Cândido Jacob estudou e trabalhou em arte contemporânea até 2011, mas os sons do Blues e do Folk ressoavam cada vez mais dentro dele, pela sua crueza, pela sua verdade. O interesse e a curiosidade por ofícios artesanais e pela construção de instrumentos já vinha de longe, e decidiu então dedicar-se à construção de guitarras acústicas. Construir guitarras tornou-se então uma paixão, um cruzamento perfeito entre criatividade, habilidade e prazer. Entre 2011 e 2012 frequentou e estagiou no ateliê do luthier Fernando Meireles em Coimbra, e entre 2012 e 2013 no ateliê do luthier Ludovic Barrier em Paris. Em 2013 montou o seu ateliê em Coimbra e iniciou a atividade como construtor independente.
Cândido Jacob Luthier, ateliê em Coimbra, créditos Diário de Coimbra
Fernando Meireles é um músico-construtor, artesão, que ao fim de cerca de duas décadas e meia permanece no fundo de um dos corredores de ar abandonado da Associação Académica de Coimbra com a sua oficina-atelier. O seu trabalho longo tem sido consagrado à feitura de instrumentos musicais: com encomendas várias de cordofones por si feitos a músicos como Pedro Caldeira Cabral ou Júlio Pereira, mas também a sanfona, a concertina*, a viola braguesa, o bandolim e cavaquinhos tocados no grupo do qual faz parte (Realejo) saíram todos da sua oficina.
Fernando Meireles tem o seu trabalho reconhecido em distintas latitudes, como a Casa Real Espanhola onde se encontra uma guitarra sua, por outro lado o seu trabalho de recuperação da sanfona foi inequivocamente elogiado por entusiastas, cultores e coleccionadores como Louzã Henriques.
Texto: Soraia Simões de Andrade (excerto)
Fernando Meireles, luthier, ateliê em Coimbra, créditos Mural Sonoro
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/coimbra-candido-jacob-luthier.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-26 20:35:452024-10-28 15:05:35Coimbra e as suas oficinas de instrumentos
Antero Orlando Pereira Ávila nasceu no concelho da Madalena do Pico, Ilha do Pico, Açores, a 24 de junho de 1973. Os seus primeiros contactos com as notas musicais foram feitos com seu tio Custódio Garcia, ainda antes de aprender a ler e escrever. Já com a idade de 7 anos, teve aulas particulares de piano com Josefina Canto e Castro. Aos 14 anos, assumiu a direcção artística da Filarmónica União Artista de S. Roque do Pico.
Ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde foi aluno de Jorge Peixinho e Álvaro Salazar. Entrou para a Escola Superior de Música de Lisboa e completou a licenciatura em Composição. Foi aluno de Carlos Caires, Sérgio Azevedo, Cristopher Bochmann, Eurico Carrapatoso, António de Sousa Dias, entre outros. Enquanto estudante, teve ocasião de ouvir tocadas algumas das suas obras em Lisboa e no Porto.
Voltou depois à Terceira onde fixou residência e é professor de Análise e Técnicas de Composição e Acústica no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo.
Tem integrado diversos agrupamentos como instrumentista de tuba e baixo eléctrico.
Divide a sua actividade docente com a actividade de compositor, maestro e instrumentista. Nesta sequência, tem escrito várias obras para Coro e Orquestra, Música de Câmara e para Banda Sinfónica.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/madalena-do-pico-antero-avila-compositor.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-26 23:28:542024-12-14 19:46:27Madalena do Pico e os seus músicos
O Auditório Municipal de Lagoa foi inaugurado em 2005 e em 2018, foi renomeado Auditório Carlos do Carmo – em homenagem ao conceituado fadista português.
Um espaço aberto à programação cultural do Município – desde a música, dança, teatro, audiovisuais, artes performativas – o equipamento acolhe também conferências, formações e exposições temporárias. É ainda palco para atos públicos solenes sob égide do Município de Lagoa.
Localizado numa zona central da cidade, dispõe uma de plateia com 298 lugares (incluindo 6 lugares adaptados a pessoas com mobilidade reduzida), de camarins coletivos e individuais (acessíveis), uma sala polivalente preparada para acolher exposições, conferências, formações e sala de ensaios, a estrutura tem diversas áreas funcionais (sistemas versáteis de áudio, luz e vídeo), dispõe ainda de um espaço de bar.
No exterior, existe um parque de estacionamento, assim como a praça pública envolvente compreendendo mais de 3500m² de área, frequentemente também aproveitada para a realização de eventos culturais e desportivos ao ar livre.
Auditório Carlos do Carmo
Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Centro Cultural Convento de São José
O antigo convento ou recolhimento de São José, hoje Centro Cultural – Convento de S. José, é um monumento ex-líbris do concelho de Lagoa.
A sua origem remontará ao século XVII. A fixação de religiosas no local do atual convento será ainda desse século, porém uma datação exata é ainda desconhecida. O lintel da porta da igreja – à época ermida de S. José – no qual está inscrito o ano de 1738, muito provavelmente assinala uma campanha de obras, relacionando-se indiretamente com a fundação do Convento. Em meados do século XVIII as casas junto à ermida, onde se reuniam algumas “donzelas devotas”, dão lugar ao edifício conventual que chegou aos nossos dias. A Irmandade, designada do Santíssimo Coração de Jesus (carmelita), é reconhecida por Sua Santidade o Papa. O Recolhimento do Senhor S. Jozé manteve, assim, a vocação de acolher meninas órfãs, e a sobrevivente Roda do Expostos é disso testemunho.
Aos danos estruturais provocados pelo terramoto de 1755, seguiram-se as consequências político-sociais da extinção das Ordens Religiosas, em 1834. No último quartel do século XIX, o Convento viria a ser adaptado a colégio sob a regência da Congregação das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena, cuja fundadora foi Madre Teresa de Saldanha. Assim funcionou até à Implantação da República, em 1910, passando após a saída das Irmãs para a posse da Câmara Municipal, que o adquiriu em 1924. Até à década de 70 nele funcionou uma escola primária, além de diversos serviços públicos. Em meados do século XX, a Diocese do Algarve ainda procurou reaver o imóvel, mas o acordo com a edilidade lagoense não surtiu efeito. No final dos anos 1980, grandes intervenções de reabilitação, concluídas em 1993, conferiram ao antigo convento o seu aspeto atual e a nova funcionalidade que mantém há quase três décadas, a de Centro Cultural.
Fonte: CML
Centro Cultural Convento de São José, Lagoa, Algarve
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/lagoa-auditorio-carlos-do-carmo.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2025-09-13 13:43:132025-09-13 17:14:45Lagoa (Faro) e os seus auditórios
João Paias nasceu em 1994, em Estômbar, no concelho de Lagoa (Algarve). Iniciou o percurso escolar no ensino básico nas escolas da freguesia onde nasceu, tendo depois concluído o ensino secundário no Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão, na vertente de Percussão, na Escola Secundária em Lagoa.
A nível universitário concluiu a Licenciatura em Música – Percussão, Ramo de Interpretação, na Universidade de Évora, no ano de 2017.
Frequenta o Mestrado em Ensino da Música – Ramo Percussão, na Escola Superior de Música de Lisboa.
O seu percurso na música iniciou-se no Piano, aos 8 anos de idade, instrumento que estudou durante cerca de 3 anos.
Aos 14 anos iniciou a aprendizagem da bateria, instrumento que motivava o seu interesse desde tenra idade. No curso profissional consolidou a sua vocação na área da percussão, que engloba uma grande diversidade de instrumentos, sendo de sua eleição a marimba.
No âmbito do curso profissional participou em inúmeras audições e, mais tarde, integrou a Orquestra de Sopros do Algarve, com a qual realizou diversas apresentações, incluindo espetáculos com alguns interpretes nacionais como, por exemplo, Cuca Roseta.
Participou na sétima edição do Concurso de Música Anatólio Falé – Cidade de Lagos, realizada em 2012, no qual obteve o 1.º lugar, no 4.º escalão.
Participou em diversas edições do Festival Internacional de Percussão – Cidade de Portimão e, nas últimas duas edições realizadas, colaborou na organização do mesmo.
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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/lagoa-faro-joao-paias-percussao.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-26 15:21:552024-11-12 00:41:11Lagoa (Faro) e os seus músicos
Bandas de música, história e atividades no Concelho
Os Açores têm 101 bandas filarmónicas espalhadas pelas nove ilhas do arquipélago, que desenvolvem, segundo o músico e professor Roberto Martins, um trabalho com um “valor cultural inestimável” e de “enorme relevo social”. (Lusa, 02 de setembro de 2022)
Sociedade Filarmónica Marcial Troféu
A 14 de abril de 1912, a Banda Marcial Troféu fez a sua primeira apresentação, ao incorporar-se na procissão do Sagrado Viático aos Enfermos que naquele ano se realizou na Vila da Povoação. No mesmo ano foram elaborados os primeiros estatutos que, a 23 de outubro de 1912 viriam a merecer a aprovação do então Governo Civil de Ponta Delgada, com o nome que hoje detém, Sociedade Filarmónica Marcial Troféu. A denominação adotada foi a mesma de uma primitiva banda que existiu nesta vila por volta do ano de 1860.
No ano seguinte ao da sua constituição, foram instalados os seus primeiros órgãos sociais. A Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem edifício sede, na Rua Padre Ernesto Jacinto Raposo desta Vila, edifício este construído e doado pela Câmara Municipal da Povoação, conforme escritura de doação lavrada a 23 de Julho de 1995. Desde a sua fundação, a Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem vindo a prosseguir os fins estatutários para que foi fundada, participando nas festas e solenidades públicas do concelho da Povoação e de fora deste.
Durante muitos anos, sempre que solicitada, esta Sociedade Filarmónica fez e faz animação de Verão, para além dos habituais concertos por ocasião das festas religiosas. Tem recebido e aceite vários convites para atuar nalgumas ilhas dos Açores, nas comunidades de emigrantes nos Estados Unidos da América e do Canadá e no continente português. A Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem uma escola de música.
Banda Marcial Troféu
Banda Marcial Troféu, de Povoação
Sociedade Musical Sagrado Coração de Jesus
A SMSCJ nasceu em 1891, na freguesia do Faial da Terra, por iniciativa do então pároco, Pe. António Pacheco Vieira. O primeiro regente foi Francisco do Rego Raposo, natural da Ribeira Grande, que iniciou, desde logo, a escola de música. A primeira escola teve a particularidade de todos seus aprendizes terem idade superior a 30 anos.
Outros regentes dirigiram a banda: António Fernandes Bonifácio, António Jácome Raposo de Medeiros. Nesta altura foi adquirida a primeira farda, de cor branca, com pequenos vivos azuis, investimento que só foi possível com o precioso auxílio dos emigrantes faialenses. Sucedeu-lhe Francisco Carreiro do Couto, conceituado músico da Filarmónica, o primeiro regente nascido e criado para a música na Banda. Foi adquirida uma sede, com a gentil oferta do Monsenhor António Pacheco Vieira, fundador da Banda, que na altura, estava nos Estados Unidos da América. Foi construído o coreto da freguesia com o auxílio de particulares. Ao maestro sucedeu-lhe o filho, Francisco Resendes do Couto, que renovou o repertório, adquiriu instrumental novo, e dois fardamentos num espaço de oito anos. Um cinzento e outro com casaco preto e calças de fantasia. É também com este regente que a banda começa a ter senhoras como executantes. Assumiu a presidência da Direção e foi o responsável pelas primeiras saídas da banda para fora da ilha de S. Miguel.
Em 1994, foi inaugurada a nova sede. Depois de Francisco Venâncio Couto, foi Fernando Leite, natural da Povoação, quem assumiu a batuta de regente. A seguir, assumiu a batuta o primeiro maestro oriundo da Banda Militar dos Açores, Aquiles Preto. Em seguida, outro militar, Marco Cabral, Laurindo Araújo, novamente Francisco Venância Resendes Couto, Carlos Sousa, um jovem natural da vizinha freguesia de Nossa Senhora dos Remédios. Com ele, em 2005, a banda desloca-se à ilha da Madeira, em 2007, à ilha Terceira para participar nas Festas da Praia da Vitória, em 2008, às ilhas do Faial e Pico, em 2009, novamente à ilha do Pico e em 2010, regressou à ilha do Faial para fazer parte do concerto de encerramento da festa “Semana do Mar”. Em 2008, que esta instituição se torna percursora, na ilha de S. Miguel, ao realizar o “I Workshop de Filarmónicas da ilha de S. Miguel”, que contou com a presença de 60 elementos de toda a ilha.
Nos anos seguintes, e com o número crescente de executantes, vêm participar no “III Workshop” músicos do Continente Português, abrindo, assim, os horizontes deste evento para fora da ilha. Em 2009, gravou o primeiro CD, – Sons do Presépio da Ilha – fazendo, assim, um registo para o futuro do trabalho de vários anos e da persistência de todos quantos por aqui passaram. Em 2012, gravou o seu segundo CD (não chegou a ser editado) no âmbito do programa Filarmonia da RDP Açores. João Pedro Resendes, filho e neto de anteriores regentes desta banda, assumiu a responsabilidade da direção técnica, interrompendo a sua atividade de regente em 2014, por motivos de saúde, porém regressou em 2015. Neste curto período da sua ausência, a direção técnica da filarmónica foi assumida pelo maestro Rafael Moniz Vieira, que acumulou as funções de maestro da Lira Nossa Senhora da Saúde, a sua banda de origem, e da Sociedade Musical do Sagrado Coração de Jesus.
Sociedade Musical Nossa Senhora da Penha de França
A SMNSPF, da freguesia de Água Retorta, foi fundada em 1947, sendo a única instituição recreativa da freguesia. Ao longo do ano, desenvolve a sua atividade em prol da comunidade, com tocatas, concertos, acompanhamento das festividades do Espirito Santo dos Impérios da freguesia e das procissões religiosas.
Mantém uma escola que forma os jovens músicos. Realiza concertos noutras freguesias e concelhos de São Miguel. Efetuou também uma deslocação à ilha de Santa Maria, a Portugal Continental, (Cabeceiras de Basto), e aos Estados Unidos da América, tendo participado nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra. Tem cerca de 37 elementos com idades entre os 8 e 65 anos. Realiza, em média, cerca de 25 participações em eventos culturais.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/povoacao-banda-marcial-trofeu-2021.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-26 09:06:002024-12-14 19:25:24Povoação e as suas filarmónicas
Oficinas de instrumentos musicais em Miranda do Douro
Construção artesanal, reparação e restauro de instrumentos no Concelho
Mirand(r)um
Mirandrum é um ateliê de instrumentos de percussão tradicional, membranofones, idiofones e acessórios. Do seu portefólio constam caixas com corpo de latão, corda com afinadores em couro e bordão de tripa natural; restauro e aumento de correia/cinto para bombo; fabricação de correia com 2 pontas de engate para bombo; tracanholas disponíveis nas madeiras de carrasco (azinheira), buxo, oliveira, granadilho e wengué, com fio em cabedal para se tornarem inseparáveis e bolsa em couro opcional, feita à mão; maços de bombo de madeira de faia com revestimento em pele (couro).
Correio eletrónico: mirandrum@gmail.com
Maços de bombo Mirandrum
Caixa Mirandrum, Portugal
Tracanholas Mirandrum, Portugal
Tracanholas e bolsa Mirandrum, Portugal
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/caixa-mirandrum.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-25 14:36:542024-12-14 23:08:52Miranda do Douro e as suas oficinas de instrumentos
Ciclos, encontros, temporadas, simpósios, seminários, jornadas e festivais de música no Concelho
Ciclo de Outono
A programação do Ciclo de Outono inclui em 2021 a participação de António Rosado, A Garota Não, a Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre, o Sexteto Bernardo Moreira, Dead Combo e o Coral de São Domingos.
Ciclo de Outono, Montemor-o-Novo, 2021
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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Loja dedicada ao comércio de instrumentos musicais e equipamentos audiovisuais
Lavareda Music Shop, Caldas da Rainha
Reciclanda
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Ciclos, encontros, temporadas, simpósios, seminários, jornadas e festivais de música no Concelho
Património (com) Vida
O objetivo “Património (com) Vida”, promovido pela Câmara Municipal de Baião, é agregar o património cultural e a música como forma de aproximar as pessoas dos locais patrimoniais espalhados pelo concelho. Pretende contribuir para a preservação dos valores naturais e culturais, através da sua conservação e valorização, reforçando, assim, a competitividade e o desenvolvimento económico da região. O projeto irá dinamizar o património material de Baião com a organização de espetáculos em imóveis ou locais de valor patrimonial extraordinário — arquitetónico, histórico ou natural — concedendo à obra musical uma dimensão cénica notável. Até ao final do ano, estão previstos concertos nas Igrejas de Loivos da Ribeira, Teixeira, Valadares e Santa Cruz do Douro. O projeto continua em 2025 com concertos noutras freguesias do concelho, promovendo a descentralização cultural, dinamizando recintos locais e criando novos públicos — princípios fundamentais da política cultural do município. Os espetáculos terão entrada livre, limitada à capacidade de cada local, e serão apresentados em diferentes estilos musicais. Cada evento começará com uma breve contextualização do monumento, oferecendo aos presentes uma visão da sua história e importância cultural.
Património (com) Vida
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O festival de música e dança “Byonritmos” nasceu em Baião em 2006, como resultado de um desejo partilhado por um grupo de jovens ligados às artes plásticas e performativas. A ideia foi criar neste local de paisagens únicas um evento cultural anual, juntando diferentes artes géneros e estilos para um público intergeracional. O festival assenta no mote “entre natureza, dança, tradição e sustentabilidade”. Utiliza o espaço da casa da Juventude de Baião localizada na freguesia de Campelo e Ovil, no lugar de Chavães, como apoio principal. Teve desde a 1ª edição o apoio da autarquia, através de protocolo de colaboração estabelecido com a Associação Byonritmos, sendo a autarquia uma das entidades organizadoras.
O Ciclo de Música Ao Luar, no âmbito do Festival Inventa, 2021/2022, é um ciclo em que projetos emergentes da música nacional se associam às paisagens naturais nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Paredes, Cinfães, Felgueiras, Celorico de Basto, Paços de Ferreira, Resende, Marco de Canaveses, Mondim de Basto, Penafiel, Amarante, Castelo de Paiva, Baião, Lousada. Parques naturais, paisagens protegidas, espaços envolventes a áreas arqueológicas e outras edificações classificadas servem de cenário para concertos intimistas ao luar, para ver, ouvir e sentir.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/baiao-patrimonio-convida.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-11-06 23:26:212024-10-26 23:56:31Baião e os seus festivais
Histórico e Especificações do Órgão Karl Lötzerich (1971)
O órgão de tubos da Igreja de Santa Eulália de Pedorido, inaugurado a 8 e benzido a 9 de novembro de 2025, é uma obra da oficina Karl Lötzerich Orgelbau, de Ippinghausen/Kassel (Wolfhagen, Alemanha), construída em 1971.
O órgão foi originalmente instalado na Igreja de São Mateus (St. Matthäus), em Dortmund-Körne, onde permaneceu até ao encerramento daquela paróquia. Após a desativação da igreja, o órgão foi transferido para a Paróquia da Igreja Evangélica de Bottrop, no estado da Renânia do Norte-Vestfália, sendo reinstalado no final da década de 1980, mais precisamente na Igreja de Paul-Gerhardt, em conjunto com a reforma estrutural e estética do templo.
Foi instalado em Pedorido pela OVTAVA REAL.
Trata-se de um instrumento de concepção mecânica moderna, representativo da escola organística alemã da segunda metade do século XX, com 21 registos distribuídos em dois manuais e pedaleira (21/II + P). O órgão apresenta a sonoridade clara e equilibrada característica das construções da oficina Lötzerich, reconhecida por aliar tradição artesanal e soluções técnicas contemporâneas.
Disposição
Manual I (Hauptwerk – HW):
Prinzipal 8′
Koppelflöte 8′
Oktave 4′
Rohrflöte 4′
Quinte 2 2/3′
Waldflöte 2′
Hörnlein 2 fach
Mixtur 4–5 fach
Fagott 8′
Manual II (Schwellwerk – SW):
Holzgedackt 8′
Hohlflöte 4′
Prinzipal 2′
Sifflöte 1 1/3′
Zimbel 3 fach
Krummhorn 8′
Pedal:
Subbaß 16′
Prinzipalbaß 8′
Gedacktbaß 8′
Choralbaß 4′
Rauschwerk 4 fach
Posaune 16′
Este instrumento constitui um valioso exemplo da produção da oficina Karl Lötzerich Orgelbau, destacando-se pela sua solidez construtiva, clareza tímbrica e versatilidade tanto em contexto litúrgico como concertístico.
Órgão da igreja de Santa Eulália de Pedorido
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/11/castelo-de-paiva-orgao-pedorido-2025.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2025-11-11 19:34:012025-11-11 19:34:01Castelo de Paiva e os seus órgãos de tubos
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