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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda de Música da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos
Músicas no Concelho

Arruda dos Vinhos e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Arruda dos Vinhos

Bandas de Música, história e atividades

Arruda dos Vinhos é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, região Centro e sub-região do Oeste. É sede de um  município com 77,96 km² de área e 13 391 habitantes (em 2011), subdividido em 4 freguesias.

Banda de Música da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos

Em 2008 foi divulgado que a Santa Casa da Misericórdia iria iniciar o projeto da criação de uma Banda de Música representativa de Arruda dos Vinhos. Para o sucesso do projeto a Santa Casa convidou a inscreverem-se os antigos executantes da EMA (Banda da Escola de Música de Arruda), jovens de ambos os sexos, com mais de 10 anos de idade; os habitantes que de alguma forma saibam tocar qualquer instrumento e que queiram participar no Projecto.

As aulas, gratuitas, teriam início nos meses de setembro/outubro. A 14 de agosto de 2009 a população foi convidada a assistir à apresentação pública e apadrinhamento da “Banda Filarmónica da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos”, no dia 15 de agosto, pelas 16:15, junto ao Hospital da Misericórdia.

O apadrinhamento seria feito pela “Banda Musical de Arouca” que também participaria na procissão com a imagem de Nossa Senhora da Salvação. Pelas 22:00 as duas bandas atuariam no adro da Igreja. A 24 de maio de 2017 a página oficial da Banda no Facebook agradecia ao Pe. Rui, “um grande amigo da Banda de Música da Santa Casa”.

BMSCMAV

Banda de Música da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos

Banda de Música da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos

A Banda e Escola tem sede na Rua 5 de Outubro, 15 2630-269 Arruda dos Vinhos

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/arruda-dos-vinhos-banda-de-musica-da-scmav.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 07:37:312021-06-21 11:50:50Arruda dos Vinhos e as suas filarmónicas
Banda União Artística de Castelo de Vide
Músicas no Concelho

Castelo de Vide e as suas filarmónicas

Música e músicos no Concelho de Castelo de Vide

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho de Castelo de Vide, do distrito de Portalegre, região do Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, Portugal.

  • Banda União Artística
  • Sociedade Artística e Musical Póvoa e Meadas
Banda União Artística

A Banda União Artística foi fundada a 21 de Agosto de 1881, por influência do núcleo local do Partido Republicano. Foi constituída na sua grande maioria por sapateiros, carpinteiros, ferreiros e outros artesãos, que naquele tempo eram considerados “Artistas” e que, ao aderirem a este projeto cultural, se constituíram numa “União de Artistas”. Daí o nome da Sociedade Filarmónica União Artística. Mais tarde, foi adotado o nome de Banda União Artística de Castelo de Vide.

A Banda é regida por Francisco José Gonçalves de Jesus e é constituída por 35 executantes, na sua grande maioria saídos da sua Escola de Música, que possui 20 alunos inscritos. É essencialmente uma banda Juvenil, pois mais de 50% dos seus elementos têm idades inferiores a 16 anos.

BUACV

Banda União Artística de Castelo de Vide

Banda União Artística de Castelo de Vide

Sociedade Recreativa e Musical Póvoa e Meadas

Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas é uma freguesia portuguesa do município de Castelo de Vide, na região do Alentejo.

Sociedade Recreativa e Musical de Póvoa e Meadas

Sociedade Recreativa e Musical Póvoa e Meadas

Morada
Rua da Estrada
7320 Póvoa e Meadas Póvoa e Meadas

Sociedade Recreativa e Musical Póvoa e Meadas

Sociedade Recreativa e Musical Póvoa e Meadas

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/castelo-de-vide-banda-uniao-artistica-de-castelo-de-vide.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 23:07:452024-12-20 21:25:03Castelo de Vide e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e o seu folclore

Folclore em Castelo de Paiva

Grupos folclóricos e tradições do Concelho

  • Douro Litoral (Douro Litoral Sul)
  • Distrito: Aveiro
Grupo de Danças e Cantares do Paraíso

O Grupo de Danças e Cantares do Paraíso tem vindo a demonstrar, desde a sua fundação (1993) os usos e costumes das atividades quotidianas das suas gentes em ações de âmbito cultural e recreativo, como festas e romarias. A divulgação do Grupo tem sido alargada às mais diversas regiões do pais (Minho, Trás-os-Montes, Alto e Baixo Alentejo, Estremadura, Beiras e Ribatejo).

Tem participado em vários encontros e  festivais de Folclore, dando a conhecer as danças e cantares em representação do município de Castelo de Paiva. Representa o folclore do Douro Litoral e apresenta um reportório variado. Os seus trajes são representantes do séc. XIX e princípio do séc. XX. De entre estes, destacam-se os de trabalho, os domingueiros e de festa. Organiza o seu Festival de Folclore (XVI) e Encontro de Concertinas (X).

Rancho Folclórico de Bairros

O Rancho Folclórico de Bairros, uma das nove freguesias do concelho de Castelo de Paiva, pertence à Região Etnográfica Douro Litoral – Sul. Sempre a freguesia foi uma das mais rurais do concelho e, por isso, ainda hoje mantém e vive tradições verdadeiramente populares. Sentindo a necessidade de manter e reviver o riquíssimo património cultural dos antepassados, surgiu o Rancho em 1996. O trabalho de recolha e pesquisa iniciado continua em curso. Baseados nas recolhas feitas junto de idosos e livros históricos, os cantares e as danças mais características da região são, entre outras, rusgas, viras, malhões, quadrilhas. Os trajes mais usados na região eram os de trabalho, romaria ou festa, lavradores ricos.

Rancho Folclórico de Castelo de Paiva

Sediado em Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, o Rancho Folclórico de Castelo de Paiva nasceu em abril de 1957. Fez a sua primeira atuação em julho do mesmo ano, nas Festas do Concelho de Castelo de Paiva. Ao longo da sua existência tem sido um fiel intérprete do Folclore da região que é o Douro Litoral, organizando festivais folclóricos nacionais e internacionais, tendo varais atuações na televisão e no estrangeiro destacando-se a participação no 1º Festival Luso-brasileiro realizado no Brasil.

Um dos seus pontos altos na sua história foi ser o melhor rancho no concurso de Trajes e Danças do Distrito de Aveiro no qual foi galardoado por Pedro Homem de Melo em Estarreja. Recebeu a medalha de Ouro de Mérito pela Câmara Municipal de Castelo de Paiva. Está filiado na Federação do Folclore Português desde o dia 06 de junho de 1977. Além de divulgar danças e cantares da região organiza cantares das Janeiras, feiras á moda antiga e várias atividades agrícolas. Os trajes que representa são lavradeira rica; trajes de trabalho; fiadeira, carniceira, moleira, barqueiro, pescador e outros.

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras

O Grupo foi fundado em 1973, por ocasião da romaria com o mesmo nome. A ideia partiu do Pároco da freguesia da Raiva, e de um dinâmico Grupo de Jovens e algumas pessoas da freguesia. O seu fundador foi Joaquim Ferreira Soares e tem na direção técnica Manuel Lopes Pinto. Em 1973, foi iniciado um trabalho de recolha, ensaios e apresentação de espetáculos em festas populares, romarias, feiras nacionais de agricultura e artesanato, festivais de folclore e outras comemorações de carácter social e cultural. Reportando-se aos trajes outrora usados pelos seus antecessores, foram recuperados pelo grupo de trajes de cerimónia, de domingar, ir à feira, o traje de camponês e serrano, o usado pelos barqueiros e o traje dos mineiros.

Entre as danças mais representativas da região, e as que integram o reportório, destacam-se a desgarrada, a chula rabela do douro, o vira da serra, o vira velho e as quadrilhas. Desde 1998, o Grupo realiza todos os anos o seu Festival de Folclore, tendo já passado pela região vários grupos nacionais e estrangeiros. Desde o Brasil à Argentina, Polónia, Republica Checa, Irlanda e Cazaquistão, foram inúmeras as delegações internacionais que atuaram nestes festivais. No que respeita a digressões ao estrangeiro, a mais importante foi ao Rio de Janeiro, Brasil, em 1993.

O Grupo é filiado no INATEL e conta normalmente com apoios desta Instituição, Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Junta de Freguesia da Raiva e Governo Civil de Aveiro.

RFNSA

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva

Rancho Folclórico de Nossa Senhora das Amoras, Castelo de Paiva

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/castelo-de-paiva-rancho-folclorico-de-nossa-senhora-das-amoras.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 21:21:322024-11-24 14:03:57Castelo de Paiva e o seu folclore
Nuno Silva, acordeonista, de Castro Daire
Músicas no Concelho

Castro Daire e os seus músicos

Música e músicos do Concelho de Castro Daire

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Nuno Silva

Nuno Silva, acordeonista e professor,  nasceu em Castro Daire, a 3 de junho de 1981. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos. Com 13 anos inscreveu-se no Conservatório de Música de Viseu. Em 1999, completou os Cursos Complementares de Acordeão e de Formação Musical e o Curso Geral de Piano, com os professores Abel Moura, Irene Barbosa e Jorge Martins.

Em 2004, completou a Licenciatura em Ensino de Música, variante de Formação Musical, na Universidade de Aveiro. Em 2008 completou a Licenciatura em Ensino de Música, variante de Instrumento – Acordeão, na Universidade de Aveiro. Em cursos e seminários internacionais de acordeão trabalhou com W. Semyonov (1996 e 1997), Friedrich Lips (1998), Maximiliano Pitocco e V. Matono (1998), e Vladimir Zubitsky (1999, 2000 e 2001).

1º Prémio da Categoria Júnior Concerto, no III Concurso Ibérico de Acordeão em 1998 e o 1º Prémio da Categoria Sénior Concerto no VII Troféu Nacional de Acordeão de Alcobaça em 2002; 4º Prémio no “1º Concurso Internacional de Acordeão de Andorra” em 2001. Foi distinguido pela Revista Anim’Arte de Viseu com o Prémio Revelação do Ano de 1999.

Nuno Silva

Nuno Silva, acordeonista, de Castro Daire

Nuno Silva, acordeonista, de Castro Daire

Participou na gravação de vários CD com o grupo “Ad Libitum” e com o grupo “Vozes da Rádio” e na gravação do filme – documentário “Porto da Minha Infância”, de Manoel de Oliveira. Participou na gravação de uma banda sonora encomendada pelo Teatro de Vila Real e composta por Paulo Vaz de Carvalho, em conjunto com o saxofonista Carlos Canhoto. Foi acordeonista convidado pela Banda Municipal de Fajões, em Outubro de 2008, para participar na IV Edição do festival “Filarmonia ao mais alto nível” interpretando a obra Jazz Suite nº2 de Shostakovich, no grande auditório do Europarque em Santa Maria da Feira.

Realizou concertos em Portugal, Itália, Espanha, a solo e integrado na Orquestra de Acordeãos de Viseu. Responsável pelos arranjos musicais nos Concertos / Musicais do Colégio da Via Sacra de Viseu desde 2008, destacando-se o Musical “Centésima Lição” comemorativo do Centenário daquela Instituição. Compôs o novo Hino do Colégio da Via Sacra, instituído desde 2008.

É professor de Acordeão, Orquestra de Acordeãos e Formação Musical no Conservatório de Música de Viseu e de Educação Musical no Colégio da Via-Sacra de Viseu.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/castro-daire-nuno-silva-acordeao-ft-rita-rocha.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 19:29:572024-11-20 10:30:33Castro Daire e os seus músicos
Banda Musical de Santa Tecla, Celorico de Basto
Músicas no Concelho

Celorico de Basto e as suas filarmónicas

Músicos do Concelho de Celorico de Basto

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical de Santa Tecla

A origem da Banda Musical de Santa Tecla remonta aos inícios do século XX, na freguesia que lhe deu o nome – Santa Tecla. Nos finais dos anos 60, e após um interregno de alguns anos, os elementos da banda, juntando-se com outros elementos de uma segunda banda existente em Celorico de Basto, formaram a União Musical Celoricense. Esta união foi orientada artisticamente pelo Maestro Artur Alves da Mota. Teve uma duração muito breve, apenas meia dezena de anos. O motivo da sua extinção prende-se com rivalidades que sempre existiram entre alguns elementos das anteriores filarmónicas, culminando na sua desagregação.

Logo após o seu declínio, alguns músicos mais entusiastas e dedicados, procurando dar continuidade ao seu trabalho e para desenvolvimento dos seus valores pessoais, rumaram a outras bandas existentes nos concelhos vizinhos (Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto, Amarante e Lixa). No início da década de 1980, o maestro Artur Mota entrou em contacto com alguns músicos apaixonados, tentou restaurar o nome e a vida de uma das mais antigas bandas existentes neste concelho, antes da União Musical Celoricense.

A 12 de novembro de 1980 foi constituída uma associação no Cartório Notarial de Fafe, com a designação de Banda Musical de Santa Tecla. A Casa do Povo de Fervença, sob a presidência do Monsenhor Lameiro, foi a entidade que assumiu a tutela dessa banda. Em 1985, dado o esmorecer e envelhecimento do seu corpo ativo, foi solicitada a colaboração de um elemento que atuava na mesma e que, nessa data, se encontrava em fase de conclusão do Curso Geral de Trompete, no conceituado Conservatório Regional de Braga.

Como o problema da subsistência da banda se prendia com a falta de músicos, deu-se início à criação de uma pequena escola de música, com o intuito de alimentar o corpo ativo da banda. Saliente-se a prestimosa colaboração que a Câmara Municipal prestou à escola, nomeadamente na cedência de instalações e participação num subsídio anual, atualmente extinto, bem como nos transportes para deslocação às festas.

BST

Banda Musical de Santa Tecla, Celorico de Basto

Banda Musical de Santa Tecla, Celorico de Basto

A banda está em franco desenvolvimento e é muito solicitada no concelho e em outros pontos do País. Participou em vários eventos fora do país, um dos quais em Huilles (França). A média anual de atuações ronda as três dezenas. Neste momento a banda conta com sessenta elementos, em média, bastante jovens. A subsistência deve-se, em grande medida, aos esforços feitos pelo atual maestro, o professor António Pinto.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/celorico-de-basto-banda-musical-de-santa-tecla.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 18:37:472024-11-13 23:14:53Celorico de Basto e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica de Condeixa, 1850
Músicas no Concelho

Condeixa-a-Nova e os seus coros

Coros de Condeixa-a-Nova

Grupos corais e atividade coral no Concelho

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Filarmónicas, ranchos, corais, diferentes formas de organização e orientação musical atestam uma mesma realidade, tradicional e consensualmente reconhecida – a da apetência musical dos naturais do concelho. Desempenhando um papel preponderante nas festividades religiosas e populares, as instituições musicais condeixenses representaram, em tempos idos, uma mais-valia enquanto fator de identidade e coesão social, servindo ao mesmo tempo à promoção do próprio concelho, pela divulgação da música nele cultivada.

Grupos Folclóricos

Encontros de Maio é evento que decorre anualmente em Condeixa com o objetivo de promover a cultura popular. Estes encontros convocam, a cada edição, a participação dos diversos grupos tradicionais do concelho, assegurando a preservação e divulgação do património etnográfico condeixense. São disso exemplo o Grupo Folclórico e Etnográfico de Belide, o Grupo Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Condeixa, o grupo etnográfico da Freguesia de Anobra ou o Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha. Nestes grupos, tanto ao nível do repertório e das danças, como sobretudo dos trajos – tricana, fato de trabalho, fato domingueiro – é bem notório o entrecruzamento de influências que o concelho, pela sua própria localização, sempre favoreceu.

COROS

Grupo de Cantares de Condeixa

Por seu turno, o Grupo de Cantares de Condeixa, constituído em 1995, recuou até cem anos num esmerado trabalho de recolha do repertório tradicional e original da vila e trouxe também até nós, inicialmente, na pessoa do maestro Ramiro de Oliveira uma parte importante da história da música de Condeixa. Contando, num primeiro momento, apenas com vozes, este grupo passou a integrar um suporte instrumental a partir de 1999, já sob a orientação do musicólogo António Simões. Nas suas apresentações, tanto ao nível do país, como do estrangeiro, proporcionadas por intercâmbios culturais, o grupo encontra, invariavelmente, um forte acolhimento.

Destaque-se também o Grupo de Cantares de Anobra “ENCANTA”, o Grupo de Cantares da Freguesia de Vila Seca, a Tuna e Cantares de Ega, o Grupo de Cordas da ASA (Associação Sempre a Aprender) ou o Grupo de Bandolins da Casa Museu Fernando Namora.

A existência periódica de ranchos de tricanas e ranchos infantis em Condeixa pode ser comprovada desde 1900; se, inicialmente, a sua presença era apenas solicitada por ocasião das fogueiras dos santos populares, cedo passaram a apresentar-se em todas as festividades religiosas da vila. Conduzidos por personalidades gradas de Condeixa – António Pena, Dr. João Antunes, Isac Pinto, António de Oliveira, entre outros – o repertório musical destes ranchos era renovado anualmente, com canções compostas sobretudo por António de Oliveira; mais tarde, os filhos Ramiro e Saul de Oliveira estariam também ligados ao folclore, ensaiando vários ranchos.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Orfeão Dr. João Antunes

O canto coral renasceu em Condeixa em 1997, pela mão dos irmãos Pedro e João Paulo Devesa. O Orfeão Dr. João Antunes – numa justa homenagem a essa figura ímpar da cultura de Condeixa – conta com cerca de quarenta elementos que interpretam música sacra e profana do século XVI à atualidade, com prevalência para a música popular portuguesa. O Orfeão tem feito apresentações um pouco por todo o país e colhido as mais favoráveis apreciações do público.

Orfeão dos Trabalhadores e Artistas de Condeixa

Fundado pelo Dr. João Antunes, o Orfeão dos Trabalhadores e Artistas de Condeixa dispõe de um repertório onde se incluem compositores consagrados como Beethoven ou Bach (a par de compositores nacionais). O grupo coral notabiliza-se sobremaneira pela mestria das suas interpretações. Conta com uma média de oitenta elementos, que impressiona também pela heterogeneidade harmoniosa da sua composição: um magma humano coeso, onde se fundiam diferenças etárias e sociais.

BANDAS

Nos últimos anos, as formações musicais têm-se diversificado e vários jovens músicos de Condeixa se têm afirmado no panorama musical português. São disso exemplo Luís Santos, que integra projetos recentíssimos e tão diferentes como “Mancines” ou “Second Skin”; Mauro Ribeiro, guitarrista dos “Casino Royal” ou a cantora Sara Ribeiro, finalista da primeira edição do programa televisivo “Factor X”.

Fonte: Município de Condeixa-a-Nova

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/condeixa-banda-filarmonica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 17:52:372024-11-13 23:19:54Condeixa-a-Nova e os seus coros
Filarmónica do Crato
Músicas no Concelho

Crato e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Crato

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica do Crato

Em 2009, foi descoberto um livro de atas da Santa Casa de Misericórdia do Crato de 10 de agosto de 1844 que “declarou sobre juramento do Ex.mo Administrador deste Concelho do Crato José da Gama Caldeira Castel-Branco em que pedia em nome da Ex.ma Sociedade Armónica que se lhe arrendasse a enfermaria dos homens do extinto hospital, tendo em vista a distracção deste povo”.

1 de janeiro de 1874 tinha sido a data adotada em Assembleia Geral no dia 26 de janeiro de 2008, baseada na anotação feita pelo Sr. Prof. Manuel Subtil, no seu livro “Vale do Peso História e Tradição“ ao referir-se à atuação da Filarmónica, em Vale do Peso, nos anos 80 do século XIX; e, por outro lado, uma carta redigida, em 1953, pelo Sr. Amaro Emídio (Emílio?), então com 84 anos, a José Vicente Serrano, onde expressava a sua enorme saudade dos tempos de músico da Filarmónica e da qual “o seu falecido pai, Amaro José Pais Rente, fora maestro até 1874 “.

Durante largos anos, a existência duma fotografia obtida no Paço da Vila do Crato, pelo último fidalgo da sua História, D. Luís Cordeiro Godinho, e a data nela registada 1896, era vulgarmente adotada como a data da fundação desta Instituição. A atividade musical da Filarmónica foi interrompida no eclodir da 1ª Grande Guerra e só, em 1931, seria reiniciada com a denominação de Banda Municipal do Crato, graças à empenhada ação do então Presidente da Câmara, António Botto Aleixo, apreciador confesso da boa música. A denominação de Filarmónica do Crato passou a vigorar em 1983, quando a sua Direção, presidida por José Joaquim da Conceição Lopes (“Zé Foguete”), em época das comemorações do então centenário, viu aprovada, em Assembleia-Geral, a alteração desejada.

A FC atuou em Espanha, França (Furnay-Ardenas) e Ilha do Pico (Açores). O atual maestro, Humberto João Oliveira Damas é neto do saudoso músico, Miguel Damas. Tem Escola de Música e o novo auditório foi inaugurado em 1989, pelo então Presidente da República, Mário Soares.

FC

Filarmónica do Crato

Filarmónica do Crato

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Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/crato-portalegre-filarmonica-do-crato.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 15:22:562024-12-19 22:28:12Crato e as suas filarmónicas
Monumento ao Cante Alentejano, Cuba, ft Vítor OliveiraVítor Oliveira
Músicas no Concelho

Cuba Rota Musical

MÚSICA PARA OS OLHOS

Monumentos musicais, Iconografia e espaços museológicos

para uma rota musicoturística no Concelho de Cuba

Monumento ao Cante

O Monumento ao Cante Alentejano, em Cuba, na praça junto da mata do Parque de Feiras e Exposições, foi inaugurado no dia 6 de setembro de 2008. O projeto, da autoria de António Carrilho, homenageia os grupos corais, destinando-se a divulgá-los e a perpetuá-los na nossa memória.

Trata-se de uma obra com três planos contínuos em chapa de aço corten cortadas que encaixam num rasgo feito na pedra ao comprimento com cerca de 20 cm de profundidade ficando afastadas a 30 cm. As figuras representam os Grupos Corais de Cuba, tanto os masculinos como os femininos.

A silhueta do grupo, da cor do aço parece caminhar vagarosa, nas ruas em passo cadenciado, unido, encostados os homens ombro a ombro trajando de forma diferente porque cada grupo tem as suas características. As senhoras, ao centro, apresentam-se em formato diferente porque elas tem os seus próprios grupos (o grupo não é misto) ligam-se pelas modas que têm em comum com os homens, salienta-se um fundo amarelo (ouro) representa a riqueza do património cultural que é o canto alentejano através dos Grupos Corais.

As figuras na parte detrás parecem sair do amarelo, seara, trabalho, tanto neste como nas ruas entoavam as suas melodias. Todas as figuras assentam num bloco cinza escuro, representa as pedras da calçada das ruas de Cuba.

Fonte: VisitCuba

Monumento ao Cante Alentejano, Cuba, ft Vítor Oliveira

Monumento ao Cante Alentejano, Cuba, ft Vítor Oliveira

Museu Musical

No Museu da Sociedade Filarmónica ficará a conhecer os pormenores da história desta banda, os maestros e músicos que a formaram e que fizeram parte do seu percurso, entre outras particularidades que marcam a sua existência ao longo dos anos.

Morada: Rua da Sociedade Filarmónica Cubense 1º Dezembro nº14, 7940 – Cuba

Telefone: 967540870

Email: sfcubense.1dezembro@gmail.com

Coordenadas: 38º09’56.95”N – 7º53’34.31”O

Nota: Visitas por marcação

Museu Musical

Museu Musical, em Cuba

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Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
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Sociedade Filarmónica e Recreativa de Ferreira do Alentejo
Músicas no Concelho

Ferreira do Alentejo e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Ferreira do Alentejo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica e Recreativa de Ferreira do Alentejo

A Sociedade Filarmónica e Recreativa de Ferreira do Alentejo foi fundada em 1925. São seus objetivos organizar grupos dramáticos e musicais, proporcionar recreio aos seus associados, por meio do concertos, recitas,  jogos, bem assim como a sua instrução, organizando uma biblioteca. Entre 1963 e 1978 a Banda e a Coletividade sofreram um interregno nas suas atividades.

No fim de 1978 conseguiu-se reavivá-las, com a criação da Escola de Música, a qual, até hoje, vem “alimentando” a Banda com os executantes que forma. A Banda é composta por 37 elementos e a Escola é frequentada por 30 alunos, com idades entre os 10 e os 15 anos. A Banda da Sociedade Recreativa de Ferreira do Alentejo tem atuado em eventos, da mais variada índole, um pouco por todo o país.

SFRFA

Sociedade Filarmónica e Recreativa de Ferreira do Alentejo

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Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo
Músicas no Concelho

Figueira de Castelo Rodrigo e o seu folclore

Folclore no Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo

O Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo presentou-se ao público pela primeira vez em 28 de agosto de 1977 na Igreja Matriz de Figueira de Castelo Rodrigo durante a missa dominical com cerca de 114 elementos. Com um número mais reduzido, o Grupo continua a exibir as suas atuações por diversos lugares do país.

Em dezembro de 1984 o jornal Pinhel Falcão, na época boletim paroquial da cidade de Pinhel, descrevia a atuação do Grupo Coral e Etnográfico figueirense em «Terras de Falcão» com significativo título «Um notável acontecimento cultural – o Grupo Coral da Portela e o Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo atuaram brilhantemente em Pinhel.»

O Grupo nasceu por iniciativa de um conjunto de jovens raparigas que encorajadas e a convite do saudoso Padre Canário se dirigiu a António Pimentel, na época dirigente de um grupo semelhante em Pinhel, solicitando-lhe a criação e orientação de um grupo coral na vila de Figueira. O maestro acedeu à gentileza do convite e, assim, a 28 de agosto de 1977, durante a habitual missa dominical, o grupo apresenta-se pela primeira vez em público. Durante 26 anos o grupo subiu ao «palco» da Igreja Matriz da vila onde atuava como coro, todas as semanas, durante a missa dominical.

Face aos sucessos alcançados o grupo iniciou-se na arte do palco com peças de teatro e a criação de um Rancho Folclórico. Este último pouco atuou, acabando por desaparecer à falta de tocador de acordeão. No que respeita à área teatral o trabalho desenvolvido pelo Grupo Coral e Etnográfico encenou sob a regência e orientação do maestro António Pimentel, trinta e duas peças de teatro.

O maestro António Pimentel recorda esses momentos com indizível saudade lamentando que “o grupo poucas ou nenhumas ajudas recebia, vivendo do esforço e da vontade de cada um dos seus elementos”, acrescentando que “sempre que há necessidade de preparar o cenário de uma peça ou adquiri as roupas das personagens, todo o material é comprado e confecionado por nós”.

O principal objetivo de um grupo coral e etnográfico caracteriza-se pela sua capacidade de imitar, manter e divulgar o folclore e as tradições locais e proceder à recolha de danças, canções e costumes de um povo que posteriormente são trabalhados textualmente e apresentados através da representação ao público. Para tal procedimento impõe-se um aturado trabalho de pesquisa que implica esforço humano e encargos financeiros que o Grupo evidentemente não dispõe.

António Pimentel também o considera “uma marca de um povo que se leva além-fronteiras”. Através das suas diversas atuações o maestro salienta que “levámos o nome de Figueira até aos mais diversos locais do país, desde Coimbra a Lisboa, passando por diversos locais do distrito da Guarda”, o que se pode considerar passagens importantes para trocas culturais.

O primeiro local onde o grupo etnográfico atuou na área teatral foi na antiga Casa do Povo de Figueira. Depois, foram variados os locais para onde o grupo se deslocou, sendo que atualmente valoriza muito as atuações nas freguesias do concelho figueirense que António Pimentel descreve como importante salientando que “somos ainda um grupo que consegue levar um pouco de cultura às aldeias, mas nem sempre a todas como desejaríamos, visto nem sempre sermos solicitados”.

Atualmente com 30 elementos, o Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo conta ainda com a presença de dois elementos que há 30 anos acompanham esta associação. O Grupo é constituído por pessoas que trabalham ou estão reformadas e que briosamente se privam do conforto do seu lar para se dirigirem à sede do Gripo para trabalhar, ensaiar, preparar cenários e as demais mil e uma tarefas necessárias. Merecem o reconhecimento do seu esforço e da sua devoção à causa da cultura local e a melhor compreensão para a sua sobrevivência.

No dia 1 de setembro com o intuito de marcar o seu trigésimo aniversário, os elementos atuais e alguns dos antigos associados reuniram-se para um jantar de convívio, onde não faltaram as inevitáveis recordações. António Pimentel afirma que “apesar das dificuldades, o Grupo é para manter e já estamos a preparar a próxima peça que entrará em cena possivelmente no ano que vem”.

Fonte: Jornal Ecos da Marofa, 10-09-2007

GCEFCR

Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo

Grupo Coral e Etnográfico de Figueira de Castelo Rodrigo, 1977

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/figueira-de-castelo-rodrigo-gcefcr.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-26 10:27:222024-12-20 19:43:35Figueira de Castelo Rodrigo e o seu folclore
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