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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Teatro das Figuras
Músicas no Concelho

Faro e os seus auditórios

Auditórios de Faro

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro das Figuras

A entrada em funcionamento do Teatro das Figuras constituiu um marco decisivo na consolidação da vida cultural do Algarve, desde logo pela sua dimensão, única na região, bem como pelo seu ótimo e versátil equipamento, que permite a apresentação das mais variadas e complexas produções em condições extraordinárias.

O Teatro das Figuras localiza-se junto à principal entrada de Faro, numa zona da cidade que atravessa hoje uma importante fase de expansão e de renovação dos seus espaços. É também uma zona de confluência de algumas das mais importantes artérias rodoviárias, que permitem o rápido acesso ao teatro a partir dos mais diversos pontos da cidade.

O Teatro das Figuras, um projeto do arquiteto Gonçalo Byrne, integra uma sala de espetáculos com um palco de grandes dimensões e tecnicamente bem equipado, capaz de dar resposta à maioria das exigências artísticas do nosso tempo. No prolongamento da área de palco existe ainda um Pequeno Auditório que poderá também servir de sala de ensaios, permitindo deste modo uma grande versatilidade cénica ao serviço dos criadores. O proscénio em arco tem uma medida máxima de 4,4 metros, podendo ser convertido para a valência fosso de orquestra, acolhendo até um máximo de 77 músicos.

O acesso dos espetadores ao Teatro das Figuras é feito por uma rampa de grandes dimensões que funciona também como praça, capaz de acolher algumas produções especialmente pensadas para o exterior.

O Teatro das Figuras tem por missão satisfazer, encantar, surpreender, formar e encher a alma dos públicos da região, evocando emoções e despertando os cinco sentidos para as artes de palco e pretende ser um espaço de referência nacional em termos de excelência na programação, de liderança regional, de afirmação da capitalidade e centralidade da cidade de Faro e de consolidação da imagem cultural do destino turístico.

O Teatro das Figuras apresenta-se como um espaço de difusão das artes performativas contemporâneas, apostado em construir uma relação continuada e criativa com a comunidade onde se insere, ajudando a formar, a olhar, a pensar e a partilhar novas experiências artísticas, contribuindo para o desenvolvimento cultural da cidade, da região e do país.

A atividade do Teatro das Figuras rege-se por princípios programáticos que o pretendem situar como um equipamento multidisciplinar onde produções próprias e coproduções se devem entrelaçar com acolhimentos, onde o compromisso com a contemporaneidade não exclui recuos históricos, onde convivem produções nacionais, internacionais, regionais e locais.

Em termos de áreas, a sua atividade pretende dar expressão significativa a todos os eixos programáticos atuais: música e ópera, dança, teatro, novo circo e cinema. E, em ligação com todos eles, uma redobrada atenção a perspetivas pedagógicas e de formação, com uma ação forte e estruturada ao nível da programação paralela.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Teatro das Figuras

Teatro das Figuras

Teatro Lethes

Um marco de Devoção, Educação, Tragédia, Amor, Mistério e Cultura. Na mitologia grega, Lethes é um mítico rio, cujas águas têm o poder de apagar da lembrança das almas os reveses e as amarguras da vida.

O edifício que hoje se designa Teatro Lethes, começou por ser colégio de Jesuítas – Colégio de Santiago Maior, fundado pelo então Bispo do Algarve, D. Fernando Martins Mascarenhas -, cuja licença lhes foi concedida em 1599. Era um local de aprendizagem, sobretudo de matriz religiosa – a “primeira universidade do Algarve”, como alguém já lhe chamou. Em 1759, a Companhia de Jesus foi banida do país e foram confiscados os seus bens. O Colégio de Santiago Maior encerrou assim as suas portas. Com a ocupação das tropas napoleónicas comandadas pelo General Junot, as instalações do antigo Colégio foram devassadas e profanadas para aí se aboletarem os soldados. Anos mais tarde, em 1843, foi o Colégio arrematado em hasta pública pelo Dr. Lázaro Doglioni, que manifestara publicamente intenção de construir em Faro um teatro à semelhança do S. Carlos, de Lisboa e do “À La Scalla”, de Milão. A inscrição latina na fachada do edifício, monet oblectando, poderá ser traduzida por “instruir, brincando”, salientando assim as preocupações culturais do promotor da construção desta sala de espectáculos.

A inauguração do Teatro Lethes efectuou-se em 1845, associando-se às comemorações do aniversário da Rainha D. Maria II. Mais tarde, em 1860, foi ampliado pelo Dr. Justino Cúmano, sobrinho de Lázaro Doglioni. Em 1898 exibia-se pela primeira vez em Faro o chamado animatógrafo, instalado no Teatro Lethes por este ser o mais amplo e distinto espaço cultural da cidade.

Foi restaurado entre 1906 e 1908 para melhorias de acústica e conforto. O declínio dos espectáculos e, consequentemente, da sala, começa em 1920, encerrando-se o Teatro em 1925, tendo sido vendido o imóvel à Cruz Vermelha Portuguesa, em cuja posse ainda se mantém. A sala do Teatro Lethes foi mais tarde cedida, por protocolo, à Delegação Regional do Algarve do Ministério da Cultura. Na ala Norte, restaurada e adaptada em 1991, funcionaram os serviços regionais do Ministério da Cultura. Em 2012, por protocolo entre o Município de Faro e a Cruz Vermelha Portuguesa, o Teatro Lethes recuperou o seu inicial desígnio. Nele foi instalada A Companhia de Teatro do Algarve – ACTA como estrutura residente. A ACTA, além de apresentar espectáculos de sua criação promove no Teatro Lethes também acolhimentos, cabendo-lhe ainda a gestão do equipamento.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/faro-teatro-das-figuras.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-14 11:01:282025-09-14 11:16:41Faro e os seus auditórios
Músicas no Concelho

Faro e os seus festivais

Festivais de Música em Faro

Ciclos, encontros, temporadas, jornadas, cursos, concursos e festivais de música e dança no Concelho

Festival F

O Festival F é uma iniciativa do Município de Faro, do Teatro Municipal de Faro, S.M., da Ambifaro e da produtora Sons em Trânsito.

O Festival F, que se assume como o maior festival de música portuguesa do país e o último grande festival de verão, regressa a Faro em 2023 para a sua oitava edição, nos dias 7, 8 e 9 de setembro.

Eclético, o cartaz musical da edição 2022 do Festival F voltou a reforçar o evento enquanto espaço agregador de público de vários géneros e idades. No que diz respeito à programação paralela, as Tertúlias sobre música e outros temas da atualidade provaram uma vez mais que é possível juntar diversão e reflexão no mesmo evento; a Stand Up Comedy contou sempre com casa cheia; as Exposições ajudaram a ampliar a experiência artística; a Silent Party voltou a ser um sucesso; a estreia do Palco Arraial provou que o baile de música popular tem espaço no recinto; e o espaço Fagar Kids F ajudou a reafirmar o F como um festival que se orgulha de bem receber as famílias, dos avós aos netos.

Em parceria com a Santa Casa, em 2022 o Festival F apresentou-se mais acessível para o público de mobilidade condicionada, com plataformas nos Palcos Ria e Sé, rampa de acesso ao espaço onde decorreram as tertúlias e casas de banho adaptadas.

Festival F, créditos Festival F/Rui Bandeira

Faro Clarinet Meeting

Sítio: conservatorioalgarve.com

Promovido pelo Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, o “Faro Clarinet Meeting”, pretende contribuir para o desenvolvimento técnico e artístico dos alunos e clarinetistas proporciona o contacto, a aprendizagem e a partilha de experiências com professores de renome. Em 2022, decorre entre 30 de abril e 01 de maio.

Faro Clarinet Meeting

Faro Clarinet Meeting

Festival de Órgão do Algarve

O Festival de Órgão Algarve, organização da Associação Música XXI, é um festival de órgão que se realiza em órgãos históricos dos concelhos de Faro (Sé e igreja do Carmo), Tavira (igrejas de Santiago e Misericórdia), Portimão (Igreja Matriz) e Loulé (igreja de Boliqueime).

Festival de Órgão do Algarve

Festival de Órgão do Algarve

Festival Internacional de Música Barroca de Faro

O Festival Internacional de Música Barroca de Faro (FIMBF) iniciou as suas atividades em 2015 com a designação Ciclo de Música Barroca de Faro sob a direção de Francisco Rosado, pioneiro em Portugal na divulgação dos extraordinários repertórios dos períodos renascentista e Barroco. Desde o seu desaparecimento em 2016, assumiu a direção do festival a flautista e música Filipa Oliveira dando continuidade ao seu valioso trabalho como programadora cultural.

A organização do Festival está a cargo da MAAC – Música Antiga Associação Cultural, uma associação sem fins lucrativos, com um importante papel na difusão da música antiga em Portugal e na formação de jovens músicos em início de carreira, que desejem enveredar por esta área profissional. Além de organizar vários festivais e apresentações de música antiga um pouco por todo o país (Oeiras, Castelo Branco, Almeida), a associação organiza os Cursos Internacionais de Música Antiga – CIMA – em Idanha-a-Nova, uma plataforma de formação de jovens intérpretes, onde artistas de renome internacional se dedicam a partilhar a sua experiência profissional com participantes provenientes de toda a Europa. A parceria que a MAAC tem desenvolvido com o Município de Faro desde 2016 tornou possível a realização do FIMBF nos moldes que atualmente conhecemos. O Festival Internacional de Música Barroca de Faro teve em 2021 a 7ª edição.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Internacional de Música do Algarve

O Festival Internacional de Música do Algarve é um festival de música erudita que em 2019 realizou a 34ª edição, apresentando 14 concertos na região do Algarve (Loulé, Lagos, São Brás de Alportel, Faro, Silves, Tavira, Portimão, Lagoa).

South Music

“South Music” é um festival que nasceu em Faro em 2021 para lançar artistas algarvios para a ribalta. Mais do que um festival, o “South Music”, pretende afirmar-se como o primeiro «evento regional, de promoção e de tentativa de lançamento de projetos musicais», a nível nacional e mesmo internacional. É uma iniciativa da Câmara Municipal de Faro, do Teatro das Figuras e da Faro 2027, que reuniu, durante dois dias, na capital algarvia, o setor profissional da música portuguesa.

«Agentes, produtores, programadores, imprensa especializada, ou seja, todo o setor profissional desta área em Portugal está a ser convidado para marcar presença», adiantou Paulo Santos, vice-presidente da Câmara de Faro, na apresentação do evento.

Incluído no projeto da candidatura de Faro a Capital Europeia da Cultura (Faro 2027), o South Music pretende dar a conhecer «as bandas e os músicos que existem, que estão a trabalhar no Algarve e que precisam de todo o apoio para desenvolverem a sua carreira», realçou Rogério Bacalhau, presidente da Câmara Municipal de Faro.

O autarca farense destacou também que, tal como tem sido destacado em relação à candidatura a Capital Europeia da Cultura, o South Music será «não só para o concelho de Faro, mas para toda a região do Algarve».

Fonte: Sul Informação

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/11/faro_festival-f.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-11-01 21:01:292024-10-28 18:39:41Faro e os seus festivais
Fénix - Associação dos Músicos de Redondo
Músicas no Concelho

Redondo e as suas escolas de música

Escolas de Música no Redondo

Estabelecimentos do ensino de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Fénix – Associação dos Músicos de Redondo

Rua Infante Dom Henrique
7170-004 Redondo
Tlm. (+00 351) 962 702 866
Correio eletrónico: redondofenix@gmail.com

A Fénix – Associação dos Músicos de Redondo nasceu da grande vontade e necessidade de alguns músicos de Redondo darem a conhecer a sua arte musical. Dispõe de uma escola de música com formação gratuita.

Fénix - Associação dos Músicos de Redondo

Fénix – Associação dos Músicos de Redondo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/redondo-fenix.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-30 18:28:102024-12-14 22:54:34Redondo e as suas escolas de música
Auditório Municipal de Portel
Músicas no Concelho

Portel e os seus auditorios

Auditórios de Portel

Salas de espetáculo no Concelho

Auditório Municipal de Portel

O Auditório Municipal de Portel foi inaugurado em 2005. Tem uma sala com 212 lugares mais 6 para mobilidade reduzida, um palco com 13m X 15m que se encontra muito bem equipado de iluminação cênica e decorativa bem como um sistema de som. Tem projeção regular de cinema, incluindo 3D, sistema de conferência e tradução simultânea. O edifício conta ainda com um bar de apoio, uma sala multiusos, dois camarins coletivos e 2 individuais.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Auditório Municipal de Portel

Auditório Municipal de Portel

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/portel-auditorio-municipal.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-13 18:49:452025-09-13 18:52:17Portel e os seus auditorios
Festival Internacional de Música de Portel
Músicas no Concelho

Portel e os seus festivais

Festivais em Portel

Festivais, ciclos, cursos e encontros de música e dança no Concelho

Academia de Orquestra do Festival

A Academia de Orquestra do Festival (Festival Internacional de Música de Portel) é uma das vertentes do FIMP, com orquestra de sopros, orquestra sinfónica e classes de aperfeiçoamento de instrumento.

Academia de Orquestra do Festival

Academia de Orquestra do Festival

Festival Internacional de Música de Portel

Sítio: oca-pt.org

O Festival Internacional de Música de Portel (FIMP) afirma-se como um evento pioneiro no contexto da música erudita em Portugal, que reúne todos os anos centenas de jovens músicos portugueses e estrangeiros, e articula as vertentes de formação, programação, criação e desenvolvimento de públicos.

O FIMP oferece oportunidades estruturantes de desenvolvimento e aperfeiçoamento artístico e musical a todos os jovens músicos participantes, contacto com artistas convidados internacionais de renome, encontros multiculturais e partilha de experiências, e promove projetos musicais emergentes nacionais e internacionais.

Para o público em geral, o FIMP oferece uma programação descentralizada pelo concelho de Portel, em articulação estratégica com o património cultural local, que inclui concertos com as orquestras residentes no festival, grupos de música de câmara, coros e orquestras estrangeiras convidadas, atividades e workshops de sensibilização para a cultura. O FIMP cuida também a componente de desenvolvimento local, e envolve a comunidade por via de estratégias de proximidade e práticas colaborativas.

O FIMP surgiu em 2018, em consequência da natural evolução e aperfeiçoamento do projeto seu antecessor: o EnOS – Estágio Nacional de Orquestra de Sopros (2006-2017). Neste sentido, resultou da vontade de criar um espaço renovado, mais abrangente, desafiador, criativo e multicultural, que acompanhe as novas dinâmicas societais, e que promova o contacto artístico de excelência.

O FIMP tem direção artística e musical do maestro Luis Miguel Clemente, e realiza-se nas duas últimas semanas de julho na atmosfera idílica e inigualável da vila alentejana de Portel (Évora).

A missão do FIMP é inspirar e contribuir para o aperfeiçoamento musical e desenvolvimento humano dos jovens músicos, fomentar a prática e fruição de música erudita, contribuir para projetar a imagem do Alentejo e Portugal como catalisadores de cultura, e desenvolver o território onde o festival se insere e intervém. Desde a sua fundação em 2018, o FIMP é reconhecido como remarkable festival pela European Festivals Association através da atribuição do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe), que distingue os festivais que se destacam pela qualidade artística, pela intervenção social e pela importância e relevância que têm na região onde se inserem.

O Festival Internacional de Música de Portel constitui-se como espaço formativo e performativo para jovens músicos portugueses e estrangeiros, bem como uma plataforma de promoção para projetos emergentes na área da música erudita.

Durante as duas semanas em que decorre o festival, os participantes, orientados por um conjunto de professores e maestros convidados de excelência, têm à sua disposição diversas oportunidades e desafios artísticos para se desenvolverem técnica e musicalmente, e ganharem experiência em prática orquestral.

Neste sentido, é oferecido aos participantes uma série de classes de aperfeiçoamento de instrumento, bem como oportunidades para se apresentarem em concertos e integrarem as diferentes formações em residência artística no festival, designadamente, ensembles de música de câmara, a Jovem Orquestra da Costa Atlântica e a Orquestra Nacional de Sopros.

A par destas atividades, todos os participantes têm ainda a possibilidade de assistir a seminários que abordam diferentes temáticas, como, por exemplo, motivação, trabalho em equipa, como preparar uma audição para integrar uma orquestra, equilíbrio entre carreira e família, e liderança.

O Festival Internacional de Música de Portel reúne um extraordinário lote de jovens músicos portugueses e estrangeiros para proporcionar ao público um festival de música erudita ímpar, inspirador e inesquecível. Em cada edição, o festival oferece gratuitamente aos espetadores uma programação multifacetada, constituída por concertos com os grupos de música de câmara e as orquestras em residência artística no festival, assim como com coros, ensembles e orquestras estrangeiras convidadas.

Para além da programação concertística, o público que acode ao festival tem a oportunidade de participar nas visitas guiadas “Percurso dos Sentidos”, e explorar o património material e imaterial do concelho de Portel.

Festival Internacional de Música de Portel

Festival Internacional de Música de Portel

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/portel-fimp-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-30 18:07:262024-12-19 19:29:29Portel e os seus festivais
Semana de Canto Gregoriano
Músicas no Concelho

Viseu e os seus festivais

Festivais de Música em Viseu

Ciclos, encontros, cursos, concursos, jornadas, temporadas, festivais de música e dança no Concelho

Semana de Canto Gregoriano

A Semana de Canto Gregoriano, 72ª edição em 2024, é um evento icónico no seu género que inclui ensino de canto gregoriano, iniciação musical, pedagogia musical Ward/Helden, técnica vocal, direcção vocal e órgão. É organizada pelo Centro de Estudos de Canto Gregoriano – Júlia d’Almendra e acontece no Seminário Maior de Viseu.

Semana de Canto Gregoriano

Semana de Canto Gregoriano

Concurso Internacional de Guitarra de Viseu

O Concurso Internacional de Guitarra de Viseu, 5ª edição em 2022, insere-se no Festival de Música da Primavera de Viseu.

Festival Internacional de Guitarra de Viseu

Festival Internacional de Guitarra de Viseu

Festival de Música da Primavera de Viseu

Sítio: musicadaprimavera.pt

O FIMPViseu é um dos eventos de grande relevância cultural da cidade de Viseu e afirma-se como um dos principais festivais de música erudita do país.

O Festival de Música da Primavera de Viseu conta 12 edições consecutivas. A 12ª edição fica na história do festival, por se realizar no inverno, e porque o público foi convidado a assistir a todos os concertos de forma segura, sem sair de casa, pois os espetáculos não terão público presencial, mas serão transmitidos via Live Streaming na página do Facebook do Festival, por causa da pandemia.

O Concurso Internacional de Guitarra e Piano de Viseu tornaram o festival verdadeiramente internacional, com músicos dos 4 cantos do mundo. O Concurso Internacional de Guitarra de Viseu vai na sua quarta edição.

Concurso Internacional de Piano de Viseu conta com 4 edições realizadas, sendo que na 4ª edição todas as provas foram realizadas online, por causa da pandemia.

Masterclasses Festival Internacional de Música da Primavera Viseu

Masterclasses Festival Internacional de Música da Primavera Viseu

Festival de Música Piaget

Em 2020, o Instituto Piaget de Viseu foi, mais uma vez, o palco do Festival de Música Piaget, em 22 e 23 de maio, no âmbito das atividades do Mestrado em Ensino de Música. Tal como tem vindo a acontecer em anos anteriores, a programação da 10ª edição do Festival contemplou recitais e outros momentos musicais, bem como mais uma edição dos SINFOMAS – Seminários de Investigação em Ensino, Formação e Criação Musical. O evento contou com a participação de projetos institucionais no campo da Música, fruto do trabalho dos alunos e professores do referido Mestrado, bem como de outros projetos externos ao Instituto Piaget.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/viseu-72-seg.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-30 18:51:472024-10-28 18:10:19Viseu e os seus festivais
Gaiteiros de Bravães, Ponte da Barca
Músicas no Concelho

Ponte da Barca e as suas oficinas de instrumentos

Oficinas de instrumentos musicais em Ponte da Barca

Construção artesanal, manutenção, transformação, reparação, restauro e afinação de instrumentos

Gaiteiros de Bravães

Os Gaiteiros de Bravães são um coletivo interessado na recuperação dos ofícios de construir e tocar gaita de foles em Bravães. A sua oficina foi criada no âmbito da Escola de Artes e Ofícios, com o apoio da EPRALIMA e do Município de Ponte da Barca.

2020 foi o ano que os Gaiteiros de Bravães fizeram as primeiras gaitas no primeiro curso de construção de gaitas de fole em Bravães, com o mestre Jorge Lira. Foi o ano em que organizou o Anda à Varanda 2020, que acolheu em Bravães tanta gente notável na música tradicional portuguesa. Foi o ano em que iniciaram as aulas de gaita de foles com um dos melhores professores do país, o Ricardo Coelho. Acabaram o ano com os primeiros ponteiros de treino feitos em impressora 3d entregues.

10 de março é o dia internacional da gaita de fole, um instrumento que se toca em Portugal desde que é país. No contexto alto-minhoto, manteve-se em lugar de destaque na música tradicional até à invasão das concertinas, que condicionaram a musica tradicional da segunda metade do seculo XX e tornaram mesmo a concertina no principal instrumento tradicional minhoto. Ao mesmo tempo, na Galiza, a gaita continuou a ser tocada, investigada e melhorada, assumindo-se como símbolo identitário da região.

Nas últimas três décadas tem-se verificado uma inversão do processo de extinção das várias tipologias de gaitas portuguesas. O contributo dos Gaiteiros de Bravães na música tradicional portuguesa é manter viva e melhorar a gaita de Bravães, um instrumento com características únicas, que contribui para a diversidade da “floresta” gaiteira portuguesa.

A gaita de fole foi durante séculos um instrumento basilar nas festas minhotas. Há mais de um século anunciava-se assim a festa de São Pedro de 1919 em Ponte da Barca: “Um grupo de rapazes e maduros gaiteiros, com crença à dança, promove uma festa tesa, mesmo muito tesa.”

A missão dos Gaiteiros de Bravães é democratizar o acesso à gaita de foles na nossa terra e arredores, possibilitando que as gaitas de fole regressem às festas minhotas, de onde se foram afastando progressivamente na segunda metade do século XX. Com base na antiga gaita de foles de Bravães, que tinha uma escala modal está a desenvolver variantes da gaita de Bravães, com afinação ajustada aos nossos dias.

Gaiteiros de Bravães, Ponte da Barca

Gaiteiros de Bravães, Ponte da Barca

Os dois primeiros instrumentos na oficina são réplicas de uma gaita produzida, em 1950, por um construtor da freguesia, Emílio de Araújo. O instrumento original integra o espólio do Museu de Etnologia de Lisboa, e está documentado nas recolhas do etnólogo Ernesto Veiga de Oliveira, entre anos de 60 e 63.

“A gaita de Bravães não será caso isolado no fabrico artesanal do noroeste português que chegou à segunda metade do século XX, mas é a única oficina devidamente documentada, graças às recolhas de Ernesto Veiga de Oliveira”, refere o grupo.

Terra de gaitas de foles e gaiteiros, Bravães assiste, “com muito interesse” ao ressurgimento de uma tradição antiga. “A minha avó nasceu em 1927, filha de um gaiteiro, e diz que desde pequena que se lembra do pai ir para as festas tocar gaita de foles”, destacou Rafael Freitas.

As gaitas de Bravães têm uma afinação diferente. “Normalmente, as gaitas são afinadas em Dó, mas as de Bravães são afinada em Si. Depois, foi concebida para tocar no meio de muitos grupos de bombos, típicos das romarias do Alto Minho. O cone acústico está desenvolvido de uma forma que lhe dá um timbre muito mais alto, resultando num som muito potente”, explicou.

Inicialmente, as gaitas “eram construídas em madeira de buxo, espécie entretanto declarada protegida”. Atualmente a madeira de oliveira passou a ser uma “alternativa ambientalmente sustentável e de muito mais fácil acesso”.

Já o fole das gaitas era “feito com pele de animais, normalmente o cabrito”, material substituído pelo Gore-Tex.

Para além de reativar o fabrico, os Gaiteiros de Bravães querem continuar “a sensibilizar e formar novos tocadores de gaita e outros instrumentos musicais tradicionais, como as percussões e os cordofones, contribuindo para a manutenção da diversidade das tradições musicais locais”.

Fonte: Lusa, 05/01/2020

Há 3 anos não sabia que as gaitas se faziam. Pensei que já se compravam feitas. Hoje já fiz duas completas, mais uma série de ponteiros. Há 3 anos dava uns toques de gaita de foles, mas não gostava de tocar porque achava difícil. Hoje faço romarias de vários km por caminhos de serra sempre de gaita na boca. Tudo graças às aulas em Bravães, primeiro com o mestre Jorge Lira a construir, depois com o mestre Ricardo Coelho a tocar. A segunda edição dos cursos de construir e tocar gaita estão a arrancar agora, na próxima semana, com o mestre Luis Rocha que constrói as suas próprias gaitas, de uma família de Arcos de Valdevez que vai já na quarta geração consecutiva de gaiteiros.

Rafael Freitas

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/ponte-da-barca-gaiteiros-de-bravaes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-30 20:04:412024-12-05 18:10:26Ponte da Barca e as suas oficinas de instrumentos
Ciclo de Órgão de Sintra
Músicas no Concelho

Sintra e os seus festivais

Festivais de Música em Sintra

Festivais, ciclos e encontros de música no Concelho

Ciclo de Órgão de Sintra

Em 2022, Sintra promove o Ciclo de Órgão e videomaping na Igreja de S. Martinho. Sob o mote “Os Sons do Divino”, o histórico órgão de tubos da Igreja de São Martinho é o protagonista principal do I Ciclo de Órgão, organizado pela Câmara Municipal de Sintra.

A Igreja de São Martinho, em pleno centro histórico da Vila de Sintra, foi palco para esta iniciativa que pretendeu levar o público a redescobrir os sons de Sintra nos finais de setecentos, ao mesmo tempo que valoriza e dá a conhecer o património cultural do concelho.

Ciclo de Órgão de Sintra

Ciclo de Órgão de Sintra

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival corpo

“Provavelmente, o maior encontro de Dança de entrada livre no país.”, segundo “Semanário”
é um evento que se realiza em Sintra, na Quinta da Ribafria, produzido por AiaDança, Produção de Espetáculos e Ensino.

Sítio: aiadanca.com

Festival Corpo, Sintra

Festival corpo, Sintra

Festival Bairro da Música

Sítio: www.bairrodamusica.pt

O Festival Bairro da Música tem como pano de fundo as comemorações do Dia Mundial da Música, celebrando a cultura nacional e promovendo a sua circulação pelo país. Entre 1 de outubro e 5 de novembro de 2021 o Bairro da Música apresentou um festival de música portuguesa com 10 artistas, em 10 cidades e salas de espetáculo: Ourém, Estremoz, Odivelas, Ponta Delgada, Braga, Porto, Lisboa, Mafra, Sintra e Coimbra.

Festival de Sintra

Sítio: festivaldesintra.pt

O Festival de Sintra conta 55 anos de programação de excelência. De entre uma extensa lista de centenas de nomes que integra alguns dos mais reputados artistas mundiais, o Festival de Sintra destaca alguns dos nomes que nele participaram, como os lendários maestros Alain Lombard, Claudio Scimone, Eduardo Fischer ou Gustav Leonhardt; os pianistas Aldo Ciccolini, Arcadi Volodos, Boris Berezovsky, François-René Duchable, Fazil Say, Grigory Sokolov, Helène Grimaud, Imogen Cooper, Ivo Pogorelich, Jean-Yves Thibaudet, Katia Labèque e Marielle Labèque, Leif Ove Andsnes, Leon Fleisher, Marie Antoinette Lévêque de Freitas Branco, Maria João Pires, Nikolai Lugansky, Paul Badura-Skoda, Sequeira Costa, Stephen Kovacevich ou Vladimir Ashkenazy; os violinistas Igor Oistrakh, Ivry Gitlis, Sándor Végh, Pinchas Zukerman ou Augustin Dumay; os violoncelistas Mstislav Rostropovitch, Paul Tortelier ou Truls Mørk e os cantores Barbara Hendricks, Dame Felicity Lott, Jennifer Smith e Peter Schreier.

Remonta a 1957 a origem do Festival de Música de Sintra, então sob a designação de “Jornadas Musicais de Sintra”, fruto da iniciativa da Câmara Municipal de Sintra e com um envolvimento fundamental de Joaquim Fontes e de Manuel Ivo Cruz e a que António Pereira Forjaz e Sequeira Costa dariam um incontornável impulso nos anos seguintes.

E já então os objetivos, tal como expresso no texto de abertura do programa/catálogo que deu suporte informativo a essa primeiríssima edição, visavam “(…) a necessidade de criar em Sintra novos motivos de atração turística, mas também (…) preencher urgentemente uma lacuna na vida cultural do País”.

É justíssima a referência a Olga Maria Nicolis di Robilant Álvares Pereira de Melo, Marquesa de Cadaval, cuja dedicação às atividades artístico-culturais, no esteio das longas tradições musicais que unem a história da sua família e da Quinta da Piedade à arte musical, ajudaria também a colocar Sintra no mapa da música a nível internacional.

E se o seu nome ficou para sempre ligado ao mecenato que exerceu em relação a jovens artistas que, mais tarde, se tornaram célebres, como Nelson Freire, Roberto Szidon, Martha Argerich, Jacqueline Dupré, Daniel Barenboim, entre outros, ficou também indelével e reconhecidamente associado ao Festival de Sintra, já que por seu intermédio muitos foram os artistas internacionais que se apresentaram em Sintra, quer sob os seus auspícios, quer, em muitos casos até, acolhendo-os na sua morada de família em Colares e proporcionando-lhes um ambiente fervilhante de cultura e de intercâmbio e partilha.

Desde cedo que o âmbito do Festival de Sintra se viu alargado a outras expressões artísticas, como o Bailado, a Música de Câmara, o Teatro e a Ópera, mesmo se a sua conotação com o piano se foi afirmando e assumindo-se como uma das suas principais caraterísticas o convite a grandes “estrelas” da música clássica dando, ao mesmo tempo, oportunidade aos músicos portugueses, nomeadamente os mais jovens, de se apresentarem em concerto.

Em 1974, por razões de conjuntura nacional, o Festival foi interrompido, sendo retomado em 1983 e voltando, a partir de então, a edições anuais.

Logo depois, entre 1985 e 1987 e durante os meses de verão, realizou-se um conjunto de espetáculos de recriação histórica, “Luz e Som”, tendo por cenário a fachada do Palácio Nacional de Queluz.

Em 1988 autonomizaram-se três ciclos do Festival com programações e calendários separados: o Festival de Música, com direção artística de Luís Pereira Leal; e as “Noites de Bailado em Seteais” e o ciclo de recriações históricas – “Noites de Queluz”, realizadas entre 1988 e 1993 nos jardins do Palácio Nacional de Queluz, tendo Armando Jorge por diretor artístico.

Em 2003, o Festival passaria a intercalar espetáculos de música e dança na sua programação regular, com a direção a ser dividida entre Luís Pereira Leal para a Música e Vasco Wellenkamp para a Dança. A partir de 2018, por ocasião da 53.ª edição do Festival de Sintra, Gabriela Canavilhas assumiu a direção artística do festival.

Festival de Sintra

Festival de Sintra

Musidanças

Sítio: www.festivalmusidancas.com

O Musidanças é um festival de música e dança tem como objetivo em particular mostrar a música e a dança da Lusofonia e em geral mostrar as artes das comunidades lusas. É um dos movimentos responsáveis pela apresentação de muitos artistas hoje reconhecidos no panorama nacional e não só, como: Guto Pires, Braima Galissa, FernandoTerra, Lindu Mona, Celina Pereira, Nancy Vieira, Theo Pascal, Sara Tavares, Melo D, Maré Nostrum, Daskarieh, Terrakota, Francisco Naia, Ngoma Makamba, e as revelações de Tristany, Dama Bete, Aline Frazão e HMB.

Pretende estabelecer parcerias com entidades envolvidas em projetos lusófonos, visando reconhecer, apoiar e promover o encontro entre estas culturas.

Ao longo dos vinte anos de existência, o Festival contou com o apoio de mais de 50 Instituições e Organizações que promovem a difusão da dança, da poesia, da arte e da música cantada por intérpretes de língua portuguesa.

Temporada de Música Parques de Sintra

A Temporada de Música da Parques de Sintra é organizada em parceria com o Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal – Divino Sospiro e com direção artística de Massimo Mazzeo. A Parques de Sintra tem vindo a proporcionar ao público a possibilidade de reviver a memória imaterial dos Palácios Nacionais da Pena, Sintra e Queluz através da música que animou estes monumentos nas respetivas épocas de vivência.

Em 2021, o esplendor setecentista voltou ao Palácio Nacional de Queluz com “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”, um ciclo de 9 espetáculos, de 15 de outubro a 13 de novembro. Em 2021, os Serões Musicais voltaram a fazer ecoar no Salão Nobre do Palácio da Pena a música que se ouvia durante os concertos intimistas organizados pela Família Real. Em outubro e novembro, revive-se o esplendor setecentista nas “Noites de Queluz”, através das interpretações únicas de alguns dos mais conceituados artistas.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/sintra-ciclo-de-orgao-de-sintra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-29 20:50:162024-10-27 20:27:22Sintra e os seus festivais
Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão da CICO
Músicas no Concelho

Constância e os seus festivais

Festivais em Constância

Festivais, ciclos e encontros de música e dança no Concelho

FICOC – Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão da CICO

O FICOC, 7ª edição em 2023, é um festival de divulgação do carrilhão e do órgão de tubos, da sua música e da arte de os tocar, organizado pelo CICO, Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão, no concelho de Constância, distrito de Santarém.

Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão da CICO

Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão da CICO

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/constancia-fico-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-29 20:28:552023-07-17 13:31:53Constância e os seus festivais
CAEM – Coro Académico Egas Moniz
Músicas no Concelho

Almada e os seus coros

Coros de Almada

Agrupamentos vocais e atividades corais no Concelho

  • CAEM – Coro Académico Egas Moniz
  • Cantadeiras da Essência Alentejana
  • Companhia da Música de Almada
  • Coro Polifónico de Almada
  • Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó
CAEM – Coro Académico Egas Moniz

O CAEM é um grupo dinâmico que integra alunos da ESSEM e do ISCSEM e também docentes, funcionários e pessoas externas à Egas Moniz.

O CAEM é dirigido por um maestro profissional (maestro Paulo Videira), contratado pela Egas Moniz para o efeito e que, para além de ensinar peças, faz um excelente trabalho no âmbito da técnica vocal.

Uma das características do CAEM é a interpretação de peças coreografadas, num ambiente cénico, estilo musical. Para isso, é também valorizada a capacidade dos elementos saberem interpretar algum instrumento musical, ou terem aptidão para a representação, dança. O repertório é variado, incluindo música pop, musicais da Broadway, música portuguesa de todas as épocas, espirituais negros, música sacra, entre outras.

Assegura anualmente a missa da bênção das pastas na Egas Moniz e as cerimónias de entrega de diplomados do ISCSEM e da ESSEM. Participa em encontros de coros e festas de Natal.

O ano letivo 2008-2009 culminou com a apresentação dum Meddley de Andrew Lloyd Webber na Toscana, Itália, durante o Festival Internacional de Música. Em 2010 participou no Festival Internacional de Coros Universitários, em Coimbra. Em 2014 participou no Festival de Coros de Barcelona. Organiza regularmente um Sarau Cultural na Egas Moniz. Em 2012 e 2013, preparou e apresentou o Gloria de Vivaldi e a Missa de Schubert, que apresentou nos Jerónimos.

Correio eletrónico: coroacademicoegasmoniz2012@gmail.com

CAEM – Coro Académico Egas Moniz

CAEM – Coro Académico Egas Moniz

Cantadeiras da Essência Alentejana

Associação das Cantadeiras da Essência Alentejana
Rua Rainha Santa Isabel, 7, loja 28
2805-169 Cova da Piedade

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Companhia da Música de Almada

O concelho de Almada tem uma longa tradição musical, que se revela através da atividade dos vários coros, bandas filarmónicas e escolas de música. A constituição de um coro representativo da cidade é o culminar do associativismo já existente em Almada, no que ao canto coral diz respeito. Pretende-se assim formar um coro de excelência que venha a ser reconhecido no panorama musical português.

O coro pretende agregar a experiência musical, mesmo que amadora, de elementos oriundos de escolas de música, outros coros e bandas filarmónicas, a novos coralistas amadores, todos com vontade de fazer música coral em conjunto. Agrega pessoas maiores de 14 anos, podendo incluir pais e filhos, maioritariamente com alguma ligação ao concelho de Almada, mas não só.

Correio eletrónico: geral@ca-musa.pt

Coro Polifónico de Almada

O Coro Polifónico de Almada foi fundado em 4 de Outubro de 1983 por iniciativa de um grupo de amigos, entre os quais Ivo Reis Miranda e Simão Barreto, seu primeiro maestro. É filiado na Associação de Coros da Área de Lisboa. Realizou até ao presente mais de setecentas actuações, quer na sua área de actividade e concelhos limítrofes (colaboração assídua com as Câmaras Municipais de Almada, Seixal e Lisboa, bem como com diversas comunidades), quer em deslocações (distrito de Setúbal, Lisboa, Portalegre, Leiria, Faro, Évora, Coimbra, Beja, Castelo Branco, Santarém, Aveiro, Porto e Viseu ).

Leia AQUI o historial completo.

Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó

O Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó divulga e preserva há 3 décadas o cante alentejano – Património Cultural e Imaterial da Humanidade. Organiza o Encontro Cantares Alentejanos do Concelho de Almada (33ª edição em 2021, com o Grupo Coral Feminino Recordar a Mocidade do CIRL, o Grupo Juvenil de Cante Alentejano na Diáspora em Almada – Projeto do Cante nas Escolas de Almada, e Grupo Musical Brasa Doirada).

Correio eletrónico: amigosdoalentejo.almada@gmail.com

Festival Internacional de Coros «Alma da Voz»

Em 2021 decorreu em Almada o 2º Festival Internacional de Coros «Alma da Voz», 2ª edição em 2021. O Festival conta com a participação de três coros portugueses, três Grupos de coros italianos, uma Banda Filarmónica e um grupo de dança. Esta é uma iniciativa do Via Voz, com o apoio da IP, da Casa do Pessoal e da Câmara Municipal de Almada.

O festival conta com a participação de Coro TAB, Coro Bvoice, Coro MiniTAB e Banda Municipal do Barreiro

27.02.2021 – 13:12

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/almada-coro-academico-egas-moniz.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-10-29 19:23:502024-10-28 10:16:59Almada e os seus coros
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