Igreja Matriz de Lavos
Órgãos de tubos do concelho da Figueira da Foz [6]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Imóvel de Interesse Público, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco fazia parte do antigo convento dos religiosos reformados da Ordem de S. Francisco. O convento foi fundado em 1527 por Frei António de Buarcos, com o apoio de D. João III e a benemerência de António Fernandes de Quadros, senhor de Tavarede. O convento sofreu profundas transformações arquitetónicas, com realce para a grande remodelação do ano de 1725. No século XIX o edifício foi transformado, mantendo apenas, da parte religiosa, a igreja, de fachada setecentista. No interior, além dos retábulos em talha, provenientes do Convento de Seiça, podem ainda ser apreciados o coro-alto com pinturas da vida de Santo António e interessantes esculturas dos séculos XVI a XVIII. No edifício contíguo encontra-se a capela de S. Francisco, de feição neoclássica, delineada no século XIX pelo arquiteto milanês Giancarlo Magne. Inclui um núcleo museológico de Arte Sacra. O seu ex-libris é um órgão de tubos, o primeiro a existir na Figueira da Foz.

Fonte: CMFF

Consola do órgão

Órgão da Igreja da Ordem Terceira

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Tubaria

Órgão da Igreja da Ordem Terceira

Órgão da Igreja da Ordem Terceira

Igreja da Misericórdia de Buarcos

Igreja da Misericórdia de Buarcos

Igreja da Misericórdia de Buarcos

Localizada no centro da povoação de Buarcos, a Igreja da Misericórdia de Buarcos é um templo de fundação quinhentista que teve obras de remodelação posteriores, nomeadamente no que concerne aos programas decorativos interiores. O edifício desenvolve-se em planta retangular, com dois acessos ao interior. A fachada principal, que é precedida por adro de pedra com gradeamento, apresenta um modelo simples, de linhas chãs, onde se destaca o portal principal em arco rebaixado, emoldurado por friso e rematado por entablamento com motivo geométrico, sobre o qual foi aberto um nicho de gosto flamenguista, com volutas laterais e pináculos, encimada por um escudo real e esfera armilar. Ao centro foi colocada uma imagem quinhentista da Mater Misericordiae. A cada lado do nicho foram rasgadas duas janelas, já de gosto barroco, que iluminam o coro-alto, e do lado direito ergue-se uma sineira, no mesmo material pétreo do portal. A meio da fachada lateral esquerda abre-se outra porta, de moldura retangular, ladeada por pilastras estriadas, cujo entablamento superior é decorado por motivos ao romano em relevo, já muito deteriorados. Sobre este foi edificado um nicho com frontão serliano, que se encontra vazio. O espaço interior, de nave única, apresenta um modelo especificamente utilizado na região do Baixo Mondego na segunda metade da centúria de Quinhentos, sendo evidentes as semelhanças com o templo da Misericórdia de Tentúgal. A capela-mor foi substituída por um presbitério dividido em três tramos marcados por arcos de volta perfeita, ao qual se acede por escadas laterais, que alberga o retábulo-mor e dois altares laterais. [ Leia MAIS ]

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Lavos

Igreja Matriz de Lavos

Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Lavos

Situada na povoação de Santa Luzia, esta igreja do século XVIII acolhe Nossa Senhora da Conceição, orago da freguesia de Lavos. Recebe também preces e louvores a Santa Luzia, de especial devoção no povoado. É, talvez, a igreja que mais sobressai dentre as congéneres paroquias do concelho, sobretudo pela profusão de elementos decorativos. A pia batismal, do século XVI, é feita em pedra de Ançã. Sobre o arco-cruzeiro, uma imagem, em madeira, de Santa Luzia, acolhe os fiéis. O retábulo principal e colaterais de estética rococó, em madeira dourada e marmoreada datam do século XVIII. A capela da Confraria do Santíssimo Sacramento tem a representação escultórica da Trindade, em calcário cromado do século XVI. Na capela das Almas, destaca-se uma imagem, de roca, da Pietá. Da capela-mor sobressai o retábulo e uma Santa colocada numa das edículas laterais. A padroeira está representada em tela, pintada por Pascoal Parente em 1789. Por fim referência ao órgão de talha dourada e marmoreada do século XVIII, no coro-alto.

Fonte: CMFF

Igreja Matriz de Maiorca

[ Igreja Paroquial ] [ São Salvador ]

Igreja Matriz de Maiorca

Igreja Matriz de Maiorca

A primeira notícia da povoação de Maiorca reporta-se ao reinado de D. Sancho I. Foi a rainha D. Dulce que em 1194 doou este lugar, como couto, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, dotando-o de foral. Desconhece-se a data da fundação da igreja matriz, dedicada a São Salvador. A atual estrutura foi edificada no século XVII, sendo composta pelos volumes da nave, com duas capelas laterais, o espaço da capela-mor e a torre sineira. A fachada apresenta um modelo simples, rasgado por portal e encimado por uma janela. Ambas as aberturas têm molduras semelhantes, de gosto barroco. Do programa decorativo interior destacam-se algumas peças quinhentistas, que terão subsistido da estrutura primitiva do templo, como o retábulo lateral da capela do lado da Epístola, e algumas esculturas de vulto.

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

Igreja Matriz de Quiaios

[ Igreja Paroquial ] [ São Mamede ]

Igreja Matriz de Quiaios

Igreja Matriz de Quiaios

Localizada no centro da povoação de Quiaios, a igreja paroquial é dedicada ao mártir São Mamede. Terá sido fundada na Idade Média. De planta retangular, resulta de distintas campanhas de obras executadas na época moderna. A primitiva edificação medieval tornou-se diminuta nas centúrias seguintes, pelo que em meados do século XVII foi realizada uma obra de ampliação, da qual subsiste a capela-mor e o portal principal. Em finais do século XVIII a igreja seria novamente ampliada, refazendo-se o espaço da nave e o programa decorativo interior. Em 1893 foi executada a pintura de São Mamede que integra o retábulo-mor, do pintor conimbricense Luís Serra. A fachada principal, de linhas austeras, apresenta no primeiro registo o portal de moldura retangular com relevos de florões no lintel, e no segundo uma janela com moldura rematada por frontão rococó. Do lado esquerdo do corpo da igreja ergue-se a torre sineira com relógio mecânico, vazada nas quatro faces e coroada com pequena cúpula bulbosa. O espaço interior, de nave única, apresenta alguns elementos decorativos de interesse, como o forro azulejar polícromo, o teto da nave, de madeira pintada, os retábulos colaterais e o principal, este último integrando uma pintura com a representação do santo padroeiro. No espaço destaca-se a capela-mor maneirista, coberta por abóbada com caixotões de pedra.

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

Igreja Paroquial do Bom Sucesso

[ Nossa Senhora dos Remédios ]

Igreja Matriz do Bom Sucesso

Igreja Matriz do Bom Sucesso

A Igreja Paroquial de Bom Sucesso, localizada na freguesia do mesmo nome, foi edificada em 1781. Resultou da ampliação de uma antiga capela onde se venerava a Nossa Senhora dos Remédios e onde eram enterrados os mortos da povoação. Em 1898 a capela ficou com a figuração e medidas atuais e o cemitério passou a ser no exterior. A frontaria da Igreja, do século XIX, apresenta linhas de inspiração setecentista e o interior contém algumas peças de interesse.

Fonte: JFBS

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial do Bom Sucesso

Órgão da Igreja Paroquial do Bom Sucesso

Consola do órgão

Órgão da Igreja Paroquial do Bom Sucesso

Órgão da Igreja Paroquial do Bom Sucesso