Loading
Musorbis
  • Musorbis
    • Quem somos
  • Musopédia
  • Música no Concelho
  • Portais
    • Loja Meloteca
    • Meloteca
    • Lenga
    • Musis
    • Discorama
    • Reciclanda
  • Menu Menu

Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha
Músicas no Concelho

Batalha Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Iconografia Musical do Concelho da Batalha

MOSTEIRO DA BATALHA

A música teve grande relevo no Mosteiro da Batalha, onde existiram órgãos de tubos e uma prática musical rica. O portal principal do Mosteiro da Batalha é amplamente estudado e destaca-se “no panorama da arte peninsular e europeia”. Na 5.ª arquivolta, surgem os anjos-músicos, como que envolvendo o crente com “música celestial” no “seu trânsito para a glória eterna”, explica Joaquim Ruivo. Figuras tocando “pandeiro com soalhas, viola de arco, viola de mão, charamela e flautas, o saltério, a cítola e amandora ou o órgão portativo”. Há anjos músicos no portal principal do Mosteiro da Batalha, mas também noutras zonas interiores e exteriores do monumento.

As figuras de doze anjos músicos presentes no portal principal e na nave central da Igreja do Mosteiro da Batalha foram o ponto de partida para a primeira edição de um colóquio dedicado à música antiga peninsular no dia 21 de setembro de 2019. Indo ao encontro das raízes e tradições musicais, proporcionou-se o contacto com instrumentos e sonoridades desse tempo, “dando a conhecer igualmente o trabalho de investigadores, músicos e artesãos que, baseados em fontes documentais diversas – como é o caso das representações escultóricas patentes no portal da Igreja do Mosteiro da Batalha – tentam reconstituir esses instrumentos”.

A partir desses anjos músicos surgiu a ideia de realizar no Mosteiro da Batalha um encontro que pretende “aprofundar o conhecimento da música antiga peninsular, dos séculos XV e XVI”, ou seja, “o tempo áureo da construção do mosteiro e da sua vivência conventual”. O programa incluiu ainda uma intervenção de Hugo Sanches sobre a música do século XVI no contexto das relações peninsulares, Jorge Lira falou das tradições musicais num périplo de quase mil anos pela evolução da gaita-de-foles e Orlando Trindade mostrou e tocou réplicas de instrumentos medievais. O colóquio acompanhou o “papel de grande relevo” que a música teve na história do Mosteiro da Batalha.

Enquanto foi convento dominicano, vocacionado para o ensino teológico, e “universidade por decisão papal a partir de meados do século XVI”, calcula-se que só na Capela do Fundador se realizassem anualmente “cerca de três mil atos litúrgicos relacionados com os reis e infantes aí sepultados”. “A música e, sobretudo, o canto teriam grande predomínio”, recordou Joaquim Ruivo.

Curiosamente, em contraste com “a solenidade da liturgia dominicana”, que valorizava “a música vocal gregoriana e monódica”, há por todo o interior e exterior do monumento “profusa representação escultórica de anjos músicos”, notou Joaquim Ruivo, “a maioria deles associados a instrumentos ‘não canónicos’ e à música ‘profana’, de tradição judaico-cristã”.

O órgão na Igreja do Mosteiro estaria muito deteriorado em meados do século XIX e acabou por ser desmantelado após 1840. Há também notícia da existência de órgãos portáteis no monumento, nada restando de qualquer deles.

Fonte: Região de Leiria / ML

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha

Viola de mão

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, viola de mão, esquerda, 1º a contar de baixo

Viola d’arco

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, viola d’arco, esquerda, 4º a contar de baixo

Viola d’arco

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, viola d’arco, direita, 5º a contar de baixo

Saltério

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, saltério, esquerda, 5º a contar de baixo

Pandeiro de soalhas

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal do Mosteiro da Batalha, pandeiro de soalhas, direita, 6º a contar de baixo

Cítara

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, cítara, esquerda, 2º a contar de baixo

Alaúde

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, alaúde, direita, 4º a contar de baixo

Cítola

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, cítola, direita, 2º a contar de baixo

Charamela

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha

Órgão portátil

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, órgão portátil, esquerda, 3º a contar de baixo

Órgão portátil

Anjos Músicos do Portal Principal do Mosteiro da Batalha

Anjos Músicos do portal Principal do Mosteiro da Batalha, órgão portátil, direita, 3º a contar de baixo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/batalha-mosteiro-portal-principal-anjos-musicos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 13:46:462024-11-13 23:32:05Batalha Rota Musical
Teatro José Lúcio da Silva
Músicas no Concelho

Leiria e os seus auditórios

Auditórios de Leiria

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro José Lúcio da Silva

Situado em Leiria entre o antigo Convento de Sant’Ana e o jardim público Luís de Camões, o Teatro José Lúcio da Silva foi inaugurado em 1966. O lançamento da primeira pedra para a construção de um verdadeiro Teatro em Leiria tem lugar em 1878, no Campo D. Luís I (atual Largo de Goa, Damão e Diu), o Teatro Dª. Maria Pia. A difícil situação financeira do teatro e as carências físicas do próprio edifício, puseram em causa a sua continuidade cultural. Em janeiro de 1958, teve lugar o último espetáculo no velho D.ª Maria Pia.

Em 1963, José Lúcio da Silva manifestou o desejo de construir um teatro para a cidade. A obra arrancou numa antiga propriedade de vinha da família Marques da Cruz, segundo projeto dos arquitetos Carlos M. Ramos e José Bruschy tornando-se numa marca dos tempos modernistas em Portugal. O lançamento da primeira pedra tem lugar no dia 29 de julho de 1964. A obra ficou concluída em cerca de 18 meses, sendo o teatro inaugurado na noite de 15 de janeiro de 1966, com a presença do almirante Américo Thomaz. No dia da inauguração duas peças subiram ao palco do Teatro José Lúcio da Silva.

A sala sofreu, ao longo dos anos, várias remodelações, tais como a implementação do sistema de som digital, as novas cadeiras, a nova alcatifa, a remodelação do palco e por último, a aquisição de uma máquina nova para a projeção, permitindo um melhor recorte de imagem. O Teatro José Lúcio da Silva tornou-se ao longo dos anos numa sala de espetáculos «monumental» com capacidade para 763 lugares apresentando excelentes características cénicas que proporcionam um conforto visual atualmente raro nas salas de projeção justificando assim a sua posição de relevo na cultura da Cidade.

José Lúcio da Silva nasceu em Leiria, em 1902, e morreu em Lisboa em 1972. Dotado de grande espírito de iniciativa, criou nesta cidade uma pequena indústria de alpercatas a que se seguiu a de baquelites e mais tarde a de borracha, já em Lisboa, tornando-se assim um grande industrial, fundando a Sociedade Industrial de Borracha.

O Teatro José Lúcio da Silva integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

O Teatro Miguel Franco encontra-se integrado no Mercado de Sant’Ana – Centro Cultural, Anteriormente um Mercado Municipal. Este espaço foi alvo de intervenções arqueológicas em 1999/2000, inseridas nas obras de reestruturação e reabilitação do edifício, tendo sido inaugurado, em 2003, um Centro Cultural que engloba, nas suas mais variadas valências, uma Galeria Municipal, um Teatro, um espaço dedicado a serviços educativos, bem como espaços dedicados ao comércio e escritórios.

Contactos

  • Sítio: www.teatrojlsilva.pt
  • Endereço: Praça da República 39, 7300-109 Portalegre
  • Telefone: 245 307 498
Teatro Miguel Franco

O Teatro Miguel Franco é um auditório acolhedor com uma plateia com capacidade para 210 lugares sentados, mais três lugares destinados a cadeiras de rodas.

Apresentação / história

Durante o Séc. XV, Catarina de Bragança, Condessa de Loulé, adquiriu os terrenos para a fundação do futuro convento de Sant’Ana, sendo a inauguração deste último no ano de 1498, acolhendo uma comunidade de religiosas dominicanas. Depois de sofrer um incêndio, em 1810, provocado pelas tropas napoleónicas, este espaço passa a ser utilizado como escola do ensino elementar, até ser adquirido pela Câmara Municipal de Leiria, que inicia obras de demolição do convento. O projecto de concepção e realização de um mercado municipal fechado é adjudicado a Ernesto Korrodi, sendo que as obras para esta construção são iniciadas em 1926. Assim, em 1931, o Mercado Municipal é inaugurado. Em 1999 / 2000, são levadas a cabo escavações arqueológicas, inseridas nas obras de reestruturação e reabilitação do edifício, que daria lugar, em 2003, a um Centro Cultural: Mercado de Sant’Ana – Centro Cultural.

Este Centro Cultural engloba, nas suas muitas valências, uma Galeria Municipal, um Teatro, um espaço dedicado às novas tecnologias – Espaço Internet, assim como espaços dedicados ao comércio e escritórios. O novo Centro Cultural começou a funcionar em Setembro de 2003, sendo que a sua primeira iniciativa oficial foi a realização do Festival de Jazz da Alta Estremadura, no Teatro Miguel Franco. A gestão e programação cultural deste espaço estão a cargo da Câmara Municipal de Leiria – Divisão de Cultura e Gestão de Espaços Culturais.

Teatro Miguel Franco

Teatro Miguel Franco

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/leiria-teatro-jose-lucio-da-silva.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 13:18:082025-09-15 18:53:30Leiria e os seus auditórios
Teatro Portalegrense
Músicas no Concelho

Portalegre e os seus auditórios

Auditórios de Portalegre

Salas de espetáculo do Concelho

Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre

Inaugurado a 19 de maio de 2006, o  Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre é a mais emblemática casa de espetáculos do Concelho e Distrito. Tem uma localização privilegiada pela proximidade com outros equipamentos culturais (Espaço Robinson, Casa Museu José Régio e Convento de S. Francisco), criando um eixo e uma nova centralidade, reforçando a complementaridade e a dinâmica entre todos eles.

Conta com uma programação cultural diversificada, nas áreas da Música, Dança, Teatro, e Multidisciplinar. Tem boa qualidade arquitetónica, tanto nas áreas publicas como nas áreas de serviço/técnicas, proporcionando a sua utilização tanto pelos espectadores como pelo corpo técnico de forma simples e eficaz.

O CAE possui um Grande Auditório com cerca de 500 lugares, um pequeno auditório de cerca de 170 lugares, uma ampla sala polivalente. Espaços de gestão, produção e administração, garantem uma enorme flexibilidade na adaptação das atividades agendadas (espetáculos, seminários, debates, serviço educativo) aos espaços mais indicados para a sua realização, maximizando desta forma recursos humanos e energéticos.

É dotado do equipamento técnico fundamental para exibição de cinema, a produção artística (áreas de teatro, dança e música) e para acolhimento, com um palco de 12×12 metros no Grande auditório, suficiente para acolher qualquer tipo de espetáculo, nas diversas vertentes das artes do espetáculo. Tem equipamento de som e luz auto-suficiente para acolher qualquer tipo de espetáculo.

Desde a sua abertura dispõe de bilheteira eletrónica, permitindo desta forma uma gestão, controlo e acompanhamento de dados de afluência ao recinto. Em suma, uma infraestrutura capaz de responder em qualidade quer ao significativo aumento dos públicos consumidores de cultura da cidade, quer num âmbito geográfico mais vasto à região e ao país.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

CONTACTOS

  • Blogue: caeportalegre.blogspot.pt
  • Telefone: 245 307 498
  • Email: caeportalegre@gmail.com

ANTIGO TEATRO PORTALEGRENSE

O edifício do antigo Teatro Portalegrense foi inaugurado no início da segunda metade do século XIX. Encontra-se em contexto urbano, integrando-se na malha antiga da cidade, numa área de transição entre a zona alta e a zona baixa, local onde se consolidou o designado Rossio. A área apresenta quarteirões irregulares onde o eixo central corresponde ao Largo do Visconde de Cidrais local onde se situa também a Igreja de São Lourenço. O edifício do Teatro implanta-se num terreno de configuração retangular, correspondendo ao gaveto de um quarteirão que se situa junto da referida igreja.

O edifício do Teatro, de volumetria quadrangular, apresenta três pisos onde sobressai uma fachada rematada por frontão triangular e janelas de sacada com verga de arco perfeito no andar nobre. O interior, para além da sala de espetáculos, inclui um bar, um restaurante, uma cozinha e alguns compartimentos destinados a jogos. A sala tem três registos de camarotes corridos no terceiro piso, teto pintado e estuques dourados.

Em 1850 foi constituída uma sociedade por ações com o objetivo de construir e gerir um teatro em Portalegre, o primeiro da cidade, iniciando-se a sua obra em junho de 1854. A direção do projeto, que ficou a cargo do arquiteto José de Sousa Larcher, integrou espaços cénicos, técnicos e públicos. A construção, que terminou em 1858, segue o espírito da época muito influenciado pela política de Almeida Garrett que pretendia dotar todas as cidades importantes do país com uma sala de espetáculos condigna. Foi com o drama histórico de Garrett “O Alfageme de Santarém”, que a sala foi inaugurada a 20 de junho de 1858.

Em 1886 o teatro foi alvo de obras de beneficiação, demonstrando o interesse da população por este espaço. O investimento foi feito sobretudo ao nível dos interiores, nomeadamente no auditório, tendo sido acrescentadas três frisas, substituída parcialmente a pintura ornamental do teto, o revestimento de papel dos camarotes e o estofo da guarda dos camarotes de 1.ª ordem. Durante os anos 40 do século XX o Teatro Portalegrense encontrava-se em muito mau estado de conservação levando a que Inspeção-Geral dos Espetáculos autorizasse o seu funcionamento mas com grandes limitações.

Hoje o Teatro Portalegrense, um dos edifícios mais representativos do que foi a atividade cultural da cidade, encontra-se fechado e sem uso.

Maria Ramalho/DGPC/2016

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/portalegre-teatro-portalegrense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 12:19:332025-09-14 14:43:47Portalegre e os seus auditórios
Coliseu do Porto, créditos Meloteca
Músicas no Concelho

Porto e os seus auditórios

Auditórios do Porto

Salas de concerto e espetáculo da cidade

Arena Liga Portugal: Centro de Congressos e Eventos do Porto

Inaugurada em 2024, a Arena Liga Portugal é um novo espaço de referência para eventos na cidade do Porto. Dispõe de um auditório equipado com tecnologia audiovisual de última geração, salas de reunião modulares, áreas exteriores e parque de estacionamento, constituindo o cenário ideal para reuniões, eventos sociais ou experiências de team building.

Arena Liga Portugal: Centro de Congressos e Eventos do Porto
Correio eletrónico: info@arenaligaportugal.pt
Tlm: +351 965 086 193

Edifício Arena Liga Portugal
R. John Whitehead n.º 69,
4250-540 Porto
Portugal

Arena Liga Portugal

Arena Liga Portugal

Auditório D. Pedro IV

Rua Joaquim de Vasconcelos, 79
4050 311 Porto
Tel. (+351) 223 207 902
Sítio: www.scmp.pt

Auditório Francisco de Assis
Auditório Francisco de Assis

Auditório Francisco de Assis

Em funcionamento desde 2021, o Auditório Francisco de Assis dispõe de 399 lugares (6 para mobilidade reduzida) e de equipamentos e infraestruturas que lhe permitem acolher todo o tipo de eventos empresariais, socioculturais, artísticos e académicos.

Rua do Amial, 478
4200-055 Porto
Tlm. (+ 00 351) 927 337 967
Tlm. (+ 00 351) 228 347 150
Ext. 314 (gab.) | Ext. 170 (régie)
Sítio: https://www.lusofrances.pt/auditorio/
Gestor de Auditório: Nuno Santos

Auditório Francisco de Assis

Auditório Francisco de Assis

Casa da Música

Ícone da Cidade, a Casa da Música é a principal sala de concertos do Porto, localizada na Avenida da Boavista. Foi projetada pelo arquiteto Rem Koolhaas (Países Baixos), como parte do evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001 (Porto 2001), embora a construção só tenha ficado concluída em 2005. Foi inaugurada no dia 15 de abril de 2005, com um concerto dado pela Orquestra Nacional do Porto.

Casa da Música, Porto

Casa da Música, Porto

Av. da Boavista, 604-610
4149-071 Porto
Tel. (+00 351) 220 120 220
Sítio: www.casadamusica.com

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e a qualidade de vida dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Casa das Artes do Porto

A Casa das Artes do Porto , da Direção Regional de Cultura das Artes, é um espaço cultural que inclui música, dança, arte, cinema, arquitetura. Tem serviço educativo e realiza cine-concertos, festivais de jazz, apresentação de livros, exposições e oficinas. Projetada em 1981 pelo Arquitecto Souto Moura, a Casa das Artes foi construída entre 1988 e 1991 nos jardins da casa de Allen e distinguida com o Prémio Secil. É constituída por sala para cinema com capacidade para 195 pessoas, auditório para concertos e conferências com capacidade para 195 pessoas, duas salas de exposições e conferências e seminários através de parcerias públicas e privadas.

Casa das Artes, Porto, foto DRCN

Casa das Artes, Porto, foto DRCN

Coliseu do Porto

Inaugurado a 19 de dezembro de 1941, o Coliseu do Porto é uma das mais emblemáticas salas de espetáculos do Porto.  Ícone do modernismo local e internacional, o edifício do Coliseu foi projetado a várias mãos. Cassiano Branco, José Porto, Júlio de Brito, Charles Siclis e Mário Abreu são alguns dos arquitetos que colaboraram ativamente na sua construção, como que antecipando uma das principais características do Coliseu: a pluralidade de expressões.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Coliseu do Porto, créditos Meloteca

Coliseu do Porto, créditos Meloteca

Rua Passos Manuel 137
4000-385 Porto
Tel. (00 351) 223 394 940
Sítio: www.coliseu.pt
Correio eletrónico: coliseu@coliseu.pt

Edifício Porto Inova

Rua Eng. Ferreira Dias, nº 728
Zona Empresarial do Porto (ex-Zona Industrial)
4100-246 Porto
Tel. (+351) 226 167 985
Sítio: www.portoinovacentroempresarial.com

O Edifício Porto Inova é uma moderna infraestrutura localizada na zona empresarial do Porto, a poucos minutos do centro da cidade e dos seus principais acessos. O espaço de reuniões está localizado no 1º piso e dispõe de um auditório com capacidade para 278 pessoas, um amplo foyer e seis salas de reunião com capacidades e formatos polivalentes. Existem também várias áreas no edifício que poderão ser utilizadas para serviços de restauração e catering:
Restaurante panorâmico – Piso 5
Foyer do auditório – Piso 1
Salas do espaço de reuniões – Piso 1
Museu da farmácia – Piso 0 (utilização limitada ao serviço de cocktails)

O edifício dispõe ainda de um parque de estacionamento com capacidade para 500 lugares, segurança permanente, piquetes de limpeza e assistência técnica.

Palácio da Bolsa

Salão Árabe

R. de Ferreira Borges
4050-253 Porto
Tel. (+00 351) 223 399 000

Teatro Campo Alegre

O Teatro Municipal do Campo Alegre, pertença da Câmara Municipal do Porto, é, como o Rivoli um dos dois polos do chamado Teatro Municipal do Porto. Foi projetado pelo arquiteto Rogério Cavaca. Após a sua construção, finalizada em 2000, foi gerido pela Fundação Ciência e Desenvolvimento.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Teatro Campo Alegre

Teatro Campo Alegre

Rua das Estrelas
4150-762 Porto
Tel. (+ 00 351 226 063 000
Correio eletrónico: geral.tmp@agoraporto.pt

Teatro Carlos Alberto

No interregno de doze anos entre o incêndio do Real Teatro de São João (1908) e a entrada em funcionamento do novo Teatro de São João (1920) o Teatro Carlos Alberto realizou obras de melhoramento de modo a destacar-se na cidade. O seu nome evoca o rei da Sardenha que morreu exilado no Porto, em 1849, e que tinha sido acolhido no Palacete do Barão do Valado, em cujo jardim o teatro foi edificado por iniciativa de Manuel da Silva Neves.

Teatro Carlos Alberto, créditos Manuel de Sousa

Teatro Carlos Alberto, créditos Manuel de Sousa

R. das Oliveiras, 43
4050-449 Porto
Tel. (+00 351) 223 401 900

Teatro Helena Sá e Costa

O Teatro Helena Sá e Costa (THSC) é uma estrutura integrada na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), construída de raiz no seu pátio interior. O THSC tem como missão divulgar e fomentar as Artes, enquanto ferramentas do processo do conhecimento e do crescimento integral do indivíduo, nas vertentes da dança, música e teatro, potenciando a revelação de novas tendências e suportando movimentos de projetos artísticos embrionários dentro e fora da instituição. Os seus objetivos passam por promover projetos artísticos capazes de captar e fidelizar novos segmentos de público(s) e por participar na dinamização cultural da cidade do Porto. O THSC tem como estratégia a apresentação de novas criações e criadores, o acolhimento de produções exteriores, particularmente inseridas nas novas linguagens das artes performativas e multimédia e o acolhimento das produções da ESMAE nas áreas da música e teatro. O projeto é da autoria de Filipe Oliveira Dias (Porto, 16 de outubro de 1963 – Porto, 15 de outubro de 2014), autor dos teatros de Bragança, Vila Real e Helena Sá e Costa, no Porto, entre outras obras.

Teatro Helena Sá e Costa

Teatro Helena Sá e Costa

Rua da Escola Normal, 39 | Rua da Alegria, 503
Tel: 225 193 765 | 225 193 760
Tlm: 961 631 382
Correio eletrónico: thsc@esmae.ipp.pt

Teatro Nacional de São João

O Teatro Nacional de São João é um teatro de arquitetura neoclássica da autoria de José Marques da Silva, inaugurado em 1920. Localiza-se na Praça da Batalha, no centro histórico da cidade do Porto. Para além do edifício-base, integram esta estrutura o Teatro Carlos Alberto e o Mosteiro de São Bento da Vitória.

Teatro Nacional de São João, créditos Vítor Oliveira

Teatro Nacional de São João, créditos Vítor Oliveira

Praça da Batalha
4000-102 Porto
Tel. (+00 351) 223 401 900

Teatro Rivoli

Inaugurado em 1913 como Teatro Nacional, remodelado em 1923 com projeto de Júlio de Brito e novamente remodelado em 1992 pelo arquiteto Pedro Ramalho, o Teatro Rivoli é uma das mais emblemáticas salas de espetáculo do Porto. Está aberto a múltiplas artes, com destaque para a dança, mas com espaço para a performance, o teatro, o cinema, o pensamento, a música, a literatura, as exposições, workshops, marionetas, residências artísticas e novo circo. É propriedade da Câmara Municipal do Porto.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Teatro Rivoli, Porto

Teatro Rivoli, Porto

Praça D. João I
4000-295 Porto
Tel. (+00 351) 223 392 200
Correio eletrónico: geral.tmp@agoraporto.pt

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/porto-coliseu-ft-meloteca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 11:06:482026-05-27 16:16:23Porto e os seus auditórios
Teatro de Vila Real
Músicas no Concelho

Vila Real e os seus auditórios

Auditórios de Vila Real

Salas de espetáculo do Concelho

Fundação da Casa de Mateus

A Fundação da Casa de Mateus foi instituída em 1970 por D. Francisco de Sousa Botelho de Albuquerque, com a doação para fins de serviço público do conjunto arquitetónico composto pela Casa, Capela e Casas da Adega, de um perímetro composto por jardins históricos, pomares, vinhas e zona de bosque e de um extenso espólio constituído por arquivo, biblioteca e coleções museológicas.

Fundação da Casa de Mateus, créditos Fernando Pendão, 2020

Fundação da Casa de Mateus, créditos Fernando Pendão, 2020

A Fundação é uma instituição privada com missões de serviço público nas áreas patrimonial, cultural, artística, educativa e de divulgação científica que se apresenta como um polo de intensa atividade Cultural, num território de baixa densidade. Desenvolve, desde a sua instituição, em 1970, uma programação cultural e artística persistente, que la torna num pólo cultural estruturante na cidade, na região e no país.

Os seus estatutos definem como missão a conservação, restauro e melhoramento da Casa de Mateus, o estudo, catalogação e divulgação do seu arquivo e ainda a promoção de atividades artísticas, culturais e pedagógicas coerentes com a herança patrimonial que nela se inscreve. Em 1971, foi reconhecida, por despacho do Ministério da Educação, como Instituição de Utilidade Pública.

A Fundação da Casa de Mateus subscreve o Código de Ética das Fundações, elaborado pelo Centro Português das Fundações, reforçando o seu compromisso com os mais elevados padrões de conduta, transparência e responsabilidade no desempenho das suas atividades

É no centro da sua ação que encontramos o cruzamento entre património histórico, património natural, artes e inovação, reforçando a perceção do valor dos instrumentos culturais e da ação local para a superação das grandes questões globais; ou a confluência entre ação cultural, paisagem e território, numa perspetiva de sustentabilidade, envolvendo as pessoas e as comunidades no raciocínio emergente sobre novas formas de relação com os recursos naturais.

Teatro de Vila Real

O Teatro de Vila Real é o mais emblemático do Concelho e do Distrito. É um teatro municipal localizado na Alameda de Grasse, em Vila Real, Trás-os-Montes, Portugal.

O edifício foi inaugurado em 2004 pelo então Primeiro-ministro português Dr. Durão Barroso.

O complexo, com uma arquitetura moderna e uma agradável localização à margem do Parque do Corgo, é constituído pelo Grande Auditório (com capacidade para 500 lugares), o Pequeno Auditório (145 lugares), o Auditório Exterior (700 lugares), o Café-Concerto (com esplanada), a Sala de Exposições, a Galeria-Bar e duas salas de ensaios, para além das áreas técnicas.

No mesmo edifício está ainda instalado o Museu do Som e da Imagem.

O projeto é da autoria de Filipe Oliveira Dias (Porto, 16 de outubro de 1963 – Porto, 15 de outubro de 2014), autor dos teatros de Bragança, Vila Real e Helena Sá e Costa, no Porto, entre outras obras. Licenciado em 1989 pela Escola Superior Artística do Porto e doutorado pela Universidade de Sevilha, Filipe Oliveira Dias foi também autor do projeto de reabilitação do cinema de São João da Madeira.

As múltiplas valências do Teatro Municipal de Vila Real permitem-lhe apresentar ao público espetáculos de grande envergadura, qualidade e diversidade, assegurando para toda a região uma oferta cultural intensa e de reconhecido mérito. As atividades do TVR assentam numa estratégia de diálogo com os restantes teatros do país e com os principais agentes e produtores nacionais.

Além de uma vasta programação nos domínios do teatro, da música, da dança, das novas artes circenses, do cinema e das exposições, aposta também em co-produções pontuais de espetáculos com outras entidades regionais, nacionais e estrangeiras. Das exposições ao teatro, da música à dança, das atividades do Serviço Educativo ao Café-Concerto e ao Cinema, há diariamente motivos para usufruir deste excelente ponto de encontro que marca o quotidiano de transmontanos e durienses.

CONTACTOS

  • Sítio: www.teatrodevilareal.com
  • Endereço: Alameda de Grasse 5000-703 Vila Real
  • Telefone: 259 320 000 / 259 320 002
  • Email: geral@teatrodevilareal.com

O Teatro de Vila Real integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-real-teatro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 11:08:442025-09-25 16:23:31Vila Real e os seus auditórios
Teatro Municipal de Bragança
Músicas no Concelho

Bragança e os seus auditórios

Auditórios de Bragança

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro Municipal de Bragança

O Teatro Municipal de Bragança, da autoria do arquiteto Filipe Oliveira Dias, é o mais emblemático do Concelho e do Distrito. O foyer assume um papel fundamental neste projeto pois é o primeiro espaço interior do edifício ao qual o público tem acesso. A grande boca de cena que constitui a parede envidraçada do foyer com pé direito de cerca de 6m permite ter uma visibilidade total da Praça Professor Cavaleiro de Ferreira e ser visto a partir desta. Lateralmente de ambos os lados e à mesma cota encontram-se duas praças que permitem a extensão do foyer.

Do foyer às entradas da sala de espetáculos acede-se a partir de 4 caixas de escadas ou ainda por um elevador. A sala é constituída por plateia sem coxia central com uma capacidade para aproximadamente 400 pessoas. A sua forma é o resultado de um diálogo entre o desenho conceptual de arquitetura e o comportamento acústico. O edifício do Teatro Municipal de Bragança, apesar da sua modernidade, contém a imagem da própria cidade: austera, branca e limpa.

O TMB permite conjugar um plano de elevada requalificação urbanística do centro da cidade, com uma surpreendente solução arquitetónica, moderna e arrojada, plena de opções originais que garantem o mais elevado índice de satisfação de todos os utentes, os que criam e os que desfrutam o espetáculo. A arquitetura e integração urbana, as técnicas de sala, a organização interna e as vertentes estéticas e tecnológicas, contêm aspetos muito salientes. Três configurações de sala foram conseguidas com sucesso: Concerto, Teatro e Ópera. A construção do Teatro foi um projeto que a autarquia assumiu no âmbito dos principais objetivos estratégicos no que diz respeito à política cultural, procurando deste modo responder aos anseios mais antigos e profundos dos agentes culturais, da população em geral, da cidade e da região.

Teatro Municipal de Bragança

Teatro Municipal de Bragança

Filipe Oliveira Dias (Porto, 16 de outubro de 1963 – Porto, 15 de outubro de 2014), é autor dos teatros de Bragança, Vila Real e Helena Sá e Costa, no Porto, entre outras obras. Licenciado em 1989 pela Escola Superior Artística do Porto e doutorado pela Universidade de Sevilha, Filipe Oliveira Dias foi também autor do projeto de reabilitação do cinema de São João da Madeira. O arquiteto do Porto ficou conhecido por ter concebido as cadeiras instaladas na renovada sala de imprensa da Casa Branca, “casa oficial” do presidente dos Estados Unidos. A obra de Filipe Oliveira Dias está documentada em dois livros editados pela Campo das Letras: 15 Anos de Obra Pública (2004) e Odyssey – Architectural and Design Exploration (2007).

CONTACTOS

  • Sítio: teatromunicipal.cm-braganca.pt
  • Endereço: Teatro Municipal de Bragança Praça Professor Cavaleiro Ferreira 5300-252 Bragança
  • Telefone: 273 302 740
  • Email: teatro@cm-braganca.pt
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/braganca-tmg.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 10:30:452025-09-14 15:23:52Bragança e os seus auditórios
Teatro Municipal da Guarda
Músicas no Concelho

Guarda e os seus auditórios

Auditórios da Guarda

Salas de espetáculo do Concelho

Teatro Municipal da Guarda

Inaugurado em 2005, o TMG é um conjunto de edifícios da autoria do arquiteto Carlos Veloso, o mais emblemático do distrito da Guarda. Carlos Veloso nasceu na Guarda em 1970. Exerce a atividade liberal em Arquitectura, Urbanismo e Design de Equipamento desde 1994.

O Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda é o local privilegiado das grandes produções. Equipado com fosso de orquestra amovível, tem capacidade para receber grandes companhias de Teatro, Dança, Música ou mesmo Ópera. Com 626 lugares de lotação máxima divididos entre plateia central, duas laterais, fosso de orquestra e balcão, o Grande Auditório está equipado com moderno equipamento técnico de som e de luz.

Com capacidade para 160 lugares, o Pequeno Auditório recebe uma grande variedade de espetáculos e de tipologias artísticas como teatro, música, dança, cinema, novo circo ou conferências.

A Sala de Ensaios, ao lado do Pequeno Auditório, é um espaço polivalente, amplo, luminoso e acusticamente isolado. Serve para acolher residências artísticas de criadores, ensaios de música, dança, teatro, exposições e de oficinas/workshops de formação de vários públicos coo estudantes, professores ou público sénior. É o espaço privilegiado para a dinamização das atividades do Serviço Educativo e para pequenos espetáculos intimistas para escolas e outros públicos.

Os foyers do Teatro Municipal da Guarda são espaços amplos e luminosos que acolhem o público e os visitantes do TMG. Existe um foyer no piso 0 antes da entrada para o Grande Auditório e outro no piso 2 da entrada para o Pequeno Auditório. Os foyers são também, com alguma regularidade, espaços expositivos e de espetáculos mais intimistas.

A Galeria de Arte é um espaço privilegiado de exposição de artes plásticas e visuais contemporâneas. Situa-se no piso 2 do primeiro edifício, por cima do Café Concerto. A Galeria de Arte recebeu, ao longo dos anos, muitas dezenas de exposições de grandes artistas portugueses e estrangeiros como Júlio Pomar, Nadir Afonso, José de Guimarães, Ana Vidigal, Júlio Resende ou Manuel Cargaleiro. É também um espaço para visitas guiadas com escolas e estudantes de artes. O Edifício Polifónico, para além da sua primeira vertente funcional de acessibilidade do público, enriquece arquitetonicamente o TMG e serve para explorações do espaço ao nível de intervenções artísticas (performance, pequenos concertos, exposições, instalações sonoras).

O Café Concerto situa-se no primeiro edifício do TMG e é um café não só para as atividades do Teatro mas também para a cidade. Ao longo dos anos tem mantido uma programação artística e cultural regular com centenas de espetáculos, conferências, tertúlias, apresentações de discos e livros, etc. Com uma lotação de 125 lugares, este espaço é um local de encontro na cidade e disponibiliza gratuitamente acesso à internet via wireless. Dispõe ainda de jornais e revistas para consulta e de uma parede de 8 metros que acolhe exposições temporárias de artes visuais. Nos meses de verão tem também serviço de esplanada.

O bar dos auditórios tem capacidade para 40 lugares sentados e serve também de espaço de reuniões informais, conferências de imprensa e de tertúlias com artistas e criadores.

  • Morada: Rua Batalha Reis, nº 12
    6300-668 GUARDA (PORTUGAL)
  • Telefone: 271 205 240
  • Email: geral@tmg.com.pt

O TMG integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/guarda-teatro-municipal-da-guarda.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 09:38:092025-09-14 11:56:48Guarda e os seus auditórios
Espantando dos pardais da seara, José Malhoa, 1904, Coleção particular.
Músicas no Concelho

José Malhoa e a sua Música

MÚSICA À VISTA

José Malhoa a Música
Espantando dos pardais da seara, José Malhoa, 1904, Coleção particular.

Espantando dos pardais da seara, José Malhoa

Espantando dos pardais da seara, José Malhoa, 1904, Coleção particular.

José Relvas

José Relvas tocando violino, de José Malhoa

José Relvas tocando violino, de José Malhoa

José Relvas tocando violino, de José Malhoa, 1898.

“O pintor José Malhoa (1865-1933) era um mestre no domínio da paleta de óleo, mas só muito ocasionalmente fez trabalhos a pastel, visto à data esta arte ser considerada de menor importância e utilizada com mais frequência em ensaios e estudos.

A amizade entre Relvas e Malhoa era consolidada pelo apreço mútuo e por um grande número de afinidades de ordem ideológica e estética. Era com grande frequência que Malhoa visitava a Quinta dos Patudos e aqui produzia algumas obras para a coleção de José Relvas. No quadro apresentado, José Relvas tocando violino, Malhoa apresenta o realismo que caracteriza a sua arte, retrata o senhor dos Patudos numa das suas atividades preferidas: a música.

José Relvas está concentrado tocando o seu Stradivarius, executando talvez uma peça conhecida de memória da obra de Beethoven, visto ser este o seu compositor preferido. Junto ao músico encontra-se uma mesa com algumas partituras; ao fundo vê-se uma das suas peças preferidas: uma escultura de Soares dos Reis, o estudo em gesso para O Artista na Infância adquirida à família do escultor em 1889.”

Musical Iconography Lab

  • Fado, 1910, óleo sobre tela, 150 x 183 cm; Lisboa, Museu da Cidade.
  • Gritando ao rebanho, 1875
  • Johannes Brahms, 1903, Óleo sobre tela, oval, 58,5×44,5 cm, Museu da Música MM 1063
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/jose-malhoa-espantando-os-pardais-da-seara-1904-colecao-particular-ft-sonia-duarte.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-28 22:25:302021-06-22 10:54:35José Malhoa e a sua Música
Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916
Músicas no Concelho

Amadeo de Souza Cardoso e a Música

MUSICA À VISTA

Amadeo de Souza Cardoso (Amarante, 1887-Espinho, 1918)
Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916

Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916

Canção popular A russa e o fígaro, c. 1916, óleo sobre tela, 80 x 60 cm; Lisboa; Centro de Arte Moderna

Pintura (Brut 300 TSF), de Amadeo de Souza Cardoso

Pintura (Brut 300 TSF), de Amadeo de Souza Cardoso

Pintura (Brut 300 TSF), c. 1917, óleo sobre tela, 86 x 66 cm; Lisboa, Centro de Arte Moderna.

Violino, óleo sobre tela.

Violino de Amadeo de Souza Cardoso

Violino de Amadeo de Souza Cardoso

Violino, de Amadeo de Souza Cardoso, Museu Municipal Amadeo de Souza Cardoso, Amarante

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/amadeo-de-souza-cardoso-cancao-popular-a-russa-e-o-figaro-1916-cam-fcg.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-28 22:17:232021-06-22 10:54:54Amadeo de Souza Cardoso e a Música
«Auto-retrato em família II» (Almada Negreiros e Sarah Afonso com os filhos), aguarela sobre papel, 530x364 mm
Músicas no Concelho

Almada Negreiros e a Música

MÚSICA À VISTA

Almada Negreiros (São Tomé e Príncipe, 1893-Lisboa, 1970)
Almada Negreiros, A Nau Catrineta

Almada Negreiros, A Nau Catrineta

Almada Negreiros, pormenor painel “Lá vem a nau Catrineta que traz muito que contar.”

A Nau Catrineta, de José Almada Negreiros

A Nau Catrineta, de José Almada Negreiros

«A Nau Catrineta » (Estudo para os frescos da Gare Marítima de Alcântara), guache sobre cartão, 1945, 700X370 mm

Bar de marinheiros

Almada Negreiros, Bar de Marinheiros

Almada Negreiros, Bar de Marinheiros

Almada Negreiros, Bar de Marinheiros, 1929. Painel para decoração interior do Cine San Carlos, Madrid. Baixo-relevo em gesso pintado. Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian.

.

Marinheiro e rapariga, 1928, lápis, 62,5 x 40,5 cm. Col. CAMJAP/FCG.

.

Anjos músicos (canto e órgão)

Almada Negreiros. anjos músicos

Almada Negreiros. anjos músicos

Anjos músicos

Almada Negreiros. anjos músicos

Almada Negreiros. anjos músicos

Instrumentos de corda

Almada Negreiros. anjos músicos

Almada Negreiros. anjos músicos

Auto-retrato em família

«Auto-retrato em família II» (Almada Negreiros e Sarah Afonso com os filhos), aguarela sobre papel, 530x364 mm

Auto-retrato em família II, pormenor

«Auto-retrato em família II» (Almada Negreiros e Sarah Afonso com os filhos), aguarela sobre papel, 530×364 mm

Músico

Almada Negreiros. músico

Almada Negreiros, músico

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/almada-negreiros-auto-retrato-em-familia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-28 20:18:562021-06-22 10:55:03Almada Negreiros e a Música
Página 171 de 194«‹169170171172173›»

Outros Artigos

Outras Notícias

Advertise hereAdvertise here

Musorbis

Musorbis é a nova plataforma que faz parte do projeto Meloteca e se dedica à divulgação do património musical na perspetiva dos concelhos de Portugal.

Música no Concelho

  • Knurl Mastering
    Paredes e os seus estúdios25 Maio, 2026 - 13:46
  • Oliveira do Bairro
    Oliveira do Bairro e a sua música16 Março, 2026 - 16:48
  • Ponte de Sor, ponte pedonal
    Ponte de Sor e a sua música17 Março, 2026 - 10:40
  • Santa Comba Dão, créditos Vítor Oliveira
    Santa Comba Dão e a sua música17 Março, 2026 - 14:53

CONTACTOS MUSORBIS

Morada:
Rua da Serra da Estrela, 86

4415-891 SANDIM VNG

Telefone:
+351 962 942 759
(Chamada para rede móvel nacional)

E-mail:
meloteca@meloteca.com

© Musorbis 2020 | By Blendup Marketing Digital
  • Link to Facebook
  • Link to Instagram
  • Link to Pinterest
  • Link to LinkedIn
  • Política de privacidade
Scroll to top Scroll to top Scroll to top

Ao continuar a navegar, utilizaremos cookies, pixels, tags e outras tecnologias semelhantes para garantir que o website funciona corretamente. Para mais informações sobre cookies e a forma como os utilizamos clique em Saiba Mais

AceitarSaiba MaisOcultar

Cookie and Privacy Settings



How we use cookies

We may request cookies to be set on your device. We use cookies to let us know when you visit our websites, how you interact with us, to enrich your user experience, and to customize your relationship with our website.

Click on the different category headings to find out more. You can also change some of your preferences. Note that blocking some types of cookies may impact your experience on our websites and the services we are able to offer.

Essential Website Cookies

These cookies are strictly necessary to provide you with services available through our website and to use some of its features.

Because these cookies are strictly necessary to deliver the website, refusing them will have impact how our site functions. You always can block or delete cookies by changing your browser settings and force blocking all cookies on this website. But this will always prompt you to accept/refuse cookies when revisiting our site.

We fully respect if you want to refuse cookies but to avoid asking you again and again kindly allow us to store a cookie for that. You are free to opt out any time or opt in for other cookies to get a better experience. If you refuse cookies we will remove all set cookies in our domain.

We provide you with a list of stored cookies on your computer in our domain so you can check what we stored. Due to security reasons we are not able to show or modify cookies from other domains. You can check these in your browser security settings.

Google Analytics Cookies

These cookies collect information that is used either in aggregate form to help us understand how our website is being used or how effective our marketing campaigns are, or to help us customize our website and application for you in order to enhance your experience.

If you do not want that we track your visit to our site you can disable tracking in your browser here:

Other external services

We also use different external services like Google Webfonts, Google Maps, and external Video providers. Since these providers may collect personal data like your IP address we allow you to block them here. Please be aware that this might heavily reduce the functionality and appearance of our site. Changes will take effect once you reload the page.

Google Webfont Settings:

Google Map Settings:

Google reCaptcha Settings:

Vimeo and Youtube video embeds:

Other cookies

The following cookies are also needed - You can choose if you want to allow them:

Privacy Policy

You can read about our cookies and privacy settings in detail on our Privacy Policy Page.

Política de privacidade
Accept settingsHide notification only