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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

David Duarte, violinista
Músicas no Concelho

Horta e os seus músicos

Músicos do Concelho da Horta

(Ilha do Faial, Açores)

  • Alberto Ávila de Vargas (maestro)
  • David Duarte (violinista)
  • Joaquim Alberto Lança (maestro)
  • Manuel Veríssimo dos Santos (clarinetista)
  • Maria Helena Vargas (pianista)
  • Ricardo Fernandes da Câmara Ventura (maestro)
  • Francisco Xavier Symaria (maestro)
David Duarte

Violinista açoriano, David Duarte completou o 8.º grau de Violino no Conservatório Regional da Horta e a Licenciatura e Mestrado em Violino na Escola Superior de Música de Lisboa.

É também diplomado com o grau de Mestre em Ensino de Música, pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

Natural da ilha do Faial, começou a sua aprendizagem em violino aos 7 anos, com o professor e violinista Alexander Levtchenko. Entrou para o Conservatório Regional da Horta, onde iniciou como aluno de Yuriy Gertsev, tendo depois concluído os cursos Básico e Secundário de instrumento na classe da professora Alla Gertseva, em regime articulado.

Durante esse percurso, frequentou uma classe de aperfeiçoamento orientada pelo professor Gareguin Aroutiounian (Angra do Heroísmo, 2005). Integrou estágios da Orquestra Sinfónica Juvenil de Lisboa, aquando da sua passagem pelos Açores (Pico, 2006 e Faial, 2008) com o maestro Christopher Bochmann.

Foi selecionado pelo maestro Pio Salloto para integrar a Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música (OJ.COM) no VI Estágio (Ponta Delgada-2007) e, no mesmo ano, na Festa das Escolas de Música no Centro Cultural de Belém -“1001músicos no CCB”.

No curso secundário, integrou como concertino os grupos de música de câmara e orquestra de cordas do Conservatório.

Em 2010, partiu para a capital e foi admitido na Escola Superior de Música de Lisboa. Ingressou na classe de Khachatur Amirkhanyan e mais tarde, na classe de Gareguin Aroutiounian, com quem concluiu a Licenciatura em Música, na variante de Execução-Violino em 2013.

Prosseguiu estudos e em 2015 concluiu o Mestrado em Música, especialização de Violino, na mesma instituição, sob a orientação do professor Bin Chao.

Nesse período universitário, integrou a Orquestra Sinfónica da ESML, o Grupo de Música Antiga e a Orquestra de Música Antiga. Foi aluno de Música de Câmara da classe de Pedro Castro. Beneficiou ainda do contato com professores como Stephen Bull, Ana Manzanilla, Alexandra Mendes e Denys Stetsenko.

Na ilha do Faial, integrou a Horta Camerata sob a direção de Kurt Spanier, em concertos promovidos pela Câmara Municipal da Horta.

Completou a sua formação em 2018, concluindo o Mestrado em Ensino de Música, na área da docência da Prática Instrumental (Violino) e Classes de Conjunto, na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Nesse mesmo ano, começou a trabalhar como professor de violino na Escola EB 2,3 Professor José Buísel em Portimão, onde também deu aulas de formação musical.

Atua regularmente como violinista, no trio de cordas do Grupo Coral da Horta e em outros concertos e eventos locais.

Desde setembro de 2022, é professor de violino da sua classe no Conservatório Regional da Horta.

Bio facultada por David Duarte e inserida na Meloteca a 06 de agosto de 2023

David Duarte, violinista

David Duarte, violinista

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/david-duarte-violino.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-20 18:26:082024-11-20 10:09:59Horta e os seus músicos
Vítor Valério Ávila, maestro
Músicas no Concelho

Velas e os seus músicos

Músicos do Concelho de Velas

(Ilha de São Jorge, Açores)

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Vítor Valério Ávila
Vítor Valério Ávila

Vítor Valério Ávila nasceu a 16 de dezembro de 1985 no Concelho de Velas na Ilha São Jorge – Açores. Aos 11 anos deu os primeiros passos musicais em trompete na Sociedade Filarmónica União Rosalense com João dos Reis e em 2002 teve aulas privadas com José Octávio Reis. No ano de 2004 deslocou-se para o Porto onde se inscreveu na Academia de Música de Costa Cabral na classe de Manuel Luís de Azevedo. No ano seguinte, entrou para o Conservatório de Música do Porto na classe do mesmo professor.

Em 2009 entrou na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco onde iniciou a Licenciatura em Música variante Trompete e posteriormente o Mestrado em Ensino de Música variante Trompete e Música de Conjunto na classe de António Quítalo.

Em 2017 foi agraciado com a Medalha de Mérito Artístico – Grau Bronze pela Junta de Freguesia de Castelo Branco.

Como instrumentista tem tocado a solo com diversos agrupamentos nomeadamente Orquestra de Cordas do Conservatório do Porto sob a direção do maestro Kamen Goleminov, Trompiteano Duo, Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense sob a direção do maestro Pedro Ralo, Grupo de Música de Câmara da Ilha de São Jorge “Francisco Lacerda Ensemble”, recitais mistos de piano, voz e trompete acompanhado pelas pianistas Léa Roussel e Olga Lysa.

Tem participado em cursos de interpretação instrumental com pedagogos como Tristão Nogueira, Jorge Almeida, Manuel Luís Azevedo, Paulo Silva, Vasco Faria, Steven Mason, John Miller, Pierre Dutot, Jeroen Berwaerts, Per Ivarsson, Fruzsina Hara, Nenad Marcovic. Tem colaborado na organização de classes de aperfeiçoamento/oficinas de trompete nomeadamente no “I Curso de Aperfeiçoamento para Instrumentos de Sopro” da Sociedade Filarmónica Nova Aliança de Velas – São Jorge, I e II Masterclasse de Trompete da ESMF, foi professor convidado no 1º Masterclass de Trompete organizado pelo Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense.

Vítor Valério Ávila, maestro

Vítor Valério Ávila, maestro

Como maestro já dirigiu a Orquestra&Coro Musicodesporarte – Açores, colaborou como maestro convidado no I e II “Estágio de Banda Filarmónica e Curso de Direção” do Concelho de Velas – Açores e do I e II Estágio de Orquestras da ESMF. Tem frequentado vários cursos de direção sob as orientações dos Maestros Douglas Bostock, Alberto Roque, José Rafael Pascual Vilaplana, Osvaldo Ferreira, Ferrer Ferran, José Eduardo Gomes, Jean-Marc Burfin, Felix Hauswirth, Mitchell Fennell, Shawn Smith, Tiago Alves e George Matthew.

É professor de Trompete na Academia de Música e Dança do Fundão desde 2018, professor de Trompete e Orquestra do Agrupamento de Escola n.º2 de Abrantes desde 2014 e maestro da Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco desde 2011.

[ Bio facultada por Vítor Valério Ávila, publicada a 22 de fevereiro de 2021 ]

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense da Freguesia das Ribeiras
Músicas no Concelho

Lajes do Pico e as suas filarmónicas

Filarmónicas das Lajes do Pico

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

(Ilha do Pico, Açores)

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Sociedade Filarmónica de Educação, Recreio e Beneficência União Ribeirense

A SFERBUR foi fundada em 1952, com sede em Santa Bárbara, Ribeiras. A sua escola de música, que teve o seu embrião em Manuel de Rita, foi durante muitos anos dirigida por Laurentina Simas Brum. Nesta escola têm sido ministrados ensinamentos nas áreas de formação musical e instrumental (palhetas, metais, flautas, trombones e percussão). A banda é constituída por 55 elementos.

Deslocou-se à Casa dos Açores do Norte, onde abrilhantou uma função ao Divino Espírito Santo, e a todas as ilhas dos Açores. Realizou também intercâmbios com as Filarmónica da Abrigada (Alenquer), ao abrigo do Programa Infante D. Henrique, Filarmónica do Crato (Portalegre), Banda 25 de Março da Freguesia de Lamas, concelho de Macedo de Cavaleiros, Distrito de Trás-os-Montes; Banda da Quinta do Picado (Aveiro), e Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha do mesmo concelho.

Participou em cerimónias e eventos culturais oficiais e particulares, como encontros de bandas, animações culturais, concertos em várias localidades e festas tradicionais. Possui, praticamente desde o início da sua fundação, sede própria da qual, hoje em dia, devido às remodelações profundas que sofreu, apenas resta a fachada principal. Tradicionalmente fardada de branco no Verão e de azul no Inverno, a União Ribeirense é um ex-libris de Santa Bárbara.

SFUR

Sociedade Filarmónica União Ribeirense, das Lajes do Pico

Sociedade Filarmónica União Ribeirense, das Lajes do Pico

Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense da Freguesia das Ribeiras

A SFRFR foi fundada em 1900. É constituída por cerca de 37 músicos executantes, com uma média etária que ronda os 31 anos. Os primeiros estatutos foram aprovados em 1933. O primeiro instrumental desta Filarmónica foi adquirido na ilha Graciosa e pertencera a uma Banda Filarmónica da Fonte do Mato, freguesia de S. Mateus da Praia.

Desde o início da sua criação, esteve instalada em diversas casas ou salas particulares. A partir de 1975, sediou-se no recém-inaugurado Centro Social, até à construção da sua própria sede, que aconteceu em 1990. No ano 2000, foi comemorado o centenário da Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense. Durante os dias festivos houve exposições fotográficas com os elementos da Banda Musical e Direções ao longo dos anos. Estiveram expostos os livros onde foram feitas as Atas, entre outras iniciativas. Foram homenageados os músicos mais antigos, num jantar para os sócios e familiares, onde estiveram presentes algumas individualidades. Foi entregue aos sócios e entidades uma medalha comemorativa do centenário desta Sociedade Filarmónica.

A Filarmónica, que teve como primeiro regente Ernesto Silveira Peixoto, possui uma escola com cerca de 12 alunos. Efetua cerca de 12 atuações anuais, tendo participado no Programa de Rádio Filarmonia. Participa em eventos de natureza religiosa e cultural que decorrem na freguesia a que pertence, no seu Concelho e por toda a ilha do Pico. Possui sede própria, que recebeu obras de beneficiação tendo ficado com instalações capazes de receber todos os tipos de eventos relacionados com o culto do Divino Espírito Santo e outras festividades religiosas, bem como outras iniciativas de natureza cultural da freguesia.

SFRR

Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense da Freguesia das Ribeiras

Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense da Freguesia das Ribeiras

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Basílica do Palácio Nacional de Mafra, mural de Nark
Músicas no Concelho

Mafra Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Mafra

  • Basílica do Palácio Nacional de Mafra
  • Mural da Rua de Olivença
  • Aldeia-Museu José Franco
Rua de Olivença

Na Rua de Olivença, 12-24, 2640-470 Mafra, aprecie um mural de Nark com um dos seis órgãos da Basílica de Mafra, um saxofonista e uma violinista tocando, e amor à música.

Órgão, saxofone e violino

Mural de Nark, com órgão histórico, saxofone e violino

Mural de Nark, com órgão histórico, saxofone e violino

Um outro mural de Nark representa a Basílica do Palácio Nacional de Mafra. Com seis órgãos históricos construídos por dois grandes organeiros portugueses (António Xavier Machado e Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes) e dois carrilhões que se fazem ouvir com regularidade, a Basílica é um edifício com uma riqueza extraordinária a todos os níveis.

Basílica de Mafra

Basílica do Palácio Nacional de Mafra, mural de Nark

Basílica do Palácio Nacional de Mafra, mural de Nark

Aldeia-Museu José Franco

Aldeia-Museu José Franco, Aldeia Típica de José Franco, Aldeia Típica do Sobreiro ou simplesmente Aldeia Saloia, qualquer uma das designações aponta para uma pequena localidade do Sobreiro, entre a Ericeira e Mafra, onde se situa uma das mais reconhecidas aldeias musealizadas do país. Tem uma assim chamada Casa da Música, com numerosos instrumentos que precisavam de mais espaço e organização. O visitante pode também observar figuras de temática musical.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/mafra-basilica-nark-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-19 19:05:352021-06-21 12:01:47Mafra Rota Musical
Banda Musical do Pontido
Músicas no Concelho

Vila Pouca de Aguiar e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Pouca de Aguiar

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical do Pontido

A Banda Musical do Pontido é a única filarmónica existente no concelho de Vila Pouca de Aguiar. Pontido é o nome de uma pequena aldeia pertencente à freguesia de Telões, próximo da Estrada Nacional n.º 2 que liga Vila Pouca de Aguiar a Vila Real. O local é referido por Camilo Castelo Branco no seu romance o “Esqueleto”. Esta localidade é ainda ponto de passagem obrigatório para quem quer visitar o Castelo de Aguiar. Outrora conhecido por castelo do Pontido, foi construído na Baixa Idade Média.

Fundada em 1765, ao que se julga por dois religiosos que terão vindo viver para esta localidade, é provavelmente uma das mais antigas filarmónicas do pais. Inicialmente com 13 elementos, a Banda chegou a atuar para o Rei D. Carlos em 1907 aquando da sua deslocação a Pedras Salgadas para a inauguração do caminho de ferro de Vila Real até aquela localidade.

A Filarmónica passou por dificuldades, entre as quais a interrupção da atividade entre 1929 e 1938. Nas décadas de setenta e oitenta foi muito fustigada pela emigração, contrariedade ultrapassada a partir dos anos 90 do século XX. Das atividades regulares desenvolvidas pela Banda de Música destacam-se as de inverno, que incluem os ensaios e a formação de jovens iniciantes, e as de verão, que incluem a participação nas mais variadas festas e romarias para as quais é solicitada. Tem em média cerca de 25 a 30 saídas anuais que vão desde receções oficiais a abrilhantar festas e romarias. O repertório é variado e vai do clássico ao ligeiro, popular e religioso. É Instituição de utilidade Pública desde 2001. A banda é dirigida desde 1987 pelo Maestro Américo Costa, simultaneamente Presidente da Direção. O maestro é natural desta localidade e também ele um antigo executante da Filarmónica, à semelhança de todos os que o antecederam.

BMP

Banda Musical do Pontido

Banda Musical do Pontido

Reciclanda

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Filarmónica Fraternidade Poiarense
Músicas no Concelho

Vila Nova de Poiares e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Nova de Poiares

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica Fraternidade Poiarense

A Filarmónica Fraternidade Poiarense, com sede em Vila Nova de Poiares, foi fundada a 8 de setembro de 1874, em assembleia reunida nessa data no edifício do Teatro da “Cabeça” deste concelho.

Na sessão de 13 de setembro de 1874 foi escolhido o nome de Fraternidade, o qual, segundo a opinião dos fundadores, “quereria significar a boa união e amizade que sempre reinaria entre todos os sócios”. Pouco depois a sede da Associação passou a funcionar na Aldeia Nova e, mais tarde, mudou-se para o velho teatro, localizado onde foi construído o edifício da atual Casa do Povo. A Filarmónica tem cerca de 30 jovens. Mantém uma Escola de Música que tem forjado numerosos executantes.

BFP

Filarmónica Fraternidade Poiarense

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Banda Recreio Espirituense, de Vila do Porto
Músicas no Concelho

Vila do Porto e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila do Porto

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Recreio Espirituense

A Banda Recreio Espirituense, fundada no ano de 1923 pelo pároco da freguesia de Santo Espírito, Pe. Joaquim de Chaves, teve como designação primeira – Sociedade Musical Espirituense. Em atividade, esta é a única Banda existente na ilha de Santa Maria, tendo um papel relevante nas festas paroquiais da mesma, abrilhantando procissões e arraias.

Possui fardamento próprio e o instrumental divide-se por algum adquirido pela mesma e outro cedido a título precário pela Direcção Regional dos Assuntos Culturais (D.R.A.C.). A BRE é constituída por aproximadamente 40 músicos e 4 porta-bandeiras, sendo os executantes, na maioria, jovens abaixo dos 20 anos. Mantém a escola de música a funcionar de Outubro/Novembro a Junho/Julho com número variável de formandos, sob a tutela de Aldeberto José Loura Chaves e João Bairos.

A escola de música situa-se em edifício próprio cedido pela Câmara Municipal de Vila do Porto. A Banda tem a sua sede no Largo Pe. José Maria Amaral, s/nº, freguesia de Santo Espírito, em edifício cedido pela paróquia. A nível ilha, a sua atividade pauta-se pelo acompanhamento de todas as iniciativas para as quais é frequentemente solicitada, estando presente anualmente em mais de 20 tocatas. Em 1996 efetuou uma deslocação à Vila da Povoação, na vizinha ilha de S. Miguel. Em 1997, deslocou-se aos Estados da América e Canadá, onde abrilhantou os festejos do Espírito Santo em Hudson, Providence e Saugus, como também, a festa de Fátima em Cambridge província de Ontário no Canadá.

Em 1998 obteve a Declaração de Utilidade Pública. No mesmo ano comemorou as Bodas de Diamante, promovendo diversos festejos alusivos à data, como também, a colocação de uma lápide no cemitério local em memória de músicos e colaboradores falecidos, e o lançamento da Medalha comemorativa dos seus 75 anos. Ainda em 1998, aquando das festas do concelho, por deliberação da Câmara Municipal de Vila do Porto foi homenageada pelos relevantes serviços prestados a nível da animação musical e recreativa. Em 1999, durante a Presidência aberta do Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio saudou-o em boas vindas. Em 1999, esteve presente na inauguração do Centro de Controlo Oceânico de Santa Maria (NAV 2).

BRE

Banda Recreio Espirituense, de Vila do Porto

Banda Recreio Espirituense, de Vila do PortoBanda Recreio Espirituense, de Vila do Porto

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Sociedade Filarmónica Lira Corvense
Músicas no Concelho

Vila do Corvo e os seus músicos

Músicos do Concelho de Vila do Corvo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Filarmónica Lira Corvense de Vila Nova do Corvo

A Filarmónica Lira Corvense de Vila Nova do Corvo, ilha do Corvo (Açores), foi fundada em 1938. Esta agremiação musical, única banda existente nesta ilha, é constituída por cerca de 22 elementos com idades entre os 10 e os 63 anos e mantém em atividade uma escola, com cerca de meia dúzia de aprendizes.

Desde a sua criação, esta filarmónica passou por momentos difíceis, pelo que chegou a suspender as suas atividades por razões que se prendem, por um lado, com o fenómeno emigratório e, por outro, com o cumprimento do serviço militar obrigatório, factos que desfalcavam a população juvenil da ilha. A Filarmónica Lira Corvense foi reativada em 1991, com a criação de estatutos próprios e eleições. Realiza, anualmente, cerca de uma dúzia de serviços, para além da atividade que desenvolve no Corvo, já se deslocou à ilha vizinha das Flores, bem como ao estrangeiro. Neste âmbito, visitou os Estados Unidos da América em 1997, tendo atuado nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra e, em 2001, participou num intercâmbio realizado entre a sua terra e Toulouse, França.

Sociedade Filarmónica Lira Corvense

Sociedade Filarmónica Lira Corvense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/vila-dodo-corvo-sociedade-filarmonica-lira-corvense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-18 11:00:432021-06-21 12:02:39Vila do Corvo e os seus músicos
Rua Trovante
Músicas no Concelho

Vila do Bispo Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado em Vila do Bispo

Elementos para uma rota musicoturística no Concelho

A 17 de setembro 2016, o grupo musical Trovante foi homenageado pela Câmara de Vila do Bispo, em Sagres. Neste âmbito, o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, e Adelino Soares, presidente da Câmara de Vila do Bispo descerraram uma placa de homenagem ao grupo numa artéria em Sagres que passou a designar-se rua “Trovante”. Luís Represas, João Gil, Artur Costa, João Nuno Represas, Manuel Faria, Fernando Júdice, José Martins e José Salgueiro plantaram oito árvores, na Rua “Trovante”, em Sagres. Todos os elementos do grupo musical “Trovante” participaram neste gesto simbólico, tendo no final posado para a fotografia com o presidente da Câmara Adelino Soares. A rua dá acesso à praia da Mareta que tem início na rotunda da Âncora e termina no entroncamento junto à Santa Casa da Misericórdia.

Pretendeu a Câmara Municipal de Vila do Bispo homenagear este grupo, considerado um dos mais importantes nomes da música portuguesa, que surgiu há 40 anos, em 1976, em Sagres, quando um grupo de amigos (Luís Represas, João Gil, Artur Costa, João Nuno Represas, Manuel Faria, Fernando Júdice, José Martins e José Salgueiro) escolheu esta localidade para passar as suas férias e numa tarde de praia, com a paixão pela música em comum, se juntaram para fazer música. Na cerimónia terão estado todos os elementos do grupo, além de vários convidados. Foi anunciado que, pelas 22h00, a banda daria um espetáculo no Largo da Mareta.

Placa e Trovante

Rua Trovante

Rua Trovante

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Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Sociedade Filarmónica de Vilarchão, de Vieira do Minho
Músicas no Concelho

Vieira do Minho e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vieira do Minho

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

A origem da Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho terá ocorrido na freguesia do Mosteiro em 1898. Divergências no seio da banda de Vilarchão levaram a que o seu regente, Professor Reis e alguns dos seus músicos (em grande parte oriundos do Mosteiro) tivessem saído e formado a banda no Mosteiro, denominada por Música Velha.

Por volta do ano de 1918, alguns músicos saíram e formaram uma nova Banda (Música Nova) no lugar de Brancelhe, atual sede do concelho de Vieira do Minho. Testemunhos dão conta que esta transferência se deveu uma vez mais, a divergências entre os músicos, mas também a desentendimentos políticos ocorridos na época (Republicanos contra Monárquicos). A Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho é composta por 50 músicos, dirigida pelo maestro Domingos José Campos Cardoso. Conta com uma escola de música, na qual dois professores ensinam a arte musical a cerca de 24 alunos, com o apoio da Academia de Música do Alto Ave, fundada em 2008, pelo Município de Vieira do Minho.

Reciclanda

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Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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Sociedade Filarmónica de Vilarchão

Segundo relatos transmitidos de pais para filhos, por volta do ano de 1830, um padre da casa de Portela de Baixo, com outros clérigos, nomeadamente o padre da casa da Portela de Cima, o padre da casa de Novais, um padre da Pereira, e um carpinteiro, conhecido pelo apelido de “Vigário”, organizaram uma orquestra de Capela (música) para solenizarem os atos de culto na igreja, em dias de festa, nos serviços fúnebres e outros serviços religiosos.

Com a ida do Professor Reis, de Salvador (Touvedo), Ponte da Barca, para a escola de Vilar Chão, a orquestra tomou novo rumo. O professor começou a ensinar novos músicos e a primitiva orquestra transformou-se em Banda de Música, com cerca de vinte músicos. A orquestra era composta por vozes e instrumentos de arco (violinos e violoncelos), passando depois a utilizar instrumentos de sopro e percussão (requinta, clarinete, cornetim, trompa, trombone, bombardino, contrabaixo, caixa, pratos e bombo). Por volta de 1842 surgiu um desentendimento entre o Professor Reis e alguns dos músicos, o que levou o maestro a sair da banda, conjuntamente com alguns músicos que lhe eram fiéis, indo para a freguesia de Mosteiro, onde passou a lecionar, casou e organizou uma Banda de Música. A Banda de Vilar Chão enfrentou a sua primeira e grave crise, mas conseguiu sobreviver, tendo assumido a direção da Música o senhor Manuel Joaquim, da Bouça, da freguesia dos Anjos. Mais tarde, os músicos que tinham saído da Banda com o maestro Reis, regressaram à música de Vilar Chão, o que fez com que a crise, provocada pela saída desses músicos, fosse superada.

Ao longo da sua existência, a Banda Filarmónica de Vilar Chão nunca interrompeu a atividade. Conta com 45 músicos no ativo e realiza em média 20 festas por ano. Tem como atual maestro Vítor Agostinho Fernandes Alves. A Direção tem como preocupação manter o regular funcionamento da Banda e o impulsionamento da Orquestra Juvenil da Sociedade Filarmónica de Vilar Chão. Além dos serviços realizados todas as épocas, esta associação realiza concertos considerados emblemáticos e de fortalecimento da identidade da instituição, como os concertos de Natal.

A Banda tocou na Casa da Música em 2013. Em 2015, em união com a Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho e a Filarmónica de Vila Nova de Anha, do distrito e concelho de Viana do Castelo, foi realizado um estágio, denominado “Estágio de Orquestra de Sopros & Percussão” sob a direção do maestro da Filarmónica de Vila Nova de Anha, António Ferreira. Em representação do Concelho de Vieira do Minho e do distrito de Braga, participou no 4º Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas nas Comemorações do 1º de Dezembro – Restauração da Independência Nacional, em Lisboa.

SFV

Sociedade Filarmónica de Vilarchão, de Vieira do Minho

Sociedade Filarmónica de Vilarchão, de Vieira do Minho

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/vieira-do-minho-sociedade-filarmonica-de-vilarchao-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-18 10:56:152024-12-05 17:13:36Vieira do Minho e as suas filarmónicas
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