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Tag Archive for: música em Almada

Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale Flores
Músicas no Concelho

Almada e o seu folclore

Folclore em Almada

Tradições, grupos e festivais de folclore no Concelho

  • Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores
  • grupo etnográfico de Cova da Piedade
  • Grupo Teatral e Folclórico Qta. Morgadinha
  • Rancho Etnográfico ‘Os Pescadores’ da Costa da Caparica

Em Almada existem quatro ranchos em funcionamento. Em 1955, nasceu a Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores, a 20 de Dezembro de 1975 foi criado o Grupo Teatral e Folclórico Qta. Morgadinha, a 1 de Outubro de 1992 o grupo etnográfico de Cova da Piedade, e, por último, o Rancho Etnográfico ‘Os Pescadores’ da Costa da Caparica, fundado a 22 de Janeiro de 2001.

Fonte: O Setubalense

Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores

Em 1995 alguém por brincadeira resolveu juntar um grupo de crianças e adultos de forma a animar a festa do aniversário do Clube. As crianças tinham entre os quatro e os doze anos de idade e a pessoa que os convidou decidiu ensinar-lhes o que ela aprendeu quando era da idade delas.

Terminada a festa, que toda a gente adorou, foi pedido que aquele grupo fosse em frente e não terminasse por ali. Desde aí o Grupo começou a ser convidado por outras coletividades amigas de Norte a Sul do País.

Por altura do aniversário do Clube é realizado o Festival de Folclore havendo intercâmbio com outros Grupos. As roupas do nosso Grupo foram inspiradas nas cores do nosso Clube onde predomina o Azul e o Branco, sendo o lenço e o avental tradição do povo português. As músicas e danças são populares mas os versos são inéditos e escritos pela D. Emília, ensaiadora e fundadora do Grupo.

RDCCRVF

Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale Flores

Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale Flores

FESTIVAIS

Festival Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore

O Parque Multiusos da Sobreda, em Almada, recebeu na noite de 22 de julho o Festival Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore e conta com 8 nacionalidades diferentes. Promovido pela Casa da Gaia – Centro de Cultura, Desporto e Recreio de Argoncilhe, o festival que celebra as canções e as danças populares de cada país acolhe o grupo Danzart Bolivia, da Bolívia, Altan Bulag, da Buriácia, o Folk Ensemble “preporod” Dugo Selo, da Croácia, Identidad Peru Taller de Danzas, do Peru, Nairobi Dancers, do Quénia e ainda Kud “Ljubomir Ivanovich” – Gedza, da Sériva. Representando Portugal, estará o Rancho Folclórico de Vale Flores, de Almada.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Nacional de Folclore de Almada

Em 2011 realizou-se mais uma edição do Festival Nacional de Folclore de Almada organizado pela Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores,  Em 2011, o Rancho Folclórico de Vale Flores organizou o 11º Festival Nacional de Folclore de Almada. No Complexo Municipal dos Desportos “Cidade de Almada”, Feijó, com o apoio da Câmara Municipal de Almada e Junta de Freguesia do Feijó. Atuaram vários ranchos e grupos folclóricos que retratam a diversidade e riqueza etnográfica do país: Rancho Folclórico Rosas de Coja (Arganil), Rancho Folclórico de Santo André – Sobrado (Valongo), Rancho Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos, grupo etnográfico Raízes de Sobral Gordo, Rancho Folclórico de Vale Flores (rancho anfitrião)

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almada-grupo-de-dancas-e-cantares-de-vale-flores.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-31 16:08:502025-01-20 18:58:10Almada e o seu folclore
Coreto do Jardim do Castelo, AlmadaLuís Milheiro
Músicas no Concelho

Almada e os seus coretos

Coretos do Concelho de Almada

Coretos e histórias de música

Almada . Jardim do Castelo

O centenário coreto do Jardim do Castelo de Almada, recuperado, já deu muita música aos almadenses e visitantes, especialmente quando as bandas filarmónicas eram um dos principais meios de difusão musical nas vilas e cidades do país. Foi palco de concertos onde esteve patente a grande rivalidade associativa entre a Incrível e a Academia Almadense, como nas festas de S. João de 1921. Nesse ano a Incrível resolveu ensaiar a zarzuela “A Campanone”, para fechar o espetáculo. O eco chegou à Academia que como, atuaria primeiro, resolveu ensaiar a mesma, estragando a surpresa Incrível. A afronta irritou os Incríveis. O maestro Alfredo Reis de Carvalho não se deu por vencido e, depois de colocar a sua banda a tocar a bonita “Campanone”, saiu do coreto e deixou os músicos a tocarem sem a sua regência, para espanto de toda a gente. Esta prova de confiança do maestro deixou toda a gente maravilhada, especialmente os Incríveis. (Fonte: Luís Milheiro, Casario do Ginjal)

Coreto do Jardim do Castelo, Almada

Coreto do Jardim do Castelo, créditos Luís Milheiro

Cova da Piedade . Jardim do Largo 5 de Outubro

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cova da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

cúpula

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Pormenor

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Data de construção

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Trafaria . Rua Gomes Freire de Andrade

Coreto

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

Coreto

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almada-jardim-do-castelo-coreto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 09:33:032021-06-21 11:43:12Almada e os seus coretos
Ercília Costa, fadista, de Almada
Músicas no Concelho

Almada e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Almada

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Agostinho Sequeira (percussionista, 1998)
  • Ercília Costa (fadista, 1902-1985)
  • Leonel Duarte Ferreira (maestro)
  • Vasco Morgado (promotor, 1924-1978)

Ercília Costa

Ercília Costa, fadista, de Almada

Ercília Costa, fadista, de Almada

Vasco Morgado

Vasco Morgado, promotor, de Almada

Vasco Morgado, promotor, de Almada

BANDAS ROCK

FOI NOTÍCIA

“Quando chegou a Portugal em 1963, vindo de Moçambique e Angola, Victor Gomes procurava uma banda de rock’n’roll para o acompanhar. Foi logo à Trafaria encontrar-se com os Gatos Negros, sobre os quais o músico e apresentador João Maria Tudela lhe tinha falado. Não foi à toa que um dos reis do rock português, um fenómeno que passou pela rádio, pelos palcos, tanto da música quanto da revista, e pelo cinema, rumou à Margem Sul do Tejo.

A cidade de Almada tem sido, ao longo dos anos, pródiga em bandas rock.

Em 2019 esteve patente no Museu da Cidade de Almada, na Cova da Piedade, Na Margem: Uma história do rock. Dividida em dois pisos e centrada em três períodos diferentes — de 1961 a 1977, de 1978 a 1989, e de 1990 a 2004 —, a exposição reunia artefactos de cinco décadas de rock ali nascido, dos tempos do Gatos Negros, dos bailes, das festas associativas e das influências dos Shadows, até ao hardcore, com psicadelismo e punk pelo meio.

A divisão acontece porque “são três períodos distintos, mesmo em contextos sociais, económicos e políticos”, explicou ao Público Ana Costa, coordenadora-geral da exposição, garantindo que se tratava de uma das mais visitadas deste museu inaugurado em 2003.

Puderam ver-se em Na Margem discos, sejam da música da terra ou de inspiração, revistas, posters, bilhetes, guitarras — muitas da marca italiana Eko ou réplicas, algumas artesanais —, roupa, maquetas, cadernos de poemas, bonecos, fotografias e até um documentário de uma hora com depoimentos de alguns notáveis da cena musical almadense.

A preparação da exposição começou em 2017. Ana Costa trabalhou em parceria com Ângela Luzia e Margarida Nunes neste projeto em que estiveram envolvidas ao todo 130 pessoas. Ela própria almadense, teve uma adolescência que passou pelo Ponto de Encontro, um lugar-chave da cena musical da cidade nos anos 1990. “O rock é um fenómeno muito associado a Almada. Noutras exposições que temos preparado, era recorrente haver referências a isso ou a algum músico que pertenceu a uma banda.” Como o Museu da Cidade traça a história da localidade, acharam “interessante tentar perceber onde é que isto começou em Almada” e explorar “a ideia que as pessoas de fora têm de uma certa especificidade suburbana, com um som mais escuro e pesado”.

Para preparar tudo, fizeram entrevistas propectivas sobre histórias que já conheciam, como a de Victor Gomes na Trafaria. “Os Gatos Negros foram a banda que, com o som que se fazia e que era muito consumido aqui, conseguiu fazer a passagem de banda de baile para um conjunto de rock’n’roll. Nos jornais da época, a primeira vez que é apresentada uma banda de rock’n’roll são eles.”

Feitas essas primeiras entrevistas, começam a procurar mais material na imprensa e nos “arquivos de colectividades, que é onde as bandas acabavam por se apresentar”, e a falar com pessoas para encontrarem testemunhos orais. “As próprias pessoas foram-nos dando folhetos, documentos, contratos com editoras”, disse. Fizeram 64 entrevistas a músicos de várias gerações, entre os quais Filipe Mendes, ou seja Phil Mendrix, que morreu recentemente. Também estão incluídos, entre outros, Tim, dos Xutos & Pontapés, Carlão, de Da Weasel, António Manuel Ribeiro, dos UHF, João Miguel Fonseca, de Bizarra Locomotiva, Thormentor, Plastica ou Mofo.

Em termos das fontes, afiançou, tentaram “ter um equilíbrio entre mulheres e homens e também entre gerações. A pessoa mais nova, Sara Cunha, dos SpeedCristal, tem 24 anos”. Esse tal equilíbrio de género começa a surgir mais, conta, “nos anos 1990”, dando o exemplo das Black Widows, banda de metal gótico feminina formada nessa década. Na exposição é mencionado o exemplo de Nela Ribeiro, dos Atlantes, que também cantou com os Falcões em algumas actuações e, até à década de 1980, era a única mulher proeminente na música da cidade.

A ideia era perceber as mudanças pelas quais o rock tinha passado ao longo dos anos. “A cultura juvenil mudou, hoje é tão diferente”, comenta a organizadora. Foram 507 as bandas de originais identificadas durante a pesquisa. Dessas 507, 277 foram formadas nos anos 1990. Hoje existem 100 em actividade, “a maior parte projectos efémeros e maioritariamente masculinos”, sintetizava uma das legendas da exposição.

No presente, em Almada, existem também mais locais para aprender música, facilidade de acesso a instrumentos, a espaços de ensaio e a estruturas técnicas. Ainda assim, resumia Ana Costa, “a expressão colectiva, territorializada e com mais impacto, é o hip-hop”. E isso daria facilmente outra exposição. Por enquanto, ainda não há planos formalizados para isso avançar, mas, garante, a equipa foi-se cruzando com muito material sobre o assunto.”

Fonte: Rodrigo Nogueira, Público,  27 de Fevereiro de 2019

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/almada-ercilia-costa-fado.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:13:242024-10-28 10:10:47Almada e os seus músicos
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