Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Festivais em Góis

Ciclos, jornadas e festivais de música e dança no Cocnelho

Chronosphere

O Chronosphere Festival é um festival de música eletrónica e artes de última geração agendado em Góis, Portugal, de 21 a 23 de agosto de 2026. Concebido como uma experiência cultural de vanguarda e um empreendimento financeiramente disciplinado, o Chronosphere combina programação musical de classe mundial, arte imersiva e sustentabilidade regenerativa com um compromisso inabalável com a inclusão, especialmente para públicos neurodivergentes.

A missão do Chronosphere é construir um festival que cresça cultural, ambiental e economicamente, criando valor a longo prazo para os investidores, a comunidade local e os ecossistemas que o acolhem. Cada edição é concebida para deixar a floresta mais saudável, a comunidade mais forte e os participantes inspirados.

Chronosphere propõe uma curadoria musical que combina eletrónica, ambient, experimental e techno, num ambiente visual e sensorialmente equilibrado. Além dos concertos, o festival inclui arte, instalações, workshops e talks sobre inclusão e sustentabilidade.

A essência musical do festival é moldada por uma programação cuidadosamente selecionada de headliners internacionais, artistas locais e talentos europeus emergentes. Os artistas são selecionados de acordo com os valores do festival: visão de futuro, impacto emocional e inovação. Os géneros incluem experimental, tech-house, techno, industrial, minimal, ambient, com atuações ao vivo e performances híbridas de DJs. Coletivos europeus e editoras underground irão organizar takeovers cuidadosamente selecionados.

Góis, festival Chronosphere

Góis, festival Chronosphere

Auditórios de Albufeira

Casas de espetáculo do Concelho

Auditório Municipal de Albufeira

Situado junto ao edifício sede da Câmara Municipal de Albufeira, o edifício reúne as caraterísticas de infraestrutura urbana, em betão armado. O edifício é servido por vias e espaços que permitem uma aproximação e estacionamento fáceis. Construído com o objetivo de dotar a cidade de um equipamento que possibilitasse potenciar a difusão da criação artística, o edifício tem condições que permitem a realização de eventos de âmbito diversificado: música, teatro, canto, cinema, conferências.

Descrição

Arquiteto: Ramos Chaves (mesmo arquiteto do edifício dos Paços do Concelho)
Data da inauguração: 24 de Junho de 1997

Auditório convencional com palco à italiana e uma lotação de 347 lugares (plateia com 343 lugares sentados e 4 para mobilidade reduzida).

A plateia está disposta em anfiteatro, possuindo excelente visibilidade para o palco e conforto para o espetador. Numeração por fila e por lugar. Possui ar condicionado.
Acessibilidade para mobilidade reduzida.
A articulação vertical entre níveis/pisos do edifício é feita através de degraus/escadas.

Auditório Municipal de Albufeira, créditos Tur4all

Auditório Municipal de Albufeira, créditos Tur4all

Auditórios da Amadora

Salas de Espetáculo do Concelho

Teatro Municipal António Pinheiro

Depois de uma profunda requalificação, Tavira reencontrou-se a 28 de setembro de 2025 com um dos seus espaços culturais mais emblemáticos. A reabertura foi celebrada com a música de Viviane e a Banda Musical de Tavira, numa tarde/noite que uniu tradição e modernidade. O palco volta a ser da cidade, pronto para receber grandes espetáculos, artistas e públicos de todas as gerações.

Teatro Municipal António Pinheiro, Tavira

Teatro Municipal António Pinheiro, Tavira

Auditórios de Paços de Ferreira

Salas de Espetáculo do Concelho

Casa da Cultura de Freamunde

Aberta ao público desde 1997, a Casa da Cultura de Freamunde constitui um espaço dedicado à leitura e outras atividades no centro da cidade de Freamunde. O espaço físico, dividido em dois andares, disponibiliza ao público uma sala de leitura e de estudo, um espaço para crianças e o Auditório Fernando Santos. O Auditório Fernando Santos pode também pode ser cedido, de forma gratuita, a outras entidades para prossecução de atividades com fins estritamente culturais, recreativos ou de formação, quando possível pela calendarização interna.

Casa da Cultura de Freamunde

Casa da Cultura de Freamunde, Paços de Ferreira

Casa da Cultura de Seroa

Rua das Pereiras, 215
Seroa
Paços de Ferreira

Equipamento cultural com um auditório multidisciplinar com capacidade para 270 pessoas, sala de exposições, biblioteca e espaços multifacetados.

Casa da Cultura de Seroa, Paços de Ferreira

Casa da Cultura de Seroa, Paços de Ferreira

Auditórios de Mirandela

Salas de Espetáculo do Concelho

Centro Cultural Municipal

O Centro Cultural Municipal é um marco em toda a região, dadas as condições que possui:

  • ampla Biblioteca Municipal;
  • Museu Armindo Teixeira Lopes (vasta, bem variada e prestigiada coleção de escultura, pintura, serigrafia e desenho);
  • auditório com quase 500 lugares;
  • anfiteatro para congressos com perto de 100 lugares;
  • bar e várias salas de apoio.

Rua Coronel João Maria Sarmento Pimentel nº 180
5370-383 Mirandela

Centro Cultural Municipal de Mirandela, foto Calumifer

Centro Cultural Municipal de Mirandela, foto Calumifer

Auditórios de Lousada

Salas de Espetáculo do Concelho

Auditório Municipal de Lousada

O Auditório Municipal de Lousada, inaugurado em 1998 e requalificado em 2023, constitui um recinto vocacionado para as artes do espetáculo.

Com uma lotação de 289 lugares, reúne, ao longo do ano, importantes acontecimentos culturais, com destaque para a música, teatro e dança, para além de acolher uma variada gama de encontros científicos.

Tendo por residente a companhia “Jangada teatro”, afirma-se pela sua dinâmica permanente, na qual os meses de abril e maio conquistam especial projeção devido à realização do “Folia” e do “Foliazinho”, festivais de artes de palco com crescente adesão de público.

Auditório Municipal de Lousada, créditos Miguel Cruz

Auditório Municipal de Lousada, créditos Miguel Cruz

Auditórios da Maia

Salas de Espetáculo do Concelho

Fórum da Maia

Inaugurado a 1 de junho de 1991, o Fórum da Maia é um espaço cultural multidisciplinar projetado pelo arquiteto José Carlos Loureiro, de gestão autárquica, que se destaca pela sua localização e pela sua programação heterogénea.

Integrado no núcleo urbano da Cidade da Maia, beneficiando de excelentes condições de acessibilidade, o edifício agrega Auditórios, Galerias de Exposição e a Biblioteca Municipal Doutor José Vieira de Carvalho.

Pretendendo proporcionar a toda a comunidade uma oferta cultural inclusiva, diversificada e acessível, a sua estratégia programática reflete os pilares basilares que caracterizam a política cultural do município, alicerçada na valorização do património cultural, na formação e na inovação.

Fórum da Maia

Fórum da Maia

Auditórios de Felgueiras

Salas de Espetáculo do Concelho

Casa das Artes de Felgueiras

O Teatro Fonseca Moreira resultou do sonho e do trabalho de António José da Fonseca Moreira, um filho da terra que fez fortuna no Brasil. Autodidata e amante da arte dramática, concretizou o desejo de dotar Felgueiras de um espaço dedicado às artes do palco. A inauguração oficial ocorreu a 20 de novembro de 1921, na presença do próprio fundador, com a representação da peça “Feitiço contra Feiticeiro”, da sua autoria.

Foi um dia de glória e satisfação para Fonseca Moreira e para os felgueirenses. Após o primeiro ato, o público pediu a presença do autor no palco, onde foi recebido com uma ovação calorosa, descrita assim na época: “ao som de entrepitosas palmas com a pronúncia de muitos bravos, sendo-lhe deitadas muitas flores ao palco e entregues muitos ramalhetes de flores primorosamente confecionados.” (Teatro Fonseca Moreira – In: Jornal de Felgueiras, 26 de novembro de 1921).

Nos anos seguintes, o teatro viveu tempos áureos, marcados pela presença de atores consagrados como Vasco Santana, Laura Alves, Ruy de Carvalho e António Silva (Ribeirinho), bem como de prestigiadas companhias de teatro e revista, como Ida Stichini – Alves da Costa e Adelina – Aura Abranches. Para além do teatro, o espaço acolheu espetáculos musicais e de dança, conferências de figuras ilustres como Leonardo Coimbra e Teixeira de Pascoais, e homenagens como a prestada ao Prof. Magalhães Lemos.

O Teatro Fonseca Moreira foi também pioneiro no acesso ao cinema em Felgueiras. Foi nesta sala que os felgueirenses assistiram às primeiras projeções de fonofilmes, às fitas em tecnicolor e a grandes obras-primas da cinematografia, permitindo que diversas gerações acompanhassem as novidades da sétima arte.

Além disso, o palco do teatro serviu de escola para muitos felgueirenses, que ali descobriram e desenvolveram os seus talentos artísticos. Foi cenário de inúmeras apresentações, realizadas para fins tão diversos como a angariação de fundos para as obras da Igreja Matriz ou para os Bombeiros Voluntários, celebrações natalícias ou, simplesmente, a dinamização da vida cultural de Felgueiras.

Na década de 1940, o teatro enfrentou tempos difíceis. Já sob a posse de João Cardoso, do Porto, foi alvo de obras de beneficiação. Substituíram-se os habituais camarotes por balcões, remodelaram-se o soalho e a cobertura, e o teatro reabriu em finais de 1949 com o filme A Morgadinha dos Canaviais, cujos exteriores foram filmados na Casa de Sergude.

A partir daí, a programação cultural passou a centrar-se maioritariamente no cinema, amplamente divulgada pela imprensa local, que acompanhava as venturas e desventuras desta pequena joia do teatro português. Nos anos de 1950 e 1951, o teatro foi equipado com aparelhagem sonora e dupla aparelhagem de projeção, permitindo a exibição de filmes de maior duração sem interrupções.

Em 1997, após um longo período de inatividade, o Teatro Fonseca Moreira foi recuperado pela Câmara Municipal de Felgueiras e classificado como imóvel de interesse público.

O projeto de reabilitação foi assinado pelo arquiteto Filipe Oliveira Dias, contando com a criatividade do pintor José Emídio para a decoração do teto da sala de espetáculos.

Fonte: Casa das Artes de Felgueiras

Casa das Artes de Felgueiras

Casa das Artes de Felgueiras

Auditórios do Cartaxo

Salas de Espetáculo do Concelho

Centro Cultural do Cartaxo

O Centro Cultural do Cartaxo (CCC) foi inaugurado a 10 de junho de 2005, tendo sido erguido no local onde, durante a segunda metade do século passado, o cinema fez parte da dinâmica cultural local – o antigo Cine-Teatro Ribatejo, que abriu as suas portas em 1947 e esteve em funcionamento até 1988.

De arquitetura contemporânea, o Centro Cultural é um espaço aberto ao exterior, assumindo-se como a “Casa da Cultura de todos e para todos”.

É composto por duas salas de espetáculos, que permitem a exibição de cinema e a apresentação de espetáculos das mais diversas áreas artísticas.

O Centro Cultural desenvolve ainda um importante trabalho de formação e sensibilização artística, através do seu projeto educativo.

Exposições temporárias, workshops e colóquios temáticos são também presença constante neste espaço cultural.

A sua programação obedece ao compromisso de trabalhar para todos os públicos, de todos gostos e idades, tendo como único critério a qualidade dos espetáculos e das obras.

Centro Cultural do Cartaxo

Centro Cultural do Cartaxo

Auditórios da Batalha

Salas de Espetáculo do Concelho

Centro de Congressos da Batalha

O Centro de Congressos da Batalha é um espaço multifacetado e equipado para a realização dos mais diversos tipos de eventos como congressos, eventos corporativos, feiras e exposições, eventos culturais e desportivos, colóquios, conferências e apresentações.

Com uma área de exposição coberta de 22.000m2, distribuída por três pavilhões, uma zona de multiusos e um auditório, oferece um vasto leque de soluções e possibilidades, de acordo com as necessidades do promotor do evento. Destacam-se ainda diversas áreas de apoio: WC em todos os pavilhões, restaurante, bares, um hall multiusos, recepção e bilheteira. Dispõe também de parque de estacionamento para cerca de 1.000 viaturas.

Com uma localização geográfica estratégica e central e excelentes acessos rodoviários o Centro de Congressos da Batalha é a escolha ideal para as empresas e organizações realizarem as suas acções de comunicação.

Auditório do Centro de Congressos da Batalha

Auditório do Centro de Congressos da Batalha

Auditório Nuno de Santa Maria

O Auditório do Centro Paroquial da Batalha, designado de São Nuno de Santa Maria, está localizado junto ao Largo Cónego Simões Inácio, na Vila da Batalha.

Com a intervenção realizada e apoiada pelo Município, foi totalmente renovado o equipamento técnico e o mobiliário do auditório, com destaque para os equipamentos cénicos e de sonorização do espaço que passam a estar dotados para os mais diversos fins, tais como conferências, concertos e outros eventos.

Através da intervenção efetuada em 2017, as condições físicas do espaço passam a garantir mais conforto para o público, sendo de realçar as excelentes qualidades acústicas que permitem a realização de eventos de relevante complexidade no que se refere à amplificação desta sala. Com uma capacidade para 450 lugares sentados, o Auditório do Centro Paroquial colmata uma lacuna do Auditório Municipal da Batalha, que dispõe apenas de 172 lugares.

Auditório Nuno de Santa Maria, Batalha

Auditório Nuno de Santa Maria, Batalha