Auditórios de Torre de Moncorvo

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro de Torre de Moncorvo

O Cineteatro de Torre de Moncorvo é uma instituição que promove as artes cénicas, cinematográficas e musicais, além de outras atividades de cariz lúdico, cultural e institucional. Acolhe sessões de cinema, peças de teatro, espetáculos musicais e de variedades, exposições e eventos temporários.

O Cineteatro de Torre de Moncorvo é também um espaço de apoio à realização de aulas, ensaios e espetáculos da escola municipal de música, dança e artes de Torre de Moncorvo que se situa no mesmo edifício.

Em 1911, foi instalado no antigo posto telegráfico, sito no largo do Castelo, junto aos Paços do Concelho, o cine teatro, dispondo de máquina de projetar filmes. Em 16 de janeiro de 1933, a máquina pegou fogo aos reposteiros destruindo por completo o edifício. Surgiu então a necessidade de construir um novo cineteatro, adaptado aos tempos vigentes. Desenvolveram-se vários projetos, tendo iniciado a obra em 1937, junto ao Jardim 28 de Maio (atualmente designado de Dr. Horácio de Sousa).

O projeto do Cineteatro de Torre de Moncorvo foi elaborado pelo Arquiteto Arménio Losa e Eng. António Ferreira Pinto e foi inaugurado em 16 de fevereiro de 1950, com a projeção do documentário propagandístico “Quinze anos de Obras Públicas”, seguindo-se o filme “Ribatejo” de Henrique Campos. Em 1972 o Cineteatro encerra para obras de conservação. Após a conclusão das mesmas a concessão é entregue à Lusomundo, que manteve a sua exploração até cerca de novembro de 1986.

Posteriormente ficou a cargo da Câmara Municipal, e em janeiro de 2002 foi novamente encerrado para obras de recuperação, com projeto do Gabinete do Centro Histórico da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.

Reabriu a 18 de março de 2005 e desde então tem mantido uma programação qualitativa e diversificada no campo das artes, que de forma assídua contempla as populações da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Em 2022 procedeu-se à remodelação ao nível do som, projeção, teia e mecânica de cena, modernizando desta forma a sala e proporcionando melhores condições às equipas técnicas e a todos os utilizadores.

O Cineteatro de Torre de Moncorvo dispõe de uma sala principal, com plateia, balcão e 6 camarotes, contando com cerca de 300 lugares. É uma sala de arquitetura modernista, com adaptações para garantir o conforto e a excelência do acolhimento do público.

A cafetaria localiza-se no primeiro andar, com capacidade para 50 pessoas; é um espaço de lazer, sendo de realçar o mobiliário contemporâneo. Aqui se realizam reuniões e outros eventos temporários.

O átrio de entrada, além de ponto de receção e de distribuição do público, serve igualmente de espaço para promoção de atividades bem como para exposições temporárias. No exterior, as arcadas deste edifício são também palco de realização de espetáculos e concertos fora de porta.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro de Torre de Moncorvo

Cineteatro de Torre de Moncorvo

Auditórios de Albergaria

Salas de espetáculo do Concelho

Cineteatro Alba

O Cineteatro Alba é um espaço de apresentação, produção, acolhimento e criação de espetáculos nas áreas performativas da música, teatro, dança, novo circo, entre outros cruzamentos disciplinares, bem como de cinema e artes plásticas, funcionando em articulação com os espaços pertencentes à rede cultural do município de Albergaria-a-Velha.

A sua programação promove a formação, qualificação e fidelização dos públicos, através da realização de projetos artísticos que privilegiam a utilização dos recursos materiais e imateriais do território. É ainda missão deste equipamento cultural o encontro entre o público e a criação artística contemporânea, desenvolvendo novos olhares e linguagens sobre a atualidade e incentivando a criatividade.

Inaugurado a 11 de Fevereiro de 1950, o Cineteatro Alba tornou-se numa “das melhores, mais modernas e mais luxuosas casas de espectáculos do País”. Dotado de excelentes condições técnicas, foi palco de um enorme repertório cultural, com a passagem de muitos dos nomes mais sonantes do teatro e da revista. O cinema teve um papel preponderante na dinamização com as famosas máquinas “Gaumont Kalle 21” que projetaram os filmes de sessões inesquecíveis para algumas gerações de jovens albergarienses. Depois de cerca de três décadas de glória, nos anos 80, começa a notar-se o seu desgaste, quer em termos físicos, quer técnicos, quer de programação, esta última muito pelo manifesto declínio da atividade cinematográfica, um pouco por todo o País, aventando-se o seu fim, total ou parcial.

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha deliberou adquirir este equipamento cultural em 1995, estabelecendo um Acordo de Cooperação com o Ministério da Cultura, assinado a 18 de Fevereiro de 1997 pelo Dr. Rui Marques, que lhe garantiria uma comparticipação de 37.500.000 de escudos. A 3 de Maio de 1997, o Cineteatro Alba retomou a sua atividade, ainda que sem programação regular, servindo, especialmente, os agentes locais.

Em 2002, o novo Executivo autárquico, sob a presidência do Prof. João Agostinho Pereira, dá início a um novo processo, tendo em vista a requalificação do Cineteatro Alba, estabelecendo contactos com os diferentes organismos do Estado no sentido de garantir o apoio, técnico e financeiro, necessário para a concretização daquele objetivo.

A 27 de Abril de 2012, depois de vinte meses de trabalhos de restauro e requalificação, num investimento de cerca de 3,2 milhões de euros, o Cineteatro Alba (re)abre as portas ao público com a ambição de ser uma nova referência de produção artística e fruição cultural na região e no país.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha

Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha

Auditórios de Oliveira do Bairro

Salas de Espetáculo do Concelho

Quartel das Artes

O Quartel das Artes abriu portas em 2014. Com uma capacidade de 438 lugares, com um auditório arquitetonicamente original, posicionou-se desde logo como um dos espaços de cultura de referência na região centro.

A programação tem vindo a aumentar gradualmente, chegando em 2019, ano com mais atividade até ao momento, a ter mais de 100 espetáculos num só ano. Com uma forte aposta na cultura local – num concelho com uma das mais marcantes tradições musicais do país – a programação, nacional e internacional, é eclética e de grande qualidade.

Conta com dois festivais residentes: MOB – Festival da Música e dos Músicos de Oliveira do Bairro, que contou com a 8ª edição em 2021 e Hu´morde-me – Festival de Humor de Oliveira do Bairro (4ª edição em 2021).

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Quartel das Artes, Oliveira do Bairro

Quartel das Artes, Oliveira do Bairro

Oficinas de instrumentos em Idanha-a-Nova

Construção de instrumentos musicais no Concelho

Centro de Artes Tradicionais

Centro de Artes Tradicionais
Rua de São Pedro
Idanha-a-Nova

Centro de Artes Tradicionais, créditos Município de Idanha-a-Nova 2025

Centro de Artes Tradicionais, créditos Município de Idanha-a-Nova 2025

José Relvas

Construtor de Adufes
Contactos: 962692887
Morada: Rua da Calçada nº 74
6060-191 Idanha-a-Nova

José Rego Relvas é um artesão de profissão reconhecido a nível nacional como o construtor de Adufes do País. Aprendeu esta arte com o pai, que já tinha adquirido o saber das gerações mais antigas. Desde novo gostou do adufe e da maneira de curtir as peles, o que o levou a apaixonar-se por esta arte. Com o passar dos anos foi aperfeiçoando a sua técnica de modo a obter um som inconfundível e instrumentos com alma própria.

Fonte: João Carlos Silveira

Testemunhos

“Além de uma sumidade na nobre arte de construir adufes (há cerca de 5 décadas), o Zé é uma enciclopédia etnográfica da Beira Baixa e principalmente, da Idanha. Tenho um adufe triangular feito pelo Zé há quase 20 anos, continua impecável e não me desfaço dele nem troco por nenhum outro, pois até hoje, não experimentei outro com um timbre tão intenso e envolvente. Tal como o Zé. Sou apologista que qualquer artesão passa muito daquilo que é para as coisas que faz…quando as faz com brio, engenho, amor e arte. Como é o caso. Fico tremendamente feliz quando constato que esta admiração pelo Zé é comum a tantos músicos e artistas da nossa praça.” (Rui Reis)

José Relvas, fabricante de adufes de Idanha-a-Nova

José Relvas, fabricante de adufes de Idanha-a-Nova

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festivais de Música em Beja

Ciclos, encontros e festivais de música no Concelho

Festival B

Sítio: www.festivalb.pt

O Festival B decorre no centro histórico de Beja em espaços adaptados para as diversas intervenções culturais.
O Festival B foi vencedor do Prémio “Melhor Evento 2018”, atribuído pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

Festival B, Beja

Festival B, Beja

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

MUPA (Música na Planície)

Em 2021, o festival “Música na Planície” esteve de regresso a Beja. A segunda edição do MUPA (Música na Planície) aconteceu nos dias 16 e 17 de julho. É uma organização da CulturMais com o apoio da Câmara Municipal de Beja, do IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude), da Direção Regional da Cultura do Alentejo e da União de Freguesias de Santiago Maior e São João Baptista.

A missão do MUPA é cruzar gerações, costumes e géneros musicais, criando assim uma aliança entre a música ao vivo e a memória coletiva do Centro Histórico de Beja. Na segunda edição, os locais em destaque foram o Cine-Teatro Pax Júlia e o Jardim Público, que receberam artistas dos mais variados estilos.

MUPA (Música na Planície)

MUPA (Música na Planície)

Tunas e estudantinas de Rio Maior

História e atividades tunísticas no Concelho

  • Bagatuna – Tuna Masculina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior
  •  Sal&TunaTuna Feminina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior
Bagatuna

Tuna Masculina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior

A Bagatuna – Tuna Masculina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior foi fundada em 2003. Em 2018, realizou o IX Bagatunaço – Festival de Tunas Masculinas da Cidade de Rio Maior, no Cineteatro de Rio Maior, com 4 tunas a concurso (Coral Quecofónico do Cifrão, Cuca, Estuna e Gatunos) e duas extraconcurso (Feminis Ferventis -Tuna Académica Feminina da Universidade do Algarve, e a Sal&Tuna, Tuna Feminina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior.

Tlm. (+00 351) 912 109 504
Correio eletrónico: bagatuna.esdrm@hotmail.com

Sal&Tuna

Tuna Feminina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior

A SalTuna organizou em 2016 o VI Sal&Fonia – Festival de Tunas Femininas da Cidade de Rio Maior.

Tuna Feminina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior

Tuna Feminina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, 2015

Grupos de cavaquinhos de Vila Nova de Famalicão

Agrupamentos, festivais, encontros e eventos sobre o cavaquinho

  • Grupo de Cavaquinhos CCDR
  • Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC
  • Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves
Grupo de Cavaquinhos CCDR

Na Feira de Artesanato e Gastronomia de 2017, o portal referia a participação de grupos folclóricos, cantares ao desafio e música tradicional. Ao nível da programação, destacava-se a Tarde Sénior com a animação a cargo do Grupo de Cavaquinhos do CCDR.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC

O Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC é um grupo musical formado por cerca de 25 elementos, dedicado á divulgação do cavaquinho e da música popular portuguesa.

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC, Vila Nova de Famalicão

Grupo de Cavaquinhos do Liberdade FC

Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves

A Fundação Castro Alves tem como valências âncora o Museu de Cerâmica Artística, a Escola Oficina de Cerâmica Artística e a Escola de Música que se encontra sob a direção pedagógica do CCM, e tem consolidado as suas respostas ao nível do Serviço Educativo e Social e da Programação Cultural.

Em 2008, a Fundação Castro Alves anunciou que a exposição “As Voltas do Linho” seria animada pela exibição cantadores ao Desafio da Associação de tocadores e cantadores ao Desafio Famalicense, no dia 30 de novembro, e a Associação Cultural de Pedraído, Fafe, apresentaria trajes em linho, acompanhada por cantares tradicionais. A 7 de dezembro, seria a vez do grupo de Dança do Centro Social de Bairro e do Rancho Folclórico da Casa do Professor de Famalicão, animar o evento. No dia 21 de dezembro, atuaria o Grupo de Cavaquinhos da Fundação Castro Alves.

Folclore em Vila Velha de Ródão

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Baixa (Beira Interior Sul)
  • Distrito: Castelo Branco
As nossas gentes – Rancho Folclórico de Sarnadas de Ródão

As nossas gentes – Rancho Folclórico de Sarnadas de Ródão foi fundado em 1983, por iniciativa de um grupo de freiras que residiam na altura na aldeia. Anos mais tarde o grupo tornou-se parte integrante da ADRACS.

Durante os anos em que esteve em atividade levou o bom nome da  aldeia de norte a sul de Portugal. Os trajes eram todos baseados no traje que os antepassados usavam para irem aos bailes. Começavam a usar este traje no dia 20 de janeiro por ser o dia de S. Sebastião, o padroeiro, depois usavam todos os domingos que se seguiam até ao dia de Carnaval. O Grupo desintegrar-se-ia.

Passados muitos anos o rancho voltou ao ativo (2011). Inicialmente a ideia foi apenas reunir os antigos membros do rancho para uma única atuação na festa em honra do nosso padroeiro S. Sebastião, para reviver o passado. Esta atuação foi muito bem sucedida e recebida por parte da população, o que se tornou um incentivo a dar continuidade ao rancho já com novos membros.

Os trajes inicialmente foram os mesmos usados pelo antigo rancho, mas atendendo à responsabilidade na defesa e representação da terra, o Grupo decidiu iniciar um trabalho de recolha etnográfica pelas gentes mais antigas de Sarnadas de Ródão, afim de recolher de forma mais fidedigna possível, o que era o trajar, as modas, os costumes os jeitos e vivências representadas.

A aldeia tem características de vida serrana, dada a sua situação geográfica, o que dá às danças uma mistura dos ritmos vindos da beira serra como também danças de outros ritmos mais vivos que derivam da influência sofrida na população que outrora migrava para a zona Ribatejo e Alentejo. Esta influência enriqueceu o património etnográfico originando um folclore vivo com variadas melodias e ritmos.

As nossas gentes - Rancho Folclórico de Sarnadas de Ródão

As nossas gentes – Rancho Folclórico de Sarnadas de Ródão

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

Filarmónicas de Belmonte

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Belmonte

O documento mais antigo conhecido que se refere à Banda de Música de Belmonte data de 30 de janeiro de 1884. Trata-se da ata de uma reunião da Câmara, em que se refere a “Phylarmonica” e a necessidade de ser consertado o telhado da casa de ensaios. Em 1902, a Filarmónica dividiu-se, dando origem a duas bandas distintas, designadas “Banda Velha” e “Banda Nova”, situação que se manteria durante uma década, até à extinção, quase simultânea, das duas. Anos mais tarde, alguns dos músicos destas bandas juntaram-se e constituíram uma nova banda, denominada “Filarmónica União Belmontense”, que também se extinguiria.

Em 1945, sob os auspícios da Casa do Povo de Belmonte, nasceu a “Banda de Música da Casa do Povo”, nome que conservaria até 1997, quando mudou o nome para “Banda de Música de Belmonte”. Foi seu primeiro regente João Horácio Mineiro. Desde então, a Banda de Música de Belmonte tem servido não só a comunidade local, mas também a restante comunidade nacional e internacional, disponibilizando-se sempre para qualquer colaboração. Em 1994, recebeu a Medalha de Mérito Cultural, além dos vários louvores da Câmara Municipal de Belmonte e da Assembleia Municipal. Tem atuado em festas e comemorações, em Portugal e no estrangeiro.

BFB

Banda Filarmónica de Belmonte

Banda Filarmónica de Belmonte

Banda Filarmónica de Caria

Banda Filarmónica de Caria, concelho de Belmonte é uma coletividade de Cultura e Recreio com grande parte da atividade dirigida para a atuação da sua Banda de Música. Composta por músicos amadores e voluntários essencialmente jovens, mantém uma atividade regular, com dedicada participação dos seus elementos, em festas civis e religiosas da região, datas comemorativas e festas do concelho. Fez deslocações ao estrangeiro, designadamente a França por ocasião do 14 de julho (dia nacional de França).

Foi formada há mais de um século na Vila de Caria, por volta de 1890 com o nome de Banda Filarmónica da Casa do Povo de Caria. Foi constituída como Associação passando a designar-se como Banda Filarmónica de Caria. Foi-lhe atribuída a medalha de Mérito Cultural em 1994 e a Medalha de Mérito Municipal em 2013 e 2017.

Banda Filarmónica de Caria criou em 2011 o Grupo Cultural da Banda Filarmónica de Caria, com o intuito de, além de promover a atividade musical, dinamizar a Vila de Caria e o concelho de Belmonte preservando as tradições, divulgando a História e promovendo o bem estar. A BFC conta com 40 executantes. Tem como presidente Luís António Pinto de Almeida, e como responsável Musical Rodrigo Bernardo. Possui uma Escola de Música, dirigida pelo Cristóvão Borrego.

BFC

Banda Filarmónica de Caria, de Belmonte

Banda Filarmónica de Caria, de Belmonte

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759