De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Paroquialde São Lourenço
Igreja Paroquial de São Lourenço
A Igreja Paroquial de São Lourenço é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista e barroca, de uma nave e Capela-mor totalmente abobadada. Apresenta-se com uma fachada harmónica, com o corpo central enquadrado por duas torres sineiras. O corpo central remata em empena contracurva. O retábulo-mor e os retábulos da nave são quase todos em Estilo Nacional, com colunas torsas e arquivoltas no remate.
Fonte: Monumentos
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira
962 942 759
Sé [ Catedral ] de Portalegre
[ Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção ]
Sé de Portalegre
As obras de construção da Sé de Portalegre foram iniciadas em 1556 e a última pedra, o remate da abóbada, foi colocada em 1575. Criado num estilo renascentista tardio, o templo sofreu alterações entre 1737 e 1798, já em estilo Barroco, como se observa no trabalho da pedra dos pórticos na fachada e nas torres sineiras. No interior, iluminado por 28 janelas, há painéis de azulejo seiscentistas e um notável conjunto de pinturas maneiristas, único no país. Os retábulos do altar-mor e das capelas laterais integram noventa e seis pinturas e neles participaram vários artistas portugueses durante os séculos XVI e XVII. À direita do altar fica a Capela do Santíssimo e à esquerda a de São Pedro. Os púlpitos são em mármore, bem como as grades postadas diante da Capela-mor, onde pode admirar-se o trabalho do escultor e entalhador Gaspar Coelho e dos pintores Francisco Venegas, Fernão Gomes e Simão Rodrigues. As restantes pinturas da igreja estão atribuídas à Oficina de Portalegre. Nas abóbadas podem admirar-se diversos motivos grotescos maneiristas, cartelas, mascarões, florões e seres híbridos. Pode ainda visitar-se a sacristia revestida a azulejos setecentistas (que representam a «Fuga para o Egipto») e o claustro, concluído no século XVIII. Do lado norte, encontra-se o antigo Paço Episcopal, que foi residência dos Bispos até 1910 e comunicava interiormente com a Sé.
Fonte: VisitPortugal
Possui um órgão histórico da autoria de D. Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), de data desconhecida.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/portalegre-se.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:39:002024-10-28 19:11:00Portalegre e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz de Nisa
[ Igreja Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Graça ]
Igreja Matriz de Nisa
Dedicada a Nossa Senhora da Graça, a Igreja Matriz de Nisa foi construída no século XVIII no local de uma primeira igreja do século XVI que estava muito degrada e acabou por ruir pelo terramoto de 1755.
Possui um órgão histórico da autoria de D. Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), organeiro genovês que fixou residência em Évora, e que o construiu em data desconhecida.
Órgão positivo de armário e coro alto
Órgão da Igreja Matriz de Nisa
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/nisa-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:38:362024-12-19 19:31:39Nisa e os seus órgãos de tubos
Elvas está entre os 15 concelhos de Portugal com mais órgãos de tubos.
Clique AQUI para ver património de Elvas no Flickr Meloteca.
ROTA DOS ÓRGÃOS DE ELVAS 2025
Roteiro para a Visita guiada por igrejas de Elvas com órgão
Posto de Turismo, Praça da República.
Na Praça da República, pontos de interesse: Relógio da Praça da República, Pelourinho, Rua Baluarte del Príncipe, Casa da Cultura de Elvas
Igreja do Salvador
No coro alto da Igreja do Salvador encontra-se um órgão positivo de armário inoperacional e em más condições, assim como um harmónio fabricado em Paris também inoperacional.
Igreja de São Lourenço das Almas
[ de São Lourenço das Almas ]
A igreja de São Lourenço em Elvas é referida há cerca de 7 séculos (1332), pelo que se julga ter sido construída entre os séculos XIII e XIV. No entanto, a atual igreja de São Lourenço viria a ser edificada no séc. XVI. No exterior destaca-se um painel de azulejos do séc. XIX com a representação de São Lourenço.
No interior, observa-se o altar-mor de talha dourada do séc. XVII, dominando a parte superior um retábulo representando “São Lourenço implorando pelas almas”.
Fonte: CME
São Lourenço – também conhecido como Lourenço de Huesta ou Valência – nasceu em 225 (faz 800 anos em 2025) e morreu martirizado em 258, no dia 10 de agosto, em Roma. Está entre os diáconos do início da Igreja de Roma, considerados os guardiões dos bens da Igreja e dispensadores de ajuda aos pobres. O nome Lourenço é o mesmo que Laureamtenens, que significa Coroa feita de Louro, como os vencedores recebiam após as vitórias. Lourenço obteve a vitória na sua paixão. São Lourenço foi ajudante do Papa Sisto II e responsável por um centro dedicado aos pobres.
Igreja de Nossa Senhora das Almas
Igreja de São Domingos
[ do antigo Convento de São Domingos ]
Igreja de São Domingos
Edifício modelo da arquitectura gótica mendicante portuguesa, o Convento de São Domingos foi fundado em 1267 e construído durante o último terço do séc. XIII no local da ermida de Nossa Senhora dos Mártires.
Sofreu várias modificações a partir do séc. XV, no séc. XVII recebeu uma nova fachada ao estilo Barroco e no século seguinte as capelas laterais em mármore.
Funcionava em São Domingos não só um convento mas também uma albergaria e um hospício, demolido durante as Guerras da Restauração (confrontos armados entre Portugal e Castela entre 1640 e 1668), porque esta parte do convento coincidia com a construção do novo lanço de muralhas.
A igreja, com uma fachada barroca, mas com um interior gótico é um extraordinário exemplo da arquitectura medieval. Destacam-se a Capela-mor e colaterais, do séc. XIII, as capelas laterais do séc. XVIII, a azulejaria setecentista que conta a vida de São Domingos, a Sala do Capítulo com o seu mobiliário.
Merece destaque o grande órgão construído pelo alemão J. H. Hulenkampf (?) no séc. XVIII. A Oficina e Escola de Organaria fez a desmontagem, inventariação e proposta de restauro em 1996.
Em 1834, após a extinção das ordens monásticas, o que restou do convento foi secularizado ao albergar um quartel militar, e hoje faz parte do Museu Militar de Elvas.
Igreja da Ordem Terceira de São Francisco
[ dos Terceiros ]
As Ordens Terceiras são associações de leigos católicos vinculadas às tradicionais ordens religiosas medievais, de franciscanos (São Francisco de Assis), carmelitas (do Monte Carmelo) e dominicanos (São Domingos).
A igreja é um edifício de arquitectura religiosa, barroca, Rocaille, popular.
A palavra portuguesa “Barroco” define uma pérola de forma irregular (pérola imperfeita). O estilo, da primeira metade do século XVIII, seguiu-se ao estilos renascentista e maneirista.
Igreja setecentista com Capela-mor e retábulos que a ladeiam todos forrados a ouro, decorados com putti(meninos gordinhos), os símbolos da Eucaristia, atlantes (figura antropomorfa titânica), contracurvados, querubins (anjos) no Estilo Nacional; silhar (revestimento parietal longitudinal que se desenvolve a partir do chão) de azulejos azuis e brancos com cenas da vida de São Francisco de Assis (1181/1182-1226) com legendas em cartelas (elementos decorativos ovais), e molduras com concheados; portais e janelas rematados por frontões curvilíneos e contracurvados, retábulos laterais em mármore.
O edifício anexo do exterior sugere uma construção palaciana com o seu andar nobre com janelas de sacada coroadas por frontões curvilíneos.
O pavimento composto por lajes de mármore branco emolduradas por tiras de mármore negro-azulado, compondo tampas de sepultura numeradas para organização do espaço permite perceber como era a organização do espaço funerário e encontra paralelo na igreja de São Domingos, e nas igrejas da Conceição e dos Agostinhos em Vila Viçosa. Certos cargos da Ordem tinham local de enterramento especifico como demonstram as inscrições gravadas em algumas tampas de sepultura, demonstrando que o espaço funerário não era aleatório.
A construção da então igreja de Nossa Senhora da Praça foi principiada em 1517 segundo o traço do arquitecto régio Francisco de Arruda que trabalhava ao mesmo tempo no Aqueduto da Amoreira. Possui um carácter fortificado, com uma torre como fachada.
Durante 3 séculos, Elvas foi diocese.
Em 1570 com a criação do bispado de Elvas pelo Papa Pio V, a igreja de Nossa Senhora da Praça transformou-se na Sé de Elvas, título que viria a perder em 1881.
Em termos artísticos, a Sé de Elvas é um templo originalmente manuelino, mas que perdeu esta traça durante os séculos após alterações mandadas fazer nele pelos bispos da diocese.
São de salientar no exterior o seu portalNeoclássico e os portais laterais manuelinos, enquanto no interior o visitante poderá ver uma decoração feita com motivos fito, zoo e antropomórficos, próximos do imaginário medieval.
Em redor de todo o corpo da igreja corre um silhar (revestimento longitudinal) de azulejo policromo de laçaria e rosas.
A Capela-mor, em mármore de várias cores, é de estilo Barroco.
Destaca-se ainda o magnífico órgão situado no coro-alto.
O órgão histórico [ II ; 8 (3+5) ] da autoria de D. Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini) foi construído em 1763. Foi restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2016 (opus 68).
O órgão positivohistórico [ I; 4 (0+1) ] da autoria de D. Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), construído em 1758 foi restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2015 (opus 66). Da oficina fazem parte os conceituados organeiros Pedro Guimarães e sua esposa Beate von Rohden.
D. Pascoal Caetano Oldovini (c. 1720 + 25.4.1785), filho de José Oldovini e Ana Maria, mestre organeiro genovês, que teve oficina em Évora, e foi responsável no séc. XVIII por diversos órgãos em Igrejas na região do Alentejo entre c. 1742 e 1785. A sua produção conhecida está centrada no eixo Évora-Elvas-Portalegre.
Além do património organístico, há a considerar o património sineiro que tem um lugar importante na paisagem sonora de Elvas e na própria arquitetura. Há igrejas que têm uma ou duas torres sineiras e outras que não têm.
Igreja de Nossa Senhora das Dores
A construção da atual igreja de Nossa Senhora das Dores começou em 1780 (faz 245 anos em 2025) e terminou em 1796, no local onde estava a Igreja de Santa Maria Madalena.
No interior do templo destacam-se a Capela-mor e os quatro altares laterais pintados a imitar mármore, assim como os variadíssimos trabalhos em alvenaria com temática profana a emblemas religiosos.
Ao lado da Igreja, num quintal anexo, situava-se o antigo cemitério da Santa Casa da Misericórdia desde o séc. XVI até 1845.
Fonte: CME
A devoção à “Mater Dolorosa”, muito difundida, sobretudo nos países do Mediterrâneo, desenvolveu-se a partir do final do século XI. Em 1814, o Papa Pio VII incluiu-a no calendário litúrgico romano, fixando-a em 15 de setembro, no dia seguinte à festa da Exaltação da Santa Cruz. O “Stabat Mater”, atribuído ao Frei Jacopone de Todi (1230-1306), está na origem de obras primas da música (sendo de Pergolesi a mais conhecida). No século XV, encontramos as primeiras celebrações litúrgicas sobre Nossa Senhora das Dores, “em pé” junto à Cruz.
Igreja de Nossa Senhora das Dores
Igreja de Santa Maria de Alcáçova
A Igreja de Santa Maria de Alcáçova foi construída no séc. XIII no local onde se encontrava a principal mesquita de Elvas. Foi doada à Ordem de Avis por D. Dinis em 1303.
A sua adaptação de mesquita a igreja cristã foi feita ao longo dos tempos, o que faz que hoje do templo islâmico só possamos observar os vestígios de um mirhab (nicho em forma de ábside) no exterior e a grande cisterna.
A Capela-mor é funda e do séc. XVIII. Destaca-se também a talha dourada de uma Capela colateral do séc. XVII e de uma Capela lateral do séc. XVIII.
Igreja de Santa Maria de Alcáçova, Elvas
Igreja do Senhor Jesus da Piedade
[ Santuário do Senhor Jesus da Piedade ]
Igreja do Senhor Jesus da Piedade
Excelente exemplar da arquitetura religiosa setecentista, de estilo Barroco, a Igreja do Senhor Jesus da Piedade situa-se extramuros da cidade de Elvas, junto ao atual Parque da Piedade, onde anualmente, a 20 de setembro, se faz a Feira de São Mateus.
Com características barrocas que mesclam a tradição nacional com influências da Europa Central e do Brasil, a Igreja foi construída entre 1753 e 1779. Tem como antecedente uma Capela construída em 1737, por iniciativa do Padre Manuel Antunes. A cura do próprio pároco e de muitos que se deslocaram ao local criaram um mito acerca do local que rapidamente se alastrou a toda a cidade e às redondezas.
No seu interior destacam-se a Capela-mor e as capelas laterais onde estão telas pintadas por Cyrillo Volkmar Machado representando “Nossa Senhora da Graça” e o “Arrependimento de São Pedro”. Na sacristia, existe um visitável núcleo museológico onde está patente uma coleção de milhares de ex-votos desde 1737 até à atualidade, dedicados ao Senhor Jesus da Piedade.
O ex-voto (do latim: ex-voto suscepto) é uma oferta do fiel ao santo da devoção em agradecimento de um voto realizado.
Fonte: CME
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/elvas-se_ft-o-leme.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:38:072025-04-26 21:52:12Elvas e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz do Crato
[ Igreja Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Conceição ]
Igreja Matriz do CratoA Igreja Matriz do Crato terá sido edificada em meados do século XIII, como indica uma lápide colocada na nave do templo com a data de 1287. O atual edifício é resultado de sucessivas transformações estruturais realizadas entre os séculos XV e XVII. A primeira grande reforma data de meados do século XV, quando o Prior do Crato D. Frei Vasco de Ataíde mandou reedificar o templo. Foi a partir de então que o templo adquiriu a “(…) estrutura tardo-gótica que ainda enforma as 3 naves do corpo do edifício (…)”. No segundo quartel do século XVI o Infante D. Luís mandou executar a segunda camoanha de obras no edifício, que visou a remodelação da cabeceira, nomeadamente a reforma decorativa da Capela-mor, tanto no interior como no exterior.
A fachada principal, de gosto renascentista, é marcada pela disposição da torre tardo-gótica, que domina grande parte do frontispício. O portal principal de moldura retangular é encimado por frontão triangular. Sobre a porta existe um janelão retangular com friso, e do lado esquerdo da fachada foi rasgado um óculo. Lateralmente, foi também edificado um portal com moldura retangular, rematado por frontão com volutas enquadrando também as armas de D. Vasco de Ataíde e a Cruz de Malta.
O espaço interior, que mesmo com a reforma quinhentista manteve a estrutura tardo-gótica de três naves, apresenta cinco tramos divididos por arcos quebrados, sendo a cobertura das naves feita por abobadamento. Estas abóbadas não integravam o edifício quatrocentista, tendo sido edificadas durante o restauro executado no ano de 1891. A cabeceira conserva também a sua planimetria original, comportando dois absidíolos correspondentes às naves laterais, que estão completamente cobertos por talha dourada seiscentista.
A Capela-mor foi totalmente refeita, estando dividida em duas áreas distintas. A primeira de gosto renascentista é definida pelo arco triunfal e coberta por abóbada de caixotões, pintados com ornamentos alusivos aos Hospitalários. A segunda, também abobadada, foi acrescentada no século XVII . No século XVIII, todo o espaço da Capela-mor foi revestido de painéis de azulejos azuis e brancos, com representações de Passos da Vida da Virgem, e nas paredes laterais foi edificado o cadeiral.
Fonte: IPPAR/2005, Catarina Oliveira
No coro alto está situado umórgão histórico da autoria de D. Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), construído em 1769.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/crato-matriz-nossa-senhora-da-conceicao.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:37:402024-12-19 22:29:39Crato e os seus órgãos de tubos
Órgãos de tubos do concelho de Castelo de Vide [1]
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz de Castelo de Vide
[ Igreja Paroquial ] [ de Santa Maria da Devesa ]
Igreja Matriz de Castelo de Vide
A Igreja de Santa Maria da Devesa, Igreja Matriz de Castelo de Vide, é considerada a maior do Alto Alentejo. Foi concluída em 1873, no local de uma pequena Capela fundada em 1311 por Lourenço Pires e sua mulher. A igreja é constituída por uma nave, Capela-mor, transepto, duas torres sineiras e duas sacristias. O interior é formado por uma nave retangular, em que o espaço está dividido em quatro tramos separados por pilastras pintadas. O teto é em abóbada de berço. A Capela-mor também é retangular em abóbada de berço. A fachada principal é ladeada pelos corpos de planta quadrada de duas torres sineiras, contendo cada uma quatro janelões de torre de volta perfeita, com sinos, separadas por pilastras formadas por blocos retangulares de granito.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/castelo-de-vide-matriz-santa-maria-da-devesa-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:37:132024-12-20 21:24:26Castelo de Vide e os seus órgãos de tubos
Possuindo um órgão do notável organeiro genovês D. Pascoal Caetano Oldovino, Arronches usufrui do seu instrumento histórico organizando concertos, tendo realizado o Festival de Música Sacra de Arronches (3ª edição em 2014).
De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes.
Igreja Matriz de Arronches
Igreja Matriz de Arronches
De planta longitudinal composta, a Igreja Matriz de Arronches possui fachada principal antecedida de escadaria, com portal renascentista ladeado por contrafortes. O portal de volta perfeita possui um programa decorativo de grande sobriedade, onde se destacam os dois tondi e os querubins que preenchem a arquivolta. O conjunto assenta sobre pilastras coríntias assentes em plintos decorados por duas caveiras, sendo rematado por frontão triangular com escudo e cruz de Cristo. No friso do portal, uma curiosa legenda – paraíso para sempre. Inferno para sempre. Do lado direito do portal foi edificada a torre sineira, coberta por coruchéu piramidal, com seis aberturas no registo superior. As fachadas laterais possuem contrafortes rematados por gárgulas, e portais manuelinos, com arco de volta perfeita decorado por motivos vegetalistas integrado em alfiz com decoração idêntica.
Interiormente a igreja está dividida em três naves, sem separação entre a central e as laterais, cobertas pela mesma abóbada de ogivas, formando um espaço único. Os fechos da abóbada têm gravados a cruz de Cristo, o escudo de Portugal, a esfera armilar e florões. Ao fundo da igreja foi edificado o coro-alto, com abóbada de nervuras rebaixada, sob o qual foi colocado o batistério, com pia batismal barroca e armário de mármore maneirista. Na nave lateral do lado do Evangelho situam-se a Capela de São Miguel, ou de São João Baptista, com abertura em arco de volta perfeita e decorada com azulejos padrão, e o altar, de talha, do Senhor dos Passos. Na nave lateral fronteira foram edificadas as capelas do Santíssimo e de Nossa Senhora do Rosário, com túmulo renascentista de mármore.
O altar-mor possui dois altares colaterais, que abrem em arco de volta perfeita; o do lado do Evangelho, forrado com azulejos padrão, possui ao centro do retábulo de talha pintura da Última Ceia, o do lado da Epístola, semelhante, possui calvário e sacrário. O retábulo-mor, em talha dourada, alberga ao centro imagem de Nossa Senhora da Assunção.
Fonte: Cf. Catarina Oliveira, Património Cultural
A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Arronches possui um órgão positivo histórico [ I; 5 (0+2) ] existente na Igreja Matriz foi construído por D. Pascoal Caetano Oldovino em 1772, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden em 2004, opus 44.
Em 2014, na sequência dos anteriores realizou-se 3.º Festival de Música Sacra de Arronches.
Órgão positivo de armário
Rosa Resende e Meglena de Carvalho a 14/05/2011
Data
Inscrição no fundo da caixa de vento
Pascoal Caetano Oldovino
Inscrição típica na tampa da caixa de vento
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FOI NOTÍCIA
O blogue Arronches em Notícias noticiava a 10 abril 2010:
Arronches – Concerto de órgão de tubos do século XVIII
Teve lugar este sábado dia 10 de abril pelas 21h00 na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção o Concerto de Órgão de Tubos que assinalou o 6º aniversário do restauro deste velho órgão do século XVIII. Os organistas Eva e Marco Brandazza acompanhados pelo Coro Paroquial de Arronches deliciaram a assistência com um excelente concerto.
No decorrer do mesmo foram executadas obras de Pedro Araújo (séc. XVII), Girolamo Cavazzoni (1506-1577), Alessandro Scarlatti (1660-1725), Luigi Malerbi (1776-1843), entre outras.
O casal de organistas Marco Brandazza e Eva Brandazza tem actividades como músicos sacros desde há 19 anos na Suíça Central. Eva é organista titular na Igreja Evangélica de Emmenbrucke desde 1998 e Marco Brandazza organista e músico sacro na Stadtkirche St. Michael em Zug. Além das actividades como músicos de Igreja e de leccionação entre outros na Faculdade II da Escola Superior de Música de Lucerna, apresentam-se em concertos, frequentemente em duo, na Suíça e no estrangeiro.
No final do concerto o pároco, Fernando Farinha, fez a entrega de algumas lembranças aos visitantes estrangeiros, agradecendo também a presença de todos os que não quiseram perder este concerto de grande qualidade, executado no órgão de tubos da Matriz de Arronches e datado de 1772 e construído por D. Pascoal Caetano Oldovini, que depois de restaurado em 2004, vem sendo valorizado com diferentes concertos executados por grandes organistas.
Registamos com agrado neste concerto a numerosa assistência de público, assim como a presença dos dois anteriores párocos de Arronches, Cónego Tarcísio Alves, pároco de Castelo de Vide e Padre Marcelino Marques, pároco da Sé de Portalegre.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/arronches-matriz_ft-carlos-marques-da-silva.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:36:462024-12-20 22:45:22Arronches e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja da Misericórdia de Alter do Chão
Igreja da Misericórdia de Alter do Chão
Localizada junto à EN 245, a Igreja de Misericórdia de Alter do Chão é um edifício religioso de arquitetura barroca e Rococó com nave, Capela-mor e camarim, e Hospital adossado. Tem retábulo-mor de planta convexa em mármore.
Órgão da Igreja da Misericórdia de Alter do Chão
Órgão da Igreja da Misericórdia de Alter do Chão
Localizado no coro alto encontra-se um órgão de armário, órgão histórico com um teclado manual de oitava curta construído por D. Pascoal Caetano Oldovino, no ano de 1780.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/alter-do-chao-misericordia-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:36:242024-12-20 21:26:48Alter do Chão e os seus órgãos de tubos
Órgãos de tubos do concelho de Vila Nova da Barquinha
De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho de vila Nova da Barquinha são os seguintes:
Igreja Matriz da Praia do Ribatejo
[ Igreja Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Conceição ]
Igreja Matriz da Praia do Ribatejo
A atual Igreja Matriz da Praia do Ribatejo, que tem por orago Nossa Senhora da Conceição e foi construída no princípio do século XX, substituiu a velha paroquial, esta também dedicada à Conceição da Mãe de Deus desde o século XVII, mas que terá tido uma primeira invocação de Santa Maria do Zêzere. Quanto a património artístico-religioso, existem no âmbito da paróquia várias imagens e alfaias litúrgicas de valor, destacando-se, todavia, neste contexto, um valioso S. Sebastião, de pedra, e um cálice de prata do século XVIII.
Fonte: Diocese de Santarém
Segundo a Rádio Hertz, o concerto inaugural do órgão de tubos terá sido a 27 de junho de 2015, com a presença do Bispo de Santarém, Manuel Pelino Domingues e a atuação do Canto Firme, de Tomar.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vila-nova-da-barquinha-praia-do-ribatejo-conceicao-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:35:472024-11-14 12:52:47Vila Nova da Barquinha e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz de Santiago
[ Igreja Paroquial ]
Igreja Matriz de Santiago
Como atesta a assinatura por cima do teclado, é obra de Joaquim Peres Fontanes, estando datado de 1798. “Fontanes o fez em Lisboa. Ano de 1798”. Foi restaurado em 2010 por Nuno Rigaud estando desde então ao serviço da liturgia. (Emanuel Lucas)
Órgão da Igreja Matriz de Santiago de Torres Novas, coro alto, créditos Emanuel Lucas 2022
Órgão da Igreja Matriz de Santiago de Torres Novas, fachada, créditos Emanuel Lucas 2022
Órgão da Igreja Matriz de Santiago de Torres Novas, lateral, créditos Emanuel Lucas 2022
Órgão da Igreja Matriz de Santiago de Torres Novas, teclado, créditos Emanuel Lucas 2022
“Salvador não tem órgão de tubos. Sempre lhe conheci um harmónio. A última vez que lá toquei, o harmónio já apresentava problemas. Existem outros harmónios na cidade e no concelho.” – informou Emanuel Lucas a 05 de julho de 2022.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/torres-novas-santiago-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:35:092024-10-27 19:26:29Torres Novas e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:
Convento de Cristo
Convento de Cristo
Convento de Cristo é o nome pelo qual é mais conhecido o conjunto monumental constituído pelo Castelo Templário de Tomar, o convento da Ordem de Cristo da época do Renascimento, a cerca conventual, hoje conhecida por Mata dos Sete Montes, a ermida da Imaculada Conceição e o aqueduto conventual, também conhecido por Aqueduto dos Pegões. O castelo teve a sua fundação em 1160 e compreendia a vila murada, o terreiro e a casa militar situada entre a casa do Mestre, a Alcáçova, e o oratório dos cavaleiros, em rotunda, a charola, esta concluída em 1190. Em 1420, com o castelo então sede da Ordem de Cristo, o Infante D. Henrique, o Navegador, transforma a casa militar num convento, para o ramo de religiosos contemplativos que ele introduz na Ordem de Cristo, e adapta a Alcáçova para sua casa senhorial. No início do século XVI, D. Manuel I, Rei e Governador da Ordem de Cristo amplia a Rotunda templária para ocidente, com uma nova construção extramuros, a qual inicia um discurso decorativo que celebra as descobertas marítimas portuguesa, a mística da Ordem de Cristo e da Coroa numa grandiosa manifestação de poder e de fé. A partir de 1531, com a reforma da Ordem de Cristo, por D. João III, vai ser construído o grandioso convento do renascimento, contra o flanco poente do castelo, e rodeando a nave Manuelina. O convento verá a sua conclusão com o aqueduto com cerca de 6 km de extensão, com Filipe II de Espanha, e com os edifícios da Enfermaria e da Botica, no tempo que sucedeu à guerra da Restauração. O conjunto destes espaços, construídos ao longo de séculos, faz do Convento de Cristo um grandioso complexo monumental que mereceu a classificação de Património da Humanidade, pela UNESCO.
Fonte: Convento de Cristo
charola, tubo de órgão
Tubo da charola
Tubo da charola do Convento de Cristo
Pormenor do tubo de madeira
Tubo da charola do Convento de Cristo
Tubo da charola e cruz de Cristo
Tubo da charola do Convento de Cristo
Reciclanda
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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Tubo da charola
Algumas pessoas que visitam o Convento de Cristo ficam curiosas ao verem o grande tubo que se encontra dentro da charola. Tem o formato de um tubo metálico de órgão mas a sua construção é de madeira. Tem uma altura total de 11,42 m e um diâmetro exterior de 75 cm. O tubo difere dos tubos convencionais de madeira que têm a secção quadrangular que normalmente não se vêem.
Estaria anexo a um órgão do sec. XVI que se encontrava na parede em frente da entrada da Igreja. Esse órgão foi tocado por António Rombo nos anos de 1534 a 1536 As invasões francesas vandalizaram o instrumento retirando-lhe os tubos metálicos e o órgão foi mais tarde desmantelado tendo o vão da parede onde se encontrava sido fechado a alvenaria já no sec. XX. O grande tubo cujo construtor se desconhece ao certo, nunca foi mexido. É que sendo de madeira e de grande porte certamente que não interessou à soldadesca dos invasores. Ficou assim no local onde hoje se encontra.
O formato em secção circular semelhante à dos tubos metálicos dos órgãos dever-se-ia talvez a uma questão de estética uma vez que está bem à vista encostado a uma coluna lateral semicircular.
O tubo teria sido alimentado por um fole e um reservatório de ar próprios que deviam situar-se numa dependência contígua à charola que se chamava a “casa dos órgãos” que foi demolida por volta de 1940.
Produzia um som único a uma frequência muito baixa que servia de fundo à música do órgão e ao cantochão. O seu funcionamento seria accionado pelo organista através de um manúbrio ou pisante na consola do instrumento.
Pouco mais se sabe em pormenor acerca do tubo e do órgão a que estava anexo, pois tiveram lugar os vandalismos causados pelos franceses e houve depois sucessivas obras e alterações ao edifício do Convento em diversas épocas, perdendo-se ao longo do tempo muita informação que hoje se desconhece.
Sabe-se porém que não existe em Portugal nenhum tubo semelhante. Possivelmente até nem existirá em qualquer outra parte do mundo. Se realmente for assim, está-se neste país perante mais um caso único, em termos de organaria ao âmbito mundial comparável aos dos seis órgãos na Basílica de Mafra.”
O Templário, Edição nº 885, 07 Dezembro 2005
Igreja da Misericórdia
Igreja da Misericórdia de Tomar
A Igreja de Nossa Senhora da Graça, da Santa Casa da Misericórdia de Tomar, possui no coro alto um órgão histórico (positivo de armário) de Thomas Neapolitanus, construído em 1756, restaurado em 2011.
coro alto
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
coro alto e órgão de armário
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
Órgão com as portadas abertas
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
Perspetiva lateral
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
Montra
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
Data e organeiro
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
Pormenor
Órgão da Igreja da Misericórdia de Tomar
Igreja Matriz de Tomar
Igreja Matriz de Tomar
A primitiva Igreja Paroquial de São João Baptista de Tomar remonta ao tempo do Infante D. Henrique. No início do século XVI, foi reconstruída e ampliada. Em 1510 documenta-se o final das obras e no ano seguinte concluía-se a estrutura da torre sineira. O templomanuelino desenvolve-se em planta retangular. Dividindo-se em três naves, perfeitamente demarcadas no exterior, possui uma torre sineira de grandes dimensões edificada do lado esquerdo da fachada. O portal principal, de gosto manuelino, apresenta um arco contracurvado enquadrado num alfiz totalmente decorado com relevos de motivos vegetalistas, zoomórficos e símbolos heráldicos. O interior, coberto por tetos de madeira, apresenta as naves divididas por arcos quebrados. A cabeceira tripla é ladeada por capelas comunicantes com cobertura de abóbada de nervuras cujas mísulas de apoio são decoradas com heráldica manuelina. Do programa decorativo destaca-se o púlpito de secção poligonal repleto de relevos vegetalistas lavrado em 1513. Os altares laterais, em cantaria, foram edificados no século XVII, na mesma época em que a cabeceira foi revestida de painéis de azulejos. Estes acabariam por ser retirados no primeiro quartel do século XVIII, quando foi colocado no seu lugar o retábulo-mor de talha dourada. A Igreja de São João Baptista foi restaurada pela primeira vez em 1875, embora oito anos depois desta data se reclamassem novas obras no templo, nomeadamente o restauro do portal e do púlpito.
Fonte: IPPAR/2006, Catarina Oliveira
A Igreja Paroquial de São João Batista de Tomar possui um órgão inglês do século XIX, restaurado em 1984 a expensas da Câmara Municipal de Tomar. Quando visitei Tomar em 2017, estava novamente em restauro. (AJF)
Órgão
Órgão da Igreja de São João Batista
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/tomar-convento-de-cristo.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 15:34:442024-11-08 20:23:55Tomar e os seus órgãos de tubos
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