Artigos

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC, Vila Nova de Famalicão
Grupos de cavaquinhos de Vila Nova de Famalicão

Agrupamentos, festivais, encontros e eventos sobre o cavaquinho

  • Grupo de Cavaquinhos CCDR
  • Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC
  • Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves
Grupo de Cavaquinhos CCDR

Na Feira de Artesanato e Gastronomia de 2017, o portal referia a participação de grupos folclóricos, cantares ao desafio e música tradicional. Ao nível da programação, destacava-se a Tarde Sénior com a animação a cargo do Grupo de Cavaquinhos do CCDR.

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC

O Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC é um grupo musical formado por cerca de 25 elementos, dedicado á divulgação do cavaquinho e da música popular portuguesa.

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC, Vila Nova de Famalicão

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC

Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves

A Fundação Castro Alves tem como valências âncora o Museu de Cerâmica Artística, a Escola Oficina de Cerâmica Artística e a Escola de Música que se encontra sob a direção pedagógica do CCM, e tem consolidado as suas respostas ao nível do Serviço Educativo e Social e da Programação Cultural.

Em 2008, a Fundação Castro Alves anunciou que a exposição “As Voltas do Linho” seria animada pela exibição Cantadores ao Desafio da Associação de Tocadores e Cantadores ao Desafio Famalicense, no dia 30 de novembro, e a Associação Cultural de Pedraído, Fafe, apresentaria trajes em linho, acompanhada por cantares tradicionais. A 7 de dezembro, seria a vez do grupo de Dança do Centro Social de Bairro e do Rancho Folclórico da Casa do Professor de Famalicão, animar o evento. No dia 21 de dezembro, atuaria o Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves.

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão
Escolas de Música em Vila Nova de Famalicão

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

ARTAVE

Polo de Vila Nova de Famalicão
Rua Adriano Pinto Basto, 161 2º Trás
Apartado 213
4760-901 Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 318 071

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

Parque 1º de Maio, 315
4760-101 Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 378 249
Sítio: arteduca.pt

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

ArtEduca, Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão

Escola de Música Sonhar com Arte

Banda de Música de Riba de Ave

Rua 25 de Abril, 102
Riba de Ave
4765-264 Vila Nova de Famalicão

Faminho – Instrumentos Musicais, Lda.

Rua Conselheiro Santos Viegas, 48
Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 375 482
Sítio:www.faminho.com
Correio eletrónico: geral@faminho.com

Fundação Castro Alves

Rua Comendador Castro Alves, 391
4765-053 Bairro
Vila Nova de Famalicão
Tel. (+00 351) 252 931 053
Correio eletrónico: fundacao@fundacaocastroalves.org

Em 1971, o Comendador Manuel Maria Castro Alves, criou a Escola de Música do Centro de Arte e Cultura Popular de São Pedro de Bairro, que sob a orientação do Maestro Resende Dias, possibilitou que as crianças da região pudessem ter acesso gratuito ao ensino e aprendizagem da música.

Em 2009, e após 8 anos de trabalho conjunto, a Fundação Castro Alves assinou um protocolo de colaboração com o Centro de Cultura Musical de Caldas da Saúde – CCM, Conservatório Regional, estabelecimento de ensino particular do Instituto de Formação Artística do Vale do Ave – INFORARTIS, permitindo que hoje, sob a sua Direcção Pedagógica seja desenvolvido na Fundação um ensino formal de música para as crianças e jovens da região.

Atualmente a Valência de Música da Fundação Castro Alves, sob a Direcção Pedagógica do Centro de Cultura Musical (CCM), centra a sua atividade na pré-iniciação e iniciação musical para crianças dos 4 aos 10 anos de idade em regime normal e coadjuvado e no Curso Básico Articulado/ Supletivo, que vai do 5º ao 9º ano, nomeadamente, 2º e 3º ciclo, apresentado uma resposta educativa para um elevado número de alunos.

A Fundação Castro Alves é uma das entidades que em parceria com a INFORARTIS (Centro de Cultura Musical), o Colégio das Caldinhas, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a Câmara Municipal de Santo Tirso e a Fundação Cupertino de Miranda, constituíram em 24 de Janeiro de 2006 a ARTEMAVE – Associação de Promoção das Artes e Música do Vale do Ave, que é a entidade proprietária da ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave, instituição pioneira no Ensino Profissional Artístico em Portugal.

Grupo Musical Os Delaenses (Delães)
Grupos de Bombos de Vila Nova de Famalicão

Bombos, Zés Pereira, grupos e eventos de percussão tradicional no Concelho

Os grupos de bombos, também conhecidos por Zés Pereiras, são agrupamentos de percussão tradicional com presença habitual nas romarias e festas de aldeia, em peditórios para a festa e em despiques de vários grupos, em eventos de de recriação histórica (feiras medievais) e outros.

Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Grupo Musical Os Delaenses (Delães)
  • Grupo Zés Pereiras e Musical Os Divertidos (Delães)
Grupo Musical Os Delaenses (Delães)

Grupo Musical Os Delaenses (Delães)

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão
Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão [ 3 ]

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda de Música de Riba de Ave
  • Banda Marcial de Arnoso
  • Banda de Famalicão
Banda de Música de Riba de Ave (1816)

A Banda de Música de Riba de Ave é uma filarmónica bicentenária com início em 1816, não com a designação atual, mas com o que viria a ser uma junção, por volta da década de 20, entre duas bandas da época que eram a Banda dos Conceições e a Banda do Tojão que viria a denominar-se “Banda dos Conceições e do Tojão”.

Numa terra em que se começava a desenvolver o que viria a ser um polo industrial, no coração do vale do Ave, as fábricas existentes na altura davam trabalho a quem tivesse conhecimentos musicais do modo que a Banda nunca teve falta de músicos oriundos dos diversos pontos do norte de Portugal.

Por volta de 1900, o grande industrial local Narciso Ferreira decidiu passar a custear o agrupamento musical, que passou a denominar-se: “Banda das Fábricas de Riba de Ave”, até ao ano de 1949, sendo regida nos últimos anos pelo Maestro Albano Evangelista Pereira.

Em 1950 quando se deu a fundação dos Bombeiros da localidade, passou a denominar-se Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, que na prática nada tinham em comum. Era regida pelo Cap. Biscaia, da Inf. Nº 6 no Porto. Numa altura de crise e emigração a Banda perdeu muitos músicos e viu-se forçada a parar um ano. Surgiu então em 1968, com a alteração dos estatutos e contando com sócios, passa até recentemente a denominar-se Sociedade Artística Musical de Riba de Ave e Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, sob a batuta de António Brito.

Em seguida, passaram pela Banda os mais ilustres maestros de bandas militares tais como: Major Oliveira Rebelo, os Capitães Amílcar Morais, Manuel da Silva, António Domingos da Silva, Sarg. José Maria e Manuel Torres, ribadavense. Nos últimos anos, a Banda foi dirigida por Luciano Machado, Sargento Ajudante, Músico da Banda do Exército.

Ao longo dos anos a sua atividade desenvolveu-se a abrilhantar romarias em todo o país, mas mais frequentemente no norte de Portugal, zona de grandes tradições nos famosos despiques musicais. Tem no palmarés o prémio de vencedora dos Concursos de Bandas Filarmónicas no Palácio de Cristal no Porto em 1891 e em Vila Nova de Famalicão em 1895. Em 1990 foi atribuída à Banda a Medalha de Honra do Município.

Banda de Música de Riba de Ave (1816)

Banda de Música de Riba de Ave (1816)

Em 2000 atuou em Castellon-Valência (Espanha), onde participou num Festival Internacional de Música em conjunto com outras bandas estrangeiras e no ano 2001 a Banda convidou uma banda espanhola de modo a organizar um intercâmbio cultural ibérico o que foi conseguido com grande êxito. Tem tido também fortes presenças em festivais nacionais de Música. Nas suas atuações apresenta-se com 65 elementos sendo o seu diretor artístico Hugo Ribeiro, docente da Artave, na classe de oboé, e com uma vasta experiência em direção de orquestras e bandas.

No seu elenco onde predomina a juventude, para além da sua Escola de Música com os seus professores, todos eles com formação superior, tem alunos da ESMAE do Porto, alunos da Universidade do Minho-Braga, da ARTAVE, da OPJ (Orquestra Portuguesa da Juventude) além de músicos de bandas militares.

Em 2015, organizou em Riba de Ave em Julho o 1.º Encontro de Bandas Filarmónicas, com a presença de 3 bandas, sendo uma da Galiza-Espanha.

A direção empossada para o biénio de 2016-2017 com Artur Duarte a Presidente, António Sá a Vice-Presidente, Agostinho Moura a Tesoureiro, e restante equipa, com a novidade de ter elementos femininos, apesar das dificuldades com que se debate, devido aos apoios financeiros serem escassos, têm procurado manter a banda a subir de nível musical, bem como manter um equilíbrio financeiro nas suas contas dentro do rigor que se impõe nos dias de hoje, pois a banda não tem mecenas, como algumas têm a sorte de ter, mas têm alguns amigos que dão algum apoio, e sobretudo na direção alguns elementos tem sido incansáveis a dedicar parte do seu tempo à sua Banda de Musica de Riba de Ave.

Banda Marcial de Arnoso

A Banda Marcial de Arnoso foi fundada em 14 de outubro de 1963, mas o início da sua história remonta ao século IXX, há aproximadamente duzentos anos, por ter sucedido às extintas Bandas de Música de S. Pedro de Oliveira (Braga) e Sezures (Vila Nova de Famalicão), freguesias vizinhas de Arnoso Santa Maria.

Banda Marcial de Arnoso

Banda Marcial de Arnoso

Remonta ao início do século XIX, tendo como seu fundador o avô de Serafim Oliveira Cardoso. Ainda existem naquela freguesia do concelho de Braga, as ruínas da antiga casa de ensaios, de dimensões muito reduzidas. Com o desaparecimento de Serafim Cardoso e a ida de seu neto Manuel (que deveria suceder-lhe) para o Brasil, a Banda sofreu um interregno, acabando por ser reconstituída, algum tempo depois, com sede na freguesia de Sezures, tendo como maestro José Maria Martins de Sá, pelo que passou a ser conhecida por Banda do Zé Maria.

Volvidos cerca de trinta anos, a Banda de Sezures foi extinta e em 1963 foi reativada devido à iniciativa e ação dos padres Avelino Barreiros, então pároco de Telhado e Joaquim Ferreira dos Santos, então pároco de Arnoso Santa Maria, sensibilizados pela grande paixão à música de Francisco Ferreira da Silva e de seu irmão Joaquim Marques da Silva. Passou a estar sediada na freguesia de Arnoso Santa Maria.

A Banda contou com a ajuda monetária do conhecido industrial famalicense Comendador Manuel Gonçalves, que pagou integralmente a primeira farda.

Sediada na área de intervenção da Engenho – Associação para o Desenvolvimento Local do Vale do Este, a Banda de Arnoso é hoje uma dinâmica Associação Cultural de Arte e Recreio que com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Junta de Freguesia de Arnoso (Santa Maria, Santa Eulália) e Sezures), do INATEL e dos seus associados participa, e desenvolve uma intensa atividade cultural e recreativa.

A Banda de Arnoso tem ainda músicos a frequentar a Escola Profissional de Música – Artave e escolas superiores, orgulhando-se de por ela terem passado jovens que hoje são instrumentistas de reconhecido valor. Sob a direção do maestro Rúben Henriques, é composta por elevado número de jovens.

Morada
R. Santa Maria de Arnoso
4770-531 ARNOSO

Banda Marcial de Arnoso

Banda Marcial de Arnoso

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão

Na sua história, a Banda de Famalicão acaba por ter mais de um século de existência. Inicialmente denominava-se Banda da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, continuada, após um interregno de alguns anos, pela Banda do “Zé da Costa”, destacada figura da Banda dos Bombeiros.

Entre 1919 e 1937 houve uma interrupção na sua atividade devido a problemas políticos (republicanos/monárquicos), mas no ano de 1937 foi organizado o Grupo Recreativo e Musical de Famalicão, fundado pelo juiz do ultramar Rodolfo Manuel de Magalhães Aguiar, Adolfo Pereira de Lima, José Maria Portela e Armando da Purificação Caldeira Martins.

A Banda do Grupo Recreativo e Musical teve o seu primeiro concerto em 1938 e em 1940 foi eleita a sua primeira direção, sob a presidência de António Sampaio Carvalho. Não se fizeram tardar as rivalidades e, do diferendo entre António Sampaio Carvalho e Adolfo Pereira de Lima, resultaram duas Bandas: a Banda Velha e a Banda Nova.

Em 23 de setembro de 1951, a Banda de Famalicão do Grupo Recreativo e Musical faria a sua primeira apresentação pública sob a regência de António Augusto Correia.

Por ela, passaram os Maestros Manuel Afonso da Cunha, António da Silva Esperança, Emídio da Silva Pereira e José Moreira Borges.

Em 1973, graças ao subsídio da Fundação Cupertino de Miranda, foi possível adquirir novos instrumentos, aumentando desta forma o seu nível e qualidade musical, tendo a banda, ganho nesse ano o Festival de Aniversário do Jornal “Comércio do Porto”, onde participaram 18 bandas filarmónicas.

Sob a regência de José Moreira Borges, em 1980 gravou o seu primeiro disco (LP) Famalicão em Frente, e o segundo em 1982 Famalicão Sempre em Festa. Em 1996 gravou o seu primeiro CD “Famalicão a Cantar”.

Em 1988, por altura da celebração das Bodas de Ouro, foi distinguida pelo Município com a Medalha de Ouro.

Em 1989 organizou um Festival de Bandas Civis e Militares e, nesse mesmo ano, a Banda transferiu-se para a sua sede atual onde apostou na organização da sua Escola de Música sob a orientação do Professor António Conceição permitindo assim a formação de novos executantes para a Banda vindo também a resultar a criação da Orquestra Ligeira “Alla Breve”.

Em outubro de 2005, passou a ser dirigida pelo maestro Fernando Marinho. Em outubro de 2007 a Banda de Famalicão teve o privilégio de ser das primeiras bandas filarmónicas a pisar o palco da sala Guilhermina Suggia da Casa da Música do Porto.

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão

Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão

Em 2006, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, a Banda de Famalicão gravou o seu segundo CD intitulado Filarmonias.

Folclore em Vila Nova de Famalicão

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Minho – Baixo Minho
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Vila Nova de Famalicão

14 grupos

  • Grupo Etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira
  • Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz
  • Grupo Etnográfico Rusga de Joane
  • Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane
  • Rancho Etnográfico de Ribeirão
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
  • Rancho Folclórico de Gavião
  • Rancho Folclórico de Nine
  • Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria
  • Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado
  • Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege
  • Rancho Folclórico de São Julião
  • Rancho Folclórico de São Miguel-o-Anjo
  • Rancho Regional de Fradelos
Grupo Etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira
Grupo Etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira

Grupo Etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira

Grupo Etnográfico Rusga de Joane

O Rancho Etnográfico Rusga de Joane foi fundado em 1991. Nasceu da vontade de divulgar as tradições etnográficas e seu património cultural imaterial associado, com base na recuperação e recuperação o mais fidedigna possível, de finais do século XIX e inícios do século XX, demonstrando beleza do folclore do Baixo Minho.

A representação dos usos e costumes tem vindo a ser aprimorada, de modo a diversificar a mostra do vasto espólio imaterial etnográfico da região do Médio Ave, onde o grupo se encontra inserido.

O Rancho tem participado em numerosos festivais portugueses e atuou em diversos países (Israel, Estados Unidos da América, Mónaco, Suíça, Alemanha, França e Espanha).

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Na Festa de Santa Catarina em Cabeçudos

Grupo Etnográfico S. Tiago da Cruz

O Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz tem sede no Largo Sr. dos Aflitos, n.º 166, 4770-191 Cruz – Vila Nova de Famalicão.

Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz

Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Joane é uma associação de natureza etnográfica sediada em Joane, Famalicão, distrito de Braga, fundada em 1984. É fiel intérprete das tradições dos povos do final do séc. XIX e início do séc. XX, inseridos na região do Baixo-Minho.

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane, ft Carina Teixeira

Rancho Etnográfico de Ribeirão

Festival de Folclore de Ribeirão

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
Rancho Folclórico de Gavião

Sediado no Lugar da Igreja, na freguesia de Gavião, no concelho de Vila Nova de Famalicão, o Rancho Folclórico de Gavião é uma associação de natureza cultural e etnográfica constituída a 26 de março de 1985.

Rancho Folclórico de Nine

Fundado em 1 de maio de 1980, o Grupo Folclórico de Nine é um digno embaixador dos trajes e das danças genuínas da região do Baixo Minho, onde está inserido. Traduz, com eficácia, as velhas tradições locais nas suas danças e nos seus cantares.

Tem divulgado no país e no estrangeiro os usos e os costumes, danças e cantares dos povos que viveram nesta localidade. Já atuou diversas vezes em Espanha e França, e em 1999 realizou uma digressão pela Europa, onde participou em vários festivais de folclore, nomeadamente em Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália e Grécia.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português, filiado no INATEL e um dos fundadores da Associação de Folclore e Etnografia de Famalicão.

Festival

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado

Sediado no Lugar da Serra, na freguesia de Lousado, no concelho de Vila Nova de Famalicão, o Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado é uma associação de natureza etnográfica constituída a 10 de março de 1988.

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege

Festival Nacional de Primavera Cidade de Castelo Branco

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Sediado em Oliveira Santa Maria, Famalicão, o Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria é filiado na Federação do Folclore Português, associado do INATEL e membro da Associação de Folclore e Etnografia de Famalicão. Tem atuado de Norte a Sul de Portugal, bem como em Espanha, Suíça e França. Já se apresentou na Televisão (TVI e SIC).

Rua da Casa Nova, nº 305
4765-324 Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de São Julião

O Rancho Folclórico de São Julião está sediado no Lugar da Igreja, Calendário, no concelho de Vila Nova de Famalicão. Em 1993, alterou os estatutos e a morada para a Junta de Freguesia, Rua de São Julião, Calendário, 4760 Vila Nova de Famalicão. É uma associação de natureza etnográfica constituída como tal a 18 de março de 1993.

Rancho Folclórico de são Miguel-o-Anjo

43º Festival folclore do Rancho Folclórico São Miguel-o-Anjo, 2018

Rancho Regional de Fradelos

A ideia de formar o Rancho Regional de Fradelos nasceu de quatro homens da Freguesia que todos os anos participavam nas rusgas e romarias da nossa região Baixo, Minho Ave. Fundado em 10 outubro de 1957, a primeira atuação formal do Rancho realizou-se no dia 15 de dezembro do mesmo ano, pelo que se mantém como a associação de folclore mais antiga do concelho de Vila Nova de Famalicão. Como Rancho típico da zona do Baixo Minho, o seu repertório conta com vários cantares e dançares que traduzem a vivacidade e a alegria do povo da região. Os trajes são expressão da vida rural que durante muitos anos caracterizou a freguesia de Fradelos. É sócio da Federação do Folclore Português e sócio efetivo da Fundação INATEL. Em 28 de junho de 2006 recebeu do Município de Vila Nova de Famalicão a medalha de mérito municipal cultural. O Rancho Regional de Fradelos já realizou centenas de atuações por todo o território nacional e no Estrangeiro (França e Alemanha)

Busto do padre compositor Manuel Faria

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Vila Nova de Famalicão

São Miguel de Seide

Busto do Pe. Manuel Faria

Busto do padre compositor Manuel Faria

Busto do padre compositor Manuel Faria

O padre e compositor Manuel Ferreira de Faria nasceu em São Miguel de Seide, a 18 de novembro de 1916, e morreu no Porto, a 5 de julho de 1983.

Foi ordenado padre em 1939 e nomeado cónego da de Braga em 1966. Formou-se em Roma, no Pontifício Instituto de Música Sacra com licenciatura em Canto Gregoriano em 1942. Obteve também o título de Maestro em Composição no Conservatório Nacional de Lisboa. Compôs música sacra, profana, coral, pianística e sinfónica, num total de mais de 550 composições (entre trabalhos originais e arranjos). A sua obra mais conhecida é o Avé de Fátima. Entre 1976 e 1981 fez na Rádio Renascença o programa semanal “Ao encontro da grande música”.

Luís Magalhães, pianista, de Vila Nova de Famalicão
Músicos naturais do Concelho de Vila Nova de Famalicão

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

Helena Pereira sugeriu Teresa Correia (viola d’arco), Sara Veloso (violino), Flávio Azevedo (violino).

Adriana Oliveira

Adriana Oliveira, saxofonista, de Vila Nova de Famalicão

Adriana Oliveira, saxofonista, de Vila Nova de Famalicão

 

Alexandra Silva

Alexandra Silva, violino, de Vila Nova de Famalicão

Alexandra Silva, violino, de Vila Nova de Famalicão

Helena Pereira

Helena Pereira, violinista, de Vila Nova de Famalicão

Helena Pereira, violinista, de Vila Nova de Famalicão

Luís Magalhães

Luís Magalhães, pianista, de Vila Nova de Famalicão

Luís Magalhães, pianista, de Vila Nova de Famalicão

Adriana Oliveira

Adriana Oliveira, saxofonista, é natural de Vila Nova de Famalicão. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos, na classe de saxofone Fernando Ferreira, no Centro de Cultura Musical (CCM) onde completou o 8ºgrau do ensino articulado. No ano letivo 2013/2014, ingressou no curso de Saxofone Clássico na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), na classe dos professores Henk van Twillert, Fernando Ramos e Gilberto Bernardes. Em 2016 concluiu com excelência nesta instituição a licenciatura e em 2019 o mestrado.

Com o ensemble da classe de saxofone “Vento do Norte” da ESMAE, venceu em 2014 o Concurso Internacional para Ensemble em Chieri, Itália. Ainda com “Ventos do Norte” teve oportunidade de se apresentar em vários palcos nacionais e internacionais. Percorreu países como Holanda, Bélgica, França e Itália e também o continente americano, nomeadamente Nova Iorque, Boston, Rochester e Nova Jérsia. Apresentou-se ainda nas ilhas Curaçao, Bonaire e Aruba nos Países Baixos Caribenhos. Em 2019 gravou com este mesmo grupo o CD “Toot your Roots”. Ao longo do seu percurso na ESMAE, teve oportunidade de fazer parte do coro assim como da orquestra jazz, com a qual atuou várias vezes, nomeadamente no Coliseu do Porto e no Festival Jazz de Guimarães de 2015. Frequentou classes de aperfeiçoamento com saxofonistas de grande renome como João Pedro Silva, João Figueiredo, Marie Bernadette, Claude Delangle, Joe Murphy, Christian Wirth, Christophe Grèzes, Filipe Belijar, Tomas Munera, entre outros.

Fora do contexto escolar, fez parte de diversos grupos ligados à música pop, entre eles “Cão Voador” e “Medusa” com quem gravou em 2019 o vídeo clip “Acordado”. Colabora ainda frequentemente com diferentes bandas filarmónicas no Norte do país, encontrando-se de momento como efetiva na Banda Filarmónica da Trofa com quem gravou em 2019 o CD “Ponte Pêncil”. Paralelamente a estes projetos e ao percurso académico, deu aulas de saxofone em diversas escolas a alunos de todas as faixas etárias, nomeadamente na Escola de Música da Banda de Oliveira, Barcelos, na Escola Cooperativa de Vale S. Cosme – Didáxis, Escola de Música e Artes da Trofa”, Escola de Música da Banda de Famalicão e na Casa da Cultura de Fradelos. Atualmente é professora e maestrina na Fundação Saxomania em Bonaire, Países Baixos.

Helena Pereira

A violinista Helena da Costa Pereira nasceu em 1983 em Vila Nova de Famalicão. Em 1995 iniciou o estudo de Violino na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave – ARTAVE. No ano de 2001 foi admitida na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe de Du Xuan Du. Em 2005 terminou a Licenciatura com Agnes Sarosi.

Trabalhou Música de Câmara com os professores Jaroslav Mikus, Zóltan Santa, Alberto Gaio Lima, Rute Azevedo, Diana Tzonkova, Agnes Sarosi e Paul Wakabayashi. Participou em cursos de aperfeiçoamento orientados por violinistas conceituados como Aníbal Lima, Alexei Michline, Boris Kuniev, Joyce Tan e Gerardo Ribeiro. Na área da pedagogia fez “Pedagogia de Método Suzuki” orientado por Marc Gunderman e Pedagogia do Instrumento com Gwendolyn Masin.

Colabora como reforço em várias orquestras como a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra de Câmara Portuguesa e a Orquestra de Câmara de Almada. Trabalhou com os maestros Michael Zilm, Lawrence Foster, Omri Adari, Simone Young, Roberto Tibiriçá, Juan Trillo, Manuel Ivo Cruz, Fernando Lapa, Ernest Schelle, Christophe Millet, Marc Schuster, Osvaldo Ferreira, Jose Cura, Antonio Vitorino D`Almeida, Jean-Marc Burfin, Rui Massena, Joana Carneiro, entre outros. Lecionou classes de violino no Conservatório de Música da Metropolitana, Academia de Música de Óbidos e Conservatório de Música de Mafra. Tem sido convidada a lecionar naipe em Workshops de Orquestra, uma iniciativa direcionada para os jovens músicos com destaque na aprendizagem e desenvolvimento de competências no âmbito da experiência orquestral. Em 2015 concluiu o Mestrado Profissionalizante em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa.

FOI NOTÍCIA

Em 2016, o Blogue do Minho noticiou que a arquidiocese de Braga e os municípios de Vila Nova de Famalicão e Braga promoveriam a 18 e 19 de novembro de 2016, uma homenagem pública aos sacerdotes e compositores famalicenses Manuel Faria e Benjamim Salgado no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento, que decorreram desde o início deste ano. A homenagem arrancou na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, com o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, os autarcas Paulo Cunha e Ricardo Rio e o presidente da administração da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro. Caberia a Boaventura Faria (sobrinho e afilhado de Manuel Faria) e ao Padre António Azevedo Oliveira fazer a apresentação do Padre Manuel Faria, enquanto Manuela Salgado (sobrinha de Benjamim Salgado) e Agostinho Fernandes fariam a apresentação do Padre Benjamim Salgado.

Seguir-se-ia a apresentação de dois livros dedicados aos sacerdotes famalicenses. Em Seide S. Miguel foi celebrada uma Missa Solene Comemorativa, com uma deposição de Coroa de Flores junto ao busto de Manuel Faria. Decorreu no mesmo local o VII Encontro de coros, com organização da Associação Cultural Manuel Faria e Grupo Coral de Seide S. Miguel. Em Braga, no auditório Vita repete-se o programa com a exceção da Missa e do Encontro de Coros. As comemorações encerrariam com um concerto na Capela Imaculada, no Seminário Menor.

Aquando da apresentação do programa comemorativo, em janeiro de 2016, Paulo Cunha afirmou que esta homenagem aos sacerdotes famalicenses “não pretende ser um simples exercício de memória”, antes, “a valorização da exemplaridade incontestada destas duas personagens que deixaram um legado cultural forte e influenciaram positivamente tantas instituições da região”.

“Estamos perante duas personalidades que deixaram um legado riquíssimo, que puseram todo o seu conhecimento ao serviço da sociedade. Ao sublinharmos o seu mérito queremos manter vivas as suas criações, também como estimulo para investirmos nas nossas qualidades”, acrescentou, na altura, o autarca famalicense.

Pe. Benjamim Salgado, compositor, natural de Joane

Pe. Benjamim Salgado, compositor, natural de Joane

Benjamim Salgado nasceu na freguesia de Joane em 1916.

Ao longo da sua vida, foram múltiplas as atividades em que se desdobrou, desde o ensino, não apenas da música, mas também do português; à fundação e direção de coros e orfeões; ao jornalismo, tendo sido diretor do Correio do Minho; à política, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, entre 1965 e 1969. Foi diretor da Casa de Camilo e diretor artístico da Fundação Cupertino de Miranda. Ainda na área da cultura, Benjamim Salgado foi o responsável pelo enriquecimento da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco com as doações valorosíssimas das bibliotecas particulares de Nuno Simões e de Vasco de Carvalho.

Seide São Miguel, em 1916, foi a freguesia que viu nascer o Padre Manuel Faria.

Pe. Manuel Faria, compositor natural de Seide

Pe. Manuel Faria, compositor natural de Seide

Foi professor no Seminário de Braga, e dirigiu, entre outros, o Orfeão da Reguladora de Famalicão e o Orfeão de Braga. Fundou e dirigiu a “Nova Revista de Musica Sacra” e colaborou na Rádio Renascença, nas revistas “Theológica” e “Cenáculo” e no jornal Diário do Minho.

Em 1963 foi nomeado Cónego da de Braga. Foi agraciado postumamente, em 2 de julho de 1984, com o Grau de Comendador da Ordem de Santiago de Espada.

Fontes: Helena Pereira sugeriu os músicos Teresa Correia (viola d’arco), Sara Veloso (violino), Flávio Azevedo (violino).

Igreja Matriz de Landim

Órgãos de tubos do concelho de Vila Nova de Famalicão [5]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja Paroquial de Joane

[ Divino Salvador ]

Igreja Matriz de Joane

Igreja Paroquial de Joane

A Igreja Paroquial de Joane, na vila do mesmo nome, possui um órgão de dois manuais e pedaleira com acoplamentos construído por Paul Ott em 1965.

Enquadramento

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de JoaneMontra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Pedaleira

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Igreja Paroquial de Vermoim

[ Santa Maria ]

Igreja Matriz de Ribeirão

[ Igreja Paroquial ] [ de São Mamede ]

Igreja Matriz de Ribeirão

Igreja Matriz de Ribeirão

Construída no início do século XX, a Igreja Paroquial de Ribeirão foi ampliada e restaurada em 1998.

Possui um órgão histórico da autoria de António José dos Santos, construído em 1874, restaurado em 2016 pela JMS Organaria. com a colaboração das empresas Bom Organum e JF Organpipes. Segundo a JMS Organaria, “esta intervenção recuperou a conceção organeira original, através do restabelecimento do diapasão, plano fónico e mecânica de notas e registos original daquele que foi o mais prestigiado mestre organeiro ativo no Norte de Portugal na segunda metade do século XIX, devolvendo, igualmente, ao instrumento o esplendor ornamental da sua caixa.”

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Manuais

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Igreja Paroquial de Telhado

Igreja Matriz de Telhado

Igreja Paroquial de Telhado

A Igreja Paroquial de Telhado possui um realejo histórico atribuído a Manuel de Sá Couto (1836) restaurado por JMS Organaria e N_Restauros em 2019.

Positivo de armário com as portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Telhado

Órgão da Igreja Paroquial de Telhado

Igreja Matriz de Landim

[ Igreja Paroquial ] [ do antigo Mosteiro de Landim ]

Igreja Matriz de Landim

Igreja Matriz de Landim

A Igreja Matriz de Landim faz parte de antigo mosteiro agostinho masculino. Tem vasta cerca e edifício de planta composta, construído nas épocas românica, maneirista, barroca e rococó, formado por igreja de planta poligonal, com endonártex, nave principal e lateral de dois tramos, capela-mor bastante profunda, também de dois tramos, e torre sineira quadrangular adossada lateralmente, à fachada principal, e antigas dependências monacais, transformadas em residência no séc. XVVIII, desenvolvidas lateralmente, com claustro retangular, adossado à fachada lateral da igreja e corpos justapostos formando grande pátio, aberto para o exterior. Do período românico conserva-se a estrutura base da igreja, nomeadamente a nave central, metade da capela-mor e a estrutura do primeiro piso do claustro. Ainda se conservam alguns arcos e capitéis medievais aplicados nas arcadas cegas da capela-mor e restos que pertenceriam às arcadas do claustro, um deles decorado com entrançados. Conserva-se ainda, a cruz pátea da empena da nave, frisos axadrezados, encaixados nas paredes da capela-mor, os contrafortes, a parte superior do portal lateral que comunicada com o claustro, e a cobertura da capela-mor. No jardim junto à fachada lateral existem três arquivoltas que pertenceriam possivelmente aos portais principal e lateral N.. Do período maneirista conserva-se a fachada principal da igreja, a torre sineira, a nave lateral, acrescentada à nave única que existia, e o claustro. A fachada principal apresenta arcada plena e tripla, de acesso ao endonártex, encimada por nichos com imagens alusivas à Ordem e junto ao remate outro nicho com imagem da padroeira. A torre sineira, austera, apresenta no coroamento gárgulas de canhão e guarda vazada, simulando balaustrada. [ Leia MAIS. ]

Tribuna e órgão

Órgão da Igreja Matriz de Landim

Órgão da Igreja Matriz de Landim

No Portal do Cidadão, Sítio Oficial do Município de Vila Nova de Famalicão, era notícia, a 22 de Março de 2005:

“A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai suportar parte dos custos da intervenção do restauro do órgão da igreja do Mosteiro de Landim. A garantia foi deixada pelo presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, durante uma visita de trabalho à igreja do Mosteiro de Landim, realizada na última quinta-feira, onde o autarca se inteirou do andamento das obras de conservação e valorização que estão a decorrer neste importante monumento histórico.

O órgão de tubos, datado do início do séc. XVIII, é de grande valor histórico e patrimonial, sendo que é também muito raro (só existe mais um na Península Ibérica). O seu estado de degradação tinha já motivado a decisão do Conselho Económico e Pastoral de Landim avançar com a realização de um referendo para avaliar a disponibilidade dos paroquianos em suportar as despesas inerentes à recuperação do órgão. No entanto, face ao anúncio do presidente da Câmara, deixa de ser necessário recorrer ao referendo, o que agradou bastante ao pároco de Landim, padre Armindo Freitas. “Depois das garantias dadas pela Câmara Municipal não faz mais sentido realizar o referendo, o que é muito bom”, assinalou.

A intervenção que deverá custar cerca de 225 mil euros, será alvo de uma candidatura a fundos do Estado, como aconselhou Armindo Costa.

De acordo com o autarca, “a Câmara não podia ficar indiferente à necessidade de restaurar e conservar um instrumento tão importante para a valorização do património histórico famalicense”.

No que respeita às obras de conservação e valorização do Mosteiro, Armindo Costa realçou “o bom andamento da empreitada”, salientando que, “das cinco fases encetadas, falta apenas concluir a que se refere ao restauro da talha, dos altares e imagens e a relacionada com os arranjos na envolvente à igreja do mosteiro”.

Acompanhado pelo pároco da freguesia, o autarca destacou “a importância da cooperação entre o Ministério da Cultura, a Câmara Municipal e a paróquia de Landim, na conclusão da empreitada”.

Enaltecendo a importância da recuperação da igreja para a valorização da freguesia de Landim, Armindo Costa não escondeu o interesse do município em ver revalorizado aquele monumento.

As obras de valorização do Mosteiro, que implicam um investimento global de 500 mil euros, deverão estar concluídas no final do ano, permitindo a salvaguarda de um dos exemplares mais ricos e emblemáticos do estilo românico de Entre-Douro e Minho, classificado como imóvel de interesse público desde 1996.”