Tag Archive for: música em Vila Nova de Gaia

Auditório Municipal de Gaia
Auditórios de Gaia

Salas de espetáculo do Concelho em destaque

Canelas

Auditório Maestro Cesário Costa

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

O Auditório Maestro Cesário Costa é, desde 18 de junho de 2021, uma realidade na freguesia de Canelas, em Vila Nova de Gaia. Num investimento a rondar os 930 mil euros, a Câmara Municipal de Gaia apostou na construção deste novo equipamento para servir a população, quer do ponto de vista de serviços de apoio à comunidade, quer no contexto do desenvolvimento de atividades culturais.

Canelas que, de acordo com os censos de 2011, tem 13.459 habitantes, não dispunha, ainda, de um espaço público para albergar serviços de apoio à população ou de infraestruturas que permitam desenvolver atividades de caráter cultural de apoio às diversas coletividades existentes. Este novo espaço conta, ainda, com uma sala comunitária apta à realização de exposições, conferências e diferentes eventos culturais e sociais, apoiados por bastidores técnicos, copa, sanitários e arrumos de equipamentos e mobiliário, privilegiando a interação da vivência do espaço interior com o espaço exterior. A intervenção incluiu, também, os arranjos exteriores na envolvente ao edifício, com requalificação de passeios e jardins da avenida Alves de Oliveira.

Auditório Maestro Cesário Costa

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

Grijó

25 de abril foi mais do que a celebração da Liberdade para a União de Freguesias de Grijó e Sermonde. Depois de meses de um trabalho árduo, foi inaugurado o novo auditório da freguesia, uma referência local e concelhia. “O novo auditório Maestro José Gomes é “uma obra que em tempos de pandemia se projetou para ser a Casa da Cultura, do Associativismo, do encontro da comunidade com a Arte, um espaço único, necessário e essencial para que continuemos no caminho do progresso e do desenvolvimento das nossas populações”, explicou César Rodrigues, presidente a União de Freguesias.

O novo espaço, com capacidade para cerca de 230 pessoas (com acessos para pessoas de mobilidade reduzida), não resultou de uma construção de raiz. Localizada no Espaço Mais Grijó, a infraestrutura nasce de um protocolo de cedência a título não oneroso com os gestores do espaço, o que permitiu viabilizar o projeto e diminuir os custos, tendo contado com o apoio da Câmara Municipal de Gaia.

“Esta é uma obra que servirá o Concelho de Vila Nova de Gaia e todos os Gaienses, não existem fronteiras, nem limites desde que as portas de entrada desta sala se abriram”, concluiu César Rodrigues, deixando uma justa homenagem ao profissional que deu nome a este novo espaço: o Maestro José Gomes, presente na cerimónia, juntamente com a sua família.

“Na hora de decidir o nome a atribuir a este auditório, foi unânime a vontade que fosse a de um filho da terra, alguém que marcasse a história deste povo e que estivesse ligado à arte de ensinar a música”, justificou o presidente da união de freguesias.

Auditório Maestro José Gomes

Auditório Maestro José Gomes

Auditório Maestro José Gomes

Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia

Valadares

O Cine-Teatro Eduardo Brazão foi inaugurado em 12 de fevereiro de 1928 com um espetáculo pela célebre Companhia de Teatro de Amélia Rey Colaço – Robles Monteiro, tendo, durante décadas, constituído um importante pólo de difusão cultural e de lazer da região.

Cine-Teatro Eduardo Brazão, Valadares, créditos O Gaiense

Cine-Teatro Eduardo Brazão, Valadares, créditos O Gaiense

A sua construção ficou a dever-se a Alexandre Marta da Cruz, seu fundador, homem notável, chegado a Valadares em 1921, oriundo de África, grande impulsionador do desenvolvimento local.

O evoluir dos tempos provocou a lenta degradação do “Eduardo Brazão” até que a Câmara de Municipal de Gaia, exercendo o “direito de preferência”, adquiriu o espaço em setembro de 1992, primeiro passo para a sua requalificação entregue ao arquiteto Joaquim Massena, acompanhado pelo Escultor José Rodrigues e pelo Pintor José Emídio.

Cine-Teatro Eduardo Brazão

Cine-Teatro Eduardo Brazão

A 19 de maio de 2007 deu-se a inauguração do requalificado e ampliado Cine-Teatro Eduardo Brazão, tendo a parte cultural integrado um espetáculo com a presença de Carlos do Carmo.

Rua Prof. Amadeu Santos – Valadares
4405-510 Vila Nova de Gaia

Vila Nova de Gaia

O Auditório Municipal de Gaia (AMG) é um dos espaços nobres da atividade cultural do Município de Vila Nova de Gaia, localizado na rua de Moçambique, formando com a Biblioteca Pública Municipal um complexo cultural.

O Auditório abriu ao público no dia 13 de Junho de 1997. A Orquestra Gulbenkian, sob a direção do maestro Max Rabinovitsj, realizou o concerto de abertura, interpretando obras de Ludwig Van Beethoven e Franz Joseph Hayden.

Decorridos 20 anos o AMG sofreu um intervenção estética e técnica, que o requalificou, passando a constituir uma referência na zona envolvente. A reabertura ao público aconteceu no dia 9 de setembro de 2018 com um concerto com a participação do músico gaiense Rui Massena, com o projeto Rui Massena  Band.

Auditório Municipal de Gaia

Auditório Municipal de Gaia

Fontes: CMG

Sociedade Filarmónica de Crestuma
Filarmónicas de Vila Nova de Gaia

Bandas de Música, história e atualidade

  • ACMA – Associação Cultural e Musical de Avintes
  • Banda Musical Leverense
  • Sociedade Filarmónica de Crestuma
  • Sociedade Musical 1º de Agosto
Associação Cultural e Musical de Avintes

Associação Cultural e Musical de Avintes (ex-Banda Musical de Avintes), é uma associação sem fins lucrativos, de cultura, recreio e de solidariedade, com o Estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, fundada em 1842. É a Associação mais antiga de Avintes e uma das mais antigas do concelho de Vila Nova de Gaia, dedicando-se essencialmente ao ensino da Música e à divulgação das Artes em geral.

Foi agraciada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, em 1994, com a Medalha de Mérito da Cidade (classe ouro) e pela Junta de Freguesia de Avintes, em 1995, com a Medalha de Honra da Vila (classe prata). É membro da Federação das Coletividades do Distrito do Porto, do INATEL, da Federação da Cultura Portuguesa, da Associação Portuguesa de Musicoterapia, da Academia de Coletividades do Distrito do Porto, da Associação das Coletividades de Vila Nova de Gaia e da Federação Portuguesa de Bilhar. Em 2008 foi homenageada pela Associação das Coletividades de Vila Nova de Gaia, como a “Figura Gaiense do Ano 2008”, como reconhecimento do trabalho na divulgação da cultura em geral, e da música em particular.

Banda da ACMA

Associação Cultural e Musical de Avintes

Associação Cultural e Musical de Avintes

A ACMA é constituída por diversas “valências”, nomeadamente, Banda Musical (“ex-libris” da Associação), Academia de Música e Artes (música e dança), Grupos Instrumentais (sopros, metais e percussão), Grupo Coral, Orquestra Ligeira, Escola de Ensino Específico Especializado (apoio a deficientes), Desporto (federado e manutenção), Ambiente e Centro de Apoio Educativo (apoio escolar).

No ano de 1842, aquando da sua chegada a Avintes, o abade Manuel Francisco de Andrade, resolveu formar uma “Banda” que o mesmo dirigiu. Com o decorrer dos anos outras bandas apareceram, nomeadamente as do Cancela, do Cunha, a do Augusto e a dos Bombeiros Voluntários que, fruto de várias divergências e cisões, acabariam por resultar na Banda Musical de Avintes.

Entre os regentes da Banda, destaca-se Domingos Francisco da Silva que a dirigiu durante quarenta anos. Sucederam-lhe António Almeida Silva, Daniel Oliveira Silva, Manuel Poço Sanches e José da Silva Ferreira, apenas durante um ano. Durante dez anos (1996 a 2006), foi seu diretor artístico Lino Pinto. Foi adquirido algum instrumental e implementados novos métodos organizativos e de gestão na Associação. Em 2006, passou a ser diretor artístico Hugo Oliveira que assegurou a direção da Banda até 2009. Atualmente, o diretor artístico é Ruben Castro, músico “nascido e criado” na escola de música da Banda de Avintes.

A Banda Musical de Avintes é composta por cerca de 60 elementos executantes, grande parte dos quais alunos de escolas superiores e profissionais de Música, conservatórios e da Academia de Música e Artes da Associação.

Em 2008 participou no II Concurso de Bandas, organizado pelo Ateneu Artístico Vilafranquense, em Vila Franca de Xira, concorrendo às categorias de: Concurso de “Bandas em Desfile”; Prémio “Tauromaquia” e “2ª Categoria”, tendo-se classificado em 1º lugar nas “Bandas em Desfile”.

Banda Musical Leverense

A Banda Musical Leverense foi fundada em 1832, sendo então Pároco, o Reverendo José Pinto Aleixo.

A sua fundação ocorreu durante o conturbado período das Guerras Liberais, como fruto da influência que tinham sobre a sociedade civil, as forças militares então instaladas na “Fábrica de Arcos de Ferro” e “Arcos de Verguinha”. Estas unidades fabris situavam-se na Quinta do Engenho, e produziam diferentes materiais bélicos, facto que contribuiu para que a primeira denominação desta Banda tivesse sido “Banda Marcial de Lever”. Poucos registos sobraram da sua primitiva organização. Apenas se sabe que os primeiros diretores foram D. Sá da Casa de Mourães, D. Vergueiro do lugar da Mata e D. Januário do Abrecôvo.

BML

Banda Musical Leverense

Banda Musical Leverense

Ao longo da história, destaca-se a família Rocha que ao longo de 82 anos, envolvendo três gerações, conduziu os destinos da Coletividade.

Instituição de Utilidade Pública desde 1993, BML foi agraciada com a Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

A Banda teve como maestros nomes como Manuel Gomes, Luís Monteiro, Elias Conceição, António Costa, António Conceição, Hélder Magalhães e, desde 2006, André Ferreira.

Fazem parte da Banda Musical Leverense: Filarmónica – constituída por cerca de 65 elementos, a maioria jovens com formação em conservatórios ou escolas superiores de música; Bandinha – formada por cerca de vinte dos músicos mais novos; Academia de Música – funciona com todas as vertentes de formação musical, classe de conjunto e instrumento, acompanhadas por professores qualificados para as diversas disciplinas; Grupo Coral – formado por cerca de 20 elementos, centrando a atividade em cerimónias religiosas.

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Com a sua própria Sede Social, à Rua Central, 408, freguesia de Crestuma, na margem esquerda do rio Douro, no Concelho de Vila Nova de Gaia, foi a Sociedade Filarmónica de Crestuma fundada a 1 de julho de 1921. Foram regentes João Luís Meireles, Artur da Graça Sampaio, António de Sousa Júnior, Timóteo Augusto, Joaquim Luís Meireles, Hermenegildo Campos, Rodolfo Campos, Joaquim Costa, José Moura, José Miguel B. Monteiro.

Alguns dos seus executantes viriam a tocar em bandas e orquestras de renome: Banda da Força Aérea, Banda da GNR, Ex-Infantaria 1, Ex-Infantaria 6, Banda da Região Militar do Norte, Orquestra do Norte, Banda da Polícia do Comando Metropolitano do Porto, Clássica do Porto, Gulbenkian, Orquestra da Opera de São Carlos, Quarteto de Metais de Lisboa. Outros tornaram-se regentes de bandas e professores do Conservatório. Alguns dos músicos frequentam o Conservatório Regional de Gaia, Universidade de Aveiro e Universidade do Minho.

SFC

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Em 1944, participou com sucesso num concurso em Lisboa. Foi finalista do Festival de Bandas, organizado pela E.D.P ., em 1985/86. Em 1994, tomou parte do I Encontro de Bandas de Música, dos Municípios Ibérico – Ribeirinhos do Douro, realizado em Aranda del Duero – Espanha. Participou no IV Encontro de Bandas Ibéricas do Troviscal, em 2006. Organizou o I Festival Internacional de Bandas Filarmónicas de Crestuma, no qual marcaram presença, para além da Banda de Crestuma, a Banda Musical de Oliveira, Barcelos e a Orchestre D’Harmonie de Chinon, França.

Aquando da celebração das Bodas de Diamante, recebeu por unanimidade da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a medalha de Ouro de Mérito Municipal.

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Sociedade Musical 1º de Agosto

A Sociedade Musical 1º de Agosto foi fundada em 1916, depois de outra banda que tinha existido em Coimbrões e se extinguiu. Em 1916 quando um grupo de homens falou com o músico da G.N.R. Manuel Salgueiral para aceitar a regência da Banda Musical em formação. Manuel Salgueiral dirigiria a Banda ao longo de 47 anos. A Banda é composta por cerca de 50 elementos sendo a sua maioria jovens que frequentam os conservatórios de Música de Gaia e Porto. Tem a sua Escola de Música que visa a formação de possíveis músicos para a Sociedade Musical 1º de Agosto.

SF1A

Sociedade Musical 1º de Agosto

Sociedade Musical 1º de Agosto

Em 2005 gravou o primeiro CD, intitulado “o Segundo Sonho”, que inclui temas como “Horizonte da Razão”, “Pop in the spots”, “La France”, “Mexican Trumpets”, “Recordações do Passado 2”, “Cidade de Gaia”, “Unter dem doppeladler” e “Hino 1º de Agosto”. Na altura, era  dirigida pelo Maestro António Salgueiral.

Em 1997, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia atribuiu a medalha de mérito Municipal (classe ouro). A direção liderada por Mafalda Ferreira deu seguimento ao trabalho desenvolvido pelas anteriores direções. A Sociedade Musical 1º de Agosto adquiriu a sua sede social em 1999. Desde 2011, conta com o maestro José Alexandre Silva Sousa.

Troféu “Alberto da Silva Ramos” (1888-1963)”

O Troféu “Alberto da Silva Ramos” é uma homenagem ao primeiro presidente e fundador da Sociedade Filarmónica de Crestuma, uma figura importante na história da música e cultura da região e desta instituição. O prémio visa reconhecer o papel fundamental de todos os que contribuíram significativamente para a música e cultura na vila de Crestuma e município de Vila Nova de Gaia, e incentivar outras personalidades a seguirem este exemplo.

O troféu é entregue anualmente, no decorrer do Concerto de São José, em março, a uma individualidade que se tenha destacado pela sua contribuição para a Sociedade Filarmónica de Crestuma, seja como músico, compositor, diretor ou patrono e benfeitor da causa musical, filarmónica e cultural em Crestuma e Vila Nova de Gaia.

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó
Folclore em Vila Nova de Gaia

Grupos folclóricos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo de Danças e Cantares de Serzedo
  • grupo etnográfico de Sandim
  • Grupo Folclórico A rusga de Arcozelo
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma
  • Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro
  • Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso
  • Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão
  • Rancho Folclórico da Juventude em Marcha de Crestuma
  • Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho
  • Rancho Folclórico do Centro Popular do Areinho (Oliveira do Douro)
  • Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival
  • Rancho Folclórico de Canelas
  • Rancho Folclórico de Canidelo
  • Rancho Folclórico de Lever
  • Rancho Folclórico de Perosinho
  • Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha
  • Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso
  • Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso
  • Rancho Folclórico São Salvador de Grijó
  • Rancho Regional de Gulpilhares
  • Rancho Regional de Olival
Grupo de Danças e Cantares de Serzedo

O Grupo de Danças e Cantares de Serzedo é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

GDCS

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo

grupo etnográfico de Sandim

O grupo etnográfico de Sandim é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral. Está integrado na  Casa da Eira Associação Cultural fundada a 18 de dezembro de 1996 para recolha e divulgação das artes tradicionais.

GES

Grupo Etnográfico de Sandim

grupo etnográfico de Sandim

Grupo Folclórico A rusga de Arcozelo

Aos numerosos grupos de rapazes e raparigas, vindos de longas distâncias, que cantavam e dançavam, até ao local da festa, chamavam-se rusgas. Por este facto, quiseram as pessoas de Arcozelo, dar ao seu Grupo Folclórico o nome de “ A rusga de Arcozelo“. O Grupo foi fundado em 1978, tendo comemorado o seu 40º Aniversário em 2018 (1978-2018). Está sediado na Vila de Arcozelo, Concelho de Vila nova de Gaia, pertencendo à região do Douro Litoral “Terras da Feira. É membro da Federação do Folclore Português e têm-se dedicado, desde a sua fundação, a um trabalho de recolha, pesquisa e reconstituição de tradições populares.

FGRA

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo, cantando as janeiras na Câmara Municipal

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo, cantando as Janeiras na Câmara Municipal

Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

O Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma foi fundado a 13 de julho de 1990. Crestuma é uma vila na margem sul do rio Douro, Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto. Outrora Crestuma foi uma localidade fortemente industrializada e um ponto de passagem para quem descia ou atravessava o rio. Barcos carregados com o vinho do Porto, carvão ou granito vindos do Douro tinham paragem obrigatória em Crestuma. A nível industrial é de salientar a forte predominância das metalurgias e os têxteis, como estandartes da vila. Crestuma é terra, por excelência, de trabalhadores têxteis e metalúrgicos que adicionavam à sua labuta diárias tarefas de pescador, barbeiro, cesteiro, sapateiro, ferreiro, padeiro, leiteiro, entre outras.

No que se refere à maneira de vestir e pensar dos seus antepassados, o nosso folclore assenta nas bases das tradições durienses, nomeadamente das festas, arraiais e romarias desta zona, marcada pela ruralidade e pela proximidade com o rio. Muito apoiado pela população, foi iniciado o trabalho de recolha dos usos e costumes das gentes da região nos inícios do séc. XIX. As danças têm origem nas concentrações que a população fazia no fim do trabalho nas romarias, festas e arraiais.

Nestas reuniões não faltavam os instrumentos musicais como: bombo, concertina, pandeireta, viola.

Os trajos do grupo reproduzem de forma fiel os utilizados em meados de 1900. Questões como o material, a cor e textura foram estudados por forma a criar: trajos de trabalho, trajos de lavradores ricos, trajos de lavradores remediados, trajos de noivos, trajos de louvar a Deus, trajos de romaria, palhoça, varino, entre outros. Fruto das recolhas são também as danças do grupo, como por exemplo, os viras, as rusgas, o malhão, a tirana, a rabela, e muitas outras características da região.

O Grupo participou em diversos festivais internacionais, Espanha e França (1998), Bulgária (2001), Bélgica (2002), Itália (2003), Hungria (2005). Deu a conhecer Crestuma de norte a sul de Portugal, incluindo as ilhas da Madeira (2006) e Açores (2004).

Grupo Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

grupo etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro

O Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

GFTBD

Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro

Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro

Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso

O Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFLP

Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso

Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso

Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão

O Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFTP

Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão

Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão

Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho

O Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFDSVA

Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho

Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho

Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival

O Rancho Folclórico Danças e Cantares de Santa Maria de Olival é uma associação cultural da freguesia de Olival, no concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral. Fundado em 1977, foi legalizado notarialmente em 1980. É membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 1983.

RFDCSMO

Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival

Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival

Rancho Folclórico de Canelas

O Rancho Folclórico de Canelas  é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFC

Rancho Folclórico de Canelas

Rancho Folclórico de Canelas

Rancho Folclórico de Canidelo

O Rancho Folclórico de Canidelo representa a Cultura Etnográfica de Canidelo, uma das 24 freguesias do Concelho de Vila Nova de Gaia, com cerca de 40 mil habitantes e situa-se junto ao mar e à foz do rio Douro. Representa a região do Douro Litoral. Canidelo foi em tempos uma terra de grandes plantações de morangos, do cultivo do milho, do centeio e de grandes plantações de canas, daí a derivação do seu nome, Canidelo. A realização de cortejos de oferendas no passado deu origem à formação de um Rancho na Freguesia. Fundado a 1 de junho de 1979, com o nome de Associação Rancho Folclórico as Camélias de Lavadores, a 10 de junho do mesmo ano viu o seu nome alterado para Rancho Folclórico de Canidelo. Feita a recolha de adereços, dos trajes usados no tempo, dos utensílios do campo e outros adereços, bem como das danças e cantares, iniciou a sua atividade por todo o País, e deslocou-se a Espanha e França. Filiado no INATEL desde 1996, é reconhecido pela Câmara de Gaia com o grau de mérito e medalha de prata em 2004, sócio efetivo da Federação de Folclore Português desde 2009. Goza do Estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública desde 2010.

Rancho Folclórico de Canidelo

Rancho Folclórico de Canidelo

Rancho Folclórico de Lever

O Rancho Folclórico de Lever é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFL

Rancho Folclórico de Lever

Rancho Folclórico de Lever

Rancho Folclórico de Perosinho

O Rancho Folclórico de Perosinho é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFP

Rancho Folclórico de Perosinho

Rancho Folclórico de Perosinho

Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha

O Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFSFM

Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha

Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha

Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso

O Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso foi fundado em 1975. A sua atividade desenvolve-se na representação das danças, usos e costumes de Vilar do Paraíso. Sócio fundador da Federação do Folclore Português, representa o Douro Litoral.

RFVP

Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso

Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso

Rancho Folclórico do Centro Popular de Trabalhadores do Areinho

O Rancho Folclórico do Centro Popular de Trabalhadores do Areinho – Oliveira do Douro – é uma coletividade que foi fundada a 01 de Dezembro de 1963 por um grupo de cerca de 20 pessoas. A designação inicial era Centro de Recreio Popular do Areinho, nome alterado para o atual em 1974, aquando da inscrição no INATEL.

Pioneiros em folclore na freguesia de Oliveira do Douro, em tempos tiveram grupos de teatro amador, música e até sessões de cinema.

Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso

O Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral.

RFCNSM

Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso

Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó

O Rancho Folclórico São Salvador de Grijó é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral.

RFSSG

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó

Rancho Regional de Gulpilhares

O Rancho Regional de Gulpilhares (Associação Desportiva, Recreativa e Cultural do Rancho Regional de Gulpilhares), é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral. Fundado em 1936, o Rancho Regional de Gulpilhares é um notável embaixador do folclore da região a que pertence.

Criado para recolher, preservar e difundir a tradição popular herdada dos seus maiores tem procurado, desde o início, manter-se fiel ao ideal que norteou os seus fundadores – a autenticidade das recolhas e a seriedade do espetáculo exibido. Os trajes do grupo são bem distintos: o de festa e o de trabalho. Alguns procuram recriar figuras do passado, que desapareceram ou estão em vias de desaparecer. É o caso da mulher que coze o pão, da leiteira, do podador, da romeira, do moleiro, do feirante, do carreteiro, do moço da soga; trajo de ir à missa, rico e menos rico: com capa pelas costas e com saia, respetivamente; a mulher que vendia as galinhas, a farrapeira, etc. O homem do varino e da palhoça são, já hoje, também uma saudosa recordação. A tocata arranca as suas velhas melodias de instrumentos característicos do tempo e da região: ferrinhos, violas, violões, cavaquinhos, concertinas, tambor e reco-reco.

As danças são numerosas e algumas bem conhecidas. A famosa “Rusga ao Senhora da Pedra”, o “Malhão” de Gulpilhares – que tem corrido o mundo – os “viras”, as “Pastorinhas”, o “Velho”, a “Cana Verde Vareira”, a “Ciranda”, o “Furta ou Pai do Ladrão”, e a maravilhosa “Tirana”, um regalo de ritmo e de coreografia.

O RRG é membro efetivo da Federação do Folclore Português.

RRG

Rancho Regional de Gulpilhares

Rancho Regional de Gulpilhares

Rancho Regional de Olival

O Rancho Regional de Olival é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral.

RRO

Rancho Regional de Olival

Rancho Regional de Olival

Santa Cecília na cúpula do coreto Arte Nova de Canelas

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Vila Nova de Gaia

Avintes

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Mural de azulejos em homenagem ao cantor Adriano Correia de Oliveira por António Carmo, situado em Avintes à entrada Parque Biológico de Gaia.

Canelas

Santa Cecília na cúpula do coreto Arte Nova de Canelas

Santa Cecília na cúpula do coreto Arte Nova de Canelas

Coreto Arte Nova de Canelas

Coreto Arte Nova de Canelas

Coreto Arte Nova de Canelas

Coreto Arte Nova de Canelas

Compositores no teto do Coreto de Canelas

compositores no teto do Coreto de Canelas

O coreto foi construído pela Serralharia Artística do Corvo e inaugurado no dia de São João de 1907. Este coreto de arte nova, em ferro forjado, tem planta octogonal, com seis metros de diâmetro. Rendilhado, ostenta cúpula coroada no exterior com uma belíssima imagem de Santa Cecília e no interior, oito medalhões com os retratos pintados de conceituados compositores (Verdi, Wagner, Beethoven Shubert, Auber, Alfredo Keil e César Morais, compositor natural da terra).

Solar Condes de Resende

Busto de Beethoven no Solar Condes de Resende

Busto de Beethoven no Solar Condes de Resende

Busto de Beethoven no Solar Condes de Resende, do escultor António Pinto

Valadares

Teto do Cineteatro Eduardo Brazão

Teto do Cine-teatro Eduardo Brazão

Pedro Travanca, fagote, natural de Gaia
Músicos naturais do Concelho de Vila Nova de Gaia

O Musorbis é um grande projeto de mapeamento musical do País sem financiamento público. Colabore, divulgue, informe, partilhe e ajude.

António Pinho Vargas

António Pinho Vargas nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1951. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras do Porto. Diplomou-se em Composição no Conservatório de Roterdão em 1990, onde estudou 3 anos com o compositor Klaas de Vries, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi condecorado pelo Presidente de República Portuguesa com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em 1995. É professor de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa desde 1991. Frequentou cursos e seminários de composição com Emmanuel Nunes em Portugal, John Cage e Louis Andriessen na Holanda, Gyorgy Ligeti na Hungria e Franco Donatoni em Itália.

António Pinho Vargas, compositor, natural de Gaia

António Pinho Vargas, compositor, natural de Gaia

Saiba mais AQUI.

Daniela Anjo

Natural de Vila Nova de Gaia, Daniela Anjo iniciou os estudos musicais em contexto familiar, tendo ingressado posteriormente no Conservatório de Música de Vila Nova de Gaia. Um ano depois passou a frequentar o Conservatório de Música do Porto, tendo aí concluído o curso complementar com nota máxima. Durante este período foi bolseira de mérito da Fundação Calouste Gulbenkian.

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Isabel Anjo

Isabel Anjo fez os estudos académicos no Conservatório de Música do Porto na classe de Francisco Ferreira, e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, onde concluiu a licenciatura em saxofone com Henk van Twillert. Obteve a Profissionalização em Serviço na Universidade Aberta e a Pós-Graduação em Ciências da Educação (especialização em Políticas Educativas) na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Frequentou cursos de aperfeiçoamento de Saxofone com Jean Yves Formeau, Pierric Lemain, Joel Batteau, Stephane Laporte, Vincent David, Ed Bogard, Claude Delangle, Henk van Twillert, Mario Marzzi, Rob Hauser, Bart Kok e José Massarão.

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Isabel Anjo, saxofone, de Vila Nova de Gaia

Isabel Anjo, saxofone, de Vila Nova de Gaia

Pedro Travanca

Pedro Miguel Carvalho Alves Travanca nasceu a 7 de fevereiro de 2000, sendo natural de Vila Nova de Gaia. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos em Fagote, na classe de Cláudia Torres, na Escola de Música de Perosinho (EMP).

Em 2018, deu início à licenciatura na área de interpretação instrumental – variante de Fagote, na Universidade do Minho, na classe de Roberto Erculiani, tendo feito parte de diversos projetos de orquestra ao longo do percurso académico. Terminou a licenciatura em 2021, com média de 17 valores.

Integrou a Orquestra Sinfónica da Igreja da Lapa, a Orquestra Ópera no Património, a Orquestra Xove Vigo 430 (Jovem Vigo) e mais recentemente, a Orquestra de Guimarães, onde tem vindo a desenvolver uma atividade regular.

Participou em classes de aperfeiçoamento com vários fagotistas amplamente conhecidos como José Pedro Figueiredo, Paulo Martins, Raquel Saraiva, Ricardo Ramos, Vera Dias, Virgílio Oliveira, Rui Lopes, Andrea Zucco, Hugues Kesteman, Erkki Suomalainen, David Tomàs Realp, Massimo Ferreti e Giorgio Mandolesi.

Foi dirigido pelos maestros Paulo Martins, Fernando Marinho, Cesário Costa, Pedro Neves, José Ferreira Lobo, Vítor Matos, Jan Wierzba, Hans Casteleyn, Roberto Gardón Baltar e José María Moreno.

Pedro Travanca faz ainda parte do Quinteto Sinestesia. Com este grupo, do qual é fundador, teve a possibilidade de ser laureado com um Segundo lugar no “VI Odin International Music Online Competition” (Dublin, Irlanda), com uma Menção Honrosa no “II ISCART Competition” (Lugano, Suíça), com o Primeiro lugar no “The 4th International Moscow Music Competition” (Moscovo, Rússia) e com o Terceiro lugar no “Marker And Pioneer International Music Competition” (Los Angeles, Califórnia, EUA). Todos estes prémios foram atribuídos na categoria de música de câmara, nas idades compreendidas entre os 18 e 25 anos. O grupo terminou a cadeira de música de câmara com nota de 20 valores.

Frequenta o Mestrado em ensino de música na Universidade do Minho.

Pedro Travanca, fagote, natural de Gaia

Pedro Travanca, fagote, natural de Gaia

Jorge Simões da Hora
Jorge Simões da Hora, natural de Gaia

Jorge Simões da Hora, natural de Gaia

Ruben Castro

Natural do concelho de Vila Nova de Gaia, Ruben Castro iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Gaia. É Licenciado em Trompete pela Universidade de Aveiro e frequentou cursos de aperfeiçoamento com Philip Smith, Stephen Mason, Hakan Heidenberger, André Henry, John Aigi Hurn, Kevin Wauldron, Charles Butler , Jorge Almeida e Fernando Ribeiro. Foi Coordenador da Licenciatura em instrumento e Professor no Instituto Piaget de Mirandela.

Ruben Castro, trompetista, de Vila Nova de Gaia

Ruben Castro, trompetista, de Vila Nova de Gaia

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Sara Meireles

Natural de Vila Nova de Gaia, Sara Meireles é licenciada em Canto na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco. Prosseguiu os estudos em Milão, no Conservatório Giuseppe Verdi. Em concerto destacam-se as interpretações da Paixão Segundo S. Mateus de J.S. Bach e cantatas e concertos para o Natal do mesmo compositor. Em ópera foi Belinda em “Dido e Aeneas” de Henry Purcell, Valencienne na “Viúva Alegre” de Franz Lehár e Berenice na “L’occasione fa il ladro” de Gioachino Rossini. Participou na primeira edição do Concurso Jovens Intérpretes de Música Antiga.

Sara Meireles, cantora, de Gaia, créditos Neuza Cardão

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Adriano Correia de Oliveira

Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e de sua mulher, Laura Correia, Adriano Correia de Oliveira (n. Porto, 9 de abril de 1942 — m. Avintes, 16 de outubro de 1982) foi um músico português, intérprete da Canção de Coimbra e cantor de intervenção. Nascido no Porto, mudou-se para Avintes com poucos meses de vida. Criado numa família profundamente católica, a infância de Adriano Correia de Oliveira é marcada pelo ambiente que descreveria mais tarde como «marcadamente rural, entre videiras, cães domésticos e belas alamedas arborizadas com vista para o rio [Douro]».

Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes. Em 1983 foi feito Comendador da Ordem da Liberdade e a 24 de abril de 1994 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ambas as condecorações a título póstumo. Adriano Correia de Oliveira é patrono da EB2/3 de Avintes e tem um painel de azulejos que lhe é dedicado à entrada do Parque Biológico de Gaia, em Avintes. Existem ruas com o seu nome em Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia, Ovar, Loures, Moita, Custóias (Matosinhos). Em Lisboa existe também uma Escola EB1 Adriano Correia de Oliveira.

Adriano Correia de Oliveira

Adriano Correia de Oliveira, cantor de intervenção

Adriano Correia de Oliveira, cantor de intervenção

Igreja Matriz de Grijó
Órgãos de tubos do concelho de Vila Nova de Gaia [11]

Com um rico património cultural e religioso, Gaia é um dos concelhos portugueses com 10 ou mais órgãos de tubos. Destaque para um organista com importância a nível nacional, Joaquim Simões da Hora (Vila Nova de Gaia, 2 de maio de 1941 – Lisboa, 1 de abril de 1996), organista, professor e produtor português. Têm disciplina de órgão o Conservatório Regional de Gaia e a Escola de Música de Perosinho, lecionando nesta escola o organista e professor André Bandeira, licenciado pela Universidade de Aveiro, onde estudou Órgão sob orientação de Domingos Peixoto e Edite Rocha,, mestrado em Performance em 2013.

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nos seguintes edifícios do Concelho:

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau

Na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau em Gaia existe um órgão histórico da autoria de José Joaquim da Fonseca, construído no século XIX, congénere do Órgão da Igreja Paroquial da Foz do Sousa, restaurado por JMS Organaria.

Conservatório Regional de Gaia

Conservatório Regional de Gaia

Conservatório Regional de Gaia

O Conservatório Regional de Gaia possui no Salão Nobre um órgão de tubos.

Igreja do Corpus Christi

Igreja do Corpus Christi

Igreja do Corpus Christi

A Igreja do antigo convento do Corpus Christi possui um órgão histórico da autoria de Manuel Sá Couto, construído em 1828.

Igreja de Avintes

No coro alto por cima da entrada, a Igreja Paroquial de São Pedro de Avintes possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, reformulação, 1860, restaurado pelo organeiro autodidata Manuel dos Santos Fonseca em 2000.

Igreja Matriz de Avintes, créditos Biblioteca Pública de Avintes

Igreja Matriz de Avintes, créditos Biblioteca Pública de Avintes

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Avintes

Órgão da Igreja Paroquial de Avintes

Veja AQUI o álbum Pinterest do órgão.

Igreja de Grijó

Igreja Matriz de Grijó

Igreja Matriz de Grijó

Em tribuna própria do lado da Epístola, a Igreja do antigo Mosteiro de São Salvador de Grijó, Igreja Paroquial, apresenta um órgão de dois teclados manuais [ II; (16+17) ], da autoria de Manuel Sá Couto, construído por volta de 1800, inventariação e projeto de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com sede em Esmoriz, opus, 20, em 1996, restaurado pela mesma Oficina e Escola de Organaria, em 2003, opus 40.

Órgão em tribuna do lado da Epístola

Órgão da Igreja do Mosteiro de Grijó

Órgão da Igreja do Mosteiro de Grijó

Igreja de Gulpilhares

Igreja Matriz de Gulpilhares

Igreja Matriz de Gulpilhares

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Ó de Gulpilhares possui órgão de tubos.

Igreja de Mafamude

Igreja Matriz de Mafamude

Igreja Matriz de Mafamude

Na Igreja Paroquial de São Cristóvão de Mafamude, o  coro alto sobre a entrada alberga um órgão histórico de um teclado manual [ I ; (7+7) ], da autoria de Manuel Sá Couto construído por volta de 1800, restaurado em 1996 pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, opus 13.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Mafamude

Órgão da Igreja Paroquial de Mafamude

Igreja de Oliveira do Douro

Igreja Matriz de Oliveira do Douro

Igreja Matriz de Oliveira do Douro

A Igreja Paroquial de Santa Eulália de Oliveira do Douro possui um órgão de um teclado manual [ I;6 ] construído por José Joaquim Fonseca em 1878, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, opus 25, em 1998.

Igreja de Santa Marinha

Igreja Matriz de Santa Marinha

Igreja Matriz de Santa Marinha

A Igreja Paroquial de Santa Marinha possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, construído entre 1815-1820, restaurado em 2000 por António Simões.

Igreja de Valadares

Igreja Matriz de Valadares

Igreja Matriz de Valadares

A Igreja Paroquial do Divino Salvador de Valadares possui um órgão histórico Manuel de Sá Couto?, séc. XIX.

Igreja de Vilar de Andorinho

Igreja Matriz de Vilar de Andorinho

Igreja Matriz de Vilar de Andorinho

O coro alto da Igreja Paroquial do Divino Salvador de Vilar de Andorinho alberga um órgão histórico de um teclado manual e seis meios registos [ I ; (6+6) ] construído por Manuel de Sá Couto, em 1817, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, em 2011, opus 56.

Montra do órgão com portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Vilar de Andorinho

Órgão da Igreja Paroquial de Vilar de Andorinho

Igreja de Vilar do Paraíso

Igreja Matriz de Vilar do Paraíso

Igreja Matriz de Vilar do Paraíso

A Igreja Paroquial de São Pedro de Vilar do Paraíso possui órgão de tubos.