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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico de Penha Garcia
Músicas no Concelho

Idanha-a-Nova e o seu folclore

Folclore em Idanha-a-Nova

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Baixa (Beira Baixa Raiana)
  • Distrito: Castelo Branco

03 grupos

  • Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova
  • Rancho Folclórico de Monsanto
  • Rancho Folclórico de Penha Garcia
Rancho Folclórico de Monsanto

Criado a 11 de Abril de 1995, o Rancho Folclórico de Monsanto  é uma associação artística, cultural e recreativa. É composto por homens e mulheres do campo, estudantes, alguns funcionários públicos e empresários da Região.

O propósito do Rancho é preservar a pureza da arte popular, respeitando tradições de cantares e dançares do final do séc. XIX, princípio do séc. XX.

Tem atuado em Portugal de Norte a Sul, em festivais de folclore e outros para os quais é solicitado. Atuou na Expo 98, na praça “Moby Dick”, desfilando para milhares de pessoas na “Alameda dos Oceanos”, no Centro Cultural de Belém e na Feira Internacional de Turismo de Espanha “FITUR”.

Nos seu trajes, ainda consegue apresentar a noiva com traje mantilha, usando no ato do casamento e que servia também para cerimonias religiosas, o traje de capucha era usado pela pastora. Os restantes homens e mulheres vestem-se de “arraiano”- traje que antigamente era usado nas romarias e nos bailes.

Rancho Folclórico de Monsanto

Rancho Folclórico de Monsanto

Rancho Folclórico de Penha Garcia

O Rancho Folclórico de Penha Garcia foi fundado em 1983, com o objetivo de divulgar e preservar as tradições existentes em Penha Garcia.

Ao longo dos anos têm sido feitas várias recolhas de músicas e danças, junto das pessoas mais idosas, que ainda se lembravam como eram dançadas e cantadas, ao som da concertina e dos adufes, sempre em ambiente de trabalho rural ou de festa.

Rancho Folclórico de Penha Garcia

Rancho Folclórico de Penha Garcia

Os trajes que o grupo apresenta são réplicas da indumentária utilizada entre 1880 e 1915, como é o caso dos noivos, do traje domingueiro abastado e de domingueiro pobre, o traje de romeiro, de raianos e traje de trabalho.

O Rancho já participou em vários eventos de folclore de norte a sul do país, em Espanha, França e Malta, sendo um digno embaixador do concelho de Idanha-a-Nova.

Com a intenção de dar a conhecer os seus usos e costumes, realiza ao longo do ano diversas atividades etnográficas, nas quais recria a monda, a ceifa, o malhar, as idas às romarias, os bailaricos, o cantar das Janeiras e os cantares quaresmais (passos, martírios, encomendação das almas, santos passos).

Rancho Folclórico de Penha Garcia

Rancho Folclórico de Penha Garcia

Canto das Janeiras
Rancho Folclórico de Penha Garcia e o canto das janeiras (2022)

Rancho Folclórico de Penha Garcia e o canto das Janeiras (2022)

Rancho Folclórico de Penha Garcia e o canto das janeiras (2022)

Rancho Folclórico de Penha Garcia e o canto das Janeiras (2022)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/idanha-a-nova-rancho-folclorico-de-penha-garcia-1.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-18 15:40:432022-02-11 20:07:47Idanha-a-Nova e o seu folclore
Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho
Músicas no Concelho

Santa Comba Dão e o seu folclore

Folclore em Santa Comba Dão

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Alta (Viseu, Dão, Lafões e Terras do Demo)
  • Distrito: Viseu
Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho

O Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho remonta a 1928, ano em que no bairro do fundo da aldeia teve origem a sua primeira formação.

Em 1979, na Casa do Povo da localidade, promoveu-se o reinício do mesmo, passando a chamar-se Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de São Joaninho. Mantendo este o sucesso do anterior, percorreu várias localidades do país, participando em vários festivais onde se destacou com mérito. Em 1991, foi suspenso devido à emigração.

Em 2002, um grupo de amigos, após os festejos de São João (padroeiro da terra), recordou com saudade o antigo rancho, e criou o atual Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho, que fez a estreia no dia 25 de Maio de 2003.

Desde esse dia, tem sido solicitado a divulgar as tradições da sua região, quer no campo musical, quer nas danças e cantares, quer nos trajes, baseando-se nas suas recolhas efetuadas.

Na tentativa de reviver o passado, o grupo apresenta a beleza e simplicidade do trajar, apresentando os seguintes trajes: noivos, lavradores, abastados, ver-a-deus, festa e romaria, domingueiros, vendedeira, camponeses, trabalhadores da feira, pastor, serrana, moleira e outros.

A sua participação em festas, romarias de norte a sul do país e internacionais (Alemanha e Suíça) tem contribuído para a divulgação do folclore da região da Beira Alta. Em 2007 passou a ser uma associação de natureza cultural e recreativa.

Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho

Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/santa-comba-dao-rancho-folclorico-e-etnografico-de-sao-joaninho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-18 15:26:012024-12-05 19:32:59Santa Comba Dão e o seu folclore
Grupo Folclórico do Corvo
Músicas no Concelho

Corvo e o seu folclore

Folclore no Corvo

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: Corvo
Grupo Folclórico do Corvo

O Grupo Folclórico do Corvo foi fundado em 1989, para preservar a riqueza histórica da música popular da ilha. Inicialmente chamava-se Grupo Folclórico da Sociedade Filarmónica Lira Corvense.

A primeira atuação do grupo integrou a visita do Presidente da República, Mário Soares, à ilha do Corvo, em 1989.

A sua tocata é composta por cordofones, nomeadamente o bandolim, o violão e a viola da terra. Das danças do grupo, destacam-se o Pezinho, o Viúvo, a Valsa, a Saudade, o Rema e a chamarrita.

Os trajes são, na maioria, de lã de ovelha, trabalhada nos teares tradicionais. As restantes são de linho, sarja ou de angrim, copiadas de alguns originais ainda existentes. Destacam-se também os barretes de lã, semelhantes aos que existem na Escócia, e que talvez tenham chegado à ilha através da rota dos baleeiros.

Além das diversas atuações que o grupo fez no Corvo, já se deslocou e atuou às restantes ilhas dos Açores. Apresentou-se também em Portugal continental e aos Estados Unidos da América.

Grupo Folclórico do Corvo

Grupo Folclórico do Corvo

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/vila-do-corvo-grupo-folclorico-do-corvo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 22:35:542024-12-20 23:00:38Corvo e o seu folclore
Grupo Folclórico Pauense
Músicas no Concelho

Lagoa (São Miguel) e o seu folclore

Folclore de Lagoa

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: São Miguel

03 grupos

  • Associação Cultural Grupo Jovem Pauense
  • Associação de Jovens de Lagoa “O GRUJOLA”
  • Grupo Folclórico Pauense
Associação Cultural Grupo Jovem Pauense

A Associação Cultural Grupo Jovem Pauense fundada em 1987, tendo como objetivos a preservação e divulgação da genuinidade das tradições culturais da sua terra.

Esta Associação tem vindo a desenvolver, desde que o início da sua criação, um trabalho minucioso de estudo, levantamento e recolha dos trajes, danças, cantares e instrumentos utilizados pelo povo da freguesia de Água de Pau.

A recolha efetuada teve como fontes de pesquisa peças de vestuário expostas no Museu Carlos Machado de Ponta Delgada, bem como diversas indumentárias guardadas por pessoas que as herdaram dos seus antepassados.

Para além das inúmeras atuações que já realizou em todos os concelhos da ilha de S. Miguel e noutras parcelas açorianas, o grupo orgulha-se de já ter participado em prestigiados festivais de folclore de caráter nacional e internacional no Continente Português.

Grupo Folclórico Pauense

Grupo Folclórico Pauense

Associação de Jovens de Lagoa “O GRUJOLA”

O Grujola, designação abreviada de Grupo de Jovens de Lagoa, foi fundado em 1978 no Concelho de Lagoa por um grupo de jovens, incluindo alguns do anterior grupo de folclore de Nossa Senhora do Rosário.

Desde a sua fundação, o Grujola tem desenvolvido atividades de carácter recreativo, desportivo e cultural, nomeadamente jogos, provas desportivas, teatro e folclore, tendo-se dedicado, nos últimos anos, apenas ao folclore. Fazem parte do grupo cerca de 35 elementos ativos.

Tem realizado diversas atuações em todos os concelhos da ilha de São Miguel, bem como em outras ilhas, em Portugal Continental, Espanha, Madeira, Estados Unidos da América e Canadá.

No ano de 1995, o grupo Grujola preparou uma gravação áudio no antigo C.A.T.E com o grupo infantil (versão cantada e instrumental), com algumas músicas do folclore micaelense para apoio às escolas, tendo participado também, em 1997, no programa “Natal dos Hospitais”. Nesta altura é lançado o 1º número da revista “Reviver”, elaborada e organizada por alguns elementos do grupo, com recolhas de informação, entrevistas e fotografias de aspeto de património local, tais como artes e ofícios do Concelho.

Em 1997, 1998 e 2006, o Grujola promoveu três cursos de instrumentos de corda, nomeadamente viola da terra e violão.

Em 1997, foi inaugurada a sede do grupo folclórico Grujola, sito junto à Piscina Municipal, que resultou da adaptação/ remodelação do antigo edifício do Matadouro Municipal de Lagoa, recuperando todos os elementos arquitetónicos de valor ainda existentes.

CONTACTOS

Rua do Vigário, 1
9560 Lagoa (N. Sra. do Rosário)

 

2 Comments
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/lagoa-acores-grupo-folclorico-jovem-pauense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 22:40:352024-02-22 23:19:21Lagoa (São Miguel) e o seu folclore
Grupo Folclórico da Casa do Povo de Guadalupe
Músicas no Concelho

Santa Cruz da Graciosa e o seu folclore

Folclore em Santa Cruz da Graciosa

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: Graciosa

02 grupos

  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Praia da Graciosa
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Guadalupe
Grupo Folclórico da Casa do Povo de Guadalupe

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Guadalupe, com sede na freguesia de Guadalupe da Ilha Graciosa, foi constituído em 6 de abril de 1978.

Na mente dos fundadores predominou a vontade de estudar e conhecer as canções do povo graciosense, desde as suas origens, sem esquecer as influências e naturais evoluções a que através dos tempos estiveram sujeitas.

Este grupo tem mantido o desejo de recordar e conservar toda a tradição das modas antigas, chamadas regionais e as modas novas com a sua coreografia.

Dele fazem parte 30 elementos que se desdobram em Reis de Natal, Reis de Matança, Violas e cantadores. No seu desfile etnográfico representam as mais variadas profissões da ilha.

Já atuou em todas as ilhas dos Açores, na Madeira e em Portugal continental, além algumas deslocações a outros países da Europa e da América.

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Guadalupe

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Guadalupe

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/santa-cruz-da-graciosa-grupo-folclorico-da-casa-do-povo-de-guadalupe.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 22:44:172024-12-20 21:06:29Santa Cruz da Graciosa e o seu folclore
Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho
Músicas no Concelho

Mondim de Basto e o seu folclore

Folclore em Mondim de Basto

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Vila Real
Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho

A aldeia de Vilarinho fica situada ao fundo da encosta do Monte Farinha, no Concelho de Mondim de Basto. Em tempos bastante remotos, as pessoas cantavam e dançavam nas desfolhadas, nas cegadas do centeio e nas arrancadas do linho.

Sobretudo aos fins-de-semana, os rapazes pegavam na concertina, tocando, cantando ao desafio e dedicando serenatas às raparigas pela noite dentro.

A fundação do grupo foi possível com a ajuda de duas professoras da região. Isto aconteceu em 1960, embora tivesse uma atividade bastante razoável, só em 1979 é que foi formalmente legalizado.

A maior parte dos nossos trajes são de trabalho, pois há 100 anos, a maioria das pessoas eram pobres e trabalhavam no campo. Havia meia dúzia de casais que viviam melhor e que por isso envergavam outro tipo de indumentária.

As danças mais típicas são: desgarrada, chula, vira e malhão. O grupo é bastante ativo, tendo-se apresentado pelo país de norte a sul do País e no estrangeiro.

Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho

Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/mondim-de-basto-grupo-folclorico-e-recreativo-de-vilarinho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 22:47:422024-12-14 19:53:24Mondim de Basto e o seu folclore
Rancho Folclórico de Silvares
Músicas no Concelho

Fundão e o seu folclore

Folclore no Fundão

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Baixa
  • Distrito: Castelo Branco

04 grupos

  • Rancho Folclórico As Cantarinhas do Telhado
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpedrinha
  • Rancho Folclórico de Silvares
  • Rancho Os Pastores do Açor da A.R.C.
Rancho Folclórico As Cantarinhas do Telhado
Rancho Folclórico As Cantarinhas do Telhado

Rancho Folclórico As Cantarinhas do Telhado

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpedrinha

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpedrinha foi fundado em 1982, por um grupo de crianças da catequese. Durante os primeiros anos esteve sediado no Teatro Clube de Alpedrinha.

Após um período de inatividade (1989-2001), foi reativado, em 2002, pela Casa do Povo de Alpedrinha.

Tem participado em festivais de folclore, festas e romarias e organiza anualmente o seu próprio festival.

O grupo é composto por cerca de 35 elementos e o seu reportório é baseado nas tradições da Beira Baixa, com cantigas e danças que homens e mulheres cantavam e dançavam nos campos na altura das mondas, ceifa, descamisa, debulha do milho e na apanha da azeitona.

Compõem a tocata acordeões, ferrinhos, reco-reco, adufes, bombo e pandeireta acompanhados por cantadores e cantadeiras.

Os trajes dos componentes são os que se usavam antigamente, tais como: noivos, domingueiros e de trabalho.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpedrinha

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpedrinha

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico de Silvares

Fundado em 1947, aquando das comemorações do bicentenário do concelho de Fundão, o Rancho Folclórico de Silvares tem por objetivo perpetuar os usos e costumes do povo de Silvares.

As danças e os cantares estão timbrados e calejados nas vozes e nos pés dos dançarinos, no toque do bombo, do pífaro e das pedras do rio Zêzere.

A recolha etnográfica que se iniciou no século XIX e se mantém até à atualidade permite um património de trajes únicos e coleção de lenços de seda, peças únicas e de inestimável valor.

Só meio século depois do início do trabalho de campo se tomou consciência de que este deveria ser perpetuado através de um grupo de folclore, nascendo então o Rancho Folclórico de Silvares. O património material recolhido encontra-se depositado num dos projetos do grupo – a Casa Museu D. Ilda Valentim mesquita.

É sócio efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico de Silvares

Rancho Folclórico de Silvares

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/fundao-rancho-folclorico-de-silvares.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 22:32:212024-11-10 12:10:33Fundão e o seu folclore
Rancho Folclórico "Os Avieiros" do Escaroupim
Músicas no Concelho

Salvaterra de Magos e o seu folclore

Folclore em Salvaterra de Magos

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Santarém

06 grupos

  • Grupo de Danças Os Lusitanos de Marinhais
  • Rancho Etnográfico da Várzea Fresca
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos
  • Rancho Folclórico do Granho
  • Rancho Folclórico “Os Avieiros” do Escaroupim”
Grupo de Danças Os Lusitanos de Marinhais

Renascido em 1980 do rancho fundado nos anos 60, o Grupo de Danças Os Lusitanos de Marinhais tem participado em muitos festivais de folclore, quer a nível nacional, quer em Espanha, França e Holanda.

Os trajes, exemplos da maneira como se vestiam os antepassados, são alusivos ao meio rural, passando pelo rico, domingueiro de trabalho, cocheiro, moleiro, e trabalhador rural. Nas mulheres, temos a mordoma, ceifeira, domingueira, aguadeira e outros trajos.

Grupo de Danças Os Lusitanos de Marinhais

Grupo de Danças Os Lusitanos de Marinhais

Rancho Etnográfico da Várzea Fresca

O Rancho Etnográfico da Várzea Fresca foi fundado a 24 de janeiro de 2009, tendo como objetivo representar os usos, costumes e tradições do seu povo. Distinguem-se dos demais pelas suas modas que representam as experiências da vidas e suas origens: moda a dois passos, valsa do fidalgo, verde-gaio valseado, bailarico de todos, valsa danada, passo largo, corridinho, trigueirinha, fandango.

Rancho Etnográfico da Várzea Fresca

Rancho Etnográfico da Várzea Fresca

Rancho Folclórico da Casa do Povo da Glória do Ribatejo

O Rancho Folclórico da Casa do Povo da Glória do Ribatejo nasceu pela mão de Celestino Graça, Fez uma primeira apresentação, em 1956, na Feira do Ribatejo, em Santarém. Foi integrado na Casa do Povo, em 1962, e adotou, a partir daí, a nomenclatura por que hoje é conhecido.

A sua atuação ultrapassa, em muito, o canto, a dança e o traje, promovendo a recriação de ambiências e vivências, como o casamento, o trabalho, a tradição oral, a praça, a taberna, a gastronomia, a festa, a infância, o lazer, a religião, o sentimento, o luto, o traje. O seu espetro de intervenção restringe-se à sua freguesia, representando, dessa forma, a charneca ribatejana e, em particular, as singularidades da cultura gloriana.

O Rancho é membro efetivo de várias instituições de defesa e promoção do património cultural, da Federação do Folclore Português, INATEL, Homo Taganus e Aldeias Históricas de Portugal.

Esta atitude constante de entrega e defesa da causa pública tem sido reconhecida em diversas ocasiões, de que se destacam a atribuição da Medalha de Mérito Municipal – grau de prata, em 1997, e o Estatuto de Instituição de Utilidade Pública, publicado no Diário da República, em 1 de março de 2011.

Rancho Folclórico da Casa do Povo da Glória do Ribatejo

Rancho Folclórico da Casa do Povo da Glória do Ribatejo, foto Música Portuguesa

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos foi fundado em 1980. Não houve nessa altura grandes cuidados etnográficos, tendo enveredado por uma formação estereotipada com o traje único do emblemático Campino, e manteve-se assim durante 2 décadas.

Em 2000, o Rancho de Salvaterra encetou um rigoroso processo de reestruturação e ao longo destes anos tem tentado recuperar tudo o que ainda é possível, com o intuito de poder representar, promover e divulgar as gentes de Salvaterra e suas vivências em finais do século XIX, princípios do Séc. XX, preservando assim as danças, cantigas, trajes, gastronomia, jogos e lendas.

Os trajes deste rancho estão estreitamente ligados às gentes do campo, pelas suas variantes de trabalho, domingueiros e trajes de festa, nomeadamente trajes de ir à feira e o traje de gala do Campino.

Apostando cada vez mais na utilização dos instrumentos tradicionais, tais como o harmónio, a gaita-de-beiços e a concertina, o rancho tem-se vindo a aproximar dos sons que se faziam ouvir nos bailes ou noutras manifestações lúdicas dos nossos antepassados, através dos fadinhos, bailaricos, verde gaios, fandangos.

Tem difundido por todo o país, incluindo as Ilhas e também além fronteiras, a cultura salvaterrense.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos

Rancho Folclórico do Granho

O Rancho Folclórico do Granho foi fundado a 18 de outubro de 1962. Apareceu em público pela primeira vez na festa das vindimas, na vila de Muge. Usavam como símbolo uma bandeira feita de papel, que era da tradição as raparigas solteiras fazerem, para oferecer ao patrão no dia da adiafa. Desde então percorreu Portugal de norte a sul, apresentando as suas tradições, em festas, romarias e festivais de folclore e nos mais variados eventos.

Em 2014, iniciou novo projeto como parceiro FIFCA – Festival Internacional de Folclore, Cultura e Artes do Concelho de Almeirim, onde tem colaborado desde então.

O Granho fica situado no centro de uma das grandes herdades agrícolas do Ribatejo, a Casa Cadaval. As cantigas e danças deste rancho fazem parte de um exaustivo trabalho de pesquisa efetuado ao longo dos anos, junto da comunidade granhense.

O trajar é uma cópia fiel das gentes desta região, principalmente do Granho e zonas confinantes.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Rancho Folclórico do Granho

Rancho Folclórico do Granho

Rancho Folclórico “Os Avieiros” do Escaroupim

O Rancho Folclórico “Os avieiros” do Escaroupim foi fundado em 1943. Procura ser veículo da peculiar cultura “avieira”. Dá a conhecer um Ribatejo distinto daquele que certamente será mais familiar, onde surgem associados campinos e touros: apresenta o Ribatejo das “gentes da Borda d’água”.

Avieiros foi a expressão atribuída a um dos principais movimentos migratórios a que Portugal assistiu no inicio do século XX. Trata-se de um movimento sazonal praticado por pescadores da Praia de Vieira de Leiria que durante o Inverno, procuravam no Tejo o sustento das suas famílias. Fugiam ao mar revoltoso da Praia da Vieira, e regressavam à Praia da Vieira no inicio da Primavera.

A alegria e espírito festivo uniam este povo, rodopiando as peixeiras a noite toda em danças, recuperadas pelo grupo.

CONTACTOS

962 116 569

Rancho Folclórico "Os Avieiros" do Escaroupim

Rancho Folclórico “Os Avieiros” do Escaroupim

Rancho Folclórico Regional de Foros de Salvaterra

Rancho Folclórico Regional de Foros de Salvaterra apresenta como modas tradicionais: verde-gaio valseado, passado e das vindimas, vira do Manuel Sentana, bailarico do João Firmino, bailarico das Figueiras, passo largo, fandango, entre outras.

Os seus trajes são variados e ricos, desde trajes de trabalho (mondadeira, aguadeira, de trabalho na eira, singeleiro, farda de campino de trabalho e de gala), trajes de domingar, traje de noivo e noiva, traje de bibe e traje de ganga azul.

Rancho Folclórico Infantil dos Foros de Salvaterra

Rancho Folclórico Infantil dos Foros de Salvaterra

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca resulta de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/salvaterra-de-magos-rancho-folclorico-os-avieiros-do-escaroupim.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 18:26:042021-10-18 03:03:50Salvaterra de Magos e o seu folclore
Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”
Músicas no Concelho

Estarreja e o seu folclore

Folclore em Estarreja

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Beira Litoral Vareira)
  • Distrito: Aveiro

02 grupos

  • grupo etnográfico Danças D’Aldeia de Pardilhó
  • Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”
Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”

O Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã” foi fundado em 1982 e divulga os usos e costumes das gentes do Antuã. Foi-lhe dado o nome de “Tricaninhas” em homenagem à “Tricana”, rapariga do campo, que com os seus trajes típicos da região de Aveiro e com a sua beleza, enriqueceu os Concelhos do Distrito.

O coletivo é constituído por 50 elementos. Do seu património fazem parte, entre outros, trajes e alfaias do final do século XIX. Danças em que se lembram a monda do arroz, a desfolhada, o moleiro, a rusga do Antuã são um alto contributo para a salvaguarda do Património Cultural do nosso Povo e Região.

Anualmente promove um Festival de Folclore, participam nas tasquinhas de Santo António e na Semana de Salreu.

Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”

Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/estarreja-rancho-folclorico-as-tricaninhas-do-antua-de-salreu.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 18:18:502024-11-10 12:04:53Estarreja e o seu folclore
Grupo Etnográfico da Região da Lousã
Músicas no Concelho

Lousã e o seu folclore

Folclore na Lousã

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra
grupo etnográfico da Região da Lousã

O grupo etnográfico da Região da Lousã foi fundado em 2004. Tem como principais objetivos recolher, preservar e reviver as tradições afetas à etnografia de toda a região da Serra da Lousã. Relembra-as a quem ainda as viveu,transmite-as às gerações mais novas, dá-lhes a conhecer toda a riqueza desses valores culturais do passado, na tentativa de sensibilizar as camadas mais jovens da comunidade para a continuidade dos seus objetivos.

O grupo etnográfico da Região da Lousã reporta as suas atividades a finais do século XIX e princípio do século XX. Destaque para a participação em festas de folclore, animação das Aldeias de Xisto (recriações tradicionais de descamisadas, magustos, apanha da azeitona, casamentos, matanças do porco e festas das aldeias).

Em várias localidades do concelho apresenta cânticos do Ciclo do Natal, Reis e Janeiras, faz recriações do Carnaval e do Ciclo da Quaresma “Cantando às Almas”. Dele faz parte o grupo de Concertinas Cordas e Cantares do GERL. Participa nas marchas de S. João, em mostras e feiras e gastronomia e tem a Escola de Instrumentos Tradicionais da Serra da Lousã.

Grupo Etnográfico da Região da Lousã

grupo etnográfico da Região da Lousã

É membro aderente da Federação do Folclore Português.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/09/lousa-grupo-etnografico-da-regiao-da-lousa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-09-17 16:01:552024-11-13 23:25:18Lousã e o seu folclore
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