Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Órgãos de tubos do concelho de São Pedro do Sul [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja do Convento de São José

Igreja do convento de São José

Igreja do Convento de São José

No antigo convento de São José encontram-se, atualmente, os Paços do Concelho de São Pedro do Sul, que para aqui se mudaram em 1842, na sequência do Decreto de Extinção das Ordens Religiosas, que pôs fim à curta vida conventual deste edifício. Na realidade, a licença para a construção do Convento de São José foi emitida em 1725, mas as obras apenas tiveram início em 1751 e prolongarem-se pela segunda metade da centúria, em terrenos doados por D. Maria Josefa de Almeida, situados na Quinta no Lugar de Fermil. Contudo, os religiosos habitavam as instalações desde 1755. As motivações que levaram à fundação desta casa conventual divergem do habitual, uma vez que em São José se pretendeu criar uma espécie de hospício, onde os religiosos da Ordem Terceira de São Francisco pudessem frequentar as Termas de São Pedro do Sul e, através dos banhos medicinais, recuperar a sua saúde. De facto, a tradição termal desta localidade remonta à época romana, e mantém-se viva até aos nossos dias. Depois da extinção dos conventos, a Câmara ocupou as suas instalações, cuja posse confirmou em 1886.

Todavia, um violento incêndio, ocorrido em 1967, destruiu parte do imóvel, conservando-se, do edifício original, apenas a igreja e o claustro. As antigas dependências foram recuperadas, mantendo a sua função de Câmara Municipal. A igreja destaca-se pela escadaria que a antecede, delimitada por balaustrada na zona do patamar. Um cruzeiro marca o início da mesma, ainda no nível térreo. A fachada é rematada por um tímpano recortado, apresentando um arco abatido de acesso à galilé, a que se sobrepõe duas janelas de moldura recortada – uma rectangular e a outra oval -, sendo a primeira ladeada por nichos com as imagens de São Francisco e São Pedro de Alcântara. Na generalidade, esta composição recorda a frontaria de um outro convento franciscano, situado na cidade de Viseu – o convento de São Francisco do Monte. Ambas denotam a influência da arquitetura barroca, de cariz franciscano.

Já no interior, com altares e capelas formados por arcos de volta perfeita, salientam-se os retábulos de talha dourada, principalmnete o da Capela-mor, com colunas pseudo-salomónicas. Na sacristia, importa referir o arcaz com espaldar de talha dourada e azul, onde figuram pinturas representativas de passos da vida de São Francisco.
Por fim, o claustro, de dois andares, é formado por arcadas de capitéis da ordem toscada no piso térreo, e no segundo nível por colunas semelhantes mas assentes em suportes quadrangulares com os cantos chanfrados.
As restantes fachadas do edifício conventual denunciam um gosto de cariz Neoclássico, dominadas pelo frontão triangular e corpo central com janelas de sacada única.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

A Igreja do Convento de São José possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 17, construído em 1788.

Órgão e respetiva tribuna

Órgão da Igreja do Convento de São José

Órgão da Igreja do Convento de São José

Pormenor da fachada

Órgão da Igreja do Convento de São José

Órgão da Igreja do Convento de São José

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Órgãos do concelho de São João da Pesqueira [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Órgão histórico

O órgão Sá Couto restaurado por Pedro Guimarães teve concerto de inauguração do restauro no dia 08 de janeiro de 2023, por Samuel Monteiro, organista, e Simone Toito, soprano.

Enquadramento

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Perspetiva lateral

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

consola

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Manúbrios da direita

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Manúbrios da esquerda

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Tubaria da fachada

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel MonteiroMontra com portadas abertas

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

A Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira ou Capela da Misericórdia fica situada no centro histórico de de S. João da Pesqueira. Apresenta fachada barroca e painéis de azulejaria setecentista. No interior guarda duas interessantes imagens da Rainha Santa Isabel e da Senhora dos Remédios. A Capela que foi privativa dos Távoras, enquadra-se no prolongamento da modesta residência daquela ilustre família (D. Luís Álvares de Távora, senhor da vila) que a ofereceu à Misericórdia local. Ergue-se ao lado a fachada do Solar dos Távoras, família a quem o rei doou a vila de S. João da Pesqueira, no século XIV. É uma casa senhorial de dois pisos, que se desenvolve adossado ao lado esquerdo da igreja. Com planta retangular, simples e regular, apresenta uma disposição horizontalista das massas. A cobertura é de telhado homogéneo de três águas. No rés-do-chão apresenta 3 portas de cornija saliente com concheados no fecho do arco e ombreiras decoradas por pequenas volutas. Ainda, nesta praça pode admirar-se o arco, encimado pela Torre do Relógio e a Arcada ou arcaria (séc. XVIII) que serviu de mercado.

Fonte: Porto e Norte

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Órgãos de tubos do concelho de Resende [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja do Convento de Barrô

[ Jesus, Maria e José ]

Igreja do Convento de Barrô

Igreja do Convento de Barrô

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Órgãos de tubos do concelho de Penalva do Castelo [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Localizada no largo Magalhães Coutinho, a Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo é um imponente edifício (Barroco/Neoclássico), o elemento visual de maior referência da Vila. O templo é composto por um altar-mor e dois colaterais, e possui um magnífico órgão de tubos construído em 1810. A entrada é feita pela porta lateral. O núcleo museológico localizado no 2º piso da igreja é um espaço de exposição do espólio da Santa Casa da Misericórdia que preserva peças únicas de arte sacra.

Fonte: CMPC

A Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo possui um órgão de tubos construído por Joaquim António Peres Fontanes em 1810(?), restaurado por António Simões.

Órgão Joaquim António Peres Fontanes

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra com trombetas em chamada

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

tribuna do lado do Evvangelho

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

teclado manual

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Registos do lado direito

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Manúbrios do lado esquerdo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Pisante

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Placa do organeiro

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Trombetas

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Pormenor da tribuna

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Mecânica

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja Matriz de Ínsua

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Ínsua

Igreja Matriz de Ínsua

A Igreja Matriz de Ínsua é um edifício de arquitetura religiosa situado no largo que dá para a entrada da Casa da Ínsua.

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Pormenor de talha

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

teclado manual

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Registos do lado esquerdo

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Registos do lado direito

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Pisantes

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Alavanca do fole

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Órgãos de tubos do concelho de Mangualde [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Mangualde

Igreja da Misericórdia de Mangualde

Igreja da Misericórdia de Mangualde

Veja AQUI o álbum Pinterest do órgão da Igreja da Misericórdia.

A atual Igreja da Misericórdia de Mangualde, bem como a torre e as casas anexas, remontam à segunda década de Setecentos, mais precisamente a 1721, ano que em foi lançada a primeira pedra do templo. As dificuldades financeiras com que a Misericórdia se debatia foram sendo colmatadas quer pela generosidade do Rei D. João V, que sempre aceitou os pedidos da Irmandade, quer pelo então Reitor, Simão Paes de Amaral, fidalgo d-El Rei, Provedor da Misericórdia, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e capitão-mor do concelho, que deu grande impulso a estas obras, doando os terrenos e contribuindo, ainda, financeiramente para a conclusão das mesmas (ALVES, 1959, pp. 29-42). O risco do edifício foi encomendado a Gaspar Ferreira, um artista coimbrão, arquitecto e entalhador (facto comum à época, uma vez que as estruturas arquitectónicas dos conjuntos retabulares eram bastante atractivas para os arquitectos), que trabalhou em Coimbra e noutras cidades do centro do país. Em Mangualde, e para além deste templo, desenhou também o recolhimento de Nossa Senhora da Conceição e as casas de José Rebelo Castelo Branco. A igreja, de planta retangular, de nave única, com Capela-mor mais estreita, apresenta fachada animada por um frontão constituído por duas volutas, com óculo central rematado por pináculos e cruz. O portal principal é reto, sobrepondo-se-lhe uma janela de sacada. Quatro janelas ladeiam o conjunto, o que divide o alçado em três grandes composições verticais. No alçado ocidental ergue-se uma varanda com colunata toscana, a que se acede por uma escadaria. Este elemento, erguido à frente da sacristia e da torre, recorda determinadas construções nobres dos séculos XVII e XVIII. Fruto da sua formação de autodidacta, Gaspar Ferreira optou, neste templo, por um “(…) esquema pautado ainda por padrões provincianos”. Se a igreja foi sagrada em 1724, a campanha decorativa do interior conheceu muito maiores dificuldades financeiras, prolongando-se, pelo menos até à segunda metade de Setecentos. Assim, o contrato celebrado entre o entalhador portuense Luís Pereira da Costa e a Irmandade, data apenas de 1729. Já as imagens de São Simão, São João Baptista, Santa Bárbara e São Bartolomeu foram esculpidas por Mestre Custódio de Sousa, também originário do Porto. A imagem de Nossa Senhora da Misericórdia foi executada em Braga. A nave é coberta por teto pintado em trompe l’oeil com a representação de Nossa Senhora da Assunção. As paredes são revestidas por painéis de azulejos azuis e brancos, de fabrico coimbrão, com cercaduras arquitetónicas. Do lado do Evangelho observam-se cenas da Apanha do Maná, e do lado oposto as bodas de Canaã e São Martinho de Tours oferecendo a capa a um pobre. Sob o púlpito, emblemas clericais. Os painéis da Capela-mor, de c. 1724, representam um jardim concluso e a Porta Coeli. Reveste o teto da Capela-mor um conjunto de caixotões com telas representando passos da vida da Virgem.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

Órgão em tribuna própria

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão visto do coro alto

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

coroamento

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Trombetas desaparecidas

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

tribuna

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

consola

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Pisantes

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgãos de tubos do concelho de Lamego [8]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de São Francisco

A Igreja de São Francisco possui órgão de tubos.

Igreja de Santa Cruz

Igreja do Convento de Santa Cruz

Igreja do Convento de Santa Cruz

A Igreja do Convento de Santa Cruz possui órgão de tubos.

Santuário dos Remédios

Igreja do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

A Igreja do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios possui um órgão histórico de tipo ibérico (órgão de armário), da autoria de Manuel de Sá Couto que terá sido construído por volta de 1820, restaurado por António Simões em 1991 a expensas da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios.

coro alto

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, créditos Gualberto Rocha

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, créditos Gualberto Rocha

Órgão do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Órgão do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Igreja Matriz de Almacave

Igreja Matriz de Almacave

Igreja Matriz de Almacave

A Igreja Paroquial de Santa Maria de Almacave possui órgão de tubos.

Igreja Matriz de Penajóia

A Igreja Paroquial de São Salvador de Penajóia possui órgão de tubos da autoria de Francisco António Solha, no século XVIII, restaurado em 2002 por António Simões (informação do organeiro). Francisco António Solha construiu outros órgãos como o da de Lamego e o Mosteiro de São Martinho de Tibães.

Igreja Matriz de Penude

Igreja Matriz de Penude

Igreja Matriz de Penude

A Igreja Paroquial de Penude possui um órgão de tubos de armário, restaurado em 2024 pela JMS Organaria.

Órgão da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Órgão da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Órgão positivo de armário da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Órgão positivo de armário da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

 de Lamego

Sé Catedral de Lamego

Catedral de Lamego

A (Catedral de Lamego) possui dois órgãos históricos de tipo ibérico na Capela-mor, em tribuna, um do lado do Evangelho, outro do lado da Epístola. Foram reparados em 1830 pelo organeiro vimaranense Luís António de Carvalho.

Órgãos na Capela mor

Órgãos da Sé de Lamego

Órgãos da de Lamego

Montra do órgão

Órgão da Sé de Lamego

Órgão da de Lamego

Reciclanda

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Órgãos de tubos do concelho Castro Daire [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Castro Daire

Igreja Matriz de Castro Daire

Igreja Matriz de Castro Daire

A atual Igreja Matriz de Castro Daire começou provavelmente a ser construída em finais do séc. XVII/início do século XVIII,  substituindo uma igreja medieval com a mesma invocação (S. Pedro). A primitiva igreja, de dimensões mais reduzidas, terá sido construída durante o reinado de D. Dinis. Diz-se que este rei, aquando da sua passagem por Castro Daire, terá dado autorização para que a pedra do antigo castelo fosse utilizada na construção dessa igreja medieval, que foi posteriormente destruída para a construção do atual templo. O castelo referido, não era mais do que a antiga muralha do povoado castrejo da Idade do Ferro, que deu origem à Vila de Castro Daire.

Na atual igreja dominam os estilos artísticos típicos do séc. XVIII, entre os quais o Barroco e o Rococó. Destaca-se o magnífico altar da Irmandade das Almas, um dos mais belos do distrito de Viseu, de estilo Barroco. O cadeiral da Capela-mor da igreja, de estilo Rococó, outra das joias deste templo, foi elaborado por Timóteo Correia Monteiro. No exterior, destaca-se a fachada principal da igreja, de estilo Neoclássico (século XIX), e a sua torre sineira.

Fonte: CMCD

No coro alto, a Igreja Paroquial de São Pedro, Igreja Matriz de Castro Daire, possui um órgão histórico de tipo ibérico, construído no século XIX, restaurado em 2000 por António Simões.

Enquadramento no coro alto

Viagens sem destino

Órgão da matriz de Castro Daire

Órgão com trombetas em chamada

Órgão da igreja matriz de Castro Daire

Órgão da Igreja Matriz de Castro Daire

Igreja Matriz de Mões

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Mões

Igreja Matriz de Mões

A Igreja Matriz de Mões é sede de uma paróquia muito antiga, referida nos inícios do século XIII, aquando da repartição das rendas das igrejas da Diocese de Viseu. Teve foral manuelino a 7 de maio de 1514. Foi vila e sede de concelho até 24 de outubro de 1855, altura em que passou para o atual concelho de Castro Daire. Era abadia da apresentação da Casa dos Castros de Resende, ou da apresentação do Mosteiro de Arouca, segundo a Estatística Paroquial de 1862.

Reciclanda

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Órgãos de tubos do concelho de Armamar [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Matriz de Cimbres

[ Igreja Paroquial ] [ São Martinho ]

Igreja de Matriz de Cimbres

Igreja de Matriz de Cimbres

A Igreja de Matriz de Cimbres é dedicada a São Martinho, foi construída em 1767 de acordo com indicação no exterior, sendo a torre sineira de 1896. Destaca-se o órgão de tubos histórico, de 1902, no coro-alto e o altar-mor de 1904.

Órgão histórico construído em 1902

Reciclanda

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Órgãos de tubos do concelho de Setúbal  [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de São Julião

Igreja Matriz de São Julião

Igreja Matriz de São Julião

A Igreja Paroquial de São Julião de Setúbal possui um órgão histórico construído pelo grande organeiro português António Xavier Machado e Cerveira, opus 19, construído em 1788.

Reciclanda

Reciclanda

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Igreja Matriz de São Sebastião

Igreja Matriz de São Sebastião

Igreja Matriz de São Sebastião

No coro alto, a Igreja Paroquial de São Sebastião possui um órgão de um só teclado manual, 51 teclas (dó a ré’’’), 23 meios registos, pedais para cheios e trombetas em chamada. Instrumento de autor desconhecido, datado de 1720. No estado atual resulta da intervenção realizada em 1992 por António Simões, que acrescentou a pedaleira, os seus dois registos e o sistema de acoplamento entre a pedaleira e o manual.

Órgãos de tubos do concelho de Sesimbra [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel

Igreja de Nossa Senhora do Cabo (Espichel)

Igreja de Nossa Senhora do Cabo (Espichel)

A Igreja ou Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel é um edifício de arquitetura religiosa. Situada de costas para o mar, foi iniciada em 1701 e sagrada em 1707. O interior da igreja é decorado com mármores coloridos e um teto pintado em arquitetura perspetivada, da autoria de Lourenço da Cunha (1740). De cada lado da igreja há uma fila de alojamentos para peregrinos, chamados Casa dos Círios ou simplesmente Hospedarias, que formam o terreiro ou arraial. No seu início ergue-se um cruzeiro, local onde começa verdadeiramente o Santuário. Junto à igreja fica a ermida da Memória, um pequeno templo implantado na escarpa do promontório, com silhares de painéis de azulejos azuis e brancos historiados, do séc. XVIII. No exterior encontram-se dois registos azulejares, muito degradados. Junto às hospedarias ficam as ruínas da Casa da Ópera. Fora do espaço propriamente dito do Santuário de Nossa Senhora do Cabo, mas ainda dentro do conjunto, encontram-se a Casa da Água e o Aqueduto do Cabo Espichel, edificações muito importantes para o Santuário pois levavam até este água potável.

No interior da igreja, no coro alto, do lado da Epístola, encontra-se um órgão com características de finais do séc. XVIII/princípios do séc. XIX, eventualmente feito na oficina de Joaquim António Peres Fontanes, em 1742. Foi restaurado em 1810 por organeiro desconhecido. Foi restaurado em 2009 por António Simões.

Órgão do Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel

Órgão do Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, antes do restauro

Reciclanda

Reciclanda

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