Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Coral Polifónico de Ponte de Sor

Coros de Ponte de Sor

  • Coral Polifónico de Ponte de Sor
  • Coro Gospel de Ponte de Sor
Coral Polifónico de Ponte de Sor

O Coral Polifónico de Ponte de Sor é uma associação de natureza cultural e social criada em 26 de fevereiro de 1996. Sediada na Av. do Colégio, Antiga Escola D. Manuel I, na freguesia e concelho de Ponte de Sor, foi constituída como associação a 21 de julho de 2005.

Apresentou-se em Praga, Moscovo e Barcelona, e em várias localidades do País. Celebrou o 20º aniversário com um concerto no Teatro Cinema de Ponte de Sor, tendo como convidado o Coro da Câmara Municipal da Lourinhã. Participou na peça “Chão de Água”, promovida pelo Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sor. Para o sucesso da iniciativa contribuiu também o “Coral Polifónico de Ponte de Sor, que desde a primeira hora era composto pelas vozes femininas e que nestes contou também com as vozes masculinas, sempre dirigido pelo seu maestro Rui Martins Picado.” (João Manuel Matos Cruz). Participa em concertos de Natal e encontros de coros.

Coral Polifónico de Ponte de Sor

Coral Polifónico de Ponte de Sor

Já atuou com os seguintes coros:

  • Orfeão de Abrantes
  • Coral Getas/Sardoal
  • Coro do Instituto de Emprego e Formação Profissional
  • Coro de S. Pedro de Aradas/Aveiro
  • Coral Scalabitano
  • Orfeão do Entroncamento
  • Coral Cristo Rei/Algés
  • Coro Bombeiros do Cadaval
  • Orfeão da Covilhã
  • Orfeão de Portalegre
  • Orfeão de Castelo Branco
  • Coral de Évora
  • Coral Alla Brevis
  • Coral Cantar Noman / Golegã
  • Coral de Monforte
  • Orfeão de Alpiarça
  • Coral Ensaio
  • Harmonia Reguense
  • Orfeão de Almeirim
  • Orfeão de Águeda
  • Coral da Oiã
  • Orfeão de Viseu
  • Orfeão de Eiriz
  • Coro Gaudea Vitae/Mira d’Aire
  • Coro Galp Energia
  • Coro de Câmara de Beja
  • Coral de S. Domingos
  • Coro de Alcochete
  • Coro Loureiros de Palmela
  • Coro Misto da Universidade de Coimbra
  • Orfeão da Comenda
  • Coro da Vidigueira
  • Coral da Sociedade Filarmónica Silvense
  • Coro Lopes-Graça
  • Orfeão de Condeixa-A-Nova
  • Grupo Coralis/Leiria
  • Coral de Proença-a-Nova
  • Coral David de Sousa/Figueira da Foz
  • Coral Dr. João Antunes
  • Chorus Auris
  • Orfeão da Fundação A. Lord/Lordelo
  • Orfeão de Braga
  • Ensemble Vocal Pro Musica
  • Coral Encontro/Queluz
  • Orfeão Académico de Coimbra
  • Coral Polifónica “La Salle”
  • Orfeão de Seia
  • Coral Oásis/Sangalhos
  • Coral Roque Gameiro/Minde
  • Orfeão de L.A.T./Tordosendo
  • Coro de Câmara de Montargil
  • Grupo Coral Columba
  • Coral da Casa de Pessoal dos Hospitais Universidade de Coimbra
  • Coro Ninfas do Lis
  • Grupo Coral Vozes da Vidigueira
  • Grupo Coral de Gouveia
  • Grupo Coral Corutibe do Barreiro
Coro Gospel de Ponte de Sor

O Coro Gospel de Ponte de Sor é um grupo de gospel fundado pela Caminhar – Associação Cristã de Apoio Social, em janeiro de 2017. Composto atualmente por cerca de 40 vozes e uma banda, o jovem grupo marcou presença recentemente no “European Gospel Festival” – Montegrotto Terme, evento partilhado com diversos outros coros do género de diversas nacionalidades.

Coro Gospel de Ponte de Sor

Coro Gospel de Ponte de Sor

Sete Sóis Sete Luas
Eventos musicais no Concelho

Festivais e ciclos de música

  • Festival de Fado
  • Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor – FestiFolk
  • Festival Sete Sóis Sete Luas
Festival de Fado

Em 2016, foi anunciado  1º Festival de Fado, iniciativa que partiu do Elétrico Futebol Clube de Ponte de Sor. Pelo Cineteatro e pelo anfiteatro da zona ribeirinha passariam vários fadistas: António Pinto Basto, Joana Amendoeira, José da Câmara, Maria Armanda, Ana Laíns e Custódio Castelo. A fadista Ana Maria seria a anfitriã do Festival. O evento incluía um concurso de novas vozes infantojuvenis e seniores.

Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor – FestiFolk

Em 2019, o Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor – FestiFolk teve a participação de grupos folclóricos de seis países. O FestiFolk é organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor, em parceria com a câmara municipal e as juntas de freguesia do concelho.

Festival Sete Sóis Sete Luas

Nascido em 1993, o festival é desde a sua primeira edição um intercâmbio cultural entre treze países e mais de trinta cidades da Bacia do Mediterrâneo e do mundo lusófono. Ponte de Sor é uma das cidades participantes e, durante os meses de verão, o anfiteatro da Zona Ribeirinha recebe vários grupos internacionais de música popular. Também as artes plásticas marcam presença com exposições e laboratórios criativos no Centro de Artes e Cultura.

Sete Sóis Sete Luas

Sete Sóis Sete Luas

Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor
Filarmónicas de Ponte de Sor

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Orquestra Juvenil da Câmara Municipal de Ponte de Sor
  • Sociedade Filarmónica Galveense
Orquestra Juvenil da Câmara Municipal de Ponte de Sor

A Orquestra Juvenil da Câmara Municipal de Ponte de Sor foi criada em 1981 por deliberação da Câmara Municipal de Ponte de Sor. Atuou em várias localidades, de Norte a Sul. Atuou em programas de televisão, “Bom dia Domingo”, “Jazz é comigo” e “123”.

Em 1985 gravou um LP. Em 1987 deslocou-se a Paris, onde atuou no “Zenit”. Em 1995 deslocou-se à Suíça onde atuou em Lucerna e Baar e, em 1996, gravou um CD. A Orquestra é formada por cerca de 32 jovens, na sua maioria estudantes, que ocupam os seus tempos livres na aprendizagem e divulgação da música.

OLCMPS

Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor

Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor

Sociedade Filarmónica Galveense

A Sociedade Filarmónica Galveense, fundada em 01 de Dezembro de 1930, está sediada na Rua Joaquim Barradas de Carvalho, 84 7400-014 Galveias, Ponte de Sor.

Sociedade Filarmónica Galveense

Sociedade Filarmónica Galveense

Vocacionada para o ensino da Música, dela saíram importantes nomes do panorama musical português, incluindo o trompetista e compositor António Reis Gomes. Na Banda da Armada, a primeira peça que Reis Gomes compôs, em 1961, foi para homenagear a sua terra. Galveias é o nome da marcha que homenageia a freguesia portuguesa com o mesmo nome.

A Banda da Sociedade Filarmónica Galveense atingiu o seu auge aquando da sua deslocação à Feira Popular de Lisboa em 1947 a fim de realizar dois concertos, com originais e composições do Regente, Maestro João P. Mineiro.

Nesse período atuou em Estremoz e Portalegre e outras localidades do País. Nos anos 1980 atuou em Lisboa, na Casa do Alentejo com dois concertos, destacando-se o último em que a Banda foi dirigida por quatro maestros (Gilberto Varela, José Maria Bernardo, Sr. Formigo e José Manuel Marquês). Em 1989 surgiu em Galveias, com o objetivo de formar uma Escola de Música, José Vicente, professor de Música na Escola Preparatória de Vila Franca de Xira. Renasceu a esperança, mas os objetivos foram interrompidos pelo falecimento de um familiar do Maestro, deixando a Escola de Música órfã.

Passado este período, e com grandes esforços dos sucessivos órgãos sociais da Coletividade, a Banda renasceu, no início dos anos 90, com elementos da Banda e da Escola da Música, a qual se mantém até aos dias de hoje, contando com mais de  trinta elementos na Banda, e cerca de 15 alunos na Escola de Música, coordenada desde 2004, pelo Maestro Capitão Sílvio Lindo Pleno.

Sociedade Filarmónica Galveense

Sociedade Filarmónica Galveense, foto Médio Tejo

Galveias é uma freguesia do concelho de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, região do Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, com 79,75 km² de área e 1 061 habitantes. Foi vila e sede de concelho entre 1538 e o início do século XIX.

Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense
Filarmónicas da Marinha Grande

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense
  • Orquestra Ligeira da Marinha Grande
Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense

A Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense foi fundada em 1 de abril de 2001, bem como a Escola de Música de onde saíram grande parte dos músicos que a integram. A Escola de Música conta com 3 professores qualificados no ensino da Música e está preparada para receber alunos a partir dos 3 anos de idade. Por ela já passaram mais de 200 alunos, entre eles, crianças que querem ter os primeiros contactos com a musica e depois mais tarde com instrumentos.

Orquestra da Amieirinha

Orquestra da Amieirinha

A Orquestra da Amieirinha já levou o nome do lugar e da Marinha Grande a diversos locais do país, como Ribeira dos Carinhos, Guarda, Lapas, Mata, Torres Novas, Montalvo, Constância, Lares, Carvalhais, Figueira da Foz, Gaeiras, Leiria e todo o concelho da Marinha Grande.

Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense

Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense

Atualmente a Orquestra conta com 15 músicos que são dirigidos pelo Maestro Élio Fróis, sendo o mesmo diretor pedagógico da Escola de Música que tem cerca de 35 alunos.

Orquestra Juvenil da Marinha Grande

Na década de 19950, Francisco Duarte, presidente da Junta de Freguesia da Marinha Grande promoveu a criação, em parceria com o Maestro Ricardo Santos e João Alberto, da Orquestra Juvenil da Marinha Grande e da sua Escola de Formação Musical, projeto abraçado, desde logo, pela Câmara Municipal da Marinha Grande.

Durante os primeiros meses de 1996 entrava em funcionamento a Escola de Música e iniciavam-se os primeiros ensaios da Orquestra Juvenil, nas instalações da Sociedade Beneficência e Recreio 1º de Janeiro, local onde o agrupamento se apresentou pela primeira vez ao público, a 27 de novembro de 1997.

Vinte e um anos passados desde a sua primeira atuação, a Orquestra Juvenil da Marinha Grande chega aos dias de hoje, graças à dedicação e empenho dos seus maestros e professores, jovens músicos, pais, mães, avós e às entidades parceiras – JFMG e CMMG. Marco no panorama cultural e artístico marinhense e referência no ensino da música no nosso concelho, a Orquestra Juvenil soube, ao longo dos anos, ampliar a sua oferta formativa e desenvolver novos projetos artísticos.

Parte integrante do panorama artístico marinhense, a Orquestra Juvenil da Marinha Grande assume-se um instrumento privilegiado para a produção e fruição cultural das crianças e jovens do concelho. Atualmente, 38 elementos compõem a Orquestra Juvenil, 22 integram a Big Band, 20 constituem a Orquestra de Guitarras e 15 formam a recém-criada Marching Band. Projetos que ganham corpo sob orientação técnica e artística dos maestros Ricardo Santos e Rui Fragata e dos professores Márcio Pereira e Luís Freitas. Paralelamente, decorrem as aulas de iniciação e formação musical ministradas pela professora Tânia Santos e que hoje garantem a cerca de 80 crianças, de forma gratuita, o acesso à formação musical.

Orquestra Juvenil da Marinha Grande

Orquestra Juvenil da Marinha Grande

Parte integrante do panorama artístico marinhense, a Orquestra Juvenil da Marinha Grande assume-se um instrumento privilegiado para a produção e fruição cultural das crianças e jovens do concelho.

Associação Filarmónica Artística Pombalense

Filarmónicas de Pombal

Bandas de Música, História e Atividades do Concelho

  • Associação Banda Filarmónica Ilhense
  • Associação Filarmónica Artística Pombalense
  • Filarmónica da Guia
  • Filarmónica Vermoilense
  • Sociedade Filarmónica Louriçalense
Associação Filarmónica Artística Pombalense

Tendo como data da fundação o dia 16 de outubro de 1867, conforme consta da escritura de constituição que veio a ser lavrada no Cartório Notarial de Ansião, em 29 de novembro de 1985, a Associação Filarmónica Artística Pombalense é uma das mais antigas coletividades do Concelho de Pombal. Por falta de registos históricos sobre a vida da Associação não é possível documentar a data da sua fundação, nem a indicação dos seus sócios fundadores, a forma como foi constituída e as motivações que lhe deram origem.

O livro “Pombal Oito Séculos de História” do historiador Dr. Joaquim Vitorino Videira Eusébio, cita que o jornal da época “O Leiriense” no seu número 113 de 1 de agosto de 1855, ao aludir às festas do Bodo diz: “… todos estes divertimentos foram acompanhados pela música de duas filarmónicas a de Maiorca e a de Pombal, distinguindo-se esta pelo a ceio e mesmo podemos dizer, luxo com que está vestida”.

Associação Filarmónica Artística Pombalense

Associação Filarmónica Artística Pombalense

Em 1856, o mesmo jornal no seu número 213, refere: “… a procissão da Nossa Senhora do Cardal era acompanhada pela Câmara Municipal, por algumas pessoas responsáveis pela Vila e pela Filarmónica Pombalense, a qual está dando honra à terra que viu nascer. Tocou primorosamente”. A Filarmónica tem existência anterior a 1867.

Mantêm a sua Escola de Música destinada ao ensino e aperfeiçoamento musical que representa hoje, como antigamente, a fonte municiadora da sua Filarmónica. Tem participado regularmente em festivais, concertos, encontros de bandas, festas populares, contribuindo para que se preservem ancestrais tradições das bandas/filarmónicas junto das massas populares. Atuou no estrangeiro (França).

A Associação Filarmónica Artística Pombalense foi distinguida pela Região de Turismo de Leiria – Rota do Sol, com a Medalha de Prata, atribuída às coletividades com mais de cem anos. Foi igualmente distinguida pela Câmara Municipal de Pombal com a Medalha de Prata da Cidade, pelos relevantes serviços prestados ao ensino, aperfeiçoamento e divulgação da música. Tem, desde 1999, o Estatuto de Utilidade Pública.

Associação Banda Filarmónica Ilhense

A Associação Banda Filarmónica Ilhense foi fundada em 1924. Participou na primeira festividade em junho de 1926, no lugar de Água Formosa em honra de Santo António, e desde então tem participado em serviços de ordem religiosa, cultural e didática. Durante vários anos, a Filarmónica Ilhense viveu momentos muito difíceis, desde a simples falta de energia eléctrica, até à necessidade de comprar instrumentos para os seus executantes e, só em 1930 foi construída a primeira sala de ensaios, pois até então, esta ensaiava em casa dos seus executantes.

Em 1974,a Filarmónica festejou o seu cinquentenário. Nesse ano, começou a construir a nova sede, inaugurada em 1978. Em 2004 foi inaugurada a reconstrução e ampliação. Esta Associação Cultural, desenvolve paralelamente outras atividades culturais como: Escola de Música, Banda Juvenil e Ensembles, grupos estes fundamentais para a formação e continuidade da banda filarmónica.

Associação Banda Filarmónica Ilhense

Banda Filarmónica Ilhense

Participou em procissões, arruadas, concertos, cerimónias. Estando associada ao INATEL, à Federação Portuguesa de Bandas Filarmónicas, à Delegação Regional da Cultura do Centro a Banda Filarmónica Ilhense participa em projetos musicais a convite das instituições acima referidas, realiza serviços religiosos, concertos na sua terra mas também por todo o país, no Arquipélago dos Açores e no Luxemburgo no dia de Camões de das Comunidades. Participa em encontros de Bandas, dinamiza a Escola de Música e a Banda Juvenil, que tem participado com a Biblioteca Municipal de Pombal em atividades de promoção do livro e da leitura para crianças.

Atualmente com 52 executantes, a banda conheceu na sua história maestros como Manuel Francisco Ascenso (maestro fundador), António Carreira, António Oleiro, Carlos Pinto e Miguel Alves, que contribuiriam com a sua mestria e saber. Esta associação de natureza cultural está inserida numa comunidade rural com muitas tradições onde a Banda Filarmónica Ilhense ocupa um papel importante a todos os níveis, no desenvolvimento cultural da comunidade, no complemento da formação dos jovens que integram a banda e até um pequeno contributo na micro economia que a rodeia. Além disso, contribui também para a divulgação das suas gentes, suas tradições e de todo o concelho com as inúmeras prestações de serviços por todo o país e pelo estrangeiro.

Filarmónica da Guia

A Filarmónica da Guia – Associação Artístico-Cultural foi fundada em 1980. O Comendador José Maria Duarte Júnior suportou a aquisição de todo o instrumental e todo o fardamento iniciais, desenhado pela sua esposa Dª Lucília. Em 2005, durante as celebrações das suas Bodas de Prata, a Associação conseguiu finalmente realizar um sonho antigo, ter sede própria.

Filarmónica da Guia

Filarmónica da Guia

A sede da Filarmónica foi um projecto concebido e concretizado com um grande objectivo, o de ser o principal pólo cultural da região e um dos principais ao nível do Concelho. Além disso, a Associação possui autocarro próprio para todas as suas deslocações pelo país.

A sua atividade tem sido pautada por atuações em diversos eventos religiosos, festas civis e populares nas diversas freguesias do seu concelho (Pombal) e dos concelhos vizinhos (Leiria e Figueira da Foz). Tem participado também em encontros de bandas, festivais e receções a entidades civis, militares e religiosas. Além disso, tem estado regularmente presente nas festas do Bodo, em Pombal e na Fago – Feira de Atividades Económicas da Guia.

Ao longo destes anos foram passando vários maestros, desde o fundador Joaquim da Silva Carreira, seguindo-se o Augusto César Oliveira e Luís Claudino Vieira. Atualmente, conta com um ativo de 40 executantes, sendo a sua maioria alicerçada no trabalho desenvolvido pela sua Escola de Música, impulsionada em 2006, pelo atual maestro da Filarmónica: Gualdino Branco. Em pleno funcionamento, esta Escola de Música tem fomentado o crescimento do jovem músico, fornecendo ensinamentos teóricos e práticos necessários para a saudável prática musical.

A Escola de Música da Filarmónica da Guia organiza anualmente, desde a sua abertura, um Curso Intensivo de Aperfeiçoamento Musical dirigido a alunos e filarmónicos de todos os níveis. O enriquecimento musical e o convívio promovidos têm sido bem sucedidos, ano após ano, como pôde ser comprovado com a grande afluência de músicos de outras filarmónicas, não só do nosso concelho como dos concelhos de Tomar, Leiria e de Viseu.

Sociedade Filarmónica Louriçalense

A Sociedade Filarmónica Louriçalense foi fundada em 1825, na freguesia do Louriçal, concelho de Pombal. Surgiu após as Invasões Francesas ocorridas entre 1807 e 1810 sob os efeitos e consequências características das batalhas napoleónicas. Os registos relatam inúmeros atos de vandalismo e assassinatos provocados pelas tropas invasoras na freguesia do Louriçal, pelo que podemos afirmar que a criação da filarmónica foi um aspeto positivo desse marco histórico. Assim, a sua estreia, segundo dizem as gentes, a tradição e os registos existentes, ocorreu pelas festas religiosas realizadas a 25 de Dezembro de 1825 no lugar de Foitos, Freguesia de Louriçal.

Sociedade Filarmónica Louriçalense

Sociedade Filarmónica Louriçalense

Indissociavelmente ligada à Vila e às gentes da região, por motivos históricos e culturais, e apesar da sua longa existência, só em 1981 se constituiu juridicamente em Sociedade Filarmónica Louriçalense, por escritura pública lavrada no cartório notarial de Pombal, no dia 29 de maio desse ano.

A Sociedade Filarmónica Louriçalense participa em projetos musicais a convite, realiza serviços religiosos, concertos na sua terra mas também por todo o país e no estrangeiro, mantém com grande dinamismo um corpo docente competente e qualificado que lhe permite a manutenção de uma Escola de Música com cerca de 30 alunos onde leciona Teoria Musical, diversos instrumentos de Sopro e Percussão, Classes de Conjunto, Coro Juvenil e Orquestra Juvenil, além de outros instrumentos musicais não tradicionais das bandas Filarmónicas, tais como Teclado (Piano).

A SFL é constituída por 35 músicos no seu efetivo e conta com a direção artística do Maestro Cláudio Leitão com percurso musical nesta casa, bem como entre estudos musicais e experiências em outras instituições reconhecidas.

Sociedade Filarmónica Vermoilense

A Sociedade Filarmónica Vermoilense foi  fundada em 19 de novembro de 1893.

Sociedade Filarmónica Vermoilense

Sociedade Filarmónica Vermoilense

Banda Recreativa Portomosense
Filarmónicas de Porto de Mós

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Recreativa Portomosense

Fundada em 1808, a Banda Recreativa Portomosense é uma das bandas mais antigas do país e a instituição cultural mais velha de Porto de Mós, contando com mais de dois séculos.

Banda Recreativa Portomosense

Banda Recreativa Portomosense

Banda Filarmónica "A Serrana"
Filarmónicas de Peniche

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902

Sediada no lugar e freguesia de Atouguia da Baleia, concelho de Peniche, a Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902 é uma associação de natureza, educativa, cultural e filarmónica constituída a 18 de janeiro de 1950. Foi criada por um grupo de homens da  terra que quiseram dar início à atividade musical.

Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902

Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902

Banda Filarmónica “A Serrana”

A Banda Filarmónica “A Serrana”, assim designada por fazer parte da Associação com esse nome, foi fundada em 1909, então com o nome de “Sociedade Filarmónica de Serra D’El-Rei” fez a sua primeira atuação no Domingo de Páscoa do ano de 1910.

No final da década de 60, o Grupo Desportivo da Serra e a Sociedade Filarmónica de Serra D’EL-Rei uniram-se dando origem à “Serrana”. Da sua diversificada atividade, salientam-se as participações em festas populares e religiosas, festivais, encontros de bandas e concertos para as populações, tanto na região como em vários pontos do País. Em 1991 representou o Distrito de Leiria no 1º Encontro Nacional de Bandas Filarmónicas, promovido pela C . M. de Lisboa. Sempre preocupada com o futuro, tem em funcionamento a sua Escola de Música, dando formação a todos aqueles que nela queiram ingressar, desde os 6 aos 96 anos.

Banda Filarmónica "A Serrana"

Banda Filarmónica “A Serrana”

Atualmente a Banda “A Serrana” é regida pelo maestro Januário Ventura e composta por 36 elementos de várias faixas etárias, que vão dos 6 aos 75 anos

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro
Música dedicada a Palmela

O Nome Novo

É Palmela o Nome Novo.
Podia ser Mar,
Pinhal ou Anjo;
Fraternidade, Liberdade, Chuva, Sol ou Beijo.
Nos seus dedos nasceu a música.
Do pó das terras jorrou o vinho.
As serras pariram ovelhas,
o céu um castelo
e o pintor as maçãs.
Máquinas de ferro voam do Pinhal ao firmamento.
Nascem naves novas nas nascentes digitais do Anjo.
Vamos partir
Rumo ao futuro
A nave é
Palmela.

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro

Em Palmela, a cultura, e em particular a música, é parte significativa da estratégia do município para o desenvolvimento sustentável do território.

O Município entende a música como lugar de encontro, fator de diferenciação e de afirmação das identidades culturais vigentes. É pela diversidade de expressões musicais e pela dimensão que o ensino e a prática da música têm neste território, que se afina, mas é também na música que encontra a substância que lhe permite criar percursos, gerar relações e caminhar.

Os recursos culturais, como a música, são elementos distintivos numa cidade: qualificam-na, geram emprego, reforçam a cidadania e a coesão social, (re)afirmam as identidades coletivas.

A criatividade, internacionalmente reconhecida como alavanca essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, a par com a inovação e com o conhecimento, é um fator de desenvolvimento sustentável no território, que está presente na estratégia de desenvolvimento do município ao longo das últimas décadas. A música tem no território de Palmela um fantástico ecossistema, que tem gerado gerações de músicos. É um concelho com 62.000 habitantes e com 4 filarmónicas centenárias, o que atesta a vocação musical da nossa população, que não se fica pela filarmonia. São muitos os agrupamentos musicais e associações que fazem da música o seu dia-a-dia, do folclore ao jazz, da música popular à mais erudita.

As escolas de música mais informais, acompanham o notável trabalho desenvolvido pelas escolas das filarmónicas que culminam no conservatório regional, onde as aprendizagens se apuram sob a direção de especialistas dos vários instrumentos.

Em Palmela, o ensino da música é de tal forma transversal, que não se fica pelos tradicionais solfejos do ensino clássico e dá lugar às aprendizagens compassadas dos ritmos das percussões tradicionais, ou dos sons seculares das gaitas de fole. A música é razão e pretexto para encontros e festivais, complementa, ilustra e anima romarias e festas populares e cria momentos únicos quando se liga com os vinhos que também caracterizam esta terra.

Palmela é território onde habita o único Museu da Música Mecânica do país.

A cultura viva de Palmela é o seu ponto de equilíbrio. O seu trabalho é criar oportunidades para revelar, desenvolver e potenciar os talentos existentes. É este o desafio que persegue: potenciar a criatividade local, desenvolvendo o ambiente propício à transformação dessa criatividade em produtos culturais.

Fonte: C.M. Palmela

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília
Filarmónicas de Alvaiázere

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília

Fundada por escritura notarial a 11 de Outubro de 1923, a Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília é a mais antiga instituição cultural do concelho de Alvaiázere. Ao longo destes 92 anos tem passado por dificuldades, chegando mesmo a interromper as suas atividades. Catorze anos após a fundação surgiu o primeiro período menos bom da sua vida, chegando mesmo à inatividade. No entanto, ainda antes do final da década de 40, a Filarmónica conseguiu de novo organizar-se, reiniciando as suas atuações em 1948.

​Em 1956, o Governador Civil de Leiria aprovou os estatutos da Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília que se mantiveram em vigor quase meio século. Neste período atingiu um lugar de destaque entre as suas congéneres da região, conquistando nas festas da Rainha Santa, em Coimbra, um 2º lugar entre várias das melhores Bandas do país. Depois deste período de apogeu, nos anos 60 a Filarmónica volta a viver um período de dificuldades. A emigração e a guerra colonial contribuíram decisivamente para a sangria da população Alvaiazerense e, consequentemente, para o declínio da instituição. Na década de 1970, a Filarmónica beneficiou de um novo alento com o regresso de muitos naturais das ex-colónias, assim como dos países de emigração, mantendo-se sempre em atividades até ao presente.

Em 1998, por ocasião do seu 75º aniversário, a Câmara Municipal de Alvaiázere atribuiu-lhe a medalha de Ouro do Concelho como reconhecimento pelos serviços prestados em prol da cultura. Em 2003 a CMA cedeu à Filarmónica a escola Adães Bermudes e promoveu a realização das obras necessárias à ampliação e adaptação do edifício concretizando-se assim, a aspiração de ter sede própria.

Dotada de novos estatutos em 2002, a Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília é uma instituição cheia de vitalidade estando esta bem patente na sua Banda maioritariamente constituída por jovens. Salienta-se igualmente pela positiva a Escola de Música frequentada tanto por crianças como adultos que encontraram nesta instituição uma ligação à música e à cultura. Mais recentemente, surgiu a Orquestra Ligeira constituída essencialmente por músicos formados na escola de música da instituição.

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília

O maestro Fernando Gomes, antigo clarinetista na Filarmónica Alvaiazerense, é desde 2016 o responsável pela Banda, Escola de Música e Orquestra Ligeira.

Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília
Filarmónicas de Ansião

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília

Fundada em 18 de Fevereiro de 1903, a Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília é uma instituição de utilidade pública que inclui quatro valências: Banda Filarmónica, Orquestra Ligeira, Coral Polifónico e Escola de Música. Nos últimos anos, a Banda Filarmónica da SFASC tem-se apresentado ao público ansianense com grande regularidade, seja nas Festas do Concelho, em concertos de aniversário da coletividade, em concertos de Natal e de Ano Novo, nas principais festas religiosas das várias freguesias do Concelho de Ansião, no desfile anual de Marchas Populares de S. Pedro e Rainha Santa Isabel e nas corridas de toiros de Santiago da Guarda.

Das atuações que levou a cabo um pouco por todo o país, destacam-se as de Caldas da Rainha (1999), Figueira da Foz e Romariz – Vila da Feira (2003), Alhadas (2004), Abiúl (2011) e Tomar (2011 e 2012).

Numa dinâmica de intercâmbio cultural, participou nos Encontros de Bandas de Montargil (1998), Juncal (1999), Cascais (2000), Figueiró dos Vinhos, Avelar, Janes – Cascais (2002), Ourém (2011), Penela (Coimbra), Santar (Viseu), Mogadouro (Bragança) e Tomar (2013).

Além fronteiras, a Banda teve a oportunidade de visitar, em 2000, a cidade de Erbach (Alemanha) participando em várias iniciativas de índole cultural, experiência que repetiu em Julho de 2012 ao abrigo do protocolo de geminação entre aquela cidade e a vila de Ansião. Em 2003, a convite da Filarmónica Portuguesa de Paris, participou no Festival Internacional de Música de Paris. Ainda em 2003, aquando das comemorações do seu 100º aniversário, apresentou o seu primeiro trabalho discográfico e foi convidada a integrar a gravação do CD “As Melhores Bandas Filarmónicas da Região de Leiria”.

Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília

Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília

Desde 2011, durante a semana santa da Páscoa, promove o Curso de Jovens Músicos de Ansião denominado Filarmonias.