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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Igreja de Matriz de Cimbres
Músicas no Concelho

Armamar e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Armamar [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Matriz de Cimbres

[ Igreja Paroquial ] [ São Martinho ]

Igreja de Matriz de Cimbres

Igreja de Matriz de Cimbres

A Igreja de Matriz de Cimbres é dedicada a São Martinho, foi construída em 1767 de acordo com indicação no exterior, sendo a torre sineira de 1896. Destaca-se o órgão de tubos histórico, de 1902, no coro-alto e o altar-mor de 1904.

Órgão histórico construído em 1902

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/armamar-cimbres-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:06:132024-12-19 19:44:01Armamar e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de São Julião
Músicas no Concelho

Setúbal e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Setúbal  [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de São Julião

Igreja Matriz de São Julião

Igreja Matriz de São Julião

A Igreja Paroquial de São Julião de Setúbal possui um órgão histórico construído pelo grande organeiro português António Xavier Machado e Cerveira, opus 19, construído em 1788.

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Matriz de São Sebastião

Igreja Matriz de São Sebastião

Igreja Matriz de São Sebastião

No coro alto, a Igreja Paroquial de São Sebastião possui um órgão de um só teclado manual, 51 teclas (dó a ré’’’), 23 meios registos, pedais para cheios e trombetas em chamada. Instrumento de autor desconhecido, datado de 1720. No estado atual resulta da intervenção realizada em 1992 por António Simões, que acrescentou a pedaleira, os seus dois registos e o sistema de acoplamento entre a pedaleira e o manual.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/setubal-sao-juliao-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:04:252024-10-28 17:59:42Setúbal e os seus órgãos de tubos
Igreja de Nossa Senhora do Cabo (Espichel)
Músicas no Concelho

Sesimbra e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Sesimbra [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel

Igreja de Nossa Senhora do Cabo (Espichel)

Igreja de Nossa Senhora do Cabo (Espichel)

A Igreja ou Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel é um edifício de arquitetura religiosa. Situada de costas para o mar, foi iniciada em 1701 e sagrada em 1707. O interior da igreja é decorado com mármores coloridos e um teto pintado em arquitetura perspetivada, da autoria de Lourenço da Cunha (1740). De cada lado da igreja há uma fila de alojamentos para peregrinos, chamados Casa dos Círios ou simplesmente Hospedarias, que formam o terreiro ou arraial. No seu início ergue-se um cruzeiro, local onde começa verdadeiramente o Santuário. Junto à igreja fica a ermida da Memória, um pequeno templo implantado na escarpa do promontório, com silhares de painéis de azulejos azuis e brancos historiados, do séc. XVIII. No exterior encontram-se dois registos azulejares, muito degradados. Junto às hospedarias ficam as ruínas da Casa da Ópera. Fora do espaço propriamente dito do Santuário de Nossa Senhora do Cabo, mas ainda dentro do conjunto, encontram-se a Casa da Água e o Aqueduto do Cabo Espichel, edificações muito importantes para o Santuário pois levavam até este água potável.

No interior da igreja, no coro alto, do lado da Epístola, encontra-se um órgão com características de finais do séc. XVIII/princípios do séc. XIX, eventualmente feito na oficina de Joaquim António Peres Fontanes, em 1742. Foi restaurado em 1810 por organeiro desconhecido. Foi restaurado em 2009 por António Simões.

Órgão do Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel

Órgão do Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, antes do restauro

Reciclanda

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Igreja Matriz de Arrentela
Músicas no Concelho

Seixal e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho do Seixal [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Paroquial de Arrentela

[ Igreja Matriz ] [ Nossa Senhora da Consolação ]

Igreja Matriz de Arrentela

Igreja Paroquial de Arrentela

Da primitiva igreja da Arrentela, sabe-se apenas que existia em 1522. Contudo, o templo que hoje conhecemos é bastante posterior, pois, caiu com o terramoto e se levantou em 1757. Boa boa parte dos elementos se encontrem datados, e remontam à segunda metade do século XVIII: o vasto conjunto azulejar, que cobre a totalidade das paredes da nave, em painéis superiormente recortados, com cercaduras comuns de anjos, vasos e concheados, representando, ao centro, episódios da vida da Virgem.

Exteriormente, a igreja caracteriza-se por alguma austeridade, com alçado principal rematado por frontão triangular, ao centro do qual se abre um óculo quadrilobado, apresentando um portal de linhas retas, com frontão contracurvado superiormente ladeado por janelas de frontão idêntico. Sobre a cimalha, erguem-se duas torres, de diferente configuração, uma das quais não chegou a ser concluída, faltando-lhe o remate. O contraste relativamente ao interior é bastante forte, pois este encerra uma decoração claramente barroca, que tira partido da talha, azulejo e pintura em estuque.

A Capela batismal, com azulejos representando o Batismo de Cristo, encontra-se sob a torre sineira. Na nave, destacam-se os quatro altares laterais e outros dois colaterais, todos eles com retábulos de talha dourada.

O teto, em abóbada de madeira, exibe estuques polícromos, com motivos muito diversos. Os azulejos, a que já fizemos referência, representam episódios da Vida da Virgem, a quem era dedicada a igreja. Todos eles apresentam legendas que facilitam a identificação dos temas, tornando assim a mensagem direta e facilmente apreensível por parte dos fiéis. Para além das cenas bíblicas, encontramos aqui representadas muitos outros episódios que apenas foram mencionados nos denominados Evangelhos Apócrifos, e que, neste caso, incidem maioritariamente sobre a vida de Nossa Senhora antes da Anunciação.

A Capela-mor é antecedida por um arco triunfal, sobre o qual se rasga um nicho com a representação do calvário. Mais baixo que a nave, este espaço concentra-se no retábulo, de talha dourada, de configuração joanina, ou seja, anterior à reconstrução da igreja. Pertencia, com certeza, ao templo primitivo que, pelas dimensões deste retábulo, deveria ser mais reduzido que o atual.

Dedicada a Nossa Senhora da Consolação, a igreja da Arrentela é também associada a Nossa Senhora da Soledade, pois, de acordo com a lenda, foi esta imagem que acompanhou os pescadores da região e lhes deu coragem durante o Terramoto de 1755. A sua imagem encontra-se num dos altares laterais, fronteiro a um outro dedicado a Nossa Senhora da Consolação.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

O coro alto, que se ergue sobre a entrada, alberga o órgão, da autoria de Joaquim Xavier Machado e Cerveira, opus s. nº, 1794 [ I ; (9+9)]. Foi restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, em 2004, opus 46.

Órgão da Igreja Paroquial de Arrentela

Órgão da Igreja Paroquial de Arrentela

consola

Órgão da Igreja Paroquial de Arrentela

Órgão da Igreja Paroquial de Arrentela

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Matriz de GrândolaFernando Freitas
Músicas no Concelho

Grândola e os seus órgãos de tubos

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Grândola

Segundo as informações de que dispomos, em Grândola existe apenas um órgão de tubos.

Igreja Matriz de Grândola

[ Igreja Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Assunção ]

Igreja Matriz de Grândola

Igreja Matriz de Grândola

A construção da Igreja Matriz de Grândola é anterior ao século XVI, encontrando-se em ruínas no início desta centúria. A uma campanha de obras patrocinada ou imposta pela Ordem de Santiago nas primeiras décadas de Quinhentos, sucedeu uma outra, em meados do mesmo século, diretamente impulsionada por D. Jorge de Lencastre, mestre da referida Ordem. Nesta época, o templo foi ampliado e a sua invocação deixou de ser Nossa Senhora da Abendada passando a Nossa Senhora da Assunção. As campanhas posteriores foram eminentemente decorativas, com a renovação da talha ao longo da segunda metade do século XVII e múltiplas intervenções ao nível do retábulo-mor já na centúria de Setecentos.

De planta longitudinal, a igreja apresenta Capela-mor profunda que se articula com nave única, marcada pela abertura de quatro capelas laterais, em arco de volta perfeita de cantaria. Encontram-se adossados os volumes correspondentes à sacristia e a outras dependências.

A fachada principal é seccionada por pilastras, que definem três panos correspondentes ao corpo do templo, aos anexos e à torre sineira, esta última no mesmo plano do alçado e também rematada por pináculos. O pano central, onde apenas se rasga o portal e o janelão do coro, é encimado por frontão triangular flanqueado por pináculos. No interior, a cobertura exibe uma pintura relativamente recente, e o espaço da nave é percorrido por um silhar de azulejo de padrão, certamente seiscentista. As capelas laterais apresentam revestimento cerâmico e retábulos de talha dourada de Estilo Nacional, tal como os retábulos colaterais.

A Capela-mor, com teto de motivos geométricos executados já no século XIX, exibe retábulo de características neoclássicas. Na Capela-mor encontra-se uma representação do Pentecostes, da autoria do pintor maneirista Fernão Gomes, de finais do século XVI.

Fonte: DGPC, RC

O coro alto alberga o órgão histórico dinamarquês de 5 registos construído em 1877, que se encontrava em Aradas, Aveiro, e foi instalado na Igreja Paroquial de Grândola em 2018 pela Oficina e Escola de Organaria. Oferta do casal Augusto e Sílvia Sousa Pinto à Paróquia.

No dia 8 de abril de 2018, Domingo da Misericórdia, vulgarmente conhecido por Domingo de Pascoela, a Igreja Matriz de Grândola e a Comunidade humana e cristã foram enriquecidas com um órgão histórico de 5 registos, construído na Dinamarca em 1877. Ficou instalado no coro alto da Igreja.

Na Eucaristia, o nosso Coro seria acompanhado ao órgão pelo Organista Jaime Branco, professor no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, e, no final da Eucaristia, pelas 12:00 horas, tocaria algumas peças de órgão.

Segundo informação Amílcar Silva,

Este instrumento dinamarquês foi em tempos dado para a Igreja de S. Sebastião da Pedreira. Por ser histórico na altura o Instituto dinamarquês do órgão não autorizou a saída do país e ficou numa igreja de lá. Essa igreja também fechou e o instrumento voltou a ficar livre. O Padre Paulo Cruz conseguiu trazê-lo para S. Pedro de Aradas, pois o instituto não tinha lugar para ele. Quando Aradas comprou um instrumento novo, este foi para Grândola. Sven Hijorth Sven Hjorth Andersen foi quem o negociou para Aradas.

Harmónio de Pedais recuperado

A paróquia noticiava:

“Aquando da instalação do Órgão de Tubos na Igreja Matriz de Grândola, de que já dêmos notícia na altura, o Organeiro Pedro Guimarães chamou-nos a atenção para a qualidade do Harmónio de Pedais, que estava arrumado num dos espaços da Paróquia, datado de 1850, aproximadamente, e que valeria a pena recuperá-lo.”

“Com o apoio da Fundação Caixa Agrícola da Costa Azul e confiados de que não faltarão outros apoios, lançámo-nos nesta aventura e eis que o Harmónio já está de novo entre nós”.

Seria apresentado no concerto final das Festas em Honra de Nossa Senhora da Penha, Padroeira de Grândola, a 31 de maio, pelo organista Jaime Branco, músico de Beja.

Montra

Órgão da Igreja Paroquial de Grândola

Órgão da Igreja Paroquial de Grândola

consola

Órgão da Igreja Paroquial de Grândola

Órgão da Igreja Paroquial de Grândola

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/grandola-matriz-igreja_fernanda-freitas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:01:312024-11-20 10:21:08Grândola e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário
Músicas no Concelho

Barreiro e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho do Barreiro [3]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja Paroquial de Santa Margarida do Lavradio

Igreja Matriz do Lavradio

Igreja Paroquial do Lavradio

Igreja Paroquial do Lavradio possui um órgão histórico António Xavier Machado e Cerveira, opus s./n.º, s./d.

Reciclanda

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Igreja Paroquial de Santa Cruz

Igreja Matriz de Santa Cruz

Igreja Matriz de Santa Cruz

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

Nos séculos XV/XVI existia uma pequena ermida dedicada a S. Roque, onde hoje se situa a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Em data indeterminada a Confraria de S. Roque terá cedido a ermida à Irmandade de S. Pedro, constituída por marítimos e pescadores da Vila do Barreiro, a qual se encontra ali desde 1629. A partir de 1736, tem início a romaria à Senhora do Rosário, imagem venerada na velha ermida, transformando-se a partir dessa época num dos principais Círios da Margem Sul, à semelhança dos Círios da Atalaia (Montijo) e da Senhora do Cabo (Cabo Espichel). A Igreja começa a ganhar a atual designação. No final do séc. XVIII, a devoção à Senhora do Rosário atingira tal fama, que a velha ermida de S. Roque era já pequena para acolher todos os romeiros, em busca dos seus milagres. D. Maria I emitiu então um alvará régio autorizando os membros da Confraria dos Escravos de Nª Sª do Rosário, então instalada na igreja, para ampliarem a pequena ermida. Atualmente é uma igreja de corpo retangular, com uma fachada de linhas severas, onde sobressaem dois torreões, um dos quais (Norte) ostenta um carrilhão. No  interior, destaca-se o altar-mor em talha dourada, com uma imagem de roca da Senhora do Rosário. A sacristia está revestida com um silhar de azulejos do período final do Barroco. Referência ainda para o Lavatório em pedra lioz, ricamente lavrada, também deste período. A igreja situa-se no Largo Bento de Jesus Caraça.

Possui um órgão histórico [ I; (16+17) ], I teclado manual de 53 notas (Dó1 – Dó3 / Dó#3 – Mi5) e 33 meios registos, provavelmente de Joaquim António Peres Fontanes e seu filho, construído c. 1810, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2007, opus 50.

Montra

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

consola

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

consola

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

teclado manual

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Tubos

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

“Desde a década de 50 do século XX, partindo dos ensinamentos do professor Karl Heinz Muller, que o nosso país vive num movimento de recuperação de órgãos, nomeadamente órgãos de tubos históricos. A igreja dos Mártires de Lisboa e a de Santo Amaro em Oeiras viram o desejo da recuperação dos seus órgãos tornar-se uma realidade. Nos anos 60 a 70, foi a vez do órgão da Sé de Lamego, o órgão (do Evangelho) de Mafra e o da Sé do Porto, entre outros exemplos, verem devolvida toda a beleza dos sons que ecoaram de novo pelo espaço sagrado.

Na nossa Diocese de Setúbal, possuímos alguns belos exemplares da organística, que merecem um trabalho de análise histórica aprofundado; são os casos dos órgãos da Igreja da Arrentela, Seixal; da Igreja de S. Sebastião, Setúbal; do Santuário de Nossa Senhora do Cabo, Sesimbra, e do recentemente restaurado Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário no Barreiro.

Este último órgão de tubos, depois de apurado restauro, teve o seu concerto inaugural no passado dia 8 de Dezembro.

É um instrumento de tipo ibérico, que tem características adquiridas principalmente a partir de modelos originários dos Países Baixos. A partir do século XIV, a construção de Órgãos na Península fez grandes progressos, mas é no século XVI, com a vinda de mestres organeiros flamencos e italianos, que a actividade ganha grande fôlego, atingindo pleno vigor no século XVIII.

O Órgão da Senhora do Rosário do Barreiro, dadas as suas características, é do primeiro quartel do século XIX, visto que de 1821 a 1826 foram entregues vários trabalhos de restauro a António José Fontanes. É neste argumento que reside a atribuição deste órgão ao pai deste mestre organeiro da Real Basílica de Santa Maria de Lisboa.
Os órgãos de Joaquim António Peres Fontanes são muito semelhantes aos de Machado Cerveira, contudo, os frontispícios elaborados por este chegaram a adquirir estatuto de verdadeiras obras-primas. O seu filho, António José Fontanes, dedicou-se essencialmente a restaurar órgãos fabricados pelo pai, mas existem alguns da sua lavra, como o da Igreja Matriz de Oeiras, que tem esta inscrição: «Antonio Joaquim Fontanes, o fez em Lisboa no anno de 1829».

Segundo o mestre-organeiro Pedro Guimarães von Rohden, este órgão seria construído por Fontanes (filho), a partir de um instrumento de seu pai. A data da construção seria entre 1797 – ano em que ainda se alugou um instrumento em Lisboa – e 1808, de que data a primeira referência a um órgão nesta igreja.

Diz a tradição que o órgão foi oferecido por D. Maria I à Capela Real de Nossa Senhora do Rosário do Barreiro. Corroborando esta tese, está a coroa real presidindo ao frontispício do órgão; debaixo, inscrita sob uma forma ovalada, as siglas da Ave Maria, que alude à saudação do Anjo a Maria e, quem sabe, seja uma referência à ofertante?

É um órgão de características barroca-rocócó, com caixa pintada em parte com marmoreados. Possui 1515 tubos, sendo que os do frontispício dispõem-se de forma serpenteante de curva e contracurva, divididos em cinco corpos, definidos por estípites, cujos capitéis são rematados por jarros de flores. Ladeando as siglas marianas, colocadas no corpo central, há duas representações da ladainha mariana; nos corpos laterais, a lua do lado direito e o sol do lado esquerdo. Une as três formas ovais um elegante florão.

Casimiro Henriques, Diocese de Setúbal, 28 dezembro 2007

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/barreiro-rosario-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:00:332024-10-29 23:10:22Barreiro e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Alcácer do Sal
Músicas no Concelho

Alcácer do Sal e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Alcácer do Sal [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Alcácer do Sal

[ Igreja Paroquial ] [ de Santiago ] [ Santa Maria do Castelo ]

Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Sobre a colina do castelo ergue-se um dos mais interessantes exemplares do românico tardio que se conservam no sul de Portugal, onde o estilo tem pouca representação. A Igreja de Santa Maria do Castelo, tal como a maioria dos edifícios religiosos medievais da cidade, foi fundada pela Ordem de Santiago após a reconquista da cidade por D. Afonso II, em 1217. Em tempos a mais importante igreja e o principal local de encontro em Alcácer do Sal, no seu adro eram divulgadas as atas camarárias e as ações governamentais durante a Idade Média.

Foi construída no lugar onde já haviam estado um templo pagão e uma mesquita muçulmana. Tem três naves e com vários motivos de interesse: o púlpito setecentista, suportado por um anjo, a faustosa talha dourada das capelas, o trabalho minucioso de serralharia do século XVI, os revestimentos em azulejos e os traços góticos, manuelinos e barrocos.  A porta lateral é a peça mais significativa do ponto de vista arquitetónico: é larga, bem lançada e está bem conservada, apresentando quatro arcadas de estilo românico. Duas delas mostram as arestas biseladas com chanfro liso, as outras têm o chanfro côncavo, abrindo e terminando em meios rolos. O portal axial é mais singelo, embora moldado com os mesmos motivos. No século XVIII substituiu-se o frontão com o escudo da Ordem de Santiago, abrindo-se uma janela que ilumina o coro.

Na igreja encontra-se um órgão histórico construído em 1791 pelo grande organeiro António Xavier Machado e Cerveira, opus s. nº.

Órgão positivo de armário

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

teclado manual

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Manúbrios do lado direito

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Manúbrios do lado esquerdo

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Órgão da Igreja Matriz de Alcácer do Sal

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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Igreja Matriz de Grijó
Músicas no Concelho

Vila Nova de Gaia e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Vila Nova de Gaia [13]

Com um rico património cultural e religioso, Gaia é um dos concelhos portugueses com 10 ou mais órgãos de tubos. Destaque para um organista com importância a nível nacional, Joaquim Simões da Hora (Vila Nova de Gaia, 2 de maio de 1941 – Lisboa, 1 de abril de 1996), organista, professor e produtor português. Têm disciplina de órgão o Conservatório Regional de Gaia e a Escola de Música de Perosinho, lecionando nesta escola o organista e professor André Bandeira, licenciado pela Universidade de Aveiro, onde estudou Órgão sob orientação de Domingos Peixoto e Edite Rocha,, mestrado em Performance em 2013.

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nos seguintes edifícios do Concelho:

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau

Lugar das históricas caves do Vinho do Porto onde outrora se localizavam as adegas portuárias e para onde o vinho chegava em pipas nos barcos rabelos, o Cais de Gaia ergue agora um brinde aos pastores da Serra da Estrela e aos produtores de Vinho do Porto com a música organeira secular.
Uma experiência única para despertar os sentidos numa fusão do som das teclas de um histórico órgão de tubos português do século XIX com o sabor único do Pastel de Bacalhau com queijo Serra da Estrela DOP.

Na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau em Gaia existe um órgão da autoria de José Joaquim da Fonseca, construído no século XIX, congénere do Órgão da Igreja Paroquial da Foz do Sousa, restaurado por JMS Organaria.

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, Órgão José Joaquim da Fonseca, organista Paulo Bernardino 2021

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, Órgão José Joaquim da Fonseca, organista Paulo Bernardino 2021

Conservatório Regional de Gaia

O Conservatório Regional de Gaia é uma escola de ensino artístico especializado em música fundada em 1985.

Conservatório Regional de Gaia

Conservatório Regional de Gaia

O Conservatório Regional de Gaia possui no Salão Nobre um órgão de tubos.

Igreja do Candal

| Paróquia do Senhora da Vera Cruz |

A 10 de julho de 2026 foi benzido o órgão da Igreja Paroquial do Senhor da Vera Cruz do Candal.

Construído em 1972 pela oficina alemã Paul Ott, em Göttingen, o instrumento foi originalmente instalado na Evangelische Kirche Möllen, em Voerde (Alemanha). Paul Ott é reconhecido como um dos mais importantes construtores de órgãos do século XX, distinguindo-se pela elevada qualidade técnica dos seus instrumentos e pela sua contribuição para a renovação da organaria alemã do pós-guerra.

Após décadas ao serviço da comunidade para a qual foi concebido, o órgão encontrou uma nova casa na Igreja Paroquial do Senhor da Vera Cruz do Candal. A sua desmontagem, transporte, reinstalação, afinação e harmonização foram realizados pela Ovtava Real.

O instrumento dispõe de dois manuais e pedaleira, possui 21 registos e um total de 1.528 tubos. A sua conceção segue os princípios da tradição organística alemã do século XX, privilegiando a clareza sonora, o equilíbrio tímbrico e a precisão da mecânica. Estas características conferem-lhe uma notável versatilidade, permitindo a interpretação de um vasto repertório organístico, particularmente da música barroca, e assegurando, simultaneamente, um acompanhamento digno e expressivo das celebrações litúrgicas.

Fonte: RS

Órgão da Igreja do Senhor da Vera Cruz do Candal

Órgão da Igreja do Senhor da Vera Cruz do Candal

Igreja do Corpus Christi

O Mosteiro de “S. Domingos das Donas de Vila Nova de Gaia” ou Convento de Corpus Christi, de religiosas dominicanas, foi fundado em 1345 por iniciativa de D.ª Maria Mendes Petite, mãe de Estêvão Coelho, conselheiro de D. Afonso IV e um dos responsáveis pelo assassínio de D.ª Inês de Castro. Encontram-se aqui sepultadas D.ª Maria Mendes Petite, D.ª Leonor Alvim, mulher do santo condestável D. Nuno Álvares Pereira e o alferes porta-bandeira da Ala dos Namorados na Batalha de Aljubarrota (1385), Álvaro Anes de Cernache.

Fonte: CMG

Igreja do Corpus Christi

Igreja do Corpus Christi

A Igreja do antigo convento do Corpus Christi possui um órgão histórico da autoria de Manuel Sá Couto, construído em 1828.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Igreja de Avintes

Igreja Paroquial de fundação medieva, reconstruída no séc. 18, de expressão tardo-barroca, sendo a construção patrocinada pelo pároco, que nela se fez sepultar com os seus ascendentes. É de planta poligonal composta por nave, Capela-mor, anexos e torre sineira seiscentista, com obras no séc. 20, tendo coberturas interiores diferenciadas em falsas abóbadas de berço, ornadas com medalhões de estuque, dois deles com atributos alusivos à Igreja (nave) e a São Pedro (Capela-mor). É iluminada uniformemente por amplas janelas rasgadas nas fachadas laterais. A fachada principal é rematada em empena, tripartida, com os vãos rasgados em eixo, composto por portal, óculo e nicho, todos com modinatura tardo-barroca. As fachadas têm cunhais apilastrados, firmados por pináculos, e rematam em cornijas, as laterais rasgadas por portas travessas. Interior com coro-alto de madeira, de perfil côncavo, contendo um órgão de tubos, proveniente de outro edifício. Tem púlpito no lado da Epístola, com acesso pelo anexo, e cinco estruturas retabulares de talha tardo-barroca, destacando-se a qualidade de talhe do retábulo-mor, surgindo duas de feitura novecentista, com linguagem clássica.

Fonte: Monumentos

No coro alto por cima da entrada, a Igreja Paroquial de São Pedro de Avintes possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, reformulação, 1860, restaurado pelo organeiro autodidata Manuel dos Santos Fonseca em 2000.

Igreja Matriz de Avintes, créditos Biblioteca Pública de Avintes

Igreja Matriz de Avintes, créditos Biblioteca Pública de Avintes

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Avintes

Órgão da Igreja Paroquial de Avintes

Veja AQUI o álbum Pinterest do órgão.

Igreja de Grijó

Segundo a tradição, o primitivo Mosteiro de São Salvador de Grijó foi fundado em 922, no lugar de Muraceses, por dois clérigos, Guterre e Ausindo Soares, adoptando a regra e hábito de Santo Agostinho em 938. No ano de 1112, foi transferido para a localização onde se encontra atualmente, mas a nova igreja só seria sagrada em 1235 pelo bispo do Porto, D. Pedro Salvador. Em 1572, foi contratado o arquiteto Francisco Velasquez, mestre de obras da Sé de Miranda do Douro, para desenhar o novo projeto.

Dois anos depois, a 28 de junho de 1574, era lançada a primeira pedra do dormitório. Até 1600 estavam concluídas duas alas do claustro, o refeitório e a Sala do Capítulo. No entanto, a construção da igreja arrastou-se por mais cerca de trinta anos e a Capela-mor só seria fechada em 1629. Em 1770, o convento foi extinto, passando os seus bens para o Convento de Mafra.

Fonte: Mosteiros a Norte

Igreja Matriz de Grijó

Igreja Matriz de Grijó

Em tribuna própria do lado da Epístola, a Igreja do antigo Mosteiro de São Salvador de Grijó, Igreja Paroquial, apresenta um órgão de dois teclados manuais [ II; (16+17) ], da autoria de Manuel Sá Couto, construído por volta de 1800, inventariação e projeto de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com sede em Esmoriz, opus, 20, em 1996, restaurado pela mesma Oficina e Escola de Organaria, em 2003, opus 40.

Órgão em tribuna do lado da Epístola

Órgão da Igreja do Mosteiro de Grijó

Órgão da Igreja do Mosteiro de Grijó

Igreja de Gulpilhares

Igreja Matriz de Gulpilhares

Igreja Matriz de Gulpilhares

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Ó de Gulpilhares possui órgão de tubos.

Igreja de Mafamude

Igreja Paroquial de fundação medieva, reconstruída nos séc. 19 e séc. 20, de expressão neoclássica, seguindo as obras do séc. 20 o mesmo estilo nos elementos introduzidos na decoração. É de planta retangular composta por nave, Capela-mor, anexos e torres sineiras, tendo coberturas interiores diferenciadas em falsas abóbadas de berço, com alguns elementos decorativos em estuque, com destaque para a decoração figurativa das lunetas da Capela-mor. É iluminada uniformemente por amplas janelas rasgadas nas fachadas laterais, as do lado direito desativadas pelo adossamento de um amplo anexo, de dois pisos, executado no séc. 20, altura em que a luneta da Capela-mor foi devassada, para a ampliação do espaço de assistência no lado da Epístola, sobre o qual se ergue tribuna. A fachada principal é do tipo fachada harmónica, com corpo central rematado em frontão triangular, com os vãos rasgados em eixo, composto por portal e janelão, ambos com altas molduras e cornijas contracurvas, de gramática tardo-barroca.; encontra-se revestida a azulejo de padrão azul e branco. As fachadas têm cunhais apilastrados, com invulgares capitéis jónicos, firmados por pináculos, e rematam em frisos e cornijas, as laterais rasgadas por portas travessas, atualmente desativadas Interior com coro-alto de madeira, ampliado relativamente ao primitivo, que assentava em arco abatido, contendo um órgão de tubos, com caixa de decoração neoclássica. Na base da torre, no lado do Evangelho, o batistério. Tem púlpitos e capelas laterais confrontantes, todos de talha pintada de branco e dourada, feitos nos séc. 19 e séc. 20. As paredes laterais apresentam revestimento a azulejo, compondo festões e glórias de querubins, que envolvem painéis decorativos. O retábulo-mor é de talha neoclássica, tendo sofrido remodelação no final do séc. 20, com o acrescento de um novo remate, que se adequa à cobertura.

Fonte: Monumentos

Igreja Matriz de Mafamude

Igreja Matriz de Mafamude

Na Igreja Paroquial de São Cristóvão de Mafamude, o  coro alto sobre a entrada alberga um órgão histórico de um teclado manual [ I ; (7+7) ], da autoria de Manuel Sá Couto construído por volta de 1800, restaurado em 1996 pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, opus 13.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Mafamude

Órgão da Igreja Paroquial de Mafamude

Igreja de Oliveira do Douro

Igreja Paroquial de fundação medieva, reconstruída no séc. 17, tendo as obras terminado em 1704, por iniciativa e a expensas de um clérigo, de que subsiste a estrutura, as fenestrações em capialço, o portal axial e algumas estruturas retabulares. Foi remodelada no séc. 19, altura em que foi feito um órgão de tubos e sofreu uma remodelação no final do séc. 20. É de planta retangular composta por nave, Capela-mor, anexo e torre sineira, tendo coberturas interiores diferenciadas, a da nave em masseira e a da Capela-mor com abóbada de cantaria em caixotões, da época da construção seiscentista. É iluminada uniformemente por janelas rasgadas nas fachadas laterais, as do lado do Evangelho desativadas da sua função, pelo adossamento do anexo. A fachada principal remata em empena, com os vãos rasgados em eixo, composto por portal e janelão. As fachadas têm cunhais apilastrados, firmados por pináculos, e rematam em cornijas, a lateral direita com porta travessa. Interior com coro-alto de feitura recente, com acesso por ampla escadaria no lado do Evangelho. Tem duas estruturas retabulares laterais, de talha maneirista e do estilo Barroco nacional, demonstrando a sua feitura numa época de viragem, no final do séc. 17 e início do 18. Possui presbitério recente, a proteger as capelas e arco triunfal de volta perfeita, assente em pilastras toscanas, flanqueado por retábulos de talha maneirista. Capela-mor com simples mesa de altar e, no local da antiga casa da tribuna do retábulo-mor, surge uma tribuna, onde se ergue o órgão. O facto de existir uma porta no eixo da fachada posterior, poderá sugerir a existência de uma sacristia na fachada posterior ou mesmo de um retro-coro. No anexo, surgem várias colunas torsas, de antigas estruturas retabulares, a servir de pedestais a floreiras.

Fonte: Monumentos

Igreja Matriz de Oliveira do Douro

Igreja Matriz de Oliveira do Douro

A Igreja Paroquial de Santa Eulália de Oliveira do Douro possui um órgão de um teclado manual [ I;6 ] construído por José Joaquim Fonseca em 1878, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, opus 25, em 1998.

Órgão José Joaquim da Fonseca da Igreja de Oliveira do Douro, créditos André Gonçalves 2024

Órgão José Joaquim da Fonseca da Igreja de Oliveira do Douro, créditos André Gonçalves 2024

Órgão José Joaquim da Fonseca da Igreja de Oliveira do Douro, créditos André Gonçalves 2024

Órgão José Joaquim da Fonseca da Igreja de Oliveira do Douro, créditos André Gonçalves 2024

Igreja de Santa Marinha

Igreja Paroquial construída no séc. 16, sobre uma Capela medieval, totalmente remodelada ao longo do séc. 18, com uma primeira fase de obras de arquitetura a partir de 1745, por Nicolau Nasoni e financiada pelo padroeiro, o Cabido da Sé do Porto, com a feitura de algumas estruturas retabulares, sendo totalmente remodelada, do ponto de vista decorativo, na década de 60 do séc. 18, resultando, especialmente na Capela-mor, numa obra total Rococó. É de planta retangular composta por nave, Capela-mor com anexos e torre sineira adossados à fachada lateral direita, com coberturas interiores em falsas abóbadas de berço, a da nave de lunetas, as quais, a par dos janelões, criam um duplo clerestório a iluminar intensamente a nave, que contrasta com uma maior penumbra na Capela-mor, estando as janelas do lado da Epístola desativadas pelo adossamento dos anexos. fachada principal bastante dinâmica e erudita, com recurso ao remate em frontão encimado por peanha contracurva, um recurso de Nasoni, com os vãos rasgados em eixo composto por portal e óculos, tendo molduras recortadas, que extravasam para o remate. A solução mais interessante é a do corpo poligonal das sineiras, nunca construídas, sendo a existente no lado direito oitocentista, bastante longilínea e certamente aquém das estruturas harmónicas que se projetavam. As fachadas rematam em frisos e cornijas, a lateral esquerda com porta travessa. Interior da nave ritmado por pilastras duplas, que se prolongam em arcos na cobertura, que assenta em frisos e cornijas de cantaria, protegidos por guardas metálicas. Coro-alto sobre arcos em asa de cesto, com acesso pela torre, revelando-se uma reconstrução do séc. 19, tendo na base o batistério, com teto em estuque decorativo. Possui capelas laterais à face, exceto a antiga Capela do Santíssimo mais profunda e atualmente com um retábulo Neoclássico, o único que destoa do conjunto das demais estruturas de talha dourada Rococó. Possui púlpitos confrontantes, também de talha neoclássica. arco triunfal amplo, de volta perfeita, encimado por sanefão Neoclássico, ladeado por estruturas retabulares colaterais. A Capela-mor é Rococó, formando um conjunto unitário composto pelo retábulo-mor, de excelente qualidade de talhe, as molduras das pinturas laterais e o azulejo, certamente executado em Lisboa, a representar cenas do Antigo Testamento.

Fonte: Monumentos

Igreja Matriz de Santa Marinha

Igreja Matriz de Santa Marinha

A Igreja Paroquial de Santa Marinha possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, construído entre 1815-1820, restaurado em 2000 por António Simões.

Igreja de Valadares

Rodeada por jardins e o cemitério paroquial, a igreja tem um estilo clássico e azulejos nas paredes, remetendo a arquitetura do século XIX. Passou por diversas remodelações, sendo a mais notável a que ocorreu em ocasião de seu centenário. O altar principal de talha dourada e madeira chama a atenção, compondo com os cinco altares laterais.

Igreja Matriz de Valadares

Igreja Matriz de Valadares

A 21 de junho, a Paróquia Divino Salvador de Valadares realizou a celebração inaugural do restauro do órgão histórico. O instrumento foi fabricado em 1802 pelo conhecido organeiro Luís António de Carvalho para a Igreja de Cedofeita, no Porto, e levado para Valadares em 1888, por António José dos Santos, de Mangualde. O restauro do órgão de tubos contou com um apoio financeiro de 50 mil euros da Câmara Municipal de Gaia. Na notícia, o Município não referia o organeiro que restaurou o órgão.

Órgão Luís António de Carvalho da igreja paroquial de Valadares, créditos Rui Soares 2025

Montra do órgão Luís António de Carvalho da Igreja Paroquial de Valadares, créditos Rui Soares 2025

Órgão Luís António de Carvalho da igreja paroquial de Valadares, créditos Rui Soares 2025

consola do órgão Luís António de Carvalho da Igreja Paroquial de Valadares, créditos Rui Soares 2025

Igreja de Vilar de Andorinho

A Igreja Paroquial de Vilar de Andorinho ocupa uma posição de natural destaque no centro da comunidade, junto ao atual edifício da Junta de Freguesia. Foi igualmente alvo de vários melhoramentos ao longo dos tempos. O templo primitivo era do mais simples que se pode imaginar: quatro paredes e duas águas. A nova Igreja foi então mandada edificar num outro local, pelas freiras de Santa Clara, no século XVII. Mesmo assim sem grandes primores, segundo rezam as crónicas. Os acrescentos artísticos vieram mais tarde, nomeadamente no século XVIII, altura das grandes reformas na Igreja.

Fonte: Junta de Freguesia

Igreja Matriz de Vilar de Andorinho

Igreja Matriz de Vilar de Andorinho

O coro alto da Igreja Paroquial do Divino Salvador de Vilar de Andorinho alberga um órgão histórico de um teclado manual e seis meios registos [ I ; (6+6) ] construído por Manuel de Sá Couto, em 1817, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, em 2011, opus 56.

Montra do órgão com portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Vilar de Andorinho

Órgão da Igreja Paroquial de Vilar de Andorinho

Igreja de Vilar do Paraíso

Igreja de nave única, com torre sineira na fachada principal, sacristia no lado do Evangelho e antigo solar adossado ao tardoz. Cobertura da nave em abóbada abatida e Capela-mor de dois tramos com abóbadas de cruzaria de ogivas. A actual igreja é uma construção barroca dos séculos 18 e 19, de linhas simples e acentuada planimetria, com um frontão curvo interrompido a animar a fachada principal, que segue o modelo de Igreja Paroquial comum na região. Sobrevivem, a S., poderosos contrafortes góticos nos cunhais da Capela-mor. Adossado ao tardoz encontra-se o antigo Solar dos Camelos, parcialmente demolido para a construção do cemitério nos finais do século 19.

Fonte: Monumentos

Igreja Matriz de Vilar do Paraíso

Igreja Matriz de Vilar do Paraíso

A Igreja Paroquial de São Pedro de Vilar do Paraíso possui órgão de tubos.

Santuário do Monte da Virgem

O coro alto do Santuário Diocesano do Monte da Virgem ostenta desde 2024 um órgão de tubos neo-Barroco Rudolf Neuthor. Foi inaugurado e benzido a 05 de maio de 2024, tendo sido a eucaristia presidida pelo bispo D. Manuel Linda.

Órgão de tubos do Santuário do Monte da Virgem

Órgão de tubos do Santuário do Monte da Virgem

Órgão neo-barroco Rudolf Neuthor do Santuário do Monte da Virgem, créditos André Gonçalves 2024

Órgão neo-Barroco Rudolf Neuthor do Santuário do Monte da Virgem, créditos André Gonçalves 2024

Órgão neo-barroco Rudolf Neuthor do Santuário do Monte da Virgem, créditos André Gonçalves 2024

Órgão neo-Barroco Rudolf Neuthor do Santuário do Monte da Virgem, créditos André Gonçalves 2024

Órgão neo-barroco Rudolf Neuthor do Santuário do Monte da Virgem, créditos André Gonçalves 2024

Órgão neo-Barroco Rudolf Neuthor do Santuário do Monte da Virgem, créditos André Gonçalves 2024

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/gaia-grijo-mosteiro-igreja-ajf-05082017.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 12:58:452026-07-11 18:46:07Vila Nova de Gaia e os seus órgãos de tubos
Igreja de Santa Clara
Músicas no Concelho

Vila do Conde e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Vila do Conde [7]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Vila do Conde

Igreja da Misericórdia de Vila do Conde

Igreja da Misericórdia de Vila do Conde

O órgão histórico do início do séc. XVIII foi restaurado por Giovanni Pradella, sendo André Bandeira Diretor Musical da Santa Casa da Misericórdia Vila do Conde.

Foi adquirido um órgão Klop.

Igreja de Santa Clara

Igreja de Santa Clara

Igreja de Santa Clara

A Igreja do antigo Convento de Santa Clara possui um órgão histórico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1775, em tribuna própria.

Órgão em tribuna própria

Órgão da Igreja de Santa Clara

Órgão da Igreja de Santa Clara

Igreja de São Francisco

Igreja de São Francisco

Igreja de São Francisco

A Igreja de São Francisco, do convento de Nossa Senhora da Encarnação, possui um órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em 1817. Foi reparado em 1988 por António Simões, a expensas da Venerável Ordem Terceira de São Francisco.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja de Arcos

Igreja Matriz de Arcos

Igreja Matriz de Arcos

A Igreja Paroquial de Arcos possui no coro alto, sobre a entrada, um órgão positivo histórico.

Montra do Órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Arcos

Órgão da Igreja Paroquial de Arcos

Igreja de Vairão

Igreja de Vairão

Igreja de Vairão

A Igreja do antigo Mosteiro de São Salvador de Vairão possui dois órgãos, um na nave, outro no coro alto.

Igreja Matriz de Vila do Conde

Igreja Matriz de Vila do Conde

Igreja Matriz de Vila do Conde

A Igreja Paroquial de São João Baptista de Vila do Conde possui um órgão histórico da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1908.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vila-do-conde-santa-clara-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 12:58:132024-10-29 23:06:49Vila do Conde e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de ValongoVictor Oliveira
Músicas no Concelho

Valongo e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos de Valongo [6]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Ermesinde

| Igreja Matriz | Paróquia de São Lourenço |

A 4 de julho de 2026 foi benzido e inaugurado o órgão de tubos, “magnífico instrumento, vindo de uma Igreja Evangélica em Bremen, “para elevar a liturgia, o culto e enriquecer a vida cultural da cidade. Com cerca de 3000 tubos e 39 registos, o órgão, construído em 1968, é uma verdadeira obra-prima, pronta para nos fazer saborear os tesouros da música sacra da Igreja Universal”. Foi montado pela Ovtava Real.

Igreja de Santa Rita

[ Santuário de Santa Rita ]  [ do Colégio de Santa Rita ] Ermesinde

A 12 de outubro de 1749 foi lançada a primeira pedra do convento dedicado a Nossa Senhora do Bom Despacho e Santa Rita. No local, uma quinta no lugar da Mão Poderosa, doada por Francisco da Silva Guimarães e mulher à congregação dos Religiosos Eremitas Descalços de Santo Agostinho, já existia uma ermida. Esta veio provavelmente a ser substituída por volta de 1800, com a construção da atual Igreja de Santa Rita ou da Formiga, como é também é conhecida. A igreja é uma referência do Barroco portuense, de decoração interior neoclássica. Durante o Cerco do Porto, entre 1832 e 1833, o convento serviu de hospital das tropas absolutistas, tendo tido a visita de D. Miguel. Com o liberalismo foi extinta a congregação e vendido o convento. Ao longo dos tempos foi tendo diversas funções ligadas com a educação. Com a República tornou-se um Internato e depois Colégio de Ermesinde, como ainda é conhecido. É local de peregrinação regional para onde convergem devotos durante todo ano. O culto mais significativo é o de Santa Rita, cujo dia se comemora a 22 de maio, sendo a festa, uma das mais importantes do concelho de Valongo, no segundo domingo de junho.

Órgão da igreja matriz de Ermesinde

Órgão da Igreja Matriz de Ermesinde

Fonte: CMV

Igreja de Santa Rita

Igreja de Santa Rita

Em 2002, foi solenemente abençoado e inaugurado o novo órgão de tubos da Igreja de Nossa Senhora do Bom Despacho e de Santa Rita, anexa ao Colégio de Ermesinde. D. Armindo Lopes Coelho presidiu à solene benção do novo órgão 253 anos e alguns dias após o lançamento da primeira pedra do templo, que assim recupera um instrumento musical que valoriza litúrgica a artisticamente aquele templo.

Órgão Goll da igreja de Santa Rita, Ermesinde, créditos FIOMS

Órgão Goll da igreja de Santa Rita, Ermesinde, créditos FIOMS

O órgão foi construído pela firma suiça Orgelbau Goll Ag, de Lucerna, após concurso internacional, tendo o projecto sido seleccionado por uma comissão constituída por Eugénio Amorim, Rosa Amorim e Paulo Alvim.

Possui 26 registos, 3 teclados, 1512 tubos, dos quais 110 de madeira. A tracção das teclas e dos registos é totalmente mecânica.

A estrutura exterior mostra uma caixa de concepção moderna, que cria um contraste com os elementos barrocos da igreja. No entanto a forma acinzentada da caixa de carvalho maciço, com traços vermelhos e a cobertura dourada dos tubos e as formas decorativas da fachada têm em atenção e procuram integrar-se na arquitectura da igreja.

A cerimónia de inauguração constou da bênção inicial a que se seguiu a primeira audição oficial do órgão, com a obra “Nun Danket alle Gott” (“Damos Graças a Deus”) de S. Karg-Elert, executada pelo organista Paulo Alvim. Seguiu-se a celebração da Missa, em que participaram os grupos de cantores da Igreja, dirigidos pelo maestro Eugénio Amorim. À celebração seguiu-se um concerto por Paulo Alvim.

coro alto e órgão

Manúbrios da esquerda e manuais

Órgão da Igreja de Santa Rita

Órgão da Igreja de Santa Rita

Manúbrios da direita

Órgão da Igreja de Santa Rita

Órgão da Igreja de Santa Rita

A igreja possui ainda um positivo construído pelo organeiro alemão Georges Heintz (1938-2025)

Órgão positivo Heintz da Igreja de Santa Rita, créditos Ovtava Real

Órgão positivo Heintz da Igreja de Santa Rita, créditos Ovtava Real

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja de São Martinho do Campo

[ São Martinho ]

Igreja Matriz de São Martinho do Campo

Igreja Matriz de São Martinho do Campo

Situado no coro alto, o órgão da Igreja Matriz de São Martinho do Campo foi construído por Georges Heintz em 2005.

A 11 de novembro de 2005, festa de São Martinho, foi comemorado pela Comunidade Paroquial de São Martinho do Campo o dia do Padroeiro, com a bênção do novo órgão Georges Heintz por D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto. António Esteireiro deu o concerto inaugural.

coro alto e órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Teclados

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Manúbrios da direita

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Manúbrios da esquerda

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Pisantes

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Tubos da pedaleira

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Pisantes

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Traseiras

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Placa de bênção e inauguração

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Vista do presbitério

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Órgão da Igreja Paroquial de Campo

Igreja Matriz de Sobrado

[ Igreja Paroquial ] [ Santo André ]

Igreja Matriz de Sobrado

Igreja Matriz de Sobrado

Dedicada a Santo André, a Igreja Matriz de Sobrado é um edifício de arquitetura religiosa de construção seiscentista (1671) de uma só nave e harmoniosa traça barroca. A maior parte do seu património é do séc. XVIII. Ostenta no seu interior azulejo decorativo e talha dourada que tornam este templo no expoente máximo do Barroco no concelho de Valongo. O retábulo mor, feito num período de coexistência do Barroco com o Rococó, recebe duas bem conseguidas imagens de Santo André e de São Francisco de Assis. A sobrepujar o retábulo, há duas curiosas alegorias à Fé e à Esperança. De destaque é ainda o perfeito trabalho de talha do teto da Capela-mor, que mais parecem bordados executados em madeira, onde se encontram representados desde aves a anjos músicos. A Ceia de Cristo, do famoso pintor Francisco José de Resende, é digna de destaque. A edificação da torre sineira é um projeto posterior, concluída somente em 1874. A casa paroquial de 1691 foi alvo de intervenções recentes. Na envolvente encontra-se um fontanário granítico também Barroco. No Passal, onde existe um cruzeiro e um elemento escultórico dedicado aos Bugios e Mourisqueiros, é onde, no dia de S. João, decorrem as tradicionais Bugiadas e Mouriscadas.

Fonte: CMVV

Igreja Matriz de Valongo

[ Igreja Paroquial ] [ São Mamede ]

Igreja Matriz de Valongo

Igreja Matriz de Valongo

A Igreja Matriz de Valongo é um edifício de arquitetura religiosa. Com autorização régia a edificação iniciou-se, em 1794, com a ajuda de um imposto sobre bens alimentares, alargado, em 1796, à imposição de cinco reis sobre cada alqueire de trigo. Ainda em construção, em 1809, foi quartel das tropas invasores francesas. Já em 1823 teve a celebração da missa nova e, em 1837, na sacristia ocorreu a primeira reunião da vereação do concelho de Valongo, entretanto criado em 1836. De arquitetura neoclássica segue a traça da igreja da Lapa, Porto. A imponência da volumetria destaca-se na paisagem e no seu interior encontramos um excelente espólio de meados do séc. XIX. A decoração dos tetos engloba um interessante conjunto de pinturas com os evangelistas, na Capela-mor, e emblemas marianos, na nave. Os altares neoclássicos foram concebidos para receber imagens dos mais conceituados imaginários, encarnadores e pintores da época, como João Baptista Ribeiro, João António Correia e Francisco José Resende. Nas imediações encontra-se a Capela do Senhor dos Passos, que serviu de Igreja Paroquial, enquanto durou a construção da matriz.

Fonte: CMV

O coro alto construído sobre a entrada alberga um órgão de um teclado manual e pedaleira [ I+P ; 7 (2+2) ] construído por Peter Conacher & Co, em 1881, reparado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com sede em Esmoriz, trabalho executado em 2011, opus 58.

coro alto e órgão

Órgão da Igreja Matriz de Valongo

Órgão da Igreja Matriz de Valongo

Órgão no coro alto

Órgão da Igreja Matriz de Valongo

Órgão da Igreja Matriz de Valongo

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Valongo

Órgão da Igreja Matriz de Valongo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/valongo-matriz-igreja_vitor-oliveira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 12:57:302026-07-05 15:44:25Valongo e os seus órgãos de tubos
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