[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]
Ana Beatriz Teixeira Martins nasceu a 21 de fevereiro de 2002, em Sintra, distrito de Lisboa. Iniciou os estudos musicais em oboé na escola da Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua, em 2013, na classe de Adriana Castanheira. Ingressou no Conservatório Regional de Música de Vila Real em 2015, na classe de Roberto Henriques, e no ano seguinte, na classe de Adriana Castanheira. Concluiu o ensino secundário em 2020, tendo obtido o resultado de 19 valores na sua Prova de Aptidão Artística.
É licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe do professor Ricardo Lopes, tendo obtido a média de 18 valores. Termina o primeiro ano de Mestrado em Interpretação Artística na mesma instituição e integrando a classe no mesmo professor.
Colabora frequentemente com a Banda Sinfónica Transmontana, a Orquestra do Alto Minho, a Alto Minho Youth Orchestra (2 edições) e o ContemporArte Ensemble, projeto de música contemporânea a ser desenvolvido na ESMAE.
É professora de oboé no Conservatório Regional de Música de Vila Real.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira
962 942 759
Mariana Vieira
Nascida em Sintra, em 1997, Mariana Vieira é uma compositora portuguesa baseada em Lisboa. Concluiu a licenciatura em Música – Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com os compositores Carlos Caires e Jaime Reis. Frequenta o Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição.
Mariana Vieira, compositora, de Sintra
As suas peças foram apresentadas em festivais como Young Euro Classic (Alemanha), Crossroads (Áustria), Monaco Electroacoustique (Mónaco), e Aveiro_Síntese e Música Viva (Portugal). Em 2017, venceu o European Composer Award com a peça “Raiz”, uma encomenda da Jovem Orquestra Portuguesa, que teve a sua estreia na Konzerthaus de Berlim.
Participou em workshops e classes de aperfeiçoamento com compositores como Åke Parmerud, Annette Vande Gorne e Bernard Fort. Interessa-se pela produção de projetos artísticos, trabalhando nesta área paralelamente à sua atividade enquanto compositora. É diretora executiva do Festival DME – Dias de Música Electroacústica e do Lisboa Incomum, projetos que desenvolvem atividade de criação, programação e formação na área da música erudita contemporânea e eletroacústica.
HISTÓRIA DA MÚSICA
Clotilde Rosa
Clotilde Rosa, compositora, de Sintra
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/sintra-andre-matos-guitarra.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:01:422024-10-27 20:20:56Sintra e os seus músicos
De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:
Capela da Casa de Saúde do Telhal
Casa de Saúde do Telhal, Sintra
A Casa de Saúde do Telhal, Centro Assistencial na área da Psiquiatria, Saúde Mental e Reabilitação Psicossocial, situada no Concelho de Sintra, foi fundada pelo P. Bento Menni em 1893.
Órgão de tubos moderno
Órgão de tubos da Casa de Saúde do Telhal
Capela Real do Palácio Nacional de Queluz
Palácio Nacional de Queluz, Sintra
A Capela Real do Palácio Nacional de Queluz foi um dos primeiros espaços construídos por Mateus Vicente de Oliveira, primeiro arquiteto de Queluz. Compreende uma só nave, tendo diferenciados os espaços da Capela-mor, de planta oitavada e o do coro. O acesso à Capela e à tribuna superior era feito por uma escada a partir da Sala do Lanternim. Aqui, por detrás de uma treliça, a Família Real podia assistir aos ofícios religiosos sem ser vista.
A obra de talha dourada de inspiração Rococó, foi executada sob a direção de Silvestre de Faria Lobo, e ficou concluída em 1752. O retábulo da Capela-mor representando Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Queluz, é da autoria de André Gonçalves (1687-1762).
Fonte: PNQ
A Capela Real do Palácio Nacional de Queluz possui um órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º s/d., para reconstrução.
Órgão para reconstrução
Capela Real do Palácio Nacional de Queluz
Igreja Matriz de Belas
Igreja Matriz de Belas, Sintra
A Igreja Matriz de Belas, de invocação de Nossa Senhora da Misericórdia, ergue-se no largo do mesmo nome, na povoação do concelho de Sintra. Não se conhecem elementos que permitam aferir com exatidão a data de fundação do templo, mas é provável que se trate de uma edificação do início de Quinhentos, coeva do seu pórticomanuelino, único elemento classificado. Sofreu seguramente várias campanhas de obras, bem patentes numa série de elementos arquitetónicos e decorativos da fachada e interiores, permanecendo de resto o portal como o principal vestígio de uma campanha original. Trata-se de um pórtico simples mas elegante, rematado na forma aproximada de um duplo arco conopial, assente em delicados capitéis lavrados, sobre esguios colunelos lisos, e bases oitavadas. Ao centro do conopial, e como remate do conjunto, um cogulho vegetalista eleva-se sob o janelão da fachada.
Fonte: SML, DGPC
A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas possui possui um órgão da autoria de Filipe da Cunha (Phelipe da Cunha), construído em 1744, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2013.
Órgão histórico de armário
Órgão Filipe da Cunha da Igreja Matriz de Belas
O órgão da igreja de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas foi construído em 1744 por Filipe da Cunha que nasceu em Caminha por volta de 1680 e morreu em Lisboa a 26 de novembro de 1744. É pai de João da Cunha (Lisboa, 1712 – Lisboa, 1762) e avô de Leandro José da Cunha (Lisboa, 1743 – d.1805), ambos organeiros de profissão. O órgão foi uma oferta do Infante D. Manuel (D. Manuel Bartolomeu, irmão de D. João V), residente na vila de Sintra, “em festa solene de ação de graças pelas melhoras de saúde obtidas”.
Tem três registos inteiros (Flautado de 6 tapado, Quinzena, Dezanovena) e três meios-registos (Concertado de 5ªs de mão esquerda, Corneto de MD, Flautado de 12 tapado de MD). O teclado, de oitava curta, tem 47 notas.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.
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Igreja Paroquialde São Martinho
Igreja de São Martinho, Sintra
A Igreja de São Martinho dispõe de um órgão histórico de tipo ibérico da autoria atribuída a Joaquim António Peres Fontanes, construído em 1776, restaurado e reinaugurado a 04 de dezembro de 2020. Conservava as características originais.
positivo de armário Fontanes
Órgão da Igreja de São Martinho
Tubos vistos da traseira
Órgão da Igreja de São Martinho
Inauguração a 4 de dezembro de 2020
Órgão da Igreja de São Martinho
Com a atuação do organista António Esteireiro, a Igreja de S. Martinho, em Sintra, inaugurou a 4 de dezembro de 2020 o seu órgão restaurado, um órgão da autoria de Joaquim António Peres Fontanes (?), de 1776, com 527 tubos, situado no coro alto sobre a entrada, após cerca de oito décadas de silêncio. A “Vos da Verdade” apresentou-o como
«único» órgão em Portugal classificado como bem de interesse pública enquanto peça isolada.
O pároco, padre Armindo Reis, destacou a mobilização dos paroquianos e das autoridades civis para a concretização do projeto de restauro e fala das “realidades diversas” desta Unidade Pastoral. Na reinauguração deste instrumento musical, o Cardeal-Patriarca de Lisboa destacou a importância daquele bem cultural para a transmissão da fé. “Tratando-se do culto cristão, é cultura. E sempre assim foi porque o culto cristão é prestar a Deus aquela retribuição que em Jesus Cristo nós aprendemos a dar a Deus Pai”, apontou. “Repercutir o que aprendemos de Jesus Cristo” é a “expressão mais bonita que podemos encontrar para que os sentimentos que nos vão na alma depois transbordem e sejam sentimentos de todos e para todos”, assegurou D. Manuel Clemente, no passado dia 5 de dezembro, na bênção do órgão histórico da Igreja de São Martinho, em Sintra.
Na intervenção inicial, o Cardeal-Patriarca referiu-se àquele tipo de instrumento musical como “o instrumento dos instrumentos”, pela variedade e gama de sons que consegue produzir e que encontrou no culto cristão “a sua esteira mais forte e que chega aos nossos dias”. “O culto cristão é criador de cultura. Cultura é o desenvolvimento máximo que podemos dar aos nossos sentimentos, onde se toca a verdade de Deus, a bondade e a beleza. Porque a beleza é o esplendor da verdade e a verdade é a caridade. Esse é o culto cristão em todas estas dimensões e que bom é verificar aqui, nesta terra de Sintra e nesta Igreja de São Martinho, o reencontro desta tradição, a sua oferta a todos e que assim prossiga por muitos anos e que nunca mais volte a ficar calado”, desejou D. Manuel Clemente.
Na homilia da Missa que se seguiu ao concerto pelo organista António Esteireiro, o Cardeal-Patriarca lembrou que “todas as comunidades cristãs existem para reproduzirem, em qualquer tempo e em qualquer espaço, tudo aquilo que foi e continua a ser, através de nós, a vida de Jesus”. “Ele, ao partir, dá-nos o seu Espírito para que nós reproduzamos, na nossa vida, o Evangelho que Ele trouxe ao mundo”, frisou, exemplificando com a transmissão secular da fé que, naquelas comunidades, se tem realizado de geração em geração. “Cristo continua vivo através dos cristãos que aqui viveram e dos cristãos que aqui vivem, hoje. Essa é a oferta que a comunidade cristã faz ao mundo”, concluiu.
Uma placa revela que foi fabricado pela família Fontanes e, pela caligrafia, especula-se que esta possa ser uma obra de Joaquim António Peres Fontanes – um dos mais conhecidos organeiros, responsável, entre outras obras, pela construção de três dos seis órgãos da Basílica de Mafra. A encomenda foi feita durante a reconstrução do templo em Sintra, que tinha ficado destruído pelo terramoto de 1755, mas, até hoje, o instrumento ficou “muitos anos em silêncio”, começa por partilhar, ao Jornal Voz da Verdade, o pároco, padre Armindo Reis. “Já ninguém tinha memória de o ouvir tocar. Pelo menos, desde os anos 30 do século passado e, provavelmente, também não tocou durante todo o século XX”, lamenta o sacerdote, que encontrou na comunidade paroquial os impulsos para o restauro deste instrumento secular. “Em 2004, por decisão do pároco de então, padre Carlos Jorge, foi feita uma avaliação e percebeu-se que era possível recuperar o órgão e que este não estava tão danificado quanto isso. Fez-se a primeira tentativa para a concretização do projeto e, apesar de não ter resultado na obtenção do financiamento previsto, acabou por despoletar a classificação do órgão como bem de interesse público”, conta. No entanto, o órgão de tubos continuou no coro alto da igreja, encostado a duas paredes.
Inauguração
António Esteireiro ao órgão
Igreja Paroquial de Casal de Cambra
[ Santa Marta ]
Igreja Paroquial de Casal de Cambra, Sintra
Órgão positivo
Órgão da Igreja Paroquial de Casal de Cambra
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/sintra-belas-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 23:57:252024-10-27 20:20:11Sintra e os seus órgãos de tubos
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