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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio
Músicas no Concelho

Covilhã e o seu folclore

Folclore na Covilhã

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Baixa
  • Distrito: Castelo Branco

05 grupos

  • Grupo  de Danças e Cantares do Paul
  • Rancho Folclórico da Boidobra
  • Rancho Folclórico de Unhais da Serra
  • Rancho Folclórico do Ourondo
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio
Grupo  de Danças e Cantares do Paul

O Grupo de Danças e Cantares do Refúgio é membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 2007, estando também inscrito na Fundação INATEL.

É originário do Paul, aldeia essencialmente agrícola do Concelho da Covilhã.

Participou no concurso da “Aldeia mais Portuguesa de Portugal” em 1938, tendo deixado uma marca muito vincada da sua identidade social, cultural e religiosa como aldeia rural beirã.

Desenvolveu um trabalho de pesquisa e preservação, nos domínios da cultura local privilegiando os cantares, as danças, os trajes, mantendo as tradições e a gastronomia, reproduzindo tanto quanto possível as vivências de sua terra nos princípios do século XX.

Representa com vivacidade danças de roda, avivadas pelo toque do adufe, nomeadamente a “Farrapeira” que, pela sua coreografia graciosa e complexa merece destaque, ou ainda a polifonia de seus cantares religiosos e de trabalho.

Representa etapas da vida comunitária e agrícola como a colheita da azeitona, do milho, as lavadeiras, bem como os monótonos serões da aldeia entre outros.

Além da dança, o Grupo conta com mais duas valências denominadas por: “As Adufeiras” e o “Grupo de Bombos”.

GDCP

Grupo  de Danças e Cantares do Paul

Grupo  de Danças e Cantares do Paul

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Unhais da Serra

O Rancho Folclórico de Unhais da Serra foi fundado em 1976. É composto por três grupos: adulto, grupo de bombos e adufeiras. Foi junto das pessoas mais antigas da vila que foram efetuadas todas as recolhas que o rancho representa: trajes, utensílios, danças e cantares da comunidade, em finais do século XIX e inícios do século XX.

Reconstruiu uma casa antiga, com mais de 100 anos, onde está a sede, sala de convívio e museu etnográfico, com todas as recolhas feitas pelo grupo ao longo dos anos.

O Rancho foi condecorado com a medalha de Prata – Mérito Cultural da Freguesia de Unhais da Serra. É membro efetivo da Federação de Folclore Português, filiado no INATEL e inscrito no registo Nacional de Associações Juvenis.

Ao longo dos anos, têm tido inúmeras digressões de norte a sul do país, participações em festivais de folclore nacionais e internacionais, feiras de agricultura, artesanato, gastronomia e comerciais em vários programas de rádio e televisão.

Organiza o tradicional cantar das Janeiras, Festival Nacional e Internacional de Folclore, jogos tradicionais, colóquios, debates, exposições, Semana Cultural da Vila de Unhais da Serra, Feira Rural e Tradicional.

Editou quatro cassetes oficiais e um CD.

Rancho Folclórico de Unhais da Serra

Rancho Folclórico de Unhais da Serra

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio
  • Beira Baixa (Cova da Beira)
  • Distrito: Castelo Branco
  • Concelho: Covilhã

O Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio foi fundado em 1966, a fim de participar nas comemorações do 5º aniversário do Grupo Recreativo Refugiense.

Sem possuir uma qualidade que pudesse ser um fiel representante do passado das gentes locais, procedeu a uma reestruturação no ano de 1984/1985.

Tornou-se membro efetivo da Federação do Folclore Português em 1991. Possui um Museu Etnográfico, cujo acervo ultrapassa as duas mil peças de diversa índole.

Tem como primeiro objetivo defender as raízes culturais do povo em que se insere.

RFER

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio

Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/covilha-rancho-folclorico-e-etnografico-do-refugio.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:25:072024-10-30 17:04:48Covilhã e o seu folclore
Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira
Músicas no Concelho

Tomar e o seu folclore

Folclore em Tomar

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Ribatejo (Alto Ribatejo)
  • Distrito: Santarém

07 grupos

  • Rancho Folclórico As Lavadeiras de Asseiceira
  • Rancho Folclórico de Linhaceira
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira
  • Rancho Folclórico Os Camponeses de Minjoelho
  • Rancho Folclórico Os Camponeses de Peralva
  • Rancho Folclórico Os Canteiros da Pedreira
  • Rancho Folclórico S. Miguel de Carregueiros
Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira

O Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira iniciou a atividade em 1976. É membro efetivo da Federação de Folclore Português desde 1982 e Pessoa Coletiva de Utilidade Pública desde 2001.

O grupo, com sede na freguesia de Além da Ribeira e Pedreira, concelho de Tomar, encontra-se inserido na zona do Alto Ribatejo, tenta representar, com o maior rigor possível, a cultura do Alto Ribatejo, com influências da Beira Baixa e do Alto Alentejo.

A designação “Os Canteiros”, surgiu quando o grupo se apercebeu de todo um trabalho desenvolvido pelos homens da Pedreira, mestres da arte de trabalhar a pedra, e que executaram a maioria das cantarias da zona histórica de Tomar.

As danças, cantares, trajes e tradições, que o grupo apresenta, reportam à época entre 1880 e a década de 1930, trajando os seus componentes, fatos de trabalho, domingueiro e de feira.

Da sua já longa existência, mais de 40 anos, constam participações em festivais e romarias por todo o País, bem como além-fronteiras, nomeadamente em França, Espanha, Polónia, Alemanha e República Checa.

Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira

Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/tomar-rancho-folclorico-os-canteiros-da-pedreira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-14 22:43:452024-11-08 20:27:11Tomar e o seu folclore
Rancho Folclórico e Etnográfico de Campo Maior
Músicas no Concelho

Campo Maior e o seu folclore

Folclore em Campo Maior

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Portalegre
Grupo de Cantares “Ceifeiras de Degolados”

O Grupo de Cantares “Ceifeiras de Degolados” foi formado em 2007, por ocasião do desfile etnográfico em Degolados. Efetuou a sua primeira atuação em 14 de dezembro 2007 no programa do “Natal dos Hospitais” em Arronches. Conta com 13 elementos – já chegaram a ser 18 -, e para além das vozes, apresenta dois acordeões, cinco pandeiretas, dois cartuchinhos, duas castanholas, uns ferrinhos e um bombo. Tem atuado em Campo Maior e noutros pontos do país.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Campo Maior

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Campo Maior foi fundado em 2008 a partir de um grupo de saias já existente. A ideia surgiu depois de 2 anos consecutivos de realização da festa das “Tradições” em que vários grupos e ranchos se deslocam nessa altura a Campo Maior. E Campo Maior, uma terra de tanta tradição no cantar e bailar as “saias”, não tinha Rancho. Depois de vários meses de ensaios, o grupo fez a estreia nas comemorações do 25 de Abril de 2008 em Campo Maior. Desde então têm sido muitas as atuações, tanto em Campo Maior como em várias localidades do país e mesmo em Espanha.

Pretende divulgar a cultura dos povos da região, fazer chegar às novas gerações o que era o dia a dia dos antepassados, dar a conhecer as tradições etnográficas e musicais do povo alentejano e principalmente do povo raiano de Campo Maior. Nas atuações está presente aquela que é a sua principal tradição musical: as saias de Campo Maior.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Campo Maior

Rancho Folclórico e Etnográfico de Campo Maior

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/campo-maior-rancho-folclorico-e-etnografico-de-campo-maior.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:29:202024-12-13 21:01:06Campo Maior e o seu folclore
Grupo de Cantares de Podence
Músicas no Concelho

Macedo de Cavaleiros e o seu folclore

Folclore em Macedo de Cavaleiros

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Bragança

02 grupos

  • Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros
  • Grupo de Caretos de Podence
Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros

Em 1977, o então Grupo Coral da Paróquia de S. Pedro, de Macedo de Cavaleiros, que tinha como atividade exclusiva a animação litúrgica, no que era acompanhada por um órgão já gasto, sentindo a necessidade de adquirir um outro que melhor pudesse desempenhar as suas funções, encontrou no Teatro a aposta ideal para a angariação de fundos que lhe permitisse concretizar tal desejo. Mais tarde a atividade foi estendida também ao folclore.

Os trajes e adereços usados são essencialmente trajes de trabalho já que o concelho de Macedo de Cavaleiros, também antigamente conhecido pelo concelho da foice, era essencialmente um concelho onde a agricultura era a sua atividade principal. Para além destes, de notar ainda os trajes mais ricos – gente rica e abastada. De salientar ainda, pela sua singularidade e espetacularidade, os trajes dos “Caretos de Podence”.

As danças e cantares recolhidas e exibidas fazem parte dos tradicionais jogos de roda que, em alturas festivas, sobretudo na Páscoa e Pascoela, e depois de um período de recolhimento que era a Quaresma, eram dançadas nos largos fronteiriços da antiga vila, depois de os sinos tocarem, no sábado de aleluia e após a Queima do Judas.

Há ainda outras, recolhidas em algumas aldeias do concelho, relacionadas com o trabalho agrícola, nomeadamente a apanha da azeitona, segadas, malhadas e outros que, quando acabavam e apesar do cansaço dos seus intervenientes, transpiravam a alegria, dançando e cantando.

Outras ainda eram cantadas nos longos serões e fiadeiros, transmitidas de geração em geração, ou nas festas cíclicas vividas em cada estação do ano.

GCRCPMC

Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros

Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros

Grupo de Cantares de Podence

Em 1985, os Caretos de Podence organizaram-se e transformaram o grupo numa associação cultural, com o objetivo principal de preservar estes eventos tradicionais. Como símbolo da cultura do nordeste transmontano estes mascarados têm sido convidados a participar em vários acontecimentos culturais e recreativos ao longo do país, sobretudo quando é possível integrar a animação de rua.

A associação, liderada por António Carneiro, tem sido uma verdadeira embaixatriz desta tradição das festividades de Inverno e a grande responsável pela recuperação de uma tradição milenar. Em conjunto com a autarquia de Macedo de Cavaleiros tudo tem feito para preservar esta tradição e para dela fazer património mundial.

Em Portugal, este Grupo tem percorrido o país de norte a sul nos mais diversos acontecimentos culturais e recreativos, sendo ainda tema de investigação na área da Antropologia Cultural e Social, participando também nos mais diversos programas televisivos da atualidade. Conta também com algumas atuações a nível internacional.

Enquadram-se em qualquer festividade ou animação cultural de preferência animação de rua ou “Parade” com parte instrumental. Está-se perante um grupo que faz a diferença em termos de originalidade, alegria, cor, e sedução pelo mistério num clima verdadeiramente fantástico apresentando uma coreografia fora do vulgar.

GCP

Grupo de Cantares de Podence

Grupo de Cantares de Podence

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/macedo-de-cavaleiros-grupo-de-caretos-de-podence.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:35:362024-11-20 10:16:27Macedo de Cavaleiros e o seu folclore
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almagreira
Músicas no Concelho

Vila do Porto e o seu folclore

Folclore em Vila do Porto

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: Santa Maria

02 grupos

  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santo Espírito
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almagreira
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almagreira

A Casa do Povo de Almagreira foi fundada a 6 de outubro de 1966 e possui um grupo folclórico, desde 1990. O Rancho Folclórico da Casa do Povo é composto por cerca de 40 elementos que se reúnem semanalmente para ensaiar.

A sua existência assume um importante papel na dinamização da freguesia, principalmente junto da população mais jovem. Este grupo que mantém uma forte atividade a sua fundação, junta no seu currículo atuações não só nos vários pontos da ilha, como noutras ilhas açorianas, e no continente português. Na ilha é presença habitual nas festividades locais, bem como na animação de receções organizadas às diversas individualidades que nela fazem escala ou que a visitam oficialmente.

Desde a sua fundação, o Rancho tem-se dedicado à recolha de músicas, danças e trajes tradicionais, com o objetivo de preservar e divulgar os costumes da Freguesia.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almagreira

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almagreira

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/vila-do-porto-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-de-almagreira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:53:352024-12-19 20:19:18Vila do Porto e o seu folclore
Rancho Folclórico "Os Fazendeiros" de Montemor-o-Novo
Músicas no Concelho

Montemor-o-Novo e o seu folclore

Folclore em Montemor-o-Novo

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Évora
  • Concelho: Montemor-o-Novo

02 grupos

  • Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre
  • Rancho Folclórico dos Fazendeiros de Montemor-o-Novo
Rancho Folclórico “Os Fazendeiros” de Montemor-o-Novo

O Rancho Folclórico “Os Fazendeiros” de Montemor-o-Novo foi fundado em 1958 para manter vivas as danças e cantares que deliciaram os serões, festas, adiafas e outros momentos do quotidiano dos seus antepassados. As fazendas da região foram o berço das modas e cantigas que o Rancho Folclórico Fazendeiros de Montemor-o-Novo tem levado a todo o país e ao estrangeiro. Danças e cantares de outros tempos, quando nas fazendas da região se fixaram alguns agricultores, rendeiros e trabalhadores agrícolas.

Também as mais diversas formas de viver dos antepassados são retratadas pelo agrupamento. Do pastor aos ceifeiros, de fazendeiro abastado ao simples fato domingueiro, da mondadeira ao ganhão. São trajes e retratos da cultura tradicional local preservados e que constituem um bom exemplo da etnografia da região.

O Rancho é membro efetivo da Federação do Folclore Português e Associação de Folcloristas do Alto Alentejo.

RFFM

Rancho Folclórico "Os Fazendeiros" de Montemor-o-Novo

Rancho Folclórico “Os Fazendeiros” de Montemor-o-Novo

Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre

Fundado em 1983, em Cortiçadas de Lavre, o grupo representa o folclore alentejano, embora influenciado pelo folclore do Ribatejo, porque a freguesia onde está sediado faz fronteira com o concelho de Coruche. Essa proximidade reflete-se, principalmente, nas suas danças e cantares.

Os trajes são resultado de uma longa pesquisa, efetuada em 1994. O Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre apresenta trajes de trabalho e de festa, respeitantes a vários estratos sociais.

Nos trajes abundam o cotim, a ganga, o riscado, o pano-cru, entre tantos outros tecidos que, harmoniosamente, refletem os trajes de mondina, chaveiro, aguadeira, pastor, feitor, noivos entre tantos outros igualmente característicos da região.

Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre

Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/montemor-o-novo-rancho-folclorico-os-fazendeiros-de-montemor-o-novo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:51:002024-11-17 13:00:07Montemor-o-Novo e o seu folclore
Rancho Folclórico de Videmonte
Músicas no Concelho

Guarda e o seu folclore

Folclore na Guarda

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Alta (Beira Alta Serrana)
  • Distrito: Guarda
  • Concelho: Guarda

02 grupos

  • Grupo de Cantares Camponeses de Aldeia do Bispo
  • Rancho Folclórico de Videmonte
Grupo de Cantares Camponeses de Aldeia do Bispo

O Grupo de Cantares Camponeses de Aldeia do Bispo foi fundado em 1997, por ocasião da primeira Feira Antiga realizada em Aldeia do Bispo.

Tem como principal objetivo a recolha, preservação e divulgação do património cultural da sua terra e da região da Guarda, nomeadamente os cantares e tradições populares de índole profano e religioso de outros tempos.

Aquando da sua fundação, o grupo era composto por cerca de 30 elementos, com idades entre os 12 e os 85 anos, dos quais 4 faziam parte da área instrumental, sendo os restantes cantadores e cantadeiras.

A tocata é constituída por acordeão, bandolim caixa, reco-reco, ferrinhos, pinhas e pandeiretas.

Desde há algum tempo, o grupo passou a introduzir na apresentação dos seus espetáculos a demonstração do ciclo anual das suas tradições mais ancestrais, através da dramatização em palco das diferentes atividades agrícolas e culturais, nomeadamente as relacionadas com a ceifa, a malha, a desfolhada, a pisa da castanha, as Janeiras, os rituais da quaresma, os serões, as romarias, entre outros.

Desta forma foi possível promover não só a cultura e as tradições da região, mas também proporcionar ao público uma hora de espetáculo mais apelativo, juntando conotações didáticas, onde tem vindo a integrar diversos eventos de índole cultural, nos mais diversos espaços do concelho e distrito da Guarda, bem como no resto da país.

Para além das atuações, o grupo tem continuado a desenvolver sempre o trabalho de pesquisa, recolha e preservação do património cultural, tendo para o efeito gravado o seu primeiro disco em 2007, intitulado “À luz da candeia.”

Rancho Folclórico de Videmonte

O primeiro grupo de folclore em Videmonte foi fundado em 1990, quando um grupo de pessoas, incluindo alguns ranchos de ceifeiros e grupos de trabalhadores que se deslocavam para outras regiões, tiveram a ideia de formar um Rancho Folclórico. Esta primeira experiência durou apenas três anos. Posteriormente, um grupo de mulheres que gostavam de cantar no desempenho dos seus trabalhos agrícolas, como era hábito de seus pais e avós, deram início a um novo Rancho Folclórico, utilizando alguns trajes e instrumentos musicais deixados pelo rancho anterior e guardados pela Junta de Freguesia. Este novo grupo teve a sua primeira apresentação no dia 18 de fevereiro de 1996.

Atualmente, o Rancho Folclórico de Videmonte é formado por 35 elementos que, com os seus trajes e utensílios agrícolas, tenta dar uma ideia muito aproximada de como se trajava, cantava e trabalhava nesta zona adjacente à Serra da Estrela, assim relembrando e preservando a cultura, usos e costumes das gentes locais.

Rancho Folclórico de Videmonte

Rancho Folclórico de Videmonte

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/guarda-rancho-folclorico-de-videmonte.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:45:382021-09-18 23:21:08Guarda e o seu folclore
Grupo Folclórico e Etnográfico do Casal Cimeiro
Músicas no Concelho

Soure e o seu folclore

Folclore em Soure

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra

17 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares da APPACDM de Soure
  • Grupo de Folclore do Melriçal
  • Grupo de Pauliteiros de Vila Nova de Anços
  • grupo etnográfico de Samuel
  • Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeira da Mata
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de Alfarelos
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de Granja do Ulmeiro
  • Grupo Folclórico e Etnográfico do Casal Cimeiro
  • Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa da Pouca Pena
  • Rancho Folclórico da Freguesia da Vinha da Rainha
  • Rancho Folclórico da Freguesia de Tapéus – ADESTA
  • Rancho Folclórico da Ribeira da Mata
  • Rancho Folclórico da Santa Casa da Misericórdia de Soure
  • Rancho Folclórico do Centro Social do Sobral
  • Rancho Folclórico do Cercal
  • Rancho Folclórico “Papoilas da Serra”
  • Rancho Típico de Paleão
Grupo Folclórico e Etnográfico do Casal Cimeiro

O Grupo Folclórico e Etnográfico do Cimeiro, foi fundado em 16/12/1988, com o objetivo principal de fazer sobreviver ou usos e costumes, danças e cantares da sua região. Com trabalho intensivo, tem como principal preocupação recriar com rigor e autenticidade, as vivências das suas gentes. Vivências simples, mas repletas de grande valor, como terão oportunidade de verificar através dos seus trajes, danças e cantares. São oriundos da Região da Beira Litoral, onde durante séculos a agricultura foi atividade predominante. Destacando-se a agricultura do arroz, milho, vinha e exploração florestal. Recriam épocas em que as pessoas eram moiras de trabalho, sendo escassos os momentos de diversão. Os seus trajes são o resultado de pesquisa na região do Baixo Mondego, e são, essencialmente, trajes de trabalho, de festa, de romaria ou domingueiros, e um ou outro abastado ou rico, salientando-se os trajes de pezeiro, cavador, lavadeira, aguadeira, ceifeira, entre outros. Foi com base na atividade agrícola de épocas esquecidas no tempo, que têm vindo a desenvolver as suas recolhas etnográficas, o que tem permitido ocupar, saudavelmente, os momentos de lazer de todos os elementos que integram o Grupo e ao mesmo tempo compreender o passado, entender o presente e poder perspetivar o futuro.

Contactos

Rua da Associação
Casal do Cimeiro
3130 – 041 Figueiró do Campo

Correio eletrónico: gfcimeiro@hotmail.com

Grupo Folclórico e Etnográfico do Casal Cimeiro

Grupo Folclórico e Etnográfico do Casal Cimeiro

Rancho Típico de Paleão

O Rancho Típico de Paleão foi fundado em 1954, numa aldeia da Beira Litoral que, situada entre o mar e a serra, tem desde recuados tempos, profundas raízes folclóricas. É possível que para isso tenha contribuído o culto fiel desde tempos imemoriais ao taumaturgo São Mateus, cuja imagem se venera na sua capelinha, velha de séculos, junto a Paleão.

Por ocasião da sua romaria anual em Setembro, o povo de todo o centro do país aqui aflui, com os seus ranchos e as suas tocatas, pagando promessas cantando e bailando dia e noite.

Paleão, não querendo deixar perder no tempo essas tradições folclóricas de trajos, danças e cantares com que o povo animava as romarias (São Mateus, Nossa Senhora do Círculo e Nossa Senhora da Estrela), tem o seu agrupamento folclórico, que já há muito marcou a sua posição dentro do Folclore Nacional, e do qual é lídimo representante com atuações desde o Minho ao Algarve, Região Autónoma da Madeira e, ainda no Estrangeiro.

O grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e membro aderente da EUROPEADE.

Rancho Típico de Paleão

Rancho Típico de Paleão

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/soure_grupo-folclorico-de-etnografico-do-casal-cimeiro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:40:042023-07-13 22:52:45Soure e o seu folclore
Grupo de Danças e Cantares Populares de Sobreira Formosa
Músicas no Concelho

Proença-a-Nova e o seu folclore

Folclore em Proença-a-Nova

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Baixa
  • Distrito: Castelo Branco
Grupo de Danças e Cantares Populares de Sobreira Formosa

O Grupo de Danças e Cantares Populares de Sobreira Formosa nasceu em 1979, por iniciativa de um grupo de jovens que em cada ano animava os festejos populares do dia de Santo António. Para o seu reportório, fez a recolha de danças, cantares, lendas, trajes e utensílios de trabalho, contribuído para o reviver de usos e costumes que de outra forma teriam tendência a desaparecer.

Algumas das suas danças ilustram atividades com grande expressão no concelho de Proença-a-Nova, como a preparação do linho e a apanha da azeitona.

Grupo de Danças e Cantares Populares de Sobreira Formosa

Grupo de Danças e Cantares Populares de Sobreira Formosa

Além da organização de encontros de folclore, tem participado em festivais nacionais e internacionais. Promoveu ainda, sob orientação da diretora técnica, a recolha de objetos da freguesia de Sobreira Formosa, entretanto organizados e expostos ao público no Museu Isilda Martins.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/proenca-a-nova-grupo-de-dancas-e-cantares-populares-de-sobreira-formosa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 16:36:322024-12-13 20:54:33Proença-a-Nova e o seu folclore
Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Luzia
Músicas no Concelho

São Roque do Pico e o seu folclore

Folclore em São Roque do Pico

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: Pico

02 grupos

  • Grupo Folclórico da Casa do Povo da Praínha
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Luzia
Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Luzia

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Luzia foi fundado em 1999 e é constituído por cerca de 42 elementos, distribuídos pelas áreas da dança e da tocata. Realiza uma média anual de 10 atuações, integradas em programas de eventos de natureza cultural, profanos e religiosos, realizados na ilha do Pico. Já efetuou diversos intercâmbios, em Portugal continental e em outras ilhas do Arquipélago dos Açores.

Em relação às vestimentas, os seus elementos usam trajes de trabalho, de tarde e domingueiros e utilizam chapéus de palha, de feltro, alparcas e sandálias, bem como sapatos mais finos de homem e senhora.

O reportório é constituído por modas típicas do Pico e por outras comuns a diversas ilhas dos Açores, nomeadamente o Pezinho, a tirana, a chamarrita do Caracol, as Vacas, o Manjericão, o Ladrão, a Sapateia de Cadeia e a tão popular chamarrita do Pico.

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Luzia

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Luzia

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/sao-roque-do-pico-grupo-folclorico-da-casa-do-povo-de-santa-luzia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-14 15:33:212021-10-02 16:18:32São Roque do Pico e o seu folclore
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