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Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba
Folclore em Viseu

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Beira Alta (Viseu, Dão, Lafões e Terras do Demo)
  • Distrito: Viseu
  • Concelho: Viseu

06 grupos

  • Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba
  • Rancho Folclórico As Costureirinhas de Cavernães
  • Rancho Folclórico da Associação “As Cabacinhas de Santiago”
  • Rancho Folclórico de Abraveses
  • Rancho Folclórico de Gumirães
  • Rancho Folclórico de Torredeita
Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba

O Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Viseu, freguesia de Rio de Loba. Em Rio de Loba, em determinadas épocas do ano, cantavam-se as Janeiras, os Reis e o Lamentar das almas. Nas tardes de domingo, ao som da gaita de beiços e outros instrumentos rudimentares, rapazes e raparigas faziam grandes bailaricos, quase sempre com a presença por perto dos pais protetores.

Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba

Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba

O Grupo Folclórico tenta manter vivas estas tradições e passá-las às novas gerações. O rancho é possuidor de vários trajes de trabalho como: malhador, mulher da eira, homem da rega, mulher da ceifa, vendedores, moleiros, trajes domingueiros, de romaria e outros, bem como ferramentas e objetos utilizados nos trabalhos rurais, na época que representa, primeiros anos do século XX. As suas danças sempre de roda, são de trabalho, romaria e de terreiro.

Rancho Folclórico As Costureirinhas de Cavernães

Num planalto em que se avista a Serra da Estrela e se debruça sobre o encantador vale do Dão, situa-se Cavernães, sede de freguesia do seu Rancho Folclórico “As Costureirinhas” de Cavernães. O Rancho surgiu na sequência da atividade que vinha sendo desenvolvida desde 1933 por um grupo de tricanas, que se foi mantendo até 1966, data em que os responsáveis de então decidiram constituir um autêntico rancho folclórico, ao qual lhe atribuíram a designação de “As Costureirinhas”, pelo facto de em Cavernães, desde o último quartel do penúltimo século, ter existido uma escola de costura, por onde passaram um sem número de raparigas da região.

Em 1976, a Associação do Rancho Folclórico “As Costureirinhas” de Cavernães inicia o seu processo de legalização, sendo que, no ano de 1990, foram alterados os estatutos desta Associação para uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social). Desde então, a Associação tem como objetivos o apoio à população na sua área de intervenção, nomeadamente, a Infância, Juventude e Terceira Idade, nos domínios recreativos, formativos, culturais, educativos e sociais, que são mantidos até aos dias de hoje.

Em 2001, foi inaugurado o edifício onde desde então funcionam as instalações do ATL, atividades do Rancho Folclórico e o Jardim de Infância. Com as crescentes preocupações sociais, a Direção decidiu construir um edifício onde pudessem funcionar as valências de Lar, SAD e Creche. Este edifício ficou concluído em 2011, e as suas valências tiveram início em setembro do mesmo ano. Desde então têm sido prestados os serviços sociais mais índoles para as pessoas carenciadas.

Rancho Folclórico da Associação “As Cabacinhas de Santiago”

O Rancho Folclórico da Associação “As Cabacinhas de Santiago” é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Viseu.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Abraveses

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Abraveses é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Viseu, freguesia de Abraveses. Foi nesta terra que em 1935 se criou oficialmente a Casa do Povo de Abraveses, uma das mais antigas do País que tem, atualmente, o estatuto de Instituição Particular de Solidariedade Social/IPSS.

Por volta de 1940, surgiu na instituição o Rancho Folclórico da Casa do Povo da Freguesia de Abraveses, que alguns anos depois se veio a desmantelar. O atual grupo renasceu em 1990, mantendo o rigor dos trajes e danças de outrora, tendo feito a sua primeira atuação em público em junho de 1991, integrada nas festas de Abraveses. Tem atuado em vários festivais de folclore, festas e romarias de norte a sul de Portugal, Espanha, bem como em França onde participou nas comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades.

Desde 1993, realiza, anualmente, no último sábado de junho, o seu festival de folclore. As nossas danças e cantares, com muita beleza e simplicidade, como simples é o povo da Beira, são originárias de recolhas efetuadas na região da Beira Alta, especialmente no concelho de Viseu. Estas e outras recolhas etnográficas estão documentadas no trabalho do grupo, em DVD, tornado público em  2008.

Rancho Folclórico de Gumirães

O Rancho Folclórico de Gumirães é uma associação de natureza etnográfica sediada em Gumirães, Concelho de Viseu.

Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros

O Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros foi fundado em 1978. Recolheu todos os variados aspetos da herança cultural popular da sua região e tem divulgado por diversos meios boa parte dos ensinamentos recolhidos.

Veste-se com o rigor de pormenores que o caraterizam.

Viajou pelo País, do Minho aos Açores, para participar em importantes festivais de folclore, onde levou com simplicidade a sua mensagem de verdade.

Fez diversas atuações no estrangeiro, designadamente, no Brasil, em Espanha, na Holanda e em França, onde ganhou um primeiro prémio de qualidade folclórica.

Organizou, por 42 vezes, o seu festival de Folclore.

É pioneiro na realização de Encontros de Cantares da Quadra Natalícia de que já levou a efeito 37 eventos.

Mantém ainda em atividade um grupo de cantares populares e um grupo de zés-pereiras.

Gravou programas de rádio e de televisão em Portugal e no estrangeiro.

Construiu um edifício de três pisos para a sua sede onde, para além de outros setores de natureza social, instalou as muitas dezenas de milhar de documentos do seu Museu Etnográfico, bem como importante Biblioteca, criando assim um valioso Centro de Documentação especializado em Cultura Tradicional e Popular que mantém ao dispor de grupos, de estudiosos, de investigadores.

Rancho Folclórico de Torredeita

O Rancho Folclórico de Torredeita é uma associação de natureza etnográfica da antiga freguesia de Torredeita, concelho de Viseu, fundada em 1963. É o elemento gerador do Ecomuseu de Torredeita, que se propõe explicar, através da ecologia e da vida tradicional das populações, as potencialidades da Beira, de modo a favorecer uma fecunda reanimação cultural, visando o desenvolvimento que crie riqueza e estabeleça também as diferenças da identidade nacional.

O essencial da coreografia da Beira Alta está na roda. Tendo o Beirão o culto da lógica, tudo na dança obedece a marcações impostas pelo significado das palavras.

Os seus trajes, recolhidos na região, são originais e antigos usando-se, por vezes, cópias para os preservar. Representam o estrato social e económico de antigamente: trajes de trabalho, de ir à missa, de casamento, de lavrador abastado, de cerimónia.

O traje da mulher é simples e castiço e a Capucha de burel, briche ou saragoça, dá-lhe cunho singular e inconfundível dentro da indumentária portuguesa. O xaile de merino com franja é também usado e constitui peça de muito valor. Assumem importância as finas saias de armur e de merino, as blusas com rendas de bilros e os lenços de seda. Calçam tamanquinhos ou chinelas com meias de lã rendadas.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico do Caçador

A Beira Alta é uma zona bastante rica nas suas tradições e foi a necessidade de preservar os valores da sua identidade que levou, em 1983, a formar a Associação Cultural e Recreativa do Rancho Folclórico do Caçador, coletividade que engloba sectores da Cultura, Recreio e Desporto, incluindo o Rancho Folclórico do Caçador.

  • O Rancho tem por objetivos:
  • Recolher, preservar e divulgar toda a herança cultural popular da sua região;
  • Defender e valorizar o património cultural em geral;
  • Promover a valorização cultural e social das pessoas ligadas a ele;
  • Representar, da melhor maneira possível, a cultura da região, por todos os locais do continente, regiões autónomas e estrangeiro.

“Caçador…a Alma das suas gentes” é o título de um trabalho discográfico que constitui uma homenagem às suas gentes e uma herança para os vindouros. Neste trabalho regista-se a reconstrução de algumas das vivências do povo da região por alturas do primeiro quartel do século XX.

Coro Misto do Orfeão de Viseu
Coro Mozart

O Coro Mozart nasceu em Viseu, em 2005. Tem atualmente cerca de 55 coralistas e é dirigido por Dionísio Vila Maior Interpreta todo o seu repertório (orquestrações previamente gravadas) a 4, ou mais vozes. Conta com mais de 750 concertos e 14 DVD gravados. Nos seus registos incluem-se pop & rock, musical, gospel, música étnica, jazz, blue, soul, funk, música popular portuguesa, música ligeira portuguesa, música popular brasileira, música ligeira francesa, música popular russa, fado e música clássica.

Coro Mozart

Coro Mozart

Orfeão de Viseu

O Orfeão de Viseu é uma instituição cultural e recreativa constituída em 29 de maio de 1929, na cidade de Viseu, com o objetivo de ocupar os tempos livres dos viseenses, através do cultivo da arte e da música. A primeira apresentação pública data de 18 de Maio de 1930, no Avenida-Teatro, em Viseu, sob a regência do senhor cónego Barreiros. Constituíam o grupo cerca de 120 vozes masculinas que, pela primeira vez, entoaram o hino do Orfeão, a par de outras peças em polifonia. O enorme êxito obtido nesta primeira apresentação, relevado nos jornais da época, deu alento para aceitar os convites que logo surgiram dos concelhos limítrofes a Viseu.

Seguiram-se atuações nas mais diversas localidades do País. Adotou então, como lema, “Pela Arte e pela Beira”, e por Viseu e pela Beira continua a divulgar a sua arte e a sua música, como autêntico embaixador da cultura e arte da cidade de Viseu. Ao longo dos tempos, o Orfeão de Viseu promoveu diversas iniciativas culturais, nas áreas do canto polifónico, da música instrumental do teatro e do desporto. Organizou concursos de literatura e poesia, exposições diversas, tertúlias, cafés-concerto e recitais de música erudita; homenageou as grandes figuras de Viseu que estiveram associadas à vida da coletividade e colaborou em campanhas de solidariedade, com donativos angariados em espetáculos por si promovidos.

Em 1980 organizou o seu I Encontro de Coros de Viseu. Seguiram-se outros encontros de coros da sua responsabilidade, primeiro, integrados no programa oficial da Feira Franca de São Mateus, depois, incorporados nas comemorações do aniversário desta prestigiada instituição de cultura e recreio. Entre 1984 e 1985 participou em vários programas na RTP.

Desde que se constituiu, o Orfeão de Viseu tem percorrido o País de norte a sul, e atuou no estrangeiro, Salamanca e Teruel (Espanha) em 1991, representando a cidade de Viseu numa semana de Cultura Portuguesa; em Varese, Ispra e Milão (Itália) em 1992, a convite do Centro de Investigação da CEE (Euratom); em Lugano (Suíça), no mesmo ano, a convite da comunidade emigrante local; em Espanha, em Ciudad Rodrigo, em 1994, no âmbito dos Encontros de Coros do IP5. Em 2001 participou no Festival de Música Sacra na cidade de Lugo (Espanha) e, em 2002, no Encontro Internacional de Coros da cidade de Cariño (Galiza –Espanha). Em 2008, participou no I Festival de Música Sacra em homenagem ao compositor D. José del Moral, em Segóvia, promovido pelo Coral Voces de Castilla (Segóvia).

O Orfeão de Viseu ostenta no seu currículo a atribuição de diversos galardões, como sejam a Medalha de Reconhecimento dos Padrões da Grande Guerra, o título de Comendador da Ordem de Benemerência e o reconhecimento de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública. Em 2004 foi agraciado pela Câmara de Viseu com a Medalha de Mérito Municipal, pela atividade desenvolvida ao longo de 75 anos ao serviço de Viseu e da região da Beiras. Recebeu ainda o prémio ANIM’ARTE, destinado à melhor instituição cultural do Distrito. É sócio honorário de diversas coletividades e instituições culturais do País.

Coro Misto do Orfeão de Viseu

Coro Misto do Orfeão de Viseu

Schola Cantorum – Coro de Câmara

O Coro de Câmara “Schola Cantorum”, do Orfeão de Viseu, é um grupo recente que surgiu pela vontade de um grupo de amigos que tinham em comum o gosto pela música e que se juntaram para executar um repertório de Canto Gregoriano e Música Medieval. Ao fazê-lo, sentiram que podiam dar um contributo em iniciativas promovidas pelas autarquias e associações de âmbito cultural, e por reconhecerem que na região não havia conhecimento de qualquer outro grupo que se dedicasse, expressamente, a este género de música. O grupo mantém o objetivo de divulgar o Canto Gregoriano através do seu estudo e execução, mas está apostado em evoluir para outros géneros musicais, mantendo sempre o formato de Coro de Câmara.

Banda Filarmónica de Ribafeita

Filarmónicas de Viseu

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Ribafeita

A Banda Filarmónica de Ribafeita foi fundada a 29 de setembro de 1884, por entusiastas filhos de três famílias abastadas, os Garridos, os Sobraleiros e os Carpinhas, que se prontificaram a custear, ou angariar, os fundos necessários para a aquisição de instrumentos e a cativar executantes e futuros executantes para as suas fileiras. Contaram com a arte do primeiro Maestro-Regente, o Mestre Cristo. Foi ele um sargento músico reformado. Seguiram-se-lhe o Sr. Américo, Manuel Pereira, José Alves, André Santos, Carlos Cardoso, José Resende,  Alfredo Macedo.

Foi Banda de Música de Ribafeita até 1950, Banda Estrela da Beira até 1993 e tornou-se Banda Filarmónica de Ribafeita, por escritura pública, em 19.10.1993. Inaugurou a sua sede no 125º aniversário no dia 11 de outubro de 2009 onde funciona a escola de música e salão de ensaios. A Banda participa regularmente em vários eventos, nomeadamente em encontros de bandas; concertos, arruadas e festas religiosas um pouco por todo o país.

Destacam-se a comemoração do dia cultural na Feira de São Mateus; receção ao Presidente da República Cavaco Silva, as Comemorações do Centenário da República, centenário da Morte de Beata Rita Amada de Jesus, a colaboração com o Teatro Viriato. Com quatro dezenas de executantes, conta atualmente com a direção artística do Maestro Ricardo Leão.

BFR

Banda Filarmónica de Ribafeita

Banda Filarmónica de Ribafeita, Viseu

Liliana Aparício, acordeonista, de Viseu
Músicos do Concelho de Viseu

Sítio em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Almeida Campos (folclorista, 1890-1956)
  • André Cardoso (guitarra)
  • Anícia Costa (piano)
  • António Carlos Coelho (guitarra)
  • Augusto Hilário (fadista, 1864-1896)
  • Avantino de Sousa (m. 2016, guitarra portuguesa)
  • Bruno Cabral (acordeão)
  • Campos Coelho (pianista, 1903-1988)
  • Carlos Ferreira (violino)
  • Carlos Peninha (guitarra)
  • Carlos Viçoso (viola de fado e fingerstyle)
  • Daniel Coelho (guitarra)
  • Daniel Simões (Canto ou Piano)
  • Elizete Bayan (soprano, 1938)
  • Flávio Rodrigues (acordeão)
  • Francisco Pereira (guitarra portuguesa)
  • João Costa (baterista)
  • João Dias (cantor e acordeonista)
  • João Paulo Sousa (guitarra portuguesa)
  • José Carlos Sousa (composição)
  • Liliana Aparício (acordeonista)
  • Liliana Duarte (organista)
  • Mara Pedro (fadista, 1998)
  • Marina Ferreira (saxofone)
  • Miguel Rodrigues (baterista)
  • Francisco Mendes (músico)
  • Nancy Brito (acordeão)
  • Octávio Sérgio (guitarrista, 1937)
  • Paula Sobral (guitarra)
  • Pedro Rebelo (composição, 1972)
  • Rodrigo Gonçalves (acordeão)
  • Rui Figueiredo Rodrigues (acordeão)
  • Teletuna
Anícia Costa

Natural de Viseu, Anícia Costa iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão”, integrando a classe de José Miguel Amaral.

Em 2012, ingressou na Universidade de Aveiro, na Licenciatura em Música, onde trabalhou com os Professores Nancy Lee Harper e João Bettencourt da Câmara. Estudou Música de Câmara com António Chagas Rosa e Helena Marinho. Em 2017 concluiu, na referida instituição, o Mestrado em Ensino de Música – variante de Piano sob a orientação da Professora Shao Xiao Ling.

É docente de Piano no Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão” onde desempenha também a função de pianista acompanhadora. Paralelamente, no que diz respeito a atividades extracurriculares relacionadas com música, leciona piano no Colégio da Via-Sacra (Viseu).

Anícia Costa

Anícia Costa, piano, de Viseu

Anícia Costa, piano, de Viseu

Ao longo do seu percurso, Anícia Costa tem participado em classes de aperfeiçoamento orientadas por conceituados pianistas, tais como Madalena Soveral, Paulo Oliveira, Maria Gabriela Quel, Luís Pipa, Marian Rybicki, Carles Lama, Jean Fassina, entre outros. Apresentou-se com recitais de música de câmara em várias cidades do País, com destaque para Angra do Heroísmo, Aveiro e Viana do Castelo. Em 2018 participou no Festival de Música de Viseu com um recital de piano a 6 mãos, com as pianistas Ana Cristina Mota Pinto e Svitlana Kocheleva.

António Carlos Coelho

António Carlos Coelho nasceu em 1989 na cidade de Viseu. Iniciou o seu percurso na Música numa Associação Cultural ingressando posteriormente no Conservatório Regional de Música de Viseu, Dr. José Azeredo Perdigão. Encaminhou os seus estudos para o Violino, instrumento no qual completaria o curso complementar sob a coordenação da Professora Ana Serrano. No decorrer deste trajeto, estudou também Guitarra Clássica na classe dos professores André Cardoso e Paula Sobral, na mesma Instituição. Mais tarde prosseguiu a sua formação no Instituto Jean Piaget licenciando-se em Educação Musical. Paralelamente ultimou os seus estudos complementares em Guitarra Clássica com André Madeira no Conservatório de Música de Coimbra.

Concluiu a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino da Música, Guitarra Clássica, no Instituto Jean Piaget sob a orientação de Augusto Pacheco e de Alexandre Andrade.

Na qualidade de instrumentista participou em produções musicais orientadas pela Associação “Contracanto”, em conjunto com a Orquestra Poema e demais músicos adjacentes. Fez parte da Big Band Poema. Apresenta-se numa vertente bastante eclética abraçando diferentes estilos musicais entre o Jazz e a Pop/Rock. É membro integrante do Quarteto de Guitarras de Viseu e do TriunViriato, cruza a sua atividade com vários instrumentistas a destacar o duo de Guitarra e Canto. É membro da Orquestra “Guitarrofonia” com a qual tem realizado inúmeros concertos. Foi solista com a Orquestra Filarmonia das Beiras, interpretando “Concierto de Andaluz” de Joaquín Rodrigo e tem marcado presença em festivas pelo País.

Esteve presente em classes de aperfeiçoamento orientadas pelos professores Tal Hurwitz, Pedro Rodrigues, Fábio Zanon, Carlos Bonell, Goran Krivokapic,Margarita Escarpa Judicael Perroy, Artur Caldeira, Marco Tamayo, Roberto Aussel, Thibault Cauvin, entre outros. Participou no II estágio internacional de Cordas dedilhadas de Braga com o guitarrista, compositor e maestro Leo Brouwer. No seu percurso estiveram também presentes outros instrumentos que não só a Guitarra Clássica com os quais se cruzou e tocou em duo e em pequenos grupos de câmara.

Orientou o I estágio de Orquestra de Guitarra Clássica realizado em Foz Côa. Leciona Guitarra Clássica e Classe de conjunto no Conservatório de Música de Viseu e Conservatório de Música da Jobra.

António Carlos Coelho, guitarrista, de Viseu

António Carlos Coelho, guitarrista, de Viseu

Carlos Peninha

Carlos Peninha é o nome artístico de Carlos Alberto Carvalho Marques, nascido em Viseu, em 14 de maio de 1962.

É guitarrista e multi-instrumentista autodidata desde os 12 anos. A partir de 1982 estudou nos conservatórios de Música de Aveiro, Porto e Viseu, e na Escola de Jazz do Porto onde estudou com Carlos Azevedo e Mário Barreiros e Pedro Barreiros, tendo frequentado mais tarde formação sobre música e improvisação com Jimmy Weinstein através da Traveling School Playjazz.

Em 1987 foi professor de piano jazz na Escola de Jazz do Porto durante dois anos e posteriormente profissionalizou-se como professor de Educação Musical na Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

Foi cofundador do Quinteto de Jazz de Viseu, o primeiro grupo de Viseu a tocar música de influência jazz, em 1986, onde tocou piano e compôs grande parte do reportório.

No final dos anos 80 foi responsável pela realização e programação dos primeiros Encontros de Jazz de Viseu que teve duas edições no Hotel Príncipe Perfeito em Viseu onde tocaram músicos nacionais e internacionais assim como projetos viseenses.

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Francisco Pereira

Nascido em Viseu a 25 de fevereiro de 1997, Francisco de Oliveira Pereira vive entre Mangualde, sua terra natal, e Lisboa, e iniciou a sua atividade musical com apenas seis anos. No 6º ano de escolaridade ingressou no ensino articulado da música onde descobriu a sua verdadeira vocação – a guitarra portuguesa. Desde então, aprendeu este instrumento pelas mãos do professor João Paulo Sousa no Conservatório Dr. José Azeredo Perdigão em Viseu. Em todos os anos de estudo nesta instituição foi premiado no concurso interno de instrumentistas.

Depois de completar o oitavo grau do conservatório, ingressou na licenciatura de Guitarra portuguesa na Escola Superior de Artes Aplicadas. É neste momento licenciado em guitarra portuguesa pelo mestre Custódio Castelo.

Lecionou na Academia de música de Trancoso, Mêda e fez parte do corpo docente da escola de música de Belmonte. Continua a lecionar a título individual. Fez parte de diversos grupos/projetos e acompanhou diversas vozes do distrito de Viseu. Pelo mundo fora, tem vindo a acompanhar grandes nomes do panorama nacional como Ana Moura, Cuca Roseta, Mafalda Arnauth, Sara Correia, entre outros.

Trabalha regularmente em Lisboa, nas maiores casas de fado como o Clube de fado, Faia, Sr. vinho, Adega Machado, Casa de Linhares, entre outras.

Francisco Pereira, guitarra portuguesa

Francisco Pereira, guitarra portuguesa

Liliana Aparício

Natural de Viseu, Liliana Aparício iniciou os estudos musicais aos 7 anos com Bruno Cabral. Em 2000 participou no VI Concurso de Alcobaça dinamizado por Aníbal Freire, tendo ganho o 4º lugar na Categoria Infantil; e em 2001 participou no VII Concurso de Alcobaça dinamizado, também, por Aníbal Freire, tendo ganho o 3º lugar na Categoria Infantil. Entre 2001 e 2009 frequentou o Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão de Viseu, tendo terminado o Curso Complementar Supletivo de Instrumento (Acordeão), na classe de Abel Moura, estudando e trabalhando com outros acordeonistas como Nuno Silva, Nancy Brito e Bruno Cabral.

Durante estes anos participou em inúmeras audições dinamizadas pelo Conservatório de Música de Viseu, tanto no auditório do mesmo, como na Biblioteca Municipal de Viseu, Museu Grão Vasco, Teatro Viriato, Centro Paroquial de Viseu, Palácio do Gelo, entre outros. Participou, também, em Concertos com a Orquestra de Acordeões da Área Metropolitana de Viseu dirigida por Abel Moura, em Viseu, Mangualde, Cascais, Sernancelhe, Moimenta da Beira, Aveiro, entre outros.

Participou nos diversos Festivais de Música da Primavera de Viseu dinamizados pelo Conservatório de Música de Viseu, em concertos e Workshops. Ainda no âmbito destes festivais participou, em 2009, no Concurso de Instrumentistas do Conservatório de Música de Viseu, onde obteve o 1º Lugar na Categoria D – Instrumento (Acordeão).

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Liliana Aparício, acordeonista, de Viseu

Liliana Aparício, acordeonista, de Viseu

Liliana Duarte

A organista Liliana Duarte é natural de Viseu. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos no Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão em Viseu. Frequentou o curso de Órgão com os professores André Bandeira, Nuno Alexandrino e Celina Martins.  Em 2017 concluiu a Licenciatura em Música na Universidade de Aveiro, onde estudou Órgão sob a orientação de António Mota. Posteriormente, ingressou no Mestrado em Ensino de Música na mesma Universidade, tendo concluído os estudos no ano de 2019.

Frequentou e continua a participar ativamente em cursos de aperfeiçoamento no âmbito da música antiga, nomeadamente, direção coral, canto gregoriano e órgão. Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas por organistas internacionais como Johann Vexo, organista da Notre Dame de Paris, Martin Baker de Inglaterra, e nacionais como João Paulo Janeiro, Edite Rocha e António Mota.

Em 2018, orientou a organização de um Concurso de Órgão a nível nacional em parceria com a AMPO (Associação Musical Pro-Organo). No mesmo ano, a 28 de julho, foi convidada para realizar um Concerto a solo no Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário em Fátima, integrado no Ciclo de Concertos. Colaborou como organista em dois concertos com a Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro, onde foram interpretadas as seguintes obras musicais – “The Planets” de Gustavo Holst e “Angels in the Architecture” de Frank Ticheli.

Atualmente exerce as funções de docência na área especializada – Instrumento – no Conservatório de Música da Jobra na Branca e no Colégio de São Teotónio em Coimbra. Orienta e dirige uma Escola de Música numa associação social em Viseu. Além da docência, exerce as funções de organista na paróquia de São Pedro de France. É organista convidada da Igreja da Misericórdia de Viseu para a promoção e realização de concertos no âmbito da comemoração pastoral e do museu da Igreja, acompanha regularmente o coro misto de Santos Evos e vários coros do distrito de Aveiro.

Liliana Duarte, organista, de Viseu

Liliana Duarte, organista, de Viseu

Mara Pedro

Mara Pedro nasceu a 9 de dezembro de 1998, em Viseu, Portugal. Oriunda de uma família sem raízes fadistas, despertou para o fado aos 4 anos, quando ouviu pela primeira vez a voz de Amália Rodrigues, numa barraquinha de feira popular, em Aveiro.

Aos 4 anos fez a sua primeira apresentação numa conferência médica, no auditório da cidade da Guarda, deixando a plateia admirada com a sua voz e postura descontraída em palco. Com 9 anos, venceu o concurso, “Alverca dá voz ao Fado”. Sagrou-se vencedora absoluta, no Festival da Canção “Clave de Prata” em Lisboa, com a canção inédita, Povo Intemporal, com melhor letra, melhor música e melhor interpretação, sendo a música criada por Mara Pedro e interpretada ao piano por José Carmo, músico e amigo da fadista. Realizou o seu primeiro concerto a solo, na Feira de S. Mateus 2009, em Viseu, seguindo-se 2010, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016.

Com 10 anos, no Coliseu do Porto, cantou ao lado de Maria da Fé, no aniversário dos 50 anos de carreira da fadista. Participou no álbum de música infantil: A Casinha do Drax, com o tema Cores. Venceu o concurso de Fado amador, em Olhos de Água, Algarve. Foi Prémio Revelação do Fado, no auditório Pedro Ruivo, em Faro. Venceu o concurso de fado, de Vila Real de Santo António, concorrendo com jovens entre os 20 e os 25 anos, sendo ela a mais jovem concorrente. Venceu o prémio Artista Revelação, em Armação de Pera, Algarve. Foi Prémio Anim’Arte, revelação na música. Com 12 anos realizou o seu primeiro concerto internacional em Paris. Integrou a grande reportagem O Melhor de Portugal, juntamente com o escritor Lobo Antunes, para o Canal Art, na Alemanha. Participou nos concursos televisivos: Portugal Tem Talento na SIC e Uma Canção para Ti na TVI, sendo disputada na época, pelos dois canais portugueses, visto ter concorrido aos dois e, sem esperar, passou em todas as eliminatórias, chegando à final nos dois concursos.

Leia AQUI a biografia completa.

Mara Pedro, fadista, de Viseu

Mara Pedro, fadista, de Viseu

Pedro Rebelo

Pedro Rebelo nasceu em Viseu, em 1972. O seu trabalho é caracterizado pelo uso da improvisação e estruturas interdisciplinares. Tem colaborado em diversos projetos com artistas plásticos e tem como tema central de investigação a relação entre arquitetura e música na criação de performance interativa e instalação.

O seu trabalho mais recente, em composição, inclui uma série de encomendas de obras para solistas e eletrónica em tempo real, que têm com base a interpretação de espaços acústicos específicos. No contexto do duo “l a u t” com a saxofonista Franziska Schroeder, executa obras e improvisação com eletrónica e media digital que lidam com o desenvolvimento de interfaces e controlo em performance interativa. O seu trabalho é regularmente apresentado em festivais internacionais.

Pedro Rebelo leciona Design Digital no Departamento de Arquitetura da Universidade de Edimburgo, onde lhe foi atribuído o grau de doutoramento com a tese “Composição Musical e Arquitectura Virtual”, sob a orientação de Peter Nelson e Richard Coyne.

Teletuna

A Teletuna, pertencente ao Clube Portugal Telecom, Secção Local de Viseu, nasceu em 1995 a partir da iniciativa de alguns colegas trabalhadores da PT de reunir um elenco de músicos e cantores com o intuito de revisitar e reavivar um repertório de música genuinamente portuguesa, do cancioneiro nacional. Desde então a Teletuna mantém ensaios semanais, sob a direção de Sónia Sobral, um elenco regular de elementos, ex-trabalhadores do Grupo PT e alguns familiares e amigos, tendo vindo a enriquecer o seu repertório com novas recolhas, representado muito condignamente a sua cidade.

A Teletuna marcou presença em diversos eventos regionais e nacionais, em lares de idosos e outras instituições de solidariedade social, em festas populares na província da Beira Alta e na tão formosa Feira de São Mateus. No estrangeiro, a Teletuna esteve também no Luxemburgo, a convite da Federação das Associações Portuguesas do Luxemburgo, em 2003 e em 2007, na Casa de Viseu no Rio de Janeiro, em 2005 e ainda no Festival Medieval em Lublin, na Polónia, a convite da Câmara Municipal de Viseu, em Agosto de 2010.

Com dois trabalhos discográficos editados, “Canto de Encanto” editado no final do ano de 1999, “Em linha” editado no mês de Maio de 2003, e ainda uma compilação dos dois primeiros num último disco em 2010, pretendendo-se não só registar o empenho de todos os elementos, mas também divulgar a nossa música por todo o país e além fronteiras.

Em 2016, nasceu pela autoria da Teletuna “Bigode em Cetim”, uma canção que mereceu o primeiro videoclipe, disponível no Youtube e no Facebook da Teletuna. Mais recentemente, em 2018, criou o projeto “Teletuna para a Voz”, um espetáculo musico-teatral que recorda as referências do passado que constroem o futuro. Foi um projeto desenvolvido em torno de algumas Instituições de Solidariedade Social de Viseu, apoiado pelo Município, no qual resultou a “Canção de Rodas” e o respetivo videoclipe, disponível na plataforma do YouTube.

Durante o confinamento de 2020, a Teletuna fez o seu primeiro teletrabalho para celebrar os seus 25 anos de aniversário da forma que lhe foi possível, assinalando-os com a gravação da canção “Marinheiro”, uma homenagem também aos “marinheiros” da saúde, disponível na sua página de Facebook.

Fontes: Liliana Aparício facultou a informação relativa a André Cardoso (guitarra), Anícia Costa (piano), António Carlos Coelho (guitarra), Bruno Cabral (acordeão), Carlos Ferreira (violino), Daniel Coelho (guitarra), Daniel Simões (Canto ou Piano?), Flávio Rodrigues (acordeão), Francisco Pereira (guitarra portuguesa), João Paulo Sousa (guitarra portuguesa), José Carlos Sousa (composição), Marina Ferreira (saxofone), Nancy Brito (acordeão), Paula Sobral (guitarra), Rodrigo Gonçalves (acordeão), Rui Figueiredo Rodrigues (acordeão). Francisco Pereira deu a informação relativa a Francisco Pereira Carlos Viçoso (viola de fado e fingerstyle), João Dias (cantor e acordeonista), Francisco Mendes (músico), Avantino de Sousa (m. 2016, guitarra portuguesa), Miguel Rodrigues (baterista), João Costa (baterista). Sónia Sobral facultou a informação relativa à Teletuna.

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Augusto Hilário

Augusto Hilário, fadista

Augusto Hilário, fadista

Augusto Hilário tem ruas com o seu nome em Viseu e Oeiras.

Campos Coelho

Campos Coelho, pianista e pedagogo

Campos Coelho, pianista e pedagogo

Tocador de flauta, em azulejo colorido, Viseu

MÚSICA À VISTA

Pormenores de Iconografia Musical no Concelho de Viseu

Para rotas de cultura em musicoturismo

Tocador de flauta, em azulejo colorido, Viseu

Tocador de flauta, de Joaquim Lopes

Tocador de flauta, em painel de azulejo colorido, de Joaquim Lopes, Rossio, Viseu

A 17 de maio de 2019, o Executivo Municipal aprovou a proposta de classificação do Painel de Azulejos do Rossio. Esta aprovação final da classificação do Painel, inaugurado a 13 de dezembro de 1931, como “Património de Interesse Municipal” é o culminar de um processo de reconhecimento, salvaguarda e proteção iniciado há um ano pelo Município de Viseu, e que foi sujeito com sucesso ao crivo legal devido. Esta proteção legal reforça as garantias de salvaguarda deste importante património cultural de Viseu, isenta de qualquer arbitrariedade. O Painel de Azulejos do Rossio constitui hoje, e desde há muito, um dos mais importantes ícones de Viseu. Ocupa, assim, um lugar marcante e insubstituível na paisagem urbana e na representação imagética e simbólica da “cidade-jardim” e do Rossio (em que se insere), das tradições da Beira Alta e da cidade da Feira de São Mateus. Se no plano urbanístico adquiriu forte singularidade paisagística, nos planos identitário e turístico conquistou o estatuto de um símbolo. Assinada por um dos mais reputados nomes da primeira geração de artistas modernistas portugueses, o pintor portuense Joaquim Lopes, a obra configura a criação de maior dimensão do seu autor, uma das mais marcantes e notáveis criações de arte pública em mural azulejar do seu período e, simultaneamente, um património que testemunha um momento histórico de reforma urbanística e estética de Viseu cidade moderna, mas também uma consciência à época de um discurso de autorrepresentação, inspirada por um nome maior da história local: o Capitão Almeida Moreira, fundador e diretor do Museu Grão Vasco, administrador-delegado da Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu, Vereador da Câmara, professor, mecenas de artes e, ele próprio, artista.

Rua Augusta Cruz, cantora viseense

Rua Augusta Cruz, cantora viseense

Rua Augusta Cruz, cantora viseense (1869-1901)

Órgãos de tubos do concelho de Viseu [6]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Viseu possui em tribuna do lado da epístola um órgão da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 53, de 1797, restaurado em 1990 por António Simões e reconstruído em 2012 pelo mesmo organeiro.

O Museu da Misericórdia de Viseu possui o órgão memorial de homenagem a Júlia d’Almendra, uma das primeiras pessoas privadas a ter órgão de tubos em Portugal.

Igreja de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco possui órgão de tubos.

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Viseu

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo possui órgão de tubos em mau estado de conservação.

Igreja do Seminário Maior

Igreja do Seminário Maior

Igreja do Seminário Maior

A Igreja do Seminário Maior de Viseu possui da autoria de Luís António dos Santos, 1808, nº 8, reparado por António Simões a expensas da Fundação Calouste Gulbenkian.

de Viseu

Sé de Viseu

de Viseu

A (Catedral) de Viseu possui no coro alto um órgão positivo histórico.

Segundo Manuel Valença e Wesley Jordan teve um órgão da autoria de Manuel Benito Gomes, 1721-22, que desapareceu.