Vila Franca de Xira e os seus músicos
Músicos naturais do Concelho de Vila Franca de Xira
Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.
- Carlos Gonçalves (trombonista)
- Miguel Gonçalves (trombonista)
- Paulo Brissos (cantor)
- Rui Gonçalves (trombonista)
- Tomás Gonçalves (trombonista)
- Tomás Henriques (compositor, 1963)
Carlos Gonçalves
Como músico, Carlos Gonçalves iniciou os estudos musicais em Trombone aos 13 anos. Com 15 anos foi músico do curso Jovens Músicos do INATEL e ingressou no Conservatório de Música Nacional com Emídio Coutinho. Aos 16 ingressou na Orquestra Portuguesa da Juventude, onde iniciou o seu percurso como Trombone Baixo. Com 18 anos, após concurso Nacional, ingressou na
Banda da Armada como Trombone Baixo, onde foi Solista por 20 anos e Professor de Trombone.

Carlos Gonçalves, maestro
Concluiu os estudos em Pedagogia Musical Musical (Sistema WARD) – Centro Ward de Lisboa em 2002 e Curso de Jazz em 2005 (escola de Música do Cartaxo). Como instrumentista, foi músico convidado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa (São Carlos) e Orquestra Nacional do Porto, Sinfonieta de Lisboa, Remix Ensemble de música contemporânea no Porto, Teatro o Bando, Orquestra Metropolitana, OSA – Orquestra profissional Sopros do Algarve, entre outros. Convidado regularmante para leccionar em estágios, classes de aperfeiçoamento e workshops.
Tem actuado com a Orquestra do Herman José. Estudou curso de Direção de Orquestra Sinfónica com o seu Professor e Maestro Navarro Lara (Huelva – Espanha), tendo obtido os Diplomas Iniciado, Médio e Avançado (3 anos), Licenciatura em Direção de Orquestra Sinfónica pela Royal School of Music (Inglaterra) especializando-se na sua Tese em Beethoven e Rossini. Em 2023 concluiu o Doutoramento em Direção de Orquestra na Universidade Tito Puente (México).
Estudou também curso de Direção de Banda com Jo Conjaerts (Holanda) e Robert Houlihan (Reino Unido) e Mitch Fennell (Estados Unidos), Direção de Banda com Sandro Wagner Ribeiro (Brasil) e técnicas de composição de Bandas Sonoras de filmes com Hans Zimmer (Estados Unido), direção de Orquestra e composição com Johan de Meij (Holanda), Composição, Orquestração e Instrumentação com Jonathan Peters (Estados Unidos), História da Música Clássica com William Neely (Estados Unidos). Estudou Piano com Sérgio Marques e Glauco Segundo (Brasil). Curso de Composição para Música para Filmes e Jogos com Chester Sky (USA). Curso de Professor de Música pela ABRSM – Association Board of Royal School of Music (UK). Workshop em direção Coral com o Nova Era Vocal Ensemble, Workshop análise de de musica Sacra (Conducting Dreams Production). É o Maestro da da Banda da Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta desde 2021 e Maestro da Sociedade Filármonica Cartaxense, desde 2026.
Foi Maestro: JOST (Jovem Orquestra Sinfónica do Tejo), Orquestra Sinfónica de Vialonga (2017 a 2019), Banda do Ateneu Artistico Vilafranquense (1998 a 2000 e 2017 a 2019). Banda do Centro Cultural Azambujense (2020 a 2022), Sociedade Recreio Musical Azinhaguense 1º Dezembro (2023 a 2024) e Maestro Titular da Orquestra Clássica e Côro Lusitanus (2019 a 2024) Trombonista Baixo da Orquestra Sinfónica OIDO em Espanha (Cidade de Huelva).
Para além de música clássica desde muito cedo teve percurso em Orquestras de Jazz, Salsa e Rock. Foi um dos músicos fundadores da Orquestra de Jazz do Hot Club Portugal, músico das Orquestras do Festival da Canção, Globos de Ouro, Prémios Bordalo Pinheiro entre outros programas televisivos destacando-se programa Parabéns de Herman José, onde teve a oportunidade de atuar com diversos artistas nacionais e estrangeiros.
É músico fundador da Orquestra Jazz – Jorge Costa Pinto. Integrou as Orquestras do Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 com Gil Goldstein, Michael Gibbs, Maria Schneider, Bob Mintzer, Gianluiggi Trovesi e Kenny Wheeler. Actuou também com Shirley Bassey, Stacey Kent, Anthony Strong, Donna Summer, Cher, José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho, Paulo Gonzo, Dulce Pontes, Rui Veloso, Luís de Portugal, Paulo Flores (Angola) entre muitos outros. Gravou discos com Autores Portugueses e estrangeiros destacando-se Pedro Abrunhosa, Mísia, Tabanka Djaz, Jorge Costa Pinto, José Mário Branco, Herma José, Banda da Armada, Jorge Salgueiro, Teatro o Bando, Orquestra Nacional do Porto, entre outros.
É Co-Autor de 5 livros de Música (todos eles Best-Sellers): El Milagro de Dirigir la orquestra sin las manos; Vademecum Del Maestro, Código Secreto do Maestro de Orquestra – Técnica NeuroDirectorial, La Magia de Dirección de la Oquestra e El gran Libro de la Interpretación Musical (Navarro Lara), La Forja de un Maestro (Navarro Lara) .
É Membro da Asociación Nacional de Directores de Banda (Espanha). Membro da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)
Miguel Gonçalves
Miguel Gonçalves nasceu em Vila Franca de Xira. Iniciou os estudos com 6 anos no Ateneu Artístico Vilafranquense onde começou a aprender Piano e Trombone. Depois ingressou no Conservatório Regional Silva Marques e mais tarde na Escola Profissional Metropolitana na classe do professor Reinaldo Guerreiro.
A sua evolução técnica e artística tem sido consolidada através do contato com as maiores referências mundiais do instrumento. Participou em classes de aperfeiçoamento com solistas de renome como Joseph Alessi, Sebastiaan Kemner, Vicent Climent, Angelos Kritikos, Jürgen Oswald, Stefan Schulz, Thomas Leyendecker, Fabrice Millischer, João Martinho, Jonathon Ramsay e Filipe Alves.

Miguel Gonçalves, trombonista
Colaborou com diversas formações nacionais e internacionais como a Orquestra Sinfónica Juvenil, Jovem Orquestra Portuguesa, Berliner Symphoniker, Trombones Unlimited, entre outras.
Com apenas 16 anos, ganhou a prova para recorço titular da Orquestra Gulbenkian. Prosseguiu os estudos na Universität der Künste Berlin (Universidade das Artes de Berlim) na Licenciatura em instrumento de Orquestra, na classe do professor Stefan Schulz (Trombone Baixo na Berliner Philarmoniker).
Com apenas 19 anos foi convidado para participar como reforço, num programa com a prestigiada Orquestra Filarmónica de Berlim (Berliner Philharmoniker) num programa dirigido pelo conceituado maestro Daniel Harding.
Tem trabalhado com diversos maestros como Miguel Sepúlveda, Mário Venzago, Karl Heinz Steffens, Simon Rattle e Daniel Harding.
Paulo Brissos
Paulo Brissos nasceu a 19 de maio de 1970, em Vila Franca de Xira. O seu contacto formal com a música iniciou-se aos 13 anos, na escola de música do Ateneu Artístico Vilafranquense, onde se dedicou ao estudo do clarinete durante três anos. Contudo, aos 16 anos, o interesse pela guitarra e pelo canto sobrepôs-se, levando-o a compor as suas primeiras canções e a iniciar um percurso pelos bares de Lisboa no final da década de 80. Em 1987, integrou o projeto “Bazzar”, gravando nos prestigiados estúdios da Valentim de Carvalho o single em vinil “All we need is money”. O projeto viria a dissolver-se após a recusa da banda em seguir a sugestão da editora para compor em português.
Após o fim dos Bazzar, Brissos manteve-se ativo na cena musical com as bandas de covers “The Dalton Brothers” e “Ice Scream”, ganhando experiência na noite lisboeta. Em 1991, o convite de Otávio Jardim levou-o a integrar o grupo vocal “Blocco”, que incluía o ator Ricardo Carriço. A participação no Festival RTP da Canção desse ano rendeu-lhes um segundo lugar, mas a continuidade da banda foi interrompida pelo serviço militar obrigatório de Paulo Brissos. Durante a recruta, serviu como clarinetista na Banda do Regimento nº1 e, posteriormente, como cantor na Orquestra Ligeira do Exército.
Ao regressar à vida civil, Brissos fundou os “Mitos e Lendas” e os “Banding”. Esta última banda tornou-se uma referência no espaço Gartejo, esgotando lotações com interpretações de clássicos de grupos como Queen e The Police. Em 1993, consolidou o seu percurso a solo no Festival RTP da Canção com “No Dia Seguinte”, o que permitiu a edição do seu primeiro álbum de originais, “People Amigo” (1994). Seguiu-se um período de exploração sonora mais pesada com os V12 e os “Wacko Wacko”, culminando no projeto “Mona Lusa” ao lado do guitarrista Gonçalo Pereira.
A consagração comercial definitiva surgiu em 1997 com o álbum “Criação”, editado pela multinacional Polygram. O single “Serás Tu” tornou-se uma das baladas mais emblemáticas da música portuguesa da década, dominando as rádios e integrando a banda sonora da novela “Terra Mãe”. No início do milénio, Brissos optou pelo caminho independente, lançando trabalhos como “Sete e Meia” e “Direitas”, cujos temas continuaram a figurar em produções televisivas de sucesso.
Além de intérprete, afirmou-se como produtor e compositor para nomes como Excesso, Adelaide Ferreira e Paula Teixeira. Em 2007, partiu para os Estados Unidos para estudar produção musical no Valencia Community College, na Florida. De regresso a Portugal, editou o “Concerto Acústico” (2009) e o álbum “Pop Blues” (2012). O seu trabalho “Depois do Fim do Mundo” (2016), gravado com o projeto Brissos e os Conselheiros de Estrada, contou com a participação especial de Rui Veloso e foi editado em CD e Vinil.
Rui Gonçalves
Rui Gonçalves, trombonista, é um músico versátil, cuja carreira reflete uma sólida formação académica e um percurso artístico vasto e eclético.
Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música do Ateneu Artístico Vilanfranquense. Aos 13 anos integrou o Conservatório Nacional de Música de Lisboa, frequentou ao longo da sua formação diversos cursos e classes de aperfeiçoamento.
Licenciado em Trombone e Jazz pela ESMAE, detém um Mestrado em Ensino de Educação Musical e uma Pós-Graduação em Educação Especial.
O seu percurso artístico passou também pela prestigiada escola do Hot Club, onde colaborou diversas vezes nas formações de orquestras de Jazz. Desenvolve uma intensa atividade como instrumentista de estúdio e de palco.

Rui Gonçalves, trombonista de Vila Franca de Xira
Ao longo da sua carreira, colaborou e gravou com alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional, incluindo Alejandro Sanz, Martinho da Vila, Grupo Cubano Orishas, Rui Veloso, Rita Guerra, Trovante, GNR, Tito Paris, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Dany Silva, Pedro Jóia e Tony Carreira entre outros, participando também em inúmeras produções como a Ópera do Malandro de (Chico Buarque de Holanda), nas Orquestras “Sons da Lusófonia”, “Sons da Fala.
Foi presença assídua em produções televisivas de referência — integrando orquestras de programas como Herman Sic, Parabéns, Festivais da Canção, Chamar a Música, Conversas ao Sul (RTP África), assim como em prestigiados festivais de Jazz nacionais tais como, Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 e internacionais, colaborando com nomes como Gil Goldstein, Maria Schneider e Kenny Wheeler.
Mantém uma atividade intensa em diversas frentes, ao nível da performance é membro fundador do Jazzbone Quarteto e integra formações como a orquestra de Salsa Cuba Libre, a Big Band de Jorge Costa Pinto e a Lisbon Swingers Big Band, Tabanka Jazz e Tora Tora Big Band.
Tomás Gonçalves
Tomás Gonçalves nasceu a 10 de agosto de 2002. Iniciou os estudos na Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense aos 8 anos, com Filipe Pinheiro. Em 2016, ingressou no Conservatório de Música de Santarém com Mário Teixeira e mais tarde com com Flávio Bernal, tendo concluído até ao 5º grau. Em 2017 estudou jazz na escola do Hot Club de Portugal, com Luís Cunha. Em 2018, ingressou na Escola Profissional Metropolitana na classe de Reinaldo Guerreiro.
É licenciado na Academia Nacional Superior de Orquestra no Curso de Instrumentista de Orquesta.
Em 2023 ingressou na Banda Sinfónica do Exército. Participou em classes de aperfeiçoamento com Lars Karlin, Martin Schippers, Sebastiann Kemner, João Martinho, Alexandre Vilela, Joaquim Rocha, Thierry Redondo, Nuno Scarpa.

Tomás Gonçalves, trombonista, de Vila Franca de Xira
Tomás Gonçalves já tocou em salas de espetáculo como: Grande auditório da Gulbenkian, Casa da Música, Teatro São Carlos, Teatro São Luiz, Grande auditório do Centro Cultural de Belém, entre outros.
Foi músico convidado da Orquestra Metropolitana de Lisboa, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Pop, Orquestra Lusitanus.
Teve a oportunidade de tocar com grandes maestros como José Eduardo Gomes, Pedro Neves, Pedro Carneiro, Emilio Pomàrico, Jean-Marc Burfin, Paul Daniel, Cesário Costa, Ulisses Ascanio, Reinaldo Guerreiro, Christopher Bochmann, Renato Tomás, Carlos Gonçalves.

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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