Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda de Música de Armamar
Filarmónicas de Armamar

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Armamar (f. 2014)

A Banda de Música de Armamar teve o seu concerto de apresentação no dia 22 de junho de 2014 na Igreja Matriz de São Miguel. Numa igreja completamente lotada ouviram-se os primeiros sons tocados em público pelos cerca de 40 músicos. A atuação fez parte do programa das Festas do Município que anualmente se realizam em honra de São João.

O projeto da Banda de Música de Armamar foi iniciado em março desse ano, pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Armamar, com o apoio da Câmara Municipal. De então para cá a banda evoluiu e já se apresenta com regularidade em eventos religiosos e culturais.

Banda de Música de Armamar

Banda de Música de Armamar

Associação Grupo de Concertinas SDF de Cabeceiras de Basto
Agrupamentos tradicionais de Cabeceiras de Basto

Grupos e associações musicais do Concelho

ARBORADA – Associação Recreativa e Cultural de Bombos da Orada

Constituída em 2002, a ARBORADA – Associação Recreativa e Cultural de Bombos da Orada, tem como objeto principal a promoção e a divulgação sociocultural e recreativa dos seus associados, através da criação, recolha e interpretação de cânticos tradicionais e ritmos de percussão. A preservação de instrumentos musicais tradicionais da região, é outra das valências desta coletividade sedeada no lugar de Cucana, na freguesia de Refojos.

Orada – Cucana
4860-328 Cabeceiras de Basto
Contactos: 962 677 730

ARCA – Associação Recreativa e Cultural do Arco de Baúlhe

Fundada em 1977, a Associação Recreativa e Cultural do Arco de Baúlhe, é uma associação cultural e recreativa, que tem como principal objetivo apoiar e desenvolver iniciativas na área social, nomeadamente através da integração social de grupos de risco ou marginalizados. O teatro, o folclore, a criação de uma escola de música fazem igualmente parte dos seus objetivos. Prevê também nos seus estatutos a promoção da prática de jogos tradicionais, aquáticos, desportos amadores, náuticos e radicais.
A intensa atividade desenvolvida valeu-lhe a homenagem prestada pela Câmara Municipal a que decidiu atribuir a Medalha de Mérito Público – grau prata.

Rua Arco de Baúlhe – Apar.5
4860-908 Arco de Baúlhe
Contactos: 253 665 714 | 967 389 250

ARM – Associação Recreativa de Moimenta

Campismo, torneiros de futebol, passeios pedestres e de BTT, jogos de Sueca e Malha e um grupo de cantares e outro de bombos são as principais atividades a que se dedica esta recém-fundada associação. Localizada em Moimenta, na freguesia de Cavez, a Associação Recreativa de Moimenta dinamiza um grupo de jovens a quem cabe a promoção de atividades socioculturais que contribuam para o bem-estar e para a ocupação salutar dos tempos livres daquela população.

Moimenta
4860-167 Cavez

Associação Desportiva Recreativa e Cultural Águias de Painzela

Desde a sua fundação em 1996, a Associação Recreativa e Cultural ‘Águias de Painzela’ tem vindo a realizar torneios de futebol, jogos de sueca e malha. Esta coletividade dinamiza também, um grupo de cantares interpretando música popular regional e desta forma divulgando e promovendo a cultural tradicional Portuguesa.

Painzela
4860-245 Painzela
Contacto: 969 034 757

Associação Grupo de Concertinas SDF de Cabeceiras de Basto

Cumieira
4860-135 Cabeceiras de Basto

Associação Grupo de Concertinas SDF de Cabeceiras de Basto

Associação Grupo de Concertinas SDF de Cabeceiras de Basto

Associação Os Bravos das Concertinas de Refojos

Rua 25 de Abril, nº 15 R/C
4860-350 Cabeceiras de Basto
Contacto: 964 475 429

Associação Os Cavaquinhos da Raposeira

A Associação ‘Os Cavaquinhos da Raposeira’, com sede na Raposeira, é uma das coletividades do concelho de Cabeceiras de Basto que organiza as Festas de S. Pedro, no Largo da Raposeira, entre outras. Esta associação tem realizado vários eventos quer em Cabeceiras de Basto, quer noutras localidades do país e no estrangeiro, em representação do folclore concelhio. É ainda de referir que um dos principais objetivos desta associação é dar a conhecer, preservar e divulgar os usos, costumes e tradições desta terra localizada no Baixo Minho.

Lugar da Raposeira
4860-406 Cabeceiras de Basto

Associação Zés Pereiras de Basto

A Associação ‘Zés Pereiras de Basto’, fundada em 2001, tem procurado divulgar a cultura popular desta região, no concelho e além-fronteiras, levando assim longe o nome de Cabeceiras de Basto. É uma associação que se dedica exclusivamente aos Bombos e que tem participado em diversas atividades de cariz sociocultural.

Água Redonda
4860-311 Cabeceiras de Basto
Contacto: 962 500 036

Grupo Coral e Recreativo Os Ceifeiros de Santo André

O Grupo Coral e Recreativo ‘Os Ceifeiros de Santo André’ está sedeado em Vila Nune. Fundado em 1997, tem vindo a dedicar-se à recolha de letras e músicas populares que interpretam com gosto e satisfação, recordando os usos e costumes de um passado recente que o tempo ajuda a esquecer.

Vila Nune
4860-000 Vila Nune
Contacto: 964 622 391

Lira – Associação Amigos da Música

Casa da Juventude
Praça Arcipreste Francisco Xavier Almeida Barreto, n.º 2
4860-339 Cabeceiras de Basto
Contacto: 926 606 220

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa
Folclore no Concelho

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Associação do Grupo Folclórico de S. Nicolau
  • Associação Rancho Folclórico As Lavradeiras da Vila de Cavez
  • Rancho Folclórico S. João Baptista de Cavez
  • Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa
Associação do Grupo Folclórico de S. Nicolau

O folclore representa a principal atividade da Associação Grupo Folclórico de S. Nicolau – Cabeceiras de Basto. Desde a sua fundação, em 2002, a coletividade tem recebido cada vez mais solicitações para participar em festivais, festas e romarias, promovendo desta forma o folclore e a etnografia das gentes de Basto.

Lugar da Cumieira
4860-136 Cabeceiras de Basto
Contacto: 962 348 815 | 253 661 483 | 969 616 555

O Ministro da Cultura visitou 1 de outubro de 2016 a sede da Associação do Grupo Folclórico de S. Nicolau, em Cabeceiras de Basto, uma coletividade fundada no ano de 2000. Desde então, este grupo concelhio tem vindo a empenhar-se na salvaguarda, promoção e divulgação dos usos e costumes desta terra de Basto através do folclore, da etnografia e das belas danças e cantigas com que habitualmente se apresenta ao público, sendo atualmente o presidente da direção Manuel Pacheco.

Na oportunidade, o presidente da direção fez um histórico da agremiação, falando da construção da sede, das dificuldades que sentiram mas também dos apoios que receberam, agradecendo “a dedicação de muitos que colaboraram na construção da sede”.

O presidente da Junta de Freguesia de Cabeceiras de Basto, José Carlos Rebelo, também presente nesta sessão, demonstrou a sua disponibilidade para “continuar a apoiar a associação” que tem contribuído para o desenvolvimento cultural da freguesia.

O Ministro elogiou a ação deste grupo evidenciando que o folclore e a sua alegria conseguem criar laços de união entre as pessoas, contagiando os povos aquém e além fronteiras.

Associação Rancho Folclórico – As Lavradeiras da Vila de Cavez

Constituída em 21 de fevereiro de 2015, a Associação Rancho Folclórico – As Lavradeiras da Vila de Cavez tem como objeto social a valorização e defesa do folclore regional, a promoção do seu estudo, investigação e difusão. Com sede no Lugar de Moimenta, a Associação Rancho Folclórico – As Lavradeiras da Vila de Cavez pretende, também, promover, preservar e recolher danças, trajes, instrumentos e canções das regiões. Visa desenvolver e promover manifestações culturais através da música e no convívio salutar entre os associados, bem como nas diversas atividades culturais e recreativas promovidas dentro e fora do nosso concelho.

Rancho Folclórico de S. João Baptista de Cavez

Fundado em 1989, o Rancho Folclórico de S. João Baptista de Cavez é uma coletividade que tem como objetivo principal desenvolver atividades de cariz etnográfico e folclórico. Tendo Cavez como centro da sua ação, participa em festas e romarias, em encontros e concursos divulgando e promovendo os usos e costumes daquela localidade em particular e do concelho em geral.

Rancho Folclórico de S. João Baptista de Cavez

Rancho Folclórico de S. João Baptista de Cavez

Centro Comunitário
Rua Camilo Castelo Brancos
4860-157 Cavez
Contacto: 253 654 619 | 933 716 178

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

Fundada em 1977, a Associação, tem vindo a recolher músicas, letras e danças, que servem de suporte ao Rancho Folclórico ‘Os Camponeses de Arosa’.
Festas e romarias, intercâmbios associativos e deslocações ao estrangeiro, têm mobilizado a atividade desta coletividade que dinamiza também ações de cariz sociocultural em prol da comunidade onde se encontra sedeada.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

Tamonde – Arosa
4860-152 Cavez
Contacto: 965 198 152 | 936 029 512

Centro de Formação Musical de Mêda
Escolas de Música de Mêda

Ensino da Música no Concelho

Centro de Formação Musical de Mêda

O Centro de Formação Musical de Mêda (CFM) é um projeto do Município de Mêda, que visa a promoção do ensino da música, nas vertentes de formação musical e de instrumento, no nosso concelho. Dos instrumentos lecionados, destacam-se o violino, piano, clarinete, saxofone, guitarra clássica, precursão, trompete, violoncelo, contrabaixo e muitos mais.

Os alunos do CFM contam com aulas semanais individuais de instrumento, aulas de classe de conjunto e ainda aulas de formação musical. Graças a acordos existentes, é facultada aos alunos do CFM a oportunidade de realizar exame de equivalência ao respetivo grau, no Conservatório de Música de Viseu. A par destas atividades, são ainda dinamizadas aulas de expressão musical nas instituições de ensino pré-escolar do concelho, e são ainda promovidos projetos na comunidade como o Orfeão de Mêda.  Através do CFM, o Município de Mêda colabora com a Banda Filarmónica do Aveloso, proporcionando desta forma o acesso a uma formação de nível elevado a todos os membros daquela associação cultural.

Centro de Formação Musical de Mêda

Centro de Formação Musical de Mêda

O Centro de Formação Musical  ao promover concertos, encontros, estágios e outras atividades, assume um papel da mais elevada importância no enriquecimento da oferta cultural do concelho de Mêda.

Encontro de Cantares de Janeiras 2020
Tradições musicais do Concelho

No dia 12 de janeiro de 2020, no salão polivalente da Casa Municipal da Cultura, decorreu o encontro de Cantares 2020. Participaram os seguintes grupos:

  • Banda Filarmónica do Aveloso
  • Cavaquinhos da Academia Sénior de Mêda
  • Centro de Formação Musical de Mêda
  • Coro de S. Bento
  • Coro do Antigo Grupo de Jovens de Mêda
  • Orfeão de Mêda
  • Paróquia do Poço do Canto
  • Patronato de Mêda
  • Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Mêda e Ronda do Lugar

Em simultâneo, estiveram patentes uma exposição de bordados (realizados pelo grupo de bordadeiras do concelho de Mêda) e réplicas em madeira de instrumentos de trabalho usados na lavoura, elaborados por Amaro da Gateira.

A embelezar o palco estavam expostos produtos endógenos do concelho trazidos por alguns elementos da Academia Sénior, vários objetos antigos cedidos pelo Centro Cultural e Recreativo de Mêda e alguns figurantes que davam as boas vindas aos grupos de cantares.

Encontro de Cantares de Janeiras 2020

Encontro de Cantares de Janeiras 2020

De referenciar que o Encontro de Cantares das Janeiras foi acompanhado pela RTP1, com vários diretos para o programa “Domingo à tarde”, nomeadamente a partir do restaurante Sete & Meio, onde a proprietária Teresa Cruz mostrou a confeção do prato típico “Grelos à Pobre” e com a tecedeira Fernanda Tairum que explicou como se trabalha no seu tear.

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros
Folclore de Ponte da Barca

Grupos Etnográficos, história e atividades no Concelho

  • Associação Desportiva e Recreativa de Santiago
  • Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega
  • Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde
  • Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto
  • Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
  • Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros
  • Rancho Folclórico de Azias
  • Rancho Folclórico de Bravães
  • Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios
  • Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães
  • Rancho Folclórico de S. João
  • Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía
  • Rancho Folclórico do Lindoso
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca
  • Rancho Folclórico Os Lavradores do Paço do Lima Lavradas
Associação Desportiva e Recreativa de Santiago

Vila Chã de Santiago

Sediada no Lugar de Igreja, freguesia de Vila Chã (Santiago), concelho de Ponte da Barca, a Associação Desportiva e Recreativa de Santiago é uma associação de natureza desportiva, recreativa e cultural constituída a 10 de julho de 1998.

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

Carnaxide (Oeiras)

Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde

Sediado na freguesia de Cuide de Vila Verde, concelho de Ponte da Barca, o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde é uma associação de natureza etnográfica constituída a 24 de outubro de 1980.

Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca

Ponte da Barca

Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca

Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros

O Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros, Ponte da Barca, foi fundado em 1948 por um grupo de pessoas que na época moravam e trabalhavam na casa Senhorial da Boavista. Nessa altura juntaram-se para participar no cortejo que integrava as festas concelhias, em honra de S. Bartolomeu. Após esta primeira participação nas festividades, fizeram uma recolha a nível dos trajes utilizados pelos seus ascendentes para integrá-los no grupo, dando especial atenção aos utilizados nos trabalhos do campo e aos utilizados ao domingo para ir à missa ou festas e romarias tanto pelas pessoas mais pobres como pelas mais ricas da freguesia.

É o rancho mais antigo do Concelho de Ponte da Barca e um dos mais antigos do distrito de Viana do Castelo. É composto por cerca de 57 elementos com idades entre os 3 e os 82 anos, divididos pela dança, tocata e figurantes. Atuou em todo o país e estrangeiro, em particular Espanha e França, em diversas romarias, festivais de folclore e arraiais populares.

Na sua larga oferta a nível de danças e cantares tem para apresentar modas provenientes do meio rural e que se desenrolavam no final dos trabalhos do campo. Para além destas recolhas também incide e apresenta modas de romaria que ainda hoje são motivo de animação em diversas romarias da região.

A nível de registos fónicos conta com cerca de 10 discos de vinil, 6 cassetes e dois CD. A nível de televisão, esteve presente nas décadas de 60 e 70 do séc. XX, em 1992 e, em 2004, no programa da RTP, Praça da Alegria.

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros

Está filiado na Fundação INATEL desde 2008 e é sócio-efetivo da Federação do Folclore Português desde 2013.

Rancho Folclórico de Azias

Azias

O Rancho Folclórico de Azias é uma associação de natureza etnográfica que transmite as tradições do cantar e do dançar do Alto Minho.

Rancho Folclórico de Azias

Rancho Folclórico de Azias

Rancho Folclórico de Bravães

O Rancho Folclórico de Bravães foi fundado em 1957. Após mais de três décadas sem atividades, por iniciativa de um grupo de pessoas, com o apoio da associação Os Canários de Bravães e da Junta de Freguesia, o Rancho renasceu e fez a sua 1ª atuação no dia 27 de maio de 2007, nas festas em honra de Nossa Senhora de Fátima.

Rancho Folclórico de Bravães

Rancho Folclórico de Bravães

Tentando preservar os costumes e as tradições da freguesia, o Rancho teve a preocupação em fazer uma recolha de danças e cantares que já estavam esquecidas pelas gentes da freguesia.

Sendo a freguesia de Bravães uma das mais ricas do concelho na preservação e cultura do linho, este rancho apresenta na sua etnografia todos os utensílios no trabalho do mesmo, desde o linhar até à tecedeira. É um grupo bastante jovem, composto por cerca de 50 elementos. Das suas danças e cantares fazem parte: Chula de Bravães, Vira de Bravães, Vira de Fila, Sete Saias, Limão Verde.

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, concelho de Ponte da Barca, foi fundado em 2000, por iniciativa de um grupo de jovens da freguesia que se empenhou em fazer renascer os usos e costumes, aliados às danças e cantares tradicionais da freguesia, tendo ainda como objetivo, recolher, preservar e divulgar as tradições do povo.

Tem atuado pelo Concelho nas mais diversas festividades e romarias, entre elas, na romaria mais emblemática do Alto Minho, a Romaria de São Bartolomeu de Ponte da Barca.

Tem ainda levado o seu Folclore a várias regiões do país, participando em festividades e festivais de folclore; e ainda com atuações em outros países, nomeadamente França (Paris e Bordéus), Andorra e Mónaco.

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, proveniente de uma freguesia caracterizada pela cultura da terra, apresenta diversos trajes, que variam consoante a atividade representada: o traje de noivos; de mordomas; trajes de semana (de trabalho), homens e mulheres do campo. As dançadeiras e os dançadores apresentam o Traje Domingueiro de São Miguel.

Tocata

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Reco-reco

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Assim, com os seus cantares e danças, entre elas, a Cana Verde, a Chula e o Vira, bem como os seus trajes, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, pretende promover e divulgar a cultura e tradições do seu povo, retratando as épocas passadas.

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

O Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães nasceu em 1984 na freguesia do Alto Minho com o mesmo nome, inserida na região da Ribeira Lima, com um riquíssimo património etnográfico e folclórico. A constituição deste grupo surgiu pela necessidade que a população sentiu de lembrar e perpetuar no tempo todo um conjunto de várias tradições ancestrais e não deixar assim cair no esquecimento as lembranças dos antepassados.

Procedeu-se a uma vasta recolha para fazer renascer os cantares, modas e trajes de outros tempos, recorrendo para isso sobretudo à memória dos habitantes mais antigos. Destacam-se dessas tradições recolhidas, cantares ligados a modas de romaria e de terno, danças como o vira e a cana verde, que se perdem no modo de vida das gentes das Terras da Nóbrega (modo de vida esse que tinha a sua exaltação pelo trabalho, pelo amor e pelas atividades de lazer típicas dos homens e mulheres do campo) e ainda ricos trajes, como o que é exibido pelas nossas dançadeiras, cópia fiel do traje das “Cachadinhas”, de uso domingueiro do início do Século XIX, oriundo da família das Cachadinhas do lugar de Talhós desta freguesia.

Reco-reco

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

Tréculas

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

O grupo tem marcado presença em inúmeras festividades e festivais de folclore, tanto nacionais como internacionais, sendo já bastante conhecido em todo o país. De destacar o festival de folclore do Alto Minho, que se realiza há duas décadas e no qual o grupo representa o concelho de Ponte da Barca.

Rancho Folclórico de S. João

Vila Chã S. João

Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto

O Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto é uma associação de natureza artística, cultural e etnográfica, sediada no Lugar do Mosteiro, freguesia de Crasto, concelho de Ponte da Barca, constituída a 5 de fevereiro de 1982.

Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía

O Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía é uma associação de natureza etnográfica sediada no Lugar de Padim, freguesia de Vila Nova de Muía, concelho de Ponte da Barca constituída a 8 de fevereiro de 1994.

Rancho Folclórico do Lindoso

O Rancho Folclórico de Lindoso foi criado em 1999. Como muitas outras comunidades da região, Lindoso não tinha tradição de grupos de danças e cantares organizados, ou seja ranchos folclóricos. A tradição de Lindoso era o hábito da dança nas eiras, juntas dos espigueiros. Mas com as profundas mudanças ocorridas no mundo rural ao longo das últimas décadas, estas atividades tradicionais continuaram a ser ameaçadas com a extinção.

O Rancho Folclórico de Lindoso tem vindo a contribuir para a preservação das tradições locais. Hoje dançar ao tom da concertina está em moda em Lindoso. Este grupo tem atuado nas mais diferentes terras de Portugal, desde o Alto Minho ao Algarve e estreou-se no estrangeiro, em 2005, com uma atuação na vizinha Espanha.

A tocata é composta por ferrinhos, reco-reco, bombo, cavaquinho, carrapetas e concertina. Dela soam belas músicas que, com os cantares simples mas belos e melodiosos, se refletem nas lindas danças que recordam, com saudade, a salutar alegria dos tempos de outrora.

O Rancho Folclórico de Lindoso é composto, essencialmente, por jovens, que aprenderam a dançar nos ensaios. Desde 2005 funciona a Escola de Concertina. Os jovens da região estão motivados para aprender a tocar o instrumento mais popular e característico do Alto Minho. Ao mesmo tempo que proporciona formas de ocupar o tempo livre dos jovens, estas iniciativas permitem uma reflexão da realidade cultural e social das terras periféricas, mostrando, preservando e transmitindo as suas tradições ás gerações mais novas.
O sucesso do Rancho Folclórico de Lindoso, ao longo destes quinze anos da sua existência, deve se ao grande empenho dos seus membros/pessoas com as danças e cantares da sua terra no coração.

O apoio da Junta de Freguesia de Lindoso, da Câmara Municipal de Ponte da Barca, do antigo Instituto Português da Juventude (IPJ) agora Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e do Instituto Nacional para Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores (INATEL) tem sido imprescindível. O Engº. Jorge Miranda, na altura Técnico da ADERE-PG, ainda hoje é considerado o grande responsável pela criação do Rancho Folclórico de Lindoso.

Rancho Folclórico e Cultural de São João Baptista

Vila Chã

Rancho Folclórico e Cultural de São João Baptista

Rancho Folclórico e Cultural de São João Baptista

Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca é uma associação cultural que respeito e divulga a genuinidade das tradições das suas gentes representar o Concelho.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca

Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca

Rancho Folclórico Os Lavradores do Paço do Lima

Lavradas

O Grupo Cultural e Recreativo Lavradores do Paço de Lima é uma associação de natureza cultural, recreativa e etnográfica, sediada no Lugar da Igreja, freguesia de Lavradas, concelho de Ponte da Barca constituída a 11 de junho de 1992.

Banda Musical de Monção
Filarmónicas de Monção

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical de Monção

O registo mais antigo que se conhece está inscrito numa ata da Santa Casa da Misericórdia de Monção, de 25 de Fevereiro de 1792, e nessa época, era conhecida por Banda de Muzica da Vila. Presume-se que a sua existência seja ainda anterior.

Em 1792, Gonzallo José de Moiños, de nacionalidade Espanhola, foi o primeiro Maestro. Em 1830, já a Banda abrilhantava festividades sendo maestro o abade D. Lourenço, também, de nacionalidade espanhola e capelão do Palácio da Brejoeira. A Filarmónica era constituída por 15 músicos.

De maestro em maestro, uns formados em Monção, outros contratados, civis e militares, chegou-se a 1918, ano em que passou a chamar-se Banda dos Bombeiros Voluntários de Monção, por deliberação da Direcção. Em 1890, foi feita a primeira fotografia da Banda da qual já faziam parte 20 músicos. Em 1933, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Monção, deliberou em reunião do executivo, outorgar-lhe o titulo honorifico de Banda Municipal de Monção, pelos brilhantes serviços prestados à cultura.

Em 1945, participou na inauguração do Estádio de Futebol do Riazor, Corunha Espanha. Em 1969, por força de lei foram elaborados os seus primeiros Estatutos, e inscreveram-se os primeiros 120 sócios fundadores, passando a chamar-se Banda Musical de Monção, titulo que mantém.

Na década 1970/80, gravou diversos discos, com o maestro Miguel de Oliveira. Em 1971, classificou-se em 3º lugar no Concurso de Bandas Civis de 1o Categoria (Palácio Cristal/ Porto). Em 1980, a Câmara Municipal de Monção, em sessão pública, outorgou-lhe a medalha de ouro do Município pelos seus mais de 150 anos ao serviço da Cultura. Em 1984, gravou a sua primeira cassete, com o maestro Viriato Araújo. Em 1996, classificou-se em 3º lugar na participação na RTP2, programa “À Volta do Coreto”. Em 1998, foi declarada instituição de utilidade pública. Em 2005, gravou o primeiro CD, com o maestro José Vicente. Em 2006, dirigida pelo Maestro José Vicente Simeó, a Banda Musical de Monção foi vencedora do Concurso de Bandas Filarmónicas da Cidade de Aveiro.

Em 2009, gravou o CD Contrastes Sinfónicos (Maestro José Vicente).

De 1792 a 2014, conhecem-se 23 maestros, destacando-se entre outros: Gonzallo José de Moiños (1792), abade D. Lourenço (1830), Miguel Maria Pereira (1880), Sargento Músico, Luis José Gonçalves (Mestre Luis – 1897 a 1928), Sargento Músico Sebastião José Passos (1928 a 1952) Oscar Ferreira, Luis Lourenço, Sargento Músico Manuel Ferreira Pais, Miguel António Peixoto de Oliveira (1964 a 1983), Manuel Silva Lourenço (1983), Sargento Chefe, Viriato Carneiro Araújo (1983 a 1986), Sargento Chefe, Domingos José Campos Cardoso (1986 a 2003) e José Vicente Simeó Mañez (desde 2003), este, de nacionalidade espanhola.

Banda Musical de Monção

Banda Musical de Monção

A Banda Musical de Monção participou em milhares de festividades e em todo o tipo de eventos culturais como romarias, procissões, concertos, encontros de Bandas, concursos, geminações de Municípios, gravações, receções oficiais, homenagens e atos solenes.

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez
Filarmónicas de Oliveira do Hospital

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Fundada em 1856, a Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez é umas das associações mais antigas do Concelho de Oliveira do Hospital. Conta com uma escola de música com dois pólos (Aldeia das Dez e Chão Sobral) e 34 executantes com idades entre os 9 e os 77 anos para alem de um Maestro a tempo inteiro, João Seiroco.

A Filarmónica Fidelidade é a maior atração cultural da Freguesia de Aldeia das Dez e uma das mais representativas do Concelho de Oliveira do Hospital. A Filarmónica comemora a sua existência em 15 Setembro, simultaneamente com os Festejos de Nossa Senhora das Dores a padroeira da Filarmónica.

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Banda de Música de Oliveira de Frades
Filarmónicas de Oliveira de Frades

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Oliveira de Frades

A Banda de Música de Oliveira de Frades teve a sua primeira atuação pública a 1 de maio de 1932, na festa do Mártir S. Sebastião, na Feira de Oliveira de Frades. Por escritura de 18 de janeiro de 1991, foi dotada de estatutos ficando assim constituída como Associação autónoma, com o nome de Banda de Música de Oliveira de Frades. Joaquim da Silva Moreira, membro fundador, foi grande dinamizador e maestro da Banda até 1977, data em que motivos de saúde o impediram de prosseguir o trabalho. A Banda de Música esteve presente, em 1984 em Budingen – Alemanha, na 6ª Competição Internacional de Música obtendo as medalhas de Prata – 2° Prémio em Palco, e de Bronze – 3° Prémio na Marcha.

O principal objectivo desta Banda é o desenvolvimento das capacidades culturais, nomeadamente através da execução prática de peças musicais divulgando assim a música e a arte. É constituída por cerca de 50 elementos e tem uma Escola de Música, em regime gratuito, que garante a continuidade da Banda.

Banda de Música de Oliveira de Frades

Banda de Música de Oliveira de Frades

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”
Filarmónicas de Moura

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”

A Sociedade Filarmónica União Mourense foi fundada a 16 de Agosto de 1921 e, com ela, a sua Banda. Em 1926, um incidente de carácter político conduziu à divisão dos elementos da Banda e à criação imediata de outra Banda em Moura. A Sociedade Filarmónica União Mourense iniciou desde logo uma reorganização a partir dos cinco músicos restantes e oito meses depois, a 1 de Maio de 1927 a Banda saiu à rua, recebendo da população a alcunha de “Amarelos”.

A Banda de Música é uma das principais atividades da Sociedade, tendo sido distinguida várias vezes. Foi 1ª classificada num certame realizado em Beja em 1933. Venceu a Taça “O Clube mais Querido de Moura”, instituído pelo Jornal “A Planície” em 1953. Obteve a Medalha de Ouro de Instrução e Arte em 1962. Participou no Grande Festival de Bandas Civis organizado pela F.N.A.T. em 1974.  Representou o Distrito de Beja no programa da RTP “25 Milhões de Portugueses” em 1974. Recebeu a Medalha de Mérito Associativo, diploma de 01-05-1977. Participou no Festival da EDP de Bandas de Música Civis (Grupo A), em 1984. Apresentou-se em inúmeros festivais de bandas, concertos, festas populares, romarias, inaugurações e desfiles ao longo dos últimos anos.

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”

Por ordem cronológica que foram seus regentes, desde a  fundação: Joel Carraça, António Maria Valente, Januário Augusto, António Malcato, António Lopes da Fonseca, Fausto, Martinho Mariano Ganhão, Joaquim António Ramos, Alberto Galanducho, José Pires Florindo, Idália Caeiro, Francisco Rolo, Carlos Amarelinho e Marisa Caraça.

A Banda da S.F.U.M. “Os Amarelos” é composta por cerca de 40 elementos, de idades entre os 12 e 40 anos.

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

O Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões” foi fundado em 1926. Mantém, desde então, uma Escola de Música e uma Banda Filarmónica. Esta tem mantido um bom nível de atuações em que atuou pelo País e se a Espanha. Conta com 36 elementos e é dirigida por José Faustino Peralta. A Coletividade tem varias condecorações, entre elas a Medalha de Ouro da Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

CRAM

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

CRAM

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”