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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico da AREPA - Associação Recreativa de Porto AltoBelo Jardim Filmes
Músicas no Concelho

Benavente e o seu folclore

Folclore de Benavente

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Santarém
Rancho Ceifeiras e Campinos da SFUS

O Rancho Ceifeiras e Campinos da SFUS foi criado em 1978. Em 2025, na celebração dos 47 anos, a Câmara Municipal de Benavente realçava que as tradições estão bem guardadas e são transmitidas pelos ranchos do Concelho, em cada atuação, dentro de portas e fora delas. O Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos da SFUS completou 47 anos, é um rancho adulto e a sua dança encanta as plateias apreciadoras de folclore. O Salão Nobre da SFUS, em Samora Correia, acolheu a festa de aniversário do Rancho Ceifeiras e Campinos, na qual estiveram presentes convidados especiais: o Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale das Flores – Feijó ( Almada).

Rancho Ceifeiras e Campinos da SFUS

Rancho Ceifeiras e Campinos da SFUS

Rancho Folclórico da AREPA – Associação Recreativa de Porto Alto

Em plena Lezíria Ribatejana, com o encontro entre o rio Sorraia e o rio Almansor, onde a planície do arroz ainda se encontra presente no quotidiano, situa-se a localidade do Porto Alto, na freguesia de Samora Correia. Aqui tem a sede o Rancho Folclórico da AREPA – Adulto e a Escolinha de Folclore.

São estes dois grupos pertencentes à Associação Recreativa de Porto Alto – AREPA, que dão aos habitantes desta localidade o motivo de orgulho pela continuação das suas tradições que no seu passado viveram. O grupo foi fundado em 1 de dezembro de 1997, uma iniciativa da D. Joaquina Rodrigues, em parceria com o Jardim de Infância de Porto Alto.

Os seus trajes reconhecem-se pelas crianças de famílias humildes, jovens trabalhadores, homens e mulheres que diariamente trabalhavam para ter o sustento para a sua família. São representados o trabalho do campo, nomeadamente o cultivo do arroz, e a atividade piscatória. Desde o campino às ceifeiras, do abegão às aguadeiras, são representadas as raízes e costumes de antigamente.
De modo a preservar parte do seu património, o grupo tem vindo a recolher e a reconstituir o canto, o saber e as danças vividas pelos seus antepassados.

Rancho Folclórico da AREPA - Associação Recreativa de Porto Alto

Rancho Folclórico da AREPA – Associação Recreativa de Porto Alto

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/benavente-rancho-folclorico-da-arepa-ft-belo-jardim-filmes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-13 16:07:492025-04-30 19:22:05Benavente e o seu folclore
Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela
Músicas no Concelho

Viana do Castelo e o seu folclore

Folclore em Viana do Castelo

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Minho (Alto Minho)
  • Distrito: Viana do Castelo

28 grupos

  • Grupo das Cantadeiras do Vale do Neiva
  • Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha
  • Grupo de Danças e Cantares de Perre
  • Grupo de Danças e Cantares de S. Salvador da Torre
  • Grupo de Danças e Cantares de Serreleis
  • Grupo Etnofolclórico “Renascer” de Areosa
  • grupo etnográfico de Areosa
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses
  • Grupo Folclórico das Bordadeiras da Casa do Povo de Cardielos
  • Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela
  • Grupo Folclórico de Castelo do Neiva
  • Grupo Folclórico de Chafé
  • Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Alvarães
  • Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo
  • Grupo Folclórico de S. Lourenço da Montaria
  • Grupo Folclórico de Viana do Castelo
  • Grupo Folclórico “S. Paulo da Cruz” de Barroselas
  • Grupo Folclórico Cultural Danças e Cantares de Carreço
  • Grupo Folclórico Infantil da Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo
  • Grupo Folclórico de Castelo do Neiva
  • Rancho Danças e Cantares de Afife
  • Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca
  • Rancho Folclórico das Terras de Geraz do Lima
  • Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro
  • Rancho Folclórico Serradores do Monte de Vila Fria
  • Ronda Típica da Meadela
  • Ronda Típica de Carreço
Cantadeiras do Vale do Neiva

O grupo Cantadeiras do Neiva foi fundado em 1982 pelo etnógrafo Manuel Delfim da Silva Pereira que se dispôs a calcorrear nos anos 70, apenas com um gravador, uma máquina fotográfica e bloco de apontamentos, todas as freguesias das margens do Rio Neiva, acabando assim, por recolher verdadeiros tesouros populares, de que constam mais de uma centena de cantigas religiosas e profanas, e ainda muitas lendas, lengalengas, ditos e jogos populares.

Com tão grande manancial ao seu dispor, o grupo empenha-se em juntar um grupo de pessoas que interpretam ao vivo as cantigas, ressuscitando tão valioso património das populações das margens do Neiva.

Apresentou-se pela primeira vez em Barroselas no dia 25 de dezembro de 1982. No ano 2000, o grupo interrompeu as atividades, por doença do seu fundador. Após a sua morte, a viúva, Lassalete Gonçalves, arriscou em retomar a atividade do grupo, e mais ainda, como defendia o seu fundador e Amadeu Costa, sem instrumentos.

Lassalete convidou um conjunto de onze mulheres e três homens, promove alguns ensaios e, em 2002 apresentou-se novamente em público.

Em 2009 constituiu-se em Associação com a designação de “Associação Cantadeiras do Vale do Neiva”.

Cantadeiras do Vale do Neiva

Cantadeiras do Vale do Neiva

Grupo das Cantadeiras do Vale do Neiva

Rua de Tourais, 70
4905 – 644 Vila de Punhe
Telefone: 966 368 757 / 963 838 315
E-mail: António_boucas@hotmail.com

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha

Largo António Roleira Marinho, nº27
Vila Nova de Anha
4935-308 Vila Nova de Anha
Telefone: 258 321 863 / 917 968 105
E-mail: anhafolclore@gmail.com

Grupo de Danças e Cantares de Perre

Estrada da Igreja, Vila Meã
4925- 576 Perre
Telefone: 919 766 453 / 258 941 468
Fax: 258 826 854
E-mail: gdc.perre@gmail.com

Grupo de Danças e Cantares de S. Salvador da Torre

Rua da Veiga, 9
4925-610 Torre VCT
Telefone: 258 731 368 / 965 106 463

Grupo de Danças e Cantares de Serreleis

Sede: Rua Maria José Pereira de Castro Tasso de Sousa, 71
4925 – 595 Serreleis
Endereço Postal: Rua da Ribeira, 513
4925 – 598 Serreleis
Telefone: 918 149 377 / 964 064 908 / 966 318 809
Fax: 258 845 098
E-mail: folclore-serreleis@sapo.pt

Grupo Etnofolclórico “Renascer” de Areosa

Rua do Sorrio, nº 165 – Areosa
4900 – 918 Viana do Castelo
Telefone: 258 836 585 / 938 192 835 / 919 962 225
E-mail: renascerareosa@gmail.com

grupo etnográfico da Areosa

Fundado em 1966, o grupo etnográfico da Areosa é uma associação cultural que convida a fazer uma viagem ao passado, à obra artística e às tradições populares da região de Viana. E porque na Areosa o trajar tem a mesma força e a mesma vivacidade que as danças e os cantares, através deste grupo poderemos também admirar “o mais vibrante dos Trajes à Vianesa”.

É já longo o percurso internacional do grupo. Essas delegações de representação da cultura tradicional, para lá das danças, trajes e cantares, levaram a conhecer outros saberes, como o artesanato e a gastronomia.

Com sede própria, e dentro da sua atividade regular, o grupo tem promovido uma grande diversidade de atividades e sempre participou e colaborou com a organização das festas de Areosa, e de Viana do Castelo, e com o Festival de Folclore Internacional – Alto Minho. O agrupamento procura fazer do trabalho de valorização das tradições ligadas ao património material e imaterial da região um projeto com futuro.

Avenida do Meio, 464
4900 – 036 Areosa VCT
Telefone: 258 835 770 /258 835 420
963 550 550 / 964 009 465
Fax: 258 801 469

Grupo Folclórico Cultural Danças e Cantares de Carreço

Av. Paço, 1054
4900 – 045 Carreço
Telefone: 258 835 928 / 258 835 012 / 919 677 700
Fax: 258 835 321
E-mail: geral@folklorecarreco.com

Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela

O Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela foi fundado em 1934, na freguesia da Meadela. O grupo mantém vivas as tradições herdadas dos antepassados, apresentando os seus riquíssimos trajes confecionados artesanalmente, as danças, os cantares, as músicas tradicionais e reposições cénicas relacionadas com as lides agrárias, como o seu próprio nome “Lavradeiras da Meadela” sugere.

O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e membro fundador da Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho. Está ainda filiado no INATEL e inscrito no Comité Internacional EUROPEADE.

Em 1995, foi declarado Instituição de Utilidade Pública.

Já em 2014, em que completou 80 anos de existência, foi galardoado pelo Município de Viana do Castelo com o Título Honorífico “Instituição de Mérito” pelos relevantes serviços prestados à cultura popular e etnografia vianenses, sendo o primeiro Grupo de Viana do Castelo a quem foi atribuída tal distinção.

Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela

Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela

Grupo Folclórico de Castelo do Neiva

O Grupo Folclórico de Castelo do Neiva foi fundado em 22 de Março de 1975 e, desde então, tem-se mantido ininterruptamente em atividade. Fiel depositário do património etno-folclórico desta freguesia da beira-mar, apresenta nas suas danças, cantares e nos trajes que os seus elementos envergam, o resultado da recolha efetuada junto das pessoas mais idosas da freguesia. Como Grupo da beira-mar apresenta particularidades marcantes na variedade de trajes, danças e
cantares do seu vasto repertório. Grande parte dos cantares refere-se profusamente ao mar e/ou às atividades com ele relacionadas, como a pesca e a apanha do sargaço. O mar e a terra estão intimamente ligados a Castelo do Neiva. Quem trabalhava no mar, sobretudo na apanha do sargaço, trabalhava também a terra. A diversidade dos trajes usados pelo Grupo testemunha a harmoniosa ligação do povo à natureza: mar e terra, fontes de vida. Após a apanha do sargaço, a mulher e homem despiam o traje (branqueta) adequado àquela atividade e vestiam o traje do trabalho na terra. Para além destas vestimentas, usava-se também outras, para dias de festa e domingos. O Grupo tem participado em diversos festivais nacionais e internacionais, fez uma digressão pela ilha de S. Miguel, nos Açores, e também marcou presença em diversos eventos em Espanha, França (diversas vezes), Suíça, Áustria, Ucrânia, Canadá (duas vezes), Bélgica, Hungria, Holanda; Eslovénia e Coreia do Sul. Fez mais de 1.180 apresentações. Atuou também em programas televisivos, nomeadamente para a RTP (“O Povo e a Música” e “Portugal no Coração”), para uma televisão Canadiana e participou, na Ucrânia, num espetáculo transmitido em direto para as televisões de todos os países da antiga União Soviética.  Gravou dois singles, um LP e um CD. Editou três postais ilustrados, um com tema alusivo à apanha do sargaço, outro à pesca artesanal e um terceiro com paisagem da freguesia. É sócio efetivo da Federação do Folclore Português e sócio fundador da Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho (AGFAM). É Filiado na INATEL.

Contactos

Avenida da Praia nº 2099
4935 – 567 Castelo do Neiva
Contactos: Tel. 961 310 792/934 947 647
Correio eletrónico: grecane@gmail.com / grecane@net.sapo.pt
Facebook: https://www.facebook.com/GRECANE77
Propriedade: GRECANE – Grupo Recreativo e Cultural de Castelo do Neiva

Grupo Folclórico de Castelo do Neiva, Quinta da Malafaia 2025

Grupo Folclórico de Castelo do Neiva, Quinta da Malafaia 2025

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses

Estrada Nacional 202 nº 1268
Largo da Feira
4925 -411 Lanheses
Telefone: 258 733 933 / 966 923 237 / 963 153 000
Fax: 258 733 933
E-mail: casapovolanheses@sapo.pt / cpl@sapo.pt

Lanheses fica situada no extremo nascente do concelho de Viana do Castelo, na margem direita do rio Lima e enquadrada a norte pela Serra d’ Arga. A serra, o vale e o rio definiram, desde há muitos séculos, as tradições das terras e das gentes locais, centrando-se na agricultura, pecuária e pesca, tendo o barro vermelho constituído ponto importante na indústria local, através da cerâmica e da olaria. O rio assegurou o escoamento dos respetivos produtos e conduzindo ao aparecimento de sucessivas gerações de barqueiros até meados do século XX. A terra e as gentes são aqui detentoras de um forte património cultural.

Remontando a 1946, o grupo folclórico designou-se então de Rancho Regional de Lanheses, sendo constante a sua presença na festa do traje, levada a cabo na Romaria da Senhora da Agonia. A evolução dos tempos e a sua crescente atividade conduziram à sua reorganização, tendo recebido, em 1980, o nome de Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses.

Assume-se como fiel representante do folclore minhoto, deixando transparecer na alegria dos seus trajes, no ritmo dos seus cantares e na magia das suas danças um testemunho vivo de um passado rico em tradições culturais das gentes locais, cujos usos e costumes reflete.

Está filiado no INATEL, é membro efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação dos Grupos Folclóricos do Alto Minho.

Grupo Folclórico das Bordadeiras da Casa do Povo de Cardielos

Rua da Azenha, nº221
4925 – 349 Cardielos
Telefone: 258 830 756/ 962 855 868 / 969 504 159
E-mail: casadopovodecardielos@gmail.com /
bordadeirasdecardielos@hotmail.com

Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela

Edifício Martins Viana – Praça Abade Diogo Vaz Alamão, 11
4900-204 Meadela
Telefone: 258 829 000 / 919 466 646
E-mail: geral@lavradeirasmeadela.com

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca

Adro da Paróquia de S. Miguel, 57
4935 – 653 Vila Franca do Lima
Telefone: 903 063 045/258 777 144
E-mail: geral@acrvf.pt / acrvf@portugalmail.pt

Grupo Folclórico de Chafé

Caminho de Campo do Forno, nº 273
4935-593 Chafé
Telefone: 258 351 717 / 965 608 536 / 914 811 014 / 934 735 159
E-mail: chafe@sapo.pt

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Alvarães

Avenida de Santa Cruz, nº145
4905 – 205 Alvarães
Telefone: 258 777 705 / 966 654 155
E-mail: gfalvaraes@gmail.com
Sítio: www.gfalvaraes.com.sapo.pt

Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo

Lugar das Petigueiras, s/n
4925-090 Santa Marta de Portuzelo
Telefone: 258 830 060 / 919 702 702 / 932 810 237
Fax: 258 830 060
E-mail: g.smartaportuzelo@gmail.com

Grupo Folclórico de S. Lourenço da Montaria

Lugar do Souto
4925 – 471 MontariaViana do Castelo
Telefone: 258 731 048
Telemóvel: 965 804 880

Grupo Folclórico de Viana do Castelo

Apartado 37
4901- 909 Viana do Castelo
Telefone: 966 164 656 / 933 378 342
E-mail: gfvc@hotmail.com / info@folcloreviana.com

Grupo Folclórico Infantil da Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo

Rua de Santa Marta
Edifício da Casa do Povo
4925-046 Santa Marta de Portuzelo
Telefone: 258 830 232 / 962 640 274
Fax: 258 830 608
E-mail: albano.martins@albanomartins.pt / geral@albanomartins.pt

Grupo Folclórico “S. Paulo da Cruz” de Barroselas

Rua dos Passionistas
4905 – 394 Barroselas
Telefone: 258 971 187 / 919 015 224
E-mail: gf_spaulo@net.sapo.pt
Dirigente: Rogério Cesário da Cunha Pereira

Grupo Recreativo e Cultural de Castelo do Neiva

Av. Central -Lugar de Santiago
4935-574 Castelo do Neiva
Telefone: 258 871 913 / 964 092 170 / 968 166 233
E-mail: grecane@net.sapo.pt

Rancho Danças e Cantares de Afife

Lugar de Subcastro, nº1866
4900 – 012 Afife
Telefone: 258 981 639 / 969 027 729
E-mail: ranchoafifense@sapo.pt
Dirigente: Artur Manuel Ramos Silva

Rancho Folclórico das Terras de Geraz do Lima

Rua do Fial nº 10
4905-599 Santa Maria de Geraz do Lima
Telefone: 258 731 523 / 258 730 308
962 327 692 / 967 787 217
E-mail: rf.terrasgerazdolima@gmail.com

Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro

Caminho do calvário, nº24
4925 -555 Outeiro
Telefone: 258 841 691/ 919 127 955
E-mail: cedeco@portugalmail.pt
Dirigente: Filipe Videira Martins Delgado

Rancho Folclórico Serradores do Monte de Vila Fria

Rua das Breiras, 167
4935-804 Vila Fria
Telefone: 258 777 080
Telemóvel: 939 654 612 / 934 141 630 / 968 453 046
E-Mail: omedsvc@clix.pt / omldvc@clix.pt / aldalario1@hotmail.com

Rancho Regional das Lavradeiras de Carreço

Avenida de Paço, 854
4900 – 045 Carreço
Telefone: 258 835 886 / 962 424 272
Fax: 258 836 739
E-mail: rlavradeiras@sapo.pt

Ronda Típica da Meadela

A Ronda Típica da Meadela foi fundada em 1960 pelo etnógrafo José Figueiras. Apresentou-se em público pela primeira vez, num serão de arte poética Luso-Galaica, organizado pela Comissão de Festas da sua freguesia. Teve a seu cargo, como simples “tocata”, composta por quatro elementos, um fundo musical de recitais de autores minhotos, de puro sabor local. Foi um passo importante para um aparecimento de um grupo de danças, músicas e cantares do Minho, tendo presente que Viana é considerada a capital do folclore.

A produção de bordados regionais e trajes, bem como a enorme variedade de trabalhos de filigrana em ouro, traduzem uma velha herança celta bem visível.

Após ter participado em festivais folclóricos nacionais, a Ronda Típica da Meadela foi convidada e atuou com grande sucesso em vários países da Europa, com especial destaque para a França, Espanha, Alemanha, Áustria, Itália e Bélgica.

As velhas tradições foram cuidadosamente preservadas.

Ronda Típica da Meadela

Ronda Típica da Meadela

Rua Padre Alfredo Guerreiro, 250
4900 – 763 Meadela
Telefone: 258 841 137 / 966 844 739
Fax: 258 829 244
E-mail: rondatipicadameadela@gmail.com

Ronda Típica de Carreço

Largo Campo da Cal, nº 60
4900-278 Carreço
Telefone: 967532245
E-mail: rondatipicadecarreco@gmail.com

Ronda Típica de Carreço

Ronda Típica de Carreço

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/viana-do-castelo-grupo-folclorico-das-lavradeiras-da-meadela.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-15 19:17:002025-08-22 23:04:53Viana do Castelo e o seu folclore
Rancho Folclórico “Cravos e Rosas do Alentejo” da Casa da Cultura de Orada
Músicas no Concelho

Borba e o seu folclore

Folclore de Borba

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Évora
  • Concelho: Borba
Rancho Folclórico “Cravos e Rosas do Alentejo” da Casa da Cultura de Orada

O Rancho Folclórico “Cravos e Rosas do Alentejo” da Casa da Cultura de Orada foi fundado em 1979, para reavivar e perpetuar as tradições. Representando tradições, hábitos e profissões ligadas essencialmente à agricultura, os trajes são variadíssimos, e a sua composição vai desde os trajes domingueiros aos de trabalho, representando mondadeiras, azeitoneiras, ceifeiras, pastor, carreiro, ganhão, noivos e paquetes.

O seu repertório é composto por músicas que se dançavam antigamente, tais como saias, picadinho, fado, mazurca, vira.

A tocada é composta por acordeão, ferrinhos, bombo, harmónica e pandeireta, instrumentos utilizados pelos antepassados na animação das suas festas.

O Rancho organiza anualmente um Festival de Folclore e é presença assídua na Festa da Vinha e do Vinho, em Borba. É membro da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo.

Rancho Folclórico “Cravos e Rosas do Alentejo” da Casa da Cultura de Orada

Rancho Folclórico “Cravos e Rosas do Alentejo” da Casa da Cultura de Orada

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/borba-rancho-folclorico-cravos-e-rosas-do-alentejo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-13 16:10:282021-09-28 10:47:14Borba e o seu folclore
Rancho Folclórico da Fajarda, 2023
Músicas no Concelho

Coruche e o seu folclore

Folclore em Coruche

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Santarém

04 grupos

  • Grupo Folclórico e Etnográfico de S. José da Lamarosa
  • Rancho Folclórico da Fajarda
  • Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato
  • Rancho Folclórico Regional do Sorraia
Grupo Folclórico e Etnográfico de S. José da Lamarosa

O Grupo Folclórico e Etnográfico de S. José da Lamarosa, na área etnográfica do Ribatejo, foi fundado a 27 de fevereiro de 2009 e filiado na Federação do Folclore Português a 14 de março de 2014.

Rancho Folclórico da Fajarda

Em 1979, alguns fajardenses amantes da sua terra, motivados pelo desejo de promover e valorizar as tradições locais, revolveram baús, ouviram pessoas idosas apoiaram-se nas pesquisas mais válidas de 1954 e constituíram um novo agrupamento folclórico, o atual Rancho Folclórico da Fajarda.

Rancho Folclórico da Fajarda, 2023

Rancho Folclórico da Fajarda, 2023

Instituído como Associação Cultural em 1979, tem por objetivo a promoção e valorização das tradições locais. A par de outras iniciativas, promove a divulgação do Folclore e Etnografia da sua região essencialmente caracterizada pela paisagem do Vale do Sorraia.

Os trajes de Festa, Abegão, Aguadeira, Campino, Maioral, Foreiro, Mondadeira, Ceifeira, Arrozeiro, Noivos, são tipicamente Ribatejanos, datam do início do século XX e procuram dar uma imagem diversificada daquilo que era o dia-a-dia das suas gentes nos seus diversos ambientes, na Charneca e na Várzea, no Trabalho e na Festa.

As suas músicas, danças, cantares e trajes, datam do início do século XX, até á década de 40. Os nossos trajes por si só, constituem um espólio patrimonial de grande valor e ao mesmo tempo nos ajudam a perceber a razão de ser da nossa identidade.

O grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e está filiado no INATEL.

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato

Região: Ribatejo (Charneca Ribatejana)
Distrito: Santarém
Concelho: Coruche

O Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato foi constituído em 1984, com o objetivo de proporcionar à comunidade uma atividade de lazer. Mais tarde surgiu a preocupação de preservar as tradições, usos e costumes das gentes de Santana do Mato, contribuído, assim, para manter vivas as suas memórias e o respeito pelos seus antepassados, através de testemunhos, registos e levantamento do seu património material e imaterial.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santana do Mato

O grupo apresenta um quadro etnográfico que representa tão fielmente quanto possível os trajes usados pelos homens e mulheres, nas diversas ocasiões da vida quotidiana local, todos de uma notável singeleza, destacando as singularidades da sua identidade, usados na primeira metade do século XX.

As modas e as cantigas fazem parte das recolhas efetuadas na freguesia, evocando os bailaricos de outrora e refletindo o caráter e o temperamento desta gente e suas vivências.

Tem desenvolvido um trabalho notório em prol da cultura popular da sua região, cumprindo destacar a realização do Serão das Tradições, Festival de Folclore anual e a parceria no Festival de Folclore das Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, em Coruche.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Rancho Folclórico Regional do Sorraia

O Rancho Folclórico Regional do Sorraia foi fundado em 1965. Em 2012, António Neves dirigia há 47 anos o rancho que ajudou a fundar, e desde 2004 dá o nome ao Festival de Folclore que se realiza pelas Festas de Nossa Senhora do Castelo. A ligação profunda ao folclore e ao rancho levaram a que a Assembleia Municipal de Coruche aprovasse, em 2004, dar o nome dele ao Festival de Folclore das Festas do Castelo. O rancho tem-se apresentado no país e estrangeiro, França, Espanha, Polónia, Itália.

Rancho Folclórico Regional do Sorraia, Coruche

Rancho Folclórico Regional do Sorraia, Coruche

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/coruche-rancho-folclorico-da-fajarda-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-13 11:52:012026-03-16 07:30:36Coruche e o seu folclore
Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava
Músicas no Concelho

Ribeira Brava e o seu folclore

Folclore na Ribeira Brava

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma da Madeira
  • Ilha: Madeira
Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava

O Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava foi fundado em 1980. Era constituído maioritariamente por crianças e jovens, facto pelo qual foi denominado Grupo Folclórico Infantil e Juvenil da Ribeira Brava. Em 1987, o grupo recebeu um convite para sw integrar na Casa do Povo, pelo que adotou a atual designação.

No início, o grupo, limitava-se a atuar nos arraiais tradicionais, nas festas de fim de ano e nos festivais de folclore do arquipélago. Posteriormente a sua fama projetou-se e as atuações fora da ilha passaram a ser inevitáveis. Hoje, o grupo é constituído por 31 elementos, com idades entre os 10 e os 50 anos.

Os elementos estão trajados segundo os padrões de um passado que prevalece na história do povo: vilão madeirense, viloas madeirenses.

Os bailes que compõem o seu reportório, tipicamente cantados e dançados, são: baile das romarias, baile das Bordadeiras, baile da Ponta do Sol, baile Corrido, O Calcinha, A Ciranda, baile Corrido, Filha do Barqueiro, Ala Moda, Brinco d’ Oito, Mourisca de Santana, baile do Caniçal e baile Pesado.

Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava

Grupo de Folclore da Casa do Povo da Ribeira Brava

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/ribeira-brava-grupo-de-folclore-da-casa-do-povo-da-rb.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-13 21:42:402024-11-20 19:28:15Ribeira Brava e o seu folclore
Grupo Folclórico da Casa de Arões
Músicas no Concelho

Fafe e o seu folclore

Folclore de Fafe

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
Grupo Folclórico da Casa de Arões

O Grupo Folclórico da Casa de Arões foi fundado em 1979. Participou em festivais de folclore em Portugal e no estrangeiro, sobretudo em França. Em 1999, foi agraciado pela Câmara Municipal de Fafe com a medalha de prata de mérito concelhio, por altura da celebração do seu 20.º aniversário.

Entre outras atividades, o Grupo de Arões promove anualmente a festa do emigrante, uma desfolhada regional e intercâmbios com diversos ranchos congéneres.

Desde a sua fundação, tem-se imposto por um notável esforço de preservação das danças, cantares, trajes e utensílios tradicionais desta região do Baixo Minho, e em especial de Fafe. Entre os temas que compõem o seu repertório musical contam chulas, “Vira Corrido” ou a “Cana Verde das Espadeladas”.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Grupo Folclórico da Casa de Arões

Grupo Folclórico da Casa de Arões

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Para o Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/fafe-grupo-folclorico-da-casa-do-povo-de-aroes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-13 22:02:322024-10-30 16:15:24Fafe e o seu folclore
Rancho Folclórico Santa Cecília da Fajã de Cima
Músicas no Concelho

Ponta Delgada e o seu folclore

Folclore em Ponta Delgada

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: São Miguel

07 grupos

  • Grupo Folclórico da Escola Preparatória de Capelas
  • Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva
  • Grupo Folclórico de São Miguel
  • Grupo Folclórico da Fajã de Baixo
  • Grupo Folclórico Ilha Verde
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo do Livramento
  • Rancho Folclórico Santa Cecília da Fajã de Cima
Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva

O Grupo canta e balha o que o povo da Ilha de S. Miguel fazia nos séculos passados nos seus folguedos, como Festas do Espírito Santo, romarias, matanças de porco, desfolhadas ou simplesmente nos intervalos e final da dura labuta da pesca ou agricultura. Cantar às Estrelas tem origem na religiosidade popular, de invocação a Nossa Senhora da Estrela que tem lugar sempre na noite do dia 1 para 2 de fevereiro, parando em diversas casas a cantar onde é oferecido doces e licores.

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Livramento

O Rancho Folclórico da Casa do Povo do Livramento foi fundado em 24 de novembro de 1992 e desde esta data tem filiação na INATEL. A freguesia do Livramento sentiu necessidade de formar um grupo Folclórico para preservar os usos e costumes do seu povo. Os seus trajos, danças, cantares e músicas são de certo modo expressão viva de sentir e viver os antepassados.

Em 1999 foi federado na Federação do Folclore Português. Em 2000 obteve estatuto de utilidade pública. É composto por cerca de 35 elementos, na sua maioria estudantes.

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Livramento

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Livramento

Rancho Folclórico Santa Cecília da Fajã de Cima

O Rancho Folclórico Santa Cecília da Fajã de Cima foi fundado em 1973. Interpreta as danças e os cantares da sua ilha natal, e canta vários temas das diversas ilhas dos Açores. Teve como diretor fundador João Vieira Jerónimo, conhecido no meio micaelense como grande embaixador dos valores culturais do povo.

O Rancho Folclórico Santa Cecília é uma associação cultural que procura recolher, preservar e divulgar os usos e costumes da Ilha de São Miguel, através do seu folclore: música, cantares, danças e trajes. Das participações em festivais de folclore, já atuou em quase todas as localidades dos Açores, e também em Portugal continental e no estrangeiro.

Rancho Folclórico Santa Cecília da Fajã de Cima

Rancho Folclórico Santa Cecília da Fajã de Cima

Organiza vários eventos na área do folclore, com especial relevo para as Feiras de Artesanato e Festival das Azáleas. Colabora em diversas iniciativas com fins humanitários, de solidariedade social e de caráter cívico. Colabora, ainda, com escolas, através de ações pedagógicas e cedência de material etnográfico e bibliográfico. É filiado no INATEL.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/ponta-delgada-rancho-folclorico-santa-cecilia-da-faja-de-cima.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-13 21:49:542021-10-02 16:14:02Ponta Delgada e o seu folclore
Associação Mangualde Azurara
Músicas no Concelho

Mangualde e o seu folclore

Folclore em Mangualde

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região (Beira Alta – Viseu, Dão, Lafões e Terras do Demo)
  • Distrito: Viseu
  • Concelho: Mangualde

7 grupos

  • As Tricanas de Tibaldinho
  • Grupo de Cantares da Associação Cultural Azurara da Beira
  • Rancho Folclórico de Mangualde – Associação Mangualde Azurara
  • Rancho Folclórico “Flores da Beira Alta”
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Mesquitela
  • Rancho Folclórico “Os Azuraras” de Quintela de Azurara
  • Rancho Folclórico “Os Rouxinóis do Dão de Fagilde”
As Tricanas de Tibaldinho

Tibaldinho
3530-027 Alcafache
Tlm: 967 211 336

Associação Mangualde Azurara

Rua Alfredo da Silva Coelho, nº 1
3530-193 Mangualde
Email: ranchomangualde@gmail.com
Tlm: 927 087 358

Sede

Associação Mangualde Azurara

Associação Mangualde Azurara

Rancho Folclórico de Mangualde

Associação Mangualde Azurara

Associação Mangualde Azurara

Grupo de Cantares da Associação Cultural Azurara da Beira

Apartado 165, EC Mangualde
3534-909 Mangualde
Tlm: 966 213 437 / 964 891 273

Grupo de Cantares da Associação Cultural Azurara da Beira

Grupo de Cantares da Associação Cultural Azurara da Beira

O Grupo de Cantares nasceu em 1982, como Grupo de Cantares de Janeiras, mantendo-se, hoje, fiel às suas origens. Ampliou o seu programa a todas as manifestações do cantar e do trajar tradicional, enquanto expressão cultural paralela de todos os atos que se constituem como património cultural nacional. Fruto do levantamento histórico-cultural que a Associação fez por todo o Concelho, iniciou e continua um trabalho de pesquisa, recolha e estudo de cantares e trajos.

O Grupo de Cantares tem atuado em todo o território nacional. Em 1992, deslocou-se à Alemanha, onde se apresentou em várias localidades do Estado da Renânia do Norte – Vestefália, nomeadamente no Festival Internacional de Lippe, na cidade de Detmold.

Já foram gravados alguns dos seus cantares.

A ACAB é pioneira na organização dos Encontros de cantadores de Janeiras no concelho de Mangualde (10.01.1982) e organiza, no 1º sábado de Junho, o seu Festival Folclórico de Danças e Cantares. Desde 1993 que é Sócio Efetivo da Federação do Folclore Português e está inscrito no INATEL.

Rancho Folclórico Coração da Beira

Contenças de Cima
3530-345 Santiago de Cassurrães
Tlm: 965 478 097

Rancho Folclórico Coração da Beira

Rancho Folclórico Coração da Beira

O Rancho Folclórico Coração da Beira surgiu das brincadeiras de Carnaval das gentes da localidade por volta dos anos 1950. “Coração da Beira” foi o nome que então foi dado a este rancho. Na alvorada do século XXI, um grupo de pessoas decidiu juntar-se e recomeçar a tradição das brincadeiras de Carnaval. Ao início, a ideia ficou por aí, mas o povo de Contenças de Cima acabou por unir-se em torno da ambição de levar mais longe o Rancho “Coração da Beira”, tendo este grupo atuado pela primeira vez como um verdadeiro Rancho Folclórico no dia 12 de Agosto de 2000, na sua terra natal.

Os trajes que os cerca de quarenta elementos que atualmente compõem o grupo envergam nas suas atuações são uma fiel recolha da forma tradicional de vestir na região, tal como as danças de roda que integram o reportório do grupo, que se contam entre as mais representativas do folclore da região.

Algumas das músicas dançadas pelo grupo são temas tradicionais como “Ó que lindo par eu levo”, “Ó que rica”, “Ó que graça”, “Por cima se ceifa o trigo”, “Margarida Moleira” e “Tenho um amor em Contenças”, sendo igualmente de destacar a Dança das Fitas, que foi concebida nos anos 50 por um filho da localidade, então a residir no Brasil.

A povoação de Contenças de Cima, na qual o Rancho Folclórico “Coração da Beira” tem a sua sede, integra-se na freguesia de Santiago de Cassurrães, nas imediações de Mangualde, sendo atualmente habitada por cerca de 3000 pessoas.

São vários os polos de atração turística existentes em Santiago de Cassurrães, sendo de realçar a Capela Romana, a Capela de Nossa Senhora de Cervães, que é património nacional, o Solar de Cassurrães, a Capela de Santa Eufémia, o Solar dos Seabras e Beltrões, as vistas panorâmicas para a Serra da Estrela, as atividades de caça e pesca e o artesanato, do qual se salienta o queijo da serra e os tapetes de Arraiolos. Todo este potencial turístico é ainda revitalizado pela existência de casas vocacionadas para o turismo de habitação.

Rancho Folclórico de Santo Amaro de Azurara

Rua Padre Mário Marcelino, nº 37
Santo Amaro de Azurara
3530-256 Mangualde

Rancho Folclórico “Flores da Beira Alta”

Rua do Forno, nº21 – Santo André
3530-257 Mangualde
Tlm: 914 115 642

Rancho Folclórico “Os Azuraras” de Quintela

Centro Social de Quintela de Azurara
3530-334 Quintela de Azurara
Email: osazuraras@gmail.com
Tlm: 963 945 988

Rancho Folclórico "Os Azuraras" de Quintela

Rancho Folclórico “Os Azuraras” de Quintela

Embora a sua existência seja mais antiga, foi a 29 de Setembro de 1981 que o Rancho Folclórico “Os Azuraras” de Quintela de Azurara se oficializou. Já teve oportunidade de atuar em vários pontos do país. Tem participado em muitos festivais nacionais e internacionais de folclore.

Retrata os usos e costumes da sua região dos finais do século XIX e princípios do século XX. Os seus cantares, como em toda a Beira Alta, são fiéis à movida popular, pois em todos os trabalhos agrícolas e de pastoreio bem como em ocasiões festivas se cantava alegremente. Nas manifestações coreográficas, destacam-se as danças de roda, terminando em cadeia ou num sapatear em ritmados movimentos de outros tempos.

Os trajes traduzem o vestir das classes sociais de então: trajes de romaria, domingueiros, negociante, menina da família rica, noivos e gentes do campo com os seus vestuários e acessórios característicos.

Apesar de o grupo folclórico adulto ter sido a base de fundação da Associação, ao longo dos tempos outras secções têm sido criadas: Rancho Infantil “Tia Matilde”, Departamento de História e Património, Só Pedala e Os Misturas – Motorizada Club. O grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico “Os Camponeses da Mesquitela”

Rua de São Pedro, nº 24
3530-301 Mesquitela
Tlm: 964 873 246

Rancho Folclórico “Os Rouxinóis do Dão” de Fagilde

Fagilde
3530-070 Fornos de Maceira Dão
Tel: 969 630 980

Rancho Folclórico "Os Rouxinóis do Dão" de Fagilde

Rancho Folclórico “Os Rouxinóis do Dão” de Fagilde

Fagilde situa-se na margem esquerda do Rio Dão e da Barragem de Fagilde. O rio Dão dá o nome aos famosos vinhos de mesa. O Rancho Folclórico “Os Rouxinóis do Dão de Fagilde” – Mangualde, foi fundado em 1948 e desativado alguns anos depois, por emigração das suas gentes. Foi reativado em 1994. É constituído por 30 elementos (músicos e dançarinos). É sócio ativo da Fundação INATEL.

Tem participado em festas, romarias, festivais de Norte a Sul de Portugal, e outros eventos sociais e culturais. Anualmente organiza o seu Festival de Folclore. Participou nos programas televisivos “Praça da Alegria” – RTP1, “Somos Portugal” – TVI, “Olha a Festa” – SIC TV e “Pelos Caminhos de Portugal” – Rádio Regional Emissora das Beiras.

Organiza e participa em encontros de “Cantares e cantadores de Janeiras e Reis”.

Participou em vários festivais internacionais em Espanha (Salamanca, Corunha, Cáceres) e França.

Os seus costumes, trajes, danças e cantares, são tradicionais da região, e alusivos às atividades exercidas nas margens do Rio Dão.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/mangualde-ama.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-08 10:03:082021-09-08 10:50:34Mangualde e o seu folclore
Rancho Folclórico de Vinhó, cantar das janeiras, 2020, créditos Município de GouveiaMunicípio de Gouveia
Músicas no Concelho

Gouveia e o seu folclore

Folclore em Gouveia

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Beira Alta (Beira Alta Serrana)
  • Distrito: Guarda

5 grupos

  • Rancho Folclórico cancioneiro de Folgosinho
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Nespereira
  • Rancho Folclórico de Gouveia
  • Rancho Folclórico de Vila Nova de Tazem
  • Rancho Folclórico de Vinhó
Rancho Folclórico cancioneiro de Folgozinho

Morada

Rua Dr. João de Vasconcelos, nº 6
6290-081 Folgosinho

Folgosinho situa-se na encosta Norte da Serra da Estrela, concelho de Gouveia, distrito da Guarda. O grupo tem 35 componentes, 8 a 10 pares de dançadores, 6 tocadores, 4 cantadeiras e 5 componentes com trajes específicos.

A zona de recolha é o Alto Mondego, montanha e chã. Situa-se num contexto de economia rural. Na montanha: cereal – centeio – batata – gado – queijo da Serra. Na chã, culturas mais ricas: vinho e azeite. Também uma forte componente de gado – queijo da serra.
O clima é frio, na montanha, moderado na chá. A montanha não tem passagem. É volta atrás, o que explica a permanência de tradições. O grupo é filiado na Federação do Folclore Português, como membro fundador.

Em 1937, o Dr João de Vasconcelos, ao tempo Secretário do Tesouro, fundou o Rancho, integrado no movimento de homenagens a prestar ao Dr. Oliveira Salazar pelas freguesias rurais. Não houve nem investigação, nem recolhas, nem preocupação pela tradição, quer de Folgosinho, quer da montanha. Por isso saiu uma coisa incaracterística, quer nos trajes, quer nos cantares, quer nas danças. Inventou-se traje, encomendaram-se letras a poetas lisboetas, adaptaram-se marchas, inventaram-se danças. A atividade que teve desde a fundação até 1976, não teve qualquer significado. Limitou-se a participar nalguns dos acontecimentos promovidos pelas Casa do Povo.

Em 1976, alguém levantou a hipótese de restaurar o rancho. A essa hipótese estava ligada uma intenção partidária, com ingerência de gente estranha à terra e à montanha. Um grupo de gente amiga da terra deu-se conta da intenção estranha e agarrou o Rancho. Depois de um curto período de indecisão, em que foi necessário criar consciência nos componentes para a importância, de uma pesquisa e recolha de tudo quanto era tradição, iniciou-se o trabalho de reconstituição. Cantares, danças, trajes, tradições orações, esconjures, artesanato… Tudo se investigou e se recolheu. Depois foi preciso filtrar e definir o que era verdadeiramente autêntico como tradição da montanha.

Foi difícil ao grupo impor-se, pelos ataques que sofreu, uma vez que outros grupos se sentiram contestados, dado que era o primeiro a apresentar-se como um verdadeiro Grupo de montanha. Depois veio o reconhecimento por parte dos corpos diretivos da Federação do Folclore Português e pelos grupos folclóricos sérios.

Os trajes específicos de Folgosinho são: casamento; domingueiros, rico e pobre; trabalho: ceifa: tosquia, malha, mato, pastor, cote, carvoeiro.  Na chã, reconstruiu o que lhe pareceu ser mais significativo: boieiro, carregador. azeitona, vindima, homem do lagar. Estes trajes só os usa se tiver de representar o País, lá fora. Dentro apresenta apenas traje de Folgosinho.

No que se refere a danças, recolheu e reconstituiu dois “os fados mandados – 5 e os fandangos – 5; dois viras – são raros na montanha – um sem número de modas de roda – as mais características da zona, alguns valseados algumas modas de roda aparentadas com as polcas.

Em relação aos cantares, recolheu tudo quanto são os cantares tradicionais de Folgosinho: Religiosos: Romaria – Senhora do Socorro – Senhora da Assedasse – S. João – Responso de Santo Antônio. Natal: Cantares do Menino – cantares dos Reis – Janeiras. Quaresma – Semana Santa: Cantigas de Março – Martírios- Canto das Verónicas – Amentar das almas – canto da Quinta Feira Santa. Serão – Todos e as lendas. Trabalho: Malhas – ceifa – desfolhada – sacha – rega – vindima.

Os cantares de Folgosinho têm características únicas, diferentes de aldeias que lhe são muito próximas. Não há um único caso de cantar polifónico – a mais de uma voz. O cantar é monódico e, na quase totalidade, modal. O que é tonal nas aldeias vizinhas é modal em Folgosinho. Há uma forte influência do canto gregoriano.

O grupo passou e continua a passar pelos mais importantes festivais do País. Apresentou-se em importantes festivais em França.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Nespereira

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Nespereira é um fiel intérprete das tradições, danças e cantares de antanho, assim como os trajes e costumes dos antepassados. Foi fundado em 1976. Tem participado em festivais de folclore em diferentes regiões do país, assim como no estrangeiro.

No que respeita aos trajes e atividades recolhidos e exibidos em atuações, de referir os noivos, a queijeira, o pastor, a lavadeira, o carpinteiro, a ceifeira, o pedreiro, os moleiros, o malhador, a mulher da laje, os trajes domingueiros (ricos e pobres), a mulher da rega ou de ir à horta, o homem da rega e os romeiros.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico de Gouveia

Tendo como primeira designação “Rosas das Biqueira”, o Rancho Folclórico de Gouveia, foi fundado em 1959. Na sua longa e ininterrupta existência, podem distinguir-se três fases: uma primeira, com uma finalidade lúdica, correspondendo aos seus dois/três primeiros anos de existência; uma segunda, com uma intenção clara de abordagem do folclore de uma forma mais séria; e uma terceira, a partir de meados da década de 1980, assente num trabalho sistemático de recolha junto das pessoas mais idosas das freguesias situadas na encosta Norte da Serra da Estrela, assim como em registos escritos e fotográficos.

Rancho Folclórico de Gouveia

Rancho Folclórico de Gouveia

O Rancho assume, de uma forma clara, características de Grupo de Montanha, sendo um fiel intérprete dos usos e costumes dos pastores da Serra da Estrela, incluindo todas as atividades ligadas direta ou indiretamente à pastorícia e aparecendo em público, sempre acompanhado de um cão da Raça Serra da Estrela.

Para além dos trajes de pastor, exibe também os da queijeira, da vendedeira do queijo e do leite, porta a porta, (mais pesados, porque eram usados, sobretudo, no Inverno); os de malhadores, mulheres da eira, domingueiros ricos e pobres e de romaria, todos eles copiados de modelos que remontam ao início do século XX.

Rancho Folclórico de Vila Nova de Tazem

O Rancho Folclórico de Vila Nova de Tazem foi fundado em 1992. Tem por objetivos recolher, preservar e divulgar os usos e costumes da região em que se insere, Beira Alta, Serra da Estrela.

O seu reportório é fruto das imensas recolhas, efetuadas junto de pessoas mais idosas da freguesia. Na reprodução dos trajes, entre o séc. XIX e princípios do séc. XX, destacam-se os trajes de Noivos, Vindimadeiros, Pisadores de Uvas, Tombadores de Dornas, Ceifeiros, Queijeira, Pastor, Romeiros, Lavrador Abastado, Traje de Rico e outros.

As danças (essencialmente modas de roda), e cantares, sendo também fruto de recolha, são simples e alegres, modas de trabalho relacionadas com as vindimas, as ceifas, as malhas, as regas, as romarias e domingueiras.

O Rancho está inscrito no INATEL e é sócio efetivo da Federação de Folclore Português.

Rancho Folclórico de Vila Nova de Tazem

Rancho Folclórico de Vila Nova de Tazem

Rancho Folclórico de Vinhó

Cantar das Janeiras

Rancho Folclórico de Vinhó, cantar das janeiras, 2020, créditos Município de Gouveia

Rancho Folclórico de Vinhó, cantar das Janeiras, 2020, créditos Município de Gouveia

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/gouveia-rancho-folclorico-de-vinho-cantar-das-janeiras-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-08 21:56:342024-11-13 22:55:50Gouveia e o seu folclore
Grupo de Cantares de Espinhoso
Músicas no Concelho

Vinhais e o seu folclore

Folclore em Vinhais

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Bragança
Grupo de Cantares da Associação Cultural de Agrochão

O Grupo de Cantares da Associação Cultural de Agrochão foi criado com o nascimento da Associação, em 1996. A Associação Cultural e Recreativa de Agrochão surgiu com o objetivo de manter vivas as tradições e os costumes da localidade, dinamizando os tempos livres da juventude.

O seu reportório é composto por músicas tradicionais, recolhidas em Agrochão: “Lavadeira”, “Manel Chiné”, “Ó Afetos, ó Carinhos”, “A Primavera”, “Encomendação das Almas”, entre outros.

O grupo, formado por mulheres e jovens, participa em várias atividades e locais no distrito de Bragança.

Grupo de Cantares de Espinhoso

Grupo de Cantares de Espinhoso

Outros grupos

  • Grupo de Cantares de Agrochão
  • Grupo de Cantares de Ervedosa
  • Grupo de Cantares de Rebordelo
  • Coro da Escola Municipal de Música
  • Grupo de Cantares da União de Freguesias de Curopos e Vale de Janeiro
  • Grupo de Cantares de Espinhoso
  • Gaiteiros de Zido
  • Grupo de Concertinas de Vinhais
Gaiteiros de Zido

Gaiteiros de Zido

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/vinhais-grupo-de-cantares-de-espinhoso.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-08 19:03:442024-11-14 13:01:53Vinhais e o seu folclore
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