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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense
Músicas no Concelho

Pampilhosa da Serra e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Pampilhosa da Serra

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense

Com mais de três séculos de dedicação à música, o Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense assume-se como associação artística e recreativa que contribui para o desenvolvimento cultural do concelho e divulga a tradição musical junto da população. De acordo com a inscrição visível numa das faces do estandarte, este grupo foi fundado em 1700 sendo por isso das bandas de música mais antigas do país.

O seu fundador terá sido o padre Truta, pároco da freguesia do Cabril, com o fim de promover e desenvolver a música. No entanto, nenhuma prova atesta que a existência deste grupo data do século XVII, uma vez que o documento mais antigo que existe é uma carta de 6 de setembro de 1863,assinada por António Joaquim Alves da Silva, em nome da sociedade. A 7 de dezembro de 1907 surgem os primeiros estatutos conhecidos, assumindo juridicamente este grupo como Associação Artística e Recreativa. Vinte anos depois, a 8 de dezembro de 1927,são aprovados os segundos estatutos que estabelecem como objetivo fundamental da associação a arte musical e dramática.

No final do século XIX, início do século XX, o Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense contou com a dedicação e apoio material do Dr. José Maria Henriques da Silva. È importante salientar que grande parte da história desta filarmónica se encontra relatada nas partituras e papéis de música, onde o executante ou o regente escrevia passagens ou datas importantes. Exemplo disto é a partitura da célebre marcha fúnebre “Lágrima” ou “Saudade”, escrita por Jaime da Cunha, onde se pode ver escrito: “Escrita para o funeral da filha do autor e tocada no dia 29 de Abril de 1923”. Outros exemplos são ainda “Recordação da Pampilhosa”, escrita por José Nunes Afonso, escreveu: “À memória de Armando Afonso, 8 de Outubro de 1958”.

GMFP

Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense

Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/pampilhosa-da-serra-grupo-musical-fraternidade-pampilhosense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-24 20:52:172024-12-20 21:04:59Pampilhosa da Serra e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Oleirense
Músicas no Concelho

Oleiros e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Oleiros

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Oleirense

A Sociedade Filarmónica Oleirense, sediada na Vila de Oleiros, sede de concelho (Distrito de Castelo Branco), foi fundada em 1894 pelo Padre José Joaquim da Silva Reis, sendo por conseguinte uma das instituições mais antigas no Concelho e do próprio Distrito. No ano de 2004 comemorou o seu 110º aniversário, tendo para o efeito, organizado um encontro de bandas que decorreu na Vila de Oleiros.

A sua primeira sede foi num edifício da “Casa Rebelo”, mais tarde cedido pelos herdeiros à Filarmónica. No mesmo local, ergue-se a atual sede, inaugurada em 1982, destacando-se José Augusto Luís como importante impulsionador da sua construção. Devido ao constante aumento do número de executantes, as instalações tornaram-se exíguas, pelo que, atualmente a sala de ensaios funciona no primeiro andar do edifício do Rancho Folclórico de Oleiros, situado no Carril, gentilmente cedido para este fim, sendo uma sala renovada e com excelentes condições de conforto e acústica.

Ao longo dos anos, a S.F.O. contou com a entrega e ajuda de vários regentes, dos quais destacamos aquele que foi seu fundador e provavelmente o primeiro regente da S.F.O., o Padre Reis. Logo depois foi contratado Thomaz Martins Patrício. Em 1917, iniciou funções de regente José Augusto, mais conhecido em toda a comunidade Oleirense por “Zé do Moucho”, que se manteve até 1970. Após este período, Sansão de Deus Garcia passou a ser o regente, cargo que manteve até ao ano de 1988. Durante algum tempo, a S.F.O. não teve regente e só a partir de 1989 entra em funções o atual regente, José Mateus.

Várias pessoas ficaram também ligadas à S.F.O., pelos seus relevantes contributos, com destaque para o Dr. Francisco Rebelo de Albuquerque e José Pereira Rei, entre outros. Obteve o Estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em 1983. É reconhecido pelo INATEL como CCD (Centro de Cultura e Desporto), desde 28 de Abril de 2005, sendo membro número 4.728. É o sócio número 10 (Fundador), da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Distrito de Castelo Branco.

Do seu historial, destaca-se a participação em diversos festivais e encontros de bandas, um pouco por toda a nossa região, o VIII Encontro de Bandas, em Ceira (Coimbra), em 2005; o X Encontro de Bandas de Pedrógão Pequeno, 2005; A I.ª Mostra das Actividades Musicais do Concelho de Oleiros, em 005 e a II.ª Mostra das Actividades Musicais do Concelho de Oleiros, em 2006. Regista centenas de participações em festas e arraiais populares e a assídua presença nas celebrações religiosas ao longo do ano, na nossa Vila, nomeadamente por ocasião dos Passos e Semana Santa. Gravou uma cassete em 1994 e um CD, em 2002.

A S.F.O. conta com cerca de 50 executantes na sua Banda, 30 alunos na Escola de Música, nas classes de Órgão, Guitarra, Acordeão e Solfejo e tem cerca de 500 associados.

SFO

Sociedade Filarmónica Oleirense

Sociedade Filarmónica Oleirense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/oleiros-sociedade-filarmonica-oleirense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-24 16:40:432021-07-16 22:16:29Oleiros e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Harmonia de S. Pedro do Sul
Músicas no Concelho

São Pedro do Sul e as suas filarmónicas

Filarmónicas de São Pedro do Sul

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Harmonia de S. Pedro do Sul

A Sociedade Filarmónica Harmonia de S. Pedro do Sul foi fundada em 1857. Começaram com a Escola, formando um grupo para a animação do Povo Sampedrense, e mais tarde formaram a Banda a qual passou a ter o nome de Filarmónica Harmonia dos Bombeiros Voluntários. Como em S. Pedro do Sul havia duas corporações de Bombeiros, a Banda deixou de estar ligada a esta corporação, passando em 1904, a ter o nome atual.

Teve vários maestros desde a sua fundação. Em 1925 participou em Espinho num festival de bandas ficando em 2° lugar. Participou na Feira Popular de Lisboa várias vezes, Feira Franca de S. Mateus, Feira de Lafões, e diversas localidades do País. A Filarmónica Harmonia tem 38 elementos com jovens de ambos os sexos, com uma média de idade de 30 anos. É seu maestro um músico da casa, Alberto Pereira. A Filarmónica Harmonia administra também às crianças, nos tempos livres, o Formação Musical e outras disciplinas.

SFHSPS

Sociedade Filarmónica Harmonia de S. Pedro do Sul

Sociedade Filarmónica Harmonia de S. Pedro do Sul

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente
Músicas no Concelho

São Vicente e as suas filarmónicas

Filarmónicas de São Vicente

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

BANDAS FILARMÓNICAS

Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente

Por iniciativa do Presidente da Casa do Povo de São Vicente, Manuel Mendes Andrade, foi fundada, a 21 de janeiro de 1990, a Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente. A constituição de uma Banda Filarmónica no centro-norte da Ilha da Madeira iniciou-se ainda em janeiro de 1989 na antiga sede da Casa do Povo de São Vicente, com a realização das primeiras aulas de solfejo e instrumento, sob orientação de José Manuel Correia Gomes e Silva, músico natural da Serra da Água e antigo executante da Banda Nova da Ribeira Brava.

Dos cerca de sessenta alunos inscritos, aos catorzes mais aptos foram distribuídos os instrumentos adquiridos graças à atribuição de um subsídio da Extensão Rural, organismo da Secretaria Regional da Agricultura e Pescas. Constituiu-se o efetivo da Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente ainda com outros alunos da recém-constituída Banda Recreio Musical da Serra de Água, sob a direção artística de Gomes e Silva, e com cinco antigos executantes da Banda Nova da Ribeira Brava habitantes na Serra de Água. Por esse meio, e com repertório cedido ou coligido das filarmónicas regionais, encomendado a compositores regionais ou adquirido por Gomes e Silva, a Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente realizou a sua primeira apresentação pública (que toma como data de fundação) a 21 e 22 de janeiro de 1990, por ocasião da festividade religiosa e Dia do Concelho de São Vicente.

Para a próspera atividade da recém-constituída coletividade musical de São Vicente em muito contribuiu a celebração de um contrato-programa entre a Direção da Casa do Povo e a Câmara Municipal de São Vicente, que garantia a exibição da Banda Filarmónica nos cerca de doze arraiais do concelho.

Para o cumprimento das mais frequentes obrigações artísticas da Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente, José Manuel Gomes e Silva socorreu-se do efetivo misto – de executantes de São Vicente e Serra de Água, o que coibiu a prestação dos pontuais serviços artísticos contratados à Banda Recreio Musical da Serra de Água. Ainda assim, vários se realizaram, sob a direção de Gomes e Silva, com auxílio de vários executantes de São Vicente, nos poucos fins-de-semana em que a filarmónica daquele Concelho não oferecia o seu contributo artístico em qualquer festividade religiosas no Norte da Ilha.

A falta de tão auspicioso contrato-programa, que teria incentivado a garantia de serviços musicais e consequentes réditos pecuniários, a nomeação de novo diretor artístico ou chefe de divisão e a reunião de um efetivo autónomo, constituído exclusivamente por músicos formados na instituição, terá apressado a extinção da congénere Banda Recreio Musical da Serra de Água.

Num período em que a emigração e o abandono da atividade artística de vários executantes havia reduzido severamente o efetivo da Banda Filarmónica (que havia contabilizado trinta figuras em 1994), a direção eleita da Casa do Povo de São Vicente, insatisfeita com a contínua requisição dos músicos inscritos na Banda do Concelho para a filarmónica da Serra de Água, forçou Gomes e Silva à escolha de uma das instituições, o que não apenas resultou na sua dispensa, mas na perniciosa demissão de nove músicos.

Ainda em 1997, João Maurício Tavares Quintal, professor do Ensino Básico e executante da Banda Recreio Camponês, substituiu Gomes e Silva à direção artística da Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente. Para que pudesse promover a contínua atividade da coletividade musical e, no cumprimento do contrato-programa, a animação das festividades religiosas do centro-norte da Ilha, Quintal recorreu ao convite e contratação de executantes e antigos músicos de filarmónicas de Câmara de Lobos e Funchal – das Banda Recreio Camponês, Banda Municipal de Câmara de Lobos, Banda Distrital do Funchal e Banda Municipal do Funchal: em 2011, contava a filarmónica de São Vicente com dezasseis executantes e dez aprendizes.

Pese embora a notável atividade da Banda em cerca de trinta arraiais anuais, Quintal tem procurado promover, muitas vezes sem resultados frutíferos, a inscrição de aprendizes em cooperação com os agrupamentos escolares e a extensão de São Vicente do Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira, Engenheiro Luiz Peter Clode. No âmbito da efeméride do seu vigésimo quinto aniversário, cujas comemorações se iniciaram em janeiro de 2014 com um concerto para os seus associados e demais público, a Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente gravou e editou, em 2015, um CD, com transcrições de música erudita e algum repertório a que nos habituou nas suas apresentações públicas.

BMCPSV

Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente

Banda Filarmónica da Casa do Povo de São Vicente

MÚSICOS DO CONCELHO

  • José Manuel Correia Gomes e Silva
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/sao-vicente-banda-filarmonica-da-casa-do-povo-de-sao-vicente.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-24 13:24:072024-12-20 19:45:25São Vicente e as suas filarmónicas
Banda de Música de Bombeiros Voluntários de Sousel
Músicas no Concelho

Sousel e as suas filarmonicas

Filarmónicas de Sousel

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Bombeiros Voluntários de Sousel

A Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Sousel (BFBVS) é uma instituição recente no panorama filarmónico do Alto Alentejo, nascida com o propósito de reativar a tradição musical no concelho e promover a formação artística de jovens e adultos.

O projeto musical começou a ser desenhado em 2013, com o início das primeiras aulas de música lecionadas pelo Professor Eduardo Correia. O empenho do 2.º Comandante dos Bombeiros Voluntários de Sousel, João Almeida, foi determinante para impulsionar a iniciativa.

Em 2015, no âmbito das celebrações do aniversário da associação humanitária, os alunos da recém-criada Escola de Música apresentaram publicamente as suas primeiras marchas.

A estreia oficial decorreu no dia 31 de janeiro de 2016, numa arruada pelas ruas de Sousel. Para esta primeira atuação, a banda contou com o reforço solidário de músicos da Sociedade Musical União Vimieirense e de instrumentistas de Évora.

Em 2017, por iniciativa do músico Euclides Silva, a BFBVS passou a ter o seu próprio hino oficial, composto pelo Maestro Fernando Ramos.

Ao longo dos anos, a filarmónica expandiu a sua agenda, realizando arruadas, procissões, concertos e serviços em festas e touradas. Além do concelho de Sousel, a banda levou o seu reportório a diversas localidades vizinhas e do distrito — como Cano, Santo Amaro, Fronteira, Arronches, Galveias, Elvas e Badajoz — destacando-se também a participação no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

A BFBVS é filiada na Federação de Bandas Filarmónicas do Distrito de Portalegre e conta com o suporte do Município de Sousel. A direção artística está a cargo do Maestro Ricardo Godinho (que assumiu as funções em 2025). A banda é constituída por cerca de duas dezenas e meia de músicos e mantém uma Escola de Música ativa com polos de ensino em Sousel e na freguesia de Casa Branca.

Banda de Música de Bombeiros Voluntários de Sousel

Banda de Música de Bombeiros Voluntários de Sousel

Encontro de Bandas

Encontro de Bandas em Sousel

Encontro de Bandas em Sousel

Segundo a organização do Encontro de Bandas em sua homenagem, Martinho Dimas “dedicou toda a sua vida à cultura”.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/sousel-banda-filarmonica-dos-bombeiros-voluntarios-de-sousel-ricardo-godinho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-24 11:30:512026-08-21 19:36:17Sousel e as suas filarmonicas
Banda Musical de Carvalheira, de Terras de Bouro
Músicas no Concelho

Terras de Bouro e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Terras de Bouro

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro nasceu à sombra do Convento cisterciense, hoje pousada da ENATUR. As primeiras notas de música aprenderam-nas os jovens apaixonados nas aulas do Padre António Carlos Pereira. Fundou a Banda e foi seu primeiro regente Manuel José da Silva Fecha, em 1858. Pelo número de peças musicais em arquivo com a assinatura do Fundador, apercebemo-nos do investimento feito na Banda durante a sua regência. Não há notícia da presença do padre António Carlos Pereira em Bouro, a serviço da Banda, mas não repugna que ele tenha estado presente na sua formação, até porque para ali seria frequentemente chamado para fazer pregações e solenizar atos do culto religioso.

O Padre Francisco de Almeida, republicano nascido em Bouro em 1880, fala-nos assim do seu professor primário, que viria a substituir em 1928: “Manuel Gomes Ferreira foi colocado nesta escola por concurso e dedicava-se também à arte musical. Como em Bouro havia Filarmónica, logo tratou de se inscrever como componente da Banda de Música. No Verão, principalmente aos Domingos, sempre se lhe oferecera oportunidade de, à custa de duas clarinetadas, angariar mais uns tostões”. Esta referência mostra-nos o interesse e a pujança desta Banda nos finais do século XIX e princípios do século XX. É possível que este professor também tenha ensinado música a alguns alunos seus.

Um regulamento de 1940, assinado por José Maria de Sousa, natural de Santa Marta, diz que este foi convidado pelos componentes da Banda para assumir a gerência da mesma. Pede-se humildade e respeito aos seus superiores. Seja qual for o estado do tempo, exige-se a comparência no local da festa ou ensaio. A primeira falta é multada com 5$00, a segunda com 10 e a terceira com a expulsão. Qualquer falta de respeito nos lugares religiosos não tinha direito a desculpa. Assinaram, em anexo, este convite de gerência o 1º Baixo Manuel José Gonçalves Laranjeira, o 1º Trombone António Joaquim de Sousa Amorim, o 2º Trombone João de Deus Gomes, o 1º Barítono Victor Manuel Arantes, o 2º Barítono Bernardino Quelhas, o 2º Cornetim Manuel Cantelães, o 1º Clarinete Adriano Pinheiro Dantas, o Bombo Horácio dos Santos Ribeiro, o Tarola Arlindo Manuel Arantes, e o homem dos Pratos Ermério Pereira Carneiro. Pela lista apresentada do instrumental, seria de 17 o total dos componentes da Banda.

Até 1963, a Banda de Bouro prestou um contributo notável à cultura popular e religiosa, sobretudo no Distrito de Braga. A sua presença era usual nas festas de S. João de Braga. Mas as romarias da Senhora da Abadia, de S. Bento da Porta Aberta e da Senhora do Porto d’Ave eram palco contínuo das suas atuações. O Sargento António Ribeiro, também compositor, natural de Bouro, nas suas “Memórias”, diz-nos que enquanto ia esperando pela idade de ir para a tropa aprendeu música em clarinete, e ao fim de um ano estava apto a tomar parte nas festas com a Banda de Bouro. Isto em 1933. Relata-nos que a Banda executou em 1934 em Gualtar “O Rancho Grande” além de músicas populares e rapsódias.

Dois regentes foram notáveis no período que antecedeu a letargia da Banda, em 1963: Francisco Arantes e Artur José Soares. Este último tomou conta da Banda em 1938, tirando-a do caos em que a tinha o regente Francisco Manuel Arantes, que a abandonou e foi viver para casa de uma filha, em Porto de Ave. Artur Soares acedeu ao pedido de alguns músicos mais disciplinados como Adelino Afonso e Belizário José da Silva, continuando, todavia, como músico da Banda de Amares, com seus filhos Manuel e António. Até conseguir correção e prestígio para a Banda de Bouro. Mas o mesmo Artur Soares interrompeu a atividade da Banda em Abril de 1967, por não ter podido resistir à indisciplina.

Dá-nos notícia de vários pormenores desta Banda Manuel José Capela, no seu livro “Bandas Filarmónicas”. O período de forte emigração contribuiu para o abandono da Banda, assim como o regresso ajudou à sua reconstrução. Os músicos dispersaram-se pelas bandas vizinhas, principalmente Carvalheira e Vilarchão. Correspondendo a um anseio popular, José Amorim, Carlos Machado e João Baptista da Silva reativaram a Banda em 1999. Edmundo Soares ensinou novos músicos e regeu a Banda. Nascido na Banda de Bouro, passou muito tempo em Angola ligado à música e regressou à terra natal após a regência da Banda de Vilarandelo.

BMSMB

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro esteve, em 2003, no Festival da Carregueira, Chamusca. Em 2005 e 2007, participou no Festival Internacional de Bandas Filarmónicas da Cidade de Tomar. Em 2006 participou no 1º Concurso de Bandas Filarmónicas do Ateneu Vilafranquense em Vila Franca de Xira. Ainda em 2007, esteve presente no Festival de Vila Nova de Poiares. Para ajudar a refazer as memórias de Bouro, todos os anos oferece ao grande público o seu próprio Festival. A estabilidade musical da Banda de Santa Maria de Bouro foi conseguida pelo Maestro Joaquim Vidal Santos, licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto), Mestrado em Estudos Músico-Teatrais – vertentente de Direção pela Universidade de Sheffield, Inglaterra. Um vasto património musical permanece em arquivo. Boa parte do velho instrumental em afinação brilhante figurará no futuro museu. Novo instrumental foi adquirido graças a sócios e benfeitores.

Banda Musical de Carvalheira

A Música de Carvalheira teve origem numa Tuna ou Orquestra de Capela organizada pelo Padre António José Correia, na Casa do Tomé, no lugar de Ervedeiros, freguesia de São Paio de Carvalheira, concelho de Terras de Bouro, no ano de 1839. Nunca interrompeu a atividade musical, tendo solenizado inúmeros atos religiosos e animando arraiais, festas e romarias em centenas de aldeias, vilas e cidades espalhadas pelo Alto e Baixo Minho, Douro Litoral, Trás-os-Montes, Beira Baixa, Porto Santo (Madeira), Galiza (Espanha) e Auvergne (França), tendo ainda participado em inúmeras receções oficiais de entidades civis, militares e religiosas nas suas visitas à freguesia de Carvalheira e ao concelho de Terras de Bouro.

BMC

Banda Musical de Carvalheira, de Terras de Bouro

Banda Musical de Carvalheira, de Terras de Bouro

Durante os primeiros anos da sua existência, este agrupamento musical era conhecido por Orquestra ou Música do Padre do Tomé. Em 1865/66, começou a usar o nome de Música de Carvalheira. Anos mais tarde, passa a denominar-se Banda de Música de Carvalheira e, com a oficialização dos seus estatutos, adotou o nome de Banda Musical de Carvalheira. É composta por cerca de cinco dezenas de músicos amadores com idades entre os dez e os oitenta e três anos e encontra-se filiada na Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho, da qual foi fundadora.

FOI NOTÍCIA

Em 2015, a Banda Musical de Carvalheira assinalava, conforme anunciado no portal do Município, as comemorações do Dia da Banda, com o V Festival de Bandas Filarmónicas Carvalheira / Terras de Bouro, evento que se realizaria a 1 de novembro na Basílica de S. Bento da Porta Aberta, e na Igreja de Moimenta, na sede do concelho. No âmbito do processo de intercâmbio com a Orchestre d’Harmomie, esta banda francesa de Clermont-Ferrand era a convidada do festival de bandas a par da Banda Musical de Carvalheira.

Banda de Música de Covas

Manuel José Capela, na obra “Bandas Filarmónicas”, edição da Banda de Música de Carvalheira, 2001, informa que a banda “tocou ao despique” com variadíssimas bandas da região e atuou, como reconhecimento da sua categoria, nas Festas de S. João, em Braga, em 1931. Segundo o autor, a Banda de Música de Covas extinguiu-se “devido a rivalidades entre alguns dos seus componentes (especialmente entre os senhores Adolfo e Aires – mestres sapateiros na localidade) e desentendimento do Maestro Joaquim Viana com alguns dos elementos da dita Música. O senhor Viana foi para regente da Música da Feira Nova (Amares) e o senhor José Pereira foi para executante da Banda de Vila Verde.”

Segundo testemunho do pai do blogue pass’arão, acresce outro motivo: faziam parte de banda vários músicos de Valbom (S. Pedro e S. Martinho) e foi precisamente nessa época que houve um grande surto de emigração, sobretudo para o Brasil, América e, naturalmente, para a Europa. A banda ficou, por esse facto, muito desfalcada e, pouco motivada pelas desavenças intestinas, acabaria por extinguir-se.

BMC

Banda Musical de Covas, extinta, de Terras de Bouro

Banda Musical de Covas, extinta, de Terras de Bouro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Coreto, Sobral de Monte Agraço
Músicas no Concelho

Sobral de Monte Agraço e os seus coretos

Coretos de Sobral de Monte Agraço

Sugestões de património edificado para uma rota musicoturística no Concelho de Sobral de Monte Agraço

Praça Dr. Eugénio Dias

Coreto

Coreto, Sobral de Monte Agraço

Coreto, Sobral de Monte Agraço

Na Praça Dr. Eugénio Dias 2590- 016 Sobral de Monte Agraço (em homenagem ao médico e republicano sobralense), encontra-se um coreto.

Praça de cariz arquitetónico pombalino foi mandada construir pelo tesoureiro real e primeiro morgado de Sobral de Monte Agraço Joaquim Inácio da Cruz em 1771, com o intuito de promover o desenvolvimento da indústria (dos chapéus e do algodão) e do comércio da vila e de fixar população. A ele se ficou ainda a dever o calcetamento deste rossio e a sua iluminação, com lampiões de vidro. Sob direção do arquiteto Reinaldo dos Santos, nesta praça foram construídos os edifícios mais importantes da vila – a Casa da Câmara e a Cadeia, a Igreja Matriz, o Chafariz, a Casa do Senhorio e dos Condes de Sobral, o Pelourinho (destruído durante a proclamação da I República), o Celeiro comum e, posteriormente, o Coreto.

As alterações à toponímia deste lugar refletem as transformações sociais, comerciais e políticas da própria comunidade. Primeiro designada de Praça Pública passou a chamar-se Praça da Restauração, quando a sede do concelho de Arruda dos Vinhos, que havia anexado o de Sobral de Monte Agraço, foi transferida para esta vila.

Mais de uma década depois foi denominada Praça do Comércio, por ser um espaço de trocas comerciais por excelência. Aqui se realizaram o mercado semanal e mensal e estavam estabelecidas a maioria das casas de pasto, lojas de latoaria e cutelaria, mercearia e barbeiro. Por aqui se cruzavam comerciantes e compradores, plebe e fidalguia. No início do século XX foi renomeada Praça Dr. Eugénio Dias, em homenagem a este médico e republicano sobralense.

Palco de movimentos de luta, manifestações e comemorações, assistiu, entre outros acontecimentos, ao combate de Sobral, ocorrido entre o exército de Napoleão e o exército aliado no decurso da terceira invasão francesa a Portugal. Assistiu também às restaurações do concelho, durante o final do século XIX, à profanação da Igreja Matriz, à implantação da República e aos discursos de congratulação com o Movimento das Forças Armadas do primeiro de Maio de 1974.

Entre os anos 60 e 80 continuou a assumir-se como centro social, com os cafés mais frequentados da vila e cenário privilegiado das festas anuais de Sobral de Monte Agraço.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/sobral-de-monte-agraco-coreto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-24 01:10:032024-11-13 22:44:31Sobral de Monte Agraço e os seus coretos
Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere
Músicas no Concelho

Resende e o seu folclore

Folclore no Concelho de Resende

Grupos folclóricos e tradições

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Distrito: Viseu

03 grupos

  • Grupo Folclórico e Etnográfico de São Pedro de Paus
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Anreade
Grupo Folclórico e Etnográfico de São Pedro de Paus

O Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro de Paus, o primeiro do concelho, fundado em 197, mantém vivas as tradições, danças e cantares tradicionais, como a “Chula de Paus” e a Festa da Cerejeira em Flor. Promove anualmente o seu Festival Nacional de Folclore com a presença de vários ranchos de todo o país. Em 2008, o festival já contava com 27 edições. Participa na Festa da Cerejeira em Flor e organiza o magusto. Gravou em 1984 um disco (vinil) pela etiqueta Rapsódia.

Grupo Folclórico e Etnográfico de São Pedro de Paus

Grupo Folclórico e Etnográfico de São Pedro de Paus

Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere foi fundado a 10 de março de 1981, inicialmente sem qualquer respeito e preocupação pelo etnografia da região. Só em 1983 se iniciou um trabalho de pesquisa e recolhas etnográficas a nível de trajes, danças e cantigas características da zona em que se insere. Atualmente procura retratar com autenticidade o modo de viver das pessoas da sua terra, na maioria trabalhadores do campo, em fins do século XIX, princípios do século XX.

Do seu reportório destacam-se as cantigas de trabalho das eiras e terreiros. Nas danças, um destaque para a chula rabela, cartão de visita da região do Douro; o Fado; o malhão e a Quadrilha: danças muito representativas da região, que já forma divulgadas dentro e fora do nosso país. Apresenta trajes de trabalho, de pastor, de rega, de ceifa e de Inverno; trajes de festa, feira, romaria, domingueiro, noivos e lavrador abastado. O Rancho está filiado no Federação do Folclore Português, representando fielmente a zona serrana da encosta da serra do Montemuro.

RFSMC

Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere

Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere

Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Anreade

Fundado em Setembro de 1986, representante da cultura e etnografia da Região do Douro Sul, com incidências na Freguesia de Anreade e limítrofes do Concelho

Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Anreade

Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Anreade

Açanar e Abantar

“Açanar e Abantar” é uma banda criada em 2021 que pretende reavivar as tradições musicais e culturais de Resende. É da expressão ‘acenar e ir embora’, como se faz no final dos espetáculos musicais, que deriva a banda “Açanar e Abantar”. São também as primeiras palavras que estão no cancioneiro de Resende acerca dos termos usados no concelho. Meiotes, Tenteia, Quitas, Piacima e Ah Feita juntaram-se no baixo, bateria, guitarra, piano, concertina e vozes, tendo sempre como base o cancioneiro e temas do concelho e recolhidos pelos ranchos folclóricos. Numa viagem através dos diferentes estilos, harmonias e sonoridades instrumentais e com nomes ligados a expressões que têm um significado pessoal, pretendem “valorizar o património musical e cultural de Resende, tendo por ponto de partida o importante trabalho elaborado por Virgílio Pereira e registado no cancioneiro de Resende”.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/resende-rancho-folclorico-e-etnografico-de-santa-maria-de-carquere.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-23 22:45:592024-12-05 19:53:50Resende e o seu folclore
Daniel Resende, saxofonista, de Resende
Músicas no Concelho

Resende e os seus músicos

Músicos do Concelho de Resende

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Daniel Ferreira (saxofonista)
  • Flávio Oliveira (compositor)
  • Mário Pinto (trompetista na OCM)
  • Vítor Resende (maestro, compositor)
Daniel Ferreira

Natural de São Cipriano, Resende, Daniel Lourenço (1998) é um jovem e talentoso saxofonista. Apesar da sua curta carreira, Daniel conta já com mais de 10 prémios em diversos concursos e já se apresentou a solo na sala Guilhermina Suggia, na Casa da Música no Porto.

A concluir a licenciatura na famosa classe de Arno Bornkamp e Willem Van Merwijk, no Conservatório de Amesterdão, Daniel Ferreira já se apresentou em diversas salas em Portugal e na Holanda, como Het Concertgebouw Amsterdam, TivoliVredenburg Utrecht, Muziekgebouw Eindhoven, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Municipal Baltazar Dias entre Muitas outras.

Daniel Resende, saxofonista, de Resende

Daniel Resende, saxofonista, de Resende

A nível da pedagogia, Daniel já foi convidado a dar classes de aperfeiçoamento em vários locais como o Conservatório de Coimbra, Conservatório da Madeira e Conservatório de Braga.

É cofundador do Maat Saxophone Quartet, um quarteto de saxofones português residente na Holanda, com o qual apresenta uma intensa atividade no âmbito da Música de câmara. Maat já obteve diversos prémios em concursos nacionais e internacionais, como o Prémio Jovens Músicos da RTP/Antena 2, Storioni International Competition em Eindhoven ou Grachtenfestival Competition em Amesterdão. Recentemente foram selecionados para a final do Dutch Classical Talent onde irão ter uma digressão de 13 concertos nas melhores salas de concerto da Holanda em Janeiro de 2022.

Ainda com o Maat Saxophone Quartet, é aluno do NSKA – Academia de Quartetos de Cordas Holandesa – onde tem oportunidade de trabalhar com quartetos de cordas famosos, como o Quarteto Danel (França) ou Luc-Marie Aguera, Membro do antigo Quarteto Ysaye.

É chefe de naipe dos saxofones da Banda Sinfónica Transmontana e colabora ainda com a Banda Sinfónica Portuguesa, como Músico convidado.

Daniel Ferreira reside em Amesterdão e, em Abril de 2020, lançou o seu primeiro CD juntamente com o Maat Saxophone Quartet, com a editora 7 Mountains Records Amsterdam.

Bio facultada por Daniel Ferreira, publicada a 01 de abril de 2021.

Flávio Oliveira

Flávio Oliveira teve a sua primeira aula de composição particular com o maestro Orlando Rocha. Mais tarde, trabalhou com Samuel Peruzzolo em Composição no Curso Profissional de Instrumentista de Sopro e Percussão, em Cinfães (Viseu).

Em 2020, compôs pela primeira vez para a Banda Filarmónica e Sinfónica a sua primeira marcha de Procissão “Ao São Martinho do Campo”. Ao longo de 2020 conseguiu atingir bandas de Norte a Sul do País e Ilhas com o seu repertório. Em janeiro de 2021, escreveu a sua primeira obra sinfónica “Njord”. Ainda nesse  mês, estabeleceu um protocolo como compositor residente da Associação Filarmónica União Verridense.

O seu repertório conta com diversas marchas, tais essas de rua, de procissão, de concerto e passodoble’s, nas quais:

marchas de Procissão

  • Ao São Martinho do Campo
  • Invictus Deo
  • Mater Magna
  • Domina Fortis
  • Et Coniunctus
  • In Memorium
  • Mártir São Sebastião de Verride

marchas de rua

  • Família Teixeira
  • O Mineiro
  • Família Dunão

Marcha de Concerto

  • O boémio da Velha Cabra

Passodobles

  • O Oliveira
  • Winds from Spain
  • Anjo da Guarda;

Obra Sinfónica

  • Njord – Deus Nórdico do Mar;
    Sars19 – The Extramination
  • Tiago Resende (regente de banda)
Flávio Oliveira, compositor, de Resende

Flávio Oliveira, compositor, de Resende

Vítor Resende

Vítor Resende iniciou a atividade musical aos 8 anos de idade, na Banda Musical de S. Cipriano “A Nova”. Foi músico executante de Trompete durante 13 anos e de seguida, de Percussão/Bateria. Foi músico convidado por diversas orquestras e bandas filarmónicas e participou, também, em festivais em França, Belfort e Barcelona. Esteve presente em diversos estágios e classes de aperfeiçoamento, entre eles: II Estágio da Banda Sinfónica da Covilhã, Banda da Covilhã: 25/03/2008 – 27/03/2008 e 21/02/2009 – 23/02/2009 e I e II Estágio da Orquestra de Sopros e Percussão da Academia de Música de Lamego.

Foi também professor convidado, de Percussão, na Masterclass da Banda de Salzedas. Leciona aulas de Percussão, Madeiras e Metais na Escola de Música da Banda Musical de S. Cipriano “A Nova” e também aulas de Bateria/Percussão na Academia de Música de Resende e ainda aulas de Formação Musical.

Vítor Resende, regente de banda

Vítor Resende, regente de banda, compositor

A nível do seu reportório, como compositor, tem à escolha das bandas filarmónicas um vasto leque de opções desde marchas graves a peças ligeiras: “Aeternum”- marcha de procissão, “Armindo Lamas” – marcha de rua, “Domingos Barros” – PasoDoble.

Fonte: Segundo Samuel Sequeira, Vítor Resende, Mário Pinto e Daniel Ferreira são todos da mesma aldeia, todos com formação nas bandas da aldeia de S. Cipriano – “Aldeia da Música”.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira
Músicas no Concelho

Vidigueira e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vidigueira

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira

A Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira sediada na vila alentejana do mesmo nome foi fundada em 1995. Vidigueira é uma vila portuguesa do distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 2 750 habitantes. É sede de um município com 316,61 km² de área e 5 932 habitantes.

Banda Filarmónica dos BVV

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Banda Filarmónica dos BVV, 25 anos

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Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/vidigueira-banda-filarmonica-dos-bombeiros-de-vidigueira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-23 18:00:082024-12-20 19:41:06Vidigueira e as suas filarmónicas
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