Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Auditórios de Mação

Salas de espetáculo do Concelho

Cine-Teatro de Mação

O Cine-Teatro de Mação (CTM) é um equipamento situado num local central da Vila de Mação, tendo sido inaugurado nos anos 50. É um local que cruzou gerações e que se assume como um lugar de extrema importância na vida da comunidade Maçaense. Durante décadas foi o único espaço do género na Vila de Mação. Todos os eventos culturais, quer fossem peças de teatro, atuações musicais, cerimónias oficiais, palestras, eventos festivos das associações ou mesmo da comunidade escolar, bem como qualquer outro tipo de evento, eram realizados neste local.

Requalificado, apresenta uma sala moderna, com cerca de 220 lugares sentados, equipado com equipamentos de luz e multimédia de última geração. Possui um conjunto de áreas técnicas onde se encontram localizados os camarins. É composto por uma área de exposição, composta por uma sala de exposições e por um espaço memória, onde é possível ter-se contacto com um pouco da história deste espaço.

O CTM apresenta uma programação regular de cinema, com três sessões mensais, sendo uma delas infantil. Os filmes exibidos vão desde os últimos êxitos de bilheteira a alguns dos melhores e mais atuais filmes que estreiam no nosso país. Ao nível da música, o CTM possui a programação regular de alguns espetáculos, como é o caso do FestFado, com uma periodicidade anual, que em 2025 já irá para a 3ª edição. Pontualmente são desenvolvidos espetáculos de alguns artistas nacionais, como foi o caso em 2022 do concerto do António Zambujo ou em 2024 do concerto dos The Classic. O CTM é ainda palco de outras iniciativas culturais como é o caso de peças de teatro, stand-up comedy e de outras iniciativas de índole cultural, de saúde e bem-estar ou outras temáticas relevantes, no formato de palestras e/ou seminários, promovidas pela Autarquia, em parceria com outras entidades ou apenas solicitadas por outras entidades.

Neste contexto e partindo da premissa de que o Cine-Teatro é um espaço de todos e para todos, acolhe as iniciativas culturais de várias Associações Concelhias, como vários concertos, igualmente de periodicidade anual (e não só) e comemorativos da Sociedade Filarmónica União Maçaense, do Grupo Cultural “Os Maçaenses”, assim como os espetáculos de final de semestre do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte (Sarau Anual). O CTM acolhe, igualmente, cerimónias oficiais do Município de Mação.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cine-Teatro de Mação

Cine-Teatro de Mação

Auditórios de Guimarães

Salas de espetáculo no Concelho

Musorbis, a mapear a música e as artes do espetáculo em Portugal

Centro Cultural Vila Flor

O Centro Cultural Vila Flor comemora 20 anos de existência a 17 de setembro de 2025. 20 anos de representação máxima, de sonho, de expressão e de afirmação de um lugar de liberdade, consumado a partir das artes e da cultura. O programa pensado para assinalar este notável percurso, que marca decisivamente a paisagem artística e cultural do país, afirma mais uma vez a presença de artistas e públicos, enquanto relação primordial de uma sociedade em permanente evolução.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, créditos: Leonardo Finotti

Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, créditos: Leonardo Finotti

Auditórios de Monção

Salas de espetáculo no Concelho

Cine Teatro João Verde

O Cine Teatro João Verde, em Monção, foi outrora um espaço de referência no contexto cultural do Alto Minho. Abriu portas em 1949 e manteve-se ativo durante cerca de quatro décadas.

A 25 de abril de 2013 reabre depois de adquirido e reabilitado pelo Município de Monção, com uma grande responsabilidade política e cultural, já que recuperava também a memória coletiva desse espaço central na cultura monçanense. Se na sua primeira vida a programação incidia na apresentação de espetáculos, em especial os de arte dramática, e na exibição de cinema comercial, nesta segunda vida a sua programação é mais abrangente, multidisciplinar e inclusiva. As artes performativas, as exposições, as produções junto da comunidade e do tecido associativo local, as oficinas de artes plásticas e artes dramáticas, o serviço educativo e o próprio edifício enquanto espaço com história e interesse patrimonial e cultural, fazem parte do novo léxico deste espaço. A visão volta-se para o futuro, tendo sempre em conta o passado e a memória do espaço.
A sua programação multidisciplinar e o seu tarifário acessível, para além da sua componente descentralizadora, cumprem a missão de democratização do acesso de diferentes públicos às questões culturais.

As oficinas artísticas e o serviço educativo são outras das valências de uma estrutura que quer encontrar na educação de novos públicos, forma de potenciar um futuro pautado por uma sociedade mais crítica e humanizada.

O edifício é composto pelo rés-do-chão, que compreende auditório (com uma capacidade total de 292 lugares sentados, 8 lugares para pessoas com mobilidade condicionada/reduzida) e foyer com bar, balcão de atendimento e sanitários públicos. No primeiro piso, encontra-se a galeria vocacionada para exposições temporárias, podendo também acolher pequenos colóquios, ações de formação, performances e espetáculos de pequeno formato. No segundo piso encontram-se as oficinas de artes plásticas. Por último, na cave do edifício, existem dois camarins múltiplos e três camarins individuais, uma sala de ensaios e o sub-palco, apto a receber projetos artísticos de diversa índole.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cine Teatro João Verde, Monção

Cine Teatro João Verde, Monção

Teatro Privado do Palácio da Brejoeira

Além de órgão de tubos, o palácio da Brejoeira tem um belo teatro privado. O palácio é um edifício de arquitetura civil de estilo Neoclássico do início do século XIX, devendo-se a iniciativa da sua edificação a Luís Pereira Velho de Moscoso.

Teatro Privado do Palácio da Brejoeira, créditos Maria Telles

Teatro Privado do Palácio da Brejoeira, créditos Maria Telles

Festivais de Ferreira do Alentejo

Música e Dança no Concelho

Festival Giacometti

O Festival Giacometti tem uma programação diversa nas áreas da música, arte, antropologia, cinema, dança e gastronomia. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e inovação. Nos dias 6, 7 e 8 de Junho de 2025, Ferreira do Alentejo acolhe mais uma edição do Festival Giacometti, com o tema “A Voz e a Polifonia”. Em 2025 a curadoria está a cargo de José Barros, uma referência incontornável da revitalização da música tradicional portuguesa e da sua adaptação ao gosto contemporâneo, contando ainda com a direção geral de Maria João Pina, chefe da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo.

A figura que dá o nome ao festival foi uma personalidade que, apesar de natural da Córsega, fez um trabalho de recolha e investigação notáveis em prol da Cultura Popular – literatura oral, música, dança e medicina tradicional. Existe uma ligação forte de Michel Giacometti a Ferreira do Alentejo onde, em 1968, fez várias recolhas relacionadas com o “cante” em Peroguarda, Ferreira e Figueira dos Cavaleiros. Os laços profundos que estabeleceu com a comunidade local, nomeadamente com Peroguarda, onde criou diferentes amizades, levam-no a escolher a pequena e branca aldeia como a sua última habitação.

Festival Giacometti, Ferreira do Alentejo

Festival Giacometti, Ferreira do Alentejo

Património edificado

Música e artes no Concelho

A Câmara Municipal de Vizela inaugurou em 2025 a 3ª requalificação do Parque das Termas. Da inauguração constou um memorial em honra de Joaquim da Costa Chicória próximo à margem do Rio Vizela. Chicória é autor da peça musical Murmúrios do Vizela.

A homenagear o músico existe em Vizela a Casa da Cultura Joaquim da Costa Chicória.

150 anos do nascimento de Joaquim da Costa Chicória

O Concerto de Ano Novo da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense (SFV) a 04 de janeiro marcou o início das comemorações dos 150 anos do nascimento de Joaquim da Costa Chicória.

No quartel dos soldados da paz, numa iniciativa que já vai sendo tradição, os músicos da SFV interpretaram o Hino dos Bombeiros Voluntários de Vizela, com composição de Joaquim da Costa Chicória. 2025 é o ano em que se comemoram os 150 anos do nascimento do compositor vizelense e o autarca Victor Hugo Salgado garantiu que o Município não deixará passar a data em branco: “A Câmara Municipal de Vizela (CMV) tentou sempre valorizar os símbolos do concelho, reforçando a nossa identidade. Quando transformou o Matadouro na Casa da Cultura deu-lhe o nome de Joaquim da Costa Chicória e, no ano em que se assinalarão os 150 anos do seu nascimento, é objetivo corporizar esta data num momento, numa passagem no Parque das Termas, que se encontra na terceira fase da sua obra de requalificação, para que todos os que cá residem mas, sobretudo os que passem por cá, conheçam um pouco da nossa história”.

Fonte: Rádio Vizela

Memorial em honra de Joaquim da Costa Chicória, créditos Cândido José Oliveira

Memorial em honra de Joaquim da Costa Chicória, créditos Cândido José Oliveira

Rota Musical em Monção

Elementos para uma rota de temática musical em desenvolvimento

corpo de Dança

Peça escultórica “Corpo de Dança”, junto ao Baluarte de São Bento, na Avenida das Caldas.

A peça “corpo de Dança”, executada em metal, assenta num suporte arredondado de granito de Merufe. Nela, um homem e uma mulher, ele com as castanholas, ela com os braços no ar, transmitem uma imagem fiel do movimento típico de quem está a dançar folclore.

Da autoria de Pedro Figueiredo, a escultura, inaugurada no dia 12 de março de 2022, feriado municipal, teve como finalidade prestar 𝗵𝗼𝗺𝗲𝗻𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗮𝗼𝘀 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼𝘀 𝗳𝗼𝗹𝗰𝗹𝗼́𝗿𝗶𝗰𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗹𝗵𝗼, enriquecendo o espaço público de Monção com mais um elemento artístico revelador da autenticidade e apego à tradição da população local.

Para a sua conceção, Pedro Figueiredo esteve em residência artística no nosso concelho, onde “mergulhou” nas danças e cantares dos agrupamentos folclóricos locais, visando captar um movimento de par identificativo da essência desta tradição secular e dos seus guardadores de memória.

Num domingo com folclore na Praça Deu-la-Deu, celebrando mais uma tarde etnográfica, a visualização desta peça é o ponto de partida para um périplo pelas aldeias de Monção, absorvendo a vivência comunitária e a sonoridade folclórica, que tanto inspirou o seu autor, Pedro Figueiredo, na criação desta obra magnifica.

Fonte: CMM

Corpo de dança, escultura, Monção

corpo de dança, escultura, Monção, créditos Câmara Municipal de Monção

Festivais em Campo Maior

Eventos de música e dança no Concelho

Pés no Chão – Festival Internacional de Dança

O Pés no Chão – Festival Internacional de Dança, pretende juntar em Campo Maior um conjunto de artistas e companhias profissionais para levar a sua dança a vários espaços. O Festival oferece ainda uma componente de formação, com a realização de workshops para diversos públicos e permite o encontro da arte de dançar com a arte de capturar imagens, com a inclusão de uma componente de vídeo-dança. É promovido pelo Município de Campo Maior e pela Axpress-Arte | Associação Cultural, sob a direção artística de María Lama.

Pés no Chão - Festival Internacional de Dança

Pés no Chão – Festival Internacional de Dança

Música e Dança em Elvas

Festivais e outros eventos no Concelho

Festival Elvas Dança

Mais de quatro centenas de bailarinos participam na edição 2025 do Festival Elvas Dança. Entre 1 e 10 de maio, dez associações/grupos de dança apresentam coreografias, ao som dos mais diversos temas, em 14 Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI) do concelho de Elvas, num evento que se pretende chegue a todos os públicos, e em 2025 promova o convívio intergeracional. A iniciativa, que na primeira edição trouxe a dança à rua e ao património, este ano vira-se para o interior, proporcionando momentos lúdicos aos idosos institucionalizados, e que de outra forma poderiam não ter oportunidade de usufruir destes momentos.

Festival Elvas Dança

Festival Elvas Dança

Auditórios de Tábua

Centros de Artes no Concelho

Centro Cultural de Tábua

Av. Comendador Costa Carvalho
3420-428 Tábua, Portugal

Inaugurado a 10 de abril de 2013, o Centro Cultural de Tábua veio colmatar uma importante lacuna do conjunto de equipamentos que o concelho dispunha, tendo-se tornado no espaço de maior dimensão cultural do concelho, com espetáculos semanais de cinema, teatro e música.

O Centro Cultural de Tábua tem 3 salas polivalentes (Sala Sarah Beirão, Sala Dr. Costa Júnior e Sala Dr. Caeiro da Mata), onde decorrem as aulas da Academia Sénior de Tábua, da Academia Artística do Município de Tábua e do Grupo de Teatro Municipal.

Para além dos espetáculos, o auditório Ivo Portela recebe ainda diversas apresentações, convenções, palestras e seminários. No Foyer decorrem, ainda, diversas exposições temáticas ao longo do ano.

Localizado no extremo Norte do Jardim Sarah Beirão, o edifício é constituído essencialmente por três componentes.

A primeira diz respeito ao corpo do palco que foi colocado na zona de cota mais baixa do terreno a fim de minimizar o impacto volumétrico na envolvente.

A segunda diz respeito ao corpo da entrada principal no Auditório e que é composta pela entrada propriamente dita, a bilheteira, o bengaleiro, o foyer, o bar de apoio, as instalações sanitárias para o público e ainda, as zonas técnicas para a projeção e operação de luminotécnica e som. Este corpo prolonga-se em elementos laminares para o exterior afirmando alinhamentos e diluindo visualmente o impacto maior do corpo do palco. Por outro lado, permite a privacidade da sala do Auditório que assim pode estar aberta visualmente sobre o exterior do jardim.

O terceiro corpo diz respeito à sala do Auditório que, com uma capacidade para 286 espectadores, se afirma como um corpo livre e suspenso interligando os outros dois já descritos.

Fonte: Município de Tábua

Centro Cultural de Tábua

Centro Cultural de Tábua

Auditórios de Viana do Castelo

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro Municipal Sá de Miranda

O Teatro Municipal Sá de Miranda Hoje comemorou a 29 de abril de 2025 o seu 140º Aniversario. Trata-se de “um belo exemplar de raiz italiana, projetado por José Geraldo da Silva Sardinha, com plateia em forma de ferradura e três ordens de camarotes, com capacidade de cerca de 400 lugares”. Em 1985, ao celebrar-se o seu centenário, o espaço cultural foi adquirido pelo Município de Viana do Castelo, tornando-se então Teatro Municipal Sá de Miranda.

A obra projetada por José Geraldo da Silva Sardinha, foi inaugurado no dia 29 de abril de 1885.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: Câmara Municipal de Viana do Castelo

Teatro Municipal Sá de Miranda, créditos Américo Dias 2025

Teatro Municipal Sá de Miranda, créditos Américo Dias 2025