para uma rota musicoturística no Concelho de Coimbra
Cantares de Coimbra
Em frente do histórico edifício do Chiado
“A escultura “Cantares de Coimbra”, da artista Dora Tracana, é composta por três figuras em tamanho natural, em bronze, um tocador da guitarra de Coimbra, um tocador de viola, e naturalmente o que representa a voz do Fado.
“Desde o séc. XVI que o cantar de estudantes nas ruas de Coimbra é factualmente conhecido, onde o erudito e o popular se reviam e misturavam com frequência. As memórias do Fado de Rua vão-se perdendo nesta cidade dos poetas, invocadores do Amor e da Saudade.”
(Fonte: CMC-Turismo)
Cantares de Coimbra, créditos Aires Santos 2024
Música
Avenida Inês de Castro, Coimbra
Autor: Vasco Berardo (1933-2017)
Morada: Praça da Canção, União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas
Freguesia: Santa Clara
Concelho: Coimbra
Coordenadas GPS: 40.204768,-8.431713
Data de Inauguração: 10 de Outubro de 2001
Promotor: Câmara Municipal de Coimbra
Materiais da Peça: Piano e plataforma: mármore branco e preto; estátua: bronze
Descrição/Tema: Grupo Escultórico de arte contemporânea, figurativa. Assenta sobre uma plataforma escalonada revestida a lajes de mármore preto e branco, formando xadrez. O artista alegoricamente representa a música, através de esculturas que figuram um piano de cauda e o seu respetivo banco, ambos em mármore, e uma criança segurando um trombone de grandes proporções, do qual saem materializadas notas musicais.
O monumento foi da iniciativa da Câmara Municipal, sendo erguido na Praça da Canção como uma referência à música. Terá sido inaugurado em 10 de Outubro de 2001, conforme data inscrita na plataforma do monumento.
Bibliografia: NUNES, Mário, Estátuas de Coimbra, Coimbra 2005.
Fotógrafo: Paulo Abrantes, 2004
Fonte: DRCC
Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Paulo Abrantes 2004
Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Jorge Fontes
Tributo à Cidade de Coimbra
Almedina
Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra
Tributo
Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra
Tributo
Monumento de Almedina à cidade de Coimbra
Junto aos aos Arcos de Almedina, Coimbra, encontra-se o monumento dedicado pela Junta de Freguesia de Almedina à cidade de Coimbra, 18 de julho de 2013.
É uma obra de arte em bronze da autoria do escultor Alves André, também o autor da Tricana de Coimbra, evocativa do Fado de Coimbra ou Canção de Coimbra. É constituído por uma Guitarra de Coimbra em forma estilizada de mulher.
Tricana de Coimbra
Rua de Quebra Costas, Coimbra
Localizada na Rua de Quebra Costas, 50-56, 3000-214 Coimbra, a escultura evocativa da Tricana de Coimbra é da autoria de Alves André. A tricana de Coimbra é a mulher de Coimbra, figura mítica e emblemática da cidade desde os finais do século XIX. A tricana está presente em muito da literatura portuguesa, muitos escritores e poetas descreveram sobre as tricanas nas suas obras, bem como vários fados coimbrões.
Tricana
Tricana de Coimbra
Reavivada pelos grupos folclóricos da região, a tricana veste-se com saia preta, um pequeno avental, blusa, lenço na cabeça e traz o xaile traçado ao ombro. A tricana carregava consigo um cântaro de barro ou lata quando ia ao Rio Mondego buscar água.
Coreto
Parque da Cidade
Av. Emídio Navarro, 3000-150 Coimbra
Coreto
Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade
cúpula
Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela
Cobertura
Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela
Toponímia musical
Rua Carlos Paredes
Rua Carlos Paredes, Coimbra, créditos Rui Melo Pato
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira 962 942 759
Fado do Mondego
António Igrejas, Fado do Mondego
Fados de Coimbra
António Menano, Fados de Coimbra
Fado de Coimbra
Fado de Coimbra, Arquivos do Fado
Coimbra Encantada
Augusto Camacho, Coimbra Encantada
Coimbra na Voz
Augusto Camacho, Coimbra na Voz
Fado do Mondego
Fado do Mondego, Augusto Camacho
Saudades do Choupal
Saudades do Choupal, Augusto Camacho
Balada do Outono
Balada do Outono
Baladas e Canções
Baladas e Canções, Dr. José Afonso
Fado de Coimbra
Biografia do Fado de Coimbra
Cordas do Mondego
Cordas do Mondego
Fados de Coimbra
Correntes de um só rio
Fados de Coimbra
Doutor Camacho Vieira
Fados de Coimbra
Coimbra Essencial
Clássicos do Fado de Coimbra
Fado ao Centro
Fado Corrido de Coimbra
António Bernardino, Fado Corrido de Coimbra
Fado de Coimbra
Fado Corrido de Coimbra
Fado de Coimbra
100 Anos de Fado de Coimbra
Fado de Coimbra
Fado de Coimbra
Fado de Coimbra
Fado de Coimbra, Volume 1
Fado
Fado Lisboa-Coimbra
Fados de Coimbra
Fados de Coimbra
Fados de Coimbra
Fados de Coimbra
Serenata
Fados de Coimbra Serenata
Fados de Coimbra
Fados de Coimbra Terra Amada
Coimbra tem mais encanto
Fados e Baladas de Coimbra
Fados e Guitarradas
Fados e Guitarradas de Coimbra
Fados e Guitarradas
Fados e Guitarradas de Coimbra
Coimbra tem mais encanto
Fernando Machado Soares, Coimbra tem mais encanto
The fado of Coimbra
Fernando Machado Soares, Le Fado de Coimbra
Serenata
Fernando Machado Soares, Serenata
Flores para Coimbra
Flores para Coimbra
Música para guitarra de Coimbra
Francisco Filipe Martins, Música para Guitarra de Coimbra
Fados e Guitarradas de Coimbra
Frederico Vinagre, Fados e Guitarradas de Coimbra
Baladas das Capas Negras
Grupo de Fados cancioneiro de Coimbra
Balada da Capa Negra
Grupo de Fados cancioneiro de Coimbra
Saudade
InVersus Saudade
Fado de Coimbra
Fado de Coimbra, Fados e Guitarradas
The Old Coimbra Fado
João Queiroz
Baladas e fados de Coimbra
João Queiroz canta baladas e fados de Coimbra
Fados de Coimbra
Manuel Branquinho, Fados de Coimbra
Fados de Coimbra
Manuel Branquinho, Fados de Coimbra
Olhar Coimbra
Olhar Coimbra
Os Clássicos Fados de Coimbra
Os Clássicos do Fado de Coimbra
Fados From Coimbra
Portugal Fados from Coimbra, Coimbra Quartet
Coimbra Serenade
Coimbra Serenade
Serenata de Coimbra
Serenata de Coimbra, Coimbra Quintet
Serenata de Coimbra
Serenata de Coimbra
Coimbra tem mais encanto
Coimbra tem mais encanto
Tempos de Coimbra
Tempos de Coimbra
Toada Coimbrã
Grupo de Fados de Coimbra, Toada Coimbrã
Vozes e Sons de Coimbra
Vozes e Sons de Coimbra
Fados e Baladas
José Afonso, Fados e Baladas
Amanhecer em Coimbra
Tertúlia do Fado de Coimbra, Amanhecer em Coimbra
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/coimbra-essencial.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-01-09 18:38:552024-10-28 15:13:43Coimbra e os seus fados
Bernardo Santos é um dos pianistas portugueses mais ativos da sua geração. Ao longo dos últimos anos, Bernardo teve a oportunidade de se apresentar em concerto em quatro continentes, em salas como a Casa da Música, Convento de São Francisco, Teatro Aveirense e Teatro Rivoli em Portugal; Sala Cecília Meireles, Teatro Amazonas e Palácio das Artes no Brasil; Fairfield Halls, Royal Albert Hall e St. James Piccadilly Church em Londres, National Concert Hall em Dublin e Tonhalle Düsseldorf, entre muitas outras.
Natural de Coimbra, Carla Pais iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro, onde concluiu o curso de canto na classe de Juracyara Baptista.
É licenciada em Ensino da Musica pela Universidade de Aveiro na classe de canto de António Salgado. Trabalha com Susan Waters (GSMD) Londres, Pós graduada em Ópera na ESMAE, sob a orientação dos professores António Salgado e Rui Taveira.
Trabalhou com Jill Feldman, Ana Ester Neves, Rufus Müller, Maria João Pires, Claire Vangelisti, João Lourenço, Patrízia Morandini e Carleen Graham, Pat MacMahon, Pierre Mack, Laura Sarti, Susan McCulloche, Robin Bowman e Henry Herford.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Clara Sevivas
Nascida em Coimbra, Clara Sevivas viveu e estudou entre Lamego e Viseu, mas é em Castro Daire que tem as suas raízes familiares. Desde muito nova ligada à música e à representação, conta já com uma década de trabalhos profissionais na área do fado. Começou a cantar fado ainda muito nova, aos 7 anos em festivais concertos e festas da escola. Mais tarde, ao ir morar para Lisboa, devido à sua entrada na faculdade, entregou-se verdadeiramente ao fado.
Rapidamente começou a ter convites para cantar nas mais diversas casas típicas de fado em Lisboa e para espetáculos um pouco por todo o país.
Hélder BrunoMartins nasceu a 15 de dezembro de 1976, na cidade de Coimbra. É especialista externo da Direção Geral das Artes, doutorando em etnomusicologia sob orientação de Susana Sardo e investigador do Instituto de Etnomusicologia – centro de estudos em música e dança e no Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro.
Iniciou os estudos em música e piano no Conservatório de Música de Coimbra, onde concluiu o 8.º grau de Formação Musical. Estudou Jazz e música improvisada na Escola de Jazz do Porto e frequentou diversas workshops com músicos de referência nacional e internacional da música erudita, do jazz e da música improvisada.
Licenciou-se em Educação Musical na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra, em 1999 e, em 2001, iniciou a sua atividade científica. Em 2005, concluiu o mestrado em ciências musicais na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Em 2006 publicou o seu primeiro livro Jazz em Portugal, 1920-1956 (Almedina, 2006).
Jorge Oliveira é licenciado em Saxofone-performance pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) onde trabalhou em coro com José Carlos Oliveira, Francisco Rodilha e Hernho Park, e em Direção Coral com Gonçalo Lourenço.
É mestrado em Ensino da música – instrumento (saxofone) e classe de conjunto pela ESART.
Jorge Filipe Páscoa Oliveira nasceu em 1991, em Coimbra, onde iniciou os estudos musicais no saxofone aos 7 anos na Escola de Música da Filarmónica Fraternidade Poiarense. Aos 12 anos, foi admitido no Conservatório de Música de Coimbra (CMC) em saxofone, curso concluído em 2012. Nesse mesmo ano, obteve o 1º lugar na Categoria de Música de Câmara na Bélgica-Neerpelt Festival Internacional de Música com o Ensemble de Saxofones do CMC.
Pedro Sequeira nasceu em Coimbra a 10 de junho de 1991. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música de S. Paio de Antas com 8 anos. Aos 10 anos ingressou no Conservatório de Música do Porto na classe de trompete com o professor Manuel Luís e posteriormente com Rui Brito. Fez parte da Orquestra do Conservatório sob a direção do Maestro Kamen Goleminov. Foi membro fundador da Orquestra de Jazz do Conservatório na classe de Paulo de Carvalho. Contribuiu com numerosas Orquestras Ligeiras tais como Let’s Groove Big Band, La Belle Époque, Orquestra Ligeira da Maia, Orquestra Ritmos Ligeiros, Oporto Big Band, Orquestra de Jazz de Matosinhos Júnior, Pedaço de Nós Big Band, Kiko Pereira Big Band, Invicta Big Band.
Pertenceu aos Mariachi de Portugal. Ainda como instrumentista fez parte de bandas filarmónicas como Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende – S. Paio de Antas, Banda Marcial da Foz, Associação Filarmónica Cultural Recreativa e Humanitária de Nagoselo do Douro, e mais recentemente na Sociedade Filarmónica de Vale de Cambra. Trabalhou com vários maestros como Valdemar Sequeira, Paulo Botelho, José Maciel, Fernando Marinho, Joaquim Botelho, Telmo Marques, Pedro Guedes, Carlos Azevedo. Participou no SinfoBrass Fest em Águeda com a participação de Jorge Almeida, Telmo Barbosa, James Morrison, entre outros. Participou no Góis Jazz Intership sendo este coordenado, na seção dos trompetes, por Gileno Santana.
Integra o grupo Roda de Santos como Diretor Musical e instrumentista. Atuou com The Acoustic Foundation. Também participou com Lado Esquerdo em concertos ao vivo e gravações. É ensaiador e arranjador da Tuna Feminina do Isep, Tuna Feminina de Desporto – Desportuna e ainda a Tuna Feminina da Universidade Lusíada do Porto. Integrou o corpo docente na classe de trompete na Escola de Música de S. Paio de Antas como professor de trompete, na Universidade Ser Mais como professor de cavaquinho e pertence atualmente ao corpo docente na classe de Trompete na Escola Musical António Pinho.
Rui Pato
Rui Pato, nome histórico da canção coimbrã, nasceu em Coimbra, no dia 04 de junho de 1946. Aos 16 anos, em 1962, estreou-se com José Afonso (1929-1987), no disco “Baladas de Coimbra”, que inclui canções como “Menino de Oiro”, “Tenho Barcos, Tenho Remos”, “No Lago Do Breu” e “Senhor Poeta”, álbum chave da chamada “geração de viragem” da música de Coimbra. A partir de então, seguiu-se o seu trabalho com o músico de “Cantares do Andarilho” e “Cantigas do Maio”, assim como com Adriano Correia de Oliveira (1942-1982) e outros nomes da Canção de Coimbra, como Luiz Goes e Fernando Machado Soares.
Rui Pato acompanhou José Afonso nos álbuns “Baladas de Coimbra”, “Cantares do Andarilho” e “Contos Velhos, Ramos Novos”, de 1969. Em 1970, foi proibido pelas forças da ditadura de se deslocar a Londres, para acompanhar José Afonso na gravação do seu quarto LP, “Traz Outro Amigo Também”. Colaborou com José Afonso, e também com Adriano Correia de Oliveira, em “O Canto e as Armas” (1969) e em “Cantaremos” (1970). Foi médico pneumologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, que chegou a dirigir.
Sérgio Azevedo
Sérgio Azevedo, compositor português, nasceu em Coimbra em 1968. Fez estudos particulares de piano a partir de 1974 e estudos de Guitarra, Formação Musical e Composição na Academia de Amadores de Música, em Lisboa (composição com Fernando Lopes-Graça) entre 1975-1987.
Concluiu o bacharelato em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, em 1990, com 19 valores a Composição (Constança Capdeville) e Licenciatura em Composição em 2000 com 20 valores a Composição (Christopher Bochmann).
Jorge Gomes
Jorge Gomes, guitarrista, natural de Coimbra
Rui Pato
Rui Pato, violista, natural de Coimbra
HISTÓRIA DA MÚSICA
Carlos de Pontes Leça
Programador musical e musicólogo, Carlos de Pontes Leça dedicou particular atenção ao estudo e divulgação da ópera dos séculos XIX-XX, da estética da música contemporânea, e das relações entre música e cinema. No Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian desempenhou, sucessivamente, as funções de Diretor-Adjunto e de Consultor, tendo tido especialmente a seu cargo a programação de música contemporânea.
Foi diretor Artístico do Festival Música em Leiria e Diretor-Adjunto da revista Colóquio-Artes. Foi autor de textos ensaísticos publicados pelo Teatro Nacional de São Carlos, revista Colóquio-Artes, Cinemateca Portuguesa, Fundação Juan March (Madrid). Desenvolveu intensa atividade como conferencista e comentador de concertos em elevado número de instituições entre as quais Fundação Gulbenkian, Culturgest, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Universidade de Aveiro e Festival de Música de Sintra. Colaborou com a RTP e a RDP-Antena 2 como apresentador de programas de ópera.
Em 2006 e 2007, por ocasião do centenário de Fernando Lopes Graça, deu conferências sobre este compositor na Casa da Música e, em Paris, no Centre Culturel Calouste Gulbenkian e na Salle Gaveau. Desde 2006 dirigiu cursos no âmbito dos Programas Educativos da Fundação Gulbenkian. Quatro destes cursos versaram sobre os temas: “Música em Viena – Do Romantismo final ao Expressionismo”, “Século XX: o Século de todas as Músicas”, “A Música no Cinema” e “O Mito de Fausto na Música”. Estes dois últimos foram repetidos, respetivamente, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) do Porto.
Apresentou comunicações nos Simpósios de Música e Cinema organizados pela Universidade de Salamanca em 2006, 2008 e 2010. Em 2012 dirigiu na Cinemateca Portuguesa um curso sobre o cinema musical de Vincente Minnelli. Natural de Coimbra, Carlos de Pontes Leça fez estudos de Piano e Composição no Conservatório daquela cidade e no Conservatório Nacional de Lisboa. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, e em Comunicação Social pela Universidade de Navarra (Espanha). Concluiu este último curso com uma dissertação sobre “Cinema e cultura cinematográfica em Portugal”.
Carlos de Pontes Leça
Carlos de Pontes Leça, musicólogo, de Coimbra
Carlos Paredes
Carlos Paredes (Coimbra, 16 de fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de julho de 2004) foi um compositor e guitarrista português. Foi um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa, tendo sido igualmente um grande compositor. É considerado como um dos símbolos ímpares da cultura portuguesa.
Para além das influências dos seus antepassados – pai, avô e tio, tendo sido o pai, Artur Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra – Paredes manteve um estilo musical coimbrão, a sua guitarra era de Coimbra e a própria afinação era do Fado de Coimbra. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.
Filho do famoso compositor e guitarrista, mestre Artur Paredes, neto e bisneto de guitarristas, Gonçalo Paredes e António Paredes, começou a estudar guitarra portuguesa aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho se dedicasse ao piano; frequenta o Liceu Passos Manuel, começando também a ter aulas de violino na Academia de Amadores de Música.
José Dória, imagem no seu jazigo (Cemitério da Conchada, Coimbra), créditos Mário Torres
Violista e compositor, José António dos Santos Neves Dória nasceu em Coimbra, a 9 de novembro de 1824. Filho de António Joaquim dos Santos e de António Emília das Neves, teve mais dois irmãos, João e António, sendo que, todos eles cursaram a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Os pais residiam no concelho de Arganil, mas resolvem mudar-se para Coimbra, onde o pai vai exercer funções como professor de latim, no Colégio das Artes. O irmão mais velho, João António de Sousa Dória, ainda nasce em Coja, mas o irmão que se lhe segue, José António, já nascerá em Coimbra, no ano de 1924. Em 1926, viria a nascer o irmão mais novo, António Joaquim dos Santos Neves Dória. Viviam na Rua do Loureiro, frente à Rua do Salvador, numa casa que tinha a maior árvore existente num quintal, em Coimbra. Era conhecida pela casa do Dórias. José Dória casou. Não deixou descendência. Os irmãos casaram e tiveram filhos. Faleceu em Coimbra a 25 de Maio de 1869.
Fonte: Guitarra de Coimbra V (Cithara Conimbrigensis)
Luís Goes
Luís Fernando de Sousa Pires de Goes, conhecido por Luiz Goes, nasceu a 5 de janeiro de 1933 e morreu em Mafra a 18 de setembro 2012. Iniciou-se no fado por influência do tio paterno, Armando Goes, contemporâneo de Edmundo Bettencourt, António Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d’Eça e Artur Paredes. Licenciou-se em Medicina, tendo exercido a profissão de médico estomatologista em paralelo com a carreira artística.
Luiz Goes
Luiz Goes, cantor de Coimbra
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/coimbra-helder-bruno-piano-composicao-consultor.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 23:38:322024-10-28 15:06:23Coimbra e os seus músicos
Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino
Rabel
Anjo músico da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino
Rabel e órgão de tubos portátil
Anjos músicos da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, créditos Paulo Bernardino
Carlos Paredes
Carlos Paredes por António
Carlos Paredes, guitarrista e compositor, nasceu em Coimbra a 16 de fevereiro de 1925 e morreu em Lisboa a 23 de julho de 2004.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
Cidade com um passado histórico, religioso e cultural riquíssimo, Coimbra é um dos concelhos com mais extenso portefólio de órgãos. De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Capela de São Miguel
Montra
Órgão da Capela da Universidade de Coimbra
A Capela de São Miguel da Universidade de Coimbra possui um órgão histórico de tipo ibérico.
Episódio 3 de “Órgãos de Coimbra à luz da Cultura Europeia”
Capela do Mosteiro de São Marcos
Capela do Mosteiro de São Marcos
A Capela do Mosteiro de São Marcos, freguesia de São Silvestre, possui um órgão de tubos histórico de autor desconhecido, do século XIX, restaurado em 1988, a expensas da Universidade de Coimbra.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Conservatório de Música de Coimbra
O Conservatório de Música de Coimbra possui no Pequeno Auditório um órgão de tubos adquirido em 2024.
Órgão do Pequeno Auditório do Conservatório de Música de Coimbra, créditos Flávio Pinho 2024
Igreja da Graça
Igreja de Nossa Senhora da Graça
A Igreja de Nossa Senhora da Graça, também conhecida por Igreja do Colégio da Graça, possui um órgão de tubos.
Igreja da Misericórdia de Coimbra
Igreja da Misericórdia de Coimbra
Montra do órgão
Órgão da Igreja da Misericórdia de Coimbra
Igreja da Rainha Santa Isabel
Igreja da Rainha Santa Isabel
Igreja de São Salvador
Igreja de São Salvador
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Igreja de Brasfemes
Igreja Matriz de Brasfemes
A Igreja Paroquial de Brasfemes possui um órgão de tubos.
Igreja de Eiras
Igreja Matriz de Eiras
A Igreja Paroquial de Eiras possui um órgão de tubos.
Igreja de Santa Clara
A Igreja Matriz de Santa Clara, ou Igreja do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, possui órgãos de tubos no coro alto.
No coro baixo a Igreja de Santa Clara possui dois órgãos positivos Manoel Benito Gomes, 1745 (Tratado 2 de Geometria Practica, de Antonio Pedro de Mello).
Órgão positivo
Órgão do coro baixo da Igreja de Santa Clara
Igreja de Santa Cruz
A Igreja Matriz de Santa Cruz, Igreja do antigo mosteiro de Santa Cruz (de crúzios) possui em tribuna própria um órgão [ I ; 3 (26+29) ], de Heitor Lobo / Manuel Benito Gomes (Herrera) construído em 1531/1724, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2008, opus 51.
Órgão em tribuna própria
Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz
Possui outro órgão na balaustrada do coro alto.
Órgãos da tribuna e da balaustrada
Órgãos da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz
Episódio 2 de “Órgãos de Coimbra à luz da Cultura Europeia
Na balaustrada do coro alto, a Igreja de São Bartolomeu apresenta um órgão ibérico.
Montra
Órgão da Igreja de São Bartolomeu
Possui também um órgão positivo na nave.
Sé Nova
Sé Nova
Em tribuna do lado do Evangelho, a Sé Nova de Coimbra dispõe de um órgão histórico de tipo ibérico, restaurado em 2000 por António Simões.
Montra
Órgão da Sé Nova de Coimbra
No lado do Evangelho, possui também um órgão positivo
Episódio 1 de “Órgãos de Coimbra à luz da Cultura Europeia”
Seminário Maior de Coimbra
Seminário Maior de Coimbra
A Igreja do Seminário Maior de Coimbra, da Sagrada Família, dispõe de um órgão histórico da autoria de João Fontanes Maqueira, construído em 1762, restaurado em 2003 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.
Órgão histórico
Órgão da Igreja do Seminário Maior de Coimbra
O Salão São Tomás de Aquino, Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra, dispõe de órgão de um teclado manual e pedaleira com acoplamento construído por Ludwig Frank em 1980, remontado por António Simões em 2004.
Órgão positivo
Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra
Dr. J.A. Campos
Para o Dr. J.A. Campos, António Simões construiu em 1989 um órgão.
FOI NOTÍCIA
Do projeto de aquisição de um órgão de tubos para a Sé velha de Coimbra
O Jornal de Notícias, noticiava, a 31 março 2007:
O projecto para “restituir a dignidade à Sé Velha de Coimbra” começa com a aquisição de um órgão de tubos, cujo concurso internacional deverá ser lançado ainda este ano, mas não se fica por aí. João Evangelista, pároco da Sé Velha, admite criar ali uma escola de música e quer ver o templo reconhecido como “Santuário de excepção”, no contexto regional e nacional, nomeadamente com a dotação de um guia turístico devidamente credenciado para prestar informações, que vão muito para além das serenatas dos postais, aos 70 mil turistas que anualmente a visitam.
“Somos pressionados por 70 mil turistas e o que damos é muito pouco. É uma vergonha não podermos dar aos turistas um roteiro digno desta casa”, afirmou, à medida que, a par da arquitectura, ia explicando a simbologia, do retábulo, do século XV, aos túmulos de 19 bispos, bem como o do pecador arrependido que quis ficar sepultado à entrada da Sé, redimindo-se ao permitir que o pisem por vários séculos.
João Evangelista quer dar a conhecer os 850 anos de história da Sé Velha a turistas, mas, com a aquisição do órgão de tubos e a elaboração de um projecto dinamizador, pretende também atrair os conimbricenses, que, depois da retirada do estatuto de catedral da cidade, em 1772, se afastaram daquele Santuário.
“O problema é haver gente que não sabe que existe uma Sé Velha. Por isso queremos abri-la nos vários domínios. Ela merece ser conhecida, ser integrada na cultura da cidade”, afirmou, pedindo, para isso, apoio de várias entidades.
“A dignificação da catedral de Coimbra é, pois, um serviço à cultura, como a urbanização, os acessos, as placas indicativas, a reparação do claustro, o guarda-vento, o tratamento da pedra e outras pertinentes melhorias que escapam à nossa capacidade de execução, mas exigem a nossa melhor cooperação com as entidades culturais, com os serviços do Estado e camarários”, referiu, sublinhando esperar que, em um ano, o projecto esteja, pelo menos, “totalmente definido”.
Ligação à Universidade
A Sé Velha de Coimbra é, desde 2002, classificada, pela Igreja, como catedral histórica, mas este é um título que, para João Evangelista, não tem sido reconhecido pela cidade e, em particular, pela Universidade de Coimbra (UC). O pároco, que sublinha o acolhimento da “incipiente UC” pela Sé em 1308, lamenta que a própria universidade não estude e divulgue mais “aquela pré-história em que se desenvolveu na base desta casa”. E, no seu entender, esta ligação da UC à Sé Velha seria uma mais-valia no dossiê de candidatura da UC a Património Mundial, que deverá ser apresentado à UNESCO em 2012.
Tânia Moita, Jornal de Notícias, 31 Março 2007
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/coimbra-se-nova.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 21:42:312024-10-28 15:15:29Coimbra e os seus órgãos de tubos
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