Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Auditórios de Serpa

Salas de espetáculo do Concelho

Musibéria

O Musibéria tem como missão estimular a criação artística e de novos contextos educativos, nas áreas da dança e da música, a partir da matriz cultural ibérica e da sua diáspora.

No âmbito da sua missão e da planificação da sua atividade anual, a instituição tem como objetivos gerais: Potenciar o diálogo intercultural e Contribuir para a descentralização da oferta artística e educativa.

E como objetivos específicos:

‣ Apoiar processos de criação artística;
‣ Produzir e/ou promover uma programação artística regular e diversificada;
‣ Promover o intercâmbio entre criadores, intérpretes, investigadores e pedagogos;
‣ Promover a investigação de novas experiências e conteúdos pedagógicos;
‣ Fomentar a aprendizagem em contextos formais e não formais;
‣ Editar obras audiovisuais e/ou literárias sobre assuntos artísticos ou educativos;
‣ Fomentar a cooperação horizontal com instituições de criação, produção, formação e/ou difusão artística e/ou educativa.

A amplitude das ações do Musibéria é transversal aos domínios da criação, da formação, da programação, do desenvolvimento pessoal e comunitário e da edição e publicação de obras. O Musibéria define os seus padrões de atuação e relacionamento segundo seis valores fundamentais, a saber: humanismo e solidariedade; cooperação e interculturalidade; conhecimento e criatividade.

O Edifício

O Musibéria foi inaugurado em junho de 2011, sendo composto por dois edifícios interligados: um correspondente à recuperação de uma antiga fábrica de moagem e um outro edifício novo, dotado de:
‣ 1 Auditório com 138 lugares;
‣ 1 Estúdio de som;
‣ 2 Estúdios para a criação e/ou formação em dança;
‣ 9 Salas para a criação e/ou formação em música;
‣ 2 Galerias para exposições;
‣ 1 Sala para conferências.

Histórico

Ao longo dos seus anos de funcionamento ininterrupto, o Musibéria:
‣ Apoiou a criação de 36 espetáculos de dança e 49 espetáculos de música através de residências artísticas;
‣ Realizou 5 criações próprias;
‣ Promoveu a apresentação de 67 espetáculos de dança e 123 espetáculos de música;
‣ Desenvolveu 53 oficinas de dança e 49 oficinas de música;
‣ Promoveu 22 exposições de fotografia/pintura/instalações;
‣ Acolheu 26 conferências/seminários.

Alguns artistas portugueses que estiveram em criação ou apresentaram as suas obras, na dança: Amélia Bentes, Bruno Alexandre, Clara Andermatt, João dos Santos Martins, Sofia Dias e Vítor Roriz, Tânia Carvalho; na Música: António Chainho, Celina da Piedade, Mário Laginha, João Afonso, João Frade, João Paulo Esteves da Silva, José Valente, Sara Serpa. O Musibéria tem duas editoras musicais através das quais já publicou 8 obras.

Algumas parcerias e colaborações:

‣ Universidad de Villa Maria, Argentina;
‣ Certamen Coreografico de Madrid;
‣ Universidade de Évora;
‣ Conservatório Regional do Baixo Alentejo;
‣ Agrupamentos de Escolas de Serpa;
‣ Academia Sénior de Serpa;
‣ Creche Jardim de Infância de Serpa;
‣ Rota do Guadiana.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Musibéria, Serpa

Musibéria, Serpa

Auditórios em Ourique

Salas de espetáculo no Concelho

Cineteatro Sousa Telles

O Cineteatro Sousa Telles reabriu as portas a 15 de Fevereiro de 2009, com a inauguração do auditório Basílio Valente, tornando-se, desde logo, um dos espaços culturais de Ourique por excelência.

O Cineteatro Sousa Telles está vocacionado para a realização de conferências, seminários, colóquios, cinema digital e apresentação de espetáculos musicais, teatrais, de dança e demais iniciativas de âmbito cultural. Desde 2015, a sala está equipada com sistema de som Dolby Surround 7.1., passando a projeção de 35mm a ser feita em 2D. O Cineteatro Sousa Telles é um equipamento cultural concebido para albergar e receber atividades do foro artístico, individuais ou coletivas.

Apesar das suas valências lhe permitirem receber iniciativas de outro cariz, tais como congressos ou conferências, o Cineteatro Sousa Telles, na sua génese, é uma casa de artes e espetáculos que assenta nos seguintes objetivos:
→ Assegurar uma programação cultural regular de qualidade;
→ Promover a formação cultural através de desenvolvimento de actividades dirigidas quer ao público em geral, como novos públicos.

O Cineteatro encontra-se instalado num edifício de propriedade municipal situado na Praça D. Dinis, Ourique, sendo constituído por um Auditório com capacidade para 168 pessoas, com a lotação disposta da seguinte forma:

Plateia com 166 lugares sentados, e 2 lugares para pessoas com mobilidade reduzida. Nas estruturas de apoio, entre as quais 4 camarins (2 coletivos e 2 individuais), com casa de banho, chuveiros, casa de banho de acesso ao público, casa de banho adaptada, foyer, bilheteira, um pequeno bar de apoio na bilheteira, cabine de projeção, áreas de serviços técnicos, direção, entre outras.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Sousa Telles, Ourique

Cineteatro Sousa Telles, Ourique

Auditórios de Sesimbra

Salas de Espetáculo do Concelho

Cineteatro Municipal João Mota

O edifício, do qual faz parte o Cineteatro Municipal João Mota é propriedade da Câmara Municipal de Sesimbra desde 1988. Devido ao estado de degradação que o equipamento atingiu, foi o mesmo alvo de uma intervenção profunda que permitiu que reabrisse ao público em 2005 como biblioteca municipal, sendo que a parte do edifício destinado ao Cineteatro foi inaugurado em 2007.

Fica situado em plena malha urbana da vila de Sesimbra, na sua principal avenida (Av. da Liberdade), paredes meias com o terminal rodoviário, o que lhe confere uma grande centralidade, assim como de um conjunto de outros serviços como bancos, repartição de finanças, escolas, hospital e a maioria do comércio local nomeadamente a maioria dos serviços municipais.

O antigo Cineteatro João Mota foi inaugurado em 1962 pelo seu antigo dono João Baptista Mota, na altura com 769 lugares, dividido por plateia e tribuna, com espetáculos regulares às quintas, sábados e domingos. O edifício permaneceu em funcionamento até 1997, altura em que, já propriedade da CMS, foi encerrado ao público com o intuito de se apresentar a candidatura para a recuperação do espaço, transformando-o em biblioteca e cineteatro. Em 1998 a candidatura é aprovada e é assinado o protocolo de intenções.

O Cineteatro Municipal João Mota é um auditório polivalente, preparado para receber música, dança, teatro, cinema, conferências, seminários, congressos, entre outros. A sala de espetáculos tem uma configuração geométrica retangular contando com 254 lugares sentados, distribuídos por uma plateia de 206+3 (pessoas de mobilidade reduzida) e um balcão com 48 lugares sentados. A sala possui uma régie central por cima do balcão aqui encontra-se o equipamento de cinema digital, o projetor multimédia e duas cabines de tradução.

As régies de som e luz estão centradas ao fundo da plateia por baixo do balcão. Com uma bilheteira informatizada, com venda online de bilhetes e mais recentemente com controlo de acessos digital o Cineteatro Municipal João Mota oferece ao seu público uma programação eclética e diferenciadora em formato de temporada que tem o seu início em Outubro e termina em Maio. Na época estival apresenta um ciclo de cinema com os candidatos e vencedores do galardão máximo da sétima arte.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Municipal João Mota, Sesimbra

Cineteatro Municipal João Mota, Sesimbra

Auditórios de Castelo de Vide

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro Mouzinho da Silveira

O Cineteatro Mouzinho da Silveira foi inaugurado em 1901, situa-se na Avenida da Aramenha em Castelo de Vide, mais recentemente, no ano 2011 sofreu uma obra de melhoria e requalificação do espaço.

Este edifício centenário concerne um longo historial e tem vindo a afirmar-se, sempre, um local crucial à dinamização das artes visuais e performativas, evidenciando-se como uma resposta na promoção da cultura na comunidade.

O Cineteatro é formado por uma receção/bilheteira, plateia e balcão com capacidade para uma lotação de 242 lugares. Na sala estão contemplados 4 lugares destinados a espetadores com mobilidade reduzida, bem como existe um elevador que facilita o acesso a todo o edifício.

O espaço compreende, ainda, um amplo palco, apoiado por camarins e algumas arrecadações que permitem acomodar diversos materiais, equipamentos técnicos, cenográficos e equipamento apropriado para a exibição de cinema e uma sala de estar a que chamamos de Foyer.

Na área envolvente do Cineteatro situa-se o maior jardim do concelho de Castelo de Vide, o Parque João José da Luz é um anfiteatro natural, muito verde, onde se realiza vários eventos culturais e gastronómicos com vários acessos e estacionamento.

O edifício está dentro do centro urbano da vila de Castelo de Vide rodeado de vários serviços tais como, unidades hoteleiras, restaurantes, bar, cafés, banca, posto dos correios e serviços públicos.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Mouzinho da Silveira, Castelo de Vide

Cineteatro Mouzinho da Silveira, Castelo de Vide

Auditórios da Mealhada

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro Messias

Inaugurado a 18 de janeiro de 1950, o Cineteatro Messias é um tesouro cultural inestimável da região, de valor arquitetónico ímpar. Com uma fachada impressionante e uma decoração interior elegante, foi projetado pelo famoso arquiteto Rodrigues Lima, com larga experiência em edifícios desta natureza, de que são exemplo o Teatro Micaelense, o Teatro Avenida de Aveiro, o Império de Lagos e o emblemático Monumental de Lisboa.

A presença de um edifício com as características do Cineteatro Messias, numa cidade como a Mealhada, demonstra o empenho e espírito empreendedor do seu grande impulsionador: o Comendador Messias Baptista. Foi a faceta de benemérito deste industrial da Mealhada que permitiu a construção de uma obra de tamanha grandeza, que reflete uma grande preocupação de enquadramento urbano e cujas características inovadoras são também evidentes nos elementos decorativos escolhidos para o interior: nos candeeiros, nas cadeiras, nas cores e nos materiais de revestimento.

O edifício é composto de um auditório (plateia, balcão e camarotes), com capacidade para 368 pessoas (incluindo dois lugares para pessoas com mobilidade reduzida), camarins, foyers e áreas técnicas, de produção e de gestão. Dispõe, ainda, de uma galeria de exposições e uma cafetaria/bar, que são espaços que, pela sua dimensão e características arquitetónicas, possuem condições para a realização de eventos, tais como cafés-concerto, workshops, comemorações de datas festivas, conferências de imprensa, entre outros.

Concebido como um centro de entretenimento e cultura para a comunidade, tem sido um ponto de encontro crucial para os amantes da arte e da cultura, proporcionando uma ampla gama de eventos. Desde espetáculos de teatro e dança até concertos de música, passando por exposições e sessões de cinema, fruto de uma parceria com a NOS Lusomundo, tem acolhido artistas locais e nacionais e grandes companhias de teatro e revista. Essas iniciativas têm proporcionado aos residentes e visitantes experiências únicas e enriquecedoras.

Além da programação regular, o Cineteatro Messias ainda acolhe, com frequência, congressos, colóquios, jornadas e seminários.

Uma das linhas de atuação mais notáveis do Cineteatro Messias é o apoio e promoção de talentos locais. O espaço tem servido de trampolim para jovens artistas da região, oferecendo oportunidades para que eles exibam o seu talento. Paralelamente, tem dado palco a várias instituições do concelho. Estas parcerias com artistas e entidades locais, aliadas ao papel fundamental na educação e formação cultural, promovendo a valorização das artes desde uma idade precoce, têm vindo a enriquecer a programação e contribuído para o fortalecimento da identidade artística da Mealhada.

O Cineteatro Messias tem-se adaptado às tendências e necessidades da comunidade. A sua capacidade de se reinventar e continuar a oferecer uma programação diversificada é um testemunho do seu compromisso duradouro com a cultura e as artes.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Messias, Mealhada

Cineteatro Messias, Mealhada

Auditórios de Loulé

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro Louletano

O que começou por ser, em 1930, uma tradicional sala de espetáculos, tem vindo a transformar-se num local de pensamento, de produção de Cultura, de programação diversificada e que sonha transformar o (nosso) Mundo através da Arte.

É um espaço que estimula e apoia a criação contemporânea, preconizando um trabalho em rede e o envolvimento da comunidade em geral, da comunidade escolar e do meio associativo.

O Cineteatro Louletano tem como um dos objetivos ser plural e promover a criação artística, sendo disruptivo e criando necessidade e curiosidade nos públicos.

É um espaço que desafia os artistas, espaço que apoia a criação artística e promove a sua concretização através de encomendas e coproduções. Ao mesmo tempo que é um local de escuta ativa da cidade, da região, do país e do mundo para proporcionar aos públicos um acesso à Cultura, como forma de democracia, de liberdade, de pensamento e de cidadania.

O Cineteatro Louletano mantém uma forte ligação com o tecido associativo local e regional, constituindo-se como parceiro para a qualificação artística e para a valorização e promoção dos artistas fora da região. É local de residência de artistas, proporcionando tempo, espaço e meios para a criação, para a experimentação e para que sintam o pulsar da cidade, deste Sul e das gentes, como ponto de partida ou de chegada para novas partilhas artísticas.

O Cineteatro Louletano tem como objetivos:
– apoiar a criação artística;
– assegurar uma programação plural, regular e de qualidade;
– promover a formação de públicos;
– promover a fruição cultural;
– promover o pensamento crítico;
– promover a cidadania e a liberdade de expressão;
– participar em redes profissionais e temáticas para qualificar os recursos humanos e melhor servir os públicos;
– potenciar a criação de projetos comuns com várias instituições; – promover o acesso à Cultura e à Arte.

A Sala de espetáculos é o elemento central do edifício, em torno da qual se vão organizando os serviços de apoio aos espetadores, a administração do teatro e os serviços internos e de apoio técnico e de cena. O Palco assume-se como um palco tradicional “à italiana”, criado de raiz na sua totalidade, que mantém a sua essência, mas aliada a um toque de modernidade. A lotação máxima da sala é de 314 lugares sentados (215 na Plateia, 46 no 1º Balcão, 49 no 2º Balcão e quatro lugares destinados a espectadores em cadeira de rodas). No 1.º piso, o Bar é um local de convívio, bem como um espaço alternativo para a realização de espetáculos ou conversas de teor mais intimista. É um local que pretende colorir, inquietar, assombrar, espantar, encantar e criar urgência(s) de Humanidade e de Cidadania.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Auditórios de Montemor-o-Novo

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro Curvo Semedo

Pela sua centralidade e imponência o edifico do Cineteatro Curvo Semedo marca a paisagem de Montemor-o-Novo. A inauguração deste espaço cultural a 17 de janeiro de 1960 é um marco importante na história de uma cidade que viveu e vive intrinsecamente ligada à Cultura.

O Cineteatro Curvo Semedo apresenta-se como um recurso para a comunidade e é utilizado para múltiplas atividades promovidas não apenas pela Câmara Municipal, mas também pelo Movimento Associativo e empresarial. O espaço, projetado pelo arquiteto Raul Lino, tem capacidade para 776 pessoas e conta com uma programação regular de cinema, teatro e música.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo

Cineteatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo

Auditórios de Chaves

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro Bento Martins

O Cineteatro Bento Martins, em Chaves, é um espaço devidamente equipado para acolher atividades multidisciplinares. Para além do teatro nas vertentes de produção, representação e formação, realiza outras atividades tais como: cinema, animação cultural, férias artísticas e ateliers, e sempre que possível o desenvolvimento e apoio a outros projetos e atividades da comunidade.

O Cineteatro é gerido pelo TEF – Teatro Experimental Flaviense, C.R.L., uma cooperativa cultural, fundada a 20 de janeiro de 1980, reconhecida como entidade de utilidade pública, com medalha de mérito municipal (grau bronze), é uma empresa PME, reconhecida pelo IAPMEI e também com vários prémios e menções honrosas. é um CCD da Fundação INATEL e está inscrita no registo nacional de associações juvenis do IPDJ, faz parte de órgãos diretivos de diferentes associações (Federação Portuguesa de Cineclubes, ADRAT, entre outras) e é associado em outras (ANIMAR, FNAJ, ACISAT, IPDJ E INATEL).

O espaço do Cineteatro Bento Martins está aberto de segunda a sexta, a partir das 9h até às 18h, sempre com atividades culturais relevantes para a região e dispõe de diversas valências que permitem realizar os mais variados tipos de eventos. O auditório é o ex-líbris da instituição, com 160 lugares sentados, som surround 7.1, projeção em dcp digital e um palco que pode albergar qualquer tipo de eventos, é um espaço multifuncional que continua em evolução constante.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Bento Martins, Chaves

Cineteatro Bento Martins, Chaves

Auditórios de Alcanena

Salas de espetáculo do Concelho

Cine-Teatro São Pedro

Apesar de inativo durante, praticamente, duas décadas, o Cine-Teatro São Pedro de Alcanena sempre se manteve como referência cultural na memória coletiva.

A sua reabertura em 2008 e o seu funcionamento contribuíram para o reavivar e para a criação de novos laços com – e entre – a comunidade de públicos.

A funcionar regularmente desde então, o CTSP privilegia as atividades de caráter cultural e social, assumindo-se como um pólo produtor e difusor de cultura e sendo o local de excelência das artes e cultura no município de Alcanena, apresentando-se ao público com um conjunto de propostas que visam permitir a integração do Equipamento na vida cultural do município, tornando-o um espaço estruturante, atualizando a sua missão, os seus objetivos e a sua relação com a comunidade.

Um equipamento que cumpre não apenas as condições básicas para a integração nas estruturas de redes que estão criadas em Portugal, mas que permita também a efetivação de um projeto consequente, identitário e útil à comunidade onde se insere e para qual deve trabalhar, em primeiro lugar.

Um projeto que assegure diversidade, pluridisciplinaridade, regularidade, ação pedagógica e qualidade artística.

Uma política que se deve entender enquanto conjunto de relações e desafios entre o equipamento e os públicos, e não apenas entre um “edifício” como lugar de consumo de bens culturais.
Um equipamento que projete as suas memórias, mas que seja, acima de tudo, um equipamento para o futuro.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cine-Teatro São Pedro, Alcanena

Cine-Teatro São Pedro, Alcanena

Auditórios da Póvoa de Varzim

Salas de espetáculo do Concelho

Theatro Garrett

A popularidade da Póvoa de Varzim como eminente instância balnear, nos finais do século XIX, levou à construção de um edifício permanente para o teatro, em 1890, o Theatro Garrett, mais tarde renomeado Cine-Teatro Garrett, designação que mantém até hoje.

O Theatro Garrett foi um espaço fundamental para a sociedade poveira da época, com um enorme impacto também na zona norte de Portugal. Muitos foram os que aqui estrearam na sua relação com as artes do espetáculo, nesta cidade de alma cosmopolita, conhecida por ser ponto de encontro e local de tertúlias de escritores e artistas. Passaram por este palco os grandes atores portugueses e de fama mundial em digressão por Portugal e importantes companhias e artistas.
No dealbar do século XX, a Póvoa de Varzim fazia parte do roteiro dos grandes espetáculos nacionais e internacionais, aqui as vedetas da época iniciavam a sua tournée por Portugal e o Theatro Garrett era o grande teatro da época. Assim se manteve até mais de meados do século XX, quando, como muitos dos teatros portugueses entrou num período de decadência e encerrou. Durante os anos 90 do século XX, o executivo municipal decidiu adquirir o edifício, evitando, assim, a sua utilização para fins diferentes daqueles para os quais tinha sido projetado e construído. Após uma profunda e completa remodelação, o Cine-Teatro Garrett reabriu portas ao público no dia 14 de junho de 2014, com a apresentação do conceituado músico Rodrigo Leão. A recuperação dotou o espaço com a mais recente tecnologia e infraestruturas, preparando-o para acolher ou criar as produções mais exigentes.

O Cine-Teatro Garrett é uma estrutura municipal, cuja missão e objetivos estão orientados para a captação, formação e fidelização dos mais variados públicos, procurando implementar uma relação de proximidade entre os espectadores e a programação artística, que se pretende eclética, inclusiva e convidativa. Subjacentes às opções programáticas, estão preocupações de inclusão social e envolvimento da comunidade, como se espera, de resto, de um espaço municipal.

Na procura desta transversalidade programática proporcionadora de oportunidades de fruição cultural a todos os públicos, a principal preocupação do Cine-Teatro Garrett aponta para a construção de um plano cultural diversificado e regular que contemple uma oferta equilibrada, no sentido de satisfazer várias franjas de público, quer em termos de tipologias de espetáculos (música, teatro, dança, cinema, seminários, conferências, festivais e exposições, entre outros), quer em termos de faixas etárias e perfis culturais, na sua globalidade.

A programação do Cine-Teatro Garrett não se esgota, contudo, na agenda artística própria.
Ao longo dos anos, o município, consciente da riqueza do seu património e tradições locais e atento às dinâmicas dos seus habitantes, tem dado espaço e incentivado e apoiado as associações, entidades e promotores locais, ora pontualmente, ora através de parcerias e protocolos. Desde 2014, mais de 360 espetáculos, organizados por entidades do concelho, serviram de complemento à programação própria do espaço. Com a reinauguração do Cine-Teatro Garrett a vida cultural regressou ao centro da cidade criando uma dinâmica própria de interação com os cidadãos.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Theatro Garrett, Póvoa de Varzim

Theatro Garrett, Póvoa de Varzim