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Coreto do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)
Coretos da Trofa

Projetados pelo Atelier Carvalho Araújo, os Coretos do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa) foram inaugurados no dia 24 de Maio de 2015, pelo Presidente da Câmara Municipal da Trofa, Dr. Sérgio Humberto. Os dois novos coretos, que integram o recentemente inaugurado Parque Nossa Senhora das Dores, no centro da cidade portuguesa da Trofa, fazem parte de um conjunto de três peças, que inclui, para além dos dois coretos, um palco principal.

Os novos coretos possuem uma cobertura convexa e surgem como uma reinterpretação do coreto tradicional, cujo desenho foi estudado de forma a maximizar as potencialidades acústicas.

Parque de Nossa Senhora das Dores

Coretos do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Coretos do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Cada um dos coretos tem capacidade para acolher bandas com 50 a 74 músicos e o seu desenho permite uma visibilidade de 360 graus. O seu posicionamento em relação à Capela da Nossa Senhora das Dores e em relação ao palco principal (Concha Acústica) assegura uma distribuição equilibrada do público ao longo da praça.

Parque de Nossa Senhora das Dores

Coreto do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Coreto do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

FOI NOTÍCIA

A 8 de agosto de 2016, o Notícias da Trofa noticiava:

Quase nove meses depois da inauguração do Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro, terá ficado concluída a concha acústica, um palco retangular destinado a eventos ao ar livre. No dia de 29 de julho foi retirada a vedação que se encontrava à volta deste equipamento, à exceção do acesso ao piso inferior, onde se encontram os camarins e respetivas casas de banho.

E depois de os visitantes do Parque verem de perto a conclusão da obra, algumas dúvidas têm surgido relativamente ao seu tamanho. Recorde-se que a noite da inauguração do Parque, a 19 de novembro de 2015, foi animada por Mickael Carreira, o artista a quem caberia a “responsabilidade” de “inaugurar” a concha acústica. Mas será que este equipamento teria as medidas mínimas para receber este concerto? Parece que não.

A concha acústica tem cerca de oito metros de profundida por cerca de 14 metros de largura, sendo que por altura é de 4,6 metros. Segundo um dos técnicos de Mickael Carreira, as medidas mínimas são 12 metros de profundidade, 15 metros de largura e oito de altura, sem contar as abas laterais, uma regi e torres.

O NT quis ainda saber quais eram as medidas mínimas exigidas por outros artistas. Para Paulo Gonzo, que é cabeça de cartaz da festa de Nossa Senhora das Dores, é de 15 metros de largura por 12 metros de profundidade, para os D.A.M.A. e para Johnny Abreu é de 12 metros por dez, enquanto Diogo Piçarra pede um palco de dez metros de profundidade por 15 metros de largura.

Concha acústica

Concha acústica do Parque de Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Concha acústica do Parque de Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Mas a concha acústica não foi feita só para receber concertos. Pelo palco podem ainda passar grupos de dança, ranchos folclóricos e artistas de música popular portuguesa. No caso de um rancho folclórico com cerca de 50 elementos, será necessário “aumentar” a estrutura com um estrado para o coro e tocata, para que os dançadores tenham espaço para apresentar as coreografias.

Fica a dúvida sobre se os projetistas da concha acústica se muniram de informação suficiente para acautelar os requisitos necessários para a maior parte dos grupos de música e dança poderem atuar.

Para a realização do projeto de execução da concha acústica, a Câmara Municipal da Trofa contratou a INACOUSTICS – Engenharia Acústica, Vibrações e Ambiente, Lda, mas parece que nem a empresa nem os arquitetos e engenheiros da Câmara tiveram a preocupação de se certificarem se a estrutura satisfazia as necessidades para a realização dos espetáculos.

Rancho das Lavradeiras da Trofa
Folclore da Trofa

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Rancho das Lavradeiras da Trofa
  • Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado
  • Rancho Folclórico da Trofa
  • Rancho Folclórico de Alvarelhos
  • Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado
  • Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo
Rancho das Lavradeiras da Trofa

Apartado 328
4786- 909 TROFA

RFLT

Rancho das Lavradeiras da Trofa

Rancho das Lavradeiras da Trofa

Rancho Folclórico da Trofa

Urbanização da Barca – Apartado 159
4786-909 Trofa

RFT

Rancho Folclórico da Trofa

Rancho Folclórico da Trofa

Rancho Folclórico de Alvarelhos

Fundado a 3 de agosto de 1996, o Rancho Folclórico de Alvarelhos localiza-se na freguesia de Alvarelhos/Guidões, no concelho da Trofa. A freguesia teve sempre a agricultura como atividade principal notando-se no século XX o desenvolvimento da indústria. Tem fronteira com o concelho da Maia e maiatos foram sempre através dos tempos, usos, costumes e tradições das suas gentes. E para preservar e divulgar tais valores etnográficos foi criado o Rancho Folclórico de Alvarelhos.

Desde tempos imemoriais ali se organizavam as rusgas que abrilhantavam, com as suas danças e cantares, as seculares festividades em honra de Santa Eufémia no Alto do Monte da Carriça, que têm lugar anualmente, no terceiro domingo de setembro.

Os trajos, as danças e os cantares do Rancho Folclórico de Alvarelhos são fruto dum trabalho aprofundado, pelo que apresenta fielmente as tradições dos antepassados. Apesar da curta existência este grupo já tem um vasto historial, dois CD gravados, atuações na RTP e presença em festivais de folclore desde o Minho ao Algarve, Espanha e França.

Rua Central do Ribeiro, 860
4745 – 090 Alvarelhos

RFA

Rancho Folclórico de Alvarelhos

Rancho Folclórico de Alvarelhos

Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo

O Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo é uma associação sem fins lucrativos dedicada ao estudo, recolha, demonstração e preservação do folclore e da etnografia da Vila do Coronado – Trofa.

Rua Vale do Coronado, Edf. Coronado, 1301
4745-471 S. Mamede do Coronado

RFDES

Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo

Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo

Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado

Apartado 82
4746-909 Trofa

RFSRC

Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado

Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado

Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado

Largo do Fontenário, n.º 56 – Trofa Velha
4785-708 Trofa

RFSTB

Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado

Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado

Banda de Música da Trofa

Filarmónicas da Trofa

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Banda de Música da Trofa

A Banda de Música da Trofa fez a sua apresentação no dia 3 de Março de 1951, por ocasião da feira grande da Trofa. O primeiro regente foi o Professor Aguiar do Asilo do Terço, do Porto. Em 1967, houve necessidade de se imprimir á Banda uma nova estrutura, desde a base até á cúpula, dos instrumentos até aos executantes e regência. Foi contratado novo maestro, o Professor António Oliveira Gomes, regente da Banda da Guarda Nacional Republicana e professor do Conservatório de Música do Porto. Os frutos dessa escolha, depressa apareceram.

Em 1971, sagrou-se vencedora em Lisboa, na final do 2º Concurso Nacional de Bandas Civis, uma organização da FNAT. Em 29 de Julho de 1973, deslocou-se á Paróquia de Caritel, em Espanha, para a inauguração da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Em 1976, festejou os 25 anos de existência num programa a que se associou a Banda da Força Aérea e foi cunhada uma medalha com Enumeração Numismática, assinalando o evento.

Em 1982, deslocou-se a França, à cidade de “Le Puy”, onde arrebatou o primeiro lugar no Concurso de Bandas Internacionais, vindas de Itália, Bélgica e França, num total de 12. Em 2001, comemorou as suas Bodas de Ouro, tendo sido agraciada pela Câmara Municipal da Trofa com medalha de Ouro do Município. Associaram-se ao evento todas as autoridades Civis, Religiosas, Militares, Associações do Concelho e grande número de Trofenses e amantes da Divina arte dos sons que não deixaram de presenciar um espetáculo único com a presença e o desfile de 16 bandas de música, que se associaram à efeméride e que terminou com uma mega jantar de confraternização e que ficou assinalado com emissão de uma medalha comemorativa.

No Historial da Banda, dois nomes ficaram de referencia, o do Professor António Oliveira Gomes Jr., 25 anos na regência da Banda e o do Comendador José Costa Pereira Serra (J.Serra ) que muito contribuiu de forma generosa no apoio financeiro à Banda. A partir de 2006, foi convidado a reger a Banda de Música da Trofa o Ex- Comissário e Regente da P.S.P de Lisboa, o Maestro Alberto de Freitas, realizando um excelente trabalho durante 4 anos, tanto a nível musical como organizativo. Em 2011 a Direção promoveu a Maestro Luís Filipe Campos, conceituado trombonista da Banda.

BMT

Banda de Música da Trofa

Banda de Música da Trofa

Luciana Cruz, violinista, da Trofa
Músicos naturais do Concelho da Trofa

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

Juliana Sousa

Juliana Sousa nasceu em 1987 na Trofa. Iniciou os estudos musicais em 1995 na classe de Órgão com o professor Mesquita, na Musical Trofa. Em 1997 ingressou no Centro de Cultura Musical – CCM – na classe de Piano com Eduardo Rocha e em 1999 é admitida na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE – na classe de Violino de José Manuel Costa Santos.

Participou nas orquestras Artavinhos sob direção dos maestros Jaroslav Mikus e Francisco Ribeiro. Integra a Orquestra Artave em 2002, trabalhando com os maestros António Soares, Manuel Ivo Cruz, Vasco Pierce Azevedo, Emílio de César, Ernst Schelle, António Saiote, Juan Trillo, Ricardo Tacuchian, José Atalaya, Jean-Sebastien Béreau e Roberto Pérez.

Em 2004 ingressou na Orquestra APROARTE sob a direção do maestro Ernst Schelle. Frequentou Master Classes na ARTAVE com os professores Boris Kuniev, Aníbal Lima, Alexei Mijlin. Fora do âmbito da escola profissional frequentou classes de aperfeiçoamento com Sergey Kravchenko, Eliseu Silva e Nuno Soares.

Em 2005 ingressou na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto – Pólo da Foz, na classe de Aníbal Lima e como membro do coro da Universidade Católica Portuguesa – Pólo da Foz, realizou concertos sob a direção de Barbara Frank. Em 2007 ingressou na Universidade de Aveiro, onde completou a Licenciatura em Ensino de Música, na classe de Zoltan Santá. Estagiou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Leia AQUI a biografia completa.

Luciana Cruz

Natural da Trofa, Luciana Cruz iniciou os estudos musicais aos cinco anos de idade em Piano. Aos doze iniciou o curso de Violino na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave.

Licenciou-se em 2008 pela Academia Nacional Superior de Orquestra sob orientação de Aníbal Lima na classe de Violino. Em 2013 concluiu o Mestrado em Ensino da Música – Ramo Cordas/Violino (profissionalizante) na Academia Nacional Superior de Orquestra, ministrado em associação com a Universidade Lusíada de Lisboa.

Participou em cursos e classes de aperfeiçoamento e em Portugal e no estrangeiro com os docentes Gerardo Ribeiro, Blagoja Dimcevsky, Gilles Apap, Rainer Sonne, entre outros.

Desde 2006 colabora como músico convidado na Orquestra Metropolitana de Lisboa (tendo sido músico convidado permanente na temporada 2008/2009), na Sinfonietta de Lisboa e na Orquestra Sinfónica Portuguesa.

De 2010 a 2016 foi membro contratual da Orquestra Gulbenkian. Teve assim a oportunidade de trabalhar sob a direcção de vários maestros, como: Lawrence Foster, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, David Afkham, Thomas Adès, Bertrand de Billy, Christian Tetzlaff, Augustin Dumay, Simone Young, entre outros.

Leia AQUI a biografia completa.

Luciana Cruz

Luciana Cruz, violinista, da Trofa

Luciana Cruz, violinista, da Trofa

Ricardo Ramos

Ricardo Ramos iniciou a sua formação musical na Escola ARTAVE em 1997. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, na classe de Hugues Kesteman.

Estudou também na Musikhochschule Lübeck, na Alemanha, com Pierre Martens. Foi membro de várias orquestras juvenis e profissionais: Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, Gustav Mahler Jugendorchester, Orquestra Juvenil da União Europeia, Bamberger Symphoniker, Philharmonisches Orchester der Hansestadt Lübeck, Orquestra Nacional do Porto, REMIX Orquestra, Orquestra das Beiras e Orquestra do Norte. Tocou sob a direção de importantes maestros como Hebert Blomstedt, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, Michael Boder, Lawrence Foster, Michel Corboz, Ton Koopman ou Bertrand de Billy, entre outros.

Como solista, colaborou com a Philharmonisches Orchester Kiel, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e a Norddeutsche Sinfonieta.

Leia AQUI a biografia completa.

Fonte: A informação sobre Bernardo Silva, Juliana Sousa, Margarida Silva, Ricardo Ramos, Vanessa Lima e Vera Pereira foi dada por Luciana Cruz.

Igreja Matriz de Santiago de Bougado
Órgãos de tubos do concelho da Trofa [4]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Capela de Nossa Senhora da Livração

Capela de Nossa Senhora da Livração

Capela de Nossa Senhora da Livração

A Capela de Nossa Senhora da Livração possui um órgão construído em 2000 por António Simões.

Montra do órgão

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Livração

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Livração

Igreja de Santiago de Bougado

Igreja Matriz de Santiago de Bougado

Igreja Matriz de Santiago de Bougado

A Igreja Paroquial de Santiago de Bougado possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, do século XIX, restaurado em 1989 por António Simões.

Montra do órgão

Igreja Paroquial de Santiago de Bougado

Igreja Paroquial de Santiago de Bougado

Igreja de São Mamede do Coronado

Igreja Matriz de São Mamede do Coronado

Igreja Matriz de São Mamede do Coronado

A Igreja Paroquial de São Mamede do Coronado possui um órgão histórico de tipo ibérico.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de São Mamede do Coronado

Órgão da Igreja Paroquial de São Mamede do Coronado

Igreja de São Martinho de Bougado

Igreja Matriz de São Martinho de Bougado

Igreja Matriz de São Martinho de Bougado

A Igreja Paroquial de São Martinho de Bougado possui um órgão histórico construído por Manuel de Sá Couto em 1830, restaurado em 2003 por António Simões.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de São Martinho de Bougado

Órgão da Igreja Paroquial de São Martinho de Bougado