Artigos

Estúdio Q, Amadora
Estúdios de som na Amadora

Estúdios de som, ensaio, captação, gravação, edição e produção no Concelho

Estúdio Q

Av. Quinta Grande, 22
Alfragide
2610-161 Amadora
Tlm. (+00 351) 913 247 137
Sítio: www.estudioq.com
Correio eletrónico: geral@estudioq.com

Estúdio Q, Amadora

Estúdio Q, Amadora

Rock ‘N’ Raw estudios

Largo Poeta Ary dos Santos, 5, Loja C
2650-146 Alfornelos
Tlm. (+00 351) 919 728 577

Rock 'N' Raw estudios

Rock ‘N’ Raw estudios

Pesquisa, edição e publicação no Musorbis a 17 de outubro de 2021, com base em sítios e páginas ativas em redes sociais.

Clube Universitário de Tempos Livres da Amadora
Grupos de Cavaquinhos da Amadora

Agrupamentos e atividades no Concelho

  • Grupo de Cavaquinhos do CUTLA – Clube Universitário de Tempos Livres da Amadora
  • Grupo de Cavaquinhos Rancho Folclórico Alegria do Minho (Assorpim, Amadora)
  • Grupo Escola de Cavaquinho da UNIATI (Associação Cultural da Terceira Idade da Amadora)

No dia 11 de dezembro de 2019 Clube Universitário Tempo Livre da Amadora (CUTLA) animou, pelo quarto ano consecutivo, o átrio principal do Hospital Fernando Fonseca com o seu grupo coral, cavaquinhos e bandolins. Sob o lema “Uma Janela aberta para a Vida”, a CUTLA é um clube universitário que se fundamenta na vertente académica, ações sociais e lúdicas.

Clube Universitário de Tempos Livres da Amadora

Clube Universitário de Tempos Livres da Amadora

Bombrando (Encosta do Sol)
Grupos de Bombos da Amadora

Bombos, Zés Pereira, grupos e eventos de percussão tradicional no Concelho

Os grupos bombos, também conhecidos por Zés Pereiras, são agrupamentos de percussão tradicional com presença habitual nas romarias e festas de aldeia, em peditórios para a festa e em despiques de vários grupos, em eventos de de recriação histórica (feiras medievais) e outros.

Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Bombrando (Encosta do Sol)
  • Dágadagadá (Alfornelos)
Bombrando

Dinamizado pela Junta de Freguesia de Encosta do Sol desde 2003, o projeto de percussão e gaitas de foles Bombrando é dirigido por António Neves. Conta com cerca de 20 elementos, jovens entre os 10 e os 20 anos.

Os estilos e ritmos musicais são diversificados, como os populares portugueses, os ritmos africanos e ainda a mistura de géneros, desde Bolero de Maurice Ravel, Thriller do Mickael Jackson, entre outros, proporcionando um espetáculo de enorme riqueza musical ao qual ninguém consegue ficar indiferente.

Os Bombrando contam já com atuações em vários pontos do país e duas participações internacionais em Liverpool.

Bombrando (Encosta do Sol)

Bombrando (Encosta do Sol)

Escola de Música Maria Luzia, Lda.
Escolas de Música na Amadora

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Música – Balanço Criativo

Av. Ruy Luís Gomes, 29
2650-129 Amadora
Tlm. (+00 351) 963 845 091

Academia de Música Desafios

Praça Dona Maria II, 5-c Loja A
2720-169 Amadora
Tlm. (+00 351) 910 889 452

Escola de Música São Brás, Lda.

R. Branquinho da Fonseca, 7
Amadora
Tel. (+00 351)  214 910 962

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

R. Bombeiros Voluntários, 43-37
2700-120 Amadora
Tel. (+00 351) 214 930 315

Escola de Música Maria Luzia, Lda.

R. 1º de Dezembro, 32B
2700-672 Amadora
Tel. (+00 351) 214 93 8 844

Escola de Música Maria Luzia, Lda.

Escola de Música Maria Luzia, Lda.

Lena d'Agua, Prémio José Afonso 2021
Prémio José Afonso

O Prémio José Afonso é promovido pela Câmara Municipal da Amadora desde 1988 e tem como objetivo homenagear o cantor e compositor português José Afonso e incentivar a criação musical de raiz portuguesa, ao premiar um álbum inédito, editado no ano anterior ao da edição do Prémio, cujo tema tenha como referência a Cultura e a História portuguesas.

Lista histórica de álbuns premiados do Prémio José Afonso

1988 – Para além das Cordilheiras – Fausto
1989 – Negro Fado – Vitorino
1990 – Aos Amores – Sérgio Godinho
1991 – Janelas Verdes – Júlio Pereira
1992 – Correspondências – José Mário Branco
1993 – Eu Que Me Comovo Por Tudo E Por Nada – Vitorino e António Lobo Antunes
1994 – Tinta Permanente – Sérgio Godinho
1995 – Traz Os Montes – Né Ladeiras
1996 – Maio Maduro Maio – José Mário Branco, Amélia Muge E João Afonso
1997 – Polas Ondas – Vai de Roda
1998 – Bocas do Inferno – Gaiteiros de Lisboa
1999 – Taco A Taco – Amélia Muge
2000 – O Primeiro Canto – Dulce Pontes
2001 – Vozes do Sul – Janita Salomé
2002 – Jorge Palma – Jorge Palma
2003 – Nove Fados E Uma Canção De Amor – Carlos do Carmo
2004 – À Porta Do Mundo – Filipa Pais
2005 – Torna Viagem – José Medeiros
2006 – não foi atribuído
2007 – Ceia Louca – Brigada Victor Jara
2008 – Senhor Poeta – Frei Fado d’El Rei
2009 – Chão – Mafalda Veiga
2010 – Solo II – António Pinho Vargas
2011 – Dois selos e um carimbo – Deolinda
2012 – não foi atribuído
2013 – Demudado em tudo – 4uatro Ao Sul
2014 – Gisela João – Gisela João
2015 – Atlantic Beat / Mad”in Portugal – O’queStrada
2016 – Mundo – Mariza
2017 – O Horizonte – Teresa Salgueiro
2018 – Praça Do Comércio – Júlio Pereira
2019 – Do Avesso – António Zambujo
2020 – Desalmadamente – Lena d’Agua

2020

Lena d’Água foi a vencedora da edição de 2020 do Prémio José Afonso, com o álbum “Desalmadamente”. O júri constituído por Sérgio Azevedo (representante indicado pela Escola Superior de Música de Lisboa), Pedro Teixeira da Silva (músico e compositor) e António Zambujo (vencedor da última edição do Prémio) destacou as brilhantes composições do álbum, a amplitude vocal e a capacidade de se reinventar da intérprete, cuja longa carreira foi também alvo de reconhecimento.

Lena d’Agua

Lena d'Agua, Prémio José Afonso 2021

Lena d’Agua, Prémio José Afonso 2021

“Desalmadamente” marca o regresso de uma das mais celebradas e icónicas cantoras portuguesas dos anos 1980. Todas as letras e músicas são da autoria de Pedro da Silva Martins , com arranjos de João Correia, António Vasconcelos Dias, Sérgio Nascimento, Mariana Ricardo, Francisca Cortesão e Benjamim. O júri decidiu ainda atribuir uma menção honrosa a Manel Cruz, por “Vida Nova”, álbum que marcou a estreia do músico em nome próprio.

O álbum vencedor recebe da autarquia o prémio de cinco mil euros.

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho
Folclore da Amadora

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho
  • Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho
Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho

Fundado a 29 de agosto de 2012, o Rancho Folclórico Alegria do Minho visa a promover a cultura popular tradicional Minhota.

RFAM

Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho

Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho foi fundado a 12 de novembro de 1987 e está sediado na Associação de Moradores do Alto do Moinho, freguesia de Alfragide, concelho da Amadora. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de atividade, decidiu, com o apoio da Associação de Moradores Alto do Moinho fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho. Representa o Douro Litoral Norte e é composto por cerca de 30 elementos, com idades entre o 1 ano e os 80 anos. Em setembro de 1997, organizou pela primeira vez o festival de folclore da freguesia da Buraca que desde então tem sido concretizado anualmente, pertencendo agora à freguesia de Alfragide.

São várias as representações que este grupo tem feito de Norte a Sul do País, participando em festas, romarias e festivais de folclore.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral do fim do séc. XIX e início do séc. XX, este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia, entre outras regiões do Grande Porto. O GDCAM é sócio aderente da Federação do Folclore Português.

GDCAM

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

GDCAM

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

GDCAM em Montemor-o-Novo

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

GDCAM

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Fontes do Musorbis Folclore:

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora
Filarmónicas da Amadora

Bandas de Música, história e atividades

  • Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora
  • Sociedade Filarmónica de Apoio Social e Recreio Artístico da Amadora
  • Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora
Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

A Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora foi fundada a 2 de agosto de 1959. O objetivo era fazer música e integrá-la na vida dos habitantes. Para concretizar aquilo a que se propunham, procuraram apoios no Comércio e Indústria da cidade da Amadora, assumindo assim a sua designação conforme esse mecenato.

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Em 1986, a SFCIA foi agraciada pela Câmara Municipal da Amadora com a Medalha de Prata de Mérito Municipal. Em 1997, por unanimidade de todas as forças políticas representadas na autarquia, foi-lhe atribuída a Medalha de Prata de Mérito e Dedicação, também da Câmara Municipal. Em 1999 teve início a Banda Juvenil e o Coro Infantil, dando prolongamento à Escola de Música. Membro-fundador da Federação de Bandas de Lisboa, em 2005 a Banda registou o trabalho desenvolvido num CD comercial, a juntar aos inúmeros concertos gravados ao vivo.

Em 2013, a SFCIA foi distinguida com o estatuto de Instituição de Utilidade Pública. Em 2016, recebeu o 2º Prémio na 2ª Categoria (Prestação Sinfónica e Tauromaquia) do 6º Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vila-franquense. A banda é composta por cerca de cinquenta elementos, na sua maioria jovens com formação na escola de música da SFCIA.

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora

A Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora foi fundada a 01 de outubro de 1989. Conta com 45 músicos, a maioria jovens oriundos da sua escola de música e da escola de música de Belas, Cacém. Tem feito atuações diversas, em concertos, arruadas, inaugurações, desfiles, jogos de futebol e festivais de bandas. Deslocou-se a Penalva do Castelo, Sousel, São Mamede (Bombarral) e apresentou-se em várias localidades na área de Lisboa, na Expo ’98, Alverca e Vila Franca de Xira.

SFCIA

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora

Monumento a José Afonso, Amadora
MÚSICA À VISTA

Sugestões para uma rota musical no Concelho da Amadora.

Monumento a José Afonso, Amadora

Monumento a José Afonso, Amadora

A estátua em mármore de José Afonso, de 4 metros, no Parque Central da Cidade da Amadora, da autoria do escultor Francisco Simões, foi inaugurada em 1991 pela Câmara Municipal.

Maria José Valério, cantora, da Amadora
Músicos do Concelho da Amadora

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Elsa Saque

Elsa Saque nasceu na Amadora em 1946. Iniciou os estudos de Piano na Academia de Amadores de Música e de Canto no Conservatório Nacional, com Arminda Correia e Francine Benoit, prosseguindo mais tarde a sua formação artística na Companhia Portuguesa de Ópera, do Teatro da Trindade, com Tomás Alcaide e Giovanni Voyer.

Posteriormente, como bolseira do Instituto de Alta Cultura, aperfeiçoou-se em Palermo e Florença (Itália), com Gino Bechi. Em 1963, fez a sua estreia em ópera, na Companhia Portuguesa de Ópera do Teatro da Trindade, onde permaneceu até 1975.

Participou nos Festivais de Música de Figueira da Foz, Fundação Calouste Gulbenkian, Capuchos, Leiria, Algarve, Coimbra, Póvoa de Varzim, Açores, Costa do Estoril, Almada, Inatel e nos anos de 1989, 1990, 1993, 1995 e 1997, nos Festivais Internacionais de Música de Macau. Ainda em Macau, em Março de 1999, foi a artista convidada para a inauguração do Centro Cultural de Macau, acompanhada pela Orquestra Sinfónica de Pequim.

No campo operístico, Elsa Saque interpretou mais de 40 papeis principais, das óperas do repertório clássico. Foi cantora residente do Teatro Nacional de São Carlos, desde 1975 até à extinção deste, como EP, em 1992.

Leia AQUI a biografia completa.

Elsa Saque

Elsa Saque, cantora lírica, da Amadora

Elsa Saque, cantora lírica, da Amadora

HISTÓRIA DA MÚSICA

Maria José Valério

Maria José Valério (Amadora, 6 de maio de 1933 – Lisboa, 03 de março de 2021) foi uma cantora portuguesa. Começou a cantar em 1950, no Liceu D. João de Castro onde era colega da atriz Lurdes Norberto. Frequentou o Centro de Preparação de Artistas da Rádio, na então Emissora Nacional, ficando a fazer parte do elenco.

Estreou-se em 1952 na Emissora Nacional. Era sobrinha do maestro Frederico Valério, de quem gravou muitas canções.

O seu nome foi ganhando projeção com o sucesso de temas como O Polícia Sinaleiro e ao atuar, por exemplo, no programa Serões para Trabalhadores ao lado de nomes como Rui de Mascarenhas, Gina Maria ou Paula Ribas.

O seu maior sucesso foi “Menina dos Telefones”, de 1962, da autoria de Manuel Paião e Eduardo Damas.

Entre finais de 1972 e meados de 1973, Maria José Valério fez uma temporada no Brasil.

Presença regular na televisão, Maria José Valério tornou-se mais conhecida das novas gerações por ser a intérprete da “Marcha do Sporting”, o Hino do Sporting Clube de Portugal. O tema foi reeditado em single quando o Sporting conquistou o Campeonato de Portugal de futebol de primeira divisão 1999/2000, tendo chegado ao primeiro lugar na tabela nacional de vendas.

Leia AQUI a biografia completa.

Maria José Valério

Maria José Valério, cantora, da Amadora

Maria José Valério, cantora, da Amadora