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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sé de ViseuAntónio José Ferreira
Músicas no Concelho

Viseu e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Viseu [7]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nos seguintes edifícios:

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Viseu possui em tribuna do lado da Epístola um órgão da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 53, de 1797, restaurado em 1990 por António Simões e reconstruído em 2012 pelo mesmo organeiro.

O Museu da Misericórdia de Viseu possui o órgão memorial de homenagem a Júlia d’Almendra, uma das primeiras pessoas privadas a ter órgão de tubos em Portugal.

Igreja de Santa Maria Madalena do Campo

Bênção e concerto inaugural a 20 de novembro de 2021, por André Ferreira e Ensemble São Tomás de Aquino e, no dia 21, concerto de órgão (Liliana Duarte) e flauta (Alexandre Andrade), na comemoração do Dia da Paróquia.

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, Viseu

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, Viseu

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, inaugurado em 2021

Órgão da Igreja de Santa Maria Madalena do Campo, inaugurado em 2021

Igreja de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco possui órgão de tubos.

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Viseu

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo possui órgão de tubos em mau estado de conservação.

Igreja do Seminário Maior

Igreja do Seminário Maior

Igreja do Seminário Maior

A Igreja do Seminário Maior de Viseu possui da autoria de Luís António dos Santos, 1808, nº 8, reparado por António Simões a expensas da Fundação Calouste Gulbenkian.

Museu Grão Vasco

Órgão positivo histórico J.A. P. Fontanes transferido do Museu da Música no Alto dos Moinhos, Lisboa.

Órgão histórico J.A. P. Fontanes. Museu Grão Vasco, créditos Museu Nacional da Música 2025

Órgão histórico J.A. P. Fontanes. Museu Grão Vasco, créditos Museu Nacional da Música 2025

Órgão histórico J. A. P. Fontanes, Museu Grão Vasco, créditos Museu Nacional da Música 2025

Órgão histórico J. A. P. Fontanes, consola, Museu Grão Vasco, créditos Museu Nacional da Música 2025

Órgão histórico J.A. P. Fontanes. Museu Grão Vasco, créditos Museu Nacional da Música 2025

Órgão histórico J.A. P. Fontanes. Museu Grão Vasco, créditos Museu Nacional da Música 2025

Sé de Viseu

Sé de Viseu

Sé de Viseu

A Sé (Catedral) de Viseu possui no coro alto um órgão positivo histórico.

Segundo Manuel Valença e Wesley Jordan teve um órgão da autoria de Manuel Benito Gomes, 1721-22, que desapareceu.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/viseu-se_ajf-22082017.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:41:512025-03-25 21:47:25Viseu e os seus órgãos de tubos
Igreja do Mosteiro de Tarouca
Músicas no Concelho

Tarouca e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Tarouca [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho

  • Igreja do Mosteiro de Salzedas
  • Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Igreja do Mosteiro de Salzedas

[ de Santa Maria ]

Igreja do Mosteiro de Salzedas

Igreja do Mosteiro de Salzedas

A construção do Mosteiro masculino da Ordem de Cister de Salzedas começou em 1168. Com a sua fundação intimamente ligada à figura de Teresa Afonso, esposa de Egas Moniz, o complexo monástico foi largamente ampliado no século XVII e XVIII, destacando-se um novo e monumental claustro no século XVIII, com traço do arquiteto maltês Carlos Gimach.

Contando no seu espólio com trabalhos de alguns dos maiores nomes da pintura em Portugal, como Vasco Fernandes (Grão Vasco), Bento Coelho da Silveira ou Pascoal Parente, com a extinção das Ordens Religiosas em Portugal em 1834, a igreja foi convertida em Igreja Paroquial e parte das dependências monásticas vendidas a privados.

Classificado Monumento Nacional em 1997, em 2002, ao abrigo de protocolo com a Diocese de Lamego, o Estado Português iniciou o progressivo restauro dos edifícios e espólio. A integração, em 2009, no Projeto Vale do Varosa, juntamente com mais dois monumentos (Mosteiro de São João de Tarouca e Convento de Santo António de Ferreirim), possibilitou a abertura do espaço ao público em outubro de 2011, espaço onde é ainda possível visitar o núcleo museológico e a exposição “Fragmentos. Expressões da Arte Religiosa do Mosteiro de Santa Maria de Salzedas”. O Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, à semelhança do congénere de São João de Tarouca, é dos mais visitados da região do Douro e Varosa.

Fonte: Cultura Norte

Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Igreja do Mosteiro de Tarouca

Igreja do Mosteiro de Tarouca

A construção do Mosteiro de São João de Tarouca iniciou-se em 1154, sendo o primeiro mosteiro masculino cisterciense edificado em território português. Com a sua fundação intimamente ligada à fundação da nacionalidade e à figura de D. Afonso Henriques, o complexo monástico foi largamente ampliado no século XVII e XVIII com a construção de novos edifícios, de entre os quais se destaca um novo e colossal dormitório, de dois pisos, único em Portugal.

O ano de 1834 viria a ditar a sucessiva decadência do edificado, consequência direta do decreto da extinção das Ordens Religiosas. A igreja foi convertida em Igreja Paroquial e as dependências monásticas foram vendidas em hasta pública e os seus edifícios explorados como pedreira até aos inícios do século XX.

Classificado de Monumento Nacional, o complexo monástico integra desde 2009, com mais dois monumentos (Mosteiro de Santa Maria de Salzedas e Convento de Santo António de Ferreirim) o Projeto Vale do Varosa, que já permitiu a requalificação da Igreja do Mosteiro e, desde 2013, a musealização das ruínas, resultado de uma exaustiva escavação arqueológica que decorreu entre 1998 e 2007. Na Casa da Tulha, antigo celeiro monástico, o visitante pode ver a reconstituição tridimensional do Mosteiro, sendo este o espaço que acolhe o centro interpretativo do sítio. O Mosteiro de São João de Tarouca é um dos lugares mais procurados por quem visita a região do Douro e do Varosa.

Fonte: Cultura Norte

Enquadramento

Órgão da Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tarouca

Órgão e tribuna, do lado da Epístola

Órgão da igreja do mosteiro de São João de Tarouca

Órgão da Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Montra

Órgão da Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tarouca

Pormenores da tribuna e da fachada

Órgão da Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tarouca

Pormenor da fachada

Órgão da igreja do mosteiro de São João de Tarouca

Órgão da Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

FOI NOTÍCIA

Fonte: MadreMedia / Lusa/SAPO, 31 mar 2021 19:11

O único órgão na Península Ibérica com ‘maestro articulado’ fica na Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca e vai ser recuperado, num investimento a rondar os 350 mil euros, disse o pároco de São João de Tarouca, José Ramos, à agência Lusa.

“É o único órgão que existe com o ‘maestro articulado’ na parte frontal para reger as pessoas no sentido de subirem ou descerem o tom, conforme os cânticos. Foi mandado construir pelo abade na altura, em 1767, e o construtor foi António Solha”, contou.

Segundo José Rodrigues dos Santos, o órgão de 1737, da Catedral de Braga também possui este sistema.

O pároco não escondia “a felicidade de finalmente o órgão ser recuperado, uma ambição de muitos anos” que carrega desde que assumiu as funções de pároco, há 27 anos, “porque há muita gente que infelizmente já morreu e que dizia muita vez que não queria partir se o ouvir tocar”.

Esta recuperação vai ser possível agora, porque, “depois de anos e anos a tentar, nomeadamente junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, [as candidaturas] vinham sempre reprovadas”.

Então virou-se para o mecenato e, “depois de receber a primeira resposta positiva, a esperança cresceu”.

“Com o apoio de três fundações, a Câmara Municipal de Tarouca, em 44 mil euros, e a Direção Regional de Cultura do Norte, em cerca de 46 mil, penso ter o necessário para a recuperação do órgão”, regozijou-se o pároco, que contou que “a maior parte do investimento é dos privados”.

Para José Ramos, o seu “desejo é ainda ouvir o órgão” e, agora, espera “poder inaugurar em 20 de agosto do próximo ano, Dia de São Bernardo, padroeiro da Ordem de Cister”, sob a qual foi construído o Mosteiro de São João de Tarouca. “É o primeiro mosteiro masculino cisterciense edificado em território português”, disse à Lusa.

“Ninguém sabe ao certo quando é que [o órgão] tocou pela última vez, mas pensamos que, com a expulsão das ordens religiosas, em 1834 ou 1836, o órgão [tenha sido] saqueado. E daí a [necessidade de] intervenção muito profunda”, contou à Lusa.

O pároco adiantou que “faltam muitos instrumentos, palhetas e tubos de som, ou seja, [o órgão] tem a caixa exterior, mas a máquina não existe”. Assim, “vai ser feita uma caixa idêntica à primitiva, mas totalmente nova, e a caixa exterior será restaurada, tanto os dourados como os mármores”.

O órgão de tubos da igreja do antigo convento de São João de Tarouca é proveniente da oficina de Francisco António Solha, datado de 1767, altura em que foi construído por ordem do frei Félix de Castelo Branco.

Como elemento distintivo, possui uma escultura em talha policromada, na qual a tradição identifica uma representação de Cristo, de acordo com o Salmo 29 (“o Senhor sentou-se sobre as águas do dilúvio, como rei eterno”).

Esta figura de vulto, montada na balaustrada do órgão, virada para a assembleia de culto, é articulada, mexendo a boca e os braços, passível de acompanhar a interpretação musical, o que sustenta a designação de “maestro”.

O arranque desta recuperação acontece depois da assinatura, feita hoje, de um protocolo com a autarquia, mas também com a Direção Regional de Cultura do Norte, que também assinou outros dois, esta quarta-feira: com a Associação do Vale do Varosa, para a manutenção do horto monástico, ao redor do Mosteiro, e um outro em Ferreirim, na região de Lamego.

“Termino um ciclo de mais de sete anos hoje com esta curiosidade de conseguir congregar três protocolos destinados a três formas de valorização do património. Um sobre a intervenção direta num objeto, numa peça de arte, o órgão, outro para a intervenção na paisagem natural do Mosteiro e, um terceiro, para um agente cultural que vai dinamizar o património” da região, disse o diretor-geral de Cultura do Norte, António Ponte, no seu último dia de funções, uma vez que, na quinta-feira, assume a direção do Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.

Este responsável destacou os monumentos do Vale do Varosa que se situam numa zona de confluência entre o Norte, junto ao Rio Douro, e a zona Centro, “que acabam por ser um ponto de atração”, destas duas regiões.

O horto monástico terá “plantas medicinais e ervas aromáticas” e, no futuro, “vinhas de castas que os mosteiros cultivavam e sabugueiros”, explicou o presidente da Associação do Vale do Varosa, José Damião Melo. “A ideia é manter as culturas originais e todas elas biológicas e envolver toda a comunidade nisso” nos mais de quatro hectares de área”.

A envolvência da comunidade foi destacada por António Ponte que defendeu ter “um valor acrescido, porque responsabiliza a comunidade pelo valor do seu património e isso é muito importante” até porque, disse, “a preservação não é só uma responsabilidade das entidades públicas”.

“Em Ferreirim assinámos um protocolo com os municípios de Tarouca e de Lamego, para criar um agente de intermediação cultural, com uma participação de 15 mil euros, porque não chega restaurar, é preciso dinamizar pelo lado da utilização de diversas manifestações e diferentes públicos”, defendeu António Ponte.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/tarouca-sao-joao-mosteiro-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:41:152024-11-14 16:12:21Tarouca e os seus órgãos de tubos
Santuário de Nossa Senhora da Esperança
Músicas no Concelho

Sátão e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Sátão [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Santuário de Nossa Senhora da Esperança

[ Capela ] [ Igreja ]

Santuário de Nossa Senhora da Esperança

Capela de Nossa Senhora da Esperança

Implantado num local ligeiramente elevado, ao qual se acede através de uma pequena escadaria, o Santuário de Nossa Senhora da Esperança remonta à primeira metade do século XVIII, e é fruto da vontade de um dos irmãos da Irmandade, que encarregou o seu sobrinho, o cónego Luís Bandeira Galvão, de edificar esta Capela, de dimensões superiores à primitiva, em terrenos de que era proprietário. É a sepultura armoreada deste cónego, falecido em 1776, que se encontra na Capela-mor. A fachada é aberta por um arco em asa de cesto de acesso á galilé, a que se sobrepõe uma janela de sacada com frontão triangular que interrompe a base do tímpano de remate do alçado. Na empena encontra-se a cruz, flanqueada por dois pináculos, no prolongamento das pilastras dos cunhais. Num plano mais recuado, a torre divide-se em três registos, o primeiro dos quais prolonga o entablamento do alçado. Ainda na galilé, conserva-se o revestimento de azulejos de padrão de fabrico de Coimbra, com figurações diversas – pessoas, barcos, flores, casas, aves, querubins, etc. As paredes da nave são revestidas por um silhar de azulejo, assinado por Teotónio dos Santos, e que representam cenas de cariz não religioso, como caçadas, concertos, uma batalha naval, lavadeiras, etc. A justificação para a presença deste género de figurações no interior de espaços sagrados permanece, ainda hoje, por esclarecer, embora alguns autores tenham já adiantado leituras relacionadas com a efemeridade da vida e a vanitas. Pintor activo na primeira metade do século XVIII, Teotónio dos Santos foi discípulo de António de Oliveira Bernardes e estabeleceu uma espécie de “ponte” entre a época dos Grandes Mestres e a da Grande Produção Joanina. Este conjunto, do qual fazem parte ainda os painéis da Capela-mor (de temática idêntica), devem ser enquadrados na segunda fase da sua carreira (1720-30), época em que desenvolveu trabalhos de superior qualidade. O teto da nave, em abóbada de berço de madeira, apresenta pinturas de motivos sagrados, e o da Capela-mor, em caixotões policromados com motivos vegetalistas; ambos pintados por Pascoal Parente, em 1763. Também o arco triunfal exibe pintura mural, e é ladeado por altares de talha dourada, de Estilo Nacional, tal como o púlpito e o retábulo-mor. Por fim, a sacristia apresenta um arcaz, sobre o qual se encontram pinturas representando episódios da vida da Virgem, e os azulejos ilustram a Última Ceia e a Entrada de Cristo em Jerusalém.

No interior, o coro alto separa-se da nave através de uma balaustrada, situada sobre a porta de entrada. Aqui, ganha especial relevância o órgão, datado de 1768 e executado por Francisco António Solha.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

Órgão Francisco António Solha

Órgão de tubos do Santuário de Nossa Senhora da Esperança

Órgão de tubos do Santuário de Nossa Senhora da Esperança

Montra

Órgão de tubos do Santuário de Nossa Senhora da Esperança

Órgão de tubos do Santuário de Nossa Senhora da Esperança

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/satao-nossa-senhora-da-esperanca-capela.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:40:062024-12-05 18:15:18Sátão e os seus órgãos de tubos
Igreja do convento de São José
Músicas no Concelho

São Pedro do Sul e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de São Pedro do Sul [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja do Convento de São José

Igreja do convento de São José

Igreja do Convento de São José

No antigo convento de São José encontram-se, atualmente, os Paços do Concelho de São Pedro do Sul, que para aqui se mudaram em 1842, na sequência do Decreto de Extinção das Ordens Religiosas, que pôs fim à curta vida conventual deste edifício. Na realidade, a licença para a construção do Convento de São José foi emitida em 1725, mas as obras apenas tiveram início em 1751 e prolongarem-se pela segunda metade da centúria, em terrenos doados por D. Maria Josefa de Almeida, situados na Quinta no Lugar de Fermil. Contudo, os religiosos habitavam as instalações desde 1755. As motivações que levaram à fundação desta casa conventual divergem do habitual, uma vez que em São José se pretendeu criar uma espécie de hospício, onde os religiosos da Ordem Terceira de São Francisco pudessem frequentar as Termas de São Pedro do Sul e, através dos banhos medicinais, recuperar a sua saúde. De facto, a tradição termal desta localidade remonta à época romana, e mantém-se viva até aos nossos dias. Depois da extinção dos conventos, a Câmara ocupou as suas instalações, cuja posse confirmou em 1886.

Todavia, um violento incêndio, ocorrido em 1967, destruiu parte do imóvel, conservando-se, do edifício original, apenas a igreja e o claustro. As antigas dependências foram recuperadas, mantendo a sua função de Câmara Municipal. A igreja destaca-se pela escadaria que a antecede, delimitada por balaustrada na zona do patamar. Um cruzeiro marca o início da mesma, ainda no nível térreo. A fachada é rematada por um tímpano recortado, apresentando um arco abatido de acesso à galilé, a que se sobrepõe duas janelas de moldura recortada – uma rectangular e a outra oval -, sendo a primeira ladeada por nichos com as imagens de São Francisco e São Pedro de Alcântara. Na generalidade, esta composição recorda a frontaria de um outro convento franciscano, situado na cidade de Viseu – o convento de São Francisco do Monte. Ambas denotam a influência da arquitetura barroca, de cariz franciscano.

Já no interior, com altares e capelas formados por arcos de volta perfeita, salientam-se os retábulos de talha dourada, principalmnete o da Capela-mor, com colunas pseudo-salomónicas. Na sacristia, importa referir o arcaz com espaldar de talha dourada e azul, onde figuram pinturas representativas de passos da vida de São Francisco.
Por fim, o claustro, de dois andares, é formado por arcadas de capitéis da ordem toscada no piso térreo, e no segundo nível por colunas semelhantes mas assentes em suportes quadrangulares com os cantos chanfrados.
As restantes fachadas do edifício conventual denunciam um gosto de cariz Neoclássico, dominadas pelo frontão triangular e corpo central com janelas de sacada única.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

A Igreja do Convento de São José possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 17, construído em 1788.

Órgão e respetiva tribuna

Órgão da Igreja do Convento de São José

Órgão da Igreja do Convento de São José

Pormenor da fachada

Órgão da Igreja do Convento de São José

Órgão da Igreja do Convento de São José

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/sao-pedro-do-sul-sao-jose-convento-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:10:332024-12-05 16:50:49São Pedro do Sul e os seus órgãos de tubos
Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira
Músicas no Concelho

São João da Pesqueira e os seus órgãos de tubos

Órgãos do concelho de São João da Pesqueira [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Órgão histórico

O órgão Sá Couto restaurado por Pedro Guimarães teve concerto de inauguração do restauro no dia 08 de janeiro de 2023, por Samuel Monteiro, organista, e Simone Toito, soprano.

Enquadramento

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Perspetiva lateral

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

consola

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Manúbrios da direita

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Manúbrios da esquerda

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

Tubaria da fachada

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel MonteiroMontra com portadas abertas

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira

Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira, créditos Samuel Monteiro

A Igreja da Misericórdia de São João da Pesqueira ou Capela da Misericórdia fica situada no centro histórico de de S. João da Pesqueira. Apresenta fachada barroca e painéis de azulejaria setecentista. No interior guarda duas interessantes imagens da Rainha Santa Isabel e da Senhora dos Remédios. A Capela que foi privativa dos Távoras, enquadra-se no prolongamento da modesta residência daquela ilustre família (D. Luís Álvares de Távora, senhor da vila) que a ofereceu à Misericórdia local. Ergue-se ao lado a fachada do Solar dos Távoras, família a quem o rei doou a vila de S. João da Pesqueira, no século XIV. É uma casa senhorial de dois pisos, que se desenvolve adossado ao lado esquerdo da igreja. Com planta retangular, simples e regular, apresenta uma disposição horizontalista das massas. A cobertura é de telhado homogéneo de três águas. No rés-do-chão apresenta 3 portas de cornija saliente com concheados no fecho do arco e ombreiras decoradas por pequenas volutas. Ainda, nesta praça pode admirar-se o arco, encimado pela Torre do Relógio e a Arcada ou arcaria (séc. XVIII) que serviu de mercado.

Fonte: Porto e Norte

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Igreja do Convento de Barrô
Músicas no Concelho

Resende e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Resende [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja do Convento de Barrô

[ Jesus, Maria e José ]

Igreja do Convento de Barrô

Igreja do Convento de Barrô

Reciclanda

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Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo
Músicas no Concelho

Penalva do Castelo e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Penalva do Castelo [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Localizada no largo Magalhães Coutinho, a Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo é um imponente edifício (Barroco/Neoclássico), o elemento visual de maior referência da Vila. O templo é composto por um altar-mor e dois colaterais, e possui um magnífico órgão de tubos construído em 1810. A entrada é feita pela porta lateral. O núcleo museológico localizado no 2º piso da igreja é um espaço de exposição do espólio da Santa Casa da Misericórdia que preserva peças únicas de arte sacra.

Fonte: CMPC

A Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo possui um órgão de tubos construído por Joaquim António Peres Fontanes em 1810(?), restaurado por António Simões.

Órgão Joaquim António Peres Fontanes

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra com trombetas em chamada

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Montra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

tribuna do lado do Evvangelho

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

teclado manual

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Registos do lado direito

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Manúbrios do lado esquerdo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Pisante

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Placa do organeiro

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Trombetas

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Pormenor da tribuna

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Mecânica

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Órgão da Igreja da Misericórdia de Penalva do Castelo

Igreja Matriz de Ínsua

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Ínsua

Igreja Matriz de Ínsua

A Igreja Matriz de Ínsua é um edifício de arquitetura religiosa situado no largo que dá para a entrada da Casa da Ínsua.

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Pormenor de talha

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

teclado manual

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Registos do lado esquerdo

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Registos do lado direito

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Pisantes

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Alavanca do fole

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Órgão da Igreja Matriz de Ínsua

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/penalva-do-castelo-misericordia-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:08:562024-11-14 12:59:09Penalva do Castelo e os seus órgãos de tubos
Igreja da Misericórdia de MangualdeFernando Liberato
Músicas no Concelho

Mangualde e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Mangualde [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Mangualde

Igreja da Misericórdia de Mangualde

Igreja da Misericórdia de Mangualde

Veja AQUI o álbum Pinterest do órgão da Igreja da Misericórdia.

A atual Igreja da Misericórdia de Mangualde, bem como a torre e as casas anexas, remontam à segunda década de Setecentos, mais precisamente a 1721, ano que em foi lançada a primeira pedra do templo. As dificuldades financeiras com que a Misericórdia se debatia foram sendo colmatadas quer pela generosidade do Rei D. João V, que sempre aceitou os pedidos da Irmandade, quer pelo então Reitor, Simão Paes de Amaral, fidalgo d-El Rei, Provedor da Misericórdia, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e capitão-mor do concelho, que deu grande impulso a estas obras, doando os terrenos e contribuindo, ainda, financeiramente para a conclusão das mesmas (ALVES, 1959, pp. 29-42). O risco do edifício foi encomendado a Gaspar Ferreira, um artista coimbrão, arquitecto e entalhador (facto comum à época, uma vez que as estruturas arquitectónicas dos conjuntos retabulares eram bastante atractivas para os arquitectos), que trabalhou em Coimbra e noutras cidades do centro do país. Em Mangualde, e para além deste templo, desenhou também o recolhimento de Nossa Senhora da Conceição e as casas de José Rebelo Castelo Branco. A igreja, de planta retangular, de nave única, com Capela-mor mais estreita, apresenta fachada animada por um frontão constituído por duas volutas, com óculo central rematado por pináculos e cruz. O portal principal é reto, sobrepondo-se-lhe uma janela de sacada. Quatro janelas ladeiam o conjunto, o que divide o alçado em três grandes composições verticais. No alçado ocidental ergue-se uma varanda com colunata toscana, a que se acede por uma escadaria. Este elemento, erguido à frente da sacristia e da torre, recorda determinadas construções nobres dos séculos XVII e XVIII. Fruto da sua formação de autodidacta, Gaspar Ferreira optou, neste templo, por um “(…) esquema pautado ainda por padrões provincianos”. Se a igreja foi sagrada em 1724, a campanha decorativa do interior conheceu muito maiores dificuldades financeiras, prolongando-se, pelo menos até à segunda metade de Setecentos. Assim, o contrato celebrado entre o entalhador portuense Luís Pereira da Costa e a Irmandade, data apenas de 1729. Já as imagens de São Simão, São João Baptista, Santa Bárbara e São Bartolomeu foram esculpidas por Mestre Custódio de Sousa, também originário do Porto. A imagem de Nossa Senhora da Misericórdia foi executada em Braga. A nave é coberta por teto pintado em trompe l’oeil com a representação de Nossa Senhora da Assunção. As paredes são revestidas por painéis de azulejos azuis e brancos, de fabrico coimbrão, com cercaduras arquitetónicas. Do lado do Evangelho observam-se cenas da Apanha do Maná, e do lado oposto as bodas de Canaã e São Martinho de Tours oferecendo a capa a um pobre. Sob o púlpito, emblemas clericais. Os painéis da Capela-mor, de c. 1724, representam um jardim concluso e a Porta Coeli. Reveste o teto da Capela-mor um conjunto de caixotões com telas representando passos da vida da Virgem.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

Órgão em tribuna própria

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão visto do coro alto

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

coroamento

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Trombetas desaparecidas

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

tribuna

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

consola

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Pisantes

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

Órgão da Igreja da Misericórdia de Mangualde

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/mangualde-misericordia_fernando-liberato.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:08:182021-06-22 15:04:17Mangualde e os seus órgãos de tubos
Igreja do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios
Músicas no Concelho

Lamego e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Lamego [8]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de São Francisco

A Igreja de São Francisco possui órgão de tubos.

Igreja de Santa Cruz

Igreja do Convento de Santa Cruz

Igreja do Convento de Santa Cruz

A Igreja do Convento de Santa Cruz possui órgão de tubos.

Santuário dos Remédios

Igreja do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

A Igreja do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios possui um órgão histórico de tipo ibérico (órgão de armário), da autoria de Manuel de Sá Couto que terá sido construído por volta de 1820, restaurado por António Simões em 1991 a expensas da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios.

coro alto

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, créditos Gualberto Rocha

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, créditos Gualberto Rocha

Órgão do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Órgão do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

Igreja Matriz de Almacave

Igreja Matriz de Almacave

Igreja Matriz de Almacave

A Igreja Paroquial de Santa Maria de Almacave possui órgão de tubos.

Igreja Matriz de Penajóia

A Igreja Paroquial de São Salvador de Penajóia possui órgão de tubos da autoria de Francisco António Solha, no século XVIII, restaurado em 2002 por António Simões (informação do organeiro). Francisco António Solha construiu outros órgãos como o da Sé de Lamego e o Mosteiro de São Martinho de Tibães.

Igreja Matriz de Penude

Igreja Matriz de Penude

Igreja Matriz de Penude

A Igreja Paroquial de Penude possui um órgão de tubos de armário, restaurado em 2024 pela JMS Organaria.

Órgão da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Órgão da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Órgão positivo de armário da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Órgão positivo de armário da Igreja Matriz de Penude, Lamego, créditos Joaquim Silva 2024

Sé de Lamego

Sé Catedral de Lamego

Sé Catedral de Lamego

A Sé (Catedral de Lamego) possui dois órgãos históricos de tipo ibérico na Capela-mor, em tribuna, um do lado do Evangelho, outro do lado da Epístola. Foram reparados em 1830 pelo organeiro vimaranense Luís António de Carvalho.

Órgãos na Capela mor

Órgãos da Sé de Lamego

Órgãos da Sé de Lamego

Montra do órgão

Órgão da Sé de Lamego

Órgão da Sé de Lamego

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/lamego-remedios-santuario.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:07:502025-01-14 13:24:00Lamego e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Castro DaireAndré Bonsch
Músicas no Concelho

Castro Daire e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho Castro Daire [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Castro Daire

Igreja Matriz de Castro Daire

Igreja Matriz de Castro Daire

A atual Igreja Matriz de Castro Daire começou provavelmente a ser construída em finais do séc. XVII/início do século XVIII,  substituindo uma igreja medieval com a mesma invocação (S. Pedro). A primitiva igreja, de dimensões mais reduzidas, terá sido construída durante o reinado de D. Dinis. Diz-se que este rei, aquando da sua passagem por Castro Daire, terá dado autorização para que a pedra do antigo castelo fosse utilizada na construção dessa igreja medieval, que foi posteriormente destruída para a construção do atual templo. O castelo referido, não era mais do que a antiga muralha do povoado castrejo da Idade do Ferro, que deu origem à Vila de Castro Daire.

Na atual igreja dominam os estilos artísticos típicos do séc. XVIII, entre os quais o Barroco e o Rococó. Destaca-se o magnífico altar da Irmandade das Almas, um dos mais belos do distrito de Viseu, de estilo Barroco. O cadeiral da Capela-mor da igreja, de estilo Rococó, outra das joias deste templo, foi elaborado por Timóteo Correia Monteiro. No exterior, destaca-se a fachada principal da igreja, de estilo Neoclássico (século XIX), e a sua torre sineira.

Fonte: CMCD

No coro alto, a Igreja Paroquial de São Pedro, Igreja Matriz de Castro Daire, possui um órgão histórico de tipo ibérico, construído no século XIX, restaurado em 2000 por António Simões.

Enquadramento no coro alto

Viagens sem destino

Órgão da matriz de Castro Daire

Órgão com trombetas em chamada

Órgão da igreja matriz de Castro Daire

Órgão da Igreja Matriz de Castro Daire

Igreja Matriz de Mões

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Mões

Igreja Matriz de Mões

A Igreja Matriz de Mões é sede de uma paróquia muito antiga, referida nos inícios do século XIII, aquando da repartição das rendas das igrejas da Diocese de Viseu. Teve foral manuelino a 7 de maio de 1514. Foi vila e sede de concelho até 24 de outubro de 1855, altura em que passou para o atual concelho de Castro Daire. Era abadia da apresentação da Casa dos Castros de Resende, ou da apresentação do Mosteiro de Arouca, segundo a Estatística Paroquial de 1862.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/castro-daire-matriz_andre-bonsch.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 13:07:102024-11-20 10:31:13Castro Daire e os seus órgãos de tubos
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