Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico “Os Ceifeiros” de Cantelães
Folclore em Vieira do Minho

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região etnográfica: Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Vieira do Minho
Rancho Folclórico “Os Ceifeiros” de Cantelães

O Rancho Folclórico “Os Ceifeiros” de Cantelães foi fundado em 1961. Nasceu de uma forma verdadeiramente tradicional, aquando de uma celebração popular, na festa da inauguração do caminho para o Santuário da Senhora da Fé. Um grupo de pessoas juntou-se, improvisando descontraidamente alguns temas tradicionais.

Inicialmente, os trajes utilizados pelos fundadores do grupo eram típicos da zona do Alto Minho, mais precisamente da região de Viana do Castelo.

Após algum tempo, e com a colaboração da Casa de Quartas, o rancho conseguiu obter trajes representativos do concelho de Vieira do Minho, dignos de nota, por se tratar de cópias fieis de originais, entretanto recolhidos: traje de homem com fole, de mulher a fiar na roca, de meninos ricos, domingueiros e de campo.

As suas danças tradicionais são: Malhão Batido, Chula Corrida, Ceifeira, Vira Descontrolado, Ferreiro, Vira de Cruz, entre outras.

As suas atuações estendem-se de norte a sul do país, e ao estrangeiro.

Rancho Folclórico “Os Ceifeiros” de Cantelães

Rancho Folclórico “Os Ceifeiros” de Cantelães

Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça de Porto Formoso
Folclore na Ribeira Grande

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: S. Miguel
  • Concelho: Ribeira Grande
Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça de Porto Formoso

Fundado a 4 de março de 1998 atualmente, o Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça de Porto Formoso é constituído por cerca de 45 elementos, com idades entre os 10 e os 63 anos.

É Confrade Honorário da Confraria do Chá Porto Formoso, desde 2010.

Tem participado em concertos musicais, nomeadamente: “Sons e Tradições” e “Festa do Emigrante”, organizado pelo Orfeão Edmundo Machado de Oliveira; “Concerto D’Aldeia” realizado pelo Coro da Universidade de Lisboa.

Para além das atuações, em eventos culturais, unidades hoteleiras, a bordo de cruzeiros, e um pouco por toda a ilha de São Miguel, tem efetuado algumas digressões pelo continente português, nomeadamente: em Coimbra, Castelo Branco e Lisboa.

Em 2014 participou no 30º Festival Internacional de Folclore dos Açores, realizado pelo COFIT (Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira).

Participou em 2016 no Festival Mondial des Cultures de Drummondville, no Canada.

Lançou o seu 1º CD que reúne os principais temas do seu reportório.

Esteve presente no XXIII Encontro de Folclore, em Santa Cruz na ilha da Madeira.

Anualmente organiza o Festival Internacional de Folclore do Porto Formoso. Este evento é o ponto alto das atividades anuais do Grupo que pretende reunir em palco o melhor das nossas danças, cantares e tradições.

Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça de Porto Formoso

Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça de Porto Formoso

Rancho Folclórico de São Tiago de Mirandela
Folclore em Mirandela

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Terras de Trás-os-Montes)
  • Distrito: Bragança
  • Concelho: Mirandela
Rancho Folclórico de São Tiago de Mirandela

O Rancho Folclórico de São Tiago de Mirandela começou a dar os primeiros passos em 1963, com uma marcha de Carnaval, com o nome de “Marcha de S. Tiago”, alusiva ao nome do lugar (rua) em que foi organizada e pela vontade de alguns Mirandelenses.

Daqui partiu o entusiasmo e a vontade de cantar e dançar ao gosto do povo, entre os populares, vestindo bem à sua moda e recordando canções de outros tempos.

Constituído em Associação Cultural desde 1987, o grupo tem como sua preocupação dar às suas gentes, o despertar nas pessoas do meio rural a consciência viva do valor do seu saber cantando as ancestrais “melodias” e vivências que deram um sentido sadio às suas vidas.

Nas cegadas, malhadas, vindimas e apanhas da azeitona, estudar o passado é manter vivo os usos e costumes do povo. Nesta perspetiva quer assimilar a verdadeira cultura, principalmente no que diz respeito às danças e cantares do povo que eram cantadas e bailadas no fim de cada tarefa agrícola.

Rancho Folclórico de São Tiago de Mirandela

Rancho Folclórico de São Tiago de Mirandela

Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores da Sete
Folclore em Castro Verde

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Alentejo (Baixo Alentejo)
  • Distrito: Beja
  • Concelho: Castro Verde

03 grupos

  • Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores da Sete
  • Grupo Coral Etnográfico Vozes de Casével
  • Grupo Coral Os Ganhões de Castro Verde
Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores da Sete

Fundado em 2001, na Sete, um lugar da freguesia de Santa Bárbara dos Padrões, o Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores da Sete procura homenagear o trabalho de cardar a lã, das ovelhas campaniças, que depois as mãos das mulheres iriam tecer.

O seu reportório é rico em temas tradicionais, cantados nas ceifas e noutras jornadas de trabalho. São as vozes que também cantavam noite dentro nas tabernas.

Gravou dois trabalhos discográficos, o mais recente intitulado “Modas dos Cardadores”.

Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores da Sete

Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores da Sete

Grupo Coral Etnográfico Vozes de Casével

Em fevereiro de 1988, as vozes de uns quantos homens de Casével juntaram-se para cantar a moda, para viver o cante. Estabeleceram-se, procurando o desenvolvimento de um trabalho disciplinado, com vista à constituição de um grupo. O grupo coral As Vozes de Casével mantém, desde então, uma dinâmica intensa.

Trajados a rigor, levam o seu cante a diferentes paragens e mostram ainda a sua riqueza na sede da associação.

Aí podem ser admiradas alfaias e outras peças de valor museológico. Na associação de cante Vozes das Terras Brancas há sempre espaço para um copo de vinho e um convite ao cante cheio de Alentejo.

Grupo Coral Etnográfico Vozes de Casével

Grupo Coral Etnográfico Vozes de Casével

Grupo Coral “Os Ganhões” de Castro Verde

O Grupo Coral “Os Ganhões” de Castro Verde foi formado em 1972. Tem mantido a atividade, interrompida por dois breves períodos.
Em 1975 editou o LP “Castro Verde É Nossa Terra”.

Em 1980, ganhou o 1º Prémio do Concurso de Coros Alentejanos na Casa do Alentejo em Lisboa. Editou o LP “Ganhões de Castro Verde”.

Em 1994 editou o CD “Modas Alentejanas”, considerado pela crítica especializada o melhor disco de Música Étnica. Participou no Festival Internacional de Música Folk de Vancouver (Canadá). Em 1995, participou no Projecto “Pace et Salute” de homenagem a Michel Giacommetti, conjuntamente com outros coros alentejanos e as polifonias da Córsega. No mesmo ano foi constituída a Associação de Cante Alentejano “Os Ganhões”. Em 1997
editou o CD “É Tão Grande o Alentejo”.

No ano 2000, participou no álbum “Primeiro Canto” de Dulce Pontes. Participou na digressão “Primeiro Canto” de Dulce Pontes. Em 2001, participou no Festival Internacional de Música de Krems (Áustria) onde animam uma noite dedicada a Portugal conjuntamente com os Madredeus. Em 2002 participou no Festa Europeia da Música em Santa Maria da Feira. Em 2003 editou o CD “O Círculo Que Leva a Lua”.

Em 2006 editou a Antologia “Terra” 1972 – 2006 Polifonias Alentejanas. Em 2015, editou “As Nuvens que andam no ar”.

Todos os anos o grupo regista um elevado número de atuações, que vão de intercâmbios de corais a salas de espetáculos e festivais temáticos, numa atitude constante de afirmação do cante alentejano.

Grupo Coral Os Ganhões de Castro Verde

Grupo Coral Os Ganhões de Castro Verde

Grupo Coral Feminino Alentejano de Cantares Alentejanos da Granja
Folclore em Mourão

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Évora
  • Concelho: Mourão
Grupo Coral Feminino Alentejano de Cantares Alentejanos da Granja

O Grupo Coral Feminino Alentejano de Cantares Alentejanos da Granja foi fundado em 2006. Após uma separação, fundou-se a Associação Granjarte em 2011, na freguesia da Granja, da qual faz parte.

O grupo ensaia todas as quartas dos quintas-feiras, na sede da Associação. Os “altos” são Isabel Segurada e Santa Infante; o “ponto” é Maria Francisca.

Cantam modas extraídas do cancioneiro popular, como: “O meu lindo Alentejo”, “Alentejo és nossa terra”, “É tão linda a Primavera”, “uma gotinha de água”, “Chapéu”, “Rouxinol replica o cante”, “A pombinha branca”, “Que inveja tens tu das rosas”, “Nasce o sol no Alentejo.

Grupo Coral Feminino Alentejano de Cantares Alentejanos da Granja

Grupo Coral Feminino Alentejano de Cantares Alentejanos da Granja

Grupo Coral Cantadores do Desassossego
Folclore em Beja

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Alentejo (Baixo Alentejo)
  • Distrito: Beja
  • Concelho: Beja
Grupo Coral Cantadores do Desassossego

A eleição do cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade, em 2014, deu nova força às modas cantadas nos campos durante a ceifa do trigo e nas tabernas, no fim da jornada de trabalho.

Em janeiro de 2015, nasceu em Beja o grupo coral Cantadores do Desassossego, composto por 26 homens a cantar o Alentejo. O grupo começou logo após o cante alentejano ser aclamado como património, com uma reunião de amigos.

Embora se trate de um grupo recente, os Cantadores já mostraram as modas do cancioneiro alentejano em atuações dentro e fora de Portugal, preservando, assim, a identidade sonora da região.

Grupo Coral Cantadores do Desassossego

Grupo Coral Cantadores do Desassossego

Grupo Coral "Vindimadores" da Vidigueira
Folclore em Vidigueira

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

Alentejo-Baixo Alentejo
Distrito: Beja
Concelho: Vidigueira

Grupo Coral “Vindimadores” da Vidigueira

O Grupo Coral “Vindimadores” da Vidigueira é um dos mais antigos grupos corais alentejanos. Foi o primeiro grupo coral alentejano a deslocar-se a Lisboa, para atuar, em 1935, no Teatro São Luís.

Na sua já longa existência, tem passado por várias fases. Vive, desde 1989, uma fase ininterrupta de atividade. Tem uma média de 20 a 25 atuações por ano, por todo o País, participando em encontros de grupos corais, desfiles, festas, festivais e concursos, divulgando o “cante” Alentejano.

Participou em alguns espetáculos em Televisão.

Em colaboração com a Companhia Pierre Deloche Danse, uma parte do Grupo esteve presente nos Encontros ACARTE/92, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, para apresentação do trabalho TEJALÉM. Em colaboração com a mesma Companhia de dança, também uma parte do Grupo, se deslocou a França, em 1993, 1994 e 1995, para apresentação do trabalho “Campos” e espetáculos de “cante” Alentejano, em várias cidades de França.

Grupo Coral "Vindimadores" da Vidigueira

Grupo Coral “Vindimadores” da Vidigueira

Rancho Folclórico Regional do Lavradio
Folclore no Barreiro

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Estremadura Sul)
  • Distrito: Setúbal
  • Concelho: Barreiro
Rancho Folclórico Regional do Lavradio

O Rancho Folclórico Regional do Lavradio foi fundado em 1985, por um grupo de pessoas oriundas da freguesia do Lavradio – Barreiro. Tem como objetivo defender e expandir o folclore da região do Lavradio.

Fez um trabalho de recolhas não só de danças e cantares como também de usos, trajes populares, tradições sociais e religiosas, instrumentos musicais e adereços do século passado. São suas modas:
Rusga de entrada, Vira do Lavradio, Sapateado, Cigorra, Vira do pescador, Vira Batido, Chita da minha blusa, Caracol, Colia, Vila meã, Margarida vai á fonte, Tamaquinha, Vira marcado, Fandango, Vira das vindimas, Vira de Stº António, Verde Gaio dançado, Rusga de saída, Campino.

Enverga trajes de Campino, Menina rica, Capataz, Governante, Salineiro, Apanhadora de ostras, Menina dos recados, Carroceiro, Camponesa com traje de romana, Ceifeira, Camponeses com traje domingueiro, Camponeses com traje de trabalho, Moleiro – Moleira, Campino da charneca, Campino da romaria, Mulher da rega, Vindimeiros, Noivos, Padrinhos, Viúva, Mulher da barraca, Pescador.

Rancho Folclórico Regional do Lavradio

Rancho Folclórico Regional do Lavradio

Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz
Folclore em Reguengos de Monsaraz

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Alentejo – Alto Alentejo
  • Distrito: Évora
  • Concelho: Reguengos de Monsaraz

02 grupos

  • Grupo Folclórico da Freguesia de Monsaraz
  • Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz
Grupo Folclórico da Freguesia de Monsaraz

O Grupo Coral de Monsaraz foi fundado em 1975. Encontrava-se sob a égide da Casa do Povo de Monsaraz e os seus elementos não utilizavam um traje etnográfico, mas sim um fardamento estilizado.

Em 1983, devido a alguma desorganização, o grupo extinguiu-se. Voltou a ressurgir num segundo momento, cessando a atividade, mais uma vez, em 1996.

Em 2002 foi refundado com o nome de Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz, envergando traje domingueiro. Desde então, tem-se pautado por uma organização diferente dos grupos anteriores.

O seu reportório é composto por temas do cancioneiro alentejano, como: A triste pomba coitada; Abre-te campa sagrada; Alentejo Alentejo; Meu lírio roxo; Linda jovem era pastora; Moreninha alentejana; Ó meu lindo Guadiana; Primavera és tão linda; Rosa mãe; Monsaraz velhas muralhas, entre outros.

Grupo Folclórico da Freguesia de Monsaraz

Grupo Folclórico da Freguesia de Monsaraz

Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz

Na década de 1940, as atuações pelas ruas da vila e no largo principal de Reguengos de Monsaraz provocavam alguns confrontos entre os cantadores. Após a fundação da casa do povo, Manuel Morgado Murteira, funcionário da Caixa de Crédito Agrícola, conseguiu unir os elementos dos dois grupos corais e formar um só, que foi integrado na Casa do povo de Reguengos.

Assim nasceu, a 19 de março de 1945, o Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz, composto por 28 elementos.

O grupo é o fruto de uma tradição ancestral. Iniciou um processo de renovação no início de 2016, contando desde essa altura e até ao momento com o apoio do músico Pedro Mestre, atual ensaiador. O grupo tem registado com agrado a entrada de novos elementos, contando atualmente com 25 cantadores.

Durante a sua já longa existência, o grupo coral teve como ensaiadores António Tomás Marcão, António Baltasar, Manuel Jacinto Cartaxo, Joaquim António Couto, António Nogueira Lopes, José Brás Isidoro, José Joaquim Morais e, atualmente, Pedro Mestre e José Torcato.

Após a classificação do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2014, o grupo renovou-se e surgiu com uma nova imagem, novo traje e novas vozes, tendo duplicado o número de elementos.

Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz

Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz

Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Aleixo da Restauração
Folclore em Moura

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Alentejo (Baixo Alentejo)
  • Distrito: Beja
  • Concelho: Moura
Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Aleixo da Restauração

O Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Aleixo da Restauração foi fundado em 1934. Inicialmente composto por 20 elementos, quase todos trabalhadores rurais, conta presentemente com 25 elementos.

Em 1962, o grupo passou a ser dirigido e ensaiado por Francisco de Almeida Candeias, seu grande dinamizador ao longo de várias décadas.

Tem realizado, desde 1940, diversas gravações em fita magnética, vinil e CD. Participou também em diversos programas televisivos, nomeadamente “O Povo que Canta”, de Michel Giacometti (1970).

Ao longo dos anos, o Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Aleixo da Restauração tem participado em vários eventos culturais, desenvolvendo um trabalho na preservação do cante alentejano digno do mais forte elogio.

O traje do Grupo Coral nunca foi alterado: lenço garrido ao pescoço, caindo sobre os ombros, camisa branca, chapéu, colete, calças pretas, botas ou sapatos.

Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Aleixo da Restauração

Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Aleixo da Restauração