicão

Coros de Famalicão

Agrupamentos vocais do Concelho 

O Musorbis é a plataforma Meloteca de mapeamento da música em Portugal.

Nascido no seio da Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão, em 2009, o grupo vocal Cupertinos dedica-se quase em exclusivo à música portuguesa dos séculos XVI e XVII, alicerçada num núcleo de compositores de renome mundial como Duarte Lobo (c.1565-1646), Manuel Cardoso (1566-1650), Filipe de Magalhães (c.1563-1652) ou Pedro de Cristo (c.1550-1618).
Com uma média anual superior a quinze concertos, os Cupertinos apresentaram já cerca de três centenas de obras, incluindo mais de cento e vinte inéditos.

Numa abordagem performativa sem precedentes, vários destes inéditos têm sido transcritos a partir das fontes originais pelos próprios elementos do grupo sob a supervisão do seu ex-diretor musical, Luís Toscano (até dezembro de 2023) e do Prof. Doutor José Abreu (Universidade de Coimbra e ESMAE).

Desde 2024, a Direção Musical dos Cupertinos está a cargo de Pedro Teixeira.

Além do Festival Internacional de Polifonia Portuguesa, do qual são anfitriões, os Cupertinos têm participado em conceituados festivais de música, nomeadamente Ciclo de Requiem de Coimbra, Festival Internacional de Música Religiosa de Guimarães, Ciclo de Música Sacra da Igreja Românica de São Pedro de Rates, Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça, Ciclo “Espaços da Polifonia”, Jornadas Polifónicas Internacionales “Ciudad de Ávila”, West Coast Early Music Festival, Bolzano Festival Bozen, Temporada Música em São Roque, Festival Terras Sem Sombra, Festival “Polyphony in Portugal”, Festival “Tage Alter Musik” em Regensburg e Festival Laus Polyphoniae em Antuérpia e no XXVII Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza. Após a estreia no Reino Unido, em fevereiro de 2020, na série de concertos “Choral at Cadogan”, futuros compromissos incluem a apresentação no Wigmore Hall.

Reputados como verdadeiros embaixadores da Polifonia Portuguesa, os Cupertinos viram este epíteto reforçado com o lançamento dos seus trabalhos discográficos dedicados a Manuel Cardoso (2019), Duarte Lobo (2020), Pedro de Cristo (2022) e Filipe de Magalhães (2023). Editados pela prestigiada etiqueta Hyperion, são presença assídua nas rádios clássicas por toda a Europa e América do Norte e têm sido aclamados na imprensa da especialidade (BBC Music Magazine, Gramophone, Choir & Organ, Chorzeit, Diapason, Classica, Scherzo).

Integram, desde 2022, a REMA (Réseau Européen de Musique Ancienne) – mais proeminente rede europeia dedicada à salvaguarda e divulgação da Música Antiga do espaço europeu, com 134 membros e representantes de mais de 20 países.

Os Cupertinos conquistaram o primeiro galardão com a inclusão na “Bestenliste” da “deutscher Schallplattenkritik” e foram distinguidos nos Gramophone Classical Music Awards 2019, vencendo na categoria de “Música Antiga”. Foram finalistas nas Edições de 2020 e 2023 dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa e vencedores na categoria Melhor Álbum Música Clássica/Erudita na edição de 2021.

Cupertinos, agrupamento vocal

Cupertinos, agrupamento vocal

Direcção Musical
Pedro Teixeira

Cantus
Eva Braga Simões
Raquel Mendes ( Concertos de 4 a 6 de julho)
Ana Caseiro (Concertos de 11 a 13 de julho)

Altus
Gabriela Braga Simões
Maria Bustorff

Tenor
André Lacerda
Tiago Sousa

Bassus
Pedro Silva
Nuno Mendes

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Música em Famalicão

Musorbis, o portal que põe os concelhos no mapa da música

Acessível ao público enquanto sítio autónomo desde 2020, o Musorbis é o mapa da música em Portugal. O projeto é incrementado sempre que um Município contrata serviços Meloteca, designadamente a Reciclanda, música e reutilização para um mundo melhor.

Conheça o melhor da cultura musical do Concelho:

auditórios

bombos

cavaquinhos

coros

escolas de música

festivais

filarmónicas

folclore

lojas

músicos

órgãos

roteiro

Famalicão, vibrante polo musical

Terra de músicos, coros, instrumentos tradicionais, associações filarmónicas e etnográficas,  órgãos de tubos e atividade organística, história e inovação, Vila Nova de Famalicão assume-se como um vibrantes polo musical.

Ensino Artístico de Referência

Famalicão é um centro de formação musical reconhecido internacionalmente, com instituições que moldam o futuro da música em Portugal.

ARTAVE (Escola Profissional Artística do Vale do Ave)

Instituição pioneira no ensino profissional, sediada no concelho (e com polo em Santo Tirso). É responsável pela formação de músicos que integram as principais orquestras europeias.

CCM (Centro de Cultura Musical)

Trabalha em articulação com a ARTAVE, garantindo o ensino especializado desde a iniciação até níveis avançados, com polos em Famalicão e Santo Tirso.

ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

Outra peça fundamental no xadrez educativo, oferecendo formação certificada e dinamizando audições e concertos regulares na cidade.

O Eixo Casa das Artes e Teatro Narciso Ferreira

A programação cultural da cidade beneficia de infraestruturas de excelência.

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

É o epicentro da exibição musical. Além de concertos de grandes nomes nacionais e internacionais, acolhe coproduções de ópera e ciclos de música contemporânea. Em 2026, mantém uma agenda rica que inclui ciclos de Jazz e Fado no Café da Casa, além de grandes concertos sinfónicos e de música de câmara.

Teatro Narciso Ferreira (Riba de Ave)

Um espaço histórico recuperado que tem servido para descentralizar a cultura, acolhendo concertos de artistas como Teresa Salgueiro ou projetos de comunidade.

Tradição Filarmónica e Associativismo

O concelho preserva bandas centenárias que são autênticas escolas de música e cidadania.

Banda de Música de Riba de Ave

Instituição bicentenária (fundada em 1816), historicamente ligada ao desenvolvimento industrial do Vale do Ave, sendo um símbolo da resistência e vitalidade cultural da freguesia.

Grupo Recreativo e Musical – Banda de Famalicão

Localizada no centro da cidade, é uma formação com grande impacto na comunidade, tendo já editado trabalhos discográficos (como “Filarmonias”) e mantendo uma escola de música muito ativa.

Banda Marcial de Arnoso

Outra referência do associativismo local, contribuindo para a animação das festividades e para a formação de jovens músicos.

Festivais e Sonoridades Contemporâneas

A cidade sabe cruzar o clássico com o alternativo.

Laurus Nobilis Music Fest (Louro)

Um festival de referência para os amantes do Heavy Metal e Rock, com projeção internacional.

Festival Binnar

Focado nas artes eletrónicas e experimentais, utiliza espaços diversos como museus e fundações para apresentar propostas de vanguarda.

Ano Novo na Praça

A Praça-Mercado Municipal tornou-se o palco privilegiado para grandes celebrações comunitárias, como a entrada em 2026 com artistas de música eletrónica e dance scene.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Auditórios de Vila Nova de Famalicão

Salas de espetáculo do Concelho

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Equipamento inaugurado em 2001, a Casa das Artes é o Teatro Municipal de Vila Nova de Famalicão, cuja missão se define através da criação, fruição e apresentação de projetos artísticos e culturais, de todos e para todos.

O edifício, localizado no centro urbano da cidade, é obra do arquiteto Pedro Ramalho. Nas paredes, o artista plástico Ângelo de Sousa introduziu elementos de cor que evocam ondulantes fitas festivas. Existe estacionamento automóvel coberto e exterior. O equipamento está dotado de áreas que podem acolher individual ou sinergeticamente eventos culturais/espetáculos: Grande Auditório (496 lugares) – sala principal para ópera, teatro, dança, concertos, cinema, conferências; Pequeno Auditório (124 lugares) – sala/estúdio versátil para teatro, recitais, música de câmara, cinema, conferências, debates; Café-Concerto (50 lugares) – variedades, concertos, teatro, conferências, debates; Foyer – espaço para exposições, concertos e atividades performativas; Sala de Ensaios (30 lugares) – residências, estágios, pequenos espetáculos e reuniões.

A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão procura e estabelece várias parcerias, sejam elas privadas ou públicas, no sentido de continuar a formar públicos, promover e desenvolver as linguagens artísticas, aumentar o sentido crítico individual e coletivo.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Festivais em Vila Nova de Famalicão

Ciclos, encontros, temporadas, cursos e festivais de música e dança no Concelho

Binnar

O festival Binnar, que se realiza na cidade de Vila Nova de Famalicão desde 2016, celebrou a 10ª edição em 2025. Entre música, performance, fotografia, teatro, vídeo, escultura, imagem ou instalação foram vários os artistas e grupos de artistas que passaram pela cidade, quer seja em exposição, com actuações ao vivo, em residência e/ou a coordenar projectos e workshops. Criado e produzido pela plataforma BINNAR com apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o festival tem agregado várias parcerias e diferentes espaços da cidade e do concelho (museus, galerias, fundações, escolas e outros) para apresentar um programa que junta artistas consagrados e emergentes.

Festival Binnar, Vila Nova de Famalicão

Festival Binnar, Vila Nova de Famalicão

Cidnay Vale do Ave Festival

O Cidnay Vale do Ave é um festival que inclui concertos, classes de aperfeiçoamento, oficinas e visitas nos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso. Fundada em 2021, a Famart Plataforma Artística é sediada em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão. Tendo João Álvares Abreu por diretor artístico, a Plataforma promove o Festival Cidnay Vale do Ave.

The Village VNF

The Village é o novo espaço de criação e programação artística na cidade de Vila Nova de Famalicão. Em 2025, organizou em São Miguel de Seide, na Casa de Camilo, o Festival Cantos de Camilo.

O Eixo do Jazz

O Eixo do Jazz é uma associação inter-regional abrangendo Portugal (Continental e Ilhas) e a Galiza. Em 2025 organizou o Jazz na Aldeia – 8.ª edição, na Quinta da Pindela (Famalicão). A  música voltou a encontrar-se com a natureza nesta residência artística única. Ao longo de uma semana, jovens músicos vivem, aprendem e criam lado a lado com professores.

Ciclos de Música e Poesia

A Fundação Cupertino de Miranda, desde 2009, no âmbito da dinamização musical e poética, promove no primeiro semestre de cada ano um conjunto de cinco recitais de música e poesia.

FIO – Festival Internacional de Órgão

FIO decorre em Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão, numa área geográfica que tem a maior concentração de empresas do ramo da organaria em Portugal, e em ambos os concelhos são produzidos tubos e componentes de órgãos para alguns dos mais importantes órgãos do mundo. O FIO é um fio que une através da música de órgão os concelhos de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso, organizando recitais de órgão solo, órgão e canto e/ou instrumentos solistas, órgão e orquestra, órgão e dança… porque o órgão pode ser um instrumento solista ou de acompanhamento, um instrumento litúrgico ou de concertos, pode ser fixo ou portátil, medieval, renascentista, Barroco, romântico ou contemporâneo e, consequentemente, existe repertório para todos os tipos de instrumentos. ​

FIO - Festival Internacional de Órgão, Ribeirão, 2022

FIO – Festival Internacional de Órgão, Ribeirão

Devesa Sunset

Com curadoria de Edgar Ferreira, o Devesa Sunset acontece desde 2015, todas as sextas-feiras de agosto, ao final do dia, tendo o Parque da Devesa como pano de fundo. O ano de 2022 correspondeu à 8.ª edição da iniciativa e assinala o regresso da iniciativa ao seu formato original, após dois anos inserido no programa de animação sociocultural de verão de Famalicão, ANIMA-TE.

Ciclo de Concertos de Primavera

Em 2022 foram retomadas as Classes de Conjunto do Conservatório, com a apresentação do II Ciclo de Concertos de Primavera. A atividade promoveu uma série de concertos protagonizados pelas diversas Classes de Conjunto, pretendendo enaltecer a atividade musical em grupo.

Famalicão Youth Fest

Para assinalar o fim das férias de verão e o começo de um novo ciclo escolar, o pelouro de Juventude do Município de Vila Nova de Famalicão apresentou em 2021 a segunda edição da iniciativa chamada Famalicão Youth Fest, dirigida especialmente aos jovens do concelho. Este evento, que conta com concertos, workshops variados, espetáculos humorísticos e de multimédia, marca o seguimento das atividades organizadas pelo executivo municipal para envolver os jovens no seu território e elevar a sua satisfação em pertencer-lhe. O evento aconteceu em setembro em vários espaços emblemáticos da cidade de Vila Nova de Famalicão.

Fradelos Rock Festival

Organizado pela Koklus – Associação Juvenil de Fradelos, o Fradelos Rock Festival, realizou-se na sua 1ª edição em 2019, o Largo de S. Bento em Fradelos e contou com 3 grupos: Old Jerusalem, Medusa e The White Knights, bandas emergentes.

Laurus Nobilis Music Fest

Sítio: www.laurusnobilis.pt

O Festival Laurus Nobilis Music Fest é um festival direcionado a sonoridades como o Heavy Metal. Realiza-se em Louro – daí “Laurus Nobilis” – no concelho de Vila Nova de Famalicão.

Laurus Nobilis Music Fest, Louro, Famalicão

Laurus Nobilis Music Fest, Louro, Famalicão

Lojas de Música em Vila Nova de Famalicão

Pesquisa e edição de dados a 28 de outubro de 2021

Electromúsica

R. Ernesto Carvalho, 30
4760-143 Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 374 036

Faminho – Instrumentos Musicais, Lda

R. Conselheiro Santos Viegas, 48
4760-129 Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 375 482

Faminho - Instrumentos Musicais, Lda

Faminho – Instrumentos Musicais, Lda

Grupos de cavaquinhos de Vila Nova de Famalicão

Agrupamentos, festivais, encontros e eventos sobre o cavaquinho

  • Grupo de Cavaquinhos CCDR
  • Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC
  • Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves
Grupo de Cavaquinhos CCDR

Na Feira de Artesanato e Gastronomia de 2017, o portal referia a participação de grupos folclóricos, cantares ao desafio e música tradicional. Ao nível da programação, destacava-se a Tarde Sénior com a animação a cargo do Grupo de Cavaquinhos do CCDR.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC

O Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC é um grupo musical formado por cerca de 25 elementos, dedicado á divulgação do cavaquinho e da música popular portuguesa.

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC, Vila Nova de Famalicão

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC

Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves

A Fundação Castro Alves tem como valências âncora o Museu de Cerâmica Artística, a Escola Oficina de Cerâmica Artística e a Escola de Música que se encontra sob a direção pedagógica do CCM, e tem consolidado as suas respostas ao nível do Serviço Educativo e Social e da Programação Cultural.

Em 2008, a Fundação Castro Alves anunciou que a exposição “As Voltas do Linho” seria animada pela exibição cantadores ao Desafio da Associação de tocadores e cantadores ao Desafio Famalicense, no dia 30 de novembro, e a Associação Cultural de Pedraído, Fafe, apresentaria trajes em linho, acompanhada por cantares tradicionais. A 7 de dezembro, seria a vez do grupo de Dança do Centro Social de Bairro e do Rancho Folclórico da Casa do Professor de Famalicão, animar o evento. No dia 21 de dezembro, atuaria o Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves.

Escolas de Música em Vila Nova de Famalicão

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

ARTAVE

Polo de Vila Nova de Famalicão
Rua Adriano Pinto Basto, 161 2º Trás
Apartado 213
4760-901 Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 318 071

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

Parque 1º de Maio, 315
4760-101 Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 378 249
Sítio: arteduca.pt

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

Escola de Música Sonhar com Arte

Banda de Música de Riba de Ave

Rua 25 de Abril, 102
Riba de Ave
4765-264 Vila Nova de Famalicão

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Faminho – Instrumentos Musicais, Lda.

Rua Conselheiro Santos Viegas, 48
Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 375 482
Sítio:www.faminho.com
Correio eletrónico: geral@faminho.com

Fundação Castro Alves

Rua Comendador Castro Alves, 391
4765-053 Bairro
Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 931 053
Correio eletrónico: fundacao@fundacaocastroalves.org

Em 1971, o Comendador Manuel Maria Castro Alves, criou a Escola de Música do Centro de Arte e Cultura Popular de São Pedro de Bairro, que sob a orientação do Maestro Resende Dias, possibilitou que as crianças da região pudessem ter acesso gratuito ao ensino e aprendizagem da música.

Em 2009, e após 8 anos de trabalho conjunto, a Fundação Castro Alves assinou um protocolo de colaboração com o Centro de Cultura Musical de Caldas da Saúde – CCM, Conservatório Regional, estabelecimento de ensino particular do Instituto de Formação Artística do Vale do Ave – INFORARTIS, permitindo que hoje, sob a sua Direcção Pedagógica seja desenvolvido na Fundação um ensino formal de música para as crianças e jovens da região.

Atualmente a Valência de Música da Fundação Castro Alves, sob a Direcção Pedagógica do Centro de Cultura Musical (CCM), centra a sua atividade na pré-iniciação e iniciação musical para crianças dos 4 aos 10 anos de idade em regime normal e coadjuvado e no Curso Básico Articulado/ Supletivo, que vai do 5º ao 9º ano, nomeadamente, 2º e 3º ciclo, apresentado uma resposta educativa para um elevado número de alunos.

A Fundação Castro Alves é uma das entidades que em parceria com a INFORARTIS (Centro de Cultura Musical), o Colégio das Caldinhas, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a Câmara Municipal de Santo Tirso e a Fundação Cupertino de Miranda, constituíram em 24 de Janeiro de 2006 a ARTEMAVE – Associação de Promoção das Artes e Música do Vale do Ave, que é a entidade proprietária da ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave, instituição pioneira no Ensino Profissional Artístico em Portugal.

Grupos de Bombos de Vila Nova de Famalicão

Bombos, Zés Pereira, grupos e eventos de percussão tradicional no Concelho

Os grupos de bombos, também conhecidos por Zés Pereiras, são agrupamentos de percussão tradicional com presença habitual nas romarias e festas de aldeia, em peditórios para a festa e em despiques de vários grupos, em eventos de de recriação histórica (feiras medievais) e outros.

Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Grupo Musical Os Delaenses (Delães)
  • Grupo Zés Pereiras e Musical Os Divertidos (Delães)
Grupo Musical Os Delaenses (Delães)

Grupo Musical Os Delaenses (Delães)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão [ 3 ]

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda de Música de Riba de Ave
  • Banda Marcial de Arnoso
  • Banda de Famalicão
Banda de Música de Riba de Ave (1816)

A Banda de Música de Riba de Ave é uma filarmónica bicentenária com início em 1816, não com a designação atual, mas com o que viria a ser uma junção, por volta da década de 20, entre duas bandas da época que eram a Banda dos Conceições e a Banda do Tojão que viria a denominar-se “Banda dos Conceições e do Tojão”.

Numa terra em que se começava a desenvolver o que viria a ser um polo industrial, no coração do vale do Ave, as fábricas existentes na altura davam trabalho a quem tivesse conhecimentos musicais do modo que a Banda nunca teve falta de músicos oriundos dos diversos pontos do norte de Portugal.

Por volta de 1900, o grande industrial local Narciso Ferreira decidiu passar a custear o agrupamento musical, que passou a denominar-se: “Banda das Fábricas de Riba de Ave”, até ao ano de 1949, sendo regida nos últimos anos pelo Maestro Albano Evangelista Pereira.

Em 1950 quando se deu a fundação dos Bombeiros da localidade, passou a denominar-se Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, que na prática nada tinham em comum. Era regida pelo Cap. Biscaia, da Inf. Nº 6 no Porto. Numa altura de crise e emigração a Banda perdeu muitos músicos e viu-se forçada a parar um ano. Surgiu então em 1968, com a alteração dos estatutos e contando com sócios, passa até recentemente a denominar-se Sociedade Artística Musical de Riba de Ave e Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, sob a batuta de António Brito.

Em seguida, passaram pela Banda os mais ilustres maestros de bandas militares tais como: Major Oliveira Rebelo, os Capitães Amílcar Morais, Manuel da Silva, António Domingos da Silva, Sarg. José Maria e Manuel Torres, ribadavense. Nos últimos anos, a Banda foi dirigida por Luciano Machado, Sargento Ajudante, Músico da Banda do Exército.

Ao longo dos anos a sua atividade desenvolveu-se a abrilhantar romarias em todo o país, mas mais frequentemente no norte de Portugal, zona de grandes tradições nos famosos despiques musicais. Tem no palmarés o prémio de vencedora dos Concursos de Bandas Filarmónicas no Palácio de Cristal no Porto em 1891 e em Vila Nova de Famalicão em 1895. Em 1990 foi atribuída à Banda a Medalha de Honra do Município.

Banda de Música de Riba de Ave (1816)

Banda de Música de Riba de Ave (1816)

Em 2000 atuou em Castellon-Valência (Espanha), onde participou num Festival Internacional de Música em conjunto com outras bandas estrangeiras e no ano 2001 a Banda convidou uma banda espanhola de modo a organizar um intercâmbio cultural ibérico o que foi conseguido com grande êxito. Tem tido também fortes presenças em festivais nacionais de Música. Nas suas atuações apresenta-se com 65 elementos sendo o seu diretor artístico Hugo Ribeiro, docente da Artave, na classe de oboé, e com uma vasta experiência em direção de orquestras e bandas.

No seu elenco onde predomina a juventude, para além da sua Escola de Música com os seus professores, todos eles com formação superior, tem alunos da ESMAE do Porto, alunos da Universidade do Minho-Braga, da ARTAVE, da OPJ (Orquestra Portuguesa da Juventude) além de músicos de bandas militares.

Em 2015, organizou em Riba de Ave em Julho o 1.º Encontro de Bandas Filarmónicas, com a presença de 3 bandas, sendo uma da Galiza-Espanha.

A direção empossada para o biénio de 2016-2017 com Artur Duarte a Presidente, António Sá a Vice-Presidente, Agostinho Moura a Tesoureiro, e restante equipa, com a novidade de ter elementos femininos, apesar das dificuldades com que se debate, devido aos apoios financeiros serem escassos, têm procurado manter a banda a subir de nível musical, bem como manter um equilíbrio financeiro nas suas contas dentro do rigor que se impõe nos dias de hoje, pois a banda não tem mecenas, como algumas têm a sorte de ter, mas têm alguns amigos que dão algum apoio, e sobretudo na direção alguns elementos tem sido incansáveis a dedicar parte do seu tempo à sua Banda de Musica de Riba de Ave.

Banda Marcial de Arnoso

A Banda Marcial de Arnoso foi fundada em 14 de outubro de 1963, mas o início da sua história remonta ao século IXX, há aproximadamente duzentos anos, por ter sucedido às extintas Bandas de Música de S. Pedro de Oliveira (Braga) e Sezures (Vila Nova de Famalicão), freguesias vizinhas de Arnoso Santa Maria.

Banda Marcial de Arnoso

Banda Marcial de Arnoso

Remonta ao início do século XIX, tendo como seu fundador o avô de Serafim Oliveira Cardoso. Ainda existem naquela freguesia do concelho de Braga, as ruínas da antiga casa de ensaios, de dimensões muito reduzidas. Com o desaparecimento de Serafim Cardoso e a ida de seu neto Manuel (que deveria suceder-lhe) para o Brasil, a Banda sofreu um interregno, acabando por ser reconstituída, algum tempo depois, com sede na freguesia de Sezures, tendo como maestro José Maria Martins de Sá, pelo que passou a ser conhecida por Banda do Zé Maria.

Volvidos cerca de trinta anos, a Banda de Sezures foi extinta e em 1963 foi reativada devido à iniciativa e ação dos padres Avelino Barreiros, então pároco de Telhado e Joaquim Ferreira dos Santos, então pároco de Arnoso Santa Maria, sensibilizados pela grande paixão à música de Francisco Ferreira da Silva e de seu irmão Joaquim Marques da Silva. Passou a estar sediada na freguesia de Arnoso Santa Maria.

A Banda contou com a ajuda monetária do conhecido industrial famalicense Comendador Manuel Gonçalves, que pagou integralmente a primeira farda.

Sediada na área de intervenção da Engenho – Associação para o Desenvolvimento Local do Vale do Este, a Banda de Arnoso é hoje uma dinâmica Associação Cultural de Arte e Recreio que com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Junta de Freguesia de Arnoso (Santa Maria, Santa Eulália) e Sezures), do INATEL e dos seus associados participa, e desenvolve uma intensa atividade cultural e recreativa.

A Banda de Arnoso tem ainda músicos a frequentar a Escola Profissional de Música – Artave e escolas superiores, orgulhando-se de por ela terem passado jovens que hoje são instrumentistas de reconhecido valor. Sob a direção do maestro Rúben Henriques, é composta por elevado número de jovens.

Morada
R. Santa Maria de Arnoso
4770-531 ARNOSO

Banda Marcial de Arnoso

Banda Marcial de Arnoso

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão

Na sua história, a Banda de Famalicão acaba por ter mais de um século de existência. Inicialmente denominava-se Banda da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, continuada, após um interregno de alguns anos, pela Banda do “Zé da Costa”, destacada figura da Banda dos Bombeiros.

Entre 1919 e 1937 houve uma interrupção na sua atividade devido a problemas políticos (republicanos/monárquicos), mas no ano de 1937 foi organizado o Grupo Recreativo e Musical de Famalicão, fundado pelo juiz do ultramar Rodolfo Manuel de Magalhães Aguiar, Adolfo Pereira de Lima, José Maria Portela e Armando da Purificação Caldeira Martins.

A Banda do Grupo Recreativo e Musical teve o seu primeiro concerto em 1938 e em 1940 foi eleita a sua primeira direção, sob a presidência de António Sampaio Carvalho. Não se fizeram tardar as rivalidades e, do diferendo entre António Sampaio Carvalho e Adolfo Pereira de Lima, resultaram duas Bandas: a Banda Velha e a Banda Nova.

Em 23 de setembro de 1951, a Banda de Famalicão do Grupo Recreativo e Musical faria a sua primeira apresentação pública sob a regência de António Augusto Correia.

Por ela, passaram os Maestros Manuel Afonso da Cunha, António da Silva Esperança, Emídio da Silva Pereira e José Moreira Borges.

Em 1973, graças ao subsídio da Fundação Cupertino de Miranda, foi possível adquirir novos instrumentos, aumentando desta forma o seu nível e qualidade musical, tendo a banda, ganho nesse ano o Festival de Aniversário do Jornal “Comércio do Porto”, onde participaram 18 bandas filarmónicas.

Sob a regência de José Moreira Borges, em 1980 gravou o seu primeiro disco (LP) Famalicão em Frente, e o segundo em 1982 Famalicão Sempre em Festa. Em 1996 gravou o seu primeiro CD “Famalicão a Cantar”.

Em 1988, por altura da celebração das Bodas de Ouro, foi distinguida pelo Município com a Medalha de Ouro.

Em 1989 organizou um Festival de Bandas Civis e Militares e, nesse mesmo ano, a Banda transferiu-se para a sua sede atual onde apostou na organização da sua Escola de Música sob a orientação do Professor António Conceição permitindo assim a formação de novos executantes para a Banda vindo também a resultar a criação da Orquestra Ligeira “Alla Breve”.

Em outubro de 2005, passou a ser dirigida pelo maestro Fernando Marinho. Em outubro de 2007 a Banda de Famalicão teve o privilégio de ser das primeiras bandas filarmónicas a pisar o palco da sala Guilhermina Suggia da Casa da Música do Porto.

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão

Em 2006, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, a Banda de Famalicão gravou o seu segundo CD intitulado Filarmonias.

Folclore em Vila Nova de Famalicão

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Minho – Baixo Minho
  • Distrito: Braga

14 grupos identificados pelo Musorbis

  • grupo etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira
  • grupo etnográfico de S. Tiago da Cruz
  • grupo etnográfico rusga de Joane
  • Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane
  • Rancho Etnográfico de Ribeirão
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
  • Rancho Folclórico de Gavião
  • Rancho Folclórico de Nine
  • Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria
  • Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado
  • Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege
  • Rancho Folclórico de São Julião
  • Rancho Folclórico de São Miguel-o-Anjo
  • Rancho Regional de Fradelos
grupo etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira
Grupo Etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira

grupo etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira

grupo etnográfico rusga de Joane

O Rancho Etnográfico rusga de Joane foi fundado em 1991. Nasceu da vontade de divulgar as tradições etnográficas e seu património cultural imaterial associado, com base na recuperação e recuperação o mais fidedigna possível, de finais do século XIX e inícios do século XX, demonstrando beleza do folclore do Baixo Minho.

A representação dos usos e costumes tem vindo a ser aprimorada, de modo a diversificar a mostra do vasto espólio imaterial etnográfico da região do Médio Ave, onde o grupo se encontra inserido.

O Rancho tem participado em numerosos festivais portugueses e atuou em diversos países (Israel, Estados Unidos da América, Mónaco, Suíça, Alemanha, França e Espanha).

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Na Festa de Santa Catarina em Cabeçudos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

grupo etnográfico S. Tiago da Cruz

O grupo etnográfico de S. Tiago da Cruz tem sede no Largo Sr. dos Aflitos, n.º 166, 4770-191 Cruz – Vila Nova de Famalicão.

Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz

grupo etnográfico de S. Tiago da Cruz

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Joane é uma associação de natureza etnográfica sediada em Joane, Famalicão, distrito de Braga, fundada em 1984. É fiel intérprete das tradições dos povos do final do séc. XIX e início do séc. XX, inseridos na região do Baixo-Minho.

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane, ft Carina Teixeira

Rancho Etnográfico de Ribeirão

Festival de Folclore de Ribeirão

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
Rancho Folclórico de Gavião

Sediado no Lugar da Igreja, na freguesia de Gavião, no concelho de Vila Nova de Famalicão, o Rancho Folclórico de Gavião é uma associação de natureza cultural e etnográfica constituída a 26 de março de 1985.

Rancho Folclórico de Nine

Fundado em 1 de maio de 1980, o Grupo Folclórico de Nine é um digno embaixador dos trajes e das danças genuínas da região do Baixo Minho, onde está inserido. Traduz, com eficácia, as velhas tradições locais nas suas danças e nos seus cantares.

Tem divulgado no país e no estrangeiro os usos e os costumes, danças e cantares dos povos que viveram nesta localidade. Já atuou diversas vezes em Espanha e França, e em 1999 realizou uma digressão pela Europa, onde participou em vários festivais de folclore, nomeadamente em Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália e Grécia.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português, filiado no INATEL e um dos fundadores da Associação de Folclore e Etnografia de Famalicão.

Festival

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado

Sediado no Lugar da Serra, na freguesia de Lousado, no concelho de Vila Nova de Famalicão, o Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado é uma associação de natureza etnográfica constituída a 10 de março de 1988.

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege

Festival Nacional de Primavera Cidade de Castelo Branco

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Sediado em Oliveira Santa Maria, Famalicão, o Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria é filiado na Federação do Folclore Português, associado do INATEL e membro da Associação de Folclore e Etnografia de Famalicão. Tem atuado de Norte a Sul de Portugal, bem como em Espanha, Suíça e França. Já se apresentou na Televisão (TVI e SIC).

Rua da Casa Nova, nº 305
4765-324 Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de São Julião

O Rancho Folclórico de São Julião está sediado no Lugar da Igreja, Calendário, no concelho de Vila Nova de Famalicão. Em 1993, alterou os estatutos e a morada para a Junta de Freguesia, Rua de São Julião, Calendário, 4760 Vila Nova de Famalicão. É uma associação de natureza etnográfica constituída como tal a 18 de março de 1993.

Rancho Folclórico de são Miguel-o-Anjo

43º Festival folclore do Rancho Folclórico São Miguel-o-Anjo, 2018

Rancho Regional de Fradelos

A ideia de formar o Rancho Regional de Fradelos nasceu de quatro homens da Freguesia que todos os anos participavam nas rusgas e romarias da nossa região Baixo, Minho Ave. Fundado em 10 outubro de 1957, a primeira atuação formal do Rancho realizou-se no dia 15 de dezembro do mesmo ano, pelo que se mantém como a associação de folclore mais antiga do concelho de Vila Nova de Famalicão. Como Rancho típico da zona do Baixo Minho, o seu repertório conta com vários cantares e dançares que traduzem a vivacidade e a alegria do povo da região. Os trajes são expressão da vida rural que durante muitos anos caracterizou a freguesia de Fradelos. É sócio da Federação do Folclore Português e sócio efetivo da Fundação INATEL. Em 28 de junho de 2006 recebeu do Município de Vila Nova de Famalicão a medalha de mérito municipal cultural. O Rancho Regional de Fradelos já realizou centenas de atuações por todo o território nacional e no Estrangeiro (França e Alemanha)