Loading
Musorbis
  • Musorbis
    • Quem somos
  • Musopédia
  • Música no Concelho
  • Portais
    • Loja Meloteca
    • Meloteca
    • Lenga
    • Musis
    • Discorama
    • Reciclanda
  • Menu Menu

Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Ilda Coelho, guitarra clássica
Músicas no Concelho

Alcobaça e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Alcobaça

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Além dos intérpretes em destaque nacional e internacional, o concelho de Alcobaça tem visto crescer o número de bandas promissoras.

  • António José Morais (trompete)
  • Bernardo Matias (saxofone)
  • Carlos de Andrade (compositor, 1884-1930)
  • Daniel Bernardes (compositor, 1986)
  • Edgar Alexandre (piano jazz, composição)
  • Fernando Serafim (tenor, 1933)
  • Filipe de Moura (tenor lírico)
  • Gil Silva (trombone, jazz)
  • Gonçalo Dias (trombone baixo)
  • Hélio Fróis (trombone, direção)
  • Henrique Seira (voz)
  • Hugo Assunção (trombone)
  • Hugo Trindade (guitarra)
  • Ilda Coelho (guitarra)
  • Israel Pereira (guitarra clássica e guitarra elétrica)
  • João Santos (saxofone)
  • Jorge Trindade (clarinete)
  • Luís Ferreira (clarinete, maestro, 1974)
  • Luís Peças (contratenor)
  • Manuel Luís (composição litúrgica, 1926-1981)
  • Mário Marques (saxofone)
  • Manuel Campos (percussão)
  • Nuno Carreira (trombone)
  • Phillipe Trovão (saxofone)
  • Ricardo Santos (trombone e direção)
  • Rúben da Luz (trombone)
  • Ruben Palmeira (voz)
  • Rui Fragata (clarinete e direção)
  • Sérgio Carolino (tuba, 1973)
  • The Gift (banda)
  • Tomás Rosa (percussionista)
  • Vera Santos (clarinete)

Daniel Bernardes

Daniel Bernardes, compositor, de Alcobaça

Daniel Bernardes, compositor, de Alcobaça

Edgar Alexandre

Edgar Alexandre, natural de Alcobaça, aluno do curso profissional de Música na Escola Secundária D. Inês de Castro e Academia de Música de Alcobaça (AMA), recebeu a 29 de março uma menção honrosa na 13ª Festa do Jazz do São Luiz, em Lisboa, assegurando presença em 2016, na próxima edição deste evento. “Deu-me ainda mais razões para trabalhar e foi um grande incentivo para continuar”, declarou Edgar Alexandre a ’O ALCOA’, dizendo-se surpreendido e feliz por esta conquista. O jovem talento deixou ainda um agradecimento especial ao seu professor de piano Daniel Bernardes.

Fernando Serafim

Fernando Serafim, tenor, do Porto

Fernando Serafim, tenor, do Porto

Ilda Coelho

A guitarrista Ilda Coelho nasceu em Alcobaça, Portugal. Estudou na Escola de Música do Orfeão de Leiria Conservatório de Artes (OL CA) com Ana Barbosa e mais tarde no Conservatório de Música D. Dinis, em Odivelas, onde integrou a classe de José mesquita Lopes.

Concluiu em 2002 o Título de Professor Superior de Guitarra no Conservatório Estatal Superior de Música de Vigo (Espanha), sob a orientação de Tomas Camacho e José Luiz Fernandez, finalizando os seus estudos com este último, onde termina com a mais alta classificação em Pedagogia Especializada de Guitarra.

É licenciada e profissionalizada em Guitarra.

Leia AQUI a bio completa.

Ilda Coelho, guitarra clássica

Ilda Coelho, guitarra clássica

Luís Ferreira

O maestro Luís Filipe Henrique Ferreira nasceu a 17 de julho de 1974. Iniciou os estudos musicais aos dez anos, na Sociedade Filarmónica Maiorguense, com o Maestro José Manuel Cunha. É Licenciado em Música, no instrumento Clarinete, Pela Universidade de Évora. Possui Pós Graduação em Direção de Orquestra de Sopros, e está a tirar o Mestrado em Direção de Orquestra de Sopros, no Instituto Piaget de Almada, onde trabalha com diversos professores, e tem dirigido vários grupos, nomeadamente, a Orquestra de sopros do Conservatório Nacional de Lisboa, e a Banda Sinfónica da PSP. É Maestro da Socidade Filarmónica Maiorguense desde Setembro de 2007.

Luís Ferreira

Luís Ferreira, maestro, de Alcobaça

Luís Ferreira, maestro, de Alcobaça

Leia AQUI a biografia completa.

Luís Peças

Luís Peças é um cantor lírico português natural de Alcobaça. Fez estudos na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, onde ingressou em 1986. Foi oboísta na Banda de Música de Alcobaça e na Banda de Música da Força Aérea Portuguesa. Contratenor, dedicou-se ao canto lírico, tendo sido bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Teve aulas de canto com Liliane Bizinech e aperfeiçoou-se em interpretação de Música Antiga, com Max Van Egmond e Jill Feldman. Em 1999 esteve em Londres, onde aperfeiçoou o repertório Barroco com o contratenor Rodney Gibson.

Tem desenvolvido uma intensa atividade na participação em concertos, recitais e festivais de música, destacando a colaboração com a pianista Paulle Grimaldi e o Ensemble Barroco do Chiado.

Tem atuado também em monumentos, museus, bibliotecas, universidades, autarquias e dioceses, a convite do IPPAR. Colaborou também na produção de vários espetáculos, salientando o musical Maldita Cocaína, de Filipe La Féria, em 1993. Em Alcobaça, integrou as Comemorações do 850º Aniversário da Fundação da Abadia de Alcobaça e a morte de São Bernardo, os 750 anos da Igreja do Mosteiro e as Comemorações do Ano Inesiano.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Mário Marques

Mário Dinis Marques nasceu em 1972 na cidade de Alcobaça. Estudou no saxofone no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 2002 concluiu a licenciatura em Saxofone na Escola Superior de Música de Lisboa e, em 2105, o Doutoramento na Universidade de Évora.

Tem integrado regularmente como músico solista a Orquestra Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra do Algarve.

A solo tocou com Orquestra das Beiras o “Concertino para saxofone tenor e Orquestra” de Bob Mintzer; Banda Sinfónica Portuguesa com a qual estreou o “Duplo concertino para Sax tenor, tuba e banda sinfónica” de Luís Cardoso; Banda Sinfónica da P.S.P.; Banda da Armada Portuguesa o “Concerto para saxofone e Banda Sinfónica” de Mike Mower, Sinfonieta de Lisboa o “Concerto for Stan Getz” de R.R.Bennett e a Banda Sinfónica de Alcobaça.

Colaborou em vários programas de Televisão e Teatro Musical e gravou com diversos grupos portugueses como “The Gift”;  “Silence4”; “Deolinda”; “Bernardo Sassetti”, “Amália hoje”, entre outros. Tem ainda como seus projectos pessoais os grupos Tubax, Rondó da Carpideira, The Postcard Brass Band e o Quarteto de Saxofones Saxofínia onde, além de músico, trabalha na produção e edição discos e com os quais tem merecido o crédito de inúmeros compositores tais como: Daniel Bernardes; Eurico Carrapatoso; Bernardo Sassetti; Cristopher Bochmann; Jon Hansen; Luís Cardoso; Luís Pena, Howie Smith; Petri Keskitalo, Jerry Grant, Jim Self, Mike Fitzpatrick entre outros. Foi artista residente do Cine-teatro de Alcobaça no ano de 2008 onde apresentou os projetos “Zoom In – A música de Daniel Schnyder e Música de Anders Paulsson “ para saxofone soprano, coro misto & órgão.

Músico multifacetado e produtor musical de diversos discos, tem aplicado essa experiência no estudo da interpretação musical e prática performativa da linguagem crossover apresentando artigos em diversas conferências. É professor auxiliar no Departamento de Música da Universidade de Évora onde, além de docente, é adjunto da Direção do Departamento de Música.

Nuno Carreira

Natural da Vestiaria (Alcobaça), Nuno Carreira (tuba, trombone e bombardino) estudou no Conservatório Regional de Tomar, Escola Profissional de Música de Almada e é licenciado pela ESML, na classe de Ismael Santos. Frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento com professores como Joseph Alessi, Benny Schlucin, Peter Bassano, David Taylor, John Peterson e Hugo Assunção. Colaborou com várias orquestras portuguesas, como a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Algarve, Orquestra das Beiras e Orquestra Sinfonietta de Lisboa.

Colabora com regularidade com a Orquestra de Camara de Cascais e Oeiras. É convidado para colaborar com diversos ensembles de clássico e jazz. É membro do grupo South River Jazz Band e da Reunion Big Jazz Band. Leciona Trombone nos conservatórios de Cascais e Palmela e nas academias de Alcobaça e Óbidos.

Philippe Trovão

Philippe Trovão é licenciado em Saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa onde realizou também o Mestrado em Ensino da Música.

Participou em classes de aperfeiçoamento com diversos músicos do panorama nacional e internacional como Alberto Roque, José Massarrão, Claude Delangle, Jean Yves Fourmeau, Nicolas Proust, Lars Mlekusch e James Houlik. Participou em workshops de improvisação e Sound Painting com François Choiselat (vibrafone, improvisação, Lisbon Soundpainting Orchestra), Javier Liébana Castillo e Lê Quan Ninh, e em workshops de jazz com artistas como Paulo Gaspar, Jeffery Davis e Hugo Trindade. Conta com vários prémios em concursos de saxofone, FISP 2005 – 2o lugar na categoria infantil, FISP 2007 – 3o lugar na categoria juvenil e FISP 2009 – 3o lugar na categoria junior e 2o lugar Ae excuo na “International Music Competition” em Chieri, Itália, onde tocou a solo com a “Orchestra Sinfonieta” de Chieri, Itália, sob direcção do maestro Maurizzio Rigetti. Também se apresentou como solista com a Camerata de Sopros Silva Dionísio e com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa.

Esteve envolvido em vários projetos multidisciplinares, entre eles o bailado “Dance bailarina, dance”, com a Companhia Nacional de Bailado, o espectáculo “As Artes no Panteão: Ecos de um Meta-Tempo”, uma colaboração da Escola Superior de Música, Escola Superior de Dança e Escola Superior de Teatro e Cinema, a peça de teatro “Medeia”, uma colaboração entre o Laboratório de Música Mista da ESML e a Escola Superior de Teatro e Cinema e a peça ODISSEIA, com Teresa Sobral e José Raposo, onde trabalhou como sonoplasta.

Atualmente o seu trabalho passa pelo interpretação de obras para saxofone e dispositivo elctroacústico, por improvisação, estudo de síntese sonora e composição. Está a desenvolver vários projectos envolvendo saxofone e eletrónica (processamento de som em tempo real), é membro fundador dos “Forma Perdida”, duo de “word music” de saxofone e guitarra e do projeto ROOM #315, música experimental. É presença regular em concertos de música improvisada e trabalha para a difusão de obras de compositores como Jorge Peixinho, Jean-Claude Risset e Horacio Vaggione fazendo recitais em vários auditórios do país. Leciona no Conservatório Regional Silva Marques, em Alhandra, no Conservatório de Música e Artes do Centro e no Conservatório de Santarém.

Fontes: Sérgio Carolino propôs os nomes de Phillipe Trovão (saxofonista), Bernardo Matias (saxofone), Gonçalo Dias (trombone baixo), Gil Silva (trombonista de jazz), Vera Santos (clarinete), António José Morais (trompete), Manuel Campos (percussão), Hugo Assunção (trombone), Edgar Alexandre (pianista de jazz, compositor), Jorge Trindade (clarinete), Hélio Fróis (trombone, direção), Nuno Carreira (trombone), Luís Peças (contratenor), Israel Pereira (guitarra clássica e guitarra elétrica). Ricardo Santos sugeriu os somes de Ricardo Santos (trombone, direção), Rui Fragata (clarinete, direção), Filipe de Moura (tenor lírico), João Santos (saxofone) e Tomás Rosa (percussão). Vários desses nomes já estavam na Meloteca, mas faltava a informação da sua naturalidade.

Rúben da Luz

Rúben da Luz, trombone, de Alcobaça

Rúben da Luz, trombone, de Alcobaça

[ Rúben da Luz nasceu na Nazaré por não haver na altura maternidade em Alcobaça. ]

Sérgio Carolino

Sérgio Carolino, tuba, de Alcobaça

Sérgio Carolino, tuba, de Alcobaça

Queres destacar-te? Clica AQUI!

Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

NOVAS BANDAS

Churky

Diogo Rico, de 25 anos, ou simplesmente Churky, venceu o concurso EDP Live Bands e lançou em 2018 o seu EP “Estórias”. Em 2015, o tinha lançado o álbum “Golden Riot”. Graças à vitória no concurso, terá a oportunidade de gravar um novo álbum com o selo da Sony Music, bem como a possibilidade de se apresentar em grandes palcos, como o NOS Alive e o Mad Cool Festival, este último em Madrid. Em 2016, lançou um single intitulado “Tá Bom, Adeus!”, que foi incorporado no seu EP. Participou no Festival da Canção, em 2015, como compositor da música “Mal Menor”, interpretada pelo tenor José Freitas.

Fuzzil

A banda Fuzzil lançou dois EP — Boiling Pot e Molten π — este último em 2017. Cria o seu som nas influências dos longínquos e psicadélicos anos 60 e 70, transportando para o novo século uma aura carregada de fuzz, distorção e vocais melódicos. Um dos elementos da banda é o baixista dos Stone Dead, sendo que no alinhamento dos Fuzzil, Leonardo Baptista pega na guitarra e ajuda na voz. Os restantes elementos são Filipe Garcia (voz/guitarra), Alexandre Ramos (voz/bateria) e Wilson Rodrigues (voz/baixo).

Mr. Gallini

Mr. Gallini é o pseudónimo de Bruno Monteiro. Se nos Stone Dead é baterista e ajuda na voz, neste seu projeto dedica-se à guitarra e a dar voz às suas canções. Para 2018, Mr. Gallini preparou uma trilogia de álbuns, que já foi colocada em ação com o lançamento de “Lovely Demos” E se “Lovely Demos” é mais inspirado nos Beatles, Pink Floyd e várias outras bandas da década de 60, o artista assegurou no programa “É a vida Alvim” em março de 2018, os restantes álbuns complementares da trilogia seriam distintos em termos de sonoridade, indo buscar influências mais recentes. A Mr. Gallini’s Amazing Trilogy foi gravada e misturada no quarto do artista em Pisões, Alcobaça, totalmente sob a sua responsabilidade e com toda a liberdade criativa inerente a esse ambiente mais intimista.

Plastic People

A banda Plastic People é composta por João Tiago, André Frutuoso, Johnny Walker, João Gonçalo e Filipe Tanqueiro. Venceu o EDP Live Bands, em 2017, e tem estado a trabalhar no álbum a lançar sob o selo da Sony Music.

Stone Dead

Stone Dead é uma banda rock composta por João Branco, Bruno Monteiro, Jonas Gonçalves e Leonardo Baptista. Lançou, em 2017, o álbum “Good Boys”, levando-os a apresentá-lo por inúmeros países europeus, assim como ao Super Bock Super Rock. Tem andado um pouco por todo o país, apresentou-se no Festival Muma, na ilha do Faial – e por vários países europeus. Bruno Monteiro (baterista) e Leonardo Baptista (baixista) têm outros projetos paralelos, com Mr. Gallini e Fuzzil, respetivamente.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ilda-coelho-guitarra-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:10:052024-10-30 06:32:56Alcobaça e os seus músicos
Adelaide Ferreira, cantora, de Alcanena
Músicas no Concelho

Alcanena e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Alcanena

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Adelaide Ferreira (cantora, 1959)
  • Carlos Silva (compositor litúrgico, 1928-2009)
  • João Carlos Chavinha Roque (regente)
  • Mila Ferreira (cantora)

Adelaide Ferreira

Adelaide Ferreira, cantora, de Alcanena

Adelaide Ferreira, cantora, de Alcanena

Carlos Silva

Carlos Silva, padre, compositor, de Alcanena

Carlos Silva, padre, compositor, de Alcanena

Mila Ferreira

Mila Ferreira, cantora, de Alcanena

Mila Ferreira, cantora, de Alcanena

Carlos Silva

Natural de Minde, concelho de Alcanena, entrou para o Seminário de Leiria em Outubro de 1939, terminando o curso de Teologia em 1950. Foi ordenado sacerdote em 7 de Outubro de 1951. Frequentou o Instituto Pontifício de Música Sacra, em Roma, onde obteve a licenciatura em Canto Gregoriano.

Na sua longa vida sacerdotal trabalhou no Seminário de Leiria, de outubro de 1955 a setembro de 1996, onde foi educador e professor de muitas gerações de sacerdotes. Em 1976 foi nomeado cónego da Sé de Leiria, igreja em que regia o respetivo coro e conduzia a animação musical das celebrações litúrgicas.  Exerceu ainda as tarefas de diretor diocesano da Obra Pontifícia da Propagação da Fé, de professor de Religião e Moral no Liceu Nacional de Leiria, de conselheiro espiritual das Equipas de Nossa Senhora e assistente do Movimento dos Cursos de Cristandade, integrando o Secretariado Diocesano de Liturgia.

Dotado de notável sensibilidade e talento musical, compôs muitos cânticos para a liturgia que distribuía pelos cantores e dava generosamente a quem lhe pedia. Uma parte substancial das suas obras musicais foi reunida no livro “Orar Cantando”, publicado em 2001, pelo Secretariado Nacional de Liturgia. Com a sua criatividade e dotes musicais, o Cónego Carlos Silva cantou e ensinou a cantar os louvores de Deus, empenhando-se em promover em todos os fiéis uma participação ativa, consciente e frutuosa nas celebrações litúrgicas. Carlos Silva foi autor de inúmeros cânticos litúrgicos e regente do canto da assembleia do Santuário de Fátima durante muitos anos.

Pelo 10º aniversário da sua morte, o Santuário da Fátima prestou homenagem ao Cónego Carlos Silva. No sábado correspondente, o Santuário adotou um programa musical recuperando algumas das suas composições. “A melhor evocação e homenagem que podemos prestar-lhe é cantar os seus cânticos, pois estando já na presença de Deus, cantando os seus louvores, permanece também vivo nas suas composições”, referiu uma nota da Reitoria.

O cónego Carlos Silva faleceu com 80 anos, a 16 de fevereiro de 2009, na Casa Sacerdotal do Clero de Leiria-Fátima.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alcanena-adelaide-ferreira-cantora.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:59:082024-11-20 19:37:55Alcanena e os seus músicos
Jéssica Pina, trompetista, de Alcácer do Sal
Músicas no Concelho

Alcácer do Sal e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Alcácer do Sal

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Jéssica Pina (trompetista)
  • Nuno Miguel Cardoso (tenor, 1969)
  • Ruy Coelho (compositor, 1892-1986)
Jéssica Pina

Natural de Alcácer do Sal, a trompetista Jéssica Pina, licenciada em música – ramo de jazz pela Universidade de Évora (UÉ), acompanha a artista Madonna na sua nova produção MADAME X world tour. Com mais de 80 concertos nos maiores palcos internacionais, Jéssica Pina integra o grupo de músicos que acompanham a cantora norte-americana Madonna, considerada a Rainha da Pop desde os anos 80 do século passado. Depois de Nova Iorque, a digressão Madame X passou por várias cidades norte-americanas, entre as quais Los Angeles, Chicago, Las Vegas, Boston, Filadélfia e Miami. Na Europa coube a Lisboa acolher esta digressão que passará ainda por diversos palcos londrinos e parisienses. – noticiou a Universidade de Évora a 22 de janeiro de 2020.

Na vanguarda do ensino superior de Música, a licenciatura em música da UÉ proporciona a aquisição de competências e de conhecimentos de nível superior, permitindo o acesso ao mercado de trabalho nas áreas artísticas e científicas da música. Conta com professores que estão entre as principais figuras nacionais e internacionais do ensino e prática musical. Os alunos participam em vários agrupamentos – de acordo com o instrumento – que podem incluir a Orquestra da UÉ, sob a direção dos maestros Christopher Bochmann e Kodo Yamagishi, a Orquestra de Jazz dirigida pelo maestro Claus Nimark, o Coro orientado pelo maestro Ian Mikirtoumov ou agrupamentos de câmara e combos de Jazz.

Jéssica Pina

Jéssica Pina, trompetista, de Alcácer do Sal

Jéssica Pina, trompetista, de Alcácer do Sal

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

HISTÓRIA DA MÚSICA

Ruy Coelho

Ruy Coelho, compositor, de Alcácer do Sal

Ruy Coelho, compositor, de Alcácer do Sal

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alcacer-do-sal-jessica-pina-trompete.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:58:092024-12-05 18:19:04Alcácer do Sal e os seus músicos
João Frade, acordeão, de AlbufeiraSul Informação
Músicas no Concelho

Albufeira e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Albufeira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Fernando Ponte (guitarrista)
  • Gonçalo Pescada (acordeonista)
  • João Frade (acordeonista)
  • Rui Mourinho (guitarrista)

Gonçalo Pescada

Gonçalo Pescada, acordeão, de Albufeira

Gonçalo Pescada, acordeão, de Albufeira

João Frade

João Frade, acordeão, de Albufeira

João Frade, acordeão, de Albufeira, Sul Informação

Rui Mourinho

Rui Mourinho, guitarra, de Albufeira

Rui Mourinho, guitarra, de Albufeira, foto Região Sul

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/albufeira-joao-frade-acordeao-sul-informacao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:56:342024-10-30 17:35:42Albufeira e os seus músicos
Bruno Martins, maestro, de Albergaria-a-Velha
Músicas no Concelho

Albergaria-a-Velha e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Albergaria-a-Velha

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Bruno Martins (maestro)
  • Fátima Santos (fadista)
  • Miguel Rodrigues (cantor)
  • Nuno Silva (trompete)
  • Silvério Campos (regente, 1919-1996)
  • Tiago Bento (clarinete)

Bruno Martins

Bruno Martins, maestro, de Albergaria-a-Velha

Bruno Martins, maestro, de Albergaria-a-Velha

Miguel Rodrigues

Miguel Rodrigues, canto, de Albergaria-a-Velha

Miguel Rodrigues, canto, de Albergaria-a-Velha

Tiago Bento

Tiago Bento, clarinetista, de Albergaria-a-Velha

Tiago Bento, clarinetista, de Albergaria-a-Velha

Miguel Rodrigues

Nascido em Albergaria-a-Velha, em 1987, Miguel Rodrigues iniciou os estudos musicais aos 6 anos no Conservatório de Música da Jobra. Em 2002, concluiu o curso básico (5º. Grau) de piano com a classificação final de 20 valores. No mesmo ano, iniciou os estudos de canto com Ângela Alves (Soprano). Em 2006 concluiu o curso Complementar de Formação Musical em regime articulado.

Ainda em 2006, foi  admitido na Universidade de Aveiro na Licenciatura em piano e canto. Licenciou-se em Música (área vocacional de canto) na Universidade de Aveiro, e frequenta o mestrado em ensino de música, especialidade de canto com António Salgado.

Foi, desde 2000 até 2008, elemento da direção do Grupo Coral Infantil de Albergaria-a-Velha. Miguel Rodrigues tem participado em recitais e concertos um pouco por todo o país, quer a solo, quer em grupos instrumentais ou vocais. Interpretou a personagem Colas na ópera “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart. Interpretou a personagem Judas na “Paixão segundo S. Mateus” de J. S. Bach. Foi convidado a participar na realização do Requiem de G. Verdi em S. Miguel, Ponta Delgada.

Na área da composição, tem escrito várias peças para grupos instrumentais e/ou vocais, de salientar a oratória de Natal “Porque o Profeta Escreveu” para coro infantil e orquestra, estreada em 2006, em Albergaria-a-Velha, no III Concerto de Natal do Grupo Coral Infantil.

Realizou estudos de piano com os professores e pianistas Isabel Tavares Ramos, Svetlana Mikhaylischeva, Lúcia Rodrigues, Eduardo Resende, Constantin Sandu e Vitali Dotsenko. Na área de canto estudou com Ângela Alves, Fernanda Correia, Alcione Bayer, Pat Macmahon e Laura Sartie. Realizou ainda estudos de Jazz, na área de piano, orientados pelo grupo «Quadratura Jazz»,e ainda com João Martins, Óscar Graça e Mário Laginha, tendo abordado improvisação e harmonia Jazz.

Estudou percussão com Bruno Estima, com quem abordou técnica de bateria, caixa, tímpanos e marimba. Estudou flauta transversal com Alexandre Andrade. Para além da música erudita, integrou diversos grupos de música ligeira e música sacra, como cantor, organista, flautista, teclista e pianista.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Nuno Silva

Nascido em 1986, em S. João de Loure, Albergaria-a-Velha, Nuno Silva  iniciou os estudos musicais em Trompete aos 10 anos. Em 1997 ingressou no Conservatório de Música de Águeda (CMA), onde estudou Trompete. Em 2003 ingressou na Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), onde conclui em 2006 o Curso de Prática Orquestral em trompete.

Frequentou classes de aperfeiçoamento de Trompete com John Aigi Hurn, António Quítalo, Alfredo D’Áddona, Leonardo Mendez, Jorge Almeida, Hakan Hardanberger. Tem tocado em várias Orquestras de jovens como: Orquestra de Jovens de Águeda, Orquestra de Sopros do CMA, Banda Sinfónica da Bairrada, Orquestra Clássica da EPME, Estágio Nacional da Orquestra APROARTE. Como freelancer já tocou com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica de Espinho. No seu percurso em Orquestra trabalhou com diversos maestros: Eliahu Inbal, Júlia Jones, Cesário Costa, Ernst Schelle, Pedro Neves, Pawell Przitoki, Vicent Soler Solano, António Saiote. Em 2005 realizou uma digressão ao Brasil com a Orquestra Clássica de Espinho onde tocou nas mais prestigiadas salas do País: Sala Cecília Meireles no Rio de Janeiro, Centro Cultural de São Paulo, Teatro Castro Alves em Salvador, Teatro Nacional em Brasília.

Já tocou em festivais e em palcos de renome nacional, entre eles Festival de Jazz Imaxina Sons em Vigo, Festival Internacional de Música de Espinho, Concerto de solidariedade de vítimas de trauma na Casa da Música, “Sábados à tarde” na Casa da Música, Estágio Nacional de Orquestra APROARTE no Europarque, Concertos Promenade 2005 e 2007 no coliseu do Porto, “40 horas Non-Stop” no Museu de Serralves, na Temporada Sinfónica 2006/2007 do Teatro Nacional São Carlos, integrando a Orquestra Sinfónica Portuguesa tocou a ópera WOZZECK de Alban Berg, e na Temporada 2007/2008 também com a Orquestra Sinfónica Portuguesa tocou a 2ª Sinfonia de Mahler, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Tem ainda participado em diversos concursos, de salientar os seguintes prémios: 1ª classificado em Trompete no concurso do CMA; 1ª classificado em Formação Musical no concurso do CMA; 3ª Classificado, na categoria sénior em Trompete, no “II Concurso de Música Terras de La Salette” Licenciou-se em Música na Universidade de Aveiro, e frequenta o Mestrado em Ensino de Música, especialidade de trompete com Jorge Almeida.

Queres destacar-te? Clica AQUI.

Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/albergaria-a-velha-bruno-martins-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:55:302024-11-10 12:15:48Albergaria-a-Velha e os seus músicos
José Carvalho, cantor, do Alandroal
Músicas no Concelho

Alandroal e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Alandroal

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • José Carvalho (cantor)
  • Manuel Pousão (compositor, 1594/98-1683)

José Carvalho

José Carvalho, cantor, do Alandroal

José Carvalho, cantor, do Alandroal

José Carvalho nasceu em 1959, no Alandroal. Em 1972 iniciou os estudos musicais nos Salesianos, em Évora, e a partir daí a música tornou-se na sua vida. Continuou a formação na Academia de Música de Sacavém e mais tarde no Hot Club de Portugal, onde tem uma formação na área do jazz. Começou a sua carreira profissional em 1975, fazendo parte nesta década da banda Hobnob. Como cantor participou em vários programas televisivos e esteve por cinco vezes nos Festivais RTP, durante as décadas de 80 e 90. Como músico e produtor já trabalhou com grandes nomes nacionais como Paulo de Carvalho, Rui Veloso, Carlos Mendes, Carlos do Carmo, entre outros.

Em 2004 criou a produtora Artes e Produções, que foi responsável pelo programa musical das Festas de Lisboa, pelo Carnaval de Sesimbra e por muitos outros espetáculos pelo país. Colaborou com Vitorino em homenagens a Zeca Afonso e teve vários projetos no género jazzístico nomeadamente em colaboração com André Sarbib e Miguel Braga.

Editou vários trabalhos discográficos dos quais sobressaem Latino (1994), donde saiu o êxito Chá Chá em Lisboa, Coisas do Amor (1995), Está No Ar (1997) e mais recentemente Boleros (2005), onde colaborou com Filipa Pais, Vitorino e Janita Salomé. Com o Quinteto Jazz de Lisboa editou dois discos: Viragens, em 1999 e Coisas do Fado, em 2001. Atualmente vive no Alandroal, onde tem a sua produtora Todas As Artes.

Centro Cultural de Alandroal

Antigo Edifício da Escola Primária
Rua dos Combatentes da Grande Guerra
7250-135 Alandroal

FCTA

Forum Cultural transfronteiriço de Alandroal

Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alandroal-jose-carvalho-cantor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:53:022024-12-20 19:44:44Alandroal e os seus músicos
Pedro Neves, maestro, de Águeda
Músicas no Concelho

Águeda e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Águeda

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Amílcar Morais (compositor, 1931)
  • António Bernardino (cantor, 1941)
  • Armando Duarte das Neves (regente)
  • João Neves (maestro)
  • Jorge Ferreira (maestro, 1969)
  • José Maria Marques (folclorista, 1929-1997)
  • Luís Cardoso (maestro)
  • Manuel Alegre (poeta, 1936)
  • Mário Delgado (guitarrista, 1962)
  • Pedro Neves (diretor de orquestra, 1975)

António Bernardino

António Bernardino, cantor, de Águeda

António Bernardino, cantor, de Águeda

Amílcar Morais

O capitão Amílcar Morais (n. 17 de março de 1931) é uma personalidade de prestígio, conhecido e reconhecido nos meios militar e filarmónico, tendo composto muitíssimas obras para diversas formações instrumentais e corais. É natural de Águeda (Valongo do Vouga), estando ligado à fundação do Conservatório de Música de Águeda e da União de Bandas de Águeda.

Amílcar Morais

Amílcar Morais, maestro e compositor, de Águeda

Amílcar Morais, maestro e compositor, de Águeda

Para além de um profícuo compositor, tendo estudado com Sousa Santos e Cândido Lima, é também maestro, tendo dirigido várias bandas. Em 1976, foi convidado para formar e dirigir a Orquestra Ligeira do Exército.
“cancioneiro do Concelho de Águeda” é um livro da sua autoria, onde compilou cerca de 400 melodias de raiz popular, recolhidas em todo o concelho de Águeda. Foi condecorado com a Medalha de Instrução e Arte pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Armando Duarte das Neves

Armando Duarte das Neves, regente de banda, é natural da freguesia de Fermentelos. Colaborou em diversos concertos com as Orquestras Sinfónicas da R.D.P. de Lisboa e Porto e Calouste Gulbenkian e integrou a Orquestra Lusitana, sediada em Lisboa e ainda as Orquestras de Câmara de Sintra e de Aveiro e a Camerata Amoreiras. Como professor, lecionou a classe de violoncelo na Academia Musical de Vila Nova de Mil Fontes, Conservatório de Música de Coimbra, Escola Profissional de Évora e Conservatório de Música da Figueira da Foz. Leciona a classe de Violoncelo na Academia de Música de Gulpilhares e no Conservatório de Música de Águeda, e é maestro da Banda de Vouzela desde 2005.

João Neves

Natural de Fermentelos, João Neves iniciou a preparação musical aos 10 anos na Banda Nova de Fermentelos. Aos 16 anos prosseguiu os  estudos no Conservatório de Música de Aveiro. Mais tarde, no Conservatório Nacional de Lisboa, sob a direção de Isaura Paiva de Magalhães, frequentou o curso de Violoncelo que concluiu com a classificação final de 19 valores. Ingressou em 1970, como clarinetista, na Banda da Guarda Nacional Republicana, sob a regência do Cap. Silva Dionísio, seu reconhecido Mestre. Nesta Banda e já como violoncelista, foi chefe de naipe e solista até ao posto de Sargento-Chefe.

Dirigiu durante alguns anos e até à reforma militar no início de 2002, a Banda Marcial da GNR de Lisboa e a respetiva Orquestra Ligeira. Algumas vezes como músico, outras como maestro, integrou a Orquestra de Câmara da GNR, (com a qual tocou em concertos e jantares de gala para reis, presidentes, primeiros-ministros e outras personalidades importantes que passavam pelo País). Foi músico da Orquestra Sinfónica Juvenil no seu primeiro concerto e outros.

Em 1973 entrou para a Orquestra Filarmónica de Lisboa – Orquestra de Ópera do Teatro Nacional de São Carlos, dali transitando em 1976 para a Orquestra da Radiodifusão Portuguesa, onde por várias vezes foi 1º violoncelo. Ficou desde aí a pertencer à Régie Sinfonia, com a qual acompanhou, entre outros, Luciano Pavaroti, José Carreras, Monserrat Caballé, Teresa Berganza.

Em 1991 formou o Quarteto de Cordas de Almada, tendo fundado também o Ars Música, composto por solistas da GNR. Além do curso de Violoncelo do Conservatório Nacional, frequentou os cursos de violoncelo de Santiago de Compostela (Espanha), da Costa do Sol (Estoril), o de Música de Câmara no Conservatório Nacional e o de Maestro de Juventude Musical.

Em 1993 organizou o 1.º Festival de Banda Militares das Festas da Cidade de Lisboa que decorreu no Teatro Maria Matos, tendo sido também o responsável pelo programa de encerramento de Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura no que respeitou à participação de Bandas Civis.

Em 1993 na ilha de S. Jorge – Açores, deu um Curso de Férias para Regentes e Músicos de todas as Bandas Açoreanas. Em 2002, deu outro curso de igual teor em Loulé para todos os Maestros das Bandas do Algarve. Preparou com Amália Rodrigues o seu último espetáculo que decorreu no Coliseu de Recreios e no qual dirigiu a orquestra que acompanhou a grande fadista.

Em 1978/79 dirigiu o Coral da vizinha vila de Oiã. Já como maestro de Bandas Filarmónicas, João Neves iniciou a sua atividade em 1980 na Banda 12 de Abril e a sua Juvenil, de Travassô onde se manteve durante 5 anos. De 1982 até 1989 dirigiu também a Banda Perpétua Azeitonense e a Juvenil da mesma. Dirigiu a Banda Nova de Fermentelos e a Banda Matos Galamba – Alcácer do Sal, as suas orquestras juvenis e ligeiras, tendo sido também o responsável pelas Escolas de Música das mencionadas bandas.

João Neves

João Neves, maestro, de Águeda

João Neves, maestro, de Águeda

Para além das Orquestras de que fez parte, foi também convidado pela Orquestra de Graça Moura “Os Insólitos”, por Orquestras da T.V. e pela Orquestra Gulbenkian, com a qual fez uma digressão à Alemanha e Viana de Áustria. Foi também selecionado para fazer parte da Orquestra que representou Portugal na Europália – Bélgica. Ainda na Bélgica atuou com a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, bem como na Espanha, Suíça e Luxemburgo.

Como organizador promoveu o 1.º Festival Nacional de Bandas Civis, tendo para o efeito composto duas marchas e dirigido as 18 Bandas presentes dos 18 distritos portugueses. Ganhou em 1997 o prémio da melhor música no concurso de marchas realizado em Alcácer do Sal perante outros concorrentes que são conhecidos compositores nacionais. De 1978 a 1981 deu aulas de violoncelo na Fundação Amigos das Crianças. Dirigiu a Camerata Amoreiras no Centro Cultural de Belém, a Banda Matos Galamba em Espanha, França e nos grandes palcos portugueses do Continente e Açores.

A Banda Nova de Fermentelos em Espanha, Suíça, Liechenstein, Brasil, Açores, Madeira, nas grandes romarias e também em bons teatros portugueses tais como o Rivoli, S. Luís, Trindade, Fórum de Lisboa e em palcos como o Bojador (Expo´98), Praça Sony e na Praça do Comércio em Lisboa.

Foi visto na TV muitas vezes como músico (desde 1970) e também como Maestro. Com a Banda Nova gravou 11 CD e 2 cassetes Vídeo sob a sua direção e 1 LP com a sua participação como músico. Chegou ainda a gravar também com a Banda Matos Galamba.

A Banda Nova, Matos Galamba e a Camerata Amoreiras, fizeram ainda muitos concertos a acompanhar cantores e cantoras (com destaque para o tenor Carlos Guilherme), grupos corais e solistas, sempre com a direção de João Neves.

Jorge Ferreira

Jorge Pires Ferreira nasceu na Vila de Fermentelos, concelho de Águeda, em 1969. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos na Banda Nova de Fermentelos, permanecendo como clarinetista solista até meados de 2000. De 1988 a 1991 integrou a Banda da Região Militar do Centro em Coimbra, onde frequentou o Conservatório de Música de Coimbra, tendo como professor de Clarinete Osvaldo Lemos.

No ano de 1989, obteve o primeiro lugar do “Prémio Jovens Músicos”, da região Centro. Com 21 anos, ingressou na Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana em Lisboa, através de concurso público, tendo-se transferido, mais tarde, para a Banda Marcial da Guarda Nacional Republicana do Porto, onde permaneceu, como clarinetista, oito anos. Foi membro fundador do Quarteto de Clarinetes da referida Banda Marcial.

Foi novamente transferido, a seu pedido, para a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, onde permanece com a patente de Sargento-ajudante. Como músico na especialidade de clarinetista, tem atuado em todo o Continente, nas Ilhas dos Açores e da Madeira, e também no estrangeiro, nomeadamente em Espanha, França, Suíça, Luxemburgo, Itália e Brasil. Tem igualmente participado em diversos workgroups, nomeadamente cursos de Direção de Orquestra orientados por Robert Houlihan e António Saiote, cursos de Direção de Banda orientados por Robert Houlihan e Délio Gonçalves, cursos de Direção Coral orientados por Erwin Orther, Curso de Canto com João Lourenço, todos na qualidade de executante.

Participou também no Seminário de “Anatomia e Fisiologia da Respiração para cantores e instrumentistas de Sopro”, orientado por Diogo Pais. Tem o curso de “Clarinete e Formação Musical” concluído no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro. Em 1992, deslocou-se como formador à Ilha de S. Jorge para integrar o projeto “União de Músicos da Vila da Calheta de S. Jorge”, tendo dado formação à classe de Clarinetes. Dirigiu artisticamente o Grupo Coral Jovem da Igreja Matriz de Fermentelos desde 1994 até 2000 e o Orfeão da Murtosa.

Foi, desde 1997 a 2005, professor na Escola de Música da Junta de Freguesia de Valongo do Vouga, Águeda. Dirigiu artisticamente o Orfeão da Associação Cultural de Recardães, concelho de Águeda, desde 1997 a 2009. Jorge Ferreira é, desde 2001, Maestro da Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo “Música Nova” e professor responsável, com funções de direção pedagógica, da Escola de Música da mesma instituição. Em 2008, fundou o Orfeão da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, sob proposta do Provedor de então, Fernando Maria da Paz Duarte.

Recebeu o título de Sócio Benemérito da Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, da Ilha do Pico, Açores. Estuda direção de Orquestra com o Maestro Jean-Sebastian Béreau (2.º ano). Pelo empenho, zelo e dedicação demonstrados no exercício das funções na direção artística da Banda dos BVI foi homenageado com o troféu “Leme de Prata 2004 para a Música” atribuído pela A.C.D. “Os Ílhavos”, o Diploma de Mérito Cultural pela Confraria Camoniana Associação de Ílhavo (2006), o honorário título de “Confrade de Honra” pela Confraria Gastronómica do Bacalhau (2007) e o título de “Confrade de Honra” pela Confraria Camoniana (2010), reconhecimento ao qual a Câmara Municipal de Ílhavo se associa nesta rubrica. (2017)

Luís Cardoso

Luís Cardoso nasceu a 4 de agosto de 1974 em Fermentelos e iniciou a aprendizagem musical aos 6 anos com professor particular. Aos 10 anos ingressou na Banda Marcial de Fermentelos como executante. Foi admitido no Conservatório de Música de Aveiro em 1988 onde, sob a orientação de Fernando Valente. Concluiu o Curso Básico de Saxofone com elevada classificação.

Em 1993 ingressou na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa onde concluiu o Curso Superior de Ciências Musicais. Paralelamente, estudou jazz na Escola de Jazz do Hot Club Portugal. Concluiu no ano de 2002 a parte letiva do Mestrado em Ciências Musicais da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Participou em estágios da Orquestra Portuguesa da Juventude e Cursos de Jovens Músicos do INATEL. Fez classes de aperfeiçoamento de saxofone com o Amsterdam Sax Quartet da Holanda, Ràcher Saxphon Quartet da Alemanha, Daniel Defayet e Henk van Twillert. Trabalhou em worshop’s de Jazz com Jim Leff, José Eduardo e Pedro Moreira, quer no domínio da execução, quer no domínio da composição e instrumentação. Participou ainda, em diversos cursos de Direção de Orquestra e Banda com os maestros António Saiote, Robert Houliha e Sir David Withwell e Vasco Pearce de Azevedo. Frequentou seminários e colóquios no domínio da musicologia, história da música e etnomusicologia.

Foi admitido por concurso público, em 1992, na Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, da qual se demitiu em 1999. Nesse ano foi convidado para professor do Conservatório de Música de Águeda, lecionando as disciplinas de História da Música, Análise e Técnicas de Composição, Acústica, Formação Musical e Classes de Conjunto, atividade que mantém.

Entre 1999 e 2001 lecionou a disciplina de Atelier de Canto e Música na Escola Superior de Educação do Instituto Piaget de Viseu. Paralelamente foi diretor artístico da Orquestra Ligeira Olbama em 1997 e Maestro e Diretor Artístico da Banda Marcial de Fermentelos em 2000.

Como executante de saxofone é membro do grupo 4Portango desde 1999 e do Quarteto de Saxofones de Aveiro desde 1988. É compositor e arranjador, tendo diversas obras publicadas, e bastante executadas como “Xutos Medley”, “Francisco Magalhães – Scorpians Medly”, “La Fiesta”.

Ganhou em 2002 o Grande Prémio Silva Dionísio de Composição para Banda, promovido pelo INATEL, por unanimidade do júri. Foi membro do Grupo de Instrumentos de Sopro de Coimbra com o qual se deslocou em várias atuações ao estrangeiro, o que, somando às suas atuações com a Banda Sinfónica da GNR e com a Banda Marcial de Fermentelos lhe permitiu apresentar-se em Espanha, França, Itália, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Holanda, Checoslováquia e Polónia.

Luís Cardoso, maestro, de Águeda

Luís Cardoso, maestro, de Águeda

Foi membro fundador da Orquestra Ligeira do Conservatório de Música de Aveiro, da Glup Swing Orchestra de Aveiro, do grupo New Dixie de Lisboa, da Big Villas Band do Hot Club de Lisboa, e da Havana Jazz Big Band de Lisboa.

Além destes agrupamentos foi ainda membro efetivo da Orquestra da Felicidade de Lisboa, do grupo pop-rock “Los Tomatos” de Lisboa, entre outros, tendo participado em várias gravações de CD e televisivas. As suas participações esporádicas como convidado e/ou solista passam por diversos agrupamentos de câmara, grupos de jazz, bandas filarmónicas, grupos rock, orquestras ligeiras, big band’s e orquestras sinfónicas. É convidado regularmente para ministrar cursos e workshops ou fazer apresentações em seminários e colóquios, quer no domínio do saxofone, quer no domínio da teoria musical. É diretor artístico da Orquestra Filarmónica 12 de Abril. (2021)

Mário Delgado

Mário Delgado nasceu em 1962. Iniciou os estudos musicais na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. Mais tarde, dedicou-se ao estudo da guitarra clássica, estudando com José Peixoto e Piñero Nagy na Academia de Amadores de Música de Lisboa.

Paralelamente integrou vários projectos e grupos com Carlos Martins, Maria João, Naná Sousa Dias, e foi convidado regularmente para tocar com músicos estrangeiros que se deslocavam ao nosso país.

Participou em vários seminários e workshops nomeadamente com: Atila Zoller, Bill Frisel, John Abercrombie, Barney Kessel, Kenny Burrel, Gary Burton, David Liebman, Jimmy Giuffre, Steve Lacy, Hans Benink, Derek Bailey, José Eduardo, Paul Motian, Red Mitchel, Joe Lovano e Hal Galper.

Leia AQUI a biografia completa.

Mário Delgado

Mário Delgado, guitarra, de Águeda

Mário Delgado, guitarra, de Águeda

Pedro Neves

Pedro Neves é Maestro Titular da Orquestra Clássica de Espinho e assumiu recentemente o cargo de Maestro Convidado da Orquestra Gulbenkian. É doutorando na Universidade de Évora, tendo como objeto de estudo as seis sinfonias de Joly Braga Santos.

Foi maestro titular da Orquestra do Algarve entre 2011 e 2013, e é convidado regularmente para dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Filarmonia das Beiras, Orquestra da Cidade de Joensuu (Finlândia) e Orquestra Sinfónica de Porto Alegre (Brasil). Em 2012 colaborou pela primeira vez com a Companhia Nacional de Bailado, dirigindo A Bela Adormecida de Tchaikovski.

No âmbito da música contemporânea, tem colaborado com o Sond’arte Electric Ensemble – com o qual estreou obras de vários compositores portugueses e estrangeiros, realizando digressões na Coreia do Sul e no Japão –, com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e com o Remix Ensemble Casa da Música.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Neves

Pedro Neves, maestro, de Águeda

Pedro Neves, maestro, de Águeda

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/agueda-pedro-neves-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:51:582024-10-30 16:56:21Águeda e os seus músicos
José Rodrigues, maestro, de AbrantesCâmara Municipal de Abrantes
Músicas no Concelho

Abrantes e os seus músicos

Músicos de Abrantes

Músicos vivos e falecidos com impacto na música aos níveis do Concelho ou do País.

  • António Leal Moreira (compositor, 1758-1819)
  • Henrique dos Santos Silva (maestro, 1910-1981)
  • José Rodrigues (maestro, 1978)
  • Manuel da Silva Dionísio (regente, 1912-2000)
  • Rui Martins Picado (maestro)

José Rodrigues

José Rodrigues é maestro, pedagogo, compositor, investigador e formador português, natural de Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes.

Reconhecido pela sua dedicação à educação musical, à direção artística de ensembles de sopros e à criação de projetos de impacto social e cultural, tem desenvolvido uma carreira marcada pela ligação entre a formação artística, a investigação académica e a intervenção comunitária através da música.

É Mestre em Ensino de Música, com especialização em Formação Musical e Música de conjunto (Direção Musical de: Coro, Banda e Orquestra), pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, tendo concluído o curso com a classificação final de 18 valores. Obteve 20 valores na Prática de Ensino Supervisionada e 18 valores na Prova Pública de Mestrado, apresentando a investigação intitulada A Leitura Visual Musical à Primeira Vista na Proficiência Artística da Filarmónica Infantil do Norte Alentejano, um estudo dedicado ao desenvolvimento da leitura musical e da performance artística em contexto bandístico juvenil.

É igualmente Licenciado em Música (Formação Musical e Música de conjunto) pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco e Licenciado em Ensino Básico – variante de Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Leiria. Possui ainda uma Pós-Graduação em Direção de Orquestra de Sopros pelo Instituto Piaget de Almada e certificação profissional para o exercício da atividade de formador.

Ao longo de mais de duas décadas de atividade pedagógica, tem lecionado em instituições públicas e privadas dos mais diversos níveis de ensino, desde a educação pré-escolar ao ensino profissional e artístico especializado, incluindo escolas de música de bandas filarmónicas, conservatórios e projetos educativos de âmbito comunitário. Esta experiência multifacetada permitiu-lhe desenvolver uma visão abrangente da educação musical, assente na inclusão, na criatividade, na excelência artística e na valorização do património cultural.

Enquanto formador e conferencista, orientou ações de formação, workshops, seminários e palestras em Portugal, Brasil, Espanha, Cabo Verde e México.

Entre as suas intervenções internacionais destacam-se as participações nos projetos “Un Mundo de Bandas”, promovido pelo Conservatorio Profesional de Música de Moncada (Valência, Espanha), “Directores Unidos”, em Monterrey (México), e diversos encontros promovidos pela Associação de Músicos de Santiago (Cabo Verde). Tem igualmente colaborado com investigadores, mestrandos e pós-graduandos em projetos académicos ligados à educação musical e à direção artística.

Na área da composição, tem produzido repertório original para banda de sopros, ensemble flexível e música de câmara, sendo também autor de numerosas canções infantis concebidas para aplicação pedagógica. As suas obras têm sido interpretadas em diversos países, nomeadamente Portugal, Espanha, Brasil e Estados Unidos da América. O seu trabalho criativo mereceu apreciação internacional, incluindo referências elogiosas da prestigiada editora holandesa Molenaar Edition, e integrou o projeto internacional Flex Ensemble, promovido pela World Association for Symphonic Bands and Ensembles (WASBE).

Como maestro, desenvolveu atividade artística à frente de diversas formações musicais portuguesas, destacando-se a direção da Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira, da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, da Banda Filarmónica Mourisquense e da Orquestra de Sopros Academia Músicos de Abrantes. Participou ainda em importantes eventos nacionais e internacionais dedicados à música para sopros, entre os quais o Festival Musicam (França), o Concurso Internacional de Bandas de Música de Vila Franca de Xira, estágios artísticos no Brasil e projetos promovidos pelo Conservatório de Música de Santarém e pelo Governo Regional dos Açores.

Clique AQUI para ler a bio completa.

António Leal Moreira

compositor

António Leal Moreira, compositor português, nasceu em Abrantes no dia 30 de junho de 1758. Morreu em Lisboa, a 26 de novembro de 1819. Em junho de 1766, ingressou no Seminário da Patriarcal de Lisboa, onde foi aluno de João de Sousa Carvalho. Em 1775, tornou-se assistente do seu professor e organista. A partir de 1787, foi mestre de Capela.

Em maio de 1777, realizara o seu primeiro trabalho sacro, a “Missa do Espírito Santo”, que foi cantada durante a aclamação da rainha D. Maria I de Portugal. Em agosto do mesmo ano, foi admitido como membro da união de músicos de Lisboa, a Irmandade de Santa Cecília. A maior parte da sua música sacra foi composta para a Capela Real e, desde 1782, começou a escrever serenatas, que foram tocadas nos palácios de Queluz e da Ajuda. Em 1790, foi nomeado diretor musical do Teatro da Rua dos Condes, onde estavam a ser representadas óperas italianas. Três anos mais tarde, no palácio do financiador Anselmo José da Cruz Sobral, em Lisboa, estreou o drama “Il natale augusto”. Entre os vários cantores que participaram, salienta-se a mezzo-soprano portuguesa Luísa Todi.

António Leal Moreira tornou-se, em 1793, o primeiro diretor musical do novo Teatro de São Carlos, onde foi representada – com texto em português – a sua obra “A vingança da cigana” (1794). Em 1799, deixou a direção do São Carlos a Marcos Portugal e Francesco Federici. No ano seguinte, a sua produção pasticcio “Il disertore francese” esteve em cena nos palcos do Teatro Carignano em Turim e do Teatro La Scala de Milão. A sua obra teatral e sacra foi fortemente influenciada pelo estilo de Giovanni Paisiello e de Domenico Cimarosa. Depois de António Teixeira, foi o primeiro a compor óperas utilizando o texto em português, embora a maioria das suas obras estejam em italiano.

Henrique dos Santos Silva

Destinado à profissão de relojoeiro, Maestro Henrique dos Santos Silva nasceu em Abrantes e cedo dedicou a sua mestria às artes, levando a que a “Cidade Florida” fosse conhecida dentro e fora das nossas fronteiras. Filho de Alfredo Alves da Silva, também ele ligado ao “Orfeon Abrantino” e de Delmira da Piedade dos Santos, Henrique dos Santos e Silva, nasceu no dia 18 de setembro de 1910, na freguesia de S. João Batista, Concelho de Abrantes, Portugal.

Henrique dos Santos Silva, maestro de Abrantes

Henrique dos Santos Silva, maestro de Abrantes

FOI NOTÍCIA

Depois de tanto ter dado à sua terra (06 janeiro de 1934 até á data da sua morte 30 de janeiro de 1981), passou a ser recordado numa “Sala Museu” que perpetua a sua memória. João Augusto, sabendo o interesse que tenho por velhos papéis, levou-me ao interior da casa que viu nascer o mestre Henrique. No chão, no meio de jornais sem interesse e em velhos baús apodrecidos pelo tempo, envoltos em muito pó, encontrei um pouco mais da história do “Velho Orfeon” e dos seus bastidores. Documentos e objetos pessoais do maestro, óculos, caneta e isqueiro personalizados a centenas de partituras e manuscritos sobre o “Orfeon Pinto Ribeiro”, alguns gracejos políticos da vida Abrantina (escritos e impressos) vividos na época, de tudo um pouco foram encontrados.

Das muitas peças recuperadas ao lixo, destacam-se as operetas: “A Herança do Capitão-mor” e o“Milhafre” que ficaram na memória de quem assistiu e actuou no antigo “Orfeon”. Um “Hino Marcha”, dedicado aos “Combatentes da Grande Guerra de Abrantes” e destinado a realizar fundos para o futuro Monumento aos Mortos da Grande Guerra é outra das peças encontradas. Várias são as partituras especialmente escritas e assinadas pelo Maestro Pinto Ribeiro, em exclusivo para o “Orfeão”.

Programas de espetáculos e recortes de Jornais da época (1929/1936) mostram quanto o Maestro Henrique Santos Silva deu em prol da cultura a esta terra. Num dos livros, onde constam os adereços e material destinado às peças de teatro que se realizavam com assiduidade em Abrantes (Cine Teatro da Misericórdia e Teatro Taborda), fica-se a saber ter existido um cenário com a Praça de Touros de Alferrarede (Quinta do Bom Sucesso), feito pelo pintor Abrantino José Paulo Fernandes Júnior, que provavelmente se encontrava no Teatro Taborda.

Não sendo este espólio de desprezar, muito menos será “uma salva de prata do Orfeão Pinto Ribeiro ao regente H.S.S. do Grupo Coral 6-XII-51”, “uma batuta inteiramente de prata dos “Antigos Orfeonistas do Maestro H.S.S. na reaparição do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro 6-XI-951”,“uma cigarreira de prata personalizada com o nome Henrique”, “uma cigarreira (porta tabaco) de prata personalizada com o monograma HS”, “um porta batuta e batuta de madeira”, “uma batuta de madeira com o punho de prata com a inscrição H.S.S. 25-XII-935”,“duas batutas normais”, outros instrumentos e um “valioso” violino, com etiqueta original do fabricante Italiano “Nicolaus Amatus – Fecit – In Cremona 1646” (ver caixa). Este, o mais eminente membro da família “Amati” (1596-1684), ao qual consta ter tido como aluno, Antonio Stradivarius (1644-1737), o mais célebre construtor de violinos de todos os tempos. Disperso em três locais diferentes, todo este espólio musical será reunido e doado pelos proprietários, assim haja vontade de disponibilizar um espaço para colocar as peças que foram do Maestro Henrique Santos e Silva.

Devolver à comunidade o espólio do Maestro é tudo quanto se deseja. O discurso preferido pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, no dia da Cidade (14 de junho de 2007), estimulou essa velha aspiração. Vinte e seis anos após nos deixar e depois de muitas homenagens, terá a comunidade alguma vez pensado criar uma “Sala Museu” no Convento de S. Domingos, dedicada ao“Orfeão Abrantino”, e nesta colocar uma “VITRINA” com o espólio do Maestro Henrique Santos e Silva? Não tocava um violino Stradivarius, no entanto, a forma como o Maestro fazia eclodir o peculiar som ao seu violino “Nicolaus Amatus – Fecit – In Cremona 1646” é descrito assim por quem com ele conviveu e dele escreveu:

“Henrique Santos e Silva, como violinista era um executante que pedia meças a qualquer bom profissional. Por isso, foi convidado para primeiro violino da então grande Orquestra da Emissora Nacional. Mas quê, sair de Abrantes? Nem pensar. E assim se perdeu um elemento de grande valor.

Alves Coelho (filho), inspirado e famoso compositor, era um pianista espetacular (despia e vestia o casaco a tocar piano), mas não era um pianista clássico para poder acompanhar corretamente o violinista sério que era Henrique Silva e este dizia-me que nunca se sentira tão envergonhado por causa do acompanhamento que tivera” (A. Santos – Jornal de Abrantes, nº 4884, pág. 7 de 28-3-97)

Em Fevereiro de 2008, o “Jornal de Alferrarede” nº 268 de Fevereiro noticiava:

“No dia 24 de janeiro de 2008, a Biblioteca António Botto, na pessoa do seu Director, Francisco Lopes, tomou posse de um importante espólio musical e pessoal, que foi do Maestro do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro, Henrique Santos Silva. De real importância, o espólio agora entregue no Arquivo Histórico de Abrantes e do qual o “Jornal de Alferrarede” fez eco no mês de Agosto de 2007, é composto por documentos e peças únicas. Documentos, peças e objectos, que fizeram parte da vida do distinto maestro Henrique Santos Silva, depois inventariados e catalogados por pessoal especializado do A.H.C.A. serão apresentados em sessão pública.

Além do espólio que o “Jornal de Alferrarede” aludiu no mês de Agosto de 2007, foi ainda oferecido à Biblioteca de Abrantes, uma colecção de bengalas e dois álbuns “orientais”, com fotos e postais raríssimos, com vistas de Macau, que foram pertença do pai do maestro Henrique Santos Silva, senhor Alfredo Alves da Silva, também ele ligado ao “Orfeon Abrantino” como dirigente e coralista durante muitos anos. Álbuns, fotos e postais, referem-se aos anos 1900/1901 e 1905/1907, quando Alfredo Alves da Silva esteve em Macau.”

No dia 24 de Janeiro de 2008, a Biblioteca António Botto, na pessoa do seu Director, Francisco Lopes, tomou posse do espólio musical e pessoal, que foi do Maestro do Orfeão Abrantino Pinto Ribeiro, Henrique Santos Silva. A juntar ao vasto espólio musical , a Biblioteca Municipal António Botto fica ainda com uma das mais importantes bibliotecas de musica clássica conhecidas no Concelho de Abrantes (e quem sabe até do distrito de Santarém), com centenas de discos de vinil+armário e gira discos que foram do Maestro H.S.S., doado pela Srª D. Maria Manuela de Jesus Campos, cunhada do Maestro.

Manuel da Silva Dionísio

maestro

Manuel da Silva Dionísio, maestro, de Abrantes

Manuel da Silva Dionísio, maestro, de Abrantes

Rui Martins Picado

Rui Martins Picado foi maestro do Coro Misto do Orfeão de Abrantes desde 1981, cargo que ocupou durante 35 anos até à sua morte em 29 de abril de 2016. Dedicou grande parte da sua vida à musica coral, tendo sido uma figura central na cultura no concelho e na região. Colaborou também como Diretor Artistíssimo do Coral Polifónico de Ponte de Sor.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/abrantes-jose-rodrigues-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 09:51:062026-07-21 23:06:35Abrantes e os seus músicos
Mercúrio e Argos
Músicas no Concelho

Tibães e a sua Música

MÚSICA À VISTA

Iconografia Musical no Mosteiro de Tibães

Flauta de Pan

Mercúrio adormecendo Argos

Mercúrio adormecendo Argos

Tela a óleo de José Teixeira Barreto Pintura Portuguesa (séculos XVIII-XIX) 110×91,5 cm Inventario nº402, Museu Soares dos Reis

Mercúrio, deus romano (Hermes, intérprete ou mensageiro –deus grego) toca Flauta de Pan para adormecer Argos Passoptes, gigante da mitologia grega.

José Teixeira Barreto, filho de Domingos Teixeira Barreto, pintor, dourador e riscador de talha, nasceu no Porto a 19 de março de 1763, iniciando a sua aprendizagem na oficina de seu pai, frequentando depois a Escola da Porta do Olival. Tomou o hábito beneditino no Mosteiro de S. Martinho de Tibães em 1782, adotando o nome de Fr. José da Apresentação. Durante esta fase inicial da sua vida fez várias pinturas para os mosteiros de Tibães e de Santo Tirso. Quando foi para Lisboa estudar Desenho na aula do professor Joaquim Manuel da Rocha passou a residir no Mosteiro de S. Bento da Saúde. Em 1790 viajou para Roma, para aperfeiçoar a sua arte, frequentando os museus de arte italianos e estudar com os mestres pintores italianos. Através do embaixador D. Alexandre de Sousa de Calhariz e Holstein, obteve a secularização. De regresso a Portugal, trouxe uma coleção de pintura que veio a constituir um museu no Mosteiro de Tibães, designado A Casa das Pinturas, que viria a ser o primeiro museu de pintura em Portugal. No final da vida o pintor pediu o seu reingresso na Ordem Beneditina. Porém, veio a falecer no dia 6 de novembro de 1810. Foi sepultado no cruzeiro da Igreja do Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto. A coleção de Teixeira Barreto encontra-se atualmente no Mosteiro de Tibães. Integra o espólio do Museu Nacional de Soares dos Reis, fundado no Porto em tempos conturbados do liberalismo português, que recebeu os bens pertencentes aos conventos e mosteiros como Santa Cruz de Coimbra e S. Martinho de Tibães.

Charamela

Mercúrio e Argos

Mercúrio e Argos

Mercúrio e Argos, tela a óleo de autor desconhecido. (Séc. XVIII). Pintura Flamenga (?) 35,9×46,5 cm Inventario nº 760 Museu Soares dos Reis

Charamela é um aerofone de madeira, de tubo cónico e terminando com um alargamento semelhante a uma campânula de trombeta. É tocado por intermédio de uma palheta dupla que tem a singularidade de ser rodeada por uma pirueta, a pequena peça de madeira em que o instrumentista apoia os lábios quando toca.

Gaita de fole

O tocador da gaita de fole

O tocador da gaita de fole

A pintura com o presépio atribuído a Giovanni Battista Pachini, pintor nascido em Roma que viveu e trabalhou no Porto, onde faleceu em 1740, apresenta um jovem tocador de gaita de fole.

Os pastores visitando o Menino Deus surgem muitas vezes representados tocando a gaita de fole, um instrumento de festa e alegria. Este instrumento, associado à vida pastoril, era presença comum nas celebrações religiosas e populares. Na Missa do Galo, celebrada na noite de 24 para 25 de Dezembro, a gaita de fole era invocada mesmo quando não era tocada, sendo substituída pelo órgão que durante a missa intervinha imitando os sons pastoris da gaita de fole.

As gaitas-de-fole possuem um fole, que se insufla de ar e que tem ligado a si vários tubos: tubo insuflador (soprete) e um ou mais tubos sonoros: tubo melódico (ponteiro ou ponteira) e um ou mais bordões (“ronco” ou roncão). A conicidade do ponteiro, característica das gaitas-de-fole ibéricas atribui a este instrumento uma potência sonora relevante, devido à sua palheta dupla.

Anjo músico a tocar viola

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjo Músico no Mosteiro de Tibães, Braga

Lado esquerdo da Capela de Santa Gertrudes. Anjo de rosto juvenil, despido com asas em tons de vermelho e azul a tocar viola, um instrumento da família dos cordofones compostos, com caixa de ressonância, em que o som é produzido pela vibração de cordas beliscadas.

O declínio do alaúde e do cravo é associado à ascensão deste instrumento, um dos mais populares dos séculos XVI e XVII, muito representado na pintura retabular tardo-medieval, de Iconografia mariana. A mãe esquerda assenta no braço do instrumento, pressionando as cordas nos respetivos trastes; os dedos da mão direita dedilham as cordas perto da boca da guitarra. A representação do instrumento é simples sem pormenores. O braço do instrumento não é proporcional ao tamanho do braço. Não é possível identificar o número de cordas do instrumento. A forma de execução está representada de forma correcta.

Anjo músico a tocar violino

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Lado direito da Capela de Santa Gertrudes. “Anjo de rosto juvenil, semidespido com faixa à volta da cintura e asas em tons de vermelho e azul a tocar violino, um Instrumento da família dos cordofones compostos com caixa de ressonância, em que o som é produzido pela vibração de cordas friccionados com arco.

De grande popularidade nos séculos XVII e XVIII, era designado em Portugal, até meados do século XX, como rabeca. A representação do instrumento não é fiel. A forma de execução representada também não é real, uma vez que o violino é tocado no lado oposto ao representado.”

Anjo músico a tocar trombeta reta

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjo Músico no Mosteiro de Tibães, Braga

Os anjos músicos executam música celeste e são representados a partir do final da Idade Média evocando, de algum modo, o Paraíso. Além do Juízo Final, estão representados nos episódios de glorificação de figuras sagradas, na Natividade, na Sagrada Família e na morte e visões dos santos.

Os instrumentos que os anjos tocam são, na generalidade, os de sopro, associados ao poder de Deus, os de cordas relacionados com a noção de harmonia do cosmos e os de percussão mais ligados à música profana, que surgem frequentemente integrados em motivos ornamentais.

Anjos tocando trombeta reta

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjos Músicos da Capela de São Bento

A Capela de S. Bento encontra-se na zona dos jardins do mosteiro desenvolvidos em socalco, com alguns bancos revestidos com azulejos seiscentistas e uma fonte ao longo do escadório Barroco. A Capela apresenta um alpendre decorado com azulejos com padrão do séc. XVII, provavelmente provenientes das capelas da igreja, após renovação do programa decorativo da mesma, e cobertura de madeira pintada também datada do século XVII.

O interior da Capela mantém da decoração primitiva dois painéis de azulejo joanino, representando cenas da vida do orago e outros dois painéis de decoração. Um nicho rasgado na parede constituía o primitivo altar.

Os painéis estão decorados com 8 putti – anjos músicos, simétricos tocando trombetas retas. A presença da trombeta no contexto sacro é inerente à ideia escatológica de final dos tempos, na medida em que é tangida pelos anjos músicos transportadores da mensagem de Deus. O seu elevado volume sonoro obtido pela vibração de uma coluna de ar, acorda os mortos e convoca todos para o dia do Juízo Final

A trombeta reta (sem pistões ou válvulas) é um aerofone de metal, de formato cilíndrico terminando em pavilhão.

Anjos tocando trombeta reta

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjos Músicos da Capela de São Bento

Anjos tocando trombeta reta

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjos Músicos da Capela de São Bento

Anjos tocando trombeta reta

Anjos Músicos no Mosteiro de Tibães, Braga

Anjos Músicos da Capela de São Bento

Órgão portativo

Gilberto de Hastings

Gilberto de Hastings

Gilberto de Hastings (séc. XII), primeiro bispo de Lisboa após a conquista da cidade aos Mouros em 1147. Segura na sua mão esquerda um órgão portativo, aerofone com teclado cujo som flautado era produzido por meio de foles propulsionados por duas alavancas. Na mão esquerda o Bispo Gilberto segura um relógio de sol.

Os órgãos portativos, fabricados entre o século XII e a segunda metade do século XVII, tinham pequenas dimensões e eram facilmente transportáveis em procissões, festas populares e pequenos conjuntos de câmara. Estes instrumentos funcionavam como um órgão de tubos ainda que muito simplificado. Na maioria dos casos, penduravam-se por meio de uma alça ao ombro do intérprete colocava em funcionamento os foles com a mão esquerda enquanto a mão direita accionava o teclado.

Fonte: Património Musical da Freguesia de Mire de Tibães, coord. Professora Elisa Lessa

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/braga-tibaes-mosteiro-21.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 23:59:342024-10-27 23:39:48Tibães e a sua Música
Anjo Músico do Mosteiro das Chagas, Museu de Lamego
Músicas no Concelho

Lamego Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Iconografia Musical no concelho de Lamego

Anjo Músico

Anjo Músico do Mosteiro das Chagas, Museu de Lamego

Anjo Músico do Mosteiro das Chagas

Anjo Músico do Mosteiro das Chagas, pintura a óleo sobre madeira do século XVII, Museu de Lamego

“Os anjos músicos executam música celeste e são representados a partir do final da Idade Média evocando, de algum modo, o Paraíso. Além do Juízo Final, estão representados nos episódios de glorificação de figuras sagradas, na Natividade, na Sagrada Família e na morte e visões dos santos. Os instrumentos que os anjos tocam são, na generalidade, os de sopro, associados ao poder de Deus, os de cordas relacionados com a noção de harmonia do cosmos e os de percussão mais ligados à música profana, que surgem frequentemente integrados em motivos ornamentais.”

Anjo Músico

Anjo Músico do Mosteiro das Chagas, Museu de Lamego

Anjo Músico do Mosteiro das Chagas

Anjo Músico do Mosteiro das Chagas, pintura a óleo sobre madeira do século XVII, Museu de Lamego

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/lamego-mosteiro-dos-chagas-museu-de-lamego-2.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-29 22:08:152024-11-12 01:04:29Lamego Rota Musical
Página 170 de 194«‹168169170171172›»

Outros Artigos

Outras Notícias

Advertise hereAdvertise here

Musorbis

Musorbis é a nova plataforma que faz parte do projeto Meloteca e se dedica à divulgação do património musical na perspetiva dos concelhos de Portugal.

Música no Concelho

  • Knurl Mastering
    Paredes e os seus estúdios25 Maio, 2026 - 13:46
  • Oliveira do Bairro
    Oliveira do Bairro e a sua música16 Março, 2026 - 16:48
  • Ponte de Sor, ponte pedonal
    Ponte de Sor e a sua música17 Março, 2026 - 10:40
  • Santa Comba Dão, créditos Vítor Oliveira
    Santa Comba Dão e a sua música17 Março, 2026 - 14:53

CONTACTOS MUSORBIS

Morada:
Rua da Serra da Estrela, 86

4415-891 SANDIM VNG

Telefone:
+351 962 942 759
(Chamada para rede móvel nacional)

E-mail:
meloteca@meloteca.com

© Musorbis 2020 | By Blendup Marketing Digital
  • Link to Facebook
  • Link to Instagram
  • Link to Pinterest
  • Link to LinkedIn
  • Política de privacidade
Scroll to top Scroll to top Scroll to top

Ao continuar a navegar, utilizaremos cookies, pixels, tags e outras tecnologias semelhantes para garantir que o website funciona corretamente. Para mais informações sobre cookies e a forma como os utilizamos clique em Saiba Mais

AceitarSaiba MaisOcultar

Cookie and Privacy Settings



How we use cookies

We may request cookies to be set on your device. We use cookies to let us know when you visit our websites, how you interact with us, to enrich your user experience, and to customize your relationship with our website.

Click on the different category headings to find out more. You can also change some of your preferences. Note that blocking some types of cookies may impact your experience on our websites and the services we are able to offer.

Essential Website Cookies

These cookies are strictly necessary to provide you with services available through our website and to use some of its features.

Because these cookies are strictly necessary to deliver the website, refusing them will have impact how our site functions. You always can block or delete cookies by changing your browser settings and force blocking all cookies on this website. But this will always prompt you to accept/refuse cookies when revisiting our site.

We fully respect if you want to refuse cookies but to avoid asking you again and again kindly allow us to store a cookie for that. You are free to opt out any time or opt in for other cookies to get a better experience. If you refuse cookies we will remove all set cookies in our domain.

We provide you with a list of stored cookies on your computer in our domain so you can check what we stored. Due to security reasons we are not able to show or modify cookies from other domains. You can check these in your browser security settings.

Google Analytics Cookies

These cookies collect information that is used either in aggregate form to help us understand how our website is being used or how effective our marketing campaigns are, or to help us customize our website and application for you in order to enhance your experience.

If you do not want that we track your visit to our site you can disable tracking in your browser here:

Other external services

We also use different external services like Google Webfonts, Google Maps, and external Video providers. Since these providers may collect personal data like your IP address we allow you to block them here. Please be aware that this might heavily reduce the functionality and appearance of our site. Changes will take effect once you reload the page.

Google Webfont Settings:

Google Map Settings:

Google reCaptcha Settings:

Vimeo and Youtube video embeds:

Other cookies

The following cookies are also needed - You can choose if you want to allow them:

Privacy Policy

You can read about our cookies and privacy settings in detail on our Privacy Policy Page.

Política de privacidade
Accept settingsHide notification only