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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Partituna – Tuna Académica do ISVOUGA, créditos Ana Maria Marques
Músicas no Concelho

Santa Maria da Feira e as suas tunas

Tunas do Concelho

Partituna

A Partituna – Tuna Académica do ISVOUGA é uma Tuna académica que foi criada em 1995 por um grupo de jovens estudantes do ISVOUGA. Um dos primeiro pontos altos da Partituna foi a viagem ao Brasil a convite para atuar para a comunidade de Santa Maria da Feira residente no Rio de Janeiro. Atuou em Espanha (San Sebastian, Salamanca e Madrid, entre outras cidades) e apresentou-se na República Checa (Praga).

Em Espanha a PARTITUNA tem sido uma presença assídua, deslocando-se todos os anos a este país durante uma semana para o seu já mítico retiro espiritual anual, realizado desde 2005.

Em 1996 , ao abrigo de um protocolo entre o Isvouga e a École Supérieure de Commerce et de Management em Tours, França (cidade geminada com Santa Maria da Feira), atuou na Radio Antenne Portugaise.

Em 1998 teve a honra de atuar para o Nobel da Paz, Ramos Horta, aquando da sua visita ao Isvouga.

Em 1998 foi convidada a atuar nas celebrações dos 500 anos dos Descobrimentos Portugueses no Rio de Janeiro, onde foi amavelmente recebida pela Casa da Vila da Feira e Terras de Santa Maria, tendo-se apresentado à comunidade portuguesa e feirense a residir na cidade.

Partituna – Tuna Académica do ISVOUGA, créditos Ana Maria Marques

Partituna – Tuna Académica do ISVOUGA, créditos Ana Maria Marques

Na recepção ao caloiro de 1998 foi lançada pela PARTITUNA a primeira revista de BD sobre Tunas em Portugal: a CARTUNA, tendo vendido cerca de 1000 exemplares.

Em Portugal, ganhou prémios de melhor pandeireta, melhor porta-estandarte, melhor solista, melhor interpretação musical, Tuna mais Tuna e melhor Tuna nos festivais em que participou.

Além de festivais, a Partituna pelo país de norte a sul, em bares, discotecas e festas populares.

Em 2010, atuou para para o Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva, aquando da sua visita do mesmo ao ISVOUGA para as comemorações do 20º aniversário do instituto que inaugurara enquanto Primeiro Ministro.

Em 2011, lançou o primeiro álbum de originais, “Noites Perdidas”.

Contactos

Correio eletrónico: geral@partituna.net

Telemóvel: 911 905 564 / 914 162 470

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

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José Relvas, fabricante de adufes de Idanha-a-Nova
Músicas no Concelho, SEM CATEGORIA

Idanha-a-Nova e as suas oficinas de instrumentos

Oficinas de instrumentos em Idanha-a-Nova

Construção de instrumentos musicais no Concelho

Centro de Artes Tradicionais

Centro de Artes Tradicionais
Rua de São Pedro
Idanha-a-Nova

Centro de Artes Tradicionais, créditos Município de Idanha-a-Nova 2025

Centro de Artes Tradicionais, créditos Município de Idanha-a-Nova 2025

José Relvas

Construtor de Adufes
Contactos: 962692887
Morada: Rua da Calçada nº 74
6060-191 Idanha-a-Nova

José Rego Relvas é um artesão de profissão reconhecido a nível nacional como o construtor de Adufes do País. Aprendeu esta arte com o pai, que já tinha adquirido o saber das gerações mais antigas. Desde novo gostou do adufe e da maneira de curtir as peles, o que o levou a apaixonar-se por esta arte. Com o passar dos anos foi aperfeiçoando a sua técnica de modo a obter um som inconfundível e instrumentos com alma própria.

Fonte: João Carlos Silveira

Testemunhos

“Além de uma sumidade na nobre arte de construir adufes (há cerca de 5 décadas), o Zé é uma enciclopédia etnográfica da Beira Baixa e principalmente, da Idanha. Tenho um adufe triangular feito pelo Zé há quase 20 anos, continua impecável e não me desfaço dele nem troco por nenhum outro, pois até hoje, não experimentei outro com um timbre tão intenso e envolvente. Tal como o Zé. Sou apologista que qualquer artesão passa muito daquilo que é para as coisas que faz…quando as faz com brio, engenho, amor e arte. Como é o caso. Fico tremendamente feliz quando constato que esta admiração pelo Zé é comum a tantos músicos e artistas da nossa praça.” (Rui Reis)

José Relvas, fabricante de adufes de Idanha-a-Nova

José Relvas, fabricante de adufes de Idanha-a-Nova

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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Pedro Gouveia, aluno de Guitarra
Músicas no Concelho

Pinhel e as suas escolas de música

Escolas de Música do Concelho

Academia de Música de Pinhel

Em 2007 o Município de Pinhel decidiu criar a Academia de Música de Pinhel, uma escola de artes onde crianças, jovens e adultos do concelho e da região podem usufruir de aprendizagens musicais e artísticas.

A par da componente letiva (que inclui diversas disciplinas, aulas de grupo e aulas individuais), a Academia de Música de Pinhel promove, ao longo de todo o ano, atividades e apresentações públicas que permitem aos alunos, mas também ao público, vivenciar experiências únicas de enriquecimento pessoal e, em alguns casos, profissional.

Em 2024, o Município de Pinhel noticiou que Pedro Gouveia, aluno da Classe de Guitarra da AMP, estava novamente de parabéns:

Desta vez ficou em 1° lugar no Festival Internacional Cidade do Fundão (nível A). Com apenas 8 anos, o aluno oriundo de Vila Nova de Foz Côa frequenta a Academia há três anos, com notáveis progressos acompanhados pelo professor de Guitarra, Diogo Andrade. Há uma semana tinha participado no 1° Concurso de Guitarra Santa Cecília, no Porto, onde conquistou o 3º Prémio (nível A).

Pedro Gouveia, aluno de Guitarra

Pedro Gouveia, aluno de Guitarra

Academia de Música de Pinhel
Parada Coronel Lima da Veiga
Tel.: 961 254 646
E-mail: academia.musica@cm-pinhel.pt

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica de Pinhel
Músicas no Concelho

Pinhel e as suas filarmónicas

Bandas Filarmónicas no Concelho

História e atualidade da filarmonia no concelho de Pinhel

Banda Filarmónica de Pinhel

A Banda Filarmónica de Pinhel foi fundada a 6 de junho de 1986 por Mário Augusto da Silva, então vereador da Câmara Municipal de Pinhel. Representa o concelho de Pinhel em festas populares, encontros de bandas e outras cerimónias. Destacam-se várias presenças em Espanha, nas cidades de Hinojosa del Duero, Salamanca, Ciudad Rodrigo e Barruecopardo.

A 20 de Julho de 2024, no Coreto do Jardim 5 de Outubro, em Pinhel foi lançado o livro “Banda Filarmónica de Pinhel – Memórias e Pausas entre Partituras”, de Ana Pinto.

Banda Filarmónica de Pinhel

Banda Filarmónica de Pinhel

Banda Filarmónica de Pínzio

A Banda Filarmónica de Pínzio foi fundada a 21 de novembro de 1888. Devido ao grande fluxo migratório registado na década de 1950, sofreu um interregno, voltando ao ativo em 1984 por iniciativa de Luís Pires Gonçalves, ligada à Associação Social, Cultural, Recreativa e Desportiva de Pínzio. Nessa altura a direção musical era da responsabilidade de Manuel Niné. Durante o ano é convidada para abrilhantar festas religiosas, e realizar concertos e intercâmbios com outras bandas. A escola de música funciona aos fins de semana, sendo o ensino gratuito.

Banda Filarmónica de Pínzio, créditos José Ambrósio

Banda Filarmónica de Pínzio, créditos José Ambrósio

Morada

Banda Filarmónica de Pínzio
Morada: Largo da Feira, SN
CP: 6400-069 Pínzio
Telefone: 962 850 788
Correio eletrónico: bfpinzio@hotmail.com

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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O CCC - Centro Cultural e de Congressos Caldas da RainhaAntónio José Ferreira / Meloteca
Músicas no Concelho

Caldas da Rainha e os seus auditórios

Auditórios das Caldas da Rainha

Salas de espetáculo do Concelho

CCC – Centro Cultural e de Congressos Caldas da Rainha

Propriedade do município e gerido pela Culturcaldas – Associação de Produção, Gestão e Desenvolvimento Social, o CCC – Centro Cultural e de Congressos Caldas da Rainha foi inaugurado em 15 de maio de 2008.

Enquanto estrutura cultural de referência nas Caldas da Rainha surge como espaço com funcionamento regular e projeto próprio, de âmbito geográfico regional, nacional e internacional.

Assume um papel de alavanca de serviço público, privilegiando os públicos locais e sua diversidade sociocultural, desenvolvendo atividades de sensibilização, de formação e de criação de novos públicos. Enquanto estrutura de apresentação e produção por excelência de várias práticas artísticas, procura estimular o pensamento crítico e o conhecimento, para o enriquecimento cultural das pessoas. Local de fruição estética, de formação, pedagogia, difusão e promoção de identidade e cultura, o CCC estabelece um diálogo cultural e social, aberto a diferentes perspetivas sobre a arte e a sociedade, quebrando barreiras, na aproximação à comunidade.

Desenvolve vários mecanismos e projetos de mediação e comunicação, como complemento ao cumprimento da sua missão. Vocacionado também para a realização de congressos, afirma-se como importante plataforma de negócios. Espaço operacional e multifuncional, de referência nacional e internacional, conjuga o conhecimento, a cultura, a economia e a inovação ao serviço do desenvolvimento das Caldas da Rainha.

É composto por um Grande Auditório com capacidade para 660 pessoas; um Pequeno Auditório com capacidade para 150 pessoas; uma Sala de Exposições com 282 m2; uma Sala Multiusos de 240 m2, com capacidade para 120 pessoas em plateia, passível de se organizar modularmente até quatro salas de reuniões, todos devidamente equipados para apresentação de espetáculos, inclusive dois pianos concerto Steinway, reuniões e congressos; uma Sala de Ensaios com 184,60 m2; um Foyer c/ Bar de apoio e mezanine com 317 m2; Espaços adjacentes: Restaurante c/ café concerto, zona administrativa, oficinas, lavandaria, área de gestão e segurança do edifício; Acesso direto a parque de estacionamento subterrâneo.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: CCC

O CCC - Centro Cultural e de Congressos Caldas da Rainha

O CCC – Centro Cultural e de Congressos Caldas da Rainha

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Museu José Malhoa
Músicas no Concelho

Caldas da Rainha e os seus museus

Música e museus nas Caldas da Rainha

O Museu José Malhoa (1855-1933), situado no belíssimo Parque D. Carlos I, Caldas da Rainha, ostenta vários quadros e outras peças de temática musical, em especial na Sala José Malhoa, onde se encontra um piano de cauda.

Teto da Sala de Música da Casa Lambertini
óleo sobre tela, por José Malhoa, 1903

Estudo para o Teto da Sala de Música da Casa Lambertini
óleo sobre tela

Gritando ao Rebanho
óleo sobre tela, por José Malhoa, 1891

A fama coroando Euterpe
óleo sobre tela por José Malhoa, sem data

Gritando ao Rebanho
por José Malhoa, 1891

Festa na aldeia
óleo sobre madeira, sem data, por Leonel Marques Pereira (1828-1892)

Francisco Andrade, cantor
por Columbano

Museu José Malhoa

Sala José Malhoa, Museu José Malhoa

Teto da Sala de Música da Casa Lambertini

Teto da Sala de Música da Casa Lambertini, pormenor

Estudo para o Teto da Sala de Música da Casa Lambertini

Estudo para o Teto da Sala de Música da Casa Lambertini

Estudo para o Teto da Sala de Música da Casa Lambertini

Estudo para o Teto da Sala de Música da Casa Lambertini

A fama coroando Euterpe, de José Malhoa

A fama coroando Euterpe, de José Malhoa

Euterpe, A fama coroando Euterpe, de José Malhoa

Euterpe, A fama coroando Euterpe, de José Malhoa

Gritando ao Rebanho, 1891, José Malhoa

Gritando ao Rebanho, 1891, José Malhoa

Festa na aldeia, de Leonel Marques Pereira, Museu José Malhoa

Festa na aldeia, de Leonel Marques Pereira, Museu José Malhoa

Francisco Andrade, tenor, por Columbano

Francisco Andrade, tenor, por Columbano

Mulher tocando guitarra, garrafa, barro vidrado

Mulher tocando guitarra, garrafa, barro vidrado

Apito, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha

Apito Zé Povinho, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha

Apito, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha

Apito, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha

Reciclanda

Reciclanda

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962 942 759

A cidade

Caldas da Rainha é uma cidade da região Oeste, na província histórica da Estremadura, e distrito de Leiria. Na Praça da República (conhecida popularmente como “Praça da Fruta”) realiza-se todos os dias, da parte da manhã, ao ar livre, o único mercado diário horto-frutícola do país, praticamente inalterável desde o final do século XIX.

A cidade mantém como armas, o brasão da Rainha D. Leonor, ladeado à esquerda pelo seu próprio emblema (o camaroeiro) e à direita pelo emblema de D. João II (o pelicano). Ao manter estas armas, a cidade é das poucas povoações do país a utilizar um brasão anterior à normalização da heráldica municipal levada a cabo em meados do século XX, não estando de acordo com a legislação em vigor.

A história da cidade está intimamente ligada aos seus recursos hidro-termais. Acredita-se que, em 1484, durante uma viagem de Óbidos à Batalha, a rainha D. Leonor, esposa de João II de Portugal, e a sua corte, tenham passado por um local onde várias pessoas do povo se banhavam em águas de odor intenso. Fazendo alto, a rainha indagou-lhes por que razão o faziam, uma vez que, naquele tempo, o banho não era comum, muito menos em águas de odor tão acentuado, sendo-lhe respondido que eram doentes, e que aquelas águas possuíam poderes curativos. A rainha quis comprovar a veracidade da informação e banhou-se também naquelas águas, de vez que também ela era doente. De acordo com a lenda, a soberana curou-se e, no ano seguinte, determinou erguer naquele lugar um hospital termal para atender todos aqueles que nele se quisessem tratar.

O desenvolvimento das Caldas da Rainha iniciou-se com Afonso VI de Portugal, que fez reconstruir e ampliar o hospital. Durante treze anos, até ao fim da sua vida, ele, a família real e a corte usufruíram anualmente das águas termais, o que permitiu à vila desenvolver-se.

Durante o século XIX a vila conheceu o seu maior esplendor, com a moda das estâncias termais, passando a ser frequentada pelas classes mais abastadas que aqui buscavam as águas sulfurosas para tratamentos.

A abundância de argila na região permitiu que se desenvolvessem numerosas fábricas de cerâmica, que converteram a então vila num dos principais centros produtores do país, com destaque para as criações de Rafael Bordalo Pinheiro iniciadas na Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, entre 1884 e 1907. E a tradição bordaliana marca ainda hoje a cidade.

Ao longo do tempo, outras artes além da cerâmica aqui prosperaram, como a pintura e a escultura, fazendo das Caldas da Rainha um centro de artes plásticas, onde se destacaram nomes como os de José Malhoa, António Duarte e João Fragoso.

O malogrado “Levantamento das Caldas”, em 16 de Março de 1974, foi precursor da Revolução dos Cravos.

Fonte: Wikipédia

Reciclanda

Reciclanda

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Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil/Conservatório de Música de Baião
Músicas no Concelho

Baião e as suas escolas de música

Escolas de Música no Concelho

  • Escola de Música da Casa do Povo de Santa Marinha do Zêzere
  • Conservatório de Música de Baião
Conservatório de Música de Baião

Rua Engº Adelino Amaro da Costa
4640-141 Baião

A 6 de julho de 2024, realizou-se no Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil, a cerimónia de inauguração do Conservatório de Música de Baião.

Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil/Conservatório de Música de Baião

Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil/Conservatório de Música de Baião

Uma nova valência no campo das artes passa a estar disponível para a comunidade, sendo incentivo à aprendizagem e à formação musical. A inauguração coincidiu com a celebração do 53. ° aniversário da Casa do Povo de Campelo, entidade promotora do Conservatório.

Nascido no seio da Casa do Povo de Campelo, que já tinha em funcionamento uma Escola de Música onde muitos jovens se dedicavam à aprendizagem usando os instrumentos disponibilizados, o Conservatório de Música de Baião traduz a concretização de um sonho antigo da comunidade baionense.

Conservatório de Música de Baião

Conservatório de Música de Baião

O Conservatório de Música de Baião inicia as atividades em setembro de 2024, com ensino artístico especializado até ao 8.º grau, dando acesso ao ensino superior. As inscrições estão abertas na Escola de Música da Casa do Povo de Campelo.

Fonte: CMB

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), dá oficinas de música, apresenta exposições de instrumentos e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Escola de Música da Casa do Povo de Santa Marinha do Zêzere

Rua 20 de Junho, 1732
Santa Marinha do Zêzere
Baião

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/07/baiao-conservatorio-aevo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-07-14 04:51:402024-10-26 23:54:26Baião e as suas escolas de música
Luís Carvalhoso, violoncelista e maestro
Músicas no Concelho

Arcos de Valdevez e os seus músicos

Músicos de Arcos de Valdevez

Cantores e instrumentistas naturais do Concelho

Artigo em desenvolvimento

  • Lúcia Lima (viola d’arco)
  • Luís Carvalhoso (violoncelo)
Lúcia Lima

Lúcia Lima de Sousa é licenciada em Música variante de Viola d’arco e também Mestre em Performance pela Universidade de Aveiro. O seu percurso académico teve início na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo seguindo-se a Academia Nacional Superior de Orquestra – Metropolitana de Lisboa e a Universidade de Aveiro.

Paralelamente realizou vários cursos e classes de aperfeiçoamento de Viola d’arco, Música de Câmara e Pedagogia da Aprendizagem, destacando-se os cursos de aperfeiçoamento instrumental de Viola d’arco na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) ministrados pelo prestigiado violetista Gerard Causse.

Como músico de orquestra integrou várias orquestras académicas e orquestras profissional tais como Orquestra Sinfónica Sinfonietta ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto); Orquestra APROARTE; Orquestra Académica Metropolitana (Lisboa); Remix Orquestra (Casa da Música – Porto); Orquestra Metropolitana (Lisboa), Orquestra Filarmonia Das Beiras (Aveiro), Orquestra do Norte, Radio Symphony Orchestra Frankfurt (RSO); Orquestra Barroca Casa da Música (Porto), entre outras. Neste âmbito trabalhou com vários e prestigiados maestros apresentando-se em diversos salas do nosso país, Espanha, França, Alemanha e Brasil.

Na área de investigação, salientam-se um dos projetos: Lesões por esforço repetitivo em instrumentistas de cordas friccionadas; parte desta temática apresentada no I Encontro Nacional de Investigação em Música – painel 3a, Casa da Música (Porto), assim como no International Symposium on Performance Science (Toronto – Canadá).

Lúcia Lima mantem atividade regular em formação de música de câmara, é docente no Conservatório de Música da Bairrada e na Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Aveiro. Enquanto docente tem apresentado vários alunos distinguidos em diversos concursos nacionais e internacionais.

Luís Carvalhoso

Natural de Arcos de Valdevez, o violoncelista Luís Carvalhoso começou a estudar Violoncelo aos 12 anos na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, com os professores Pétia Samardjieva e Iminas Kucinskas.

Licenciou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na Classe de Jed Barahal.

Venceu o 1º prémio do concurso “Prémio Jovens Músicos” na categoria de Música de Câmara de Nível Superior com o “Quarteto de Cordas Freitas-Branco”.

É docente na Escola de Música Óscar da Silva em Matosinhos e no Conservatório de Música de Gondomar.

É maestro da Banda Musical de Gondomar.

(20 de junho de 2024)

Luís Carvalhoso, violoncelista e maestro

Luís Carvalhoso, violoncelista e maestro

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/06/luis-carvalhoso-violoncelo-arcos-de-valdevez-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-06-30 19:16:092024-06-30 19:46:51Arcos de Valdevez e os seus músicos
Castanholas de Freamunde
Músicas no Concelho

Paços de Ferreira e as suas castanholas

Castanholas de Freamunde

O grupo “Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós” foi criado em 2004 e fez a sua primeira aparição pública a 25 de Junho de 2005 tendo contado inesperadamente com a presença de 800 pessoas na sua primeira actuação ao vivo.

O projecto tem como objectivo recuperar este instrumento que, tendo forte tradição na terra e região, estava a desaparecer. A sua tradição nesta terra prende-se com o facto de Freamunde ser uma terra de marceneiros e de móveis desde os anos 20 do século passado. Sendo um instrumento de madeira e de fácil execução era construído pelos marceneiros para se divertirem e era um brinquedo acessível que podiam oferecer aos filhos. O grupo musical é constituído por cerca de 30 elementos, contando na sua maioria com “castanholeiros”, com 2 cantoras, 1 cantor, viola baixo, viola semi-acústica, cavaquinho e viola de arco.

Do seu repertório fazem parte canções da música tradicional e popular portuguesa.

A indumentária é constituída por uma boina preta, calça de cotim, um tecido barato que hoje já não se fabrica, camisa de colareta e chulipas, um calçado de madeira e tira de couro construída pelos tamanqueiros da terra e que representa uma forma de homenagear e perpetuar a forma como os trabalhadores da Fábrica do Albino de Matos se vestiam e calçavam. Esta fábrica, que nos anos 20 do século passado já tinha 100 funcionários, foi pioneira e impulsionadora da indústria do móvel nesta região, podendo dizer-se que foi aí que o móvel nasceu, dando origem a que esta região seja hoje conhecida como a Capital do Móvel.

As “Castanholas de Freamunde – Pedaços” lançaram um CD aquando da sua apresentação pública, estando prevista a edição de um DVD que permitirá transmitir de uma melhor forma a sua música e a originalidade do seu espectáculo. O grupo conta já com inúmeras actuações em feiras de artesanato, feiras medievais, romarias, associações culturais e recreativas.

Castanholas de Freamunde

Castanholas de Freamunde, na Praça da Alegria

Actuou ao vivo (sem playback) no programa da RTP, “Praça da Alegria”, na Casa da Música, no Porto, numa convenção da Vodafone, assim como a pequena digressão feita pelas loja FNAC de Santa Catarina, GaiaShopping, NorteShopping e MarShopping, Pavilhão Rosa Mota – Porto, nos Cantares de Janeiras da Diocese do Porto, Bolsa de Turismo de Lisboa, Sebastianas – Freamunde; Agrival – Penafiel, Feira de Artesanato da Mealhada, Festa da Cereja em Alfândega da Fé, Feira da Capital do Móvel, S. Martinho – Penafiel, Festival Quintandona, Festival de Música Tracional de Penalva do Castelo, entre muitas outras actuações.

O espectáculo das “Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós”, é um momento de festa, de alegria, de sentir a nossa alma a vibrar com as nossas raízes e tradições musicais.

Fonte: Associação Cultural e Recreativa Pedaços de Nós

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/04/pacos-de-ferreira-castanholas-de-freamunde-na-praca-da-alegria.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-04-10 00:05:152024-10-30 06:49:23Paços de Ferreira e as suas castanholas
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O festival Amadora Jazz é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, tendo como parceiro de programação a associação Jazz ao Centro Clube. Toda a programação paralela tem a parceria da Égide – Associação Portuguesa das Artes.

A 12ª edição do Festival Amadora Jazz regressa entre os dias 9 e 12 de maio, entre os Recreios da Amadora, o Cineteatro D. João V e o Auditório de Alfornelos e tem lugar no contexto das celebrações dos 50 anos do 25 de Abril “Amadora, Cidade de Abril”.

Em 2024, o Amadora Jazz reafirma o seu papel vital na vida cultural do Município da Amadora, consolidando a sua posição como um dos principais eventos jazzísticos do país. Com um cartaz cuidadosamente selecionado e em linha com as comemorações dos 100 anos de Luis Villas-Boas e as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o festival procura continuar a atrair a atenção nacional e a posicionar a cidade como um destino imperdível para os amantes do jazz.

Para a Câmara Municipal da Amadora, “o Amadora Jazz é um evento que tem contado com “figuras cimeiras do jazz nacional e internacional”. Nesta edição estarão presentes projetos significantes do meio jazzístico, dirigidos aos mais diversos públicos, apostando mais uma vez na diversificação da oferta e na qualidade das propostas apresentadas, procurando em simultâneo fidelizar públicos reforçando a aposta no universo jazzístico. Especial destaque para os projectos de Isabel Rato e Júlio Resende que celebram os 50 anos do 25 de Abril.”

Para José Miguel, director da JACC, “a programação reflete o legado de Abril, fazendo incluir, na sua programação, dois concertos de artistas portugueses – Isabel Rato e Júlio Resende – que lidam diretamente com a herança sociocultural daquele que foi um momento determinante da sociedade portuguesa contemporânea.

O Amadora Jazz procura manter e consolidar a sua trajetória enquanto momento relevante na oferta cultural do concelho e da Área Metropolitana de Lisboa, interpelando públicos que, sendo conhecedores ou simplesmente curiosos, poderão identificar no festival a marca de uma programação cuidada e distintiva, que junta artistas de diferentes proveniências e percursos, permitindo o acesso à realidade viva do Jazz.

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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