Tag Archive for: música em Vila Franca de Xira

Oficinas de Instrumentos

Construtores de instrumentos no Concelho de Vila Franca de Xira

Inocêncio Casquinha

Inocêncio Casquinha (n. Arcena, Alverca do Ribatejo, 1951) é um construtor de instrumentos musicais a partir de materiais reutilizados, conhecido na região e no país. Transforma resíduos e materiais em fim de vida em instrumentos e marionetas. Foi entrevistado em vários programas de Televisão, RTP e TVI. Apresentou as suas criações em Portugal (de Norte a Sul), em Espanha e Itália.

Foi membro da extinta Tuna de Arcena e gravou “Puleando – O artesão da música”, um disco com treze temas.

Tocou para Mário Soares quando era Presidente da República.

À volta da sua sala há dezenas de instrumentos. “Violas feitas de lata, um cavaquinho que antes foi um dispensador de guardanapos, gaitas de foles com luvas de limpeza e sacos de vinho incorporados e uma bateria onde os pratos são tampas de tachos”. (Mirante, 12/11/2020)

Inocêncio Casquinha, construtor de instrumentos feitos de materiais reutilizados

Inocêncio Casquinha, construtor de instrumentos feitos de materiais reutilizados, foto MPAGDP

Dominando as artes de carpintaria, marcenaria e olaria, faz aerofones (ocarina, gaita de fole e outros), cordofones (cavaquinho, viola, rabel, sarronca), idiofones diversos (cana rachada, reco-reco, matraca).

A ocarina foi, segundo Inocêncio Casquinha, um instrumento muito utilizado no século XIX no Concelho. Houve um grupo ocarinista em Vila Franca entre 1888-1890, com músicos oriundos da Banda Filarmónica. O grupo deu origem criou depois a fanfarra 1º de Dezembro.

Inocêncio Casquinha começou a fazer os seus instrumentos aos 5 anos de idade.  No meio rural fazia-se os próprios instrumentos e brinquedos, e o gosto pelos instrumentos começou então. Profissionalmente foi eletricista, técnico de máquinas e,  mais tarde, animador cultural do Município de Vila Franca de Xira.

Inocêncio Casquinha na Praça da Alegria, o segundo a contar da esquerda, com Sónia Araújo, Rão Kyao e Jorge Gabriel

Inocêncio Casquinha na Praça da Alegria, o segundo a contar da esquerda, com Sónia Araújo, Rão Kyao e Jorge Gabriel

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

José Inocêncio, bateria reutilizada, com José Gavino, concertina

Auditórios de Vila Franca de Xira

Salas de espetáculo no Concelho

Centro Cultural do Ateneu

Auditório João David Marques Pinheiro

A construção do Centro Cultural do Ateneu e do seu Auditório teve início em 1975, quando o povo de Vila Franca de Xira ocupou os terrenos da Casa do Povo, onde o Centro foi construído, e terminou em 2024, com a credenciação do Auditório João David Marques Pinheiro na Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, por despacho do Ministro da Cultura. Se a inauguração do Centro Cultural e do Auditório teve lugar em 29 de maio de 2004, só em 21 de dezembro de 2018 foi exarado despacho de autorização de utilização do edifício. Na sequência de um complexo e oneroso processo de requalificação do edifício e do auditório foram corrigidas diversas anomalias identificadas pela Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC) tendo sido emitido em 15 de janeiro de 2019 o Documento de Identificação de Recinto (DIR).

Hoje, o Auditório João David Marques Pinheiro é o palco por excelência do Concelho de Vila Franca de Xira, constituindo um espaço aberto à programação cultural do Município em articulação com a programação própria do Auditório, sendo igualmente o local de eleição para os atos públicos solenes que se realizam no Concelho e para a realização de conferências, congressos, palestras, seminários e ações de formações. Palco das mais diversas expressões artísticas desde a música, a dança, o teatro às artes performativas. O Ateneu, fiel ao seu estatuto de utilidade pública e ao seu projeto integrador, está aberto a todas as associações culturais e escolas do país e, em particular, às associações do concelho de Vila Franca de Xira, através de protocolos no âmbito do Programa de Apoio ao Movimento Associativo, celebrado anualmente com o Município.

O equipamento, que apresenta particularidades únicas no País, está preparado para receber qualquer espetáculo de música, teatro ou dança, estando particularmente vocacionado para os espetáculos musicais, dada a grande qualidade acústica que o auditório apresenta, reconhecida por todos os artistas que aí têm atuado.

O Centro Cultural do Ateneu, desenvolve-se num Edificio com quatro pisos, propriedade do Ateneu Artístico Vilafranquense, instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos constituído por:

Auditório João David Marques Pinheiro – palco com área de atuação de 143 m2, plateia com 560 lugares sendo 6 para espetadores com mobilidade reduzida, quatro camarins, foyer com cafetaria e parque privativo para artistas e staff.

Salão de Festas – equipado com um palco com 60 m2, 2 camarins, restaurante e cafetaria, sala de jogos (snooker e ténis de mesa), biblioteca infantil, mural para exposições, hall de entrada, bilheteira e biblioteca comunitária;

Salas (11) – 3 estúdios, 1 sala de desporto, 1 sala de música e 6 salas polivalentes com diferentes áreas úteis para realização de conferências, formações, apresentações e ensaios.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Auditório João David Marques Pinheiro

Auditório João David Marques Pinheiro

Festivais em Vila Franca de Xira

Ciclos, festivais, encontros, cursos e jornadas de música e dança no Concelho

Enleio – Festival de Danças do Mundo

A primeira edição do Enleio – Festival de Danças do Mundo, pela Inestética no Palácio, decorre no Palácio do Sobralinho, em Vila Franca de Xira, de 3 a 5 de Junho de 2022. Destinado a quem gosta de dançar e a todas as faixas etárias, pretende cruzar formas de dança tradicionais, enraizadas na região, com expressões contemporâneas e sonoridades de outras partes do mundo, numa perspetiva de valorizar a cultura regional já existente, abrindo, ao mesmo tempo, espaço para outras linguagens.

Enleio - Festival de Danças do Mundo

Enleio – Festival de Danças do Mundo

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Escolas de Música em Vila Franca de Xira

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

À-das-Artes

Quinta da Seta, Lt2, 2º esq.
À-dos-Bispos
2600-276 Vila Franca de Xira
Tlm. (+00 351) 925 953 695

Conservatório Regional Silva Marques – CRSM

Praça Soeiro Pereira Gomes, 5
Alhandra
2600-517 Vila Franca de Xira
Tlm. (+00 351) 960 448 744
Blogue: crsm.design.blog
Correio eletrónico: conservatorio@euterpealhandrense.pt

Conservatório Regional Silva Marques - CRSM

Conservatório Regional Silva Marques – CRSM

Sonata Escola de Música – Mário Rico

R. Serpa Pinto 130
2600-095 Vila Franca de Xira
Tel. (+00 351) 263 275 299

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Coretos do Concelho de Vila Franca de Xira

Jardim da Praça Soeiro Pereira Gomes
Freguesia de Alhandra, Concelho de Vila Franca de Xira
Distrito de Lisboa

Coreto do Jardim da Praça Soeiro Pereira Gomes, Alhandra, foto José Matos, 2010

Jardim Municipal Constantino Palha
Freguesia e Concelho de Vila Franca de Xira
Distrito de Lisboa

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira, foto Jorge Nunes

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira, foto Jorge Nunes

Gradeamento

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Placa

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Coreto do Jardim Municipal Constantino Palha, Vila Franca de Xira

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Carrilhões de Vila Franca de Xira

Carrilhões do Concelho

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Situada na parte baixa de Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, a Igreja dos Pastorinhos foi construída para fomentar o crescimento da assiduidade da vida cristã e para comportar a comunidade já existente que era numerosa para a Igreja Matriz de S. Pedro. Consagrada aos pastorinhos de Fátima, foi inaugurada no dia 1 de maio de 2005. Aqui ficam, atualmente, concentrados todos os serviços. Trata-se de uma Igreja moderna e de materiais simples, madeira e betão, linhas direitas, com uma iluminação natural moderada, focada mais sobre a zona do altar.

De acordo com informação da Paróquia, recolhida a 07 de março de 2021, a torre da Igreja dos Pastorinhos possui o segundo maior carrilhão da Europa, com 72 sinos, alguns dos quais pesando várias toneladas, está instalado na nova Igreja de Alverca, Concelho de Vila Franca de Xira, Distrito de Lisboa,

Os sinos do carrilhão foram construídos na Holanda e estão instalados numa torre de 47 metros de altura. A Embaixada dos E.U.A. patrocinou a vinda a Portugal de dois carrilhonistas americanos a fim de participarem na inauguração do carrilhão. O evento traduziu-se num festival internacional com a duração de uma semana, de 1 a 8 de maio, em Alverca. Para além dos dois artistas americanos, o festival contou com a colaboração de representantes de dez países europeus e da Nova Zelândia que aqui se deslocaram para inaugurar o carrilhão e a abertura da Igreja dos Pastorinhos, ambos com o objetivo de chegar à população mais jovem.

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos, Alverca

Torre e carrilhão

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Carrilhão da Igreja dos Pastorinhos

Os concertos dos carrilhonistas americanos deram à comunidade a oportunidade de testemunhar uma forma de arte singular desenvolvida ao mais alto nível profissional e que integra programas de licenciatura avançados. A composição do carrilhão da Igreja dos Pastorinhos foi possível graças a muitos patrocínios. O carrilhonista residente, o Maestro Abel Chaves propõe um programa anual de concertos quinzenais, que continuam a dar vida e este singular instrumento musical.

Igreja dos Pastorinhos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Folclore de Vila Franca de Xira

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Vila Franca de Xira

9 grupos

  • Associação Desportiva, Cultural e Social do Parque Residencial de Vialonga
  • grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga
  • Rancho Folclórico de Alfarrobeira
  • Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso
  • Rancho Folclórico do Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santa Eulália – Vialonga
  • Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira
grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

O grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo nasceu da boa vontade do casal Joaquim Dias, Manuela Dias e seu filho Gil Dias, que andando no folclore há mais de 20 anos, sentiram a necessidade de representar etnograficamente a sua terra adotiva, Alverca do Ribatejo. Verificando que Alverca era uma terra de tradições próprias, iniciaram um longo trabalho de pesquisa e recolha de informações junto da população mais idosa, nascida em Alverca. Todavia, as pessoas que contactaram, mesmo sendo de Alverca, acabavam por dizer que era difícil saber se as cantigas seriam mesmo da terra, visto que se tinha deslocado para Alverca gente de todo o lado para trabalhar nas Oficinas de Material Aeronáutico em 1918. Reuniram depois, um grupo de jovens dispostos a representar Alverca e recriar a época do início do século passado até aos anos trinta.

Em 1996, o grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo, fez a sua estreia na cidade e desde então tem levado os usos e costumes de Alverca a todo o País, cantando e bailando as modas que conseguiram recolher e que ainda são recordadas por algumas pessoas já com idade avançada, que muito se comovem quando vêem ou ouvem o GEDCAR a representá-las.

GEDCAR

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

O GEDCAR é composto atualmente por cerca de 50 elementos, com idades entre os 9 aos 76 anos. Representa as mais diversas profissões que existiam em Alverca do Ribatejo nessa altura, como: valador, ferrador, cavador, cocheiro, salineiro, podador, campino de festas e de trabalho, aguadeira, lavadeira, mulher das quintas, mondadeira, ceifeira e ainda trajes de ver-a-Deus, romaria, domingueiros. O Grupo tem uma atividade intensa durante todo o ano, com Cânticos das Janeiras, Sagrada Família ao vivo, o aniversário do GEDCAR, a Festa Infantil, a Semana da Cultura Tradicional de Alverca do Ribatejo, o Concurso de Presépios Tradicionais nas Montras do Comércio Local e Exposições Etnográficas. Está inscrito no INATEL, na Associação do Distrito de Lisboa para a Cultura Tradicional Portuguesa e na Confederação Portuguesa das Coletividades da Cultura, Recreio e Desporto.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena

Arcena é um pequeno lugar situado num extremo do concelho de Vila Franca de Xira, na antiga província do Ribatejo. O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena nasceu em 1979. Alguns anos mais tarde, deu início a um processo de desenvolvimento na área da “Etnografia” e “Folclore”. Está filiado na Federação do Folclore Português, no INATEL e na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

Tem como objetivo pesquisar, recolher, preservar e divulgar o mais fielmente possível, o que foram os usos e costumes dos antepassados, mantendo as características próprias desta região de transição entre a Lezíria Ribatejana e a antiga província da Estremadura.

Dispõe de um Museu Etnográfico com mais de 2.000 peças. Continua a recolher e a fazer crescer significativamente as peças do acervo, sendo este um importante suporte da atividade do  Rancho.

RFCPA

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena (o pitrolino)

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga nasceu em 17 de abril de 1982 como um rancho infantil e tornou-se no mais emblemático da freguesia, já com crianças e adultos. No início apresentavam-se à população todos vestidos de igual modo, rapazes de campinos e raparigas de ceifeiras. No final dos anos 80 decidiu fazer uma recolha apurada, junto das pessoas nascidas em Vialonga sobre as suas tradições e cultura, mas só em 2002 é que o rancho fez a sua viragem. Desta rigorosa pesquisa e recolha saíram as raízes vialonguenses que acabou por idealizar e recriar a época entre 1886 e 1900, a geração dos nossos “avós”.

Vialonga pertence ao concelho de Vila franca de Xira, Ribatejo, mas na época representada pelo nosso rancho a mesma pertencia ao Concelho de Lisboa através das freguesias da Graça e Santa Maria dos Olivais. Assim, as danças e cantares são de origem saloia, bem como ribatejana.

Em palco, o cuidado centra-se nos rituais de antigamente, seja em quadros etnográficos, na recriação de um baile bem como as situações sociais para que servia. O grupo usa trajes ribatejanos e saloios representados através das diversas profissões existentes na época: campino, gadanhador, lavrador, sapateiro, pastor, homem abastado, lavadeira, aguadeira, ceifeira, campina, queijeira, leiteira, entre outros.

Em 2005 iniciou-se o Rancho Infantil da Casa do Povo de Vialonga com o objetivo de retratar o dia-a-dia das crianças de antigamente. Em palco, teatralizam os recreios da escola com danças de roda e as suas brincadeiras: saltar à corda, o jogo do arco, do pião, a fisga, jogo das pedras e as bonecas. Quanto aos seus trajes, apresentam-se de diversas formas distinguindo-se sempre pelo seu poder económico. O grupo adulto tem cerca de 35 elementos, entre dançarinos e tocata, e o grupo infantil com 27 elementos, entre dançarinos e tocata.

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

O Rancho Folclórico de Alfarrobeira foi fundado em 06 de janeiro de 1984 por Bento Gomes, Maria de Fátima e Maria Manuela. Tem 8 pares, um acordeão, 2 cantores, um tocador de bilhas, um tocador de ferrinhos, reco e pandeireta.

RFA

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

O Centro Social e Cultural do Bom Sucesso foi fundado em 1977 com o objetivo de promover a cultura o desporto e o lazer. Está filiado na Fundação INATEL, Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto e ainda na Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

Na década de noventa houve o incremento na dança com o surgimento do grupo de dança Kaminnhus e com a restruturação do Rancho Folclórico a criação da escola de folclore e da escola de música. Mercê das suas continuadas ações, viria a ser agraciado pela Junta de Freguesia com o Galardão de mérito cultural da cidade de Alverca primeiro em 1996, através do seu Rancho Folclórico e posteriormente, enquanto coletividade em 1998. Em 25 de abril de 2009 passou a ter a sua sede social no Centro Cultural do Bom Sucesso mercê de um acordo de parceria com a Câmara Municipal de Vila franca de Xira.

Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

Atualmente mantém em atividade diversas classes em parceria com a Academia de Dança da Professora Paula Manso, escola de música, grupo de música popular “Sons de Sempre” e o Rancho Folclórico, além de outras valências.

Rancho Folclórico do Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense

O Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense foi fundado em 1975, no lugar das Bragadas, freguesia da Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira. Em 1978, foi eleita a primeira Direção. Foram construídos o bar e a ampliação da sede proporcionando a abertura de um salão de jogos, de um palco para o Rancho Folclórico e do ringue.

No capítulo do folclore e da etnografia, pontos fortes da Associação, quer o Rancho Folclórico (com 31 componentes), quer o Grupo de Cavaquinhos (com 14 componentes) possuem grande atividade efetuando bastantes atuações dentro do Concelho e fora dele, representando a história, divulgando as raízes populares e as tradições locais e nacionais.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

O Grupo Desportivo de Santa Eulália foi fundado em 1960. No ano de 1985 iniciou-se a construção da sala de espetáculos com 240 m2, onde têm sido realizados vários eventos de ordem lúdica tais como bailes, noites de fado, festas. Em 1996 foi fundado o Rancho Folclórico que tem percorrido um pouco de Portugal, dando a conhecer a outras populações um pouco dos usos e costumes da região, quer a nível de trajes, danças e cantares. Além de terem participado em vários festivais de folclore, organizam também um Festival no qual têm participado ranchos de renome.

RFCSE

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

Os avieiros eram pescadores originários da Praia da Vieira que, confrontados com as dificuldades durante os meses de Inverno e a evolução das técnicas de pesca com os arrastões, se viram obrigados a procurar trabalho em outras regiões. A sua instalação nas margens do Tejo fez-se de uma forma discreta, reconhecendo-se a sua presença nos finais dos anos trinta. Estabeleceram-se junto ao rio, em outras localidades, como Vala do Carregado, Alhandra e Salvaterra de Magos, em barracas palafitas.

Em Vila Franca de Xira fixaram-se no Esteiro do Nogueira, faixa ribeirinha entre o Jardim Municipal e a Ponte Marechal Carmona. Beneficiaram da localização junto ao Tejo e muito perto do centro da cidade. Hoje vivem num bairro com características mais modernas que foi construído no local.

O Rancho Típico dos Avieiros de Vila franca de Xira pretende mostrar a sua cultura e origens.

RTAVFX

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

EVENTOS

Em 2012, a Associação Desportiva, Cultural e Social do Parque Residencial de Vialonga realizou no dia 14 de Julho, o seu 26º aniversário de folclore, juntamente com um encontro de grupos de música popular portuguesa. A iniciativa teve lugar no jardim principal do parque residencial. Começou com a atuação do grupo de música tradicional portuguesa da associação, seguido do grupo da Associação de Reformados e Idosos de Alverca, Associação Cultural de Música Verde e Ecos de Basto. Além da entrega de lembranças, houve atuação dos ranchos folclóricos Flor do Alto Alentejo (Évora), Maceira (Leiria) e o Rancho Típico dos Avieiros de Vila Franca de Xira. À noite houve um jantar de convívio para os convidados.

Filarmónicas de Vila Franca de Xira

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense
  • Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria
  • Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense
Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense

A Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense, fundada em 1862, foi a génese da Coletividade. Embora com atividades paralelas na vasta área da cultura, recreio e desporto, que se estendem por mais de uma dezena de secções/núcleos, a Banda continua a ser a sua principal atividade e motivo de orgulho da mesma. Contou desde sempre com um conjunto de músicos e maestros de valor, de que é expoente máximo o maestro José da Silva Marques.

A Banda conta neste momento com 42 elementos. Tem participado em numerosas atuações um pouco por todo o País. Deslocou-se ao estrangeiro (França, em 1993, Alemanha, em 1995, onde participou no Concurso “Taça de Alemanha”, na cidade de Alsfeld). É dirigida, desde 1995, pelo maestro Armindo Pereira Luís.

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

A Escola de Música deu os primeiros passos em 1988, recrutando os seus alunos nas escolas das freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. Decorridos dois anos, por ocasião do Dia Municipal do Bombeiro, a Banda faz a sua primeira atuação, tendo ficado o dia 27 de outubro de 1990 como a data da sua criação. O seu fundador foi o Maestro José Ribeiro da Silva e desde então a Banda de Música faz parte das atividades culturais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria. Em 1999, a Banda viu as suas condições melhoradas com a inauguração do novo Quartel dos Bombeiros na Av. D. Vicente Afonso Valente. Para trás, ficavam dez anos de Música e boas recordações no antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários, junto ao rio Tejo.

Ao longo da sua vida a Banda tem efetuado e organizado diversas atuações, destacando-se os concertos de Natal e Ano Novo, Encontro de Bandas do Concelho, Dia Municipal do Bombeiro, aniversários da Associação. Atuou em festas e romarias populares no Município de Vila Franca de Xira (Colete Encarnado e Feira de Outubro) e na região de Lisboa (Procissão da Graça, Feira da Luz).

Em 2015, a Banda de Música participou nas gravações da telenovela da TVI, Santa Bárbara, figurando e tocando como a Filarmónica da localidade.

A Escola de Música conta com cerca de 70 alunos, 10 professores, 7 turmas de Formação Musical, classes de instrumentos de sopro, percussão, guitarra, piano e violino. A classe de conjunto – que faz a transição entre a Escola de Música e a Banda de Música – é a Banda Juvenil, composta por 35 jovens músicos. Nos últimos 5 anos, 15 dos músicos ingressaram no regime integrado da Escola de Música do Conservatório Nacional, Escola Profissional Metropolitana e Conservatório Regional.

BMBVPSA

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

A Banda dos Bombeiros da Póvoa de Santa Iria conta com 35 músicos, tendo a grande maioria iniciado os seus estudos musicais na Escola de Música da Banda a partir de tenra idade. Para todos, a Música foi, e será, fundamental, durante o percurso académico. Desde o dia 1 de outubro de 2017, a direção artística e pedagógica está a cargo do maestro Luis Vieira.

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

O Ateneu Artístico Vilafranquense foi fundado a 1 maio de 1891, sucedendo à fanfarra 1º de Maio (1891 – 1906), Grémio Popular Vilafranquense (1906 – 1908), Centro Eleitoral Republicano (1908 – 1914) e Grémio Artístico Vilafranquense (1916 – 1939).

Coletividade de Vila Franca de Xira, tem a sua génese no “Grupo Ocarinista” fundado, em 1888, por Joaquim dos Reis Tralha que mais tarde foi um dos fundadores da “Fanfarra 1º de Maio”, em 1891. No ano seguinte, apresentou-se uma fanfarra ao público vilafranquense com 16 executantes, aumentado esse número em 1894, para 27 músicos.

A música continua a ser um dos pilares da associação cultural, refletida na Banda, no Coro, na Orquestra Juvenil e na Escola de Música. O Ateneu assume-se como uma associação cultural, recreativa e desportiva, que tem por objeto o cultivo das artes, formação humana através da educação cultural, cívica e desportiva dos seus associados e da população geral.

BAAV

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

EVENTOS

XXV Encontro de Bandas Concelho de Vila Franca de Xira

XXV Encontro de Bandas

XXV Encontro de Bandas

XXV Encontro de Bandas do Concelho de VFX

III Festival Internacional de Bandas

Dia 27 de outubro de 2014, a Sociedade Euterpe Alhandrense, coletividade de cultura, recreio e desporto da Freguesia de Alhandra, promoveu o III Festival Internacional de Bandas, integrado no programa das comemorações dos 150 anos da coletividade. A iniciativa teria início pelas 11h30 com a apresentação de cumprimentos na Praça 7 de março em Alhandra. Pelas 15:00 horas, no auditório da Sociedade Euterpe Alhandrense, realizar-se-ia o concerto com as bandas participantes: Frysk Fanfare Orkest (Holanda), Banda Musical Pinheirense, Banda da Sociedade Imparcial 15 de janeiro de 1898 de Alcochete, Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense.

Músicos naturais do Concelho de Vila Franca de Xira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Carlos Gonçalves (trombonista)
  • Miguel Gonçalves (trombonista)
  • Paulo Brissos (cantor)
  • Rui Gonçalves (trombonista)
  • Tomás Gonçalves (trombonista)
  • Tomás Henriques (compositor, 1963)

Carlos Gonçalves

Como músico, Carlos Gonçalves iniciou os estudos musicais em Trombone aos 13 anos. Com 15 anos foi músico do curso Jovens Músicos do INATEL e ingressou no Conservatório de Música Nacional com Emídio Coutinho. Aos 16 ingressou na Orquestra Portuguesa da Juventude, onde iniciou o seu percurso como Trombone Baixo. Com 18 anos, após concurso Nacional, ingressou na
Banda da Armada como Trombone Baixo, onde foi Solista por 20 anos e Professor de Trombone.

Carlos Gonçalves, maestro

Carlos Gonçalves, maestro

Concluiu os estudos em Pedagogia Musical Musical (Sistema WARD) – Centro Ward de Lisboa em 2002 e Curso de Jazz em 2005 (escola de Música do Cartaxo). Como instrumentista, foi músico convidado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa (São Carlos) e Orquestra Nacional do Porto, Sinfonieta de Lisboa, Remix Ensemble de música contemporânea no Porto, Teatro o Bando, Orquestra Metropolitana, OSA – Orquestra profissional Sopros do Algarve, entre outros. Convidado regularmante para leccionar em estágios, classes de aperfeiçoamento e workshops.

Tem actuado com a Orquestra do Herman José. Estudou curso de Direção de Orquestra Sinfónica com o seu Professor e Maestro Navarro Lara (Huelva – Espanha), tendo obtido os Diplomas Iniciado, Médio e Avançado (3 anos), Licenciatura em Direção de Orquestra Sinfónica pela Royal School of Music (Inglaterra) especializando-se na sua Tese em Beethoven e Rossini. Em 2023 concluiu o Doutoramento em Direção de Orquestra na Universidade Tito Puente (México).

Estudou também curso de Direção de Banda com Jo Conjaerts (Holanda) e Robert Houlihan (Reino Unido) e Mitch Fennell (Estados Unidos), Direção de Banda com Sandro Wagner Ribeiro (Brasil) e técnicas de composição de Bandas Sonoras de filmes com Hans Zimmer (Estados Unido), direção de Orquestra e composição com Johan de Meij (Holanda), Composição, Orquestração e Instrumentação com Jonathan Peters (Estados Unidos), História da Música Clássica com William Neely (Estados Unidos). Estudou Piano com Sérgio Marques e Glauco Segundo (Brasil). Curso de Composição para Música para Filmes e Jogos com Chester Sky (USA). Curso de Professor de Música pela ABRSM – Association Board of Royal School of Music (UK). Workshop em direção Coral com o Nova Era Vocal Ensemble, Workshop análise de de musica Sacra (Conducting Dreams Production). É o Maestro da da Banda da Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta desde 2021 e Maestro da Sociedade Filármonica Cartaxense, desde 2026.

Foi Maestro: JOST (Jovem Orquestra Sinfónica do Tejo), Orquestra Sinfónica de Vialonga (2017 a 2019), Banda do Ateneu Artistico Vilafranquense (1998 a 2000 e 2017 a 2019). Banda do Centro Cultural Azambujense (2020 a 2022), Sociedade Recreio Musical Azinhaguense 1º Dezembro (2023 a 2024) e Maestro Titular da Orquestra Clássica e Côro Lusitanus (2019 a 2024) Trombonista Baixo da Orquestra Sinfónica OIDO em Espanha (Cidade de Huelva).

Para além de música clássica desde muito cedo teve percurso em Orquestras de Jazz, Salsa e Rock. Foi um dos músicos fundadores da Orquestra de Jazz do Hot Club Portugal, músico das Orquestras do Festival da Canção, Globos de Ouro, Prémios Bordalo Pinheiro entre outros programas televisivos destacando-se programa Parabéns de Herman José, onde teve a oportunidade de atuar com diversos artistas nacionais e estrangeiros.

É músico fundador da Orquestra Jazz – Jorge Costa Pinto. Integrou as Orquestras do Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 com Gil Goldstein, Michael Gibbs, Maria Schneider, Bob Mintzer, Gianluiggi Trovesi e Kenny Wheeler. Actuou também com Shirley Bassey, Stacey Kent, Anthony Strong, Donna Summer, Cher, José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho, Paulo Gonzo, Dulce Pontes, Rui Veloso, Luís de Portugal, Paulo Flores (Angola) entre muitos outros. Gravou discos com Autores Portugueses e estrangeiros destacando-se Pedro Abrunhosa, Mísia, Tabanka Djaz, Jorge Costa Pinto, José Mário Branco, Herma José, Banda da Armada, Jorge Salgueiro, Teatro o Bando, Orquestra Nacional do Porto, entre outros.

É Co-Autor de 5 livros de Música (todos eles Best-Sellers): El Milagro de Dirigir la orquestra sin las manos; Vademecum Del Maestro, Código Secreto do Maestro de Orquestra – Técnica NeuroDirectorial, La Magia de Dirección de la Oquestra e El gran Libro de la Interpretación Musical (Navarro Lara), La Forja de un Maestro (Navarro Lara) .

É Membro da Asociación Nacional de Directores de Banda (Espanha). Membro da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)

Miguel Gonçalves

Miguel Gonçalves nasceu em Vila Franca de Xira. Iniciou os estudos com 6 anos no Ateneu Artístico Vilafranquense onde começou a aprender Piano e Trombone. Depois ingressou no Conservatório Regional Silva Marques e mais tarde na Escola Profissional Metropolitana na classe do professor Reinaldo Guerreiro.

A sua evolução técnica e artística tem sido consolidada através do contato com as maiores referências mundiais do instrumento. Participou em classes de aperfeiçoamento com solistas de renome como Joseph Alessi, Sebastiaan Kemner, Vicent Climent, Angelos Kritikos, Jürgen Oswald, Stefan Schulz, Thomas Leyendecker, Fabrice Millischer, João Martinho, Jonathon Ramsay e Filipe Alves.

Miguel Gonçalves, trombonista

Miguel Gonçalves, trombonista

Colaborou com diversas formações nacionais e internacionais como a Orquestra Sinfónica Juvenil, Jovem Orquestra Portuguesa, Berliner Symphoniker, Trombones Unlimited, entre outras.

Com apenas 16 anos, ganhou a prova para recorço titular da Orquestra Gulbenkian. Prosseguiu os estudos na Universität der Künste Berlin (Universidade das Artes de Berlim) na Licenciatura em instrumento de Orquestra, na classe do professor Stefan Schulz (Trombone Baixo na Berliner Philarmoniker).

Com apenas 19 anos foi convidado para participar como reforço, num programa com a prestigiada Orquestra Filarmónica de Berlim (Berliner Philharmoniker) num programa dirigido pelo conceituado maestro Daniel Harding.

Tem trabalhado com diversos maestros como Miguel Sepúlveda, Mário Venzago, Karl Heinz Steffens, Simon Rattle e Daniel Harding.

Paulo Brissos

Paulo Brissos nasceu a 19 de maio de 1970, em Vila Franca de Xira. O seu contacto formal com a música iniciou-se aos 13 anos, na escola de música do Ateneu Artístico Vilafranquense, onde se dedicou ao estudo do clarinete durante três anos. Contudo, aos 16 anos, o interesse pela guitarra e pelo canto sobrepôs-se, levando-o a compor as suas primeiras canções e a iniciar um percurso pelos bares de Lisboa no final da década de 80. Em 1987, integrou o projeto “Bazzar”, gravando nos prestigiados estúdios da Valentim de Carvalho o single em vinil “All we need is money”. O projeto viria a dissolver-se após a recusa da banda em seguir a sugestão da editora para compor em português.

Após o fim dos Bazzar, Brissos manteve-se ativo na cena musical com as bandas de covers “The Dalton Brothers” e “Ice Scream”, ganhando experiência na noite lisboeta. Em 1991, o convite de Otávio Jardim levou-o a integrar o grupo vocal “Blocco”, que incluía o ator Ricardo Carriço. A participação no Festival RTP da Canção desse ano rendeu-lhes um segundo lugar, mas a continuidade da banda foi interrompida pelo serviço militar obrigatório de Paulo Brissos. Durante a recruta, serviu como clarinetista na Banda do Regimento nº1 e, posteriormente, como cantor na Orquestra Ligeira do Exército.

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Ao regressar à vida civil, Brissos fundou os “Mitos e Lendas” e os “Banding”. Esta última banda tornou-se uma referência no espaço Gartejo, esgotando lotações com interpretações de clássicos de grupos como Queen e The Police. Em 1993, consolidou o seu percurso a solo no Festival RTP da Canção com “No Dia Seguinte”, o que permitiu a edição do seu primeiro álbum de originais, “People Amigo” (1994). Seguiu-se um período de exploração sonora mais pesada com os V12 e os “Wacko Wacko”, culminando no projeto “Mona Lusa” ao lado do guitarrista Gonçalo Pereira.

A consagração comercial definitiva surgiu em 1997 com o álbum “Criação”, editado pela multinacional Polygram. O single “Serás Tu” tornou-se uma das baladas mais emblemáticas da música portuguesa da década, dominando as rádios e integrando a banda sonora da novela “Terra Mãe”. No início do milénio, Brissos optou pelo caminho independente, lançando trabalhos como “Sete e Meia” e “Direitas”, cujos temas continuaram a figurar em produções televisivas de sucesso.

Além de intérprete, afirmou-se como produtor e compositor para nomes como Excesso, Adelaide Ferreira e Paula Teixeira. Em 2007, partiu para os Estados Unidos para estudar produção musical no Valencia Community College, na Florida. De regresso a Portugal, editou o “Concerto Acústico” (2009) e o álbum “Pop Blues” (2012). O seu trabalho “Depois do Fim do Mundo” (2016), gravado com o projeto Brissos e os Conselheiros de Estrada, contou com a participação especial de Rui Veloso e foi editado em CD e Vinil.

Rui Gonçalves

Rui Gonçalves, trombonista, é um músico versátil, cuja carreira reflete uma sólida formação académica e um percurso artístico vasto e eclético.

Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música do Ateneu Artístico Vilanfranquense. Aos 13 anos integrou o Conservatório Nacional de Música de Lisboa, frequentou ao longo da sua formação diversos cursos e classes de aperfeiçoamento.

Licenciado em Trombone e Jazz pela ESMAE, detém um Mestrado em Ensino de Educação Musical e uma Pós-Graduação em Educação Especial.

O seu percurso artístico passou também pela prestigiada escola do Hot Club, onde colaborou diversas vezes nas formações de orquestras de Jazz. Desenvolve uma intensa atividade como instrumentista de estúdio e de palco.

Rui Gonçalves, trombonista

Rui Gonçalves, trombonista de Vila Franca de Xira

Ao longo da sua carreira, colaborou e gravou com alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional, incluindo Alejandro Sanz, Martinho da Vila, Grupo Cubano Orishas, Rui Veloso, Rita Guerra, Trovante, GNR, Tito Paris, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Dany Silva, Pedro Jóia e Tony Carreira entre outros, participando também em inúmeras produções como a Ópera do Malandro de (Chico Buarque de Holanda), nas Orquestras “Sons da Lusófonia”, “Sons da Fala.

Foi presença assídua em produções televisivas de referência — integrando orquestras de programas como Herman Sic, Parabéns, Festivais da Canção, Chamar a Música, Conversas ao Sul (RTP África), assim como em prestigiados festivais de Jazz nacionais tais como, Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 e internacionais, colaborando com nomes como Gil Goldstein, Maria Schneider e Kenny Wheeler.

Mantém uma atividade intensa em diversas frentes, ao nível da performance é membro fundador do Jazzbone Quarteto e integra formações como a orquestra de Salsa Cuba Libre, a Big Band de Jorge Costa Pinto e a Lisbon Swingers Big Band, Tabanka Jazz e Tora Tora Big Band.

Tomás Gonçalves

Tomás Gonçalves nasceu a 10 de agosto de 2002. Iniciou os estudos na Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense aos 8 anos, com Filipe Pinheiro. Em 2016, ingressou no Conservatório de Música de Santarém com Mário Teixeira e mais tarde com com Flávio Bernal, tendo concluído até ao 5º grau. Em 2017 estudou jazz na escola do Hot Club de Portugal, com Luís Cunha. Em 2018, ingressou na Escola Profissional Metropolitana na classe de Reinaldo Guerreiro.

É licenciado na Academia Nacional Superior de Orquestra no Curso de Instrumentista de Orquesta.

Em 2023 ingressou na Banda Sinfónica do Exército. Participou em classes de aperfeiçoamento com Lars Karlin, Martin Schippers, Sebastiann Kemner, João Martinho, Alexandre Vilela, Joaquim Rocha, Thierry Redondo, Nuno Scarpa.

Tomás Gonçalves, trombonista

Tomás Gonçalves, trombonista, de Vila Franca de Xira

Tomás Gonçalves já tocou em salas de espetáculo como: Grande auditório da Gulbenkian, Casa da Música, Teatro São Carlos, Teatro São Luiz, Grande auditório do Centro Cultural de Belém, entre outros.

Foi músico convidado da Orquestra Metropolitana de Lisboa, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Pop, Orquestra Lusitanus.

Teve a oportunidade de tocar com grandes maestros como José Eduardo Gomes, Pedro Neves, Pedro Carneiro, Emilio Pomàrico, Jean-Marc Burfin, Paul Daniel, Cesário Costa, Ulisses Ascanio, Reinaldo Guerreiro, Christopher Bochmann, Renato Tomás, Carlos Gonçalves.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759