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Conservatório Regional de Música da Covilhã
Escolas de Música na Covilhã

Estabelecimentos do ensino de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Conservatório Regional de Música da Covilhã

R. do Bairro dos Caldeirões
6200-554 Covilhã
Tel. (+00 351) 275 322 432

Conservatório Regional de Música da Covilhã

Conservatório Regional de Música da Covilhã

Escola Profissional de Artes da Beira Interior

Quinta dos Caldeirões
6200-554 Covilhã
Tel. (+00 351) 275 320 090
Sítio: www.epabi.pt

A Escola Profissional de Artes da Covilhã foi criada em 1992, com o nome de Escola Profissional de Artes da Beira Interior – EPABI.

Na EPABI é ministrado o curso Básico de Instrumento (nível II – equivalente ao 9º ano de escolaridade) e os cursos de Instrumentista de Cordas e Teclas e de Sopros e Percussão (nível IV – equivalente ao 12º ano de ano de escolaridade), nas especialidades de piano, violino, viola d’arco, violoncelo, contrabaixo, guitarra, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, saxofone, trompete, trombone, trompa, eufónio, tuba e percussão. Este ano, pretende a sua oferta formativa nos cursos profissionais de nível IV, com o Curso Profissional de Técnico/a de Organização de Eventos.

Ao longo de sua existência, para além das atividades de ensino – formação nas três áreas do plano de formação – [sociocultural, científica e artística], destacam-se prestigiantes atuações das Orquestras e grupos de Música de Câmara da EPABI, em palcos nacionais e no estrangeiro que confirmam a instituição como agente dinamizador cultural.

A EPABI já formou muitos alunos que hoje são profissionais de reconhecido mérito no panorama musical nacional e internacional. Assumindo-se como um agente de formação da Região da Cova da Beira, a EPABI também engloba um CENTRO QUALIFICA com um trajeto de vários anos de atividade no âmbito do Sistema Nacional de Educação/Formação/Qualificação e posiciona-se como uma ferramenta apostada no desenvolvimento educacional e das qualificações do país, em geral, e da CIM da Região de Beiras e Serra da Estrela, em particular.

Escola Profissional de Artes da Beira Interior

Escola Profissional de Artes da Beira Interior

Zabumbas da Casa do Povo do Paul
Grupos de bombos da Covilhã

Zés Pereiras e outos grupos de percussão tradicional no Concelho

Fontes: Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Grupo de Bombos de Aldeia do Souto Arrebimb O Malho (Aldeia do Souto)
  • Grupo de Bombos e Adufeiras da Casa do Povo de Paul (Paul)
  • Grupo de Bombos e Rancho Folclórico de Ourondo
  • Grupo de Bombos Eradense (Erada)
  • Grupo de Bombos Toca a Bombar – Cantar Galo
  • Grupo de Bombos Tok Avakalhar (Paul)
  • Zabumbas da Casa do Povo do Paul
Zabumbas da Casa do Povo do Paul

Zabumbas da Casa do Povo do Paul

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio
Folclore na Covilhã

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Baixa
  • Distrito: Castelo Branco

05 grupos

  • Grupo  de Danças e Cantares do Paul
  • Rancho Folclórico da Boidobra
  • Rancho Folclórico de Unhais da Serra
  • Rancho Folclórico do Ourondo
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio
Grupo  de Danças e Cantares do Paul

O Grupo de Danças e Cantares do Refúgio é membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 2007, estando também inscrito na Fundação INATEL.

É originário do Paul, aldeia essencialmente agrícola do Concelho da Covilhã.

Participou no concurso da “Aldeia mais Portuguesa de Portugal” em 1938, tendo deixado uma marca muito vincada da sua identidade social, cultural e religiosa como aldeia rural beirã.

Desenvolveu um trabalho de pesquisa e preservação, nos domínios da cultura local privilegiando os cantares, as danças, os trajes, mantendo as tradições e a gastronomia, reproduzindo tanto quanto possível as vivências de sua terra nos princípios do século XX.

Representa com vivacidade danças de roda, avivadas pelo toque do adufe, nomeadamente a “Farrapeira” que, pela sua coreografia graciosa e complexa merece destaque, ou ainda a polifonia de seus cantares religiosos e de trabalho.

Representa etapas da vida comunitária e agrícola como a colheita da azeitona, do milho, as lavadeiras, bem como os monótonos serões da aldeia entre outros.

Além da dança, o Grupo conta com mais duas valências denominadas por: “As Adufeiras” e o “Grupo de Bombos”.

GDCP

Grupo  de Danças e Cantares do Paul

Grupo  de Danças e Cantares do Paul

Rancho Folclórico de Unhais da Serra

O Rancho Folclórico de Unhais da Serra foi fundado em 1976. É composto por três grupos: adulto, grupo de bombos e adufeiras. Foi junto das pessoas mais antigas da vila que foram efetuadas todas as recolhas que o rancho representa: trajes, utensílios, danças e cantares da comunidade, em finais do século XIX e inícios do século XX.

Reconstruiu uma casa antiga, com mais de 100 anos, onde está a sede, sala de convívio e museu etnográfico, com todas as recolhas feitas pelo grupo ao longo dos anos.

O Rancho foi condecorado com a medalha de Prata – Mérito Cultural da Freguesia de Unhais da Serra. É membro efetivo da Federação de Folclore Português, filiado no INATEL e inscrito no Registo Nacional de Associações Juvenis.

Ao longo dos anos, têm tido inúmeras digressões de norte a sul do país, participações em festivais de folclore nacionais e internacionais, feiras de agricultura, artesanato, gastronomia e comerciais em vários programas de rádio e televisão.

Organiza o tradicional cantar das Janeiras, Festival Nacional e Internacional de Folclore, jogos tradicionais, colóquios, debates, exposições, Semana Cultural da Vila de Unhais da Serra, Feira Rural e Tradicional.

Editou quatro cassetes oficiais e um CD.

Rancho Folclórico de Unhais da Serra

Rancho Folclórico de Unhais da Serra

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio
  • Beira Baixa (Cova da Beira)
  • Distrito: Castelo Branco
  • Concelho: Covilhã

O Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio foi fundado em 1966, a fim de participar nas comemorações do 5º aniversário do Grupo Recreativo Refugiense.

Sem possuir uma qualidade que pudesse ser um fiel representante do passado das gentes locais, procedeu a uma reestruturação no ano de 1984/1985.

Tornou-se membro efetivo da Federação do Folclore Português em 1991. Possui um Museu Etnográfico, cujo acervo ultrapassa as duas mil peças de diversa índole.

Tem como primeiro objetivo defender as raízes culturais do povo em que se insere.

RFER

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio

Fontes do Musorbis Folclore:

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

Banda da Covilhã
Filarmónicas da Covilhã

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda da Covilhã
  • Filarmónica Recreativa Carvalhense
Banda da Covilhã

A história da Banda da Covilhã perde-se no tempo, havendo registo da sua atividade em 1870, no dia 20 de outubro, dia em que a Covilhã foi elevada a cidade pelo rei D. Luís I. Com altos e baixos, ora tendo atividade ou não, no dia 1 de dezembro de 1944 a banda saiu à rua ao som do hino da restauração e até aos dias de hoje nunca mais parou a atividade.

Em 1992, a Associação foi vítima de um violento incêndio que destruiu a sua sede (Travessa do Senhor da Paciência), com o seu instrumental e de todo o património existente. Com o aparecimento do dia, um amigo da Associação dizia: “A Banda ardeu, mas não morreu.”. A direção, em conjunto com os músicos e amigos da Associação e com as entidades oficiais, nomeadamente a Turiestrela, que de imediato dispensou duas salas do seu edifício para recomeço dos trabalhos, o Governo Civil de Castelo Branco, a Câmara Municipal da Covilhã, Juntas de Freguesia, o INATEL, Secretaria de Estado da Cultura, duas empresas fabris, população em geral e ainda muitas associações de Portugal Continental e Ilhas, tornou possível que em 20 de outubro de 1992 a Banda da Covilhã saísse para a rua entoando o seu novo repertório e agradecendo a toda a comunidade.

A vida atual da Banda da Covilhã é um marco na cidade da Covilhã. A formação, principal aposta passa pela Academia de Música da Banda da Covilhã, com dezenas de alunos e um corpo docente qualificado. Ao mesmo tempo a Banda conta com 50 músicos fruto desta formação, um trabalho iniciado em 2005 por José Eduardo Cavaco, presidente da direção, na altura maestro da Banda e responsável pela formação. Hoje dirige a banda o maestro Carlos Almeida.

Banda da Covilhã

Banda da Covilhã

São suas valências:

  • Academia de Música da Covilhã
  • Banda Filarmónica
  • Banda Sinfónica da Covilhã
  • Orquestra de Sopros da Covilhã
  • Orquestra Ligeira da Covilhã
  • Orquestra Juvenil
  • Orquestra 1ºs Sons A e B
  • Orquestra dos Pais
  • Orquestra do Lixo

Tem classes de: Flauta, Oboé, Fagote, Clarinete, Saxofone, Trompete, Trombone, Trompa, Tuba, Eufónio, Percussão (Bateria, Marimba, Xilofone), Canto, Piano, Acordeão e Guitarra Clássica.

O seu Serviço Educativo contempla:

  • Música para Bebés
  • Crescer com a Música
  • Música de Músicos para Pais
  • Música em Família
  • Férias Dó-Ré-Mi
  • Férias Fá-Sol-Lá
Filarmónica Recreativa Carvalhense

A FRC (Filarmónica Recreativa Carvalhense) foi fundada a 1 de Janeiro do ano de 1908 por um grupo de homens vocacionados para a arte musical, tendo como lema “Ao serviço da cultura de um povo”. Este grupo foi encabeçado pelo pároco da então Aldeia do Carvalho, hoje Vila do Carvalho, Padre Parente, que foi o seu primeiro maestro.

Filarmónica Recreativa Carvalhense

Filarmónica Recreativa Carvalhense

Ao longo dos anos esta formação musical começou a crescer numericamente e artisticamente, chegando aos nossos dias com cerca de 50 elementos com um média de 25 anos de idade todos amadores e formados na sua Escola de Música. Hoje a cargo do maestro João Bouceiro a FRC tem-se deslocado a inúmeros palcos nacionais e internacionais de que se destacam os seguintes:

  • 1982, 1983, e 1990, respetivamente deslocou-se a Faverges, Tourcoing e Draveil (França), onde participou no décimo Festival do Carnaval desta última cidade;
  • 1987 – foi convidada para a abertura da Festa do Avante
  • 1989 – atuou em Ciudad Rodrigo (Espanha), nas festas de Santa Cecília, Padroeira dos músicos, em representação do concelho. Nesse mesmo ano participou no 1 Encontro Nacional de Bandas Civis realizado em Coimbra, em representação do distrito de Castelo Branco;
  • 1991 – Em Lisboa, participou no 1 Encontro Nacional de Bandas Filarmónicas em representação do Distrito de Castelo Branco. No mesmo ano, obteve o Estatuto de Utilidade pública.
  • 1992 – atuou em Torres Novas, nas festas da cidade.
  • 1994, Esteve presente na Feira popular de Lisboa, no dia dedicado às casas regionais, representando para esse efeito a Casa da Covilhã.
  • 1995 – Realização de um curso de improvisação e composição coletivo de Jazz, dirigido por Patrick Brennan, destinado a músicos da região.
  • 1995 – atuou em Lisboa no encerramento da Feira popular em Brejos de Azeitão (Setúbal na Feira do artesanato).
  • 2000 – Comemorações do dia da Cidade da Covilhã, Atribuição da Medalha de Mérito Cultural.
  • 2001- apresentou-se na Semaine Européenne Portugaise em St. Genis Laval (França).
  • 2002 – participou no 1 Curso Regional de Regência de Bandas Filarmónicas – (Parceria c/ INATEL) Monitores: Tristão Nogueira, Carlos Marques e José Pedro Figueiredo.
  • 2005 – foi convidada para o encerramento da Festa do Avante, em Lisboa. 2006, no contexto das Festividades do Centenário da Banda de Loriga foi convidada a realizar um concerto para todos os loriguenses. No mesmo ano deslocou-se ao Crato (Portalegre) para um encontro de bandas em representação do concelho da Covilhã e distrito de Castelo Branco.
Filarmónica Recreativa Carvalhense

Filarmónica Recreativa Carvalhense

Tem participado em muitos festivais de Música Popular promovidos pelo INATEL. Tem desempenhado um papel importante no desenvolvimento cultural da região. Obteve o estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública em 1991 e recebeu a Medalha de Mérito Municipal da Câmara Municipal da Covilhã em 2000.

Mariana Morais, violetista, da Covilhã
Músicos naturais do Concelho da Covilhã

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Luís Gaspar Dâmaso

Luís Gaspar Dâmaso, direção, da Covilhã

Luís Gaspar Dâmaso, direção, da Covilhã

Eugénia Melo e Castro

Eugénia Melo e Castro, cantora, da Covilhã

Eugénia Melo e Castro, cantora, da Covilhã

Júlio Cardono

Júlio Cardona, violinista, da Covilhã

Júlio Cardona, violinista, da Covilhã

Mariana Morais

Natural da Covilhã, a violetista Mariana Morais iniciou os estudos musicais na Escola Profissional de Artes da Covilhã, na classe de Gonçalo Ruivo.

Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas por Ana Bela Chaves, Susanne Van Els, John Throne, Máté Szücs. Integrou diversas orquestras, das quais se destacam The World Orchestra (Alicante), Orquestra Sinfónica da ESMAE, Orquestra Sinfónica da Casa da Música, Remix Ensemble, onde pôde trabalhar sob a direção dos maestros António Saiote, Peter Rundel, Michael Sanderling, entre outros.

Em 2020, concluiu o Mestrado em Ensino da Música na ESMAE, instituição onde, em 2018, concluiu a licenciatura em viola d’arco, na classe dos professores Jorge Alves e Rute Azevedo. Lecionou Instrumento na Academia Fusa (Ovar), na Academia de Música de Viatodos, na Pallco (Porto) e Formação Musical no projeto “Músicos D’Ouro” (Gondomar).

Mariana Morais

Mariana Morais, violetista, da Covilhã

Mariana Morais, violetista, da Covilhã

Paulo José Proença Serra

Paulo José Proença Serra nasceu em 1970 em Verdelhos, Concelho da Covilhã. Entre 1980 e 1993 frequentou os Seminários do Fundão e da Guarda onde aprendeu a formação musical básica, harmonia, análise musical, composição e canto gregoriano. Entre 1987 e 1993 foi organista da da Guarda. Frequentou, de 1991 a 1994, o 1.º Curso Nacional de Música Sacra em Fátima onde estudou Direção Coral, Técnica e Literatura de Órgão, Harmonia e Composição, Música Litúrgica, História da Música e Improvisação com os Mestres Hubert Velten e Joseph Stoiber da Universidade alemã de Wurzburg e com os portugueses Azevedo de Oliveira, António Cartageno, Eugénio Amorim, Paulo Antunes, Paulo Alvim, António Mário e com a supervisão do Cónego Ferreira dos Santos.

É professor de música no Seminário do Fundão desde 1996. Exerce ainda funções docentes na Vila do Teixoso – Covilhã. É, desde 2004, membro da Comissão Diocesana de Música Sacra da Guarda. É um dos fundadores da recém-criada «Escola de Música Sacra da Diocese da Guarda», tendo a seu cargo a lecionação da cadeira de Órgão. Assumiu a direção artística do Grupo Coral de Manteigas a 15 de outubro de 2001.

MÚSICOS NA HISTÓRIA

Jaime Pinto Pereira

Jaime Pinto Pereira publicou em Coimbra, em 1952, o volume I de Alegrias Populares (Cancioneiro folclórico de Alvocp da Serra). Diz Rebelo Bonito nas “Breves Palavras” que acompanham o 2º volume: “Percorrendo com o seu gravador o concelho de Seia, registou o Rev. Padre Jaime Pinto Pereira abundante material músico-poético para o segundo volume do cancioneiro a que pôs o título Alegrias Populares.”

O segundo volume foi publicado 15 anos depois do primeiro. Em Sobral de São Miguel a Rua Padre Jaime Pinto Pereira homenageia o coletor de canções populares: 6225-331 Sobral de São Miguel, freguesia de Sobral de São Miguel, concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco (GPS: 40.213998, -7.743651).

Igreja Matriz da Covilhã

Órgãos de tubos do concelho da Covilhã [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Santa Maria Maior

Igreja Matriz da Covilhã

Igreja Paroquial de Santa Maria Maior

A Igreja Paroquial de Santa Maria Maior foi construída no séc. XIX no local da antiga Capela de Santa Maria do Castelo, do séc. XVI. O revestimento azulejar que cobre a fachada com cenas da vida da Virgem foi aplicado em 1940. No interior há imagens de valor, nomeadamente as de São Francisco de Sales e de Santa Teresa de Jesus, assim como a Relíquia do Santo Lenho oferecida por D. Luís à Capela de Santa Cruz.

No coro alto, encontra-se um órgão de tubos, da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1900 e restaurado por António Simões em 1985.

Coro alto e enquadramento do órgão

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Montra

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Consola

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã