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Coreto da Praça do Almada
Coretos da Póvoa de Varzim

Erigido no centro urbano da cidade da Póvoa de Varzim, o Coreto da Praça do Almada foi edificado em 1904, tendo sido oficialmente inaugurado no ano seguinte. De planta hexagonal, o coreto segue uma tipologia comum neste tipo de equipamentos, integrando no registo térreo instalações sanitárias, em alvenaria, e no piso superior o espaço de atuação artística e de convívio. Esta área superior é circunscrita por guarda de ferro fundido aberta na zona da escada de acesso, delimitada por guarda idêntica. A cobertura da estrutura, decorada com motivos de inspiração oriental, assenta sobre seis colunas em ferro dispostas em cada um dos ângulos do hexágono do piso superior. O conjunto é rematado por lanternim, sobrepujado por um pináculo.

Coreto da Praça do Almada

Coreto da Praça do Almada

O coreto apresenta um desenho de gosto vincadamente romântico, utilizando com mestria o ferro como base estrutural arquitetónica e destacando-se pela sua cobertura, em chapa metálica escura, com uma cercadura rendilhada de tons claros que se articula de forma harmoniosa com as colunas.

História

A Praça do Almada deve a sua designação à homenagem que os poveiros quiseram prestar ao corregedor D. Francisco de Almada e Mendonça que, no século XVIII, defendeu os interesses da cidade, tendo sido um dos principais impulsionadores da concretização da Provisão Régia de D. Maria I, com data de 1791, que previa a construção de uma série de equipamentos públicos de grande importância local: a abertura de uma praça para feiras e mercados, que viria a ser designada pelo seu nome, a construção de um aqueduto para conduzir a água desde Coelheiro até esta mesma praça, a edificação de um novo espaço para os Paços do Concelho e a construção de um paredão na enseada.

O primeiro coreto construído nesta praça data de 1896, sendo edificado como uma estrutura efémera, à semelhança do que então sucedia com equipamentos semelhantes em vários espaços públicos do país. Só em 1904 se procedeu à edificação definitiva de um coreto em ferro, que viria a ser inaugurado no ano seguinte com a atuação da Banda Povense.

Associado ao surgimento e florescimento das bandas filarmónicas, o Coreto da Praça do Almada foi, simultaneamente, um pólo dinamizador de reuniões, concertos e discussões, tendo sido classificado como de interesse municipal em 1997.

Fonte: Catarina Oliveira, DGPC, 2016 (com a colaboração de Rui Pimpão, CM Póvoa de Varzim)

Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim
Eventos musicais da Póvoa de Varzim

Festivais, cursos, concursos no Concelho em destaque no Concelho

Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim

O Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim – Costa Verde – Portugal (FIMPV) foi criado em 1979 pela concessionária da zona de jogo local, a empresa SOPETE, S. A., sob proposta do pianista Sequeira Costa de 1978 e confirmada oficialmente pela Administração da empresa ainda nesse ano.

A fundação do FIMPV obedecia a quatro objetivos nucleares que viriam a manter-se ao longo do historial: apresentação de intérpretes de nível internacional e dos músicos portugueses mais relevantes; lançamento de jovens intérpretes portugueses, ainda desconhecidos do grande público; valorização dos monumentos arquitetónicos da região como espaços de concerto; e promoção da região em Portugal e no estrangeiro. Subjacente a esses objetivos tem estado a preocupação constante da divulgação das obras-primas da grande música europeia de todas as épocas e o apoio à criação contemporânea.

O Ministério da Cultura / Secretaria de Estado da Cultura presta o seu apoio estruturante desde 1997. Algumas empresas nacionais e regionais contribuem também com o seu apoio financeiro ao abrigo da Lei do Mecenato, embora de forma residual. A empresa sucessora da SOPETE – A Varzim Sol, S. A., concessionária da zona de jogo da Póvoa, abandonou a parceria no início de 2006.

O FIMPV beneficia da colaboração estabelecida com alguns dos mais belos templos religiosos da região, como espaços de concerto, nomeadamente as Igrejas Matriz, da Lapa, de S. José de Ribamar e da Misericórdia (Póvoa de Varzim) e a Igreja Românica de S. Pedro de Rates.

Embora sediado na Póvoa de Varzim, ao irradiar nas primeiras edições a sua influência direta por todo o Norte do país (Braga, Viana do Castelo, Porto, Vila do Conde, Ponte de Lima, Amares, Barcelos, Caminha, Valença, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Vila Real), o FIMPV contribuiu decisivamente para despertar a curiosidade e formar um público próprio e renovado de edição para edição, num admirável esforço de descentralização cultural pioneiro na época.

42º FIMPV, 2020

Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim

Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim

Ao longo dos 40 anos da sua existência, o FIMPV promoveu artistas de renome nacionais e estrangeiros, revelando jovens talentos portugueses através de parcerias com o Prémio Jovens Músicos da RDP e o Festival de Música do Estoril.

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais
Folclore na Póvoa de Varzim

Grupos, tradições, bibliografia, discografia e atividades etnográficas no Concelho

  • Grupo de Danças e Cantares “Os Amigos” do Centro Social e Paroquial de Terroso
  • Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais
  • Rancho Folclórico das Lavradeiras de Santa Maria de Terroso
  • Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura
  • Rancho Folclórico de Aver-o-Mar
  • Rancho Folclórico Poveiro
  • Grupo Recreativo e Etnográfico “As Tricanas Poveiras”
Grupo de Danças e Cantares “Os Amigos” do Centro Social e Paroquial de Terroso

Na estrada Póvoa de Varzim – Barcelos, entre Amorim e Laundos, situa-se a freguesia de Terroso, espraiando-se airosamente desde a encosta do Monte da Cividade até às planuras de São Lourenço, a caminho de Navais. A Freguesia é conhecida pela sua Estação Arqueológica – Cividade – pela água em que em tempos abasteceu parte da Póvoa de Varzim e o mosteiro em Santa Clara de Vila do Conde, e pela tecelagem de mantas e tapetes de trapos.

O Grupo de Danças e Cantares “Os Amigos” foi fundado em 28 de março de 1993, com o fim de animar a Festa do Idoso, em Terroso. “Os Amigos” retrata o bom relacionamento entre os membros do Grupo. Foi com base nos valores da sua terra, aqui referidos, que elementos do Grupo se inspiraram para a elaboração de letras inéditas, que fazem parte de algumas das suas cantigas, tendo realizado em 2006 uma gravação comercial.

O Grupo apresenta uma variedade de trajes – domingueiro, trabalho, feira e até mesmo de noivos – tendo alguns sido usados pelos antepassados e outros reproduzidos. Nos primeiros cinco anos da sua existência foi autónomo, tendo sido incorporado no Centro Social e Paroquial de Terroso, a 26 de março de 1998, passando a a designação atual.

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais

Associação etnográfica de raiz rural, o Grupo Folclórico “Os Camponeses de Navais” nasceu em 1983 e tem desenvolvido essa atividade cultural respeitando os usos e costumes do povo da Freguesia. Com a autenticidade das danças, cantares e trajes o Grupo foi integrado como membro efetivo da Federação do Folclore Português em 15 de dezembro de 1998. Organiza festival de folclore em agosto. A sua sede é um espaço cedido pela Autarquia. Além do folclore, promove e realiza outras atividades como jogos de salão (campeonatos) e recreação de tradições populares (Janeiras).

GFCDCN

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura

O Rancho Recreativo e Cultural de Aguçadoura nasceu em 1976. Durante seis anos exibiu danças e cantares de diversas regiões do país. Para garantir o seu futuro foi oficializado, em 29 de outubro de 1982, como “Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura”. As danças e cantares não representam apenas a região do Douro Litoral, mas também tem uma grande influência minhota. Os trajes são essencialmente de romaria, de noivos, de domingueiros, de feira e de trabalho.

RFCPA

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura

As cantigas falam das maravilhas dos campos de Masseira (únicos na Europa), as suas praias e os seus típicos lugares. A tocata é composta por acordeões, violas, cavaquinhos, bombo, ferrinhos e reco-reco. Desde a sua fundação em atuado em todas as regiões do país (incluindo o arquipélago dos Açores), em Espanha e em França (Córsega), além de representações na televisão.

Organiza todos os anos dois festivais internacionais: Festival Internacional do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura; Festival integrado nas Festas da Nossa Senhora da Boa Viagem. Tem participado na organização da semana Cultural a exposição de utensílios e desfiles de usos e costumes tradicionais da região e nas Janeiras. Usa uma salão cedido pela Casa do Povo de Aguçadoura.

Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso

O Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso surgiu quando, na freguesia, se realizaram uns cortejos com o objetivo angariar fundos para a construção do Centro Social e Paroquial de Terroso. Um grupo de pessoas juntou-se para dançar e cantar e, encabeçados por Manuel Fernando Azevedo Moreira, presidente do Rancho, formalizou-se o agrupamento três anos depois, a dia 29 de setembro de 1996.

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Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso

Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso

Sendo Terroso uma freguesia essencialmente rural, apesar da proximidade com a Póvoa de Varzim, toda a sua atividade está centrada na agricultura, especialmente no que se refere ao cultivo de cereais como milho, trigo, aveia, cevada, centeio e linho.

Procurou-se saber, junto das pessoas mais idosas da freguesia, os usos e costumes da altura. Seguindo a tradição, o Rancho apresenta-se com os seguintes trajes: jornaleiros, ceifeiros, carreteiros, de romaria, domingueiros, noivos, ricos e de trabalho. Houve também a preocupação de fazer a recolha de instrumentos de trabalho, sendo eles: roca, fuso, dobadoura, carrela, foucinhas, malho, empadeladouro, vassoura de gesta, joga, sarilho, vara, encinho e sedeiro.

Rancho Folclórico de Aver-o-Mar

O Rancho Folclórico de Aver-o-Mar, associação etnográfica de raiz piscatória/rural, pertence à freguesia poveira criada em 1922, situada 2 Km a norte da cidade da Póvoa de Varzim. Fundado a 13 de novembro de 1988 e constituído por escritura pública em 20 de julho de 1989, o grupo é constituído por cerca de 40 elementos.

RFA

Rancho Folclórico de Aver-o-Mar

Rancho Folclórico de Aver-o-Mar

Do seu reportório destacam-se as seguintes danças: Vira do Pescador, Marcha da Sargaceira, Malhão de Santo André, Morena e Marcha da Nossa Terra. Através dos seus trajes e das danças, simboliza a azáfama da pitoresca freguesia, assim como os usos e costumes dos antepassados. Aver-o-Mar é o uma freguesia de Sargaceiros e Seareiros, assim, os trajes que o grupo apresenta são essencialmente representativos do trabalho do campo e da apanha do sargaço.

O Rancho organiza o seu festival de folclore em agosto/setembro. Usa espaços cedidos pela Direcção Escolar do Norte.

Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates

O Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates é uma associação de natureza etnográfica do Concelho da Póvoa de Varzim.

Linho

Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates

Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates

Rancho Folclórico Poveiro

O Rancho Folclórico Poveiro foi fundado em 24 de junho de 1936, pelo etnógrafo poveiro António dos Santos Graça, com a finalidade de manter vivos os trajes, danças e cantares dos pescadores. Os trajes são os usados pelos pescadores da Póvoa nos finais do século XIX. Neles predomina a “branqueta” (fazenda de lã branca) nas saias e nas calças e ainda a tão famosa camisola de lã branca, bordada a ponto de cruz com motivos marítimos.

As chulas, os viras e as danças de roda são as mais tradicionais. A tocata é formada por acordeões, violas, cavaquinhos, bombo e ferrinhos.

RP

Rancho Folclórico Poveiro

Rancho Folclórico Poveiro

Bibliografia

Rancho Poveiro. Cinquenta Anos de História. 1936-1986 Póvoa de Varzim. 1987. 24×16,5 cm. 79 págs. Brochado.
Ilustrado. Com os textos seguintes: O Grupo Folclórico Poveiro pelo Pe. Manuel Amorim; O Traje do Grupo Folclórico Poveiro pela Dra. Maria da Glória Azevedo Martins da Costa; De 1936 a 1986 por Portugal e Pelo Mundo por Armando R. Marques.

Grupo Recreativo e Etnográfico “As Tricanas Poveiras”

A 4 de Julho de 1993 nasceu na Póvoa de Varzim o Grupo Recreativo e Etnográfico “As Tricanas Poveiras”. A ideia para a formação do grupo surgiu no culminar de um encontro festivo por altura das festas de S. Pedro em 1993.  A Póvoa de Varzim, nas últimas décadas, sofreu um veloz crescimento urbano que não desfigurou o espírito poveiro, altivo e orgulhoso de suas tradições milenares e da sua terra que, enamorando-se da pesca, soube crescer e diversificar as atividades económicas.

A região da Póvoa de Varzim, vivenciando de forma intensa a pesca e a agricultura, compreende três formas distintas de subsistência, que são o ancoramento ribeirinho, tendo como atividade exclusiva a pesca, a fixação na orla marítima, onde se granjeia entre o mar e a terra e, finalmente, a sedentarização interior. Os condicionalismos geográficos e as atividades económicas moldaram diferentes realidades humanas, evidenciando-se o pescador poveiro, que vive em estreita ligação com o atlântico, desconhecendo quase tudo sobre os segredos da terra e da sua produção; o seareiro, comprometido na duplicidade entre a terra e o mar e, finalmente, o lavrador do interior que tem para com o oceano um respeito reservado.

Estas realidades acabam por moldar o espírito da terra, estabelecendo a cultura e as tradições que se refletem nas danças e cantares que o Grupo Recreativo e Etnográfico “AS Tricanas Poveiras” se esforça por divulgar. O reviver, através da graciosidade das melodias dos autores poveiros e do cancioneiro popular, é exibido com encanto nos salões de festas, nos festivais de folclore, nas romarias e até mesmo no teatro de revista.

Existem duas versões das Tricanas, a versão recreativa, que realça a mulher da Póvoa, “Tricana Poveira”, apresentando-se de avental multicolor, blusa vistosa de seda ou renda com gola, saia preta travada, meia de vidro com risca e chinelo de tacão fino, e a versão etnográfica, bem mais sóbria, mas igualmente rica de beleza e de diversidade ímpar em mostra cultural de etnografia, podem ser apreciados os trajes de trabalho, festa, romaria, noivos, luxo, luto e representações oficiais. Alguns trajes são originais, outros são cópias recolhidas através do Museu Etnográfico da Póvoa de Varzim.

Entre as suas atividades, contam-se atuações recreativas e etnográficas; festas temáticas; Arraial Poveiras (Póvoa Ao Ar Livre); Dias do Parque; Cantares das Janeiras; Fado e Poesia; Festas Populares; Jogos tradicionais; Marchas Populares; Saraus de Variedades; Tômbolas dançantes; Usos, costumes e tradições Poveiros; Teatro de Revista; Ténis de Mesa; Atletismo; Futebol “Ovos de Páscoa” (Infantil e Juvenil). Usa espaços cedidos pela Autarquia.

EVENTOS

Em 2016, o Rancho Folclórico Poveiro comemorou 80 anos com festa entre 15 de junho e 3 de julho. A primeira iniciativa teria lugar no Posto de Turismo, com a inauguração da exposição “Rancho Poveiro, 80 Anos de História”. A mostra estará patente de 15 de junho a 3 de julho, dando a conhecer ou reviver alguns dos momentos mais marcantes da vida do grupo.

No sábado, 25 de junho, decorreria o Festipóvoa – Festival Nacional de Folclore, com desfile dos grupos convidados e atuação dos Ranchos: Rancho Folclórico da Glória do Ribatejo (Salvaterra de Magos); Rancho das Cantarinhas de Buarcos (Figueira da Foz); Rancho Típico de Pombal; Rancho Folclórico da Trofa; Ronda Típica da Meadela (Viana do Castelo) e Rancho Poveiro. No domingo, 26 de junho, haveria uma Missa Comemorativa dos 80 Anos do Rancho Poveiro, na Igreja Matriz.

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim
Filarmónicas da Póvoa de Varzim

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Foi a 12 de junho de 1864 que, pela primeira vez, se apresentou na Póvoa de Varzim uma Banda local. Segundo Viriato Barbosa, saiu bem cedo dos Paços do Concelho a caminho da Matriz, por entre a multidão delirante. Em finais de 1924 a Banda sofreu uma cisão: dum lado a Sociedade Musical da Banda Povoense Concelhia conhecida como “Banda dos Passarinhos”; do outro, a Banda Musical a Poveira, vulgarmente designada “Banda dos Malhados”.

Em 10 de abril de 1947 verificou-se a fusão constituindo-se a atual Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim, que por ocasião do seu 50° Aniversário foi agraciada pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim com a Medalha de Ouro de Reconhecimento Poveiro, pelo trabalho desenvolvido e por ser um dos mais prestigiados embaixadores itinerante da Póvoa de Varzim.

Conta com cerca de 60 executantes com uma média de idades a rondar os 22 anos, formados ou em formação na Escola de Música da Banda e na Escola de Música da Póvoa de Varzim, garantindo assim uma qualidade que lhe permite ombrear com as mais qualificadas Bandas do País. Tendo já passado por alguns maestros desde o início da sua história, atualmente este papel é desempenhado por João Vaz. Uma das preocupações mais importantes desta Banda é ser constituída unicamente por músicos da terra.

ABMPV

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

ABMPV

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

ABMPV

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Raúl da Costa, pianista, da Póvoa de Varzim
Músicos naturais da Póvoa de Varzim

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Raúl da Costa

Raúl da Costa, pianista, da Póvoa de Varzim

Raúl da Costa, pianista, da Póvoa de Varzim

Alberto Gomes, músico da Póvoa de Varzim, em azulejo

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho da Póvoa de Varzim

Muro com painéis de azulejos retratando a Póvoa do Varzim de outrora, com momentos do povo poveiro, heróis da Póvoa e figuras históricas da Cidade, da autoria do poveiro Fernando Gonçalves (Nando). O painel de azulejos encontra-se no paredão que divide o areal da praia da zona pesqueira.

Alberto Gomes, músico da Póvoa de Varzim, em azulejo

Alberto Gomes em azulejo

Alberto Gomes, músico da Póvoa de Varzim nascido em 1898 e falecido em 1970, azulejo da marginal

Painel de azulejos de Fernando Gonçalves, Póvoa de Varzim, ft Porto e Norte

Painel de azulejos de Fernando Gonçalves, Póvoa de Varzim, ft Porto e Norte

Rua de Trás os Quintais

Coreto

Coreto da Rua Rua de Trás os Quintais, Póvoa de Varzim

Coreto, Póvoa de Varzim, lira

Coreto da Rua de Trás os Quintais, Póvoa de Varzim

Igreja Matriz de Rates
Órgãos de tubos da Póvoa de Varzim [5]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia da Póvoa de Varzim 

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia da Póvoa de Varzim

A Igreja da Misericórdia da Póvoa de Varzim possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em 1820.

Igreja de Beiriz

Igreja Matriz de Beiriz

Igreja Matriz de Beiriz

A Igreja Paroquial de Santa Eulália de Beiriz possui um órgão da autoria de Augusto Joaquim Claro, organeiro de Braga, órgão de um teclado manual e 14 meios registos [ I ; (7+7) ], construído em 1894, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2001, opus 33.

Tubos da fachada

Órgão da Igreja Paroquial de Beiriz

Órgão da Igreja Paroquial de Beiriz

Igreja de Navais

Igreja Matriz de Navais

Igreja Matriz de Navais

A Igreja Paroquial do Divino Salvador de Navais possui um órgão positivo de armário em más condições.

Órgão positivo de portadas fechadas

Órgão da Igreja Paroquial de Navais

Órgão da Igreja Paroquial de Navais

Órgão positivo de portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Navais

Órgão da Igreja Paroquial de Navais

Igreja de Rates

Igreja Matriz de Rates

Igreja Matriz de Rates

A Igreja Paroquial de São Pedro de Rates possui um órgão histórico construído por Luís de Carvalho Guimarães no séc. XIX. Foi restaurado em 1989 por António Simões.

Órgão positivo de armário

Órgão da igreja de Rates, foto António Simões

Órgão da igreja de Rates, foto António Simões

Manúbrios e registos

Órgão da igreja de Rates, manúbrios da direita

Órgão da igreja de Rates, manúbrios da direita, foto António Simões

Registos e manúbrios

Órgão da igreja de Rates, manúbrios da esquerda

Órgão da igreja de Rates, manúbrios da esquerda, foto António Simões

Pisantes

Órgão da igreja de Rates,  pisantes dos cheios

Órgão da igreja de Rates, pisantes dos cheios, foto António Simões

Igreja dos Terceiros Franciscanos

A Igreja dos Terceiros Franciscanos possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em 1825-1826.