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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa
Músicas no Concelho

Cabeceiras de Basto e o seu folclore

Folclore em Cabeceiras de Basto

História e atividade dos grupos etnográficos

Associação Grupo Folclórico de S. Nicolau – Cabeceiras de Basto

O folclore representa a principal atividade da Associação Grupo Folclórico de S. Nicolau – Cabeceiras de Basto. Desde a sua fundação, em 2002, esta coletividade tem recebido cada vez mais solicitações para participar em festivais, festas e romarias, promovendo desta forma o folclore e a etnografia das gentes de Basto.

Lugar da Cumieira
4860-136 Cabeceiras de Basto
Tlm.: 962 348 815 | 253 661 483 | 969 616 555

Associação Rancho Folclórico – As Lavradeiras da Vila de Cavez

Constituída em 21 de fevereiro de 2015, a Associação Rancho Folclórico – As Lavradeiras da Vila de Cavez tem como objeto social a valorização e defesa do folclore regional, a promoção do seu estudo, investigação e difusão. Com sede no Lugar de Moimenta, a Associação Rancho Folclórico – As Lavradeiras da Vila de Cavez pretende, também, promover, preservar e recolher danças, trajes, instrumentos e canções das regiões. A Associação visa, assim, desenvolver e promover manifestações culturais através da música e no convívio salutar entre os associados, bem como nas diversas atividades culturais e recreativas promovidas dentro e fora do nosso concelho.

Grupo Coral e Recreativo Os Ceifeiros de Santo André

O Grupo Coral e Recreativo ‘Os Ceifeiros de Santo André’ está sedeado em Vila Nune. Fundado em 1997, tem vindo a dedicar-se à recolha de letras e músicas populares que interpretam com gosto e satisfação, recordando os usos e costumes de um passado recente que o tempo ajuda a esquecer.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

O Rancho Folclórico Os Camponeses da Arosa é uma associação etnográfica sediada no Lugar de Arosa, na freguesia de Cavêz, concelho de Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga. Fundado em 1982, o grupo tem como objetivo preservar e promover as tradições culturais e folclóricas da região. Ele participa regularmente em festivais e eventos culturais, como a Festa do Fumeiro em Cabeceiras de Basto.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

Tamonde – Arosa
4860-152 Cavez
Tlm.:  965 198 152 |  936 029 512

Rancho S. João Baptista de Cavez

Fundado em 1989, o Rancho Folclórico S. João Baptista de Cavez é uma coletividade que tem como objetivo principal desenvolver atividades de cariz etnográfico e folclórico. Tendo Cavez como centro da sua ação, participa em festas e romarias, em encontros e concursos divulgando e promovendo os usos e costumes daquela localidade em particular e do concelho em geral.

Centro Comunitário
Rua Camilo Castelo Brancos
4860-157 Cavez
Contacto: 253 654 619 | 933 716 178

Rancho Folclórico Os Camponeses de Arosa

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/cabeceiras-de-basto-rancho-folclorico-os-camponeses-de-arosa-2018.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-21 13:44:172024-11-17 13:24:58Cabeceiras de Basto e o seu folclore
Centro de Formação Musical de Mêda
Músicas no Concelho

Mêda e as suas escolas de música

Escolas de Música de Mêda

Ensino da Música no Concelho

Centro de Formação Musical de Mêda

O Centro de Formação Musical de Mêda (CFM) é um projeto do Município de Mêda, que visa a promoção do ensino da música, nas vertentes de formação musical e de instrumento, no nosso concelho. Dos instrumentos lecionados, destacam-se o violino, piano, clarinete, saxofone, guitarra clássica, precursão, trompete, violoncelo, contrabaixo e muitos mais.

Os alunos do CFM contam com aulas semanais individuais de instrumento, aulas de classe de conjunto e ainda aulas de formação musical. Graças a acordos existentes, é facultada aos alunos do CFM a oportunidade de realizar exame de equivalência ao respetivo grau, no Conservatório de Música de Viseu. A par destas atividades, são ainda dinamizadas aulas de expressão musical nas instituições de ensino pré-escolar do concelho, e são ainda promovidos projetos na comunidade como o Orfeão de Mêda.  Através do CFM, o Município de Mêda colabora com a Banda Filarmónica do Aveloso, proporcionando desta forma o acesso a uma formação de nível elevado a todos os membros daquela associação cultural.

Centro de Formação Musical de Mêda

Centro de Formação Musical de Mêda

O Centro de Formação Musical  ao promover concertos, encontros, estágios e outras atividades, assume um papel da mais elevada importância no enriquecimento da oferta cultural do concelho de Mêda.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/meda-cfmm-encerramento-ano-escolar-cfm-2017-ft-cmm.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-20 16:19:552024-12-20 20:03:20Mêda e as suas escolas de música
Encontro de Cantares de Janeiras 2020
Músicas no Concelho

Mêda e as suas tradições musicais

Tradições musicais do Concelho

No dia 12 de janeiro de 2020, no salão polivalente da Casa Municipal da Cultura, decorreu o encontro de Cantares 2020. Participaram os seguintes grupos:

  • Banda Filarmónica do Aveloso
  • Cavaquinhos da Academia Sénior de Mêda
  • Centro de Formação Musical de Mêda
  • Coro de S. Bento
  • Coro do Antigo Grupo de Jovens de Mêda
  • Orfeão de Mêda
  • Paróquia do Poço do Canto
  • Patronato de Mêda
  • Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Mêda e Ronda do Lugar

Em simultâneo, estiveram patentes uma exposição de bordados (realizados pelo grupo de bordadeiras do concelho de Mêda) e réplicas em madeira de instrumentos de trabalho usados na lavoura, elaborados por Amaro da Gateira.

A embelezar o palco estavam expostos produtos endógenos do concelho trazidos por alguns elementos da Academia Sénior, vários objetos antigos cedidos pelo Centro Cultural e Recreativo de Mêda e alguns figurantes que davam as boas vindas aos grupos de cantares.

Encontro de Cantares de Janeiras 2020

Encontro de Cantares de Janeiras 2020

De referenciar que o Encontro de Cantares das Janeiras foi acompanhado pela RTP1, com vários diretos para o programa “Domingo à tarde”, nomeadamente a partir do restaurante Sete & Meio, onde a proprietária Teresa Cruz mostrou a confeção do prato típico “Grelos à Pobre” e com a tecedeira Fernanda Tairum que explicou como se trabalha no seu tear.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros
Músicas no Concelho

Ponte da Barca e o seu folclore

Folclore de Ponte da Barca

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Minho (Alto Minho)
  • Distrito: Viana do Castelo

15 grupos

  • Associação Desportiva e Recreativa de Santiago
  • Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega
  • Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde
  • Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto
  • Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
  • Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros
  • Rancho Folclórico de Azias
  • Rancho Folclórico de Bravães
  • Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios
  • Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães
  • Rancho Folclórico de S. João
  • Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía
  • Rancho Folclórico do Lindoso
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca
  • Rancho Folclórico Os Lavradores do Paço do Lima Lavradas
Associação Desportiva e Recreativa de Santiago

Vila Chã de Santiago

Sediada no Lugar de Igreja, freguesia de Vila Chã (Santiago), concelho de Ponte da Barca, a Associação Desportiva e Recreativa de Santiago é uma associação de natureza desportiva, recreativa e cultural constituída a 10 de julho de 1998.

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

Carnaxide (Oeiras)

Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde

Sediado na freguesia de Cuide de Vila Verde, concelho de Ponte da Barca, o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde é uma associação de natureza etnográfica constituída a 24 de outubro de 1980.

Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca

Ponte da Barca

Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca

Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros

O Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros, Ponte da Barca, foi fundado em 1948 por um grupo de pessoas que na época moravam e trabalhavam na casa Senhorial da Boavista. Nessa altura juntaram-se para participar no cortejo que integrava as festas concelhias, em honra de S. Bartolomeu. Após esta primeira participação nas festividades, fizeram uma recolha a nível dos trajes utilizados pelos seus ascendentes para integrá-los no grupo, dando especial atenção aos utilizados nos trabalhos do campo e aos utilizados ao domingo para ir à missa ou festas e romarias tanto pelas pessoas mais pobres como pelas mais ricas da freguesia.

É o rancho mais antigo do Concelho de Ponte da Barca e um dos mais antigos do distrito de Viana do Castelo. É composto por cerca de 57 elementos com idades entre os 3 e os 82 anos, divididos pela dança, tocata e figurantes. Atuou em todo o país e estrangeiro, em particular Espanha e França, em diversas romarias, festivais de folclore e arraiais populares.

Na sua larga oferta a nível de danças e cantares tem para apresentar modas provenientes do meio rural e que se desenrolavam no final dos trabalhos do campo. Para além destas recolhas também incide e apresenta modas de romaria que ainda hoje são motivo de animação em diversas romarias da região.

A nível de registos fónicos conta com cerca de 10 discos de vinil, 6 cassetes e dois CD. A nível de televisão, esteve presente nas décadas de 60 e 70 do séc. XX, em 1992 e, em 2004, no programa da RTP, Praça da Alegria.

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros

Está filiado na Fundação INATEL desde 2008 e é sócio-efetivo da Federação do Folclore Português desde 2013.

Rancho Folclórico de Azias

Azias

O Rancho Folclórico de Azias é uma associação de natureza etnográfica que transmite as tradições do cantar e do dançar do Alto Minho.

Rancho Folclórico de Azias

Rancho Folclórico de Azias

Rancho Folclórico de Bravães

O Rancho Folclórico de Bravães foi fundado em 1957. Após mais de três décadas sem atividades, por iniciativa de um grupo de pessoas, com o apoio da associação Os Canários de Bravães e da Junta de Freguesia, o Rancho renasceu e fez a sua 1ª atuação no dia 27 de maio de 2007, nas festas em honra de Nossa Senhora de Fátima.

Rancho Folclórico de Bravães

Rancho Folclórico de Bravães

Tentando preservar os costumes e as tradições da freguesia, o Rancho teve a preocupação em fazer uma recolha de danças e cantares que já estavam esquecidas pelas gentes da freguesia.

Sendo a freguesia de Bravães uma das mais ricas do concelho na preservação e cultura do linho, este rancho apresenta na sua etnografia todos os utensílios no trabalho do mesmo, desde o linhar até à tecedeira. É um grupo bastante jovem, composto por cerca de 50 elementos. Das suas danças e cantares fazem parte: chula de Bravães, vira de Bravães, vira de Fila, Sete Saias, Limão Verde.

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, concelho de Ponte da Barca, foi fundado em 2000, por iniciativa de um grupo de jovens da freguesia que se empenhou em fazer renascer os usos e costumes, aliados às danças e cantares tradicionais da freguesia, tendo ainda como objetivo, recolher, preservar e divulgar as tradições do povo.

Tem atuado pelo Concelho nas mais diversas festividades e romarias, entre elas, na romaria mais emblemática do Alto Minho, a Romaria de São Bartolomeu de Ponte da Barca.

Tem ainda levado o seu Folclore a várias regiões do país, participando em festividades e festivais de folclore; e ainda com atuações em outros países, nomeadamente França (Paris e Bordéus), Andorra e Mónaco.

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, proveniente de uma freguesia caracterizada pela cultura da terra, apresenta diversos trajes, que variam consoante a atividade representada: o traje de noivos; de mordomas; trajes de semana (de trabalho), homens e mulheres do campo. As dançadeiras e os dançadores apresentam o Traje Domingueiro de São Miguel.

tocata

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Reco-reco

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Rancho Folclórico de Entre-Ambos-os-Rios

Assim, com os seus cantares e danças, entre elas, a cana verde, a chula e o vira, bem como os seus trajes, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, pretende promover e divulgar a cultura e tradições do seu povo, retratando as épocas passadas.

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

O Grupo Folclórico de Paço Vedro de Magalhães nasceu em 1984 na freguesia do Alto Minho com o mesmo nome, inserida na região da Ribeira Lima, com um riquíssimo património etnográfico e folclórico. A constituição deste grupo surgiu pela necessidade que a população sentiu de lembrar e perpetuar no tempo todo um conjunto de várias tradições ancestrais e não deixar assim cair no esquecimento as lembranças dos antepassados.

Procedeu-se a uma vasta recolha para fazer renascer os cantares, modas e trajes de outros tempos, recorrendo para isso sobretudo à memória dos habitantes mais antigos. Destacam-se dessas tradições recolhidas, cantares ligados a modas de romaria e de terno, danças como o vira e a cana verde, que se perdem no modo de vida das gentes das Terras da Nóbrega (modo de vida esse que tinha a sua exaltação pelo trabalho, pelo amor e pelas atividades de lazer típicas dos homens e mulheres do campo) e ainda ricos trajes, como o que é exibido pelas nossas dançadeiras, cópia fiel do traje das “Cachadinhas”, de uso domingueiro do início do Século XIX, oriundo da família das Cachadinhas do lugar de Talhós desta freguesia.

Reco-reco

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

Tréculas

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães

O grupo tem marcado presença em inúmeras festividades e festivais de folclore, tanto nacionais como internacionais, sendo já bastante conhecido em todo o país. De destacar o Festival de Folclore do Alto Minho, que se realiza há duas décadas e no qual o grupo representa o concelho de Ponte da Barca.

Rancho Folclórico de S. João

Vila Chã S. João

Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto

O Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto é uma associação de natureza artística, cultural e etnográfica, sediada no Lugar do Mosteiro, freguesia de Crasto, concelho de Ponte da Barca, constituída a 5 de fevereiro de 1982.

Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía

O Rancho Folclórico de Vila Nova de Muía é uma associação de natureza etnográfica sediada no Lugar de Padim, freguesia de Vila Nova de Muía, concelho de Ponte da Barca constituída a 8 de fevereiro de 1994.

Rancho Folclórico do Lindoso

O Rancho Folclórico de Lindoso foi criado em 1999. Como muitas outras comunidades da região, Lindoso não tinha tradição de grupos de danças e cantares organizados, ou seja ranchos folclóricos. A tradição de Lindoso era o hábito da dança nas eiras, juntas dos espigueiros. Mas com as profundas mudanças ocorridas no mundo rural ao longo das últimas décadas, estas atividades tradicionais continuaram a ser ameaçadas com a extinção.

O Rancho Folclórico de Lindoso tem vindo a contribuir para a preservação das tradições locais. Hoje dançar ao tom da concertina está em moda em Lindoso. Este grupo tem atuado nas mais diferentes terras de Portugal, desde o Alto Minho ao Algarve e estreou-se no estrangeiro, em 2005, com uma atuação na vizinha Espanha.

A tocata é composta por ferrinhos, reco-reco, bombo, cavaquinho, carrapetas e concertina. Dela soam belas músicas que, com os cantares simples mas belos e melodiosos, se refletem nas lindas danças que recordam, com saudade, a salutar alegria dos tempos de outrora.

O Rancho Folclórico de Lindoso é composto, essencialmente, por jovens, que aprenderam a dançar nos ensaios. Desde 2005 funciona a Escola de Concertina. Os jovens da região estão motivados para aprender a tocar o instrumento mais popular e característico do Alto Minho. Ao mesmo tempo que proporciona formas de ocupar o tempo livre dos jovens, estas iniciativas permitem uma reflexão da realidade cultural e social das terras periféricas, mostrando, preservando e transmitindo as suas tradições ás gerações mais novas.
O sucesso do Rancho Folclórico de Lindoso, ao longo destes quinze anos da sua existência, deve se ao grande empenho dos seus membros/pessoas com as danças e cantares da sua terra no coração.

O apoio da Junta de Freguesia de Lindoso, da Câmara Municipal de Ponte da Barca, do antigo Instituto Português da Juventude (IPJ) agora Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e do Instituto Nacional para Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores (INATEL) tem sido imprescindível. O Engº. Jorge Miranda, na altura Técnico da ADERE-PG, ainda hoje é considerado o grande responsável pela criação do Rancho Folclórico de Lindoso.

Rancho Folclórico e Cultural de São João Baptista

Vila Chã

Rancho Folclórico e Cultural de São João Baptista

Rancho Folclórico e Cultural de São João Baptista

Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca foi fundado em 1950 e é hoje um dos grandes embaixadores do folclore da Região do Alto Minho.

Assimilando toda a riqueza histórica e cultural deste concelho plantado junto ao rio Lima, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca tem como uma das suas primordiais funções a recolha e preservação da tradição popular desta terra, procurando difundi-la, tanto em Portugal como no estrangeiro.

As danças são bem mexidas e alegres. A chula, a cana verde e o malhão são danças típicas do Alto Minho e fazem rodar as saias das raparigas que, todos os anos no dia 23 de Agosto, dançam até de manhã, no Largo da Urca, na já afamada Romaria de S. Bartolomeu.

Os trajes de trabalho, usados nas lides do campo, são confecionados como antigamente, com as suas saias em lã, tecida nos teares, peúgas em lã de ovelha, camisa de estopa também tecida em tear, colete de fazenda bordado a lã de cor, avental de lã, franjeiro na cabeça e socos abertos.

Os trajes domingueiros ou de romaria, são pretos, vidrilhados, chinela preta rebicada na ponta, meia branca de algodão, ostentando na cabeça um lenço também de algodão. Os brincos à rainha e os cordões de ouro.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca

Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca

Rancho Folclórico Os Lavradores do Paço do Lima

Lavradas

O Grupo Cultural e Recreativo Lavradores do Paço de Lima é uma associação de natureza cultural, recreativa e etnográfica, sediada no Lugar da Igreja, freguesia de Lavradas, concelho de Ponte da Barca constituída a 11 de junho de 1992.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Musical de Monção
Músicas no Concelho

Monção e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Monção

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Musical de Monção
  • Banda Musical de Tangil
  • Filarmónica Milagrense – Associação Cultural Recreativa e Social

Extintas:

Banda de Valadares

Música Nova de Tangil

Banda Musical de Monção

O registo mais antigo que se conhece está inscrito numa ata da Santa Casa da Misericórdia de Monção, de 25 de Fevereiro de 1792, e nessa época, era conhecida por Banda de Muzica da Vila. Presume-se que a sua existência seja ainda anterior.

Em 1792, Gonzallo José de Moiños, de nacionalidade Espanhola, foi o primeiro Maestro. Em 1830, já a Banda abrilhantava festividades sendo maestro o abade D. Lourenço, também, de nacionalidade espanhola e capelão do Palácio da Brejoeira. A Filarmónica era constituída por 15 músicos.

De maestro em maestro, uns formados em Monção, outros contratados, civis e militares, chegou-se a 1918, ano em que passou a chamar-se Banda dos Bombeiros Voluntários de Monção, por deliberação da Direcção. Em 1890, foi feita a primeira fotografia da Banda da qual já faziam parte 20 músicos. Em 1933, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Monção, deliberou em reunião do executivo, outorgar-lhe o titulo honorifico de Banda Municipal de Monção, pelos brilhantes serviços prestados à cultura.

Em 1945, participou na inauguração do Estádio de Futebol do Riazor, Corunha Espanha. Em 1969, por força de lei foram elaborados os seus primeiros Estatutos, e inscreveram-se os primeiros 120 sócios fundadores, passando a chamar-se Banda Musical de Monção, titulo que mantém.

Na década 1970/80, gravou diversos discos, com o maestro Miguel de Oliveira. Em 1971, classificou-se em 3º lugar no Concurso de Bandas Civis de 1o Categoria (Palácio Cristal/ Porto). Em 1980, a Câmara Municipal de Monção, em sessão pública, outorgou-lhe a medalha de ouro do Município pelos seus mais de 150 anos ao serviço da Cultura. Em 1984, gravou a sua primeira cassete, com o maestro Viriato Araújo. Em 1996, classificou-se em 3º lugar na participação na RTP2, programa “À Volta do Coreto”. Em 1998, foi declarada instituição de utilidade pública. Em 2005, gravou o primeiro CD, com o maestro José Vicente. Em 2006, dirigida pelo Maestro José Vicente Simeó, a Banda Musical de Monção foi vencedora do Concurso de Bandas Filarmónicas da Cidade de Aveiro.

Em 2009, gravou o CD Contrastes Sinfónicos (Maestro José Vicente).

De 1792 a 2014, conhecem-se 23 maestros, destacando-se entre outros: Gonzallo José de Moiños (1792), abade D. Lourenço (1830), Miguel Maria Pereira (1880), Sargento Músico, Luis José Gonçalves (Mestre Luis – 1897 a 1928), Sargento Músico Sebastião José Passos (1928 a 1952) Oscar Ferreira, Luis Lourenço, Sargento Músico Manuel Ferreira Pais, Miguel António Peixoto de Oliveira (1964 a 1983), Manuel Silva Lourenço (1983), Sargento Chefe, Viriato Carneiro Araújo (1983 a 1986), Sargento Chefe, Domingos José Campos Cardoso (1986 a 2003) e José Vicente Simeó Mañez (desde 2003), este, de nacionalidade espanhola.

Banda Musical de Monção

Banda Musical de Monção

A Banda Musical de Monção participou em milhares de festividades e em todo o tipo de eventos culturais como romarias, procissões, concertos, encontros de bandas, concursos, geminações de Municípios, gravações, receções oficiais, homenagens e atos solenes.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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Banda Musical da Casa do Povo de Tangil

A Banda Musical de Tangil, ou Banda Musical da Casa do Povo de Tangil, é uma associação de natureza cultural e filarmónica sediada em Tangil, concelho de Monção, distrito de Viana. A sua fundação perde-se na bruma dos tempos. O segundo e terceiro regentes, tendo vindo de Arcos de Valdevez para reger a Banda, aqui acabaram por contrair matrimónio. Deles existem os respetivos registos no Arquivo Paroquial.

A Banda teria sido fundada em 1838, tendo saído a público pela primeira vez na festa do Divino Salvador, Padroeiro da freguesia, motivo pelo qual se chamou, durante muitos anos, Banda de Música do Divino Salvador de Tangil. Do seu fundador e primeiro regente, apenas se sabe que se chamava Delfim e que era natural de Braga. Passando por Tangil a caminho de Espanha, teria pedido abrigo para passar a noite e repousar, mas depois de dar a conhecer o que fazia na vida e de instado a ficar por cá, ficou a residir no lugar de Fornelos, trabalhando na sua profissão – sapateiro. Depressa conquistou a simpatia de todos e a sua oficina passou a ser o centro de convívio dos homens e dos rapazes do lugar, que os quais animava com as melodias que executava no clarinete.

Assim começou a nascer o gosto pela música e a ideia da formação de uma pequena Banda de Música. Tal projeto começou a contagiar os tangilenses e o entusiasmo foi tal que D.ª Francisca Rosa Joana de Barbeitos Padrão, da Casa de Ladreda, decidiu oferecer à Banda o seu primeiro instrumental. Conta-se que a Banda, como reconhecimento por tal gesto, quis prestar à benemérita justa homenagem, mas a festa não foi aceite por se encontrar de luto pelo falecimento de seu marido, o Capitão João Manuel de Sousa Lobato, falecido em 1837. Daqui se deduz que a Banda terá nascido em 1838.

O seu fundador durante cerca de 37 anos se manteve como regente, vindo a falecer na freguesia que adotara como sua e onde havia constituído família.

Em 1926, em certame organizado em Riba de Mouro e no qual participou também a extinta Banda de Valadares – Monção, foi a Banda de Tangil que ganhou a medalha de ouro. A partir de 1926, a Banda começou a ter certa projeção além fronteiras e da Galiza todos os anos surgiram convites para a Banda atuar em festas daquela zona. Em 1933, divergências surgidas no seio da Banda entre o regente João Luís Rodrigues e vários componentes, deram origem ao seu desmembramento e à criação de nova Banda de Música, passando a existir duas Bandas de Música na freguesia, a Música Velha e a Música Nova.

Foram seus regentes os maestros João Luís Rodrigues e Amadeu Neves (Abílio Oliveira Cardoso), respetivamente. A rivalidade entre as duas bandas era grande, provocando constantemente conflitos entre os componentes e apoiantes das bandas. Em 1936 a divisão e rivalidade deram lugar à concórdia e as duas bandas voltaram a unir-se. Em 1955, devido ao estilo do seu novo fardamento (tipo oficial militar) e à sua apresentação, adotou o nome de Banda Musical dos Cadetes de Tangil, designação que usou até à sua integração na Casa do Povo. Mas, apesar da sua existência secular e atividade constante, a Banda não passava de uma pequena banda com pouco mais de duas dezenas de elementos. A partir de 1965, pela ação do regente regressado do serviço militar, que prestara serviço como músico da Banda do Regimento de Infantaria nº 6 – Porto, a Banda começa a ter maior evolução. Cativou jovens para a Banda, aumentando ano após ano o número dos seus executantes e melhorando a sua preparação artística.

Em 1970, foi integrada na Casa do Povo de Tangil, passando a chamar-se Banda Musical da Casa do Povo de Tangil e a usufruir das suas instalações como sede. Em 1986 concretizou-se um velho anseio – a substituição do velho instrumental brilhante por novo instrumental de afinação normal. Em 1997 foi condecorada pela Câmara Municipal de Monção com a medalha de ouro do Município, sendo considerada Instituição de Mérito no Campo Cultural.

Em 2003 gravou o 1º CD, lançado em 2004. Nesse ano, a convite da Câmara Municipal de Monção, participou no Programa da RTP 1- Praça da Alegria, em representação do concelho.

De entre os seus 16 regentes, além do atual, é de justiça destacar a ação do maestro João Luís Rodrigues, por ser aquele que mais tempo esteve à frente dos seus destinos e que, por isso, mais contribuiu para a sua existência, pese embora o seu abandono por três vezes: em 1929, por ter emigrado para o Brasil, onde permaneceu dois anos; de 1941 a 1943 e de 1946 até Setembro de 1950, para ir reger a Banda de Riba de Mouro. Porém, a ele se deve hoje a existência da Banda, porque em anos de crise, como dos anos 60, em que a nossa juventude emigrou em massa para fugir à guerra do ultramar, a Banda ficou reduzida a um limitado número de componentes, mas nunca desfaleceu e foi capaz de ultrapassar as dificuldades, adaptando o reportório aos músicos de que dispunha e mantendo a Banda sempre no ativo.

A Banda está federada na Federação de Bandas Filarmónicas do Minho e participa anualmente em várias romarias, festas e concertos, bem como em encontros de bandas: festivais ibéricos de bandas, em Monção; festivais de bandas do Alto Minho, em Viana do Castelo e noutros concelhos do distrito; festivais de bandas organizados pela Junta Central das Casas do Povo e pelo INATEL; encontros de bandas em Tuy, Lanhelas, Alcanede e Pêro Pinheiro.

Vários dos seus músicos seguiram a carreira profissional e fazem hoje parte de bandas do Exército, G.N.R. e P.S.P., e outros seguem o estudo da música em escolas profissionais. Tem em funcionamento uma Escola de Música.

Natural da freguesia de Tangil e clarinetista da Banda da G.N.R. do Porto, Daniel Óscar Lobato Vieira é regente e professor na Escola de Música da Banda.

Banda Musical da Casa do Povo de Tangil

Banda Musical da Casa do Povo de Tangil

No dia 7 de agosto de 2021 foi divulgada nas redes sociais a estreia da obra musical “Taagilde 1838”, dedicada e inspirada na Freguesia de Tangil – ou de Taangilde, como em tempos se chamava. O concerto aconteceria nesse dia no exterior do Centro Cultural do Vale do Mouro, e com lotação limitada, seguindo todas as normas recomendadas pela DGS.

Filarmónica Milagrense – Associação Cultural Recreativa e Social

A Filarmónica Milagrense – Associação Cultural Recreativa e Social, anteriormente designada de Filarmónica Milagrense,
está sediada no Lugar de Milagres, freguesia de Cambeses, concelho de Monção. É uma associação de natureza cultural, recreativa e social constituída em 1995. Alterou estatutos e denominação em 2005.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/moncao-banda-musical-de-moncao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 18:30:072024-11-13 23:10:06Monção e as suas filarmónicas
Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez
Músicas no Concelho

Oliveira do Hospital e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Oliveira do Hospital

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Fundada em 1856, a Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez é umas das associações mais antigas do Concelho de Oliveira do Hospital. Conta com uma escola de música com dois pólos (Aldeia das Dez e Chão Sobral) e 34 executantes com idades entre os 9 e os 77 anos para alem de um Maestro a tempo inteiro, João Seiroco.

A Filarmónica Fidelidade é a maior atração cultural da Freguesia de Aldeia das Dez e uma das mais representativas do Concelho de Oliveira do Hospital. A Filarmónica comemora a sua existência em 15 Setembro, simultaneamente com os Festejos de Nossa Senhora das Dores a padroeira da Filarmónica.

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

Associação Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/oliveira-do-hospital-associacao-filarmonica-fidelidade-de-aldeia-das-dez.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 18:29:022021-07-17 22:51:14Oliveira do Hospital e as suas filarmónicas
Banda de Música de Oliveira de Frades
Músicas no Concelho

Oliveira de Frades e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Oliveira de Frades

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Oliveira de Frades

A Banda de Música de Oliveira de Frades teve a sua primeira atuação pública a 1 de maio de 1932, na festa do Mártir S. Sebastião, na Feira de Oliveira de Frades. Por escritura de 18 de janeiro de 1991, foi dotada de estatutos ficando assim constituída como Associação autónoma, com o nome de Banda de Música de Oliveira de Frades. Joaquim da Silva Moreira, membro fundador, foi grande dinamizador e maestro da Banda até 1977, data em que motivos de saúde o impediram de prosseguir o trabalho. A Banda de Música esteve presente, em 1984 em Budingen – Alemanha, na 6ª Competição Internacional de Música obtendo as medalhas de Prata – 2° Prémio em Palco, e de Bronze – 3° Prémio na Marcha.

O principal objectivo desta Banda é o desenvolvimento das capacidades culturais, nomeadamente através da execução prática de peças musicais divulgando assim a música e a arte. É constituída por cerca de 50 elementos e tem uma Escola de Música, em regime gratuito, que garante a continuidade da Banda.

Banda de Música de Oliveira de Frades

Banda de Música de Oliveira de Frades

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/oliveira-de-frades-banda-de-musica-de-oliveira-de-frades-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 18:28:032024-12-05 20:34:54Oliveira de Frades e as suas filarmónicas
Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”
Músicas no Concelho

Moura e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Moura

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense
  • Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”
  • Sociedade Filarmónica Amarelejense SFUMA
  • Sociedade Filarmónica União Mourense
Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

O Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões” foi fundado em 1926. Mantém, desde então, uma Escola de Música e uma Banda Filarmónica. Esta tem mantido um bom nível de atuações em que atuou pelo País e se a Espanha. Conta com 36 elementos e é dirigida por José Faustino Peralta.

CRAM

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

A Coletividade tem varias condecorações, entre elas a Medalha de Ouro da Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

CRAM

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

Centro Recreativo Amadores de Música “Os Leões”

Sociedade Filarmónica Amarelejense SFUMA

Foi a 10 de junho de 1858 que a banda desta coletividade deu os primeiros passos pela mão de um italiano, de nome desconhecido que, trabalhando em Espanha por aqui apareceu e formou os primeiros músicos. Só a 15 de janeiro de 1932, com a constituição da Sociedade Filarmónica União Musical Amarelejense, a banda se instalou em sede própria, num imóvel cedido por uma família da localidade.

Dos muitos regentes que dirigiram esta filarmónica, destacam-se Domingos Monteiro Filipe, Mestre “Paróla” e, mais recentemente, Manuel Cipriano Ramalho.

Sociedade Filarmónica Amarelejense SFUMA

Sociedade Filarmónica Amarelejense SFUMA

A Banda Filarmónica de Amareleja tem-se apresentado desde o Centro até ao Sul de Portugal e em algumas povoações espanholas. Entre encontros de bandas, serviços contratuais ou outros de carácter prestativo, a banda esteve sempre em atividade. É constituída por cerca de 45 elementos sendo a grande maioria amadores saídos da Escola de Música, escola frequentada por mais de 25 alunos.

Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense

Banda centenária, a Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense esteve na origem do Círculo Artístico Musical Safarense, fundado em 13 de maio de 1920, onde foi integrada e tendo como objetivo “O Ensino e Cultivo da Música”. Durante décadas, registou intensa atividade e participou de modo particular nas cerimônias da tradicional Semana Santa em Safara. Devido ao êxodo rural e à guerra colonial, a Banda iria ter, nos anos 1960-70, um período de inatividade.

Reorganizada em 1980, com significativa participação da juventude e sob a ativa orientação, prestada a titulo gracioso do seu regente Joaquim Bicho Gonçalves, coadjuvado por alguns músicos, a Banda Filarmónica de Safara tem desempenhado uma função relevante a nível local e na difusão da cultura musical, realizada através de centenas de atuações em mais de cinquenta localidades de Portugal e de Espanha.

Participou em 1991, como representante do distrito de Beja no 1° Festival Nacional de Bandas Filarmónicas da Feira Popular de Lisboa. Tocou, a convite do Governo Civil de Beja, nas cerimónias do início da presidência Portuguesa no Conselho das Comunidades Europeias realizadas em Beja em 01 de janeiro de 1992.

Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense

Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense

Composta por quarenta elementos oriundos da sua escola de música, esteve igualmente na base da criação, em 1986, da Escola de Samba de Safara, que regista diversas atuações na região, em Loulé, Évora, Mealhada, Montijo, e pela sétima vez em Torres Vedras.

Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”

A Sociedade Filarmónica União Mourense foi fundada a 16 de Agosto de 1921 e, com ela, a sua Banda. Em 1926, um incidente de carácter político conduziu à divisão dos elementos da Banda e à criação imediata de outra Banda em Moura. A Sociedade Filarmónica União Mourense iniciou desde logo uma reorganização a partir dos cinco músicos restantes e oito meses depois, a 1 de Maio de 1927 a Banda saiu à rua, recebendo da população a alcunha de “Amarelos”.

A Banda de Música é uma das principais atividades da Sociedade, tendo sido distinguida várias vezes. Foi 1ª classificada num certame realizado em Beja em 1933. Venceu a Taça “O Clube mais Querido de Moura”, instituído pelo Jornal “A Planície” em 1953. Obteve a Medalha de Ouro de Instrução e Arte em 1962. Participou no Grande Festival de Bandas Civis organizado pela F.N.A.T. em 1974.  Representou o Distrito de Beja no programa da RTP “25 Milhões de Portugueses” em 1974. Recebeu a Medalha de Mérito Associativo, diploma de 01-05-1977. Participou no Festival da EDP de Bandas de Música Civis (Grupo A), em 1984. Apresentou-se em inúmeros festivais de bandas, concertos, festas populares, romarias, inaugurações e desfiles ao longo dos últimos anos.

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense “Os Amarelos”

Por ordem cronológica que foram seus regentes, desde a  fundação: Joel Carraça, António Maria Valente, Januário Augusto, António Malcato, António Lopes da Fonseca, Fausto, Martinho Mariano Ganhão, Joaquim António Ramos, Alberto Galanducho, José Pires Florindo, Idália Caeiro, Francisco Rolo, Carlos Amarelinho e Marisa Caraça.

A Banda da S.F.U.M. “Os Amarelos” é composta por cerca de 40 elementos, de idades entre os 12 e 40 anos.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Mondim de Basto e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Mondim de Basto

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Banda Filarmónica Mondinense

A Banda Filarmónica Mondinense está inativa desde 1985.

O autor mondinense José Teixeira da Silva apresentou, no dia 15 de março de 2021, na Biblioteca Municipal e perante uma numerosa plateia, a sua obra “Banda Filarmónica Mondinense”.

O serão abriu com uma pequena demonstração musical protagonizada pela Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves, seguindo-se a apresentação do livro com intervenção do Presidente da Câmara, Humberto Cerqueira e da Vice-Presidente, Teresa Rabiço, que aproveitaram a ocasião para revelar que a autarquia já iniciou contactos para revitalizar a Banda Filarmónica Mondinense, desativada desde 1985.

Convidado a apresentar este livro, o poeta e escritor Luís Jales de Oliveira, enalteceu as qualidades de diversas personalidades mondinenses nas diferentes áreas artísticas, exaltando o orgulho de pertença à comunidade mondinense.

José Teixeira da Silva pretendeu perpetuar a história da Banda Filarmónica mais antiga do país, transpondo para o livro os pormenores da sua formação, as pessoas que a integravam e a importância que teve na vida social de Mondim de Basto.

O Grupo de Fados de Mondim encerrou a noite com um pequeno concerto que dedicou ao autor do livro, mas também a antigos elementos da Banda Filarmónica Mondinense que quiseram marcar presença.

Filarmónicas de Mondim de Basto

Filarmónicas de Mondim de Basto

Desativada desde 1985, foi noticiado em 2015 pela TSF que Autarquia pretendia revitalizá-la em breve.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/mondim-de-basto-banda-filarmonica-mondinense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 18:26:452021-07-25 11:47:40Mondim de Basto e as suas filarmónicas
Moimenta da Beira
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Filarmónicas de Moimenta da Beira

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Moimenta da Beira

A Banda Filarmónica de Moimenta da Beira, integrada na Associação Cultural e Recreativa de Moimenta da Beira, apresentou-se a 25 de abril de 2026 sob a direção artística do seu maestro Daniel Bordignon.

As tradições filarmónicas no Concelho remontam à Sociedade Recreativa e Musical de Moimenta da Beira, extinta, que foi fundada a 8 de dezembro de 1879.

Moimenta da Beira

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