Antero Orlando Pereira Ávila nasceu no concelho da Madalena do Pico, Ilha do Pico, Açores, a 24 de junho de 1973. Os seus primeiros contactos com as notas musicais foram feitos com seu tio Custódio Garcia, ainda antes de aprender a ler e escrever. Já com a idade de 7 anos, teve aulas particulares de piano com Josefina Canto e Castro. Aos 14 anos, assumiu a direcção artística da Filarmónica União Artista de S. Roque do Pico.
Ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde foi aluno de Jorge Peixinho e Álvaro Salazar. Entrou para a Escola Superior de Música de Lisboa e completou a licenciatura em Composição. Foi aluno de Carlos Caires, Sérgio Azevedo, Cristopher Bochmann, Eurico Carrapatoso, António de Sousa Dias, entre outros. Enquanto estudante, teve ocasião de ouvir tocadas algumas das suas obras em Lisboa e no Porto.
Voltou depois à Terceira onde fixou residência e é professor de Análise e Técnicas de Composição e Acústica no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo.
Tem integrado diversos agrupamentos como instrumentista de tuba e baixo eléctrico.
Divide a sua actividade docente com a actividade de compositor, maestro e instrumentista. Nesta sequência, tem escrito várias obras para Coro e Orquestra, Música de Câmara e para Banda Sinfónica.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/madalena-do-pico-antero-avila-compositor.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-26 23:28:542024-12-14 19:46:27Madalena do Pico e os seus músicos
Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho
Região: Região Autónoma dos Açores
Ilha: Pico
04 grupos
Grupo Folclórico da Casa do Povo da Candelária
Grupo Folclórico de Casa do Povo da Criação Velha
Grupo Folclórico da Casa do Povo de São Caetano
Grupo Folclórico e Etnográfico “Ilha Morena”
Grupo Folclórico da Casa do Povo da Candelária
O Grupo Folclórico da Casa do Povo da Candelária é uma associação de natureza etnográfica com sede na Candelária, Madalena. Fundado em 22 de maio de 1949 apresentou-se nos Açores, Continente Português e EUA
Contactos:
Morada: Largo D. José da Costa Nunes
9950-126 Candelária – Madalena
Telefone: 292622112
Grupo Folclórico da Casa do Povo de São Caetano
O Grupo Folclórico da Casa do Povo de São Caetano apresentou-se ao público, pela primeira vez, a 1 de maio de 1983 (Dia do Trabalhador) para homenagear um exemplar emigrante e destacado empreendedor, filho da terra, António Fonte, por ocasião da inauguração, no centro da freguesia, de um largo com o seu nome. A partir daí, procurando manter sempre a máxima fidelidade às raízes e tradições do povo, o Grupo Folclórico da Casa do Povo de São Caetano, através de pesquisa direta, junto das pessoas mais antigas, repôs publicamente muitos dos velhos bailhos, já esquecidos.
A reconstituição das modas velhas da zona mais a sul do concelho veio valorizar muito o repositório folclórico local, uma vez que se corporizaram bailhos que continuam a ser, ainda, exclusivamente apresentados pelo grupo: Pezinho, Sapateia, tirana, Praia, Rola, Chiu-Chiu, Joanita, Maria Tomásia e chamarrita.
Grupo Folclórico da Casa do Povo de São Caetano
Grupo Folclórico de Casa do Povo da Criação Velha
O Grupo Folclórico de Casa do Povo da Criação Velha foi fundado em 1992 sendo um dos mais recentes grupos do género criados na ilha do Pico.
O seu repertório e trajes fundamentam-se nas mais antigas tradições da zona da Fronteira que, ao longo dos séculos, em virtude da natureza dos solos e da sua situação geográfica, fronteira e próxima da ilha do Faial, desenvolveu características muito próprias e claramente expressas nas diversas manifestações de cariz popular.
O Grupo tem atuado em diversas ilhas dos Açores e noutras regiões do país.
Atualmente o Grupo é composto por cerca de 37 elementos e o seu repertório engloba bailhos e cantares típicos da denominada zona da Fronteira, apresentando em exclusivo a moda do Preto, número bastante localizado dentro desta micro região.
Os outros bailhos mais conhecidos são o Pezinho do Pico, a tirana, o Abana, a Praia, o Rema, a Preta, o Senhor Ladrão e a chamarrita do Pico.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/madalena-grupo-folclorico-da-casa-do-povo-de-sao-caetano.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-09-13 17:53:152024-12-14 19:45:47Madalena do Pico e o seu folclore
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
De acordo com a Secretaria Regional da Educação e Assuntos Culturais, existem 101 filarmónicas nos Açores: uma em Santa Maria, 35 em São Miguel, 24 na Terceira, 14 em São Jorge, quatro na Graciosa, 13 no Pico, oito no Faial, uma nas Flores e outra no Corvo. (Lusa, 02 de setembro de 2022)
Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense
Sociedade Filarmónica Lira Madalense
Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense
Fundada em 1917, na Vila da Madalena, a Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense tem desenvolvido ao longo dos anos uma atividade musical que tem prestigiado o concelho da Madalena, a Ilha do Pico e a Região Autónoma dos Açores.
Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense
As inúmeras deslocações efetuadas pelas Ilhas da Região, em Portugal Continental, Estados Unidos da América, Canadá e Brasil, levando bem longe o retrato dos nossos usos e costumes e bem assim a divulgação do nosso Concelho e Região, constituem um marco importante na história desta Sociedade Filarmónica.
Ao longo dos anos tem sido desenvolvido um trabalho junto dos jovens que são a maioria dos cerca de sessenta músicos, não só pelo ensinamento da música, através da escola, mas também no bom espírito de convivência e respeito pelas diversas idades que compõe esta Sociedade.
Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense
Imbuídos neste espírito, os Órgãos Sociais da Sociedade Filarmónica, continuam a trabalhar para o progresso e aperfeiçoamento da Instituição nas diversas áreas de intervenção: formação de jovens, (garantindo a continuidade do projeto dos nossos avós e honrando a memória dos fundadores); na inovação e reconversão do instrumental e na modernização do seu reportório.
A sua sede social adaptou-se aos novos tempos, proporcionando cada vez melhores espaços para organização de eventos culturais, reuniões, convívio e divertimento para todos, garantindo através de uma boa conservação do edifício as melhores condições.
1897 é referido como o ano da sua fundação, pois é nesta data que nasce a ideia da sua formação e se iniciam campanhas de angariação de fundos. Em 1899, deu-se o seu aparecimento público, no lugar das Sete Cidades, no arraial do Império de São João. Em 1933, com a publicação dos seus primeiros Estatutos, a Sociedade adquire personalidade jurídica.
Sociedade Filarmónica Lira Madalense
Ao longo destes anos tem esta Filarmónica aperfeiçoado cada vez mais o seu nível artístico, facto que a fez merecer lugar de destaque nas principais festas do Pico e Faial. Da sua vastíssima atividade, alguns factos são merecidos de destaque:
Visita a todas as Ilhas dos Açores, a algumas delas várias vezes, com atuação nas suas principais festas;
Gravação de vários programas de Rádio;
Gravação de vários discos, cassetes e um CD;
Participação nos programas da RTP1 e RTP – Açores “Coreto”, “O Povo e a Música” e “Atlântida”.
O ano de 1983, ano em que esta Sociedade comemorou o cinquentenário da publicação dos seus primeiros Estatutos, constituiu um marco na sua história, com acontecimentos de grande relevância:
Em 1 de Janeiro, entraram em vigor novos Estatutos, como forma de revitalização e modernização na sociedade;
Em 8 de maio, no Teatro da Trindade em Lisboa, a “Lira Madalense”, numa atuação vivamente aplaudida por todos os presentes, inaugurou os concertos dominicais de bandas civis, sob égide do INATEL;
Em 11 de junho, recebe esta sociedade, do Secretário Regional da Educação e Cultura, um novo instrumental.
Sociedade Filarmónica Lira Madalense
No ano de 1988, volta a “Lira Madalense” a deslocar-se ao Continente Português para participar no I Encontro Nacional de Filarmónicas, iniciativa do INATEL que se realizou em Coimbra a 9 de Julho.
Em Maio de 1989, a “Lira Madalense” participou na Festa do Açoriano, na Costa da Caparica – Lisboa e num patrocínio da Casa dos Açores. Em Julho do mesmo ano e numa visita de Saudade, a Filarmónica esteve presente na Comunidade Açoriana de Oakville-Canadá onde atuou diversas vezes em festividades religiosas e de carácter profano.
Em 1990, a Filarmónica assegurou a componente prática do II Curso de Regentes de Bandas Amadoras, organizado pela Direção Regional dos Assuntos Culturais e INATEL, tendo atuado no concerto de Encerramento dirigido pelos onze alunos do referido Curso.
Em Setembro de 1995 deslocou-se a Setúbal com atuações diversas e Encerramento da Festa das Vindimas em Palmela.
De 1 de janeiro de 1997 a 21 de outubro de 1999 comemorou o seu 1º Centenário, que se iniciou com o lançamento do 1º CD, deslocações a Ilhas dos Açores, participação na Festa do Açoriano no Algarve, nomeadamente em Tavira, e encerramento com a publicação do livro “A Música das Sete Cidades” da autoria de um filho desta Terra, Dr. Manuel Tomás Gaspar da Costa.
Em 2000 participou nas festas do Concelho da Moita e em Outubro voltou a assegurar a componente prática de um novo Curso de Regentes de Bandas Amadoras, organizado pela Direção Regional da Cultura e INATEL.
Participou em 2002 na Animação Cultural da Baixa de Lisboa no Largo de Camões.
Em 2003 participa nas festas da Praça em honra do Divino Espírito Santo em Santa Cruz das Flores e em 2004 participou nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra em Fall River, Estados Unidos da América. Em 2006 deslocou-se a S. Miguel para participar nas festas de Nossa Senhora das Vitórias na Ribeira Grande em Intercâmbio com a Banda local.
Em 2009 deslocou-se a Montemor-o-Novo em Intercâmbio com a Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre. Em 2011 participou no concurso Filarmonia (obtendo o 2º lugar na 1ª categoria), organizado pela RTP Açores e realizado na sede da Lira Madalense.
A Sociedade Filarmónica “Lira Madalense” mantém uma escola de música aberta a toda a população da Vila da Madalena e em especial à sua juventude. As suas instalações são utilizadas para vários eventos nomeadamente as tradicionais Festas do Espírito Santo.
A Banda é composta atualmente por 50 elementos dos 10 aos 77 anos e é dirigida pelo maestro Reginaldo Serpa das Neves.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/madalena-do-pico-sflm-2018.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-17 18:21:422024-12-14 19:44:50Madalena do Pico e as suas filarmónicas
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz de São Mateus
Igreja Matriz de São Mateus
A atual Igreja Matriz de São Mateus começou a ser edificada em 1838 fora do primitivo templo, já por essa época pequeno para a população local e bastante arruinado. Terá sido concluída em 1842, conforme cartela no seu frontão. Em 1962 o templo foi elevado à categoria de Santuário Diocesano. Com 33 metros de comprimento, possui três naves sustentadas por pesadas pilastras. Apresenta a curiosidade de um quadro a óleo representando um apóstolo, sobre cada uma das pilastras. No teto da Capela-mor encontra-se pintada a fresco uma pormenorizada cena do Ecce Homo. Dentre as várias capelas laterais, destaca-se a do Senhor Bom Jesus, embora possa datar de um pouco mais tarde.
Possui um órgão histórico da autoria de (Manuel Serpa da Silva)
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/madalena-sao-mateus-matriz-igreja-sao-miguel.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 21:15:292024-12-14 19:45:17Madalena do Pico e os seus órgãos de tubos
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