O Grupo Cultural Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor existe desde 1942, sob a designação inicial de Mindagos. A partir de 1980 passou a designar-se de Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor.
Tem como actividades preferenciais a recolha, adaptação instrumental e execução pública de melodias tradicionais, principalmente de Portugal e das suas regiões.
Executa as suas melodias na harmónica de boca, instrumento musical largamente enraizado na cultura popular. Pretendemos conservar e aumentar o gosto pelas melodias populares e pela utilização deste instrumento entre as gerações mais novas.
Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor
Reciclanda
Com municípios e entidades diversas, a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/11/orquestra-de-harmonicas-de-ponte-de-sor.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2024-11-16 19:07:572024-11-16 19:09:31Ponte de Sor e os seus agrupamentos
No dia 1 de novembro, o músico e compositor César Viana publica na sua rede social que no dia 9 tem “a suprema felicidade de inaugurar – devido ao extraordinário apoio da Junta de Freguesia e do seu presidente – a Instrumenteca de Castelo Branco”, onde de futuro passarão a estar praticamente todos os seus instrumentos musicais. “Esta é uma exposição inaugural temporária, enquanto não terminam as obras do espaço definitivo, mesmo ao lado.
O tema da primeira exposição são os instrumentos dos múltiplos espaços geográficos percorridos por Luís de Camões ao longo da sua vida, agora que se comemoram os 500 anos do seu nascimento.
Instrumenteca, Caminhos de Camões
Um pretexto para ver e conhecer instrumentos de música renascentista, tradicional portuguesa, de música árabe, indiana, chinesa, indonésia, moçambicana…” na Casa do Arco do Bispo, no centro histórico de Castelo Branco.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Após obras de remodelação da fachada e do seu interior, o Teatro Virgínia foi reinaugurado em outubro de 2005, passando a dispor de um conjunto de meios técnicos e condições acústicas que lhe permitem receber com maior qualidade uma variedade de espetáculos.
O Teatro Virgínia é hoje uma referência no meio artístico apresentando uma programação muito variada e regular nas áreas do Teatro, da Dança, da Música e do Cinema. Tem-se afirmado como pólo dinamizador da vida cultural da cidade e da zona centro do país. A sua situação geográfica no centro do país coloca-o em local privilegiado para fomentar o contacto destas populações com uma programação que se pretende de qualidade artística.
O Teatro Virgínia, ao serviço do público, pretende através de uma programação regular e diversificada, centrada na qualidade e na contemporaneidade das propostas, dinamizar o seu espaço, de modo a que este se torne palco de conhecimento e de atualidade artística,
impulsionando o encontro entre as artes do espetáculo e as comunidades. A sua programação procura ir ao encontro dos interesses dos munícipes e do público da região, e tem como objetivos maiores:
Promover a relação entre Comunidade/Teatro, Teatro/Comunidade: o Teatro ao (re) encontro de gerações e de públicos heterogéneos;
Aproximar a cidade e a região a outras cidades e culturas;
Desenvolver ações pedagógicas de sensibilização e formação;
Fomentar a criação artística;
Envolver agentes locais, culturais ou outros;
Integrar Torres Novas nas redes nacionais e internacionais de circulação de espetáculos, através de colaboração, intercâmbio e coprodução;
Fomentar o desenvolvimento e funcionamento articulado das Redes Nacionais;
Programar, com regularidade, espetáculos de diferentes áreas artísticas de reconhecido valor profissional, técnico e artístico;
Firmar Públicos;
Promover espaços de descoberta e discussão sobre a atualidade artística.
O Teatro Virgínia é um equipamento da Câmara Municipal de Torres Novas.
História
Torres Novas tem uma longa tradição teatral e cinematográfica. Apresentamos uma síntese dos factos históricos mais relevantes que contribuem para uma melhor contextualização do Teatro Virgínia e o seu respetivo papel ao longo dos tempos.
As origens do Teatro em Torres Novas
Em 1840, é criada a Sociedade União Dramática, presidida por António César de Vasconcelos Correia, Visconde do Carril (1855) e, mais tarde (1862), Conde de Torres Novas, que inicia a promoção de espetáculos de fantoches, uma herança das invasões napoleónicas de 1810 (fruto do tédio sentido pelos militares de Napoleão). Entre 1843 e 1845 esta sociedade levou ao palco: “Os Templários”, “O Cigano”, “O Judeu”, “A Duquesa de La Vauballiere ” e “Estela”, cujos respetivos autores se ignoram. Em 1848, é aberto ao público o Teatro União com a peça: “O Crime ou Vinte Anos de Remorsos”. Por meados de 1866, a Sociedade União Dramática é dissolvida e dá origem, pelas mãos do Montepio dos Artífices, ao Teatro Torrejano inaugurado a 29 de abril de 1877. Em 1895, passa a ser denominado Teatro Virgínia em homenagem à gloriosa atriz conterrânea Virgínia Dias da Silva (1850-1922).
Datam do início do século XX as primeiras sessões do Animatógrafo instalado na Barraca da Praça e depois no Royal Salão Cinematographo. Em 1913, é inaugurado o Animatógrafo do Teatro Virgínia que passa a designar-se Cine-Teatro Virgínia . Com o advento do cinema sonoro o Virgínia adapta-se ao avanço tecnológico, eletrifica-se a sala e procede-se à montagem de projetores sonoros.
O Teatro Virgínia
Localizado ao lado do mercado do peixe, o antigo Virgínia deixaria de reunir todas as condições necessárias dado o seu mau estado de conservação e consequente parecer da Inspeção-Geral dos Espetáculos. O Montepio procederia, então, à construção de um outro edifício correspondente ao do atual Teatro. Em 27 de outubro de 1956, é inaugurado o novo Virgínia, projeto do arquiteto Fernando Schiapa de Campos, com a peça “As Meninas da Fonte da Bica”, original de Ramada Curto, pela Companhia Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro. De entre os muitos atores e artistas que pisaram o palco do Virgínia podemos destacar: Amélia Rey Colaço, Alves da Cunha, Palmira Bastos, Maria Matos, Raul Solnado, José Viana, Eunice Muñoz, Artur Semedo e Camilo de Oliveira.
Por aqui passaram também muitas das obras-primas do cinema mundial com grande adesão por parte do público proveniente de toda a região. Em épocas de grande sucesso chegaram a realizar-se duas sessões por dia no Virgínia, uma das salas de maior lotação do país. Com o fim da atividade cinematográfica e de outros espetáculos, o Virgínia entra numa fase de inação.
O Virgínia nos dias de hoje
A 19 de junho de 2001 foi assinada a escritura pela qual é feita a aquisição do Virgínia pelo Município. Iniciaram-se, mais tarde, obras de remodelação na fachada e no seu interior segundo projeto do arquiteto Gonçalo Louro. O Teatro Virgínia passou a dispor de um conjunto de meios técnicos e condições acústicas que lhe permitem receber com maior qualidade uma variedade de espetáculos. A capacidade do Teatro foi reduzida para 599 lugares, distribuídos pela plateia, plateia alta, camarotes e balcão, dispondo ainda de 4 lugares próprios e facilidades de acesso para espectadores com mobilidade reduzida. Dia 13 de outubro de 2005, o Teatro Virgínia inaugurou com o espetáculo de teatro/ópera “Os Encantos de Medeia”, uma coprodução do Teatro de Marionetas do Porto e do Teatro Nacional S. João, iniciando-se uma programação artística regular de Teatro, Música, Dança e Cinema.
Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Fonte: RTCP
Teatro Virgínia, Torres Novas
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/torres-novas-teatro-virginia.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2025-09-15 17:29:122025-09-15 17:29:35Torres Novas e os seus auditórios
O livro “Música no Museu” de Luzia Rocha dá a conhecer todo o acervo musical existente no museu Carlos Reis em Torres Novas.
Luzia Aurora Rocha, com licenciatura, mestrado e doutoramento em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa, lançou na tarde de 29 de setembro de 2024, no Museu Municipal Carlos Reis em Torres Novas, o livro “Música no Museu”.
O evento teve início no exterior do Museu, com a participação da Banda Operária Torrejana que executou vários temas, entre os quais o Hino da Cidade de Torres Novas.
A obra que foi dada a conhecer, resultou de uma parceria entre o município torrejano e a autora, e é um verdadeiro guia de todo o acervo musical existente no Museu Carlos Reis.
João Carlos Lopes que escreveu o prefácio da obra, elogiou o trabalho da autora que perante o que existia no Museu Municipal relacionado com música, “mapeou, rastreou, descreveu, caracterizou e classificou, arrumando em diversas categorias todo o acervo musical que existia no museu”, tornando “a obra agora lançada um guia onde qualquer pessoa pode ver o que tem o museu”.
Um outro mérito do trabalho desenvolvido pela autora “é mostrar na prática às pessoas o que é um museu vivo e dinâmico, dando agora a conhecer muitos dos objetos que permaneciam obscuros na reserva do museu, e que agora cada um deles, tem uma história para contar. Uma obra que enriquece o museu.”
Foi com agrado e comoção que Luís Correia de Sousa, doutorado em História da Arte Medieval pela Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Ciências Musicais, efetuou a apresentação do livro de Luzia Rocha, dado que trabalham juntos há 25 anos em alguns projetos, alimentando a mesma paixão pela Iconografia musical desde os tempos da faculdade onde se conheceram, apesar de serem naturais do mesmo concelho de Torres Novas (Luzia Rocha, natural do Outeiro Grande e Luís Correia de Sousa natural do Carvalhal da Aroeira).
Foram encaminhados para esta área na Universidade Nova onde trabalharam num projeto que marcou a Iconografia musical a nível mundial, e que na atualidade ainda existem ecos desse projeto, onde ambos participaram.
Ambos têm publicado dezenas de trabalhos em livros e artigos, mas este livro agora publicado por Luzia Rocha é especial por ser em Torres Novas, no concelho onde ambos criaram raízes e amor pela música: a Luzia na Banda Filarmónica do Outeiro Grande e o Luís na Escola de Música do Choral Phydellius, em Torres Novas.
Uma apresentação carregada de emoção que tomou conta de Luís Correia de Sousa por várias vezes.
“A música não é só o som, mas contempla um todo holístico em que ocorre: quem a toca, quem a ouve ou quem com ela interage de alguma maneira ainda que imóvel ou em silêncio como num concerto. É também contexto cultural, histórico-social e ainda comunicação mesmo que no limite seja do intérprete com ele próprio”. “Quanto à Iconografia musical ela não nos devolve o som, mas o estudo das imagens dão muitas outras dimensões da comunicação musical proveniente de diferentes épocas, culturas, contextos histórico-antropológicos, sociológicos e artísticos”.
O livro, em versão bilingue (português e inglês), contém o inventário exaustivo de todos os objetos do Museu Municipal Carlos Reis relacionados com música, incluindo postais e documentação diversa e um conjunto assinalável de instrumentos musicais das mais diversas origens. Um livro que consoante os temas analisados ao longo das páginas, até possui diversas propostas de audições de temas musicais, o que enriquece a obra.
Música no Museu (Carlos Reis, Torres Noves), obra de Luzia Rocha
As fontes impressas que Luzia Rocha encontrou no espólio do museu municipal foram de primordial importância para muitos dos temas analisados.
O livro é um contributo para a história da música em geral, mas poderá ser a ponta para a história da música no concelho torrejano, tendo Luís Correia de Sousa desafiado João Carlos Lopes a escrever a História da Música em Torres Novas.
Torrejanos pioneiros na Iconografia musical
Os torrejanos Luzia Rocha e Luís Correia de Sousa foram os pioneiros da Iconografia musical em Portugal, com vários estudos sistemáticos em Iconografia. Amigos há um quarto de século, já viveram diversas aventuras de trabalho em conjunto.
Luzia Rocha, investigadora
Luzia Rocha e Luís Correia de Sousa são duas pessoas muito respeitadas por todos os colegas no estrangeiro, dado que foram os pioneiros que colocaram a Iconografia musical no mapa da ciência em Portugal. Ambos são referenciados pelos colegas no estrangeiro como exemplo a nível científico e académico.
Luzia Rocha agradeceu a presença de todos os presentes e referiu que o catálogo agora publicado é um cartão de visita muito forte e apelativo que revela a música que está escondida em muitas das obras do museu municipal.
O Museu Municipal Carlos Reis de Torres Novas possui um importante tesouro internacional pertencente ao espólio do grande pintor torrejano Carlos Reis (1863-1940). O tesouro é um pianoforte de 1777, uma peça única em Portugal e uma das poucas que existem no mundo. Este piano foi construído por Mathias Bostem, um construtor alemão que se radicou em Portugal no século XVIII. Esta raridade construída em 1777 com madeira de pinho, de nogueira e mogno, está em Torres Novas e tem interesse internacional. É um dos 4 instrumentos que existem no mundo e que levará o Município de Torres Novas a avançar para o seu restauro, para que possa tocar. E será um orgulho quando pessoas de diversas partes do mundo vierem a Torres Novas para ouvir um piano que é raríssimo.
Para a autora, “o livro está escrito de uma maneira muito simples, e cientificamente muito correto, com muitos factos e diversas curiosidades sobre o acervo do museu municipal com sugestões de leitura e de audição com códigos QR para que os leitores possam ouvir temas musicais sobre factos analisados nesta obra”.
Pela investigação efetuada pela autora para este livro, o que mais a fascinou, foi perceber que existiu uma escola de toureio em Torres Novas e que Mário Leão privava com artistas de variedades.
A terminar a apresentação da obra, Luzia Rocha desafiou a amiga Liliana Redol, natural da Golegã, uma acordeonista e excelente cantora a interpretar diversos temas que estão relacionados com o livro.
A sessão terminou com o presidente da Assembleia Municipal de Torres Novas, José Trincão Marques a referir que, apesar de não dar lucro, é necessário todo o investimento que é efetuado na Cultura, porque esta é essencial para o desenvolvimento das sociedades.
A terminar, um porto de honra no piso superior do museu, no encerramento da exposição “Das filarmónicas aos conjuntos”.
Fonte: João Filipe, Facebook, 5 de outubro de 2024
Reciclanda
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Moretto Luthier
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Av. Dr. Juiz José Celestino Ataz, 41
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Moretto Luthier, Palmela
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A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, a Colômbia, o Chile, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Das suas criações destacam-se os projectos Phonambient, INsono, Phobos – Orquestra Robótica Disfuncional e Phonopticon.
Em Portugal, a Sonoscopia é parceira de entidades como a Fábrica das Artes/CCB, o Teatro Nacional São João, a Fundação de Serralves, o Cine‑Teatro Louletano, o GNRation e o Teatro de Ferro. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto, com pequenos estúdios equipados e preparados para a concepção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo.
A Sonoscopia é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes.
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Luthier D’Óbidos – Eusébio Instruments Maker
Construção, reparação e restauro de instrumentos
Loja de instrumentos musicais
Rua do Castelo nº 2, Óbidos
Tlm.: 918 121 333
Correio electrónico: luiseusebioinstruments@hotmail.com
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Casa da Música de Óbidos Auditório Municipal da Casa da Música de Óbidos
Edifício dos Paços do Concelho
Largo de S. Pedro
2510-086 ÓBIDOS
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O Teatro Municipal da Covilhã (TMC~) é um equipamento cultural inaugurado em 31 de maio de 1954 (com a designação “Teatro-Cine da Covilhã”), com um espetáculo pela Companhia Amélia Rey Colaço – Robles Monteiro. Durante décadas, esta sala de espetáculos encheu-se para assistir a espetáculos referenciais nacionais e internacionais, de bailado, ópera, concertos, cinema, festivais e muitos outros, sendo uma das grandes salas de espetáculos da Beira Interior.
O edifício passou recentemente por um processo de requalificação que implicou alterações no interior (mantendo os principais elementos da sua fachada) e a modernização de espaços, acessibilidades e equipamentos. Concluídos os trabalhos de reabilitação, reabriu ao público no dia 12 de novembro de 2021.
O TMC~ apresenta uma programação regular e diversificada, com espetáculos representativos de todas as áreas artísticas: Dança, Teatro, Música, Circo Contemporâneo, cruzamentos disciplinares e espetáculos para famílias de Companhias e estruturas nacionais e internacionais. Os espetáculos acontecem no grande auditório (com 600 lugares) ou no foyer do balcão, espaço reservado para eventos de dimensão mais reduzida, seja na música [clássica, jazz, world music], no teatro, na apresentação de livros, debates ou performances.
Através do Serviço de Comunidade e Mediação de Públicos, o TMC~, abre as portas e sai de portas, para alavancar a criação e a partilha de cultura. A atividade deste Serviço divide-se essencialmente em quatro ações-chave, que se complementam: as Oficinas Artísticas TMC~, formação aberta à participação da comunidade em geral; o TMC~ Fora de Si, que leva as artes performativas às escolas e às comunidades das freguesias do concelho da Covilhã; o TMC~ Convida, com visitas guiadas que são um convite a conhecer o Teatro e os seus bastidores de uma perspetiva menos conhecida do público; os Palcos do TMC~, que incluem a programação regular de espetáculos para famílias, infância e juventude.
O TMC~ constitui-se como um complexo cultural de grande importância para a cidade e para o concelho, acolhendo as estruturas profissionais locais, através dos seus espetáculos e Festivais, as escolas a associações não profissionais, oferecendo serviços e valências fulcrais para a atual produção artística e para a captação de novos públicos. O renovado Teatro Municipal da Covilhã procura dar passos seguros na sua nova vida, com uma forte programação semanal, alicerçada num passado repleto de história(s).
Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Fonte: RTCP
Teatro Municipal da Covilhã
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/covilha-tmc.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2025-09-15 18:42:352025-09-15 18:42:47Covilhã e os seus auditórios
As bandas filarmónicas constituem-se como um capital valioso, com um impacto e uma influência substancial na vida da nossa comunidade, através da agregação de valores sociais e culturais de inclusão e também da construção de identidade e coesão territorial. Além do seu papel na preservação, divulgação e formação musical, as bandas filarmónicas compõem-se como centros de socialização locais e interrelacionais. Reconhecendo o trabalho que desenvolvem em prol da sociedade e da cultura e de destacar a cultura popular covilhanense, o Município da Covilhã, através do Museu da Covilhã, desenvolveu uma exposição conjunta com todas as Bandas Filarmónicas do Concelho.
Deste universo fazem parte a Banda Filarmónica Caseguense (Casegas); Banda Filarmónica Cortense (Cortes do Meio); Banda da Covilhã (Covilhã); Banda Filarmónica Eradense (Erada); Banda Filarmónica do Paul (Paul); Banda Filarmónica Sanjorgense (São Jorge da Beira); Banda Filarmónica Estrela (Unhais da Serra); Filarmónica Popular de Verdelhos (Verdelhos) e Banda Filarmónica Carvalhense (Vila do Carvalho).
A inauguração da exposição, intitulada “Uma viagem pela filarmonia: do século XIX ao século XXI”, decorreu no dia um de setembro, Dia Nacional das Bandas Filarmónicas, no Museu da Covilhã.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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