Artigos

Batucando Orquestra de Percussão
Grupos de Bombos do Montijo

Bombos, Zés Pereira, grupos e eventos de percussão tradicional no Concelho

Os grupos de bombos, também conhecidos por Zés Pereiras, são agrupamentos de percussão tradicional com presença habitual nas romarias e festas de aldeia, em peditórios para a festa e em despiques de vários grupos, em eventos de de recriação histórica (feiras medievais) e outros.

Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Anau A Rufar
  • Batucando Orquestra de Percussão
Batucando Orquestra de Percussão

Batucando Orquestra de Percussão

Conservatório Regional de Artes do Montijo
Escolas de Música no Montijo

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Conservatório Regional de Artes do Montijo

R. Cidade de Évora, 48
2870-137 Montijo
Tlm. (+00 351) 917 174 301

Conservatório Regional de Artes do Montijo

Conservatório Regional de Artes do Montijo

Sinfonia e Eventos

R. João Pedro Iça, 2870
2870-338 Montijo
Tlm. (+00 351) 917 592 028

Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro

Av. Dom João IV, 16
2870-155 Montijo
Tel. (+00 351)212 310 372

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, do Montijo
Filarmónicas do Montijo

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro do Montijo

“Foi neste dia de glória que a 1º de Dezembro nasceu”, dizem os dois primeiros versos do Hino “Saudação à 1º de Dezembro”. De Facto, a Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro do Montijo foi fundada a 1 de dezembro de 1854. Ao longo de século e meio de existência, conta com um longo e rico historial, incluindo valiosos galardões a premiar a notável vida artística da sua banda de Música, assim como inúmeras deslocações pelo país e estrangeiro.

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro do Montijo

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro do Montijo

Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro
Folclore no Montijo

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura – Estremadura Sul
  • Distrito: Setúbal
  • Concelho: Montijo

04 grupos

  • Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de São Sebastião Danças e Cantares da Freguesia de Canha
  • Rancho Folclórico Juventude Atalaiense
  • Rancho Folclórico Recreativo e Cultural das Taipadas
Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro

Situado na Freguesia do Afonsoeiro, Concelho do Montijo, o Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro foi fundado em 1 de novembro de 1982. Apresenta trajes do fim do séc. XIX e princípios do séc. XX. As danças datam das mesmas épocas e eram dançadas, uma pelos trabalhadores rurais, nas suas horas de lazer, e outras pelos pescadores à volta das fogueiras, pela altura dos Santos Populares.

Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro

Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro

Rancho Folclórico Juventude Atalaiense

Sediada na Rua do Bairro Novo de Freguesia de Atalaia, Freguesia de Atalaia, Concelho de Montijo, o Rancho Folclórico Juventude Atalaiense é uma associação de natureza etnográfica constituída a 13 de novembro de 1986.

Rancho Folclórico Juventude Atalaiense

Rancho Folclórico Juventude Atalaiense

Rancho Folclórico e Etnográfico de São Sebastião Danças e Cantares da Freguesia de Canha

O Rancho Folclórico e Etnográfico de São Sebastião Danças e Cantares da Freguesia de Canha foi fundado em 2014, coincidindo com as comemorações do Dia da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Canha e do Dia de São Sebastião. É um grupo representativo da Freguesia de Canha, dos seus usos e costumes, tradições e atividades socioeconómicas.

Retrata trajes do final do século XIX, princípios do século XX. Como zona rural, foca aspetos sociais e da vida no trabalho do campo, cujas principais atividades eram cultivo de arroz – monda e ceifa – apanha de azeitona, exploração de cortiça e exploração de gado. A nível de recolhas, Canha é privilegiada: sofre grandes influências de três grandes zonas que se cruzam: Estremadura, Ribatejo e Alentejo.

Reúne cerca de 55 elementos – infantis, adultos e tocata – que se dedicam à representação das danças e dos cantares típicos. Organiza o seu Festival Anual de Folclore no fim-de-semana mais próximo do dia 16 de Agosto, em Canha.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português

Rancho Folclórico Recreativo e Cultural das Taipadas

Sediada em Taipadas, Freguesia da Canha – Montijo, o Rancho Folclórico Recreativo e Cultural das Taipadas é  uma associação de natureza etnográfica, recreativa e cultural, constituída a 19 de novembro de 1986.

Dulce Pontes, cantora, do Montijo
Músicos naturais do Concelho do Montijo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Dulce Pontes (cantora, 1969)
  • Humberto d’Ávila
  • Jorge peixinho (compositor, 1940-1995)
  • Jorge Vaz de Carvalho (barítono, 1955)

Dulce Pontes

Dulce Pontes, cantora, do Montijo

Dulce Pontes, cantora, do Montijo

Humberto d’Ávila

Natural do Montijo, Humberto d’Ávila (1922-2006) foi o sócio-fundador n.º 1 da JMP.  Cultivou desde cedo o gosto pela música, iniciando a atividade de crítico da especialidade no jornal O Século, em cujas páginas também se destacou como cronista de teatro.

Fez inúmeras apresentações e conferências por ocasião das primeiras temporadas de concertos da Juventude Musical Portuguesa (JMP), nomeadamente no Instituto Italiano e no Salão de Festas de O Século. Fundador e diretor do Círculo de Cinema, e diretor dos Companheiros do Pátio das Comédias, foi inspetor e, mais tarde, diretor do extinto Instituto Português do Património Cultural, onde criou um Departamento de Musicologia, graças ao qual alguns importantes espólios documentais e artísticos foram preservados.

Cultor enérgico do espírito associativo, a sua ação neste capítulo mostrou-se particularmente relevante ao ligar o seu nome à fundação da JMP e a instituições como a Associação Portuguesa de Educação Musical, o Conselho Português da Música e a Fundação Musical dos Amigos das Crianças, de todas havendo pertencido aos respetivos corpos sociais.

Como literato, deixou obra multifacetada, que se reparte pelo teatro declamado (várias peças, entre as quais Teia de Mentiras), pela intervenção (Para Quando Festivais de Arte em Portugal? – 1957) e pela musicografia (Lambertini e a Odisseia do Museu Instrumental – 1984, Malhoa e a Música do seu Tempo – 1986 e Almeida Mota, Compositor Português em Espanha – 1996), sem esquecer os muitos artigos que redigiu para dicionários, enciclopédias, jornais e revistas como a Seara Nova, O Globo, Mundo Literário e Diário de Notícias. À data da sua morte, Humberto d’Ávila tinha o grau de comendador da Ordem do Infante Dom Henrique.

Jorge Vaz de Carvalho

Jorge Vaz de Carvalho é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Ingleses) pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, em 1989.

Concluiu o Mestrado em Literaturas Comparadas na Universidade Nova de Lisboa, com a mais alta classificação, defendendo tese sobre a obra de Teolinda Gersão. Foi sub-Director do IELT Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, membro do Centro de Estudos Americanos da Universidade Aberta de Lisboa e professor de Português do Ensino Secundário durante 9 anos, entre 1975 e 1984.

O seu multifacetado percurso no panorama cultural tem-se, entretanto, centrado na actividade musical. Enquanto cantor lírico, estreou-se no Teatro de São Carlos de Lisboa, em 1984, a cuja companhia residente pertenceu até iniciar a carreira internacional, em países como a Alemanha, Austrália, Bélgica, China e Macau, Espanha, Croácia, França, Israel, Itália ou Japão. Além de dezenas de papéis principais que interpretou, em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti, Verdi, Puccini, Bizet, Gounod, Massenet ou Wagner, desenvolve actividades de concertista e de recitalista.

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Jorge Vaz de Carvalho, barítono, do Montijo

Jorge Vaz de Carvalho, barítono, do Montijo

HISTÓRIA

Jorge Peixinho

Jorge Peixinho (1940-1995) foi um dos mais importantes compositores portugueses do século XX, tendo tido um papel fundamental na actualização do panorama musical do país entre 1961 e meados da década de 1980, não apenas através da sua actividade criativa, mas também enquanto incansável divulgador, ensaísta e intérprete.

A sua obra, em que se detecta uma progressiva evolução estilística, conjuga com uma crescente originalidade a flexibilidade da ideia ou da execução musical e o rigor da escrita.

Nasceu no Montijo, onde iniciou os estudos de piano com sua tia Judite Rosado. Estudou Composição no Conservatório Nacional, em Lisboa, com Artur Santos (1948-1954) e Jorge Croner de Vasconcellos (1954-1956). Terminou em 1958 o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional, onde trabalhou com Fernando Laires, tendo também frequentado brevemente a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Como bolseiro da Fundação Gulbenkian, aperfeiçoou-se em Composição em Roma entre 1959 e 1961 com Boris Porena e Goffredo Petrassi, adoptando então o cromatismo integral e o atonalismo serial como base para a assimilação de novas técnicas criativas.

Na Holanda, em 1960, familiarizou-se com as possibilidades oferecidas pelos estúdios de música electrónica. Trabalhou ainda com Luigi Nono em Veneza e com Pierre Boulez e Karlheinz Stockhausen em Basileia, tendo frequentado, na década de1960, os cursos internacionais de composição de Darmstadt, onde participou em obras colectivas orientadas por Stockhausen.

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Jorge Peixinho, compositor, do Montijo

Jorge Peixinho, compositor, do Montijo