Artigos

Banda Musical de Melres
Filarmónicas de Gondomar

Filarmónicas, história e atividades

  • Banda de São Cristóvão de Rio Tinto
  • Banda Musical de Gondomar
  • Banda Musical de Melres
  • Banda Musical de São Pedro da Cova
Banda Marcial S. Cristóvão de Rio Tinto

A Banda Marcial S. Cristóvão de Rio Tinto nasceu em 1937, sob a regência de José Neves (Saramago), como Banda Nova de Rio Tinto. Teve origem na extinta banda fundada há cerca de 150 anos. Está sediada na atual Rua da Boavista (antiga Rua Dr. Antunes Guimarães). Assumiu o nome do padroeiro da Cidade aquando das Comemorações das Bodas de Prata da Instituição.

BMSCRT

Banda S. Cristóvão de Rio Tinto

Banda Marcial S. Cristóvão de Rio Tinto

Em 1971, os associados conseguiram, à custa de muitos sacrifícios e sem o apoio de qualquer entidade oficial, comprar um terreno na Rua de Santa Luzia, para edificação da nova sede da associação (atual edifício sede), que foi  inaugurada em 1971, e viria a sofrer uma remodelação e ampliação significativa.

Tem abrilhantado festas e romarias de carácter religioso e não religioso e procissões com a sua música. Realizou inúmeros concertos e tem participado em vários eventos. Atua em romarias e guardas de honra a entidades oficiais, e participa em encontros de bandas. Organiza regularmente o seu Encontro de Bandas da Cidade de Rio Tinto – Concertos de Verão desde 2006. Participa em conceituados festivais com concertos corais-sinfónicos.

Possui uma escola de música com vários alunos, de várias idades, com proveniências de diversos estratos sociais, ensinando e incentivando o gosto pela música. Além de preencher os tempos livres dos jovens, promove a renovação contínua da Banda.

Um dos expoentes máximos da história recente da Banda foi a participação no “Certamen Internacional de Bandas de Música – Ciudad de Valencia” em 2007, um dos mais prestigiados a nível europeu. Apresentou-se no 16th World Music Contest de Kerkrade – Holanda, o mais prestigiado concurso de bandas a nível mundial, onde conquistou um honroso 6º lugar na categoria e foi nomeada banda do dia (2009).

Em território nacional foi participando em vários festivais e encontros de bandas, entre os quais o famoso “Festival de Bandas Filarmonia ao Mais Alto Nível”, no qual foi descrita como exibidora de uma “atitude serena e segura” durante toda a sua “atuação de muito bom nível”, “segura e eficaz”, conseguindo uma “prestação condizente com o seu estatuto de Banda de Qualidade, que tem gosto no que faz!”. Em 2010, participou no festival de Vila Nova de Cerveira.

Pelas suas Bodas de Diamante, foi agraciada com bênção papal de Bento XVI, e missivas do Bispo do Porto D. Manuel Clemente e do Pároco de Rio Tinto, Padre António Vidinha. Teve ainda o reconhecimento por parte do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

Em 2013 recebeu a Medalha de Mérito (Grau Ouro) da Câmara Municipal de Gondomar pelo reconhecido trabalho no âmbito Cultural e Musical, tendo sido também agraciada com uma condecoração Honrosa por parte da Junta de Freguesia de Rio Tinto, que já considerou a BSCRT como o “conservatório de Música” da cidade de Rio Tinto. Não menos importante foi a carta de reconhecimento de Dom Duarte de Bragança, elogiando o trabalho musical e o associativismo pela BSCRT desenvolvido.

Em 2013 assumiu o cargo de director artístico da Banda S. Cristóvão de Rio Tinto, o Maestro José Miguel Bovião Monteiro.

Banda Musical de Gondomar

Em 1850, o Padre João Ramos das Neves, conhecido por Padre João da Torre, organista, criou um terceto para animar as festividades religiosas. Em seguida, iniciou o ensino da música, e entre os seus interessados alunos em aprender, encontrava-se Damião Monteiro.

Manuel Ramos de França, do Lugar do Paço, freguesia de S. Cosme – Gondomar, com outros elementos juntou-se ao grupo de alunos existentes e a expensas próprias, comprou os instrumentos necessários à formação de um agrupamento musical. Este agrupamento teve como regente Damião Monteiro que, apesar dos seus 17 anos, demonstrou grande competência. O primeiro concerto por este agrupamento musical que passou a designar-se Banda Monteiro, realizou-se no Monte Crasto em abril de 1863.

Em 1907, Damião Monteiro entregou a Banda ao seu filho mais velho, Domingos que, além de maestro, foi  compositor. Domingos Monteiro foi responsável pele organização e modernização da Banda, ajustando o ensino da música aos moldes académicos vigentes na época.

Em 1935, a direção artística da Banda foi entregue ao seu filho Tertuliano de Moura Monteiro que a regeu até 1965. Por motivos profissionais, entregou a regência ao seu primo António Monteiro, ficando este, durante quatro anos, à frente da Banda. Pela sua idade avançada, em 1970 foi substituído por David Monteiro que ocupou o lugar durante três anos.

BMG

Banda Musical de Gondomar

Banda Musical de Gondomar

Em 1973 a Banda foi regida por Manuel Vieira Martins. Em 1974, David Monteiro voltou a dirigir a banda, mantendo-se no cargo até 1980, acumula as funções de regência com as de professor da escola de música.

Em 1973, com a aprovação dos estatutos a “Banda do Monteiro” transformou-se numa Associação sem sede própria mas apoia da pelas associações de Gondomar que sempre franquearam as suas sedes para as reuniões e ensaios onde se destacam o Clube dos Caçadores de Gondomar, os Bombeiros Voluntários de Gondomar durante os mandatos presididos pelo senhor Jeremias Neves, o Orfeão de Gondomar e a Congregação dos Padres Capuchinhos de Gondomar, de onde saiu para a sua própria sede, inaugurada a 11 de outubro de 1998. A sede foi construída em terreno oferecido pelo sócio benfeitor, José Tomé de Castro Moutinho. Foi edificada com a ajuda da Câmara Municipal de Gondomar, entidades oficiais e auxílio de benfeitores.

Em 1981 foi um bisneto do fundador, Dr. Guilhermino Monteiro, que assumiu a regência da Banda, continuando a escola à responsabilidade de David Monteiro. Em 1986, após um interregno de vinte anos, voltou a assumir a direção da Banda Tertuliano Moura Monteiro (1986-1991). Seguiram-se-lhe David Araújo (1991-2000), Júlio Augusto Cunha Santos (2000-2001), António Manuel Monteiro Ventura (2001-2006), Luís Macedo (2006-2010).

Em 2010, com a eleição dos novos Corpos Sociais, a coletividade entrou numa nova fase da sua vida. A direção artística da Banda passou para Luís Carvalhoso. Deu-se um forte impulso na Academia de Música, tendo hoje já mais de 120 alunos nos mais diversos instrumentos. Relançou-se o grupo de música popular portuguesa Litos, Quinhas e Os Bandalhos que além do lançamento de um CD já teve várias atuações na televisão. Criou-se o BMG Chorus que já participou em diversos concertos. Dinamizou-se a Orquestra Ligeira e o Quarteto de Jazz. Lançou-se um quinteto de metais (Os Eruditos) que além do lançamento de um CD tem realizado um conjunto significativo de concertos.

Banda Musical de Melres

Em 1924 foi fundada em Melres a Agremiação Filantrópica Musical de Melres, de cujo seio nasceu a Tuna Musical de Melres. Foi seu fundador o Professor António Augusto de Carvalho e primeiro presidente o Padre Jerónimo Joaquim Ferreira.

Os primeiros acordes públicos da Tuna, então com 20 elementos, fazem-se ouvir três anos após a sua fundação. Foi efetivamente em 8 de agosto de 1927 que, pela primeira vez, a Tuna toma a seu cargo as responsabilidades duma festividade.

Em 1931, já com 25 elementos, passou a denominar-se «Orquestra de Melres», tendo acérrimos despiques com a Banda Musical de Recarei, com a Tuna de Rio Mau (mais tarde, Banda Musical de Rio Mau) e com a Tuna do Padre Francisco, do Pejão (mais tarde Banda Musical do Pejão). Estes despiques granjearam tal fama à Orquestra de Melres que foi a mesma convidada a participar na Exposição Colonial realizada no Porto, em 1934.

BMM

Banda Musical de Melres

Banda Musical de Melres

Depois de atravessar um período de instabilidade (entre 1939 e 1944), que quase a levou à extinção, a Orquestra de Melres foi reativada mercê do trabalho incansável do então diretor e maestro, António Baptista Ferreira. Em 1950 passou à categoria de Banda, com 32 elementos, sendo seu 1º maestro nesta qualidade, António Baptista Ferreira.
Foram depois seus maestros Júlio da Silva Santos, Joaquim José Vieira, Albino Ribeiro, António de Freitas Bernardes, João Ribeiro da Silva, José Aguiar, Severino Leite da Silva e Tertuliano Monteiro.

Em 1973, a Banda passou a ser dirigida pelo categorizado professor e maestro José Alves Macedo que, mercê de um grande esforço de aperfeiçoamento técnico e remodelação do seu reportório, conseguiu elevado nível artístico. O professor José Macedo manteve-se como maestro da Banda até 1992 (19 anos), ano da sua morte. Dois meses antes da sua morte, assumiu a liderança artística da Banda o seu filho, Luís Fernando da Costa Macedo, que se manteve como maestro até fins de 1998. Durante o ano de 1999 foi maestro da Banda o professor Saúl Rodrigues da Silva, ficando a sua passagem marcada pela edição do primeiro CD da Banda Musical de Melres, gravado nas instalações ainda em construção da futura sede social da Banda.

Entre 2000 e 2003, a Banda teve como maestro o professor Fernando de Sousa Baptista. Seguiu-se o maestro José Carlos Ferreira, clarinetista formado inicialmente nesta Banda e já com longo curriculum musical neste instrumento, tendo permanecido nestas funções durante 12 anos, até 2015. Atualmente, e desde 2015, é seu maestro o Professor Luís Fernando da Costa Macedo, que regressou 17 anos depois.

Foi a partir de 1950 que a Banda de Melres se afirmou no panorama musical regional, altura em que à frente do seu destino aparece a família Sousa Mota. Os irmãos Camilo, Manuel e António, foram os grandes obreiros desta Associação. O primeiro, Camilo de Sousa Mota, soube criar as estruturas indispensáveis à manutenção duma grande Banda: uma casa de ensaio (Casa da Mútua), contratação de um maestro de prestígio (José Alves Macedo), renovação de todo o instrumental e novos fardamentos. O segundo, Dr. Manuel Cunha da Mota, soube continuar na senda do êxito, atingindo a Banda de Melres, no seu mandato, êxitos nunca antes conseguidos, como a obtenção do 3º lugar em Bandas de 2ª categorias no II Grande Concurso Nacional de Bandas Civis, promovido pela FNAT em 1971, e a obtenção do 1º lugar no Concurso «Sol de Verão», promovido pela RTP, em 1983.

O Comendador, Dr. António de Sousa Mota, fica para sempre ligado ao maior acontecimento da história da Banda Musical de Melres, por via da construção do Centro Sócio Cultural «Irmãos Mota», inaugurado em 2005.

Com esta infraestrutura de apoio e com uma Escola de Música reestruturada pelo Maestro José Carlos Ferreira e frequentada por cerca de 130 alunos, parece-nos ter a Banda Musical de Melres conquistado um lugar ao sol no panorama musical português a nível de Bandas de Música civis. Em 2014 passou a Diretor Pedagógico o Professor Luís Macedo.

No ano de 2014 comemoraram-se os 90 anos da Associação. A Direcção, com a ajuda de uma Comissão criada para o efeito, elaborou um programa com vários eventos onde se incluíam concertos, concursos, convívios, exposições, encontros de antigos músicos e dirigentes, várias homenagens, mas também o lançamento do livro “Do Bombo ao Flautim”, com a história da Associação.

No dia 19 de maio de 2019, a Banda de Melres comemorou os seus 95 anos de existência, com a realização de um concerto público, no qual, entre outros eventos, inaugurou um piano de cauda, abrilhantado por Pedro Burmester. Foi prestada uma última homenagem ao recentemente falecido Presidente da Direcção, Comendador Dr. António de Sousa Mota.

Em 1994, tornou-se Pessoa Coletiva de Utilidade Pública e em 2003 passou a gozar do Estatuto do Mecenato.

Banda Musical de S. Pedro da Cova

A Banda Musical de S. Pedro da Cova foi fundada em 1900, e teve como seu primeiro maestro Camilo Aguiar.Todos os elementos se conheciam e trabalhavam no mesmo local (a Companhia das Minas). Mais tarde, com o encerramento das minas, a banda encontrou bastantes dificuldades, quando muitos músicos (por motivos de trabalho) deixaram a banda ou emigraram.

BMSPC

Banda Musical de S. Pedro da Cova

Banda Musical de S. Pedro da Cova

Atualmente, tem cerca de 40 elementos, sendo 80% do qual constituído por jovens abaixo dos 25 anos, saídos da sua escola. A banda tem como sede o piso inferior do Centro Lúdico de S. Pedro da Cova. A Banda alcançou a fase final de um dos célebres concursos de bandas, organizados pela EDP, na década de 70, em categoria B.

O atual maestro, Barnabé Aguiar, começou o seu percurso musical em criança na banda que hoje dirige. Ao atingir a idade do antigo Serviço Militar Obrigatório, em 1964, ingressou como clarinete na Banda da Região Militar Norte (no então Regimento de Infantaria nº6), debaixo da batuta do maestro Capitão Carlos Oliveira. Frequentou o Conservatório de Musica do Porto, e neste período sucedeu ao maestro José Aguiar na direção artística da banda musical. Por motivos de saúde, tornou-se necessário deixar a regência da banda, à qual regressou e em 1990 se tornou presidente.

Nesta altura, a banda conheceu vários maestros, entre os quais o (então) Primeiro-sargento músico Serafim Aguiar (primo do maestro Barnabé Aguiar), que também iniciara os estudos musicais na banda e prosseguira (também) para a Banda da Região Militar Norte. Por motivos profissionais, Serafim Aguiar deixou a Banda em 1994, e o seu trabalho foi continuado por Barnabé Aguiar, que se mantém na regência. Um motivo de orgulho para a freguesia, são os inúmeros músicos que a banda viu nascer e crescer no seu meio. E os que dali saíram, como músicos ou maestros para bandas e orquestras.

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar
Folclore em Gondomar

Grupos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Douro Litoral (Douro Litoral Norte)
  • Distrito: Porto
  • Concelho: Gondomar

13 grupos

  • Associação Folclórica Cantarinhas da Triana
  • Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo
  • Grupo Folclórico de S. Cosme – Gondomar
  • Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova
  • Rancho Folclórico da Associação Recreativa de Ferreirinha
  • Rancho Folclórico de Gens
  • Rancho Folclórico de Zebreiros
  • Rancho Folclórico do Passal
  • Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim
  • Rancho Folclórico Santa Eufémia de Pé-de-Moura
  • Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres
  • Rancho Regional de Fânzeres
Associação Folclórica Cantarinhas da Triana

A Associação Folclórica Cantarinhas da Triana é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

AFCT

Associação Folclórica Cantarinhas da Triana

Associação Folclórica Cantarinhas da Triana

Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo

O Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

CSS

Centro Social de Soutelo

Centro Social de Soutelo

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar

Fundado em 1959, o Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar está sediado na Rua Dr. Francisco Sá Carneiro, 570 4420-130 S. Cosme.

RFSCG

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar

GFSCG

Grupo Folclórico de S. Cosme

Grupo Folclórico de S. Cosme

Rancho Folclórico de Zebreiros

O Rancho Folclórico de Zebreiros foi fundado em 1959. Tudo começou uns dois ou três anos antes, no intuito de angariar fundos para o altar de S. Jorge, padroeiro do lugar. Nessa altura, as roupas eram feitas por cada um dos elementos, sem qualquer objetivo de representar os usos e costumes dos nossos antepassados. A Mulher vestia saia castanha, blusa branca, colete preto, avental amarelo e lenço vermelho às flores. O homem, calças castanhas, camisa branca e faixa vermelha. Os instrumentos utilizados eram: acordeão, violão, viola braguesa, violino, flauta e ferrinhos.

As danças, trajes e cantares não se enquadravam nas que realmente faziam parte do quotidiano dos antepassados. Assim, passou a recolher as danças, trajes e cantares da sua região.

No entanto, as recolhas foram mais longe, passando pelas lendas, rezas e mezinhas, adágios e principalmente tradições da pesca, à qual estamos bastante ligados. Tal ligação deve-se ao facto de parte da nossa população outrora se dedicar, entre outros, à pesca do sável e da lampreia no Rio Douro.

Enquanto a maioria da lavradeiras exibiam trajos remediados e ricos, ornados com muito ouro, as mulheres que trabalhavam no campo e no rio, apresentavam-se de aspeto mais pobre.

O Rancho é membro efetivo da Federação de Folclore Português e filiado no Inatel.

Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz

O Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFCT

Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz

Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz

Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova

Fundado em 1987, Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova é membro efetivo da Federação de Folclore Português e filiado no INATEL desde 1993.

GFESPC

Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova

Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova

Rancho Folclórico da Associação Recreativa de Ferreirinha

O Rancho Folclórico da Associação Recreativa de Ferreirinha é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFARF

Rancho Folclórico da Associação Recreativa Ferreirinha

Rancho Folclórico da Associação Recreativa Ferreirinha

Rancho Folclórico de Gens

Fundado a 08 de agosto do ano de 1982, o Rancho Folclórico de Gens tem sede no lugar de Gens, freguesia da Foz do Sousa, Concelho de Gondomar, Distrito do Porto, Douro Litoral.

RFG

Rancho Folclórico de Gens

Rancho Folclórico de Gens

Rancho Folclórico de Zebreiros

O Rancho Folclórico de Zebreiros é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFZ

Rancho Folclórico de Zebreiros

Rancho Folclórico de Zebreiros

Rancho Folclórico do Passal

O Rancho Folclórico do Passal é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFP

Rancho Folclórico do Passal

Rancho Folclórico do Passal

Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim

O Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFSCJ

Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim

Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim

Rancho Folclórico Santa Eufémia de Pé-de-Moura

O Rancho Folclórico de Santa Eufémia de Pé-de-Moura foi criado em 1958, para preservação de toda uma riqueza folclórica existente. Na sequência lógica de um povo (que trabalhava de sol a sol no campo, nas minas e no rio) deu-se a «transmissão da herança» e a sabedoria de, nas horas vagas, manter costumes, trajes, cantigas e danças de outros tempos.

RFSEPM

Rancho Folclórico de Santa Eufémia de Pé-de-Moura

Rancho Folclórico de Santa Eufémia de Pé-de-Moura

Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres

O Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFSPM

Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres

Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres

Rancho Regional de Fânzeres

O Rancho Regional de Fânzeres é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RRF

Rancho Regional de Fânzeres

Rancho Regional de Fânzeres

Miguel Bovião, maestro, de Gondomar
Músicos naturais do Concelho de Gondomar

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

João Diogo Leitão

João Diogo Leitão, guitarra, de Gondomar

João Diogo Leitão, guitarra, de Gondomar

Mário Santos

Mário Santos, saxofone, de Gondomar

Mário Santos, saxofone, de Gondomar

Nélson Carvalho

Nélson Carvalho, tuba, de Gondomar

Nélson Carvalho, tuba, de Gondomar

Ana Sofia Matos

Natural de Gondomar, a clarinetista Ana Sofia Matos iniciou os estudos musicais aos 9 anos de idade, ingressando no Conservatório de Música do Porto, na classe do professor Adam Wierzba. Trabalhou sob a direção dos maestros António Saiote, Andreas Stoehr, Ernst Schelle, Kamen Goleminov, Tim Steiner e Rafael Vilaplana. Participou em classes magistrais e cursos de aperfeiçoamento dirigidas por Nuno Pinto, António Saiote, Iva Barbosa, Nicholas Cox, Florent Héau, Paolo Ravaglia, Juan Ferrer, Cândida Oliveira, Vicente Alberola.

Em 2014, licenciou-se em Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. Em 2018, licenciou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe de Nuno Pinto. Em 2020, concluiu o Mestrado em Ensino da Música da Universidade de Aveiro, na classe de Luís Carvalho. É membro fundador do grupo Clarinetes Ligature, que com um espetáculo próprio se apresentaram em diversos festivais de clarinete internacionais e do Reflexus Trio.

Ana Sofia Matos

Ana Sofia Matos, clarinetista, de Gondomar

Ana Sofia Matos, clarinetista, de Gondomar

António Coelho

António Fernando Pinto Coelho nasceu em 1964, na freguesia de Melres, concelho de Gondomar. Aos 10 anos iniciou os estudos musicais na Banda Marcial de Gueifães – Maia e foi através do seu pai (músico da mesma banda) que adquiriu os primeiros conhecimentos de clarinete. Aos 17 anos ingressou na Banda da Região Militar Norte onde ainda como praça (soldado), foi colocado em 1º clarinete. Em 1983 frequentou o curso de promoção de sargentos músicos e em 1985 conclui o mesmo curso ficando colocado como um do 1º clarinete solo da referida banda. Durante o curso teve como professor de clarinete Alberto dos Santos Vieira, solista da Banda da Região Militar Norte e 1ºclarinete da Ex. Orquestra “Camerata” do Porto e atualmente maestro da Banda de Lagares.

António Coelho foi diversas vezes concertista, executando na Banda da Região Militar Norte o II concerto para clarinete de Carl Von Webber. Paralelamente às suas funções de executante foi também professor na formação de praças e sargentos músicos durante vários cursos. Esteve colocado na Banda Sinfónica do Exército (Lisboa) onde exerceu as funções de 1º clarinete (solo) e professor na disciplina de “Transcrições e Arranjos Musicais” dos cursos de Oficiais dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), cursos de promoção a Sargento-Chefe e estágio de promoção a Sargento-Ajudante.

Foi o 1º clarinete solo em todas as Bandas filarmónicas por onde passou (Banda de Gueifães, Vilela, Lousada, Vale de Cambra, Freamunde). Teve aulas de direção com o Major Custódio Gonçalves (Ex. Maestro, Chefe da Banda Militar do Porto) e participou na classe de aperfeiçoamento de direção orientada pelo Maestro Douglas Bostock. Foi Sargento-Chefe na Banda Militar do Porto como clarinete solista, sendo também o chefe da área de instrução da mesma banda. Foi Maestro da Banda Musical de Parafita e Diretor Pedagógico da Escola de Música entre 1998 e 2013.

Fernando Moreira

Fernando Dantas Moreira nasceu em Rio Tinto, Gondomar, em 1979. Iniciou a sua formação em oboé os 7 anos na Escola da Banda de Música dos STCP (Serviços de Transportes Coletivos do Porto). Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Música do Porto, na classe de oboé de Ellen Teles. Dois anos mais tarde continuou a sua formação em oboé na Escola Profissional de Música de Espinho onde terminou o curso de Prática Orquestral. Em 1997 Ingressou na Escola Superior de Musica e Artes do Espetáculo (Porto) na classe de oboé de Ricardo Lopes.

Participou em diversos cursos de aperfeiçoamento de direção de orquestra e coral: em 1998, no Curso de Direcção de Orquestra com maestros Robert Houlihan e António Saiote; em 2006, no Curso de Direcção Coral com maestro Myguel Santos e Castro; em 2007, no Curso de Direcção Coral com maestro Filipe Carvalheiro; em 2008, no Curso de Direção de Orquestra com maestro Filipe Carvalheiro; em 2009, em classe de aperfeiçoamento de Direcção Coral com o Maestro Jorge Matta.

Em 2008 ingressou na Licenciatura em Direcção da Universidade do Minho. Estudou direção de banda/orquestra de sopros com o maestro Paulo Martins na Academia Portuguesa de Banda. Como oboísta, foi membro das Orquestras/Bandas: Orquestra das Escolares Particulares – Maestro Leonardo de Barros, Sinfonieta – Orquestra do Norte, Orquestra de Sopros dos Templários – Maestro António Saiote, Camerata Bracarense. Foi oboísta nas Banda dos STCP, Banda de Carregosa, Banda de Rio Tinto, Banda de Lousada, Banda de Salzedas e Banda de Rio Mau.

Desde 1999 até ao presente foi maestro e colaborou com vários grupos corais e orfeões (Coro Infantil de Soutelo, Coro Madrigal, Coro de Câmara da Licenciatura em Música da Universidade do Minho, Orfeão Famalicense, Orfeão PortusCale do Banco BPI) . Foi professor de Música, Educação Musical e Expressão Musical em Várias escolas de 1.º 2.º Ciclos e AEC entre 1997 e 2013 (Actual). Foi professor no Conservatório de Música da Jobra – Albergaria-a-Velha (2010/2011). Foi professor na escola Companhia da Música – Braga (2010/2012).

Miguel Bovião

Natural de Rio Tinto, Gondomar, Miguel Bovião começou a aprendizagem musical na Banda de São Cristóvão de Rio Tinto, onde iniciou o estudo do clarinete. Estudou clarinete no Conservatório de Música do Porto, com Moreira Jorge, terminando com 18 valores.

É mestre em Ensino da Música, com especialidade em Música de Conjunto, pelo Conservatório Superior de Música de Gaia, onde já se havia licenciado em Direção Musical. Estudou, entre outros, com Mário Mateus, e obtendo 19 valores de classificação. Durante o seu percurso académico musical foi ainda distinguido com a Bolsa de Mérito, atribuída pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Frequentou o Curso de Regentes de Bandas Filarmónicas do INATEL, orientado pelo Maestro Tristão Nogueira, que decorreu na Banda Musical de Paços de Ferreira. Participou em diversas classes de aperfeiçoamento de direção, onde teve a oportunidade de dirigir diversos agrupamentos musicais e estudar com vários maestros de renome internacional, dos quais destaca: Baldur Brönnimann, Charles Gambetta, Marcel van Bree, Robert Houlihan e Jan Cober.

Integra a Banda do Comando Metropolitano do Porto da Polícia de Segurança Pública desde 2003. Atualmente é clarinetista concertino desta formação, função que acumula com a de maestro assistente desde 2006. É maestro da Banda de São Cristóvão de Rio Tinto (Gondomar) e diretor pedagógico da sua escola de música, funções que mantém desde 2013. Foi maestro da Sociedade Filarmónica de Crestuma entre 2006 e 2013. Além disso, dirigiu diversos agrupamentos instrumentais e corais na qualidade de maestro convidado.

Miguel Bovião, regente de bandas, de Gondomar

Miguel Bovião, maestro, de Gondomar

Foi professor de Classe de Conjunto na Fundação Conservatório Regional de Gaia e de Clarinete na Academia Régia do Porto. Em 2016 foi convidado a dirigir o 2º Estágio de Orquestra de Sopros organizado pela Banda Musical de Vila Verde da Raia.

Para além da vertente musical, é ainda bacharel em Estudos Superiores de Comércio, pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, onde também frequentou a licenciatura em Contabilidade e Administração, sendo membro da Ordem dos Contabilistas Certificados desde 2001.

Bio facultada por Miguel Bovião, publicada a 26 de fevereiro de 2021

Igreja Matriz da Foz do Sousa
Órgãos de tubos de Gondomar [5]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Capela de Compostela, Foz do Sousa

A Capela de Compostela é um edifício de arquitetura religiosa destinada ao culto católico numa das comunidades da paróquia de Foz do Sousa, concelho de Gondomar.

Possui um órgão positivo de um teclado manual e pedaleira, construído na Alemanha por Emil Hammer Orgelbau, em 1979, instalação e revisão de JMS Organaria, em 2019, inaugurado a 10 de outubro de 2020.

Montra

Órgão da Capela de Compostela

Órgão da Capela de Compostela

Consola

Órgão da Capela de Compostela

Órgão da Capela de Compostela

Igreja Matriz da Foz do Sousa

Igreja Matriz da Foz do Sousa

Igreja Matriz da Foz do Sousa

A Igreja Paroquial de São João da Foz do Sousa possui um órgão de um teclado manual e 12 meios  registos [ I ; (6+6) ], construído por José Joaquim Fonseca, em 1863, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, sediada em Esmoriz, trabalho executado em 1993, opus 7.

Igreja Matriz de Jovim

Igreja Matriz de Jovim

Igreja Matriz de Jovim

A Igreja Paroquial de Santa Cruz de Jovim possui órgão histórico.

Igreja Matriz de Rio Tinto

Igreja Matriz de Rio Tinto

Igreja Matriz de Rio Tinto

A Igreja Paroquial de São Cristóvão de Rio Tinto possui um órgão da autoria de António José dos Santos Júnior, filho do também organeiro António José dos Santos, construído em 1884, restaurado pela JMS Organaria. Em 2018 era seu organista Pedro Albuquerque.

Órgão e coro alto

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Montra

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Consola

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Coro alto e consola

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Órgão da Igreja de São Cristóvão

Igreja Matriz de São Pedro da Cova

Igreja Matriz de São Pedro da Cova

Igreja Matriz de São Pedro da Cova

A Igreja Paroquial de São Pedro da Cova possui órgão moderno com três teclados manuais e pedaleira.

Montra

Órgão da Igreja de São Pedro da Cova

Órgão da Igreja de São Pedro da Cova

Consola

Órgão da Igreja de São Pedro da Cova

Órgão da Igreja de São Pedro da Cova

FOI NOTÍCIA

A Paróquia de São Pedro da Cova apresentou no dia 29 de abril de 2018 o novo órgão de tubos.

Segundo informação do portal da Junta das Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova, a apresentação constou de um concerto, pelas vozes de Alexandra Lopes e Inês Silva, no violino, Mariana Lopes e no órgão de tubos, Rui Silva e Francisco Gomes. A escolha do repertório, como Laudate Dominum, de Mozart, Ave Maria de Caccini, Magnificat du Premier Ton de Clérambault, Fuga em Sol Maior BWV 576, de Johann Sebastian Bach, entre outras peças tocadas, fizeram as delícias de todos os presentes, que encheram a bonita Igreja de São Pedro da Cova.