Luís Ferreira, maestro, de Alcobaça
Músicos naturais do concelho de Alcobaça

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho. Além dos intérpretes em destaque nacional e internacional, o concelho de Alcobaça tem, nos últimos tempos, visto crescer o número de bandas promissoras e está  a tornar-se numa espécie de incubadora de artistas

  • António José Morais (trompete)
  • Bernardo Matias (saxofone)
  • Carlos de Andrade (compositor, 1884-1930)
  • Daniel Bernardes (compositor, 1986)
  • Edgar Alexandre (piano jazz, composição)
  • Fernando Serafim (tenor, 1933)
  • Filipe de Moura (tenor lírico)
  • Gil Silva (trombone, jazz)
  • Gonçalo Dias (trombone baixo)
  • Hélio Fróis (trombone, direção)
  • Henrique Seira (voz)
  • Hugo Assunção (trombone)
  • Hugo Trindade (guitarra)
  • Israel Pereira (guitarra clássica e guitarra elétrica)
  • João Santos (saxofone)
  • Jorge Trindade (clarinete)
  • Luís Ferreira (clarinete, maestro, 1974)
  • Luís Peças (contratenor)
  • Manuel Luís (composição litúrgica, 1926-1981)
  • Mário Marques (saxofone)
  • Manuel Campos (percussão)
  • Nuno Carreira (trombone)
  • Phillipe Trovão (saxofone)
  • Ricardo Santos (trombone e direção)
  • Rúben da Luz (trombone)
  • Ruben Palmeira (voz)
  • Rui Fragata (clarinete e direção)
  • Sérgio Carolino (tuba, 1973)
  • The Gift (banda)
  • Tomás Rosa (percussionista)
  • Vera Santos (clarinete)

Daniel Bernardes

Daniel Bernardes, compositor, de Alcobaça

Daniel Bernardes, compositor, de Alcobaça

Fernando Serafim

Fernando Serafim, tenor, do Porto

Fernando Serafim, tenor, do Porto

Luís Ferreira

Luís Ferreira, maestro, de Alcobaça

Luís Ferreira, maestro, de Alcobaça

Rúben da Luz

Rúben da Luz, trombone, de Alcobaça

Rúben da Luz, trombone, de Alcobaça

[ Rúben da Luz nasceu na Nazaré por não haver na altura maternidade em Alcobaça. ]

Sérgio Carolino

Sérgio Carolino, tuba, de Alcobaça

Sérgio Carolino, tuba, de Alcobaça

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Destaca-te no Musorbis

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Edgar Alexandre

Edgar Alexandre, natural de Alcobaça, aluno do curso profissional de Música na Escola Secundária D. Inês de Castro e Academia de Música de Alcobaça (AMA), recebeu a 29 de março uma menção honrosa na 13ª Festa do Jazz do São Luiz, em Lisboa, assegurando presença em 2016, na próxima edição deste evento. “Deu-me ainda mais razões para trabalhar e foi um grande incentivo para continuar”, declarou Edgar Alexandre a ’O ALCOA’, dizendo-se surpreendido e feliz por esta conquista. O jovem talento deixou ainda um agradecimento especial ao seu professor de piano Daniel Bernardes.

Luís Ferreira

O maestro Luís Filipe Henrique Ferreira nasceu a 17 de julho de 1974. Iniciou os estudos musicais aos dez anos, na Sociedade Filarmónica Maiorguense, com o Maestro José Manuel Cunha. É Licenciado em Música, no instrumento Clarinete, Pela Universidade de Évora. Possui Pós Graduação em Direção de Orquestra de Sopros, e está a tirar o Mestrado em Direção de Orquestra de Sopros, no Instituto Piaget de Almada, onde trabalha com diversos professores, e tem dirigido vários grupos, nomeadamente, a Orquestra de sopros do Conservatório Nacional de Lisboa, e a Banda Sinfónica da PSP. É Maestro da Socidade Filarmónica Maiorguense desde Setembro de 2007.

Leia AQUI a biografia completa.

Luís Peças

Luís Peças é um cantor lírico português natural de Alcobaça. Fez estudos na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, onde ingressou em 1986. Foi oboísta na Banda de Música de Alcobaça e na Banda de Música da Força Aérea Portuguesa. Contratenor, dedicou-se ao canto lírico, tendo sido bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Teve aulas de canto com Liliane Bizinech e aperfeiçoou-se em interpretação de Música Antiga, com Max Van Egmond e Jill Feldman. Em 1999 esteve em Londres, onde aperfeiçoou o repertório Barroco com o contratenor Rodney Gibson.

Tem desenvolvido uma intensa atividade na participação em concertos, recitais e festivais de música, destacando a colaboração com a pianista Paulle Grimaldi e o Ensemble Barroco do Chiado. Tem atuado também em monumentos, museus, bibliotecas, universidades, autarquias e dioceses, a convite do IPPAR. Colaborou também na produção de vários espetáculos, salientando o musical Maldita Cocaína, de Filipe La Féria, em 1993. Em Alcobaça, integrou as Comemorações do 850º Aniversário da Fundação da Abadia de Alcobaça e a morte de São Bernardo, os 750 anos da Igreja do Mosteiro e as Comemorações do Ano Inesiano.

Mário Marques

Mário Dinis Marques nasceu em 1972 na cidade de Alcobaça. Estudou no saxofone no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 2002 concluiu a licenciatura em Saxofone na Escola Superior de Música de Lisboa e, em 2105, o Doutoramento na Universidade de Évora.

Tem integrado regularmente como músico solista a Orquestra Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra do Algarve. A solo tocou com Orquestra das Beiras o “Concertino para saxofone tenor e Orquestra” de Bob Mintzer; Banda Sinfónica Portuguesa com a qual estreou o “Duplo concertino para Sax tenor, tuba e banda sinfónica” de Luís Cardoso; Banda Sinfónica da P.S.P.; Banda da Armada Portuguesa o “Concerto para saxofone e Banda Sinfónica” de Mike Mower, Sinfonieta de Lisboa o “Concerto for Stan Getz” de R.R.Bennett e a Banda Sinfónica de Alcobaça.

Colaborou em vários programas de Televisão e Teatro Musical e gravou com diversos grupos portugueses como “The Gift”;  “Silence4”; “Deolinda”; “Bernardo Sassetti”, “Amália hoje”, entre outros. Tem ainda como seus projectos pessoais os grupos Tubax, Rondó da Carpideira, The Postcard Brass Band e o Quarteto de Saxofones Saxofínia onde, além de músico, trabalha na produção e edição discos e com os quais tem merecido o crédito de inúmeros compositores tais como: Daniel Bernardes; Eurico Carrapatoso; Bernardo Sassetti; Cristopher Bochmann; Jon Hansen; Luís Cardoso; Luís Pena, Howie Smith; Petri Keskitalo, Jerry Grant, Jim Self, Mike Fitzpatrick entre outros. Foi artista residente do Cine-teatro de Alcobaça no ano de 2008 onde apresentou os projetos “Zoom In – A música de Daniel Schnyder e Música de Anders Paulsson “ para saxofone soprano, coro misto & órgão.

Músico multifacetado e produtor musical de diversos discos, tem aplicado essa experiência no estudo da interpretação musical e prática performativa da linguagem crossover apresentando artigos em diversas conferências. É professor auxiliar no Departamento de Música da Universidade de Évora onde, além de docente, é adjunto da Direção do Departamento de Música.

Nuno Carreira

Natural da Vestiaria (Alcobaça), Nuno Carreira (tuba, trombone e bombardino) estudou no Conservatório Regional de Tomar, Escola Profissional de Música de Almada e é licenciado pela ESML, na classe de Ismael Santos. Frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento com professores como Joseph Alessi, Benny Schlucin, Peter Bassano, David Taylor, John Peterson e Hugo Assunção. Colaborou com várias orquestras portuguesas, como a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Algarve, Orquestra das Beiras e Orquestra Sinfonietta de Lisboa.

Colabora com regularidade com a Orquestra de Camara de Cascais e Oeiras. É convidado para colaborar com diversos ensembles de clássico e jazz. É membro do grupo South River Jazz Band e da Reunion Big Jazz Band. Leciona Trombone nos conservatórios de Cascais e Palmela e nas academias de Alcobaça e Óbidos.

Philippe Trovão

Philippe Trovão é licenciado em Saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa onde realizou também o Mestrado em Ensino da Música.

Participou em classes de aperfeiçoamento com diversos músicos do panorama nacional e internacional como Alberto Roque, José Massarrão, Claude Delangle, Jean Yves Fourmeau, Nicolas Proust, Lars Mlekusch e James Houlik. Participou em workshops de improvisação e Sound Painting com François Choiselat (vibrafone, improvisação, Lisbon Soundpainting Orchestra), Javier Liébana Castillo e Lê Quan Ninh, e em workshops de jazz com artistas como Paulo Gaspar, Jeffery Davis e Hugo Trindade. Conta com vários prémios em concursos de saxofone, FISP 2005 – 2o lugar na categoria infantil, FISP 2007 – 3o lugar na categoria juvenil e FISP 2009 – 3o lugar na categoria junior e 2o lugar Ae excuo na “International Music Competition” em Chieri, Itália, onde tocou a solo com a “Orchestra Sinfonieta” de Chieri, Itália, sob direcção do maestro Maurizzio Rigetti. Também se apresentou como solista com a Camerata de Sopros Silva Dionísio e com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa.

Esteve envolvido em vários projetos multidisciplinares, entre eles o bailado “Dance bailarina, dance”, com a Companhia Nacional de Bailado, o espectáculo “As Artes no Panteão: Ecos de um Meta-Tempo”, uma colaboração da Escola Superior de Música, Escola Superior de Dança e Escola Superior de Teatro e Cinema, a peça de teatro “Medeia”, uma colaboração entre o Laboratório de Música Mista da ESML e a Escola Superior de Teatro e Cinema e a peça ODISSEIA, com Teresa Sobral e José Raposo, onde trabalhou como sonoplasta.

Atualmente o seu trabalho passa pelo interpretação de obras para saxofone e dispositivo elctroacústico, por improvisação, estudo de síntese sonora e composição. Está a desenvolver vários projectos envolvendo saxofone e eletrónica (processamento de som em tempo real), é membro fundador dos “Forma Perdida”, duo de “word music” de saxofone e guitarra e do projeto ROOM #315, música experimental. É presença regular em concertos de música improvisada e trabalha para a difusão de obras de compositores como Jorge Peixinho, Jean-Claude Risset e Horacio Vaggione fazendo recitais em vários auditórios do país. Leciona no Conservatório Regional Silva Marques, em Alhandra, no Conservatório de Música e Artes do Centro e no Conservatório de Santarém.

Fontes: Sérgio Carolino propôs os nomes de Phillipe Trovão (saxofonista), Bernardo Matias (saxofone), Gonçalo Dias (trombone baixo), Gil Silva (trombonista de jazz), Vera Santos (clarinete), António José Morais (trompete), Manuel Campos (percussão), Hugo Assunção (trombone), Edgar Alexandre (pianista de jazz, compositor), Jorge Trindade (clarinete), Hélio Fróis (trombone, direção), Nuno Carreira (trombone), Luís Peças (contratenor), Israel Pereira (guitarra clássica e guitarra elétrica). Ricardo Santos sugeriu os somes de Ricardo Santos (trombone, direção), Rui Fragata (clarinete, direção), Filipe de Moura (tenor lírico), João Santos (saxofone) e Tomás Rosa (percussão). Vários desses nomes já estava ma Meloteca, mas faltava a informação da sua naturalidade.

NOVAS BANDAS

Churky

Diogo Rico, de 25 anos, ou simplesmente Churky, venceu o concurso EDP Live Bands e lançou em 2018 o seu EP “Estórias”. Em 2015, o tinha lançado o álbum “Golden Riot”. Graças à vitória no concurso, terá a oportunidade de gravar um novo álbum com o selo da Sony Music, bem como a possibilidade de se apresentar em grandes palcos, como o NOS Alive e o Mad Cool Festival, este último em Madrid. Em 2016, lançou um single intitulado “Tá Bom, Adeus!”, que foi incorporado no seu EP. Participou no Festival da Canção, em 2015, como compositor da música “Mal Menor”, interpretada pelo tenor José Freitas.

Fuzzil

A banda Fuzzil lançou dois EP — Boiling Pot e Molten π — este último em 2017. Cria o seu som nas influências dos longínquos e psicadélicos anos 60 e 70, transportando para o novo século uma aura carregada de fuzz, distorção e vocais melódicos. Um dos elementos da banda é o baixista dos Stone Dead, sendo que no alinhamento dos Fuzzil, Leonardo Baptista pega na guitarra e ajuda na voz. Os restantes elementos são Filipe Garcia (voz/guitarra), Alexandre Ramos (voz/bateria) e Wilson Rodrigues (voz/baixo).

Mr. Gallini

Mr. Gallini é o pseudónimo de Bruno Monteiro. Se nos Stone Dead é baterista e ajuda na voz, neste seu projeto dedica-se à guitarra e a dar voz às suas canções. Para 2018, Mr. Gallini preparou uma trilogia de álbuns, que já foi colocada em ação com o lançamento de “Lovely Demos” E se “Lovely Demos” é mais inspirado nos Beatles, Pink Floyd e várias outras bandas da década de 60, o artista assegurou no programa “É a vida Alvim” em março de 2018, os restantes álbuns complementares da trilogia seriam distintos em termos de sonoridade, indo buscar influências mais recentes. A Mr. Gallini’s Amazing Trilogy foi gravada e misturada no quarto do artista em Pisões, Alcobaça, totalmente sob a sua responsabilidade e com toda a liberdade criativa inerente a esse ambiente mais intimista.

Plastic People

A banda Plastic People é composta por João Tiago, André Frutuoso, Johnny Walker, João Gonçalo e Filipe Tanqueiro. Venceu o EDP Live Bands, em 2017, e tem estado a trabalhar no álbum a lançar sob o selo da Sony Music.

Stone Dead

Stone Dead é uma banda rock composta por João Branco, Bruno Monteiro, Jonas Gonçalves e Leonardo Baptista. Lançou, em 2017, o álbum “Good Boys”, levando-os a apresentá-lo por inúmeros países europeus, assim como ao Super Bock Super Rock. Tem andado um pouco por todo o país, apresentou-se no Festival Muma, na ilha do Faial – e por vários países europeus. Bruno Monteiro (baterista) e Leonardo Baptista (baixista) têm outros projetos paralelos, com Mr. Gallini e Fuzzil, respetivamente.

FESTIVAIS

Cistermúsica

O Cistermúsica nasceu em 1992 como iniciativa do Município de Alcobaça e é organizado, desde 2002, pela Banda de Alcobaça com a produção da Academia de Música de Alcobaça, tendo atualmente o apoio institucional do Município e da Direção-Geral das Artes. O Mosteiro de Alcobaça tem sido o palco privilegiado do festival, a par de outros recintos da cidade e da região que têm testemunhado a comunhão entre a música e dança com o património histórico. A missão de valorizar o património é acompanhada pelo contributo de uma programação de excelência, descentralizada e acessível, desenhada também para o desenvolvimento turístico e cultural da região.

O Cistermúsica é um festival que cada vez mais abraça o lema: “um clássico para todos”, trazendo, anualmente, aos palcos da região, alguns dos melhores intérpretes de música e de dança na cena nacional e internacional. E que cada vez mais vive para as crianças, jovens e famílias, que encontram nas secções Júnior e Famílias e Orff uma oferta cultural diversificada, sempre adequada à formação de novos públicos, sensibilizando-os para o estudo e valorização das artes.

Com a Rota de Cister, o festival ganhou, desde 2015, uma dimensão nacional que leva parte da sua Programação Principal ao património cisterciense edificado pelo país e a outros municípios que partilham uma lógica de descentralização cultural à escala regional. Edição após edição, o Cistermúsica orgulha-se de dar palco à música e de proporcionar experiências sonoras e artísticas inesquecíveis.

2 comentários
  1. Ricardo Santos
    Ricardo Santos says:

    Boa tarde
    Não querendo intrometer me mas existem muitos mais músicos profissionais naturais e a viver em Alcobaça. Acho que deviam de fazer uma pesquisa mais aprofundada.
    Deixo aqui mais alguns nomes:
    Ricardo Santos (trombone e direção)
    Rui Fragata (clarinete e direção)
    Filipe de Moura (tenor lírico)
    João Santos (saxofone)
    Tomás Rosa (percussionista)
    Etc….
    Obrigado

    • António Ferreira
      António Ferreira says:

      1. Agradecemos a cooperação, imagens e textos, que vamos inserindo na medida das possibilidades.
      2. Foram solicitadas informações sobre os músicos e o património musical concelhio a todos os municípios do País e só 5% responderam.
      3. Lançado há 15 dias, o Musorbis (www.musorbis.com) é assumidamente incompleto mas já tem muita informação que não se encontra em mais lado nenhum.
      4. Nem a Meloteca, lançada em 2003, nem o Musorbis, lançado em 2020, recebe qualquer apoio institucional.
      5. Em cada página de músicos do concelho já publicada se refere que se trata de um projeto em desenvolvimento.
      6. Qualquer músico profissional pode sugerir o seu próprio nome ou de outros.
      7. Qualquer músico profissional pode constar na Meloteca (www.meloteca.com) o que, na forma simples, não tem custos.
      8. Quem desejar ter um lugar de destaque pode também fazê-lo e assim ajudar ambos os projetos a crescerem de forma sustentada.
      9. Sendo que existem 308 concelhos em Portugal, cada um terá a sua página de músicos, a sua página de órgãos de tubos, a sua página de iconografia musical, as suas salas de concerto, e outros artigos que ainda estão a ser definidos.
      10. A Meloteca e o Musorbis estão a ser desenvolvidos com o meu trabalho, a ajuda do meu filho, a cooperação de voluntários e o dinheiro que eu pago a uma agência digital para a construção e mudanças estruturais.

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