Em 2015, a Câmara de Montalegre anunciou a criação da Escola de Musica Tradicional do Larouco como objetivo promover o ensino da gaita-de-foles e de precursão tradicional para pessoas de todas as idades – informou a agência Lusa a 30 de setembro desse ano.
A escola abriria portas no dia 10 de outubro e as aulas decorreriam às sextas-feiras e aos sábados, na vila de Montalegre, distrito de Vila Real.
O vice-presidente do município, David Teixeira, salientou que esta escola é a “concretização um sonho que, ao longo de vários anos, foi ganhando corpo” e lembrou que este género musical “faz parte da identidade e das origens” das gentes locais.
“A gaita-de-foles tem a ver com a cultura celta enraizada neste território, tem a ver com os pastores e a montanha e a nossa identidade, com a presença de cultura castreja neste território”, afirmou à agência Lusa.
David Teixeira disse que a aldeia de Pitões das Júnias “sempre teve um grupo de gaiteiros”, no entanto, referiu que, nos últimos anos, muitos dos seus músicos tiveram que sair do concelho à procura de emprego.
“Agora queremos dar oportunidade de formação a mais pessoas e fomentar o aparecimento de outros grupos de animação que durante o ano possam abrilhantar as nossas festas”, frisou.
A iniciativa nasceu de uma parceria entre a autarquia, a Academia de Artes de Chaves e a Associação Projeto Enraizarte.
Para Marcelo Almeida, diretor da Academia de Artes, Montalegre “é exemplo na forma de gerir e investir na cultura tradicional”.
“Abrir esta escola é, também, descentralizar para um local com muita tradição oral e musical”, acrescentou.
Por sua vez, Gorete Carneiro, do Ecomuseu de Barroso, salientou que esta é uma “oportunidade única”, sobretudo para “transmitir às novas gerações a identidade musical da região”.
O objetivo era abrir duas turmas na escola, uma para toda a comunidade e outra dirigida aos mais novos. Por isso mesmo, o projeto foi apresentado pelos professores nos diferentes ciclos de ensino do Agrupamento de Escolas Doutor Bento da Cruz. Numa fase inicial, estava previsto o curso funcionar com três disciplinas nucleares (formação musical, classe conjunto e instrumento).
A Academia de Artes de Chaves tinha-se tornado recentemente na primeira e única escola do país autorizada a lecionar gaita-de-foles e percussão tradicional na disciplina de instrumento da componente de formação técnica do plano de estudos do curso profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão.
Escola de Musica Tradicional do Larouco
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/montalegre-emtl-2016.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-18 23:47:222024-11-07 19:39:52Montalegre e as suas escolas de música
Largo Dr. António Alves da Costa, 27
6050 Alpalhão
Coreto de Alpalhão, Nisa
Nisa
Praça da República
Coreto, Praça da República, Nisa, créditos Diário de Bordo
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/nisa-alpalhao-coreto.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-18 22:04:162024-12-19 19:30:36Nisa e os seus coretos
Primo do Padre Ângelo Minhava, autor da Marcha de Montalegre, Pedro Minhava Reis nasceu em Montalegre, em 1998. Teve o seu primeiro contacto com o clarinete com António Coelho na Banda Musical de Parafita (numa aldeia da freguesia de Viade de Baixo, junto à albufeira dos Pisões).
Em 2012 ingressou na Academia de Música Valentim Moreira de Sá na classe de Vítor Matos com o qual estudou até 2016.
Foi aceite na Universidade de Música e Artes performativas de Viena nas classes dos professores Johann Hindler e Christoph Zimper onde ainda irá concluir os estudos.
Foi premiado em diversos concursos nacionais e internacionais.
Teve a oportunidade de tocar como substituto em várias orquestras de renome como Mozarteumorchester Salzburg e a na Wiener Staatsoper.
Em 2019 ganhou o lugar de clarinete baixo no Stadttheater Klagenfurt.
Em junho de 2021 ganhou a posição de clarinetista solista principal na Radio Symphonieorchester Wien.
Pedro Minhava Reis, clarinetista, de Montalegre, créditos Alison Lie
Reciclanda
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GRUPOS MUSICAIS DIVERSOS
Gaiteiros de Pitões das Júnias
Pitões das Júnias
5470-370 Montalegre
Grupo Coral de Montalegre
Coro
Grupo de Cantares de Salto
Associação de natureza etnográfica
Grupo Sol Nascente
Grupo de baile
Luis Pedreira
Cantor/Actor/Comediante
Mariana Pedreira
Cantora/Atriz
Os Corajosos de Salto
Grupo de Concertinas
Rua central, nº 50
5470-430 Salto
Os Lordes
Grupo de Concertinas
Rapazões da Venda Nova
Grupo de Concertinas
TriBô + 1
Grupo Covers Pop/Rock
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/pedro-minhava-reis-clarinete-ft-alison-lie.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-18 20:10:462024-12-05 20:43:04Montalegre e os seus músicos
Sugestões para uma rota musicoturística no Funchal
Além das igrejas com órgão de tubos, o Musorbis pretende realçar no Concelho outros elementos que permitam aos turistas observar a arte com uma perspetiva musical mais rica.
Jardins da Fundação Berardo
Na Glosas, Música Entre Artes, de 11 de agosto de 2021, um artigo de Luzia Rocha destaca pormenores de Iconografia musical do painel do argentino Alberto Cedrón (1937-2007) “considerado um dos maiores artistas plásticos do seu país e também um dos mais abrangentes, já que a sua obra abarca desenho, ilustração, pintura, escultura, arte mural, gravura, entre outros.
De 1994 a 1996 Cedrón realizou uma série de quarenta painéis de azulejo (2,20 x 1,60 m) que compõem a “História de Portugal”, desde a sua fundação até à adesão do país à antiga CEE, actual União Europeia. Estão os referidos painéis nos Jardins da Fundação Berardo, no Funchal, ilha da Madeira.
Luzia Rocha estudou a Iconografia musical nos cinco painéis referentes a cinco reinados.
“D. Dinis foi um reconhecido trovador medieval, também ele compositor de várias Cantigas de Amor. Era neto de Alfonso X de Castela (o Sábio). Foi na corte do seu avô que se compôs (ou recolheu) a poesia e a música que integram as Cantigas de Santa Maria, uma gigantesca colecção de canções devocionais louvando a Virgem Maria ou narrando milagres a ela atribuídos.”
Painéis de azulejo de Alberto Cedrón, Funchal, créditos Glosas
“Nesta imagem de Cedrón vemos um trovador que canta e toca um cordofone dedilhado, com formato periforme. Parece ser um instrumento do tipo do alaúde mas o cravelhame não é o correcto para tal instrumento. Assume-se que foi intenção do artista representar mais o tipo de acompanhamento dos trovadores do que um instrumento em particular. Acompanham-no duas mulheres, uma cantando e a outra não cantando. Talvez o artista pretendesse uma evocação da presença feminina nas Cantigas de Amigo.”
O segundo painel refere-se ao reinado de D. Fernando I (1345-1382). Nele “vemos vários populares aglomerados em descontente manifestação, identificando-se, em primeiro plano, um mendigo, coxo, que leva um instrumento cordofone. A prática musical estava bastante aliada à mendicidade e às esmolas, nas classes baixas. O cordofone, mais uma vez, não é exacto no que concerne à organologia. Quiçá uma sanfona e um cego pudessem melhor representar a visão do artista referente às classes populares mendicantes (conforme nos atestam outras fontes iconográfico-musicais), mas tal não foi a opção de Cedrón.”
Painéis de azulejo de Alberto Cedrón, Funchal, créditos Glosas
Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas
A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.
Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho
Região: Beira Litoral (Pinhal Interior Norte)
Distrito: Coimbra
Concelho: Oliveira do Hospital
07 grupos
Grupo Folclórico da Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira
Rancho Folclórico “As Camponesas do Alva”
Rancho Folclórico de Santo António do Alva
Rancho Folclórico e Cultural de Lagares da Beira
Rancho Folclórico “Estrelas da Manhã”
Rancho Folclórico Rosas de Vila Franca
Rancho Folclórico Sampaense
Grupo Folclórico da Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira
A Associação Cultural da Freguesia de Seixo da Beira foi fundada em 1981. Tem como objetivo a promoção cultural dos seus associados e a recolha e divulgação do património artístico, cultural e etnográfico da freguesia de Seixo da Beira. Com a finalidade de defender o património cultural da freguesia, o Rancho Folclórico e iniciou a recolha de usos e costumes de todos os lugares da freguesia não apenas nos versos, nas músicas, nas coreografias, mas também nos seus trajes que são, essencialmente, dos finais do século XIX início do século XX. Na confeção dos diversos trajes foram utilizados, entre outros, o serrubeco, a saragoça, a chita, a gorgorina, o riscado e o merino.
O rancho tem participado em festas e festivais de Norte a Sul de Portugal e em Espanha. Com o objetivo da promoção cultural dos seus associados, foi implementada uma escola de música e organizado um grupo de teatro.
Morada
Rua dos Combatentes Grande Guerra, nº4
3405 – 446 Seixo da Beira
Associação Cultural e Recreativa de Lagares da Beira
Com o objetivo de alegrar as festas de Carnaval em Lagares da Beira e nas localidades circunvizinhas, alguns lagarenses fundaram, em 1978, um grupo com o nome Rancho da Mocidade Recreativa. Foi constituído em 1980, sob a designação Associação Cultural e Recreativa de Lagares da Beira. A esta associação pertence um Rancho Folclórico desde a sua constituição e uma escola de música desde 1992.
Como principais iniciativas tem a Festa do S. João e suas marchas Populares, um Festival de Folclore, a Desfolhada e a Festa da Castanha, pelo S. Martinho. Participa, ao longo do ano, em diversos festivais e festas para as quais é convidado. O rancho apresenta-se em trajes regionais alusivos a diversas atividades que se exerciam e ainda se exercem em Lagares da Beira, como o camponês, os ceifeiros, o pastor, o pedreiro, a lavadeira, o padeiro, os noivos e a gente fina.
A tocata do rancho é composta por acordeão, concertina, bandolim, bombo, ferrinhos, pandeireta e reco-reco.
Nas danças, cantam-se entre outras: “Priminha vamos à monda”, “Vira dos quatro”, “Doba dobadoura” ou “Meninas ao meio”.
Morada
Rua Dr. Francisco Borges Mendes Cruz, nr.1
3405- 193 Lagares da Beira
Associação Progressiva Santo António do Alva
Fundado em 1978, por altura do Carnaval, inicialmente com a designação Rancho Folclórico Princesas do Alva, foi oficializado sob o nome Rancho Folclórico de Santo António do Alva, em 1982. Em 1987 foi integrado no Departamento Cultural da Associação Progressiva de Santo António do Alva . Em 1996 foi inscrito no Departamento de Etnografia do INATEL – Coimbra.
Os jovens e adultos que constituem o rancho têm particular interesse na recolha de cantares tradicionais, música e danças, utilizadas pelo seu povo. Até os trajes, essencialmente pobres, de cores pálidas, eram de rara beleza, sobressaindo um ou outro ao domingar. Por condição, todos estes trajes eram confecionados com tecidos da época: surrubeco, brocado, cotim, agrim, riscado, chita, linho, estopa, gorgorina, entre outros. As chinelas, as tamancas, os tamancos abertos e fechados e as botas de atanado constituíam o calçado do dia-a-dia na aldeia.
O rancho organiza, anualmente, o seu Festival de Folclore, sob a designação “Festa do Folclore”.
Morada
Rua da Capela, 1
Santo António do Alva
3400 – 576 Santo António do Alva
Rancho Folclórico As Camponesas do Alva
Supõe-se que foi o primeiro Rancho Folclórico devidamente organizado que apareceu na região. Fundado pelo médico local Dr. Vasco de Campos e pelo funcionário de finanças Sr. Ernesto Caetano Abranches fez a sua estreia em público nas célebres festas de S. Pedro a 29 de Junho de 1936. Com as suas danças e cantares, o Rancho faz reviver os costumes das gentes da lavoura que, quando regressavam dos campos depois de um dia de trabalho, cantavam alegremente.
Aquando da sua fundação os trajos das “Camponesas do Alva” eram uniformes, as mulheres vestiam saias verdes, com barra de cetim preta e avental, as blusas eram brancas debruadas a espiguilha vermelha e xaile. Usavam lenço de caxemira e chapéu de palha de aba larga calçavam meias de algodão arrendadas e chinelas pretas. A pandeireta com muitas fitas de várias cores era o adereço que as mulheres usavam para darem mais brilho e cor nas suas atuações.
Os homens vestiam calças de sarja, camisas brancas e o lenço vermelho ao pescoço. Usavam chapéu preto de aba, facha azul à cintura e calçavam botas. Hoje, são essencialmente trajos de trabalho, retratando a imagem de um povo rural.
No dia 24 de Julho de 1989, o Rancho efetuou o seu primeiro Festival Nacional de Folclore de Avô, uma iniciativa que se tem mantido desde essa altura.
Em 2007 torna-se sócio aderente da Federação do Folclore Português, sendo já efetivo.
Em 2009 tornou-se sócio do INATEL.
Fez a sua primeira estreia em público nas festas de S. Pedro, na Vila de Avô, em 1936.Tanto naquele tempo como nos dias de hoje, o Rancho Folclórico, com as suas danças e cantares, faz reviver os costumes das gentes da lavoura que, quando regressavam dos campos depois de um dia de trabalho, cantavam alegremente. Uma das quadras do seu Hino transmite esse sentir:
Cantai a vossa canção Cantai, cantai dia a dia Que sabe melhor o pão Criado com alegria.
Dessas danças e cantares algumas ficaram na memória passando de geração em geração, e hoje fazem parte do repertório de Rancho.
Os trajes usados são representativos dos usados nos trabalhos da época: agricultores, pescadores e resineiros. Avô sempre foi terra de fidalgos e também os trajes dessas famílias aparecem representados no Rancho.
O Grupo tem participado em inúmeras festas, romarias e festivais nacionais de folclore por todo o País. Conta com algumas deslocações ao estrangeiro nomeadamente: Espanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Bélgica e Dinamarca.
Desde 1989 que realiza anualmente o seu Festival de Folclore e organiza, de há uns anos a esta parte, a Feira de Fim de Século XIX e o Encontro de Cantares Natalícios na Igreja Matriz de Avô.
É Membro Efetivo da AFERM (Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego) e Sócio do INATEL. Tornou-se Membro Efetivo da Federação do Folclore Português em 2009.
Morada
Centro Cultural Dr. Vasco de Campos
3400-362 Avô
Rancho Folclórico Cultural de Lagares da Beira
Em 1981, um grupo de lagarenses resolveram retomar a tradição das marchas de S. João, formando o Rancho da Mocidade e Recreativa de Lagares da Beira. Em 1982, já com o nome de Rancho Folclórico e Cultural de Lagares da Beira, organizou o seu 1º Festival Nacional de Folclore. Em 1985 constituiu-se como Rancho Folclórico e Cultural de Lagares da Beira.
Implantado na encosta da Serra da Estrela, representa: o Pastor, o Lagareiro, o Pedreiro, o Domingueiro, os Noivos, as Doceiras, o Lavrador, o Agueiro, o Moleiro, entre outros.
Rancho Folclórico Cultural de Lagares da Beira
Morada
Rua Dr. Francisco Borges Mendes Cruz
3400 – 193 Lagares da Beira
Rancho Folclórico “Estrelas da Manhã”
Andorinha é uma pequena aldeia situada entre a Serra da Estrela e a Serra do Caramulo, pertencente ao Concelho de Oliveira do Hospital e Freguesia de Travanca de Lagos. Antigamente vivia do trabalho de campo. O gado que criavam e os produtos que a terra produzia, tais como, o centeio, a cevada, o milho, a batata e o feijão, entre outros, permitiam às famílias a sua sobrevivência.
No ano de 1997, em brincadeiras carnavalescas surgiu a ideia de formar um pequeno rancho com os jovens da terra de Andorinha para desfilar apenas no dia de Carnaval. Assim surgiu em 1997 o Rancho Folclórico Estrelas da Manhã, cujo nome deriva de um rancho do ano de 1953.
Este Rancho tenta preservar os costumes dos antepassados, sendo as músicas e danças recolhidas entre as pessoas idosas da nossa aldeia. Os trajes representam as várias atividades que nesse tempo existiam, como os romeiros, os canastreiros, os apanhadores de azeitona, os vindimadores, os pedreiros, entre outros.
Morada
Largo José Pais – Liga de Melhoramentos Andorinha
3405 – 485 Travanca de Lagos
Rancho Folclórico Rosas de Vila Franca
Vila Franca da Beira situa-se na zona da Cordinha, concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, embora se encontre na linha de transição entre a Beira Alta e a Beira Litoral. O rancho foi fundado em 1986, pela D. Miquelina Dinis que, de porta em porta, pedia aos miúdos e a músicos para dançarem e cantarem no projeto do Rancho Folclórico que pretendia formar. Surgiu assim o Rancho Infantil e Juvenil Rosas de Vila Franca da Beira, que durante alguns anos enfrentou várias dificuldades de nível financeiro e logístico.
Só a perseverança e empenho dos colaboradores em não deixar esquecer os usos e costumes da região, fez com que este rancho tivesse continuidade, estando hoje em pleno funcionamento.
Em 1991 organizou o seu 1º Encontro de Folclore e em 1992 o 1º Festival de Folclore, em Vila Franca da Beira.
Evoca e homenageia as diferentes classes sociais e as principais profissões, intimamente ligadas ao clima e geografia da região, nomeadamente: os noivos, os domingueiros e romeiros, fidalgos, tanoeiro, pastores, a queijeira, esposa do pastor, o tecelão e tecedeira, a ceifeira, o aguadeiro ou o resineiro, entre tantos outros.
Nas coreografias contam-se, sobretudo, danças de roda, o “vira da Cordinha” e “O Pastor”, modas típicas da região.
Ao longo destes anos, o rancho tem participado em inúmeros encontros e festivais de folclore de norte a sul do país, tendo-se deslocado também à Alemanha.
As instalações da União Desportiva e Tuna Vilafranquense são a sede do rancho, que conta com cerca de 35 elementos, com idades entre os 12 e os 75 anos.
Morada
Rua da União, nº. 25
3405 – 625 Vila Franca da Beira
Rancho Folclórico Sampaense
O Rancho Folclórico Sampaense foi fundado em 1976, tendo sido a primeira atuação pública a 14 de Agosto de 1977. Está integrado na Sociedade Recreativa Lealdade Sampaense.
A Beira Alta é das regiões portuguesas com manifestações etnográficas e folclóricas bem diferentes e definidas. Enquanto no vale ou planalto as danças e trajes tocam a essência senhorial, a parte serrana ou pastoril mostra-nos toda a crueza da vida dura da serra. É essa mensagem das gentes habituadas a galgar ladeiras e barrancos que o Rancho Folclórico Sampaense apresenta.
Os seus trajes incluem o dos Mordomos, Romeiros, Pastores, Doceira, Senhora Antiga, Domingueiro, Noivos, Canastreiro e Cesteira, fato de trabalho, Varejadora/Apanhadeira da Azeitona e Pedreiro.
O povo dedicava-se sobretudo ao fabrico artesanal do Queijo Serra da Estrela e aos trabalhos agrícolas, pois o solo apesar de montanhoso, é muito fértil.
Rancho Folclórico Sampaense
O trabalho de pesquisa e recolha de motivos etnográficos relacionados com o folclore prossegue ininterruptamente, sendo numerosas as peças já reunidas, especialmente no que toca a usos e costumes, trajes e utensílios.
Morada
Pavilhão Serafim Marques
Rua Alexandre Rodrigues, n.º6
3400 – 703 – S. Paio de Gramaços
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/oliveira-do-hospital-rancho-folclorico-sampaense.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-10 13:36:042021-09-29 21:46:54Oliveira do Hospital e o seu folclore
Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho
Região: Algarve
Distrito: Faro
Concelho: Olhão
Rancho Folclórico de Moncarapacho
O Rancho Folclórico de Moncarapacho foi fundado em 1963. Tem-se dedicado à recolha de danças e cantares, bem como de todos os seus trajes, dos quais fazem parte: o Aguadeiro, o Pescador, o Bioco, o Conquilheiro, além de outros trajes de trabalho e cerimónia. As suas danças sempre alegres e num ritmo contagiante são compostas por corridinhos, bailes de roda e baile mandado.
O Rancho tem participado em centenas de festivais nacionais e estrangeiros (França, Bélgica, Holanda, Itália, Marrocos, Suíça, Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Croácia, Hungria, Polónia, Bulgária, Eslovénia, Ucrânia e República Checa). É membro efetivo da Federação do Folclore Português.
RFM
Rancho Folclórico de Moncarapacho
Tocando búzio
Rancho Folclórico de Moncarapacho
Desde 1963, contribui para a preservação, salvaguarda do património imaterial e espírito de lugar das gentes de Moncarapacho (concelho de Olhão, distrito de Faro, região do Algarve).
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/olhao-rancho-folclorico-de-moncarapacho-buzio.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-09 22:26:002021-09-07 23:01:58Olhão e o seu folclore
Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho
Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
Distrito: Bragança
Rancho Folclórico de Vimioso
O Rancho Folclórico de Vimioso foi fundado em 1995, com o objetivo de recolher e preservar as danças, os cantares, os trajes e as tradições do nordeste transmontano. É uma das valências da Associação Centro Sociocultural de Vimioso.
Organiza, desde o ano da sua fundação, o Festival de Folclore de Vimioso, que conta com a participação de grupo de várias regiões do país, com os quais estabelece intercâmbios. Os componentes do grupo são oriundos de Vimioso, das aldeias do concelho e de localidades pertencentes a Miranda do Douro e a Bragança.
No seu reportório contam temas como “Ó Celeste vem comigo”, “Carrinho Transmontano”, “A Castanha do Ouriço”, “Os Pratos da Cantoneira”, “Loureiro” ou “Maganão”, recolhidos junto da população mais idosa do concelho de Vimioso.
Rancho Folclórico de Vimioso
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/vimioso-rancho-folclorico-de-vimioso.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-09 15:07:032024-12-20 20:59:59Vimioso e o seu folclore
Fundado em 1947, o Grupo Coral de Ourique, sediado na vila alentejana de Ourique, ficaria mais tarde inativo e foi reativado em 1997. Ensaiou na sede dos Bombeiros de Ourique. Canta modas extraídas do “cancioneiro popular” como “É tão grande o Alentejo”; “Sai a pomba do pombal”; “Almocreve – Lembra-me os tempos passados”. A 9 de agosto de 2021, não havia na rede quaisquer sinais de que se mantivesse ativo.
Grupo Coral de Ourique, 2017, no Campo Pequeno – Lisboa
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/ourique-grupo-coral-de-ourique.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-09 22:06:512025-04-24 13:27:32Ourique e o os seus coros
Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho
Região: Beira Alta (Viseu, Dão, Lafões e Terras do Demo)
Distrito: Viseu
06 grupos
Associação Cultural e Recreativa de Fornelo do Monte
Rancho Folclórico e Etnográfico “As Capuchinhas de S.Silvestre” de Vasconha
Grupo Recordações de Campia
Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Vouzela
Rancho Folclórico de Carvalhal de Vermilhas
Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato
Associação Cultural e Recreativa de Fornelo do Monte
Tel. (+00 351) 232 748 069
Sediada no lugar e freguesia de Fornelo do Monte no concelho de Vouzela, a Associação Cultural e Recreativa de Fornelo do Monte é uma associação de natureza cultural, desportiva e recreativa constituída em 1983.
Rancho Folclórico e Etnográfico “As Capuchinhas de S. Silvestre” de Vasconha
Rancho Folclórico e Etnográfico “As Capuchinhas de S.Silvestre” de Vasconha
Grupo “Recordações de Campia”
Tlm. (+00 351) 961 802 021
Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Vouzela
O Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Vouzela é uma associação de natureza etnográfica sediada no concelho de Vouzela.
Rancho Folclórico de Carvalhal de Vermilhas
O Rancho Folclórico de Carvalhal de Vermilhas renasceu no ano 2013, após muitos anos de inatividade. Associação de natureza etnográfica sediada no concelho de Vouzela, tem por objetivo a divulgação dos usos, costumes, danças e cantares da região. Conta com cerca de 37 elementos.
Rancho Folclórico de Carvalhal de Vermilhas
Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato
Associação Cultural e Recreativa de Vilar S. Miguel do Mato
Tlm. (+00 351) 964 808 758
Correio eletrónico: ranchodevilar@gmail.com
O Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato é uma associação de natureza etnográfica sediada no concelho deVouzela que tem por objetivo a divulgação dos usos, costumes, danças e cantares da região.
Em 1983, Armando da Costa, nascido e criado em Vilar, na altura com 73 anos de idade, começou a reparar na transformação que os usos e costumes da sua querida aldeia estavam a sofrer. Era preciso preservar essa herança secular que os seus avós tinham recebido dos seus antepassados. A identidade do Povo de Vilar não podia ser perdida. Estava lançado o grito de alerta, a juventude juntou-se aos mais idosos e, assim, nasceu o Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato.
Foram feitas recolhas de trajos, cantigas de trabalho, danças, rezas, orações, provérbios, adivinhas e cânticos religiosos. Orientados pelos mais velhos, começaram os ensaios e a seguir as primeiras atuações em público.
O Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato já percorreu quase todas as regiões do país, participando em festivais, romarias e outros eventos, divulgando a cultura popular da Região de Lafões.
Os seus trajos simples de Trabalho, de Romaria e Domingueiro, espelho de quem vivia da agricultura de sobrevivência, contrastam com a alegria das suas danças e cantares.
Danças de Romaria, de Terreiro, de Salão, de Amor, de Roubar e danças próprias de certas épocas do ano deixam transparecer algumas influências da Beira-Mar trazidas pelos almocreves e outros viajantes que cruzavam a nossa terra através da estrada romana e do Ribatejo para onde todos os anos se deslocavam grande número de pessoas da freguesia a fim de trabalharem na Lezíria Ribatejana ou na cava das vinhas (os “Bandos de Ratinhos”).
Assim, Indo Eu, Moda Nova, Loureiro, Pavão, Cruta da Macieira, Pedi-te um Beijo, Ora Anda Cá, Nunca t’eu Vera, Passe-Passe, Moda das Malhas e Está Aqui o Meu Coração são as modas que, entre as 48 que o Rancho dança, melhor transmitem toda a alegria das romarias dos tempos dos avós.
Em 2018, o Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato tornou-se o primeiro grupo folclórico do concelho de Vouzela a receber o título de Sócio Efetivo da Federação do Folclore Português.
Ser Sócio Efetivo da Federação do Folclore Português, ou ser federado como é mais comum dizer-se, é uma distinção muito importante para um grupo folclórico, pois é a certificação da sua qualidade, na medida em que respeita todos os requisitos estabelecidos pela Federação do Folclore Português. Esses requisitos passam pela proteção do conhecimento tradicional, pela salvaguarda do património imaterial e etnográfico, pela divulgação do folclore através de ações específicas, entre outros. Recolher, preservar e divulgar com a máxima autenticidade e verdade deve ser um dos pilares fundamentais do folclore português, pelo que o processo de admissão de novos associados é rigoroso, de forma a credibilizar esta arte popular, em especial, junto das entidades oficiais que normalmente apoiam este tipo de coletividades.
Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato
Após um trabalho árduo e moroso que se prolongou por 29 anos, e que incluiu a elaboração de um processo técnico com 78 páginas e quatro visitas técnicas, o Rancho Folclórico de Vilar de S. Miguel do Mato assinaria o Compromisso de Honra e receberia o diploma das mãos do Presidente da Federação do Folclore Português.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
Contacte-nos:
António José Ferreira:
962 942 759
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/vouzela-as-capuchinhas-de-sao-silveste-2017.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-09 11:53:082024-12-05 19:52:58Vouzela e o seu folclore
Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho
Beira Alta (Viseu, Dão, Lafões e Terras do Demo)
Distrito: Viseu
3 grupos
Rancho Folclórico de Nespereira (ACRENE)
Rancho Folclórico de São João da Serra
Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Vozes D’Aldeia
Rancho Folclórico de Nespereira (ACRENE)
O Rancho Folclórico de Nespereira (ACRENE) é uma associação de natureza etnográfica sediada no concelho de Oliveira de Frades que tem por objetivo a divulgação dos usos, costumes, danças e cantares da região.
Rancho Folclórico de São João da Serra
São João da Serra é uma freguesia essencialmente agrícola, pertencente ao concelho de Oliveira de Frades.
O Rancho Folclórico de São João da Serra foi fundado em 20 de Janeiro de 1982 para preservar as tradições da sua terra, os cantares e os trajes patentes nas suas atuações: os trajes de noivos, domingueiros e ceifeiros.
A tocata é composta por: acordeão, bandola, violão, bombo, ferrinhos, cavaquinho e braguesa.
Entre as danças tradicionais do seu reportório, destacam-se: vira, Sou Rendeira, Fruto da Macieira, Rosa Branca Toma Cor, Enleio, Rosinha, chula de Lafões, Pica o Pé, cana verde, Dobadoura e Videirinha.
Ceifas do centeio e da aveia, desfolhadas, vindimas, bailaricos e cultura do linho são alguns dos usos e costumes que o grupo procura preservar. Conta com atuações de norte a sul do país e também no estrangeiro.
Rancho Folclórico de São João da Serra
Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Vozes D’Aldeia
O Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Vozes D’Aldeia é uma associação de natureza etnográfica sediada no concelho de Oliveira de Frades que tem por objetivo a divulgação dos usos, costumes, danças e cantares da região. Foi criado em 2012 tendo como embrião a festa de final de ano do Jardim de Infância de Vila Chã. Com a colaboração do grupo de cantares “Vozes D’Aldeia” efetuaram a primeira atuação do que se veio a tornar o Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Vozes D’Aldeia.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/08/oliveira-de-frades-rancho-folclorico-de-sao-joao-da-serra.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-08-09 11:34:212024-12-05 20:33:56Oliveira de Frades e o seu folclore
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