Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Auditórios de Ourém

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro Municipal de Ourém

O Teatro Municipal de Ourém é um espaço de apresentação, produção, acolhimento e criação de projetos artísticos, turísticos e de negócios de caráter profissional. Este novo equipamento municipal oferece condições para que os diferentes agentes possam apresentar com qualidade as suas produções e funciona em articulação interna entre as diferentes valências do espaço e, externamente, em articulação com os demais espaços culturais de Ourém e da região centro, consolidando a posição do concelho como uma referência regional e nacional na área da cultura. Na sua missão de serviço público, o TMO pretende construir uma programação artística regular, contemporânea e eclética, pautada pela excelência técnica e artística, promovendo a formação, qualificação e fidelização dos públicos, através da realização de projetos artísticos que privilegiam a utilização dos recursos materiais e imateriais do território.

Através do seu Serviço Educativo, o TMO tem ainda como objetivo sensibilizar e formar novos públicos, desenvolvendo o seu sentido crítico, estético e criativo, promovendo o encontro entre o público e a criação artística contemporânea, desenvolvendo novos olhares e contextos participativos da comunidade na atualidade artística. O TMO possui um auditório, uma sala de trabalho adequada para a realização de ensaios, aulas e ações de formação ou cowork e um bar/cafetaria. É um equipamento central na dinâmica cultural da cidade e da região, que contribui para a integração das políticas públicas da cultura e para a construção de uma rede de valências e competências no âmbito da criação artística.

João Aidos, Diretor Artístico

Localizado numa área privilegiada, com acesso privilegiado pela Rua Dr. Francisco Sá Carneiro, e vistas sobre o Parque Municipal, o Teatro Municipal de Ourém, da autoria do Arq.º J. P. Hamard, apresenta-se com uma linguagem arquitetónica marcada pela sua época, de traços brutalistas, caraterizada pelos sistemas de pré-fabricação utilizado na sua construção. Em 2017, apesar de estar em funcionamento, já não reunia as condições técnicas e funcionais para acolher as diferentes artes do espetáculo, em especial ao nível do auditório e caixa de palco. No entanto, mantinha a estrutura compositiva tão características e definidora dos Cineteatro.

O processo de intervenção caracterizou-se pelo princípio de manutenção da estrutura compositiva original do edifício e abrangeu a totalidade do edifício, o que implicou diferentes níveis de intervenção. As soluções implementadas implicaram alterações, quer a nível estrutural como material, assim como na articulação funcional da distribuição dos espaços que o compõem, dando também resposta a algumas lacunas existente, em especial no auditório onde se propôs que o palco e a plateia fossem rebaixados. A área do palco aumentou em toda a largura do edifício (19,00m) que associada ao aumento da profundidade de 10,50m (+ 1.50m de proscénio) viabiliza acolher as diferentes artes cénicas. A lotação da sala de espetáculos é de 441 lugares, sendo 8 reservados à mobilidade condicionada.

À parte das infraestruturas cénicas implementadas na caixa de palco e no interior da sala de espetáculos, foi possível estabelecer uma ligação “interna” entre o palco e a sala multiusos através de uma varanda técnica localizada no interior da sala, fundamental para as movimentações técnicas e de artistas entre as diferentes áreas funcionais do edifício, visando garantir condições técnicas mínimas, de qualidade e funcionalidade. O TMO garante ainda a máxima flexibilidade, proporcionando a todos os intervenientes no ciclo produtivo das artes do espetáculo, o maior número possível de opções cénicas e artísticas ao nível da melhor qualidade possível.
Gonçalo Louro, Arquiteto

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: TMO, 2025

Teatro Municipal de Ourém

Teatro Municipal de Ourém

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Auditórios de Santiago do Cacém

Centros de espetáculos do Concelho

Auditório Municipal António Chainho

O Auditório Municipal António Chainho (AMAC) foi inaugurado em 2009 e cumpre mais um compromisso do Município com a população acrescentando mais um recurso ao serviço das artes e da cultura. É missão deste equipamento municipal constituir um espaço de cultura, de aprendizagem e de atualidade artística, prestando um serviço público e promovendo o acesso da população a diferentes atividades culturais.

A programação do AMAC é pautada pela qualidade e diversidade dos diferentes tipos de arte e assume-se como um espaço que associa de forma integrada no mesmo espaço físico, valências direcionadas à realização de espetáculos e iniciativas de géneros diversos, não esquecendo que as componentes do ensino, da educação, da aprendizagem mas também a vertente lúdica, são transversais e omnipresentes na programação que este equipamento já proporcionou nas atividades feitas e que, pretende continuar a proporcionar.

O AMAC tem capacidade para 242 lugares, incluídos três lugares para pessoas com mobilidade reduzida.

Auditório Municipal António Chainho (AMAC)

Auditório Municipal António Chainho (AMAC), créditos CMSC

Auditório Municipal de Alvalade

O Auditório Municipal de Alvalade foi inaugurado em 2024.

Auditório Municipal de Alvalade

Auditório Municipal de Alvalade

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Coros de Santiago do Cacém

Agrupamentos vocais do Concelho

Grupo de Cantares Regionais “Os Amantes do Alentejo”
Casa do Povo do Cercal do Alentejo
Coral Harmonia
Coral Harmonia Juvenil
Grupo À Cante Alentejano Vozes Além’Tejo
Grupo Coral Academia Sénior de Artes e Saberes de Santo André – ASAS
Grupo Coral de Cante Alentejano de Santo André
Grupo Coral e Instrumental Os Afluentes do Sado
Coral do Clube Galp Energia
Coral de Santa Maria da Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém
Grupo de Valsa Mandada
Orfeão da Associação Musical Amigos da Banda Lira Cercalense

Coral do Clube Galp Energia

O “Grupo Coral do Clube Galp Energia” foi fundado em 1994, por um grupo de funcionários e seus familiares, da Refinaria de Sines da Petrogal, aos quais se juntaram posteriormente elementos da cidade de Vila Nova de Santo André. Inicialmente, o repertório consistia em canções tradicionais de várias regiões. Em 1997, sob a direcção de Pedro Ramos, o coro foi renovado e transformado num coro misto a quatro vozes.

O seu repertório baseia-se em harmonizações de temas populares portugueses e algumas adaptações de temas eruditos para coros a capella, música sacra e espirituais negros. Ao longo da sua existência, recebeu diversos convites para actuar em palcos nacionais e internacionais.

Entre as suas actuações, contam-se os concertos na Casa do Alentejo em Lisboa, Coliseu do Porto, Refinaria do Porto da Petrogal, INATEL de Albufeira. São de referir também a participação nos encontros de coros realizados na ilha da Madeira e nas ilhas do Faial e Pico, a realização dos seus Concertos de Natal e Encontros de Coros em Vila Nova de Santo André e Aldeia de Santo André, e os Concertos realizados em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Junta de Freguesia de Santo André, com vista à divulgação da música coral no Litoral Alentejano.

Coral do Clube Galp Energia

Coral do Clube Galp Energia, 2015

Coral Harmonia

A origem do Coral Harmonia de Santiago do Cacém remonta a 1936, quando surgiu pela primeira vez na Sociedade Harmonia, com o nome de Orfeão Miróbriga, dirigido pelo maestro António Coutinho e, a partir de 1950, sob a regência do maestro Francisco M. Neto.

Em 1984, o coral adoptou o nome Coral Harmonia. Até 1991, o grupo foi dirigido por Jacinto Maria, e mais tarde, no mesmo ano, pelo Dr. José Duarte. A partir de 1992, o Coral Harmonia foi dirigido pelo maestro Fernando Malão e, de 1994 até meados do ano 2000, também pelo maestro adjunto Pedro Ramos.

O Coral Harmonia tem vindo a realizar concertos no País e no estrangeiro, participando em intercâmbios culturais/musicais com outros corais. O repertório do coral baseia-se sobretudo em obras para coros mistos “a Capela”, com especial incidência em harmonizações de temas populares portugueses, embora no seu repertório conste também a música sacra, espirituais negros, música ligeira, e outros géneros musicais adaptados para agrupamentos desta natureza. Anualmente, o coral, organiza na Igreja Matriz de Santiago do Cacém o tradicional Concerto de Natal onde são apresentadas obras originais e arranjos para coro e orquestra da autoria do actual regente.

Em 1996, o Coral Harmonia apadrinhou o Coral Ideias do Levante de Lagoa e promoveu o I Encontro de Coros realizado em Santiago do Cacém. No mesmo ano estreou no Concerto de Natal realizado a 21 de Dezembro a “Ode a Manuel da Fonseca” com música do maestro Fernando Malão e poema do escritor Manuel da Fonseca.

Em 1997, realizou o primeiro Debate/Reflexão sobre o Cante Alentejano, reunindo personalidades ligadas à Musicologia, Etnomusicologia e da Casa do Alentejo em Lisboa. Participou na gravação do disco “Memórias” de Jorge Ganhão.

Em 1998, gravou um CD inserido na colectânea “Os Melhores Coros da Região”. No mesmo ano, deslocou-se a Espanha para participar na cidade de Zafra no concerto comemorativo do Dia de Santa Cecília.

Em 1998, realizou a Segunda edição do Debate/Reflexão sobre o “Cante Alentejano”.

Das suas actuações destaca-se a sua presença no programa Feira Franca da Antena 1 e no programa da RTP 1 “Praça da Alegria”. No final da temporada de 1999, realizou uma digressão pelo arquipélago dos Açores a convite do Grupo Coral das Lajes do Pico realizando concertos nas ilhas do Pico e Faial. Já no ano 2000, o grupo promoveu a primeiras Jornadas Corais e tem continuado a sua actividade realizando espectáculos em todo o País.

É membro da Associação de Coros ACAL e membro da associação internacional ” The Planety Chorus”.

Em 2024 celebrou 40 anos.

Coral Harmonia de Santiago do Cacém

Coral Harmonia de Santiago do Cacém

Vozes Além’Tejo

Inserido nas comemorações do 25 de Abril, o Grupo À Cante Alentejano Vozes Além’Tejo (AGACAVOALTE – Ass. Grupo à Cante Alentejano Vozes Além’Tejo) organizou em 2023 a 5.ª edição “Há Cante no Litoral Alentejano”, com o desfile de dez grupos de cante alentejano e da AMSA – Academia de Música de Santo André, e com atuação no Parque Central, em Vila Nova de Santo André.

Vozes Além'Tejo

Vozes Além’Tejo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Música em Santiago do Cacém

Músicos, instituições, história, património, atividades e arte de temática musical no Concelho

Santiago do Cacém é uma bela cidade no distrito de Setúbal, região do Alentejo e sub-região do Alentejo Litoral. O seu nome deriva do Governador Mouro Kassim e da Ordem de Santiago. É um dos concelhos portugueses com maior área. Em património edificado destacam-se o Castelo de Santiago do Cacém, a Ponte medieval de Alvalade, a Área do Castelo Velho com as ruínas da cidade romana Miróbriga e a Igreja de Santiago.

Conheça o melhor da cultura musical de Santiago do Cacém:

músicos
personalidades ligadas à música (interpretação, instrumento, canto, composição, musicologia), como Ana Castanhito (harpista), António Chainho (guitarrista), Áurea (cantora), Carlos Martins (saxofonista), Sidónio Pereira (guitarrista);

Áurea, cantora, de Santiago do Cacém, foto Anabela Santos

Áurea, cantora, de Santiago do Cacém, foto Anabela Santos

escolas de música
Academia de Música de Santo André e Escola Municipal de Música de Santiago do Cacém

 

bandas filarmónicas
bandas de música (Banda Filarmónica Lira Cercalense, Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística – SRFUA);

Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística - SRFUA

Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística – SRFUA

coros
agrupamentos vocais do Concelho (Coral Harmonia de Santiago do Cacém)

festivais
eventos musicais de dimensão regional, nacional e internacional (Festival de Música al-Mutamid);

ranchos folclóricos
grupos etnográficos (Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Alvalade, Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia);

Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia

Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia

auditórios
centros de espetáculos do Concelho (Auditório António Chaínho)

O Musorbis é um projeto inovador de mapeamento musical do País e tem condições de ser desenvolver quando há parcerias com os municípios.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Coretos em Sines

O Musorbis é um projeto inovador de mapeamento musical do País e tem condições de ser desenvolver quando há parcerias com os municípios.

Coreto do Jardim das Descobertas, Sines, créditos Mapio

Coreto do Jardim das Descobertas, Sines, créditos Mapio

Inaugurado em 1991, o Jardim das Descobertas localiza-se no limite ocidental da antiga linha de caminho-de-ferro, junto à Avenida General Humberto Delgado e ao Pavilhão dos Desportos. Com uma área de 7400 metros quadrados, o jardim situa-se numa zona de grande ocupação por serviços e comércio. Possui coreto e integra o pequeno edifício do Espaço Sénior do Jardim das Descobertas.

Fonte: MS

Auditórios em Sines

Centros de Espetáculos do Concelho

O Musorbis é um projeto inovador de mapeamento musical do País e tem condições de ser desenvolver quando há parcerias com os municípios.

Centro de Artes de Sines

Vencedor do prémio AICA/MC 2005 e finalista do Prémio Mies van der Rohe 2007, o Centro de Artes de Sines é um edifício marcante da arquitetura portuguesa contemporânea e o principal equipamento cultural e de suporte às artes e educação em Sines. É um projeto de Francisco e Manuel Mateus que tomou como ideia estruturante a criação de um edifício de exceção que agregasse várias funções, servisse todas as camadas da população e funcionasse ao mesmo tempo como parte da cidade e porta do centro histórico. A sua atividade divide-se em vários espaços e valências: Auditório, Arquivo Municipal de Sines, Biblioteca Municipal de Sines, Centro de Exposições, Serviço Educativo e Cultural, Apoios. Localiza-se à entrada do centro histórico da cidade de Sines, na confluência da Rua Cândido dos Reis com a Rua Marquês de Pombal. Se chegar de automóvel, recomenda-se como lugares de estacionamento as zonas do Mercado Municipal e do Jardim das Descobertas e junto ao Castelo. Todos estes locais implicam um percurso a pé inferior a três minutos até ao Centro de Artes.

A 27 de novembro de 2024, o CAS apresentou um concerto realizado exatamente no dia em que se comemora o 10.º aniversário da classificação, pela UNESCO, do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da Humanidade. Pedro Mestre evoca o mais genuíno toque da viola campaniça, que desde sempre acompanhou os cantes de improviso no Alentejo. No espectáculo, apresentou temas inéditos da sua autoria com arranjos de José David, bem como temas do cancioneiro tradicional alentejano. Além da viola campaniça, esteve presente o cante alentejano, com o Grupo Coral Os Cardadores da Sete.

GPS: -8º52´5.5 ; 37º57´24.23

Fonte: CMS

Centro de Artes de Sines

Centro de Artes de Sines

Centro Cultural Emmerico Nunes

O Centro Cultural Emmerico Nunes (CCEN) é uma cooperativa cultural com galeria de exposições não permanentes nas diversas áreas das artes plásticas. Está instalado num edifício emblemático de Sines, antigo hospital da Misericórdia, junto à Capela da Misericórdia e à Igreja Matriz.

Fundado em 1986, o CCEN adquiriu, em 1990, personalidade jurídica como Cooperativa do Ramo da Cultura e foi-lhe atribuído, em 1998, o estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública.

A política cultural do CCEN tem-se caracterizado por uma abertura às diferentes formas de expressão artística, locais e nacionais, que promovam o debate de ideias, o confronto com opções e estéticas diversificadas e o aprofundamento de conhecimentos e aprendizagens.

Na perspetiva de formação cultural do público, a instituição tem privilegiado, desde sempre, os mais jovens, proporcionando-lhes o gosto pela arte, pela cultura em geral e o enriquecimento pessoal em formação artística. A sua principal iniciativa anual é a grande exposição de arte contemporânea que organiza no verão.

Organizou Cursos de Direção Coral, seis deles organizados por Rosário Correia, professora de música e diretora coral.

O Musorbis é um projeto inovador de mapeamento musical do País e tem condições de ser desenvolver quando há parcerias com os municípios.

Óbidos, onde a Reciclanda se apresentou no FOLIO – Festival Literário Internacional de Óbidos, é uma vila única, rica de história, de monumentos e de tradições, e de um conjunto de eventos que atraem anualmente inúmeros visitantes.

Conheça o melhor da cultura musical de :

bandas filarmónicas
bandas de música (Sociedade Musical e Recreativa Obidense)

festivais
eventos musicais de dimensão regional, nacional e internacional (Semana Internacional de Piano de Óbidos)

Festival de Ópera de Óbidos

Festival de Ópera de Óbidos

escolas de música
estabelecimentos de ensino da arte musical (Academia de Música de Óbidos);

oficinas de instrumentos
manutenção, reparação, restauro e construção de instrumentos musicais (Luthier D’Óbidos – Eusébio Instruments Maker);

ranchos folclóricos
grupos etnográficos (Rancho Folclórico do Vau, Rancho Folclórico e Etnográfico da Capeleira, Rancho Folclórico e Etnográfico do Arelho, Rancho Folclórico e Etnográfico “Estrelas do Arnóia”, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil “As Caiadeiras” das Gaeiras, Rancho Folclórico “Os Populares” do Olho Marinho)

Rancho Folclórico e Etnográfico da Capeleira

Rancho Folclórico e Etnográfico da Capeleira

concertinas
grupos e atividade no concelho (Concertinas D’Obidos)

órgãos de tubos
património organístico, órgãos históricos (Igreja Matriz, da Misericórdia, de São Pedro, do Senhor Jesus da Pedra);

auditórios
centros de artes e espetáculos (Casa da Música de Óbidos)

Casa da Música de Óbidos

Casa da Música de Óbidos

Música em Sines

Músicos, património, história e atividade musical no Concelho

O Musorbis é um projeto inovador de mapeamento musical do País e tem condições de ser desenvolver quando há parcerias com os municípios.

Sines é uma bela cidade portuguesa do distrito de Setúbal, região do Alentejo e sub-região do Alentejo Litoral, sede do concelho.

Destaca-se pelas suas belezas naturais, pelo mar, pela sua baía e o seu castelo. Há evidências de povoamento na área do Concelho desde a Pré-História. Púnicos, romanos, visigodos e mouros habitaram Sines que foi povoação da Ordem de Santiago no século XIII. As suas praias são muito procuradas por veraneantes. A sua personalidade mais emblemática é Vasco da Gama, grande navegador e descobridor.

Conheça o melhor da cultura musical de Sines:

músicos
personalidades ligadas à música (interpretação, instrumento, canto, composição, musicologia), artigo em desenvolvimento;

Ana Castanhito, harpista

Ana Castanhito, harpista

bandas filarmónicas
bandas de música (Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense);

coros
agrupamentos vocais (Coral Atlântico, Coral Atlântico Juvenil);

escolas de música
estabelecimentos de ensino da arte musical (Escola das Artes do Alentejo Litoral);

auditórios
centros de artes e espetáculos (Centro de Artes de Sines).

coretos
coreto do Jardim das Descobertas e outros do Concelho

festivais
eventos musicais de dimensão regional, nacional e internacional (FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, Marés de Fado);

Festival Músicas do Mundo

Festival Músicas do Mundo

Centro de Artes de Sines

Centro de Artes de Sines

Auditórios de Braga

Salas de espetáculo do Concelho

gnration

Resultante da Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude, o gnration é um espaço de criação, performance e exposição no domínio da música contemporânea e da relação entre arte e tecnologia.

Através de uma estratégia sustentada e de permanente abertura à comunidade, o gnration é polo aglutinador de dinâmicas culturais e criativas, assumindo-se como um espaço orientado para a sensibilização e formação de novos públicos, expondo-os a práticas artísticas relevantes à luz de uma perspetiva contemporânea e cosmopolita. A programação cultural do gnration assenta em dois pilares fundamentais, passíveis de serem encarados de forma independente ou articulada. A Música Contemporânea e a relação entre Arte e Tecnologia são o mote para a programação de atividades de perfil performativo, expositivo e educativo.

Música contemporânea: o gnration implementa um programa de Música Contemporânea que, complementando as estruturas com programação regular na cidade de Braga, ofereça conteúdos únicos, de elevada qualidade e relevância artística. A incidência da programação não se rege por géneros ou catalogações estilísticas mas por critérios estéticos e qualitativos, numa perspetiva de construção de uma identidade programática forte e com potencial de atração de diversos tipos de público, de dentro e de fora da cidade de Braga.

Artes e tecnologia: a tradição da cidade de Braga no domínio da inovação e novas tecnologias ao nível académico e empresarial tem sido, nos últimos anos, expandida para o domínio artístico, culminando com a atribuição do título de Cidade Criativa da UNESCO para as Media Arts. A relação entre Arte e Tecnologia é um eixo estruturante para a cidade e o gnration assume-se como principal agente dinamizador neste domínio. O gnration desenvolve um trabalho regular de disseminação da relação entre arte e tecnologia através da programação de exposições, concertos/performances e serviço educativo direcionados a um público diverso e abrangente, contribuindo para afirmar Braga como uma referência internacional na área.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

gnration, Braga, créditos Adriano Ferreira

gnration, Braga, créditos Adriano Ferreira

Theatro Circo

Polo central da programação cultural de Braga e referência no meio artístico nacional, o Theatro Circo destaca-se enquanto promotor de uma oferta cultural diversificada, abrangente e identitária de um espaço emblemático com mais de um século de história.

Inaugurado em 1915, fruto da iniciativa de um conjunto de ilustres bracarenses, afirmou-se de imediato como estrutura capaz de acolher os maiores eventos de teatro, circo, cinema, dança ou música.

Ao longo de mais de um século de existência, o Theatro Circo evoluiu ao ritmo de uma sociedade e de um mundo artístico em constante movimento e, após um intenso processo de recuperação que se prolongou por sete anos, reabriu em 2006, devolvendo ao público uma sala de imponência invulgar e de beleza arquitetónica difícil de suplantar, tecnicamente atualizada com equipamentos de vanguarda, onde assistir a um espetáculo se transforma numa experiência sensorial única.

Tendo por base os inalienáveis critérios de qualidade e ecletismo, a programação do Theatro Circo pretende-se atrativa e capaz de fidelizar públicos tendencialmente mais heterogéneos, agregando o acolhimento de artistas consagrados à apresentação de projetos emergentes, incentivando os públicos a conhecerem as novas tendências e o que de melhor e de mais recente se faz nas mais variadas artes de palco.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Theatro Circo, Braga

Theatro Circo, créditos We Braga

Música em Braga

A arte musical no Concelho

O Musorbis é um projeto inovador de mapeamento musical do País e tem condições de ser desenvolver quando há parcerias com os municípios.

Conheça o melhor da cultura musical de Braga:

músicos
construtores de instrumentos, maestros, compositores, musicólogos, instrumentistas, cantores que têm aumentado significativamente nas últimas décadas com o surgimento de importantes instituições musicais;

orquestras
como a Sinfonietta de Braga, a Orquestra de Câmara do Distrito de Braga, a Orquestra Filarmónica de Braga e a Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga

bandas filarmónicas e fanfarras;
Banda Musical de Cabreiros e as extintas: Banda Militar do Regimento de Infantaria 8, Banda da Oficina de S. José, Banda do Colégio dos Órfãos de S. Caetano, Banda dos Bombeiros Voluntários, Philarmonica Bracarense

festivais
eventos musicais de dimensão regional, nacional e internacional, para todos os gostos musicais,  como o Braga Capital do Cavaquinho, Nova Arcada Braga Blues, Festival de Órgão de Braga, Temporada de Música de Câmara de Braga, Festival Arcada, FITU – Bracara Avgvsta, entre outros;

escolas de ensino da música
Escola Artística Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, Departamento de Música da Universidade do Minho, Conservatório Bomfim, entre outras);

lojas de música
APC – Instrumentos Musicais, Salão Mozart, Som da , Sons do Clássico

coros
CAUM, Coro da Orquestra de Câmara do Distrito de Braga, e outros coros a incluir oportunamente;

tunas universitárias
cerca de dezena e meia de tunas ligadas em especial ao meio universitário (Saúde, Medicina, Engenharia, Letras, Católica)

ranchos folclóricos
cerca de uma dezena de grupos etnográficos e ranchos folclóricos do Concelho que desempenham um papel cultural e psico-social relevante para as comunidades e muícipes;

cavaquinhos
dezena e meia de grupos que desempenam um papel cultural e social relevante com um instrumento icónico de Braga e de Portugal;

bombos
Zés P’reiras e outros grupos de percussão tradicional do Concelho que têm uma importância social e cultural significativa;

oficinas de reparação e construção de instrumentos
António Pinto Carvalho, Gualter Campinho Luthier, Intermezzo – Atelier do Clarinete

órgãos de tubos
que consagram o património organístico de Braga como um dos três mais importantes a nível nacional;

coretos
Bom Jesus do Monte, da Avenida Central, do Parque da Ponte e outros que aguardam oportunidade para serem fotografados e descritos;

arte
pintura e escultura em torno da música.

Os próprios sinos são património, e quem o conhece está mais apto para colaborar na sua preservação.

Braga, créditos Município de Braga

Braga, créditos Município de Braga

Em 2024, o grupo Canto Daqui comemorou 40 anos de cantigas, histórias e tradição.  Lançou um CD especial disponível no dia 23 de fevereiro de 2025. Fundado em Braga em 1984, em Braga, o Grupo Canto D’Aqui é uma referência na música tradicional.