Tag Archive for: música em Oeiras

Filarmónicas de Oeiras

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda da Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo
  • Banda da Sociedade Filarmónica e Fraternidade de Carnaxide
  • Banda do CCD da Câmara Municipal de Oeiras
  • Banda da Liga dos Amigos de Castelo Novo
  • Banda Musical de Oeiras
Banda da Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo

A Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo fundada em 15 de novembro de 1914. Inicialmente teve a designação de Grupo Musical Recreativo Portosalvense. Tomou, em 1931, o nome de Grupo de Instrução Musical de Porto Salvo. Em 25 de novembro de 1934 foi inaugurada a primeira Escola Primária da localidade, construída pelos sócios da SIMPS, com o apoio do Governo Civil de Lisboa. Em 1936, durante a Exposição Industrial, Agrícola e Pecuária de Oeiras exibiu-se o Rancho da Desfolhada, cujo poema é representativo da Sociedade.

SIMPS

Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo

Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo

Ao longo dos anos, a SIMPS tem participado em numerosos eventos, que vão desde a inauguração da luz elétrica em Porto Salvo, à da carreira de autocarros entre Paço d’Arcos-Porto Salvo-Cacém, bem como de outros nas localidades vizinhas. Em 1941 foi inaugurada a atual sede com o seu salão de baile, onde atuou pela primeira vez o Conjunto da SIMPS, de nome ” O SÓLIDO”. A Música tem sido a sua primeira razão de ser. Contudo outras há que têm tido grande importância, como o Ténis de Mesa e o Andebol, fundado em prol de Porto Salvo e dos nossos associados.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda da Sociedade Filarmónica e Fraternidade de Carnaxide

A Banda de Música da S.F.F.C surgiu nos primeiros meses de vida da Sociedade, tendo como primeiro regente o “Mestre Leonardo”. Em 1895, a Banda era composta por 24 elementos e, durante 24 anos, teve como regente José Maria Pimentel. Em 1919, assumiu a direção da Banda José Esteves Serra. De 1942 até 1966, a Banda foi dirigida pelo Tenente Francisco C. Vila Nova. Foi nesta época que a Banda mais se destacou, realizando concertos com assinalável êxito, em Torres Vedras, Figueira da Foz, Montijo, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Lisboa. A partir de 1976, a Banda atravessou longos períodos de inatividade. Renasceu em 1996. Foi criada a Escola de Música, onde já se formaram 12 executantes da Banda. A Escola tem, neste momento, 17 alunos, com idades entre os 7 e o 15 anos.

SFFC

Banda de Música da S.F.F.F.C

Banda de Música da S.F.F.C

Banda da Liga dos Amigos de Castelo Novo

A Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo foi fundada em 1947. Inicialmente composta por cerca de 24 elementos, apesar das suas limitações instrumentais, começou desde cedo a cativar a atenção das gentes do concelho do Fundão. Devido a um êxodo de muitos habitantes e músicos de Castelo Novo para a cidade de Lisboa, em 1977 a Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo mudou a sua Sede para Algés. Desde então a Banda tem-se desenvolvido bastante quer com valores humanos quer com valores materiais, sempre com o objetivo de conviver e confraternizar e também com a responsabilidade de cumprir com os serviços que são propostos e que se propõem a realizar.

A Banda têm cerca de 45 elementos, salientando-se um número significativo de jovens que apesar de não terem ligações familiares com Castelo Novo, estão sempre presentes com a sua boa vontade. A Banda possui também uma Escola de Música encabeçada por membros da Direcção e pelo Maestro João Eleutério Barão, é um forte contributo para Banda devido a uma formação constante de jovens músicos. Todo o trabalho até aqui desenvolvido só tem sido possível graças ao esforço e colaboração de muita gente e do apoio dado pela Câmara Municipal de Oeiras e da Junta de Freguesia de Algés.

Banda Musical de Oeiras

A Banda Musical de Oeiras foi fundada a 03 de outubro de 1993, sendo uma das valências artística e formativa do Centro de Cultura e Desporto de Oeiras, cuja missão é o ensino artístico de música, tendo por objetivo primário ministrar formação a músicos para ingresso na banda.

BMO

Banda Musical de Oeiras

Banda Musical de Oeiras

EVENTOS

Já em 2004, decorreu o XV Encontro de Bandas Civis do Concelho de Oeiras, com a participação de várias bandas em diferentes locais.

Músicos do Concelho de Oeiras

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Camané (fadista, 1966)
  • César Batalha (maestro, 1945-2021)
  • Frederico de Brito (compositor, 1894-1977)
  • Elisa Lamas (pianista, pedagoga, 1926-2021)
  • Susana Gaspar (soprano)
Camané

Camané nasceu em Oeiras a 22 de dezembro de 1967. O primeiro contacto de Camané com o fado ocorreu um pouco por acaso, quando durante a recuperação de uma maleita infantil se embrenhou na colecção de discos dos pais e descobriu os grandes nomes do fado: Amália Rodrigues, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro e Carlos do Carmo…

Dessa altura até à vitória em 1979 do evento “Grande Noite do Fado” foi um passo. Na sequência desta participação gravou alguns trabalhos e efectuou diversas apresentações públicas.

Camané actuou em diversas casas de fado, além de fazer parte do elenco de diversas produções dirigidas por Filipe La Féria (o mais importante director português de musicais) como a “Grande Noite”, “Maldita Cocaína” e “Cabaret”, onde adquiriu assinalável evidência.

A edição de “Uma Noite de Fados”, elogiada pela critica especializada, elegeu Camané como a voz mais representativa da nova geração do fado, possibilitando o reconhecimento da qualidade do seu trabalho pelo grande público. Realizou desde essa altura inúmeras apresentações em Portugal e no estrangeiro, actuando em França, Holanda, Itália e Espanha.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Camané

Camané, fadista, de Oeiras

Camané, fadista, de Oeiras

Susana Gaspar

Susana Gaspar iniciou os estudos musicais aos sete anos. Frequentou a classe de piano de Vera Prockic, na Escola Profissional de Música de Almada. Frequentou o curso de canto a Escola de Música do Conservatório Nacional com António Wagner Diniz terminando sob a orientação de Ana Paula Russo, com máxima classificação.

Actualmente, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, estuda na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, na classe da professora Susan Waters. Participou ainda em Master-Classes com Sarah Walker, Elisabete Matos e Mara Zampieri. Em 2004, frequentou um curso de ópera em Kortenberg (Bélgica) e em 2006 no Estoril onde trabalhou com Loh Siew Tuan, Graham Johnson, Ronny Lawers, Sarah Walker e Yvonne Minton.

No domínio da ópera representou os papéis de Papaguena, (Flauta Mágica, de W. A. Mozart), Serpina, (La Serva Padrona, de Pergolesi) e Euridice (Orfeo ed Euridice, de Gluck). Em Junho de 2005, representou no Teatro da Trindade o papel de Principezinho na estreia absoluta da ópera homónima, de Daniel Schvetz.

Cantou como solista o Benedictus da Missa Brevis de Haydn e o Magnificat de F. António de Almeida. Apresentou-se a solo com orquestra sob a direcção do Maestro Sérgio Dias. Recentemente apresentou-se no Grémio Lusitano num recital inteiramente preenchido com obras de Mozart.

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Susana Gaspar

Susana Gaspar, soprano, de Oeiras

Susana Gaspar, soprano, de Oeiras

HISTÓRIA DA MÚSICA

César Batalha

César Batalha (Oeiras, n. 1945-m. 2021) foi um maestro e compositor português. Em 1960, fundou o Coro de Santo Amaro de Oeiras. A partir de 1976 foi constituído o Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras que gravou temas de grande popularidade como Eu vi um sapo e A todos um Bom Natal. César Batalha é autor do Hino de Oeiras, que teve a primeira audição em 1991. Dirigiu o Coro do Banco de Portugal entre 1976 e 2007.

Pela canção “Eu vi um sapo”, conquistou o 1.º prémio de composição no Sequim de Ouro. Foi distinguido com Melhor Coro do Ano (1980), Medalha de Mérito Artístico da Câmara Municipal de Oeiras (1981), Prémio de Popularidade (1984), Medalha de Agradecimento da Cruz Vermelha Portuguesa (1991), Diploma de Agradecimento da Ordem Soberana e Militar de Malta (1997), Medalha de Mérito/Grau Ouro da Junta de Freguesia de Oeiras (2010).

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Elisa Lamas
Elisa Lamas, nome artístico de Elisa Paulina Ferreira Lamas, nasceu em Paço de Arcos, Oeiras, a 1 de fevereiro de 1926 e morreu a 2 de agosto de 2021.

Era oriunda de uma família de músicos. O avô paterno era violinista, mais tarde violetista e executante de viola d’amor. Colecionador de instrumentos antigos, tinha cem instrumentos em casa.

O trisavô era o compositor Francisco António Norberto dos Santos Pinto. Embora não tivesse aprendido música, o pai tinha interesse em que os filhos aprendessem.

Elisa Lamas começou com aulas particulares aos 9 anos. Aos 13 anos começou a estudar piano com Botelho Leitão, a quem ela em entrevista aos 91 considerava um grande artista e pedagogo. Fez os estudos como aluna externa do Conservatório Nacional e só foi para o Conservatório quando foi para o Conservatório Superior. Diplomou-se em Piano e Composição no Conservatório Nacional de Lisboa, e especializou-se no Mozarteum de Salzburg como bolseira do Instituto para a Alta Cultura.

Foi professora naquele Conservatório desde 1952 e até à sua aposentação, integrou várias comissões diretivas e, a convite do Ministério da Educação, fez parte da Comissão de Reestruturação daquele estabelecimento de ensino.

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Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Frederico de Brito

Joaquim Frederico de Brito, compositor e poeta popular, nasceu na Freguesia de Carnaxide (Oeiras), a 15-09-1894, e faleceu em Lisboa, a 24-03-1977. Ficou conhecido com o diminutivo de Britinho.

Muito cedo começou a versejar e de tal sorte, que na Escola Primária já tinha a alcunha de “O Poeta”, de que o pequeno Joaquim não gostava por pensar tal ser ofensivo. E isso fez com ele se retraísse perante os colegas e só em casa lesse os seus versos à Mãe e ao irmão, que constituíam o seu único público.

Só aos 14 anos Frederico de Brito começou a compreender que tal alcunha não era afinal tão ofensiva como julgara. Mas depois sucede o imprevisto. Ele que perdera a tibieza de passar por poeta, encontra o obstáculo de não acreditarem ser ele o autor dos seu próprios versos.

Então, só encontrou uma saída para que o escutassem: dizer que os versos que cantava de “improviso” eram previamente feitos por um amigo dele que morava na sua rua e se chamava Frederico de Brito. E, certo dia, glosou de improviso os motes que foram propostos, com tal destreza e perfeição que no final e já à porta do Pátio do Martelo, o outro improvisador, Quintinha Bombeiro, pediu-lhe para apresentar ao seu amigo os parabéns e para lhe marcar um encontro. Estava ganha a primeira batalha.

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Frederico de Brito

Frederico, compositor, de Oeiras

Frederico, compositor, de Oeiras

Órgãos de tubos do concelho de Oeiras [6]

Aos três órgãos históricos que existiam no Concelho, juntam-se três órgãos, dois em Linda-a-Velha e um na Igreja Paroquial de Paço de Arcos. De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha

Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Localizada em Linda-a-Velha, a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo é uma escola de música e dança que promove o ensino das artes, educando cada pessoa na sua dignidade plena, promovendo-se a si mesma e aos outros, através do ensino artístico, valorizando todas as dimensões da pessoa humana: espiritual, intelectual, emocional e física.

A Escola de Música Nossa Senhora do Cabo possui um órgão positivo construído em 1997 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão Dinarte Machado

Órgão da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Órgão da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Igreja Matriz de Carnaxide

Igreja de São Romão, Carnaxide

Igreja de São Romão, Carnaxide

A igreja teve a sua origem num pequeno templo edificado no reinado de D. Fernando, em 1384 e é dedicada a S. Romão, padroeiro dos lavradores. A pequena ermida foi reconstruída e convertida em Igreja Paroquial no 3º quartel do séc. XVIII, tendo passado por várias fases de construção. Há provas dessas fases através dos vários elementos que cada época nos deixou; de 1528 data a cruz prioral, de 1588 o relógio de Sol, de 1688 a torre do lado poente e a campa da sepultura colocada à entrada e de 1694 a sacristia. De planta retangular, o interior da igreja apresenta nave única totalmente revestida a azulejo monocromo de tapete e cobertura em abóbada de berço. Sob o coro-alto, observam-se painéis azulejares monocromos, com as representações de São Pedro e São Paulo. Antecede a Capela-mor um arco triunfal ladeado por dois altares em talha dourada. A Capela-mor, de planta quadrada e cobertura em abóbada de aresta ornada com pintura decorativa, ostenta panos de muro animados por portas encimadas por janelas de peito retangular, e altar-mor precedido na cabeceira por camarim com trono. O edifício sofreu grandes danos com o terramoto de 1755. Para sua reconstrução contribuiu o Rei D. José e o povo de Carnaxide. Nesta altura foi refeita a parte superior da frontaria e no interior foi construído um novo coro alto de pedraria, possivelmente do arquiteto Mateus Vicente de Oliveira. No entanto, só no ano de 1970 esta igreja foi definitivamente acabada.

Na Igreja Paroquial de  São Romão de Carnaxide existe um órgão histórico da família Cunha, que tem a inscrição “O fez em Lisboa no anno de 1755”. No ano do terramoto que devastou Lisboa, João da Cunha, organeiro, filho de Philipe da Cunha, construiu o último dos seus instrumentos, um ano antes de morrer, constrói.

Este órgão foi  ainda idealizado num formato (composição) onde se privilegiam os registos inteiros, sendo meios registos e neste caso em particular, uma registo composto à mão esquerda e a Cornetilha à mão direita. Os restantes registos são inteiros:

  • Flautado de 12 tapado
  • Flautado de 6 tapado
  • Quinzena
  • Dezanovena
  • Vigéssima segunda
  • vigéssima sexta, (com duas repetições ao longo da tessitura).

O restauro está a cargo de Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em cooperação com a Empresa de Conservação e restauro Monumenta, a qual desenvolve e tem à sua responsabilidade, outros trabalhos de conservação e restauro de recuperação da mesma Igreja. Apesar de muito danificado, conserva todos os aspetos da construção original, o qual proporciona um acrescento a tudo o que já se sabe sobre a construção de órgãos em Portugal nesta época, acima de tudo por esta família de organeiros (Philipe da Cunha, João da Cunha e José Leandro da Cunha).

João da Cunha o fez

Órgão João da Cunha, da Igreja Matriz de Carnaxide, Oeiras

Órgão João da Cunha, da Igreja Matriz de Carnaxide, Oeiras, créditos Dinarte Machado

Fonte: Dinarte Machado

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Cabo

Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha

Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha

Igreja moderna localizada na Rua dos Lusíadas, Linda-a-Velha

A igreja de Nossa Senhora do Cabo possui um órgão Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, construído em 2006, órgão de três teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.

Grande órgão Dinarte Machado

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Órgão Dinarte Machado

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Igreja Matriz de Oeiras

Igreja matriz de Oeiras

Igreja Matriz de Oeiras

Dedicada a Nossa Senhora da Purificação, a Igreja Matriz de Oeiras começou a ser construída em 1702 e foi inaugurada em 1744. A construção da atual Capela-mor, com o fecho da abóboda, foi terminada em 1704. O responsável pelo projeto arquitetónico foi o célebre arquiteto régio João Antunes, nesta fase já no final da sua carreira. O superintendente que finalizou as obras foi D. António Rebelo de Andrade que personifica o mecenas da época barroca. No entanto e à data da sagração desta obra, embora a igreja estivesse totalmente edificada, faltava a colocação das pinturas. O interior da Igreja possui alguns elementos que se destacam pela sua grande beleza. É o caso da pia batismal, obra do mestre Matias Duarte, com o pé de pedra bastarda e o corpo de pedra lioz. O lavatório da sacristia é outro dos elementos a destacar. Obra do mestre anterior, apresenta uma conjugação muito feliz de pedra lioz (branca) e de pedra vermelha (mármore avermelhado), tratando-se de um conjunto de rara perfeição e beleza, salientando-se também os púlpitos, de perfeição e rendilhados impressionantes. No altar-mor existem quatro grandes pinturas realizadas por Miguel António do Amaral. Uma delas representa a última ceia; outra, uma cena da Vida de Jesus e outra representa Madalena. Por cima dos altares da igreja salientam-se dez pinturas com momentos marcantes da vida da Virgem. São temas escolhidos por António Rebelo de Andrade, assim como os oito painéis que também decoram estes altares. No alto, por cima do arco cruzeiro, salienta-se a pintura central alusiva à padroeira da igreja, pertencente à oficina de Jerónimo da Silva de Lisboa.

Fonte: CMO

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Purificação de Oeiras possui um Órgão Joaquim António Peres Fontanes, construído em 1829, restaurado em 2001 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria. É seu organista Daniel Oliveira.

Órgão no coro alto

Órgão da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Igreja Paroquial de Paço de Arcos

Igreja moderna, construída em 1970.

Em tribuna própria encontra-se na Igreja Paroquial do Senhor dos Navegantes de Paço de Arcos um órgão holandês Flentrop montado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden (de Esmoriz), inaugurado em 2020.

Órgão de Tubos da Igreja Paroquial de Paço de Arcos
Órgão da igreja paroquial de Paço de arcos

Órgão da Igreja Paroquial de Paço de arcos

No dia 30 de agosto de 2020, ocorreu a cerimónia de Bênção do novo Órgão de Tubos da Igreja Paroquial de Paço de Arcos, órgão holandês Flentrop montado pela Oficina e Escola de Organaria.

Inserida nas Festividades em honra do Senhor Jesus dos Navegantes, a cerimónia foi presidida pelo Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, e contou com a presença do presidente da Câmara, Isaltino Morais. Foram interpretados temas de Scheidemann, Böhm, Walther, Bach e Mendelssohn pelo organista António Duarte.

Este órgão de tubos, instrumento todo mecânico de tradição neo-barroca, da Igreja Paroquial de Paço de Arcos servirá para o acompanhamento litúrgico das celebrações religiosas, enriquecendo a oferta de música erudita no concelho de Oeiras.

Em 2019, o Município de Oeiras atribuiu uma comparticipação financeira, no valor de 100 mil euros, à Fábrica da Igreja do Senhor Jesus dos Navegantes de modo a se proceder à aquisição de um órgão de tubos de grandes dimensões. Esta comparticipação serve, igualmente, para a formação de novos músicos e compositores, dando continuidade à presença da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo nas instalações da Paróquia de Paço de Arcos.

FONTE:

Câmara Municipal de Oeiras