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Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava
Folclore na Ribeira Brava

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma da Madeira
  • Ilha: Madeira
  • Concelho: Ribeira Brava
Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava

O Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava foi fundado em 1980. Era constituído maioritariamente por crianças e jovens, facto pelo qual foi denominado Grupo Folclórico Infantil e Juvenil da Ribeira Brava. Em 1987, o grupo recebeu um convite para sw integrar na Casa do Povo, pelo que adotou a atual designação.

No início, o grupo, limitava-se a atuar nos arraiais tradicionais, nas festas de fim de ano e nos festivais de folclore do arquipélago. Posteriormente a sua fama projetou-se e as atuações fora da ilha passaram a ser inevitáveis. Hoje, o grupo é constituído por 31 elementos, com idades entre os 10 e os 50 anos.

Os elementos estão trajados segundo os padrões de um passado que prevalece na história do povo: vilão madeirense, viloas madeirenses.

Os bailes que compõem o seu reportório, tipicamente cantados e dançados, são: Baile das Romarias, Baile das Bordadeiras, Baile da Ponta do Sol, Baile Corrido, O Calcinha, A Ciranda, Baile Corrido, Filha do Barqueiro, Ala Moda, Brinco d’ Oito, Mourisca de Santana, Baile do Caniçal e Baile Pesado.

Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava

Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava

Banda Municipal da Ribeira Brava
Músicos do Concelho da Ribeira Brava

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda da Ribeira Brava

Documentos dão conta que já no terceiro quartel do século XIX existia uma banda na Freguesia da Ribeira Brava. As primeiras bandas da Madeira surgiram como forma de orientar a juventude. Após o triunfo do liberalismo, o serviço militar tornou-se obrigatório para os mancebos recenseados. Muitos procuraram emigrar como uma forma de fugir aquele serviço no qual passavam por certas privações. Alguns rapazes aderiram às primeiras bandas que entretanto se fundaram porque queriam ter uma tropa mais leve.

No caso da banda que se fundou na Ribeira Brava por iniciativa do pároco Francisco Manuel Sousa, os sócios tocantes pagavam uma cota cuja soma lhes seria entregue quando entrassem no serviço militar. A primeira Banda da Ribeira Brava surgiu entre 1870 e 1874. A primeira notícia referente a uma atuação é datada 1875. Dizia-se que se organizou na Ribeira Brava uma banda de música que tinha tocado e possuía novos e bons instrumentos. Contudo a sua escritura de sociedade só foi lavrada em 1877. Esta escritura, conforme uma nota à margem do documento, foi distratada em 6 de junho de 1888.

A BRB é atualmente constituída por 25 elementos e por 15 aprendizes do concelho da Ribeira Brava. A Banda ensaia todas as quartas e sextas-feiras na respetiva sede, no centro da vila. As principais atividades passam por atuações nas festas do concelho e algumas fora dele. Destacam-se as atuações em Leiria, no ano de 1998, e na ilha de S. Miguel, Açores em 2000. É seu maestro Alberto Cláudio Sousa Barros.

BMRB

Banda Municipal da Ribeira Brava

Banda Municipal da Ribeira Brava

Igreja Matriz da Ribeira Brava
Órgãos de tubos do concelho da Ribeira Brava [1 ]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz da Ribeira Brava

[ São Bento ]

Igreja Matriz da Ribeira Brava

Igreja Matriz da Ribeira Brava

A Igreja Matriz da Ribeira Brava é um edifício de arquitetura religiosa do século XVI. Classificado como Imóvel de Interesse Público, é um dos mais antigos templos rurais da Diocese do Funchal e um dos mais visitados na ilha.
Edificada no século XVI, com origem numa pequena capela do século XV, a Igreja Matriz da Ribeira Brava, ou de São Bento, no centro da vila, sofreu várias intervenções ao longo do tempo. Apresenta caraterísticas manuelinas, maneiristas e barrocas e alberga um rico acervo de pintura, escultura, ourivesaria e talha dourada dos séculos XVI e XVII, sendo por isso, um dos conjuntos patrimoniais mais importantes da região tendo, inclusivamente, o seu tesouro sido exposto no Museu Real de Belas-Artes de Bruxelas. No interior apresenta lustres magníficos; uma coleção de peças em prata dos séculos XVI e XVII; uma imagem monumental de Nossa Senhora do Rosário, de produção flamenga, datada de cerca de 1520; e painéis de origem flamenga que representam a Virgem com o Menino ladeados por São Bento e São Bernardo. A capela-mor é dominada por um magnífico retábulo de talha dourada e policromada dos finais do século XVII. O seu orago é São Bento e a festa em honra do santo é celebrada a 21 de março.

Fonte: VisitMadeira