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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Auditório Ruy de Carvalho
Músicas no Concelho

Oeiras e os seus auditórios

Auditórios de Oeiras

Salas de espetáculo do Concelho

Auditório Municipal Eunice Muñoz

O antigo Cine Teatro de Oeiras, datado de 1945, deu lugar ao Auditório Municipal Eunice Muñoz, em 1997. Localizado no centro histórico da vila de Oeiras, este espaço recebeu o nome de Eunice Muñoz, em homenagem a essa grande figura do teatro português. A recuperação e remodelação deste espaço procurou preservar a parte simbólica e significante de um edifício modernista, mas também adaptar este espaço à realização de diversos eventos e realizações culturais. O auditório está cedido ao Centro de Artes Dramáticas de Oeiras (DRAMAX), organizando um programa regular, essencialmente na área do teatro, ao longo do ano.

Auditório Municipal Eunice Muñoz
Rua Mestre de Aviz 2780-230 Oeiras

Auditório Municipal Lourdes Norberto

O projeto de construção do espaço é da autoria do arquiteto Nuno Teotónio Pereira. Aqui reside uma companhia de teatro com vasto repertório artístico, O Intervalo Grupo de Teatro, dirigido pelo Armando Caldas. O auditório é composto por uma sala de 95 lugares, régie, camarins, foyer, bar, bilheteira e bengaleiro.

Auditório Municipal Lourdes Norberto
Largo Pirâmide 3N 2795 Linda-a-Velha

Auditório Ruy de Carvalho

O Auditório Ruy de Carvalho é um espaço que serve a cultura e presta homenagem ao ator, desde a sua inauguração, em 2004. Possui 290 lugares, divididos em plateia e balcão e nele já se realizaram variados espetáculos de música, teatro e conferências. É gerido pela empresa municipal Oeiras Viva EM – Gestão de Equipamentos Desportivos, Culturais e de Lazer.

Auditório Municipal Ruy de Carvalho
Rua 25 de Abril,
Centro Cívico de Carnaxide
2790-047 Carnaxide

Auditório Ruy de Carvalho

Auditório Ruy de Carvalho

Teatro Independente de Oeiras

O TIO tem sala própria desde 2005, com excelente acessibilidade ferroviária e rodoviária, instalações da propriedade da Câmara Municipal de Oeiras cedidas à Pura Comédia/TIO em regime de comodato.

Com várias valências, tem capacidade para 140 a 170 pessoas, tem duas régies, camarins para homens e senhoras com duche e wc, área de bastidores e arrumação, zona de copa para refeições das equipas e área de bar para o público. Tem ainda uma bilheteira com bengaleiro, um hall de entrada e uma escadaria de acesso à saída de emergência que pode ser usada como elemento cénico.

A plateia é telescópica, o que aumenta as potencialidades da sala.

A missão da sala é a de apresentar as produções do TIO/Pura Comédia, acolher ensaios da companhia, realizar cursos de formação artística e tertúlias e proporcionar acolhimentos a grupos e/ou artistas nacionais e internacionais.

Tendo em conta os avanços tecnológicos e a preocupação ambiental e ecológica, o teatro procedeu à total alteração de luz analógica para LED, quer a iluminação de espaços comuns, quer a iluminação de palco e espectáculos, contando com um completíssimo e variado Rider Técnico de luz, que contempla igualmente robótica.

O sistema de som é composto por um equipamento de nova geração onde se inclui mesa analógica e digital, microfonia e PA completo com munição de palco. Está equipada com sistema de streaming completo, incluindo mesa de realização, 3 câmaras, cablagem, tripés e computador afecto ao sistema de streaming e ainda com sistema de projecção frontal e retroprojecção e 3 telas, sendo uma tela ciclorama de 3,5m alt x 8m larg; uma tela automática de fundo de palco de 3m alt x 4m larg. e uma tela de meio palco de 3m alt x 3m larg. O linóleo do palco e as cadeiras da plateia são novas, cuja substituição ocorreu em Julho de 2021. O palco tem as dimensões de 10 m de boca de cena; 8 e 10 m de profundidade e 4m de altura.

Situada em frente à praia de Santo Amaro de Oeiras, goza de uma localização privilegiada com excelente acessibilidade quer ferroviária quer rodoviária, num local com passagem de milhares de pessoas diariamente.

A sala possui condições de acessibilidade para pessoas com deficiência motora. O Teatro ainda em processo de implementação de outras medidas previstas no Plano para a Inclusão e Acessibilidade fornecido pela Acesso Cultura no intuito de permitirmos a mais pessoas com especificidades físicas ou intelectuais, o acesso aos espectáculos.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Teatro Independente de Oeiras

Teatro Independente de Oeiras

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/oeiras-auditorio-ruy-de-carvalho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-15 19:01:012025-09-15 19:08:33Oeiras e os seus auditórios
Coro de Santo Amaro de Oeiras
Músicas no Concelho

Oeiras e os seus coros

Coros de Oeiras

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

  • ARdeCORO
  • ComSonante
  • Coral Cristo Rei
  • Coral de Linda-a-Velha
  • Coral Paz e Bem
  • Coro da Sociedade Filarmónica Fraternidade de Carnaxide
  • Coro de Santo Amaro de Oeiras
  • Coro Infantil da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo
  • Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras
  • Coro Infantil do Bugio
  • Coro Luís de Freitas Branco
  • Coro Lux – Queijas
  • Coro Paroquial da Cruz Quebrada-Dafundo
  • Cramol
  • Grupo Coral Alentejano da Academia Recreativa de Linda-a-Velha
  • Grupo Coral Sol Nascente
ARdeCORO

ARdeCORO é um coro misto amador com repertório da música antiga ao jazz vocal. É dirigido por  Pedro d’Orey, guitarrista autodidata, que estudou canto no Instituto Gregoriano de Lisboa e violoncelo no Conservatório Nacional de Lisboa e Academia de Amadores de Música. Músico profissional desde 1984, atuou em inúmeros concertos, gravações, festivais e espetáculos de TV e Rádio em Portugal e no estrangeiro. Trabalhou com vários coros e foi um dos elementos fundadores dos Pequenos Cantores do Estoril. Fundou o Coro Infantil do Bugio (Oeiras) e o Coro Feminino do CAES/Tocá Rufar. Dirige o ARdeCORO desde o ano 2000 e está presentemente a iniciar o Projecto com Voz, em Lisboa. É também professor de guitarra e educação musical e monitor vocal dos projetos de formação teatral O Mundo do Espectáculo e Teatro e Teatro, em Almada. Tem frequentado vários cursos e workshops de Canto e Direção Coral em Portugal e no estrangeiro, tendo estudado com Peter Philips, Ghislaine Morgan, Owen Rees, JanJoost van Elburg e David Lawrence, entre outros. Organizou com Ghislaine Morgan, desde 2006, o SISCCC – Sintra International Singing and Choral Conducting Course/Curso Internacional de Canto e Direcção Coral de Sintra.

ARdeCORO, Oeiras

ARdeCORO, Oeiras

Coral de Linda-a-Velha

O Coral de Linda-a-Velha foi fundado em 1979.

Facebook: coraldelindaavelha

Coro ComSonante

O ComSonante é um coro misto com cerca de 20 elementos. Criado e dirigido por Luiz Pedro Faro, o ComSonante junta pessoas que querem aprofundar e sobretudo gozar a interpretação do canto, seja a música popular, portuguesa, erudita, renascentista ou contemporânea. Em 1991 iniciou atividade na Junta de Freguesia de São João (Lisboa), em 2001 mudou-se para a SFRAA (Amadora) e desde 2004 está na Biblioteca Operária Oeirense (Oeiras).

Coro da Sociedade Filarmónica Fraternidade de Carnaxide

Tel. (+00 351) 214 181 002
Sítio: www.sffc.pt
Correio eletrónico: geral@sffc.pt

Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras

Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras

Coro Infantil da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Rua dos Lusíadas, 4 A
2795-127 Linda-a-Velha
Tel: (+00 351) 214 146 610
Sítio: www.emnsc.net
Correio eletrónico: geral@emnsc.pt

Coro de Santo Amaro de Oeiras

Tlm. 915 225 959
Sítio: www.csao.pt
Correio eletrónico: direcao@csao.pt

Coro de Santo Amaro de Oeiras

Coro de Santo Amaro de Oeiras

Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras

Tlm. 915 225 959
Sítio: www.csao.pt
Correio eletrónico: direcao@csao.pt

Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras

Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras

Coro Lux

O Coro Lux teve o seu início em 1996 com o Pe. José Gonçalves e o Sr. Felisberto Nunes, e começou por se chamar Coro Infantil da Paróquia de Queijas. Uns anos mais tarde – já com um novo pároco, o Pe. Alexandre – mudou de nome, para o atual Coro Lux. A principal atividade e responsabilidade do Coro Lux é a animação das missas da Catequese.

Grupo Coral Alentejano da Academia Recreativa de Linda-a-Velha

Rua Fontes Pereira de Melo, 21
2795- 086, Linda-a-Velha

A Academia Recreativa de Linda-a-Velha foi criada a 08 de outubro de 1893, sendo uma das mais antigas associações do concelho de Oeiras.

Grupo Coral Sol Nascente

Rua Sacadura Cabral, 52
1495 Cruz Quebrada-Dafundo
Tel. (+00 351) 214 198 521

Encontros de Coros

Em 2006, a Câmara Municipal de Oeiras organizou o XIV Encontro de Coros Amadores do Concelho de Oeiras que contou com a presença do Grupo Coral Bugio, Coro Paroquial da Cruz Quebrada-Dafundo, Coral Paz e Bem, Coral Cristo Rei, Cramol, Grupo Coral Sol Nascente, Coral de Linda-a-Velha, Coro Luís de Freitas Branco, ComSonante, Coro Santo Amaro de Oeiras

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/oeiras-coro-de-santo-amaro-de-oeiras.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-23 16:45:142021-10-23 17:34:39Oeiras e os seus coros
Coro Sinfónico Inês de Castro (Coimbra)
Músicas no Concelho

Coimbra e os seus coros

Coros de Coimbra

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

16 coros identificados

  • Capela Gregoriana Psalterium
  • Chorus Ingenium – Associação Cultural dos Engenheiros da Região Centro
  • Coimbra Gospel Choir
  • Coimbra VOCAL
  • Coro Alma de Coimbra
  • Coro APRe
  • Coro D. Pedro de Cristo
  • Coro da Capela da Universidade de Coimbra
  • Coro de Professores de Coimbra
  • Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra
  • Coro Misto da Universidade de Coimbra
  • Coro Sinfónico Inês de Castro
  • Grupo Coral do CDCR dos CTT de Coimbra
  • Grupo Coral Polifónico de Coimbra
  • Grupo Vocal Ad Libitum
  • Orfeon Académico de Coimbra

O Coro Sinfónico Inês de Castro (CSIC), que integra a Associação Ecos do Passado, é o único coro sinfónico residente no distrito de Coimbra, sob regência e direção artística do Maestro Artur Pinho Maria.

Tem-se apresentado em público por todo o país continental e insular, assim como em Espanha, Itália, Mónaco, Polónia, EUA (Carnegie Hall) e Reino Unido (Royal Albert Hall), com obras maiores da música coral sinfónica.

Do seu reportório fazem parte algumas das mais emblemáticas obras da História da Música ocidental: Requiem de Mozart, Requiem de Verdi, Missa pela Paz (Karl Jenkins), Requiem for the Living (Dan Forrest), Petite Messe Solennelle (Rossini), Nona Sinfonia de Beethoven, Oratória de Natal (Bach), coros de óperas de Verdi, Requiem de Eliza Gilkyson, Requiem de Brahms.

Da música portuguesa interpretou: Requiem à Memória de Camões de Bomtempo, Magnificat em talha Dourada e as Cinco Peças de Carácter do Ciclo Inesiano, ambas de Eurico Carrapatoso, o Requiem para Inês de Castro, de Pedro Macedo Camacho, a Cantata Gnóstica de Jorge Salgueiro e, ainda TORGA de Leonor Abrunheiro tendo sido as duas últimas obras em estreia absoluta.

Coro Sinfónico Inês de Castro (Coimbra)

Coro Sinfónico Inês de Castro (Coimbra)

Anualmente organiza o Ciclo de Requiem de Coimbra, uma iniciativa cultural e musical única no país, que tem reunido, desde 2013 em Coimbra, dezenas de orquestras, coros, maestros e solistas. Em 2020, a Associação Ecos do Passado, de forma resiliente, lançou o I Ciclo de Requiem Online e em 2022 realiza a décima edição do Ciclo de Requiem (terceira edição online), apresentando cinco concertos entre 26 de março e 29 de outubro de 2022.

Depois de em 2019 se ter internacionalizado, através de uma parceria com a Filharmonia Podkarpackiej e o Coro da Universidade de Rzeszów, da Polónia, foi possível levar o Ciclo de Requiem a outras cidades do país, como foi o caso de Vila Franca de Xira (2021 e 2022) e Matosinhos (2022).

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/coimbra-coro-sinfonico-ines-de-castro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-23 15:20:232024-10-28 15:02:59Coimbra e os seus coros
Músicas no Concelho

Lisboa e os seus coros

Coros de Lisboa

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

64 grupos identificados

  • ALMA Ensemble (Lisboa)
  • CILC – Coro Infantil Lisboa Cantat (Lisboa)
  • Coral Stella Vitae (Lisboa)
  • Coral Vértice (Lisboa)
  • Coro Académico Português (Lisboa)
  • Coro Académico Romanos Melodos (Lisboa)
  • Coro ART – Associação de Residentes de Telheiras (Lisboa)
  • Coro Audite Nova (Lisboa)
  • Coro da Academia Musical 1º de Junho de 1893 (Lisboa)
  • Coro da Achada (Lisboa)
  • Coro da Assembleia da República (Lisboa)
  • Coro da Associação de Amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional (Lisboa)
  • Coro da Casa do Pessoal da RTP (Lisboa)
  • Coro da Catedral de Lisboa (Lisboa)
  • Coro da Escola Profissional da Metropolitana (Lisboa)
  • Coro da NOVA (Lisboa)
  • Coro da Procuradoria-Geral da República (Lisboa)
  • Coro da Universidade de Lisboa
  • Coro da Nova (Lisboa)
  • Coro das Nações (Lisboa)
  • Coro de Amigos do Conservatório Nacional (Lisboa)
  • Coro de Câmara da Universidade de Lisboa
  • Coro de Câmara de Lisboa Lisboa)
  • Coro de Câmara do Instituto Gregoriano de Lisboa (Lisboa)
  • Coro de Câmara Lisboa Cantat (Lisboa)
  • Coro do Clube Ferroviário de Portugal (Lisboa)
  • Coro do Clube Millennium BCP (Lisboa)
  • Coro do Colégio de Santa Doroteia (Lisboa)
  • Coro do Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa)
  • Coro do Tejo (Lisboa)
  • Coro Feminino de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Gaudete in Domino (Lisboa)
  • Coro Gospel Collective (Lisboa)
  • Coro Gregoriano de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Gulbenkian (Lisboa)
  • Coro Infantil da Academia de Música de Santa Cecília (Lisboa)
  • Coro Infantil do Instituto Gregoriano de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Infantil e Juvenil Lisboa Cantat (Lisboa)
  • Coro ISCTE (Lisboa)
  • Coro Juvenil da Universidade de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Juvenil de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Laudate (Lisboa)
  • Coro Lopes-Graça da Academia de Amadores de Música (Lisboa)
  • Coro Mater Dei – Associação Cultural (Lisboa)
  • Coro Nosso (Lisboa)
  • Coro Regina Coeli de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Sacro de Lisboa (Lisboa)
  • Coro Santo Inácio (Lisboa)
  • Coro São Tomás de Aquino (Lisboa)
  • Coro Sinfónico da ESML (Lisboa)
  • Coro Sinfónico Lisboa Cantat (Lisboa)
  • Coro Staccato (Lisboa)
  • Coro UCP (Lisboa)
  • Coro UTL (Lisboa)
  • Coro Venite a Laudare (Lisboa)
  • Ensemble São Tomás de Aquino (Lisboa)
  • Grupo Coral Aurpiameixoeira (Lisboa)
  • Grupo Vocal Jazz&Tal (Lisboa)
  • Grupo Vocal Olisipo (Lisboa)
  • Lisboa Coro Rock (Lisboa)
  • Nova Era Vocal Ensemble (Lisboa)
  • Pequenos Cantores do Conservatório Nacional (Lisboa)
  • Polyphonia Schola Cantorum (Lisboa)
  • Quem Canta – Coro Comunitário de Lisboa (Lisboa)
  • Schola Cantorum de Belém (Lisboa)
  • Shine – Coro Gospel (Lisboa)
  • Voces Caelestes (Lisboa)

Coro do Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa, na Sé de Elvas, 2019, créditos Elvas News

Coro da Nova

Criado em 1988 por um grupo entusiasta de alunos de quatro Faculdades da Universidade Nova de Lisboa (Ciências Médicas, Ciências e Tecnologia, Ciências Sociais e Humanas, e Economia), o Coro da Universidade Nova de Lisboa – Coro da Nova – tem por missão promover e divulgar a música europeia e universal, concretizando esse objetivo junto da comunidade académica, nos mais diversos palcos do país, e no estrangeiro.

O Coro constituiu-se como Associação Sem Fins Lucrativos em 2008 e conta atualmente com cerca de 30 elementos, muitos dos quais antigos ou atuais alunos da Nova, ou com outras ligações à Universidade, entre professores, investigadores e funcionários. Conta ainda com a participação regular de alunos estrangeiros em Erasmus nas Faculdades da Nova, que procuram no Coro uma atividade musical, enriquecendo-o por seu turno com a partilha das suas culturas e vivências musicais. Diogo Gonçalves é o atual maestro titular do Coro da Nova.

Campo dos Mártires da Pátria, 130
1169-056 Lisboa
Correio eletrónico: coro@unl.pt

Coro do Clube Ferroviário de Portugal

O Coro do Clube Ferroviário de Portugal foi formado em 2010. Dedica-se a música popular portuguesa e de outros países (Brasil, Israel, Moçambique, entre outros).

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Coro Staccato

O Coro Staccato surgiu em 2015 com alguns alunos de canto a quererem fazer música de Cinema e Musicais da Broadway. Depois de alguma resistência, o cantor lá se armou em maestro e foi para a frente com a ideia. Eram 7, agora são 25. O entusiasmo é cada vez maior, bem como a responsabilidade e a consequente qualidade. No Natal de 2023 o coro fez 10 concertos em que o ponto alto foi uma série de 3 concertos no Funchal.

Ensemble São Tomás de Aquino

Residente na Igreja de São Tomás de Aquino, em Lisboa, o Ensemble São Tomás de Aquino constitui-se como um grupo de composição variável formado por jovens músicos profissionais. Criado em 2015, tem apresentado – em concerto e no âmbito litúrgico – repertório verdadeiramente exigente e diferenciado. Entre as obras executadas em concerto incluem-se o Kyrie e Gloria da Missa em Si menor e o Magnificat de J. S. Bach, Gloria de A. Vivaldi, Messiah de G.F. Handel, Selected Mass de Vincent Novello, Requiem de Mozart, bem como numerosas obras de polifonia sacra antiga e contemporânea. Em 2018 estreou a obra Missa do Parto, para coro e órgão, de Alfredo Teixeira e, em Junho de 2019, do mesmo autor, estreou Apocalipse Breve segundo Daniel Faria, para duplo trio, no âmbito do Colóquio “Se acender a luz não morrerei sozinho”, decorrido em Tabuaço. Tem vindo a apresentar-se em diversos festivais de música, tais como: Festival Internacional de Órgão da Madeira, em 2017; II Festival Internacional de Órgão de Mafra, em 2018; Festival de Música “Sons com História” de Castelo de Vide, em 2019; Festival Cistermúsica e II Festival de Música Antiga de Torres Vedras, em 2020. Em 2020, lançou o seu primeiro projeto discográfico intitulado “Vimos do Mar e da Montanha”.

Nova Era é um Ensemble Vocal

O Nova Era é um Ensemble Vocal fundado em 2019 pelo maestro João Barros. Através de várias estreias absolutas de compositores portugueses e estrangeiros, o Nova Era tem vindo a dar um novo rumo à composição em Portugal, estimulando a criação de obras corais e proporcionado um espaço privilegiado para o diálogo entre compositores, maestro e coro. Este ensemble pretende, paralelamente, dar a conhecer ao público as mais relevantes obras corais da história da música. Recentemente interpretou obras como “Cantique de Cantique” de Daniel Lesur, “Missa para duplo coro” de Frank Martin, “Messe en Sol majeur” de Francis Poulenc, “Canticle of the Sun” de Tõnu Kõrvits e motetes de Bach. Em 2019 participou no Festival Coral de Verão, em Lisboa, e foi galardoado com a medalha de Ouro nas duas categorias em que participou. No mesmo ano arrecadou o 1.º prémio “Choir of the choirs” na Vocal Art Choir Competition.

Lisboa Coro Rock

O Lisboa Coro Rock dedica-se ao repertório Pop e Rock. Formado pelo Coro Rock Lumiar em 2016 e Coro Rock FM – Freguesia da Misericórdia em 2019, têm feito concertos em conjunto desde 2020 e o ponto alto das suas vidas foi o concerto em Madrid em maio de 2023.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/coro-do-teatro-nacional-de-sao-carlos-lisboa-na-se-de-elvas-2019.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-23 15:01:332025-04-22 14:36:57Lisboa e os seus coros
Coro Casa da Música
Músicas no Concelho

Porto e os seus coros

Coros do Porto

35 grupos vocais identificados

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

  • Aeternus Cantabile
  • Aeternum Vocal Ensemble
  • ArquiCoro
  • Cantadeiras do NEFUP
  • Capella Duriensis Ensemble Vocal
  • Coral de Letras da Universidade do Porto
  • Coral do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto
  • Coral Mille Voci
  • Coral Mysterium
  • Coro Anonymus
  • Coro Casa da Música
  • Coro da Faculdade de Economia do Porto
  • Coro da FMUP
  • Coro da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos
  • Coro da Sé Catedral do Porto
  • Coro da Universidade Popular do Porto
  • Coro de Jazz da ESMAE
  • Coro de Pais e Encarregados de Educação do Conservatório de Música do Porto (Porto)
  • Coro de São Bento
  • Coro de São Tarcísio
  • Coro do Ateneu Comercial do Porto
  • Coro do Bonfim
  • Coro do Conservatório de Música do Porto
  • Coro do Grupo Desportivo e Cultural do BPI
  • Coro dos Infantes – Salesianos do Porto
  • Coro dos Voluntários da Liga Portuguesa Contra o Cancro Núcleo Regional do Norte
  • Coro Gregoriano do Porto
  • Coro Infantil da Casa da Música
  • Coro Litúrgico Universitário
  • Coro Masculino da Igreja da Lapa
  • Coro Polifónico da Lapa
  • Ensemble Vocal Pro Musica
  • Grupo Coral da Casa do Pessoal do Politécnico do Porto
  • Grupo Coral da Faculdade de Economia do Porto
  • Grupo Coral dos Professores do Porto
  • Grupo de Cante Alentejano do Orfeão Universitário do Porto
  • In Solitudinem Cantus
  • Orfeão de Paranhos
  • Orfeão Universitário do Porto
  • Schola Cantorvm Colegiada de Cedofeita
ArquiCoro

O ArquiCoro – Coro Aberto da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto – concretiza, desde 2003, o projeto de promoção da cultura musical coral dentro e fora do meio académico. A sua atividade centra-se, sobretudo, no repertório a capella de várias épocas, com especial atenção à Música Sacra, Polifonia Renascentista Ibérica e Música Popular Portuguesa. Da sua história fazem parte alunos, professores, funcionários e ex-alunos da Faculdade, assim como elementos externos e cuja vontade de integrar este projeto como coralistas, sempre valorizou o desafio em conjunto. Dirige o coro a maestrina Ana dos Santos.

Cantadeiras do NEFUP

As cantadeiras do Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto interpretam cantares de todo o país que retratam a vida, o sonho, os amores e a fé das mulheres de outrora e de agora.  O repertório é maioritariamente polifónico e a capella, embora pontuem alguns cantares acompanhados por percussão tradicional e outros instrumentos. Apresentam alguns temas na forma recolhida no cancioneiro tradicional português, enquanto outros são arranjados por André Ruiz, Cláudia Monteiro e Daniela Leite Castro. A direção musical está a cargo de Cláudia Monteiro. Trazem para o canto polifónico as suas vivências de mulheres do século XXI, mas também as heranças individuais de um património coletivo, passado de mães para filhas, de avós para netas, do berço até ao fim da vida. Fala-m’a cantar é o seu primeiro CD, lançado em 2022.

Coral Mille Voci

O Coral Mille Voci é um coro fundado e dirigido desde 1992 pelo maestro e professor António Diogo. A Associação Cultural do Coral Mille Voci desenvolve ação cultural e musical não só na região do Porto, bem como por todo o país e estrangeiro.

Coral Mille Voci

Coral Mille Voci

Coro Casa da Música

Fundado em 2009, o Coro Casa da Música é constituído por uma formação regular de 18 cantores, que se alarga a formação média ou sinfónica em função dos programas apresentados. Tem sido também dirigido por maestros prestigiados no âmbito da música coral. As suas participações em programas corais-sinfónicos levam-no a trabalhar com grandes maestros, destacando-se ainda os programas de música antiga com vários especialistas. As temporadas do Coro Casa da Música revelam um repertório eclético que se estende desde os primórdios da polifonia medieval à nova música. Ao longo dos anos, apresentou muitas obras em estreia mundial ou nacional. A música portuguesa tem sido um dos focos de atenção do Coro. Faz digressões regulares ao estrangeiro e atuou em várias salas portuguesas, apresentando grandes obras da música coral. O seu primeiro disco é dedicado a Fernando Lopes-Graça.

Coro Casa da Música, Porto

Coro Casa da Música, Porto

Formado por cerca de 50 crianças, o Coro Infantil Casa da Música é o mais jovem agrupamento residente da instituição.

Coro da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos

O Coro da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos é um colectivo formado em 2014.

Coro da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, créditos José Manuel Pinheiro

Coro da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, créditos José Manuel Pinheiro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Coro Infantil Casa da Música

O Coro Infantil Casa da Música é um dos grupos residentes da instituição, justificando por talento próprio a sua estreia pública num dos concertos maiores de 2017: no Dia Mundial da Música, na Sala Suggia, juntou-se à Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, ao Coro Nacional de España e ao Coro Lira para interpretar o War Requiem de Benjamin Britten. O Coro participou no concerto de Natal de 2018, cantando a Missa em Si menor de Bach com a Orquestra Barroca e o Coro Casa da Música, bem como num concerto de Páscoa de 2019, cantando o Stabat Mater de Dvořák com a Orquestra Sinfónica e o Coro Casa da Música. Em 2020 voltou ao palco principal da Casa da Música para interpretar o Te Deum de Berlioz, ao lado da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e do Coro Nacional de España. Em nome próprio, apresentou-se por três vezes na Sala Suggia.

Formado por cerca de 50 crianças, o Coro Infantil Casa da Música resulta e é parte integrante de uma dinâmica iniciada no ano lectivo de 2016/2017 e que continua. Em articulação com as escolas básicas de Quatro Caminhos (Matosinhos), Lomba (Porto) e Quinta das Chãs (Vila Nova de Gaia), desenvolveu-se um processo de formação coral que chamou cerca de 350 crianças, agregou educadores e famílias, motivou as comunidades vizinhas.

Deste percurso resultaram três grupos corais, um por escola, de onde saem as vozes do Coro Infantil. São, assim, quatro estruturas a evoluir numa geografia alargada, orientadas pelo Serviço Educativo. Exploração de repertórios corais, composição colectiva e incentivo ao sucesso curricular são alicerces deste projecto.

Raquel Couto é a maestrina titular, enquanto Joana Castro é responsável pela técnica vocal e Jonas Pinho pela formação musical. Dalila Teixeira e Duarte Cardoso são pianistas acompanhadores.

Fonte: Casa da Música, 04 de setembro de 2023

Coro Infantil Casa da Música

Coro Infantil Casa da Música

In Solitudinem Cantus

A In Solitudinem Cantus, Associação, tem por objetivo a promoção, divulgação e criação de música sacra.

In Solitudinem Cantus

In Solitudinem Cantus

Schola Cantorvm Colegiada de Cedofeita

Schola Cantorvm Colegiada de Cedofeita

Polifonia Tradicional Portuguesa

Após seis oficinas de canto a vozes com grupos de referência da polifonia tradicional portuguesa, realizadas nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo, os grupos e os formandos reúnem-se para, em partilha, apresentarem as suas cantadas, cantas, cramóis, cantigas, modas e ternos em conjunto. No Encontro Concerto Final do Polifonias d’Agora e d’Outroa participam a 30 de outubro às 21:30 no Auditório do Conservatório de Música do Porto: Cantadeiras do NEFUP, Conjunto Etnográfico de Moldes, Cantadeiras do Vale do Neiva, GFUM – Grupo Folclórico da Universidade do Minho, Rancho Folclórico da Associação dos Amigos de Vilarinho das Quartas – Soajo e Grupo de Folclore “Terras de Arões”. Participam também os formandos das oficinas Polifonias D’Agora e D’Outrora

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/porto-coro-casa-da-musica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-23 07:41:212025-01-14 10:43:01Porto e os seus coros
Eccos Ensemble Vocal, Maia
Músicas no Concelho

Maia e os seus coros

Coros da Maia

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

02 coros identificados

  • Coral Infantil Municipal dos Pequenos Cantores da Maia
  • Eccos Ensemble Vocal
Coral dos Pequenos Cantores da Maia

Praça do Doutor José Vieira de Carvalho
4470-202 Maia
Tel. (+00 351) 229 408 600
Correio eletrónico: pequenoscantoresdamaia@cm-maia.pt

Nos últimos 25 anos, mais de 600 crianças integraram o Coral Infantil Municipal da Maia, que já foi à Finlândia e à Disney. De sopranos a empresários, muitos são hoje figuras de relevo da sociedade maiata.

Tocar na Ópera de Helsínquia com a banda da polícia finlandesa, em 1997, continua a ser a experiência mais longínqua. Mas a mais emblemática foi a actuação no Palácio da Bela Adormecida em 2008. Foi na comemoração dos 15 anos da Disneyland Paris, tendo sido os Pequenos Cantores da Maia “os primeiros artistas portugueses a atuar” naquele parque de diversões, ao lado de convidados russos e israelitas.

Pequenos Cantores da Maia, créditos CMM

Pequenos Cantores da Maia, créditos CMM

Uma das características do grupo é que grande parte do repertório está alinhada com a estratégia da educação ambiental para o desenvolvimento sustentável. Victor Dias compôs a maior parte desta “espécie de repertório privativo”. Mizé Rouxinol é a letrista de serviço, que “tenta incluir mensagens formativas que levem as crianças a ser cidadãos mais participativos e responsáveis”.

Em 2012 lançou o disco PZZIM. “25 anos, 25 canções” é o título do CD para comemorar um quarto de século de atuações, em 2017. Várias vozes conhecidas da música pop e rock portuguesa, como Rui Reininho, José Cid, Rui Veloso ou Manuela Azevedo, entram neste álbum com cinco cantigas originais e 20 do repertório dos Pequenos Cantores da Maia.

Reciclanda

Reciclanda

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Eccos Ensemble Vocal

4425-619 Maia
Tlm. (+00 351) 934 769 990

O Eccos Ensemble Vocal foi fundado em 2016 pela soprano e maestrina Mónica Lacerda Pais. É promovido e desenvolvido pela “Questão Abstrata” – Associação Artística, criada em 14.02.2018 e sediada no município da Maia. A atividade do Eccos Ensemble Vocal visa a divulgação de um reportório de várias épocas musicais.

Eccos Ensemble Vocal, Maia

Eccos Ensemble Vocal, Maia

Encontro de Coros Infantis

Em 2017, decorreu na Maia o IV Encontro de Coros Infantis, evento que marca de forma significativa a época natalícia na Maia. Esta é uma oportunidade para conhecer outros agrupamentos corais, para ouvir e apreciar vozes infantis que dão sempre o seu melhor num espetáculo encantador. A edição de 2017 contava com as participações do Coral Infantil de Setúbal, do coro Pequenas Vozes de Febres – Cantanhede, do Coro Infanto-Juvenil de Vila Nova de Cerveira, e do anfitrião Pequenos Cantores da Maia.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/maia-eccos-ensemble-vocal.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-22 15:25:292026-03-16 09:57:05Maia e os seus coros
Quadrivium – Associação Artística, Ponta Delgada, Açores
Músicas no Concelho

Ponta Delgada e a Música Clássica

Música Clássica em Ponta Delgada

Associações, grupamentos e atividades no Concelho

Quadrivium – Associação Artística

Correio eletrónico: quadryvium@gmail.com

A Quadrivium – Associação Artística, fundada em Maio de 2009, é uma associação sem fins lucrativos, sediada em Ponta Delgada. Tem como um dos seus objetivos o contributo para o desenvolvimento musical do nosso meio, bem como a defesa da cultura e do património artístico da região. Pretende a construção de um espaço de realização artística, estabelecendo-se parcerias com outros agentes culturais da região, através dos quais se possa contribuir para o desenvolvimento de um meio musical profissional.

A associação alberga agrupamentos profissionais como a Sinfonietta de Ponta Delgada, a Orquestra de Câmara de Ponta Delgada, o Quarteto Quadrivium e o Quinteto de Sopros – Arquinteto.

​Tendo desde a sua formação elegido a juventude como destinatário privilegiado da sua atividade, integra ainda esta associação uma orquestra de jovens – a Orquestra Quadrivium, e, no âmbito formativo, a Academia de Música de Vila Franca do Campo.

Quadrivium – Associação Artística, Ponta Delgada, Açores

Quadrivium – Associação Artística, Ponta Delgada, Açores

ArQuinteto

Quinteto de sopros que pretende fazer uma viagem pelas grandes obras do classicismo da música erudita e chegar até à linguagem mais livre da música do século XX, o ArQuinteto é formado por flauta, oboé, clarinete, trompa e fagote. É formado por músicos residentes na Região Autónoma dos Açores, os quais se apresentam publicamente em diversos projetos. Formaram o quinteto em 2015 com o intuito de colmatar a falta deste tipo de agrupamento na região bem como pelo prazer de fazer música de câmara para este tipo de grupo. Apresentou-se na Igreja do Colégio, na ilha das Flores, no âmbito da Temporada Artística 2016 e no Festival “The Music World”, em parceria com o Vox Cordis.

Orquestra Quadrivium

A Orquestra Quadrivium foi fundada em 2009, juntamente com a Quadrivium – Associação Artística, e foi o primeiro projeto orquestral da associação. Na sua génese está a formação de jovens músicos, estes oriundos de várias localidades e com diversas formações musicais – sejam de escolas de música ou de bandas filarmónicas.
​Tendo começado por ser um agrupamento constituído por cordas e sopros, esta orquestra apresentou-se já com diferentes formatos – uns mais reduzidos, outros de maior dimensão – e procura explorar diferentes obras dos mais variados períodos e géneros musicais.

Por ser um projeto de cariz essencialmente pedagógico e colaborativo que conta quase uma década de existência, acaba por juntar várias gerações de músicos cuja formação descende da Quadrivium. Assim, dá-se a particularidade de os estágios que esta orquestra realiza serem orientados por membros que estiveram presentes na sua estreia. Alguns destes membros hoje em dia prosseguem os seus estudos musicais a nível superior, em Portugal Continental ou no estrangeiro, e, em alguns casos, já se encontram com atividade bem assente no meio profissional nacional.
​A estreia da Orquestra Quadrivium deu-se no Teatro Micaelense sob a direção de Amâncio Cabral, o seu primeiro Diretor Artístico. Desde então tem oferecido aos seus elementos não só a possibilidade de conhecerem e tocarem obras do repertório orquestral mais estandardizado, como também de se apresentarem a solo com a mesma. Nesta vertente destacam-se Ana Paula Sousa, Ana Teresa Oliveira, Filipe Raposo, Amadeu Resendes, Marco Patrício, Lívio Dias e Raquel Machado.

O agrupamento serve como plataforma de integração dos seus membros mais avançados na Sinfonietta de Ponta Delgada, que ocupa o lugar de projeto orquestral profissional da Quadrivium – Associação Artística, sob uma perspetiva formativa.

Apresentou-se no Teatro Micaelense, no Coliseu Micaelense e em diversos outros locais da ilha de São Miguel. Para além de poder oferecer aos seus elementos a possibilidade de tocar nas maiores salas dos Açores, a atividade desta orquestra também procura contribuir para a descentralização da oferta cultural no meio onde se insere.

Orquestra de Câmara de Ponta Delgada

Inicialmente formado por professores do Conservatório Regional de Ponta Delgada, este agrupamento surgiu em  2002, com a designação de Orquestra de Câmara do Conservatório Regional de Ponta Delgada. A sua atividade caraterizava-se tanto por uma vertente pedagógica como pela exploração de música de câmara para instrumentos de cordas. Naquele contexto realizou diversos concertos no âmbito da escola e em colaboração com diversas entidades e instituições, integrando, sempre que possível, alunos do Conservatório.

Em 2003 adotou a sua atual designação de Orquestra de Câmara de Ponta Delgada, mantendo, no entanto, os mesmos princípios que estiveram na sua gênese. A Quadrivium – Associação Artística, afirmando a sua faceta de instituição vocacionada também para a produção musical de índole profissional, assumiu, a partir do ano de 2013, a organização das atividades da Orquestra de Câmara de Ponta Delgada.

Dirigida desde o início por Grigori Spektor, tem atuado sobretudo em São Miguel, donde se destacam as temporadas de concertos no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Ponta Delgada, e as regulares atuações em todas as freguesias deste concelho, fruto de protocolo estabelecido com a Câmara Municipal de Ponta Delgada. Participou na Temporada da Direção Regional da Cultura em 2004, e colabora regularmente com diversos coros da ilha. Apresentou-se  no Festival MusicAtlântico de 2005, com concertos em Santa Cruz da Graciosa e Lages do Pico. Atuou com diversos solistas, tais como Gabriela Canavilhas, António Teves, Sandra Medeiros, Patrícia Quintas, Eulália Mendes e Mário Alves, entre outros.

Constituída por doze instrumentistas de cordas, aborda um vasto repertório, do Barroco ao século XX e XXI, de música de câmara ou orquestral para cordas, eventualmente com instrumentos solistas. Apresenta-se normalmente em espaços intimistas, realçando a sua vocação camerística, e integra, com diversos concertos, a Temporada de Música de Câmara da Quadrivium – Associação Artística.

Sinfonietta de Ponta Delgada

A Sinfonietta de Ponta Delgada ocupa o lugar principal do projeto orquestral profissional da Quadrivium – Associação Artística, tendo surgido em resposta à necessidade local de se criar um agrupamento sinfónico de estrutura profissional, com atividade regular. Na génese da sua formação está o intuito de promover a execução da música sinfónica, procurando-se também dar uma resposta aos músicos que prosseguiram estudos musicais fora do arquipélago, proporcionando-lhes um espaço para desenvolverem a sua atividade artística.

​A sua estreia aconteceu no Teatro Micaelense em 2011. Subiu novamente ao palco do Teatro em 2012 acompanhando o violinista Daniel Garlitsky, num concerto comentado por Gabriela Canavilhas. Ao longo dos anos seguintes,  intensificou a sua atividade, tendo tido a oportunidade de trabalhar com solistas como Miguel Ivo Cruz, Sara Afonso, Ricardo Torres, Ana Sêrro, Liliana Sebastião, André Gaio Pereira ou António Rosado, e com maestros como César Viana, João Afonso Cerqueira, Marco Ferreira e Tiago Oliveira. A direção artística e musical está, desde a sua fundação, a cargo de Amâncio Cabral, sendo maestro convidado principal Jean Sebastien Béreau. Colabora regularmente diversas associações musicais ou agentes culturais locais, como é o caso da Vox Cordis – Associação Musical, do Coral de S. José ou do Estúdio de Dança de Ana Cymbron.

Sob a direção artística de Amâncio Cabral, já realizou concertos com solistas açorianos como Raquel Machado, Amadeu Resendes, Lívio Dias, Hugo Araújo e Ana Oliveira, nos quais se estrearam ou se executaram obras de jovens compositores como Sara Ross, João Costa, Rogério Medeiros, Antero Ávila e Ângela Ponte. Integrou a Temporada Artística 2015 e 2016 da Direção Regional da Cultura. Em Outubro de 2015 estreou-se em contexto operático, no Coliseu Micaelense, com a apresentação de Rita, de G. Donizetti, autor revisitado no ano de 2017 com a apresentação da ópera Don Pasquale. Seguiram-se, em 2018, Don Giovanni, de Mozart, e em 2019, Cavalleria Rusticana de P. Mascagni.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/ponta-delgada-quadrivium-associacao-artistica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-22 15:23:342021-10-26 13:36:23Ponta Delgada e a Música Clássica
Sinfonietta de Braga
Músicas no Concelho

Braga e as suas orquestras

Música Clássica em Braga

História, associações e eventos no Concelho

Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga

A Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga foi criada para a valorização dos nossos cordofones tradicionais, do reportório tradicional e para juntar os músicos que tocam estes instrumentos em concertos, espectáculos de música, romarias, festas populares e acções de promoção da nossa música e das tradições bracarenses.

Orquestra de Câmara do Distrito de Braga

Nos anos noventa do século passado, não havia na região de Braga uma oferta consistente na área da música clássica. O Maestro António Baptista, professor das Classes de Orquestra e Coro da então designada Escola C+S Calouste Gulbenkian de Braga materializou um projeto sonhado, contando inicialmente com a colaboração de alguns professores da escola nomeadamente Paula Peixoto, José Camarinha, Paulo Peixoto, Filipe Silva, Ana Maria Rodrigues e outros músicos convidados oriundos de outros locais e orquestras e ainda de um pequeno grupo de alunos da escola, como Paulo Arruda, Delfim Peixoto e outros que foram integrando o projeto que designaram como “Orquestra de Câmara do Distrito de Braga”. A Orquestra do Distrito de Braga foi criada para responder às necessidades fundamentais da cultura musical do distrito, visíveis através da inexistência de concertos sinfónicos regulares, concertos didáticos para jovens, récitas de ópera, opereta e bailado, pretendendo ainda criar oportunidades de trabalho para os jovens músicos saídos dos conservatórios e escolas existentes na região.

Orquestra de Câmara do Distrito de Braga

Orquestra de Câmara do Distrito de Braga

Na sua fundação, a Orquestra de Câmara do Distrito de Braga assumia uma vocação itinerante para o Distrito de Braga, correspondendo, para o efeito, às solicitações locais, com o objetivo de formar novos públicos e dar-lhes a conhecer o melhor do repertório nacional e internacional.

Orquestra Filarmónica de Braga

A Orquestra Filarmónica de Braga é um projeto sonhado em 2015 por um pequeno grupo de pessoas que acreditam na qualidade e competência dos nossos jovens músicos e pensa que estes merecem ter oportunidades para se apresentarem em público, com regularidade, numa orquestra que se quer afirmar como um polo dinamizador de todos os tipos de música. Constituída preferencialmente por músicos jovens da região, é dirigida pelo maestro bracarense Filipe Cunha. Criada no seio da Associação Cultural Canto Daqui em 2014, já realizou vários concertos um pouco por todo o país. A qualidade deste concerto foi reconhecida internacionalmente uma vez que a Orquestra recebeu um convite para efectuar uma digressão pela China apresentando este concerto em 6 cidades diferentes no final de 2019 e início de 2020.

Sinfonietta de Braga

A Sinfonietta de Braga nasceu em 2006, a partir da vontade de um professor do Conservatório e um grupo de alunos do Ensino Secundário. A Associação nasceu com o objetivo de tocar para além das portas da escola. Dez anos depois, Joaquim Pereira e Paulo Morais assumiram as rédeas da Associação e convocaram eleições. Nascia assim uma nova visão da Sinfonietta com Pedro Oliveira eleito Presidente, Joaquim Pereira como vice-Presidente e Paulo Morais como Diretor Artístico. De um organismo praticamente constituído por alunos, a Sinfonietta passava a ser uma Associação constituída exclusivamente por músicos profissionais. Dá concertos, alguns comentados e organiza cursos de aperfeiçoamento. Em 2021, a Sinfonietta de Braga quis dar a conhecer o património musical do compositor e violinista Francisco Sá de Noronha e aproximar o público da música erudita. Para tal, criou o projeto “Descobrir Noronha” que passaria por Braga através de um concerto, uma palestra e um ‘webinar’.

Sinfonietta de Braga

Sinfonietta de Braga

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/sinfonietta-de-braga.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-22 15:23:062025-01-09 12:37:42Braga e as suas orquestras
Museu Coleção Vintém, Reguengos de Monsaraz
Músicas no Concelho

Reguengos de Monsaraz e os museus de música

Museus de Música em Reguengos de Monsaraz

Museu Coleção Vintém

Igreja de Santiago

Foi noticiado pelo Observador, Público, tribuna do Alentejo e outros órgãos de informação que a 13 outubro de 2021 que em Monsaraz seria inaugurado o Museu Coleção Vintém,  com instrumentos musicais e tradicionais do mundo, dezenas de instrumentos, alguns dos quais raros.

O Museu Coleção Vintém encontra-se na Igreja de Santiago, em Monsaraz.

O espaço reúne a coleção de instrumentos musicais e tradicionais do mundo do professor e produtor musical Fernando Vintém. Pode ser visitado diariamente entre as 9h30 e as 12h30 e das 14h às 17h30.

O Museu Coleção Vintém tem em exposição membranofones, aerofones, cordofones e idiofones. De acordo com o colecionista, os visitantes podem apreciar um violino Antonius Stradivarius Cremonensis de 1703, um teponaztli, que é um tipo de tambor de fenda usado no centro do México pelos astecas e culturas relacionadas, um nyatiti, alaúde de taça de cinco a oito cordas do Quénia, uma flauta espírita da Guiné-Conacri que tem como curiosidade a superstição de ninguém a ter tentado tocar, um mijwiz, instrumento musical tradicional do Oriente Médio, popular na Palestina, Líbano, Jordânia e Síria, e um dung cheng do Tibete, trombeta usada nas cerimónias budistas tibetanas e da Mongólia.

A coleção reúne ainda uma trombeta de Faraó do Egipto, um bansuri da Índia, instrumento musical ancestral associado à tradição pastoral e ligado à história de amor entre Krishna e Radha, uma ocarina do Brasil, que é um instrumento de sopro em formato oval ou oviforme feito geralmente de porcelana, terracota, madeira ou pedra e que é considerado um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo, um tbilat, instrumento de percussão de Marrocos, um balafon do Gana, comum na África subsaariana e precursor do xilofone, mas também um mbira, que é uma família de instrumentos musicais tradicionais do povo Shona do Zimbabué.

No Museu Coleção Vintém podem ser vistos dezenas de outros instrumentos, como um raro sueng (Tailândia), um duff (Marrocos), um pellet (Nepal), uma flauta doce (Indonésia), uma darbuka (Antigo Egipto), um ngombi (Gabão), um tambor de joelho (África ocidental), um tambor Yoruba (Nigéria), um daff (Egipto), uma zobra (Tunísia), um assobio 4 cabeças (Brasil), um dombek (Egipto), um khaen (Tailândia), um pungi (Índia), um tin whistle (Irlanda) e as castanholas mirandesas (Portugal).

Museu Coleção Vintém, Reguengos de Monsaraz

Museu Coleção Vintém, Reguengos de Monsaraz

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/reguengos-de-monsaraz-museu-colecao-vintem-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-22 13:50:342024-12-05 19:36:26Reguengos de Monsaraz e os museus de música
Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins
Músicas no Concelho

Gondomar e as suas associações

Associações em Gondomar

Orquestras, associações, produções e festivais de música erudita

OPGBAC – Associação Cultural de Plectro

OPGBAC – Associação Cultural de Plectro
Centro Cultural de Rio Tinto Amália Rodrigues
Rua da Boavista s/n
4435-123 Rio Tinto
Tel. (+00 351) 911960331
Sítio: www.orquestra-bandolins.com
Correio eletrónico: orquestra.bandolins@gmail.com

A OPGBAC – Associação Cultural de Plectro, nasceu em 2010, tendo tomado a sigla OPGBAC. É um projeto que tem como objetivo a dinamização e difusão da música de plectro no panorama musical nacional. Se no que diz respeito à Guitarra, tudo funciona dentro da normalidade com cursos superiores e conservatórios a lecionar o instrumento, nos restantes instrumentos de corda beliscada muito há por fazer.

A OPGBAC tem-se focado na promoção do Bandolim por este ser de vital importância numa Orquestra de Plectro. Para o Bandolim foram compostas obras pelos nomes mais sonantes da história da música como Vivaldi, Caldara, Mozart, Hummel, Beethoven, Verdi, Mahler, Schoenberg, Webern, Boulez…

Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins (OPGB)

Desde 2015 sediada em Gondomar, no Centro Cultural Amália Rodrigues, Rio Tinto a OPGBAC – Associação Cultural de Plectro tem várias valências: a principal é a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins (OPGB), grupo que tem recebido os mais rasgados elogios pelo caracter original da sua sonoridade e pelo rigor interpretativo apresentado.

Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins

Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins

Escola de Música

Outros projetos são uma escola de música que se focaliza no ensino dos instrumentos de corda beliscada e os estágios internacionais, que trazem maestros e professores reconhecidos a Portugal.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Internacional de Música de Plectro

A revolução operada na em Portugal pela OPGBAC – Associação Cultural de Plectro no que diz respeito à música de corda beliscada é algo incontornável. O Festival Internacional de Música de Plectro é uma das nossas maiores apostas, pois permite ao público ter contacto com o que de melhor se faz a nível mundial nesta área.

No primeiro ano do Festival Internacional de Música de Plectro (2012), foi possível trazer a Portugal talvez o mais reputado grupo de música de plectro barroca, o Artemandoline Barroque Ensemble, que teve uma assistência a rondar as 500 pessoas.

A segunda edição do Festival, em 2013, realizou-se durante todos os fins-de-semana do mês de outubro. Sempre aos domingos, em 4 auditórios do Município da Maia, que receberam 4 reputados grupos de renome mundial.

Em 2016, com a Associação sediada em Rio Tinto, realizou-se o Festival Internacional de Plectro “Concelho de Gondomar”, que se realizou entre 8 e 10 de Julho em diversos espaços do município de Gondomar, com concertos, oficinas, classes de aperfeiçoamento e conferências.

A sua 4ª edição teve lugar em Gondomar a 23 de setembro de 2017, e esteve repleta de novidades que permitiram adequar o FIMP à dinâmica cultura de Gondomar. Porque o FIMP tem um potencial enorme devido às características singulares que o diferenciam, sendo o único festival de Música de Plectro do País, associou-se à marca “Gondomar é D’ouro”. Ao associar o FIMP a uma marca forte e reconhecida internacionalmente como a de Gondomar, a Associação acredita fazer de Gondomar também a Capital da Música de Plectro.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/gondomar-orquestra-portuguesa-de-guitarras-e-bandolins.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-22 10:25:002026-04-01 10:41:12Gondomar e as suas associações
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