Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Os Amigos do Cavaquinho de Canelas, Penafiel
Grupos de Cavaquinhos de Penafiel

Agrupamentos, história e atividade no Concelho

Associação Os Amigos do Cavaquinho de Canelas

Os Amigos do Cavaquinho de Canelas são um grupo musical que divulga e preserva a música tradicional portuguesa. Em 2018, o grupo realizou o IV Encontro de Cavaquinhos de Canelas. Em 2019, participou no 1º Encontro de Cantares de Janeiras, na Igreja Matriz de Sobrado.

Rua da Paz
4575-168 Canelas
Tlm: (+ 00 351) 914 761 040 / 914 012 676
Correio eletrónico: gacavaquinho@hotmail.com

Os Amigos do Cavaquinho de Canelas, Penafiel

Os Amigos do Cavaquinho de Canelas, Penafiel

Grupo de Cavaquinhos da ADISCREP

Fundada em 2006, a ADISCREP é uma Associação para o Desenvolvimento Integrado Social Cultural Recreativo e Económico de Penafiel.

Grupo de Cavaquinhos de Lagares

Apresentando músicas tradicionais portuguesas. o Grupo de Cavaquinhos de Lagares participa e anima eventos, como aconteceu no 2º Festival do Melão Casca de Carvalho em Penafiel.

Grupo de Cavaquinhos Terras de Recesinhos

Dedicado ao cavaquinho e à música tradicional portuguesa, o Grupo de Cavaquinhos Terras de Recesinhos anima eventos como as festas de São Martinho, em Penafiel.

Músicos das Lajes das Flores

Projeto em desenvolvimento

José Corvelo, barítono, nasceu no concelho das Lajes das Flores, Ilha das Flores, Açores.

É licenciado, com elevada classificação, pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo onde integrou a classe de José de Oliveira Lopes. Foi-lhe atribuído o prémio Eng. António de Almeida pela Fundação com o mesmo nome.

A sua formação iniciou-se no Conservatório Regional de Ponta Delgada onde estudou Canto com Imaculada Pacheco, estudando também Flauta Transversal, piano e guitarra clássica, frequentando depois o Conservatório Regional de Angra do Heroísmo, na classe de Luísa Alcobía Leal.

Participou em classes de aperfeiçoamento com Oliveira Lopes, Fernanda Correia, Rudolf Knoll, Lamara Tchekónia, Liliana Bizineche, Ambra Vespasiani, Ettore Nova, Enza Ferrari e Jorge Vaz de Carvalho.

Apresenta-se frequentemente em recitais com os pianistas Luís Magalhães, Carla Seixas, Pedro Ludgero e João Queirós, a percussionista Elisabeth Davis, o acordeonista Pedro Santos e com o guitarrista Artur Caldeira. Participou com o pianista Adriano Jordão, nos programas comemorativos do centenário da morte de Verdi, da estação de televisão SIC. Colaborou com o Grupo Música Nova, sob a direção de Cândido Lima.

Tem-se apresentado em várias salas do País, entre as quais: Coliseu dos RecreiosTeatro Nacional de São Carlos, Teatro S.Luíz, Teatro da Trindade, Teatro Camões, Centro de Artes Modernas da Fundação Calouste Gulbenkian e Aula Magna em Lisboa; Coliseu do PortoRivoli Teatro, Teatro Nacional de São João, Casa da Música e Fundação Eng. António de Almeida no Porto; Casa das Artes em Famalicão; Teatro Angrense em Angra do Heroísmo; Teatro Aveirense em Aveiro; Teatro Viriato em Viseu; Estúdio Fénix em Fafe; Teatro Lethes em Faro; Auditório Municipal Eunice Muñoz em Oeiras; Centro de Artes e Espectáculos na Figueira da Foz.

José Corvelo foi solista nas seguintes obras: “Magnificat em Sol” e “Magnificat em Dó” de G.Ph. Telemann, “Come Ye Sons of Art” de H. Purcell “Magnificat BWV 243” e “Paixão Segundo S. João” de J.S.Bach, “Messias” de Haendel, “Missa de Natal Checa” de J.J.Ryba, “Stabat Mater” de J.Haydn, “Requiem”, “Krönungs-Messe” e “Litaniae Lauretanae K.109” de Mozart, “Sinfonia nº 9” de Beethoven “Missa em Sol Maior” de Schubert, “Requiem” de Faurè, “Stabat Mater” de Rossini, “Carmina Burana” de Carl Orff, “O Encoberto” de Maria de Lourdes Martins, “O lobo Diogo e o mosquito Valentim” (Diogo), editado em DVD e transmitido pela Antena 2 e “A Floresta” (Anão) de Eurico Carrapatoso, (estreia absoluta) “La Serva Padrona”(Uberto) e “La Contadina Astuta” (Don Tabarrano) de Pergolesi, “The Little Sweep” (Black Bob/Tom) de Britten, “A Donzela Guerreira” (D.Duardos/Pai de D.Marcos) de Maria de Lourdes Martins (estreia absoluta), “Os Fugitivos” (Alfredo) de J.Eduardo Rocha (estreia absoluta), “Hin und Zurück” (médico) de Hindemith, “The Bear” (Smirnov) de W.Walton, “A Raposinha Matreira” (Padre) de Leos Janacek, “La Donna di genio volubile” (Don Salustio) de Marcos Portugal, “Medea” (Capo delle Guardie) de L.Cherubini “Le Nozze di Figaro” (Antonio/Il conte di Almaviva/Figaro) e “Don Giovanni” (Leporello) de Mozart, “Il barbiere di Siviglia” (Fiorello/Don Basilio/Bartolo) de Rossini, “Rigoletto” (Monterone) e “La Traviata” (Marquis d’Obigny/Barone Douphol) de Verdi, “Don Pasquale” (Notaro/Don Pasquale) de Donizetti, “Carmen” (Morales) de Bizet, “La Bohème” (Benoit/Alcindoro), “Madama Butterfly” (Lo Zio Bonzo) e “Tosca” (Sciarrone/ Scarpia) de Puccini.

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José Corvelo, barítono, natural das Lajes das Flores

José Corvelo, barítono, natural das Lajes das Flores, créditos Agne Sukure

Palheta Bendita, Santo Tirso, 15ª edição em 2021
Festivais em Santo Tirso

Ciclos, temporadas, jornadas, simpósios, encontros e festivais de música no Concelho

Palheta Bendita

O Palheta Bendita, 15ª edição em 2021, é um evento onde se realizam oficinas sobre instrumentos musicais, com destaque para os de tradição portuguesa. Destina-se a todo o tipo de pessoas com interesses na música. Tem como objetivo valorizar tocadores, construtores assim como o património material e imaterial que lhes está associado. O contacto com técnicas de execução tradicionais, a construção e manutenção de instrumentos têm entrado nos programas das diferentes edições com a finalidade de aproximar diferentes músicos e públicos, unindo os tocadores das gerações mais jovens com intérpretes, construtores e compositores mais velhos.

A organização adotou a denominação Palheta Bendita, já que o evento nasceu da realização duma oficina dedicada à afinação de palhetas de gaita-de-fole. Da bibliografia para este instrumento, um dos livros mais populares, é o do galego Sito Carracedo, intitulado Palheta Maldita. Este título originou uma designação ironicamente antagónica, mas concordante com o objetivo da afinação pretendida pelos gaiteiros.

Palheta Bendita, Santo Tirso, 15ª edição em 2021

Palheta Bendita, Santo Tirso, 15ª edição em 2021

Cândido Jacob Luthier, ateliê em Coimbra
Oficinas de instrumentos em Coimbra

Construção artesanal, reparação, restauro e manutenção de instrumentos no Concelho

Cândido Jacob Luthier

Tlm. (+00 351) 963 608 961
Sítio: www.cjacobluthier.com
Correio eletrónico: cjacobluthier@gmail.com

Cândido Jacob estudou e trabalhou em arte contemporânea até 2011, mas os sons do Blues e do Folk ressoavam cada vez mais dentro dele, pela sua crueza, pela sua verdade. O interesse e a curiosidade por ofícios artesanais e pela construção de instrumentos já vinha de longe, e decidiu então dedicar-se à construção de guitarras acústicas. Construir guitarras tornou-se então uma paixão, um cruzamento perfeito entre criatividade, habilidade e prazer. Entre 2011 e 2012 frequentou e estagiou no ateliê do luthier Fernando Meireles em Coimbra, e entre 2012 e 2013 no ateliê do luthier Ludovic Barrier em Paris. Em 2013 montou o seu ateliê em Coimbra e iniciou a atividade como construtor independente.

Cândido Jacob Luthier, ateliê em Coimbra

Cândido Jacob Luthier, ateliê em Coimbra, créditos Diário de Coimbra

Fernando Meireles

Tlm. (+00 351) 917 494 983
Correio eletrónico: sanfona@sapo.pt

Fernando Meireles é um músico-construtor, artesão, que ao fim de cerca de duas décadas e meia permanece no fundo de um dos corredores de ar abandonado da Associação Académica de Coimbra com a sua oficina-atelier. O seu trabalho longo tem sido consagrado à feitura de instrumentos musicais: com encomendas várias de cordofones por si feitos a músicos como Pedro Caldeira Cabral ou Júlio Pereira, mas também a sanfona, a concertina*, a viola braguesa, o bandolim e cavaquinhos tocados no grupo do qual faz parte (Realejo) saíram todos da sua oficina.

Fernando Meireles tem o seu trabalho reconhecido em distintas latitudes, como a Casa Real Espanhola onde se encontra uma guitarra sua, por outro lado o seu trabalho de recuperação da sanfona foi inequivocamente elogiado por entusiastas, cultores e coleccionadores como Louzã Henriques.

Texto: Soraia Simões de Andrade (excerto)

Fernando Meireles, luthier, ateliê em Coimbra

Fernando Meireles, luthier, ateliê em Coimbra, créditos Mural Sonoro

Antero Ávila, compositor, da Madalena do Pico
Músicos da Madalena do Pico

Projeto em desenvolvimento

Antero Orlando Pereira Ávila nasceu no concelho da Madalena do Pico, Ilha do Pico, Açores, a 24 de junho de 1973. Os seus primeiros contactos com as notas musicais foram feitos com seu tio Custódio Garcia, ainda antes de aprender a ler e escrever. Já com a idade de 7 anos, teve aulas particulares de piano com Josefina Canto e Castro. Aos 14 anos, assumiu a direcção artística da Filarmónica União Artista de S. Roque do Pico.

Ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde foi aluno de Jorge Peixinho e Álvaro Salazar. Entrou para a Escola Superior de Música de Lisboa e completou a licenciatura em Composição. Foi aluno de Carlos Caires, Sérgio Azevedo, Cristopher Bochmann, Eurico Carrapatoso, António de Sousa Dias, entre outros. Enquanto estudante, teve ocasião de ouvir tocadas algumas das suas obras em Lisboa e no Porto.

Voltou depois à Terceira onde fixou residência e é professor de Análise e Técnicas de Composição e Acústica no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo.

Tem integrado diversos agrupamentos como instrumentista de tuba e baixo eléctrico.

Divide a sua actividade docente com a actividade de compositor, maestro e instrumentista. Nesta sequência, tem escrito várias obras para Coro e Orquestra, Música de Câmara e para Banda Sinfónica.

Leia AQUI a biografia completa.

Antero Ávila, compositor, da Madalena do Pico

Antero Ávila, compositor, da Madalena do Pico

João Paias, percussionista, de Lagoa (Faro)
Músicos naturais de Lagoa

Projeto em desenvolvimento

João Paias nasceu em 1994, em Estômbar, no concelho de Lagoa (Algarve). Iniciou o percurso escolar no ensino básico nas escolas da freguesia onde nasceu, tendo depois concluído o ensino secundário no Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão, na vertente de Percussão, na Escola Secundária em Lagoa.

A nível universitário concluiu a Licenciatura em Música – Percussão, Ramo de Interpretação, na Universidade de Évora, no ano de 2017.

Frequenta o Mestrado em Ensino da Música – Ramo Percussão, na Escola Superior de Música de Lisboa.

O seu percurso na música iniciou-se no Piano, aos 8 anos de idade, instrumento que estudou durante cerca de 3 anos.

Aos 14 anos iniciou a aprendizagem da bateria, instrumento que motivava o seu interesse desde tenra idade. No curso profissional consolidou a sua vocação na área da percussão, que engloba uma grande diversidade de instrumentos, sendo de sua eleição a marimba.

No âmbito do curso profissional participou em inúmeras audições e, mais tarde, integrou a Orquestra de Sopros do Algarve, com a qual realizou diversas apresentações, incluindo espetáculos com alguns interpretes nacionais como, por exemplo, Cuca Roseta.

Participou na sétima edição do Concurso de Música Anatólio Falé – Cidade de Lagos, realizada em 2012, no qual obteve o 1.º lugar, no 4.º escalão.

Participou em diversas edições do Festival Internacional de Percussão – Cidade de Portimão e, nas últimas duas edições realizadas, colaborou na organização do mesmo.

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João Paias, percussionista, de Lagoa (Faro)

João Paias, percussionista, de Lagoa (Faro)

Banda Marcial Troféu, de Povoação
Filarmónicas na Povoação

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Marcial Troféu

A 14 de abril de 1912, a Banda Marcial Troféu fez a sua primeira apresentação, ao incorporar-se na procissão do Sagrado Viático aos Enfermos que naquele ano se realizou na Vila da Povoação. No mesmo ano foram elaborados os primeiros estatutos que, a 23 de outubro de 1912 viriam a merecer a aprovação do então Governo Civil de Ponta Delgada, com o nome que hoje detém, Sociedade Filarmónica Marcial Troféu. A denominação adotada foi a mesma de uma primitiva banda que existiu nesta vila por volta do ano de 1860.

No ano seguinte ao da sua constituição, foram instalados os seus primeiros órgãos sociais. A Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem edifício sede, na Rua Padre Ernesto Jacinto Raposo desta Vila, edifício este construído e doado pela Câmara Municipal da Povoação, conforme escritura de doação lavrada a 23 de Julho de 1995. Desde a sua fundação, a Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem vindo a prosseguir os fins estatutários para que foi fundada, participando nas festas e solenidades públicas do concelho da Povoação e de fora deste.

Durante muitos anos, sempre que solicitada, esta Sociedade Filarmónica fez e faz animação de Verão, para além dos habituais concertos por ocasião das festas religiosas. Tem recebido e aceite vários convites para atuar nalgumas ilhas dos Açores, nas comunidades de emigrantes nos Estados Unidos da América e do Canadá e no continente português. A Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem uma escola de música.

Banda Marcial Troféu

Banda Marcial Troféu, de Povoação

Banda Marcial Troféu, de Povoação

Sociedade Musical Sagrado Coração de Jesus

A SMSCJ nasceu em 1891, na freguesia do Faial da Terra, por iniciativa do então pároco, Pe. António Pacheco Vieira. O primeiro regente foi Francisco do Rego Raposo, natural da Ribeira Grande, que iniciou, desde logo, a escola de música. A primeira escola teve a particularidade de todos seus aprendizes terem idade superior a 30 anos.

Outros regentes dirigiram a banda: António Fernandes Bonifácio, António Jácome Raposo de Medeiros. Nesta altura foi adquirida a primeira farda, de cor branca, com pequenos vivos azuis, investimento que só foi possível com o precioso auxílio dos emigrantes faialenses. Sucedeu-lhe Francisco Carreiro do Couto, conceituado músico da Filarmónica, o primeiro regente nascido e criado para a música na Banda. Foi adquirida uma sede, com a gentil oferta do Monsenhor António Pacheco Vieira, fundador da Banda, que na altura, estava nos Estados Unidos da América. Foi construído o coreto da freguesia com o auxílio de particulares. Ao maestro sucedeu-lhe o filho, Francisco Resendes do Couto, que renovou o repertório, adquiriu instrumental novo, e dois fardamentos num espaço de oito anos. Um cinzento e outro com casaco preto e calças de fantasia. É também com este regente que a banda começa a ter senhoras como executantes. Assumiu a presidência da Direção e foi o responsável pelas primeiras saídas da banda para fora da ilha de S. Miguel.

Em 1994, foi inaugurada a nova sede. Depois de Francisco Venâncio Couto, foi Fernando Leite, natural da Povoação, quem assumiu a batuta de regente. A seguir, assumiu a batuta o primeiro maestro oriundo da Banda Militar dos Açores, Aquiles Preto. Em seguida, outro militar, Marco Cabral, Laurindo Araújo, novamente Francisco Venância Resendes Couto, Carlos Sousa, um jovem natural da vizinha freguesia de Nossa Senhora dos Remédios. Com ele, em 2005, a banda desloca-se à ilha da Madeira, em 2007, à ilha Terceira para participar nas Festas da Praia da Vitória, em 2008, às ilhas do Faial e Pico, em 2009, novamente à ilha do Pico e em 2010, regressou à ilha do Faial para fazer parte do concerto de encerramento da festa “Semana do Mar”. Em 2008, que esta instituição se torna percursora, na ilha de S. Miguel, ao realizar o “I Workshop de Filarmónicas da ilha de S. Miguel”, que contou com a presença de 60 elementos de toda a ilha.

Nos anos seguintes, e com o número crescente de executantes, vêm participar no “III Workshop” músicos do Continente Português, abrindo, assim, os horizontes deste evento para fora da ilha. Em 2009, gravou o primeiro CD, – Sons do Presépio da Ilha – fazendo, assim, um registo para o futuro do trabalho de vários anos e da persistência de todos quantos por aqui passaram. Em 2012, gravou o seu segundo CD (não chegou a ser editado) no âmbito do programa Filarmonia da RDP Açores. João Pedro Resendes, filho e neto de anteriores regentes desta banda, assumiu a responsabilidade da direção técnica, interrompendo a sua atividade de regente em 2014, por motivos de saúde, porém regressou em 2015. Neste curto período da sua ausência, a direção técnica da filarmónica foi assumida pelo maestro Rafael Moniz Vieira, que acumulou as funções de maestro da Lira Nossa Senhora da Saúde, a sua banda de origem, e da Sociedade Musical do Sagrado Coração de Jesus.

Sociedade Musical Nossa Senhora da Penha de França

A SMNSPF, da freguesia de Água Retorta, foi fundada em 1947, sendo a única instituição recreativa da freguesia. Ao longo do ano, desenvolve a sua atividade em prol da comunidade, com tocatas, concertos, acompanhamento das festividades do Espirito Santo dos Impérios da freguesia e das procissões religiosas.

Mantém uma escola que forma os jovens músicos. Realiza concertos noutras freguesias e concelhos de São Miguel. Efetuou também uma deslocação à ilha de Santa Maria, a Portugal Continental, (Cabeceiras de Basto), e aos Estados Unidos da América, tendo participado nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra. Tem cerca de 37 elementos com idades entre os 8 e 65 anos. Realiza, em média, cerca de 25 participações em eventos culturais.

Caixa Mirandrum, Portugal
Oficinas de instrumentos musicais em Miranda do Douro

Construção artesanal, reparação e restauro de instrumentos no Concelho

Mirand(r)um

Mirandrum é um ateliê de instrumentos de percussão tradicional, membranofones, idiofones e acessórios. Do seu portefólio constam caixas com corpo de latão, corda com afinadores em couro e bordão de tripa natural; restauro e aumento de correia/cinto para bombo; fabricação de correia com 2 pontas de engate para bombo; tracanholas disponíveis nas madeiras de carrasco (azinheira), buxo, oliveira, granadilho e wengué, com fio em cabedal para se tornarem inseparáveis e bolsa em couro opcional, feita à mão; maços de bombo de madeira de faia com revestimento em pele (couro).

Correio eletrónico: mirandrum@gmail.com

Maços de bombo Mirandrum

Maços de bombo Mirandrum

Caixa Mirandrum, Portugal

Caixa Mirandrum, Portugal

Tracanholas Mirandrum, Portugal

Tracanholas Mirandrum, Portugal

Tracanholas e bolsa Mirandrum, Portugal

Tracanholas e bolsa Mirandrum, Portugal

Ciclo de Outono, Montemor-o-Novo, 2021
Festivais de música em Montemor-o-Novo

Ciclos, encontros, temporadas, simpósios, seminários, jornadas e festivais de música no Concelho

Ciclo de Outono

A programação do Ciclo de Outono inclui em 2021 a participação de António Rosado, A Garota Não, a Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre, o Sexteto Bernardo Moreira, Dead Combo e o Coral de São Domingos.

Ciclo de Outono, Montemor-o-Novo, 2021

Ciclo de Outono, Montemor-o-Novo, 2021

Lavareda Music Shop, Caldas da Rainha
Lojas de Música nas Caldas da Rainha

Informação atualizada em 07 de novembro de 2021

Lavareda Music Shop

Rua Montepio Rainha Dona Leonor 1-B-lj
2500-253 Caldas da Rainha
Tel. (+00 351) 262 844 094
Tlm. (+00 351) 916 934 961
Sítio: lavaredamusicshop.pt
Correio eletrónico: lavaredadrums@gmail.com

Loja dedicada ao comércio de instrumentos musicais e equipamentos audiovisuais

Lavareda Music Shop, Caldas da Rainha

Lavareda Music Shop, Caldas da Rainha