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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Paula Cruz, fadista, de Sousel
Músicas no Concelho

Sousel e os seus músicos

Músicos de Sousel

Lista em desenvolvimento, com a cooperação de João Richau, Chefe de Gabinete de Apoio à Presidência do Município de Sousel, a 29 de maio de 2025

António Fernandes (1595-1680)

Expoente teórico máximo da polifonia portuguesa, António Fernandes nasceu em Sousel. Foi discípulo do célebre compositor português Duarte Lobo provavelmente durante o tempo em que este ensinou na Sé de Lisboa e a sua atividade está registada do período de 1600 a 1625. Foi presbítero e mestre de Capela na Igreja de Santa Catarina do Monte Sinai em Lisboa.

Diogo Barbosa Machado refere que “abrindo escola ensinou a muitos discípulos” enquanto que Francisco Manuel de Melo o classificou, numa carta a Manuel Temudo da Fonseca, como um dos “grandiosos sujeitos” da Música portuguesa. Viveu, pelo menos até à idade de 85 anos como referia no título de uma das suas obras manuscritas.

Escreveu várias obras de teoria musical mas só publicou uma delas, em 1626 e que dedicou ao seu mestre e mecenas Duarte Lobo. Outros quatro tratados foram deixados em manuscritos que em certa altura se encontravam na Biblioteca Real de Música e na biblioteca particular de Francisco de Valhadolid.

Fonte: Wikipédia

António Felizardo Porto (1793-1865)

grande baixo português, conhecido pela sua voce di testa, empresário do Teatro Nacional de S. Carlos, do Teatro Nacional de S. João, primeiro professor de canto do Conservatório Nacional.

Francisco Felizardo Porto (1798-?)

pianista, professor de música

Frederico Augusto Villaret (1875-1921)

pai de João Villaret e Carlos Villaret, guitarrista e médico ginecologista e obstetra

José Maria Rosa

pianista, organista

Luís Bagina da Rosa

pianista, a completar os estudos superiores na Holanda

Mariano José da Trindade Rosa (1870-1914)

professor de música, compositor

Paula Cruz

A 24 de novembro de 2024, o Auditório da Biblioteca Municipal de Sousel foi palco de uma das mais emocionantes celebrações musicais do ano para Paula Cruz, a fadista souselense que apresentou ao vivo o seu primeiro trabalho discográfico.

Um dos momentos mais marcantes da noite aconteceu quando Paula cantou em dueto com o seu pai, já falecido, num arranjo especial em vídeo que deixou a plateia comovida. Este primeiro álbum – Duas Estrelas – é uma homenagem a esses pilares da sua vida e reflete uma viagem musical cheia de histórias, sentimentos e a essência da cultura portuguesa.

No evento, a fadista esteve acompanhada pelos músicos Nuno Cirilo, Jorge Clérigo e Luís Rosa numa atuação envolvente e apaixonada. O público teve a oportunidade de ouvir pela primeira vez as canções deste trabalho.

O Presidente da Câmara Municipal de Sousel, Manuel Valério, ofereceu a Paula Cruz uma placa de homenagem alusiva a esta data tão especial para a fadista.

Fonte: Município de Sousel

Paula Cruz, fadista, de Sousel

Paula Cruz, fadista, de Sousel

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/12/paula-cruz-ft-municipio-de-sousel-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-12-01 23:38:262025-05-29 23:36:40Sousel e os seus músicos
Grupo de Cantares ACREPES de Pedras Salgadas
Músicas no Concelho

Vila Pouca de Aguiar e os seus coros

Coros de Vila Pouca de Aguiar

Agrupamentos vocais do Concelho

Grupo de Cantares ACREPES de Pedras Salgadas

A ACREPES – Associação Cultural, Recreativa e Estudantil de Pedras Salgadas foi fundada, a 17 de maio de 1993. Foi criado o Grupo Folclórico da ACREPES que representa e apresenta a região etnográfica de Trás-os-Montes. Os seus espectáculos são um conjunto de alegria e riqueza popular que contagia a maioria do seu público. O grupo folclórico tem participado em muitos festivais de folclore, de Norte a Sul do país. Os seus modos de trajar são relativos, na maioria, ao funcionamento dos vários hotéis existentes na terra nos anos 1920 e 1930. Apresentam também trajes de trabalho, como os trajes de Segadores, de Lavradores Abastados, Domingueiro, de Engraxador, entre outros. Pouco tempo depois da formação do rancho, surgiu o Grupo de Cantares Populares e Regionais que se caracteriza por ser um animado conjunto de instrumentos e cantares. Além de animar as festas e romarias faz, há vários anos, turismo sénior em hotéis da região, a convite de várias câmaras municipais do país e da INATEL, onde apresenta temas populares. Todos os anos, fruto de toda esta vontade de inovar e mostrar as tradições da terra, realiza o encontro de cantadores de Reis, o Desfile da Marcha de S. João, o Festival de Folclore e ainda espectáculos de teatro e variedades. Associados do INATEL desde 1993, prezam a sua região, o folclore e a riqueza das tradições.

Grupo de Cantares ACREPES de Pedras Salgadas

Grupo de Cantares ACREPES de Pedras Salgadas

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/04/vila-pouca-de-aguiar-grupo-de-cantares-acrepes-de-pedras-salgadas-cmvpa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-04-21 23:09:152025-04-21 23:14:28Vila Pouca de Aguiar e os seus coros
Escola de Música da Paróquia de Vila Pouca de Aguiar
Músicas no Concelho

Vila Pouca de Aguiar e as suas escolas de música

Escolas de Música de Vila Pouca de Aguiar

Estabelecimentos de ensino da música no Concelho

Escola de Música da Paróquia de Vila Pouca de Aguiar

A Escola apresentou-se a 14 de abril de 2024 num concerto na Igreja Matriz, com Daniela Moreira no Órgão, Marisa Moreira na viola d’arco e a soprano Joana Ferreira.

Aulas individuais de instrumento para qualquer idade a partir dos 6 anos. Sob orientação de professoras com formação superior e vasta experiência em ensino, as aulas são adaptadas às necessidades, objetivos e gosto pessoal de cada aluno.

Escola de Música da Paróquia de Vila Pouca de Aguiar

Escola de Música da Paróquia de Vila Pouca de Aguiar

Correio eletrónico: escolademusicaparoquiavpa@gmail.com

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/11/escola-de-musica-de-vila-pouca-de-aguiar.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-11-25 23:28:152024-11-25 23:33:47Vila Pouca de Aguiar e as suas escolas de música
Inocêncio Casquinha, construtor de instrumentos feitos de materiais reutilizados
Músicas no Concelho

Vila Franca de Xira e as suas oficinas de instrumentos

Oficinas de Instrumentos

Construtores de instrumentos no Concelho de Vila Franca de Xira

Inocêncio Casquinha

Inocêncio Casquinha (n. Arcena, Alverca do Ribatejo, 1951) é um construtor de instrumentos musicais a partir de materiais reutilizados, conhecido na região e no país. Transforma resíduos e materiais em fim de vida em instrumentos e marionetas. Foi entrevistado em vários programas de Televisão, RTP e TVI. Apresentou as suas criações em Portugal (de Norte a Sul), em Espanha e Itália.

Foi membro da extinta Tuna de Arcena e gravou “Puleando – O artesão da música”, um disco com treze temas.

Tocou para Mário Soares quando era Presidente da República.

À volta da sua sala há dezenas de instrumentos. “Violas feitas de lata, um cavaquinho que antes foi um dispensador de guardanapos, gaitas de foles com luvas de limpeza e sacos de vinho incorporados e uma bateria onde os pratos são tampas de tachos”. (Mirante, 12/11/2020)

Inocêncio Casquinha, construtor de instrumentos feitos de materiais reutilizados

Inocêncio Casquinha, construtor de instrumentos feitos de materiais reutilizados, foto MPAGDP

Dominando as artes de carpintaria, marcenaria e olaria, faz aerofones (ocarina, gaita de fole e outros), cordofones (cavaquinho, viola, rabel, sarronca), idiofones diversos (cana rachada, reco-reco, matraca).

A ocarina foi, segundo Inocêncio Casquinha, um instrumento muito utilizado no século XIX no Concelho. Houve um grupo ocarinista em Vila Franca entre 1888-1890, com músicos oriundos da Banda Filarmónica. O grupo deu origem criou depois a fanfarra 1º de Dezembro.

Inocêncio Casquinha começou a fazer os seus instrumentos aos 5 anos de idade.  No meio rural fazia-se os próprios instrumentos e brinquedos, e o gosto pelos instrumentos começou então. Profissionalmente foi eletricista, técnico de máquinas e,  mais tarde, animador cultural do Município de Vila Franca de Xira.

Inocêncio Casquinha na Praça da Alegria, o segundo a contar da esquerda, com Sónia Araújo, Rão Kyao e Jorge Gabriel

Inocêncio Casquinha na Praça da Alegria, o segundo a contar da esquerda, com Sónia Araújo, Rão Kyao e Jorge Gabriel

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

José Inocêncio, bateria reutilizada, com José Gavino, concertina

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/11/inocencio-casquinha.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-11-19 22:26:362024-11-19 22:55:07Vila Franca de Xira e as suas oficinas de instrumentos
Associação Os Cavaquinhos da Raposeira
Músicas no Concelho

Cabeceiras de Basto e os seus cavaquinhos

Cavaquinhos de Cabeceiras de Basto

Grupos, histórico e atividade

Associação Os Cavaquinhos da Raposeira

A Associação ‘Os Cavaquinhos da Raposeira’, com sede na Raposeira, é uma das coletividades do concelho de Cabeceiras de Basto que organiza as Festas de S. Pedro, no Largo da Raposeira, entre outras. Esta associação tem realizado vários eventos quer em Cabeceiras de Basto, quer noutras localidades do país e no estrangeiro, em representação do folclore concelhio. É ainda de referir que um dos principais objetivos desta associação é dar a conhecer, preservar e divulgar os usos, costumes e tradições desta terra localizada no Baixo Minho.

Os Cavaquinhos da Raposeira venceram em 2013 a 17ª edição do Concurso/Encontro das Janeiras de Cabeceiras de Basto.

Lugar da Raposeira
4860-406 Cabeceiras de Basto
Correio eletrónico: cavaquinhosdaraposeira@gmail.com

Associação Os Cavaquinhos da Raposeira

Associação Os Cavaquinhos da Raposeira

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Bravos das Concertinas
Músicas no Concelho

Cabeceiras de Basto e as suas concertinas

Grupos de Concertinas de Cabeceiras de Basto

História e Atividade no Concelho

Associação Grupo de Concertinas SDF de Cabeceiras de Basto

Cumieira
4860-135 Cabeceiras de Basto

Associação Os Bravos das Concertinas de Refojos

Rua 25 de Abril, nº 15 R/C
4860-350 Cabeceiras de Basto
Tlm.: 964 475 429

Bravos das Concertinas

Bravos das Concertinas

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Festival Cercal Rock
Músicas no Concelho

Soure e os seus festivais

Festivais de Soure

Eventos musicais no Concelho

Festival Cercal Rock 2024

A edição de 2024 do Festival Cercal Rock tem lugar no dia 16 de novembro, na sede da Banda do Cercal (União das Freguesias de Gesteira e Brunhós). O evento, organizado pelo grupo musical Balbúrdia, é dedicado ao rock e à música ao vivo, tendo-se afirmado como um dos principais encontros deste género na região, e constitui-se como uma verdadeira celebração da cultura e da música, repleto de talento local e nacional. O Festival tem como banda anfitriã os próprios Balbúrdia, com atuações de várias bandas com um repertório que promete agradar aos fãs de diversos subgêneros do rock. Destaque para a atuação de Johnny Dead Radio e os Vieira Power Trio, composto por Manuel João Vieira, Gimba e Luís Desirat.

Festival Cercal Rock

Festival Cercal Rock

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

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Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor
Músicas no Concelho

Ponte de Sor e os seus agrupamentos

Grupos

Agrupamentos musicais do Concelho

Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor

O Grupo Cultural Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor existe desde 1942, sob a designação inicial de Mindagos. A partir de 1980 passou a designar-se de Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor.

Tem como actividades preferenciais a recolha, adaptação instrumental e execução pública de melodias tradicionais, principalmente de Portugal e das suas regiões.

Executa as suas melodias na harmónica de boca, instrumento musical largamente enraizado na cultura popular. Pretendemos conservar e aumentar o gosto pelas melodias populares e pela utilização deste instrumento entre as gerações mais novas.

Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor

Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/11/orquestra-de-harmonicas-de-ponte-de-sor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-11-16 19:07:572024-11-16 19:09:31Ponte de Sor e os seus agrupamentos
Instrumenteca, Caminhos de Camões
Músicas no Concelho

Castelo Branco e os seus museus

Museus de Castelo Branco

Música em espaços museológicos e exposições

Instrumenteca

No dia 1 de novembro, o músico e compositor César Viana publica na sua rede social que no dia 9 tem “a suprema felicidade de inaugurar – devido ao extraordinário apoio da Junta de Freguesia e do seu presidente – a Instrumenteca de Castelo Branco”, onde de futuro passarão a estar praticamente todos os seus instrumentos musicais. “Esta é uma exposição inaugural temporária, enquanto não terminam as obras do espaço definitivo, mesmo ao lado.

O tema da primeira exposição são os instrumentos dos múltiplos espaços geográficos percorridos por Luís de Camões ao longo da sua vida, agora que se comemoram os 500 anos do seu nascimento.

Instrumenteca, Caminhos de Camões

Instrumenteca, Caminhos de Camões

Um pretexto para ver e conhecer instrumentos de música renascentista, tradicional portuguesa, de música árabe, indiana, chinesa, indonésia, moçambicana…” na Casa do Arco do Bispo, no centro histórico de Castelo Branco.

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/11/castelo-branco-instrumenteca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-11-01 17:13:492024-11-13 22:26:09Castelo Branco e os seus museus
Teatro Virgínia, Torres Novas
Músicas no Concelho

Torres Novas e os seus auditórios

Auditórios de Torres Novas

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro Virgínia

Após obras de remodelação da fachada e do seu interior, o Teatro Virgínia foi reinaugurado em outubro de 2005, passando a dispor de um conjunto de meios técnicos e condições acústicas que lhe permitem receber com maior qualidade uma variedade de espetáculos.

O Teatro Virgínia é hoje uma referência no meio artístico apresentando uma programação muito variada e regular nas áreas do Teatro, da Dança, da Música e do Cinema. Tem-se afirmado como pólo dinamizador da vida cultural da cidade e da zona centro do país. A sua situação geográfica no centro do país coloca-o em local privilegiado para fomentar o contacto destas populações com uma programação que se pretende de qualidade artística.

O Teatro Virgínia, ao serviço do público, pretende através de uma programação regular e diversificada, centrada na qualidade e na contemporaneidade das propostas, dinamizar o seu espaço, de modo a que este se torne palco de conhecimento e de atualidade artística,
impulsionando o encontro entre as artes do espetáculo e as comunidades. A sua programação procura ir ao encontro dos interesses dos munícipes e do público da região, e tem como objetivos maiores:

  • Promover a relação entre Comunidade/Teatro, Teatro/Comunidade: o Teatro ao (re) encontro de gerações e de públicos heterogéneos;
  • Aproximar a cidade e a região a outras cidades e culturas;
  • Desenvolver ações pedagógicas de sensibilização e formação;
  • Fomentar a criação artística;
  • Envolver agentes locais, culturais ou outros;
  • Integrar Torres Novas nas redes nacionais e internacionais de circulação de espetáculos, através de colaboração, intercâmbio e coprodução;
  • Fomentar o desenvolvimento e funcionamento articulado das Redes Nacionais;
  • Programar, com regularidade, espetáculos de diferentes áreas artísticas de reconhecido valor profissional, técnico e artístico;
  • Firmar Públicos;
  • Promover espaços de descoberta e discussão sobre a atualidade artística.

O Teatro Virgínia é um equipamento da Câmara Municipal de Torres Novas.

História

Torres Novas tem uma longa tradição teatral e cinematográfica. Apresentamos uma síntese dos factos históricos mais relevantes que contribuem para uma melhor contextualização do Teatro Virgínia e o seu respetivo papel ao longo dos tempos.

As origens do Teatro em Torres Novas

Em 1840, é criada a Sociedade União Dramática, presidida por António César de Vasconcelos Correia, Visconde do Carril (1855) e, mais tarde (1862), Conde de Torres Novas, que inicia a promoção de espetáculos de fantoches, uma herança das invasões napoleónicas de 1810 (fruto do tédio sentido pelos militares de Napoleão). Entre 1843 e 1845 esta sociedade levou ao palco: “Os Templários”, “O Cigano”, “O Judeu”, “A Duquesa de La Vauballiere ” e “Estela”, cujos respetivos autores se ignoram. Em 1848, é aberto ao público o Teatro União com a peça: “O Crime ou Vinte Anos de Remorsos”. Por meados de 1866, a Sociedade União Dramática é dissolvida e dá origem, pelas mãos do Montepio dos Artífices, ao Teatro Torrejano inaugurado a 29 de abril de 1877. Em 1895, passa a ser denominado Teatro Virgínia em homenagem à gloriosa atriz conterrânea Virgínia Dias da Silva (1850-1922).

Datam do início do século XX as primeiras sessões do Animatógrafo instalado na Barraca da Praça e depois no Royal Salão Cinematographo. Em 1913, é inaugurado o Animatógrafo do Teatro Virgínia que passa a designar-se Cine-Teatro Virgínia . Com o advento do cinema sonoro o Virgínia adapta-se ao avanço tecnológico, eletrifica-se a sala e procede-se à montagem de projetores sonoros.

O Teatro Virgínia

Localizado ao lado do mercado do peixe, o antigo Virgínia deixaria de reunir todas as condições necessárias dado o seu mau estado de conservação e consequente parecer da Inspeção-Geral dos Espetáculos. O Montepio procederia, então, à construção de um outro edifício correspondente ao do atual Teatro. Em 27 de outubro de 1956, é inaugurado o novo Virgínia, projeto do arquiteto Fernando Schiapa de Campos, com a peça “As Meninas da Fonte da Bica”, original de Ramada Curto, pela Companhia Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro. De entre os muitos atores e artistas que pisaram o palco do Virgínia podemos destacar: Amélia Rey Colaço, Alves da Cunha, Palmira Bastos, Maria Matos, Raul Solnado, José Viana, Eunice Muñoz, Artur Semedo e Camilo de Oliveira.

Por aqui passaram também muitas das obras-primas do cinema mundial com grande adesão por parte do público proveniente de toda a região. Em épocas de grande sucesso chegaram a realizar-se duas sessões por dia no Virgínia, uma das salas de maior lotação do país. Com o fim da atividade cinematográfica e de outros espetáculos, o Virgínia entra numa fase de inação.

O Virgínia nos dias de hoje

A 19 de junho de 2001 foi assinada a escritura pela qual é feita a aquisição do Virgínia pelo Município. Iniciaram-se, mais tarde, obras de remodelação na fachada e no seu interior segundo projeto do arquiteto Gonçalo Louro. O Teatro Virgínia passou a dispor de um conjunto de meios técnicos e condições acústicas que lhe permitem receber com maior qualidade uma variedade de espetáculos. A capacidade do Teatro foi reduzida para 599 lugares, distribuídos pela plateia, plateia alta, camarotes e balcão, dispondo ainda de 4 lugares próprios e facilidades de acesso para espectadores com mobilidade reduzida. Dia 13 de outubro de 2005, o Teatro Virgínia inaugurou com o espetáculo de teatro/ópera “Os Encantos de Medeia”, uma coprodução do Teatro de Marionetas do Porto e do Teatro Nacional S. João, iniciando-se uma programação artística regular de Teatro, Música, Dança e Cinema.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Teatro Virgínia, Torres Novas

Teatro Virgínia, Torres Novas

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/torres-novas-teatro-virginia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-15 17:29:122025-09-15 17:29:35Torres Novas e os seus auditórios
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